Domingo à tarde, mandei mensagem pra Marcela. Tava há dois dias sem falar com ela e escrevi que seria gostoso ficarmos juntinhos, tomando alguma coisinha e nos dando carinho. Ela disse que dava, e aí perguntei se a resposta pra proposta de sermos amantes que eu tinha feito ia sair naquele ano (2019). Ela respondeu que sim. Ficamos trocando ideia até que num momento sugeri o que ela achava de a gente se encontrar um dia durante a semana, na hora da sesta, no intervalo que cada um tem do trampo, e marcamos pra terça-feira seguinte.
Chegou aquela terça tão esperada. Saí do serviço e fui alugar um apê temporário enquanto esperava por ela. Mandei o número do andar e do quarto, e esperei. Em poucos minutos, bateram na porta. Lá estava ela, toda gostosa como sempre, e agasalhada porque tava frio. A gente se deu um beijo e brindamos ao nosso encontro. Olhei nos olhos dela e, pra quebrar o gelo, demos um puta beijo de língua, seguido por muitos outros, cada vez mais apaixonados, acompanhados de carícias por todo lado. Minhas mãos percorriam o corpo dela, as bundas dela. Peguei a mão dela com uma das minhas e coloquei sobre minha braguilha, que naquela hora já tava começando a ficar dura que nem um ferro. Enquanto continuávamos nos beijando, desabotoei a calça dela e vi que uma linda calcinha fio-dental preta me esperava. Enfiei meus dedos e fui pelo ladinho daquela calcinha, e encontrei uma buceta toda depilada e que já começava a ficar molhada. Tiramos a roupa e fomos pra cama sem escalas.
Beijei o pescoço dela, as orelhinhas, chupava a pera dela e ouvia ela gemer baixinho enquanto minha mão esquerda esfregava os biquinhos e amassava os peitos dela. Minha mão direita brincava com a entreperna dela, toda molhada, entrando e saindo com meu dedo maior na buceta dela e o indicador esfregando em círculos aquele clitóris ardente. Comecei a descer com a boca, percorrendo a barriguinha dela, até chegar na entreperna e mergulhei naquela buceta molhada, que devorei literalmente, enquanto ela enroscava os dedos no meu cabelo e gemia igual uma louca. Lubrificada, ela ficou de quatro e com a cabeça da minha rola bem dura, eu passei na buceta dela, masturbando ela até começar a enfiar cada vez mais fundo. Tava até o talo e a gente se mexia devagar, depois mais rápido, sentindo aquele barulho gostoso das minhas bolas batendo nela. A gente trepou em várias posições e gozamos pra caralho. Ela me deixou seco e a buceta dela tava transbordando de porra. A gente se vestiu, trocamos um puta beijo de língua de novo e cada um foi seguir com seus trampos, leves no corpo, sabendo conscientemente que aquilo não era um adeus... mas um até logo...
Essa é a delícia que minha gostosa me dá de comer.
Chegou aquela terça tão esperada. Saí do serviço e fui alugar um apê temporário enquanto esperava por ela. Mandei o número do andar e do quarto, e esperei. Em poucos minutos, bateram na porta. Lá estava ela, toda gostosa como sempre, e agasalhada porque tava frio. A gente se deu um beijo e brindamos ao nosso encontro. Olhei nos olhos dela e, pra quebrar o gelo, demos um puta beijo de língua, seguido por muitos outros, cada vez mais apaixonados, acompanhados de carícias por todo lado. Minhas mãos percorriam o corpo dela, as bundas dela. Peguei a mão dela com uma das minhas e coloquei sobre minha braguilha, que naquela hora já tava começando a ficar dura que nem um ferro. Enquanto continuávamos nos beijando, desabotoei a calça dela e vi que uma linda calcinha fio-dental preta me esperava. Enfiei meus dedos e fui pelo ladinho daquela calcinha, e encontrei uma buceta toda depilada e que já começava a ficar molhada. Tiramos a roupa e fomos pra cama sem escalas.
Beijei o pescoço dela, as orelhinhas, chupava a pera dela e ouvia ela gemer baixinho enquanto minha mão esquerda esfregava os biquinhos e amassava os peitos dela. Minha mão direita brincava com a entreperna dela, toda molhada, entrando e saindo com meu dedo maior na buceta dela e o indicador esfregando em círculos aquele clitóris ardente. Comecei a descer com a boca, percorrendo a barriguinha dela, até chegar na entreperna e mergulhei naquela buceta molhada, que devorei literalmente, enquanto ela enroscava os dedos no meu cabelo e gemia igual uma louca. Lubrificada, ela ficou de quatro e com a cabeça da minha rola bem dura, eu passei na buceta dela, masturbando ela até começar a enfiar cada vez mais fundo. Tava até o talo e a gente se mexia devagar, depois mais rápido, sentindo aquele barulho gostoso das minhas bolas batendo nela. A gente trepou em várias posições e gozamos pra caralho. Ela me deixou seco e a buceta dela tava transbordando de porra. A gente se vestiu, trocamos um puta beijo de língua de novo e cada um foi seguir com seus trampos, leves no corpo, sabendo conscientemente que aquilo não era um adeus... mas um até logo...
Essa é a delícia que minha gostosa me dá de comer.
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