11-Sexta-feira-
No dia seguinte, Santiago acordou muito tarde, já eram 14h. Na noite anterior, ele tinha avisado a Alejandra que não ia conseguir ir pra aula. Levantou, comeu uns pedaços de pizza que tinham sobrado na geladeira e voltou a deitar, acordando só às 18h. O dia anterior foi uma explosão de tanta coisa ao mesmo tempo, o cansaço era mais mental do que qualquer outra coisa. Ver a tia dele se divertindo com três amigos foi demais pra ele. Levantou de novo, foi até a geladeira comer o último pedaço de pizza que tinha sobrado e foi um tempinho pra academia, quase por inércia. Na academia, ele nem queria olhar pra mulheres, e quanto mais perto do centro, mais cheio de gente, mais gostosas passavam na frente dele, mas ele desviava o olhar.
Quando chegou em casa, sente o celular vibrar. Um número que não estava salvo aparecia na tela. Foi tomar banho e tinha duas chamadas perdidas do mesmo número. Quando entrava no quarto pra se trocar, ligam de novo. Ele atendeu. Era a Sonia.
- Oi.
- Oi Santi, sou a Sonia.
- Oi Sonia. Como você tá?
- Com vontade de te ver.
Santiago pensou por uns segundos.
- O que você tem em mente?
- Te convidar pra sair, tomar alguma coisa. Conheço um lugar bem reservado.
- Gostei da ideia.
- Perfeito, passo aí pra te buscar umas 21h.
- Fechou.
Desligaram e Santiago começou a se trocar, não pra sentar e ver Netflix, mas pra sair com uma mulher linda e mais velha que ele.
Antes das 21h, a Sonia já estava na casa. Santiago saiu, cumprimentou a Sonia e ela acelerou.
- Aonde a gente vai?
- A um lugar que você vai gostar.
- Mas é um bar?
- Sim, mas bem reservado.
Com um pouco de vergonha, Santiago respondeu.
- Olha, Sonia, eu não tenho muita grana.
Sonia olhou nos olhos dele.
- Eu tô te convidando, eu pago tudo.
Aquele olhar excitou o garoto, e no primeiro semáforo, ele pegou ela pelo pescoço e beijou ela na boca. Quando o sinal ficou verde, a Sonia virou na primeira esquina, estacionou o carro e, quase sem controle, começou a beijar e tocar ele. Tanto que... Santiago começou a ficar tão excitado que a pica endureceu na hora.
Sonia, quando tocou, pensou se não era cedo demais, olhou em volta do carro pra ver se tinha alguém, desabotoou a calça de Santiago, pegou a pica e começou a chupar. Começou devagar, mas depois acelerou o ritmo e Santiago não aguentou mais: "Vou gozar", avisou.
Sonia ignorou o primeiro aviso. "Sonia, vou gozar", agora segurando a cabeça dela, Sonia continuou, continuou. Santiago gozou e todo o esperma ficou na boca de Sonia, que engoliu na hora. Quando Sonia levanta a cabeça, pergunta se o batom tinha borrado, se olha no espelho retrovisor e Santiago não entendia nada — a pica estava limpa, impecável, sem nenhum fluido. Fica olhando pra Sonia, olha pra pica dele e guarda. Olha de novo pra Sonia, ela se vira e diz: "Sim, engoli tudo, é uma delícia".
Santiago deu um sorriso e seguiram viagem.
Chegaram no bar e foram direto pra varanda, a noite não estava quente e tinha um ventinho. Viram um lugar, com poltronas encostadas na parede, sentaram juntos olhando pro centro do local. Pediram algo pra comer e um bom vinho, algo que o bolso de Santiago não alcançava.
— Como você fez pra sua tia ir na sua casa e comer ela?
Meio corado, o rapaz olhou em volta pra confirmar que ninguém estava ouvindo.
— Mandei um WhatsApp e falei na lata, mas antes tive que tomar um uísque pra criar coragem.
— Mas o que eu não entendo é onde sua professora aparece. Te digo, no começo até gostei dela, mas depois meio que não curti, não queria fazer nada, por isso te falei pra chamar uns amigos seus. Acho que foi o melhor, e depois sua tia continuou.
— Alejandra me deu umas lições pra satisfazer uma mulher do nível da minha tia, disse que não eram fáceis e me ensinou a excitá-la pra depois comer ela.
— Nisso ela não errou.
— Não, na verdade, depois a Carmen também me agradeceu, e as outras minas também.
— Sim, viu que eu não Dava até hoje. Mas a Isabel me ligou falando como você mandava bem, e não vou mentir, me excitou. Mas ontem você não fez nada comigo.
Assim que ela disse isso, Santiago, já com um pouco de álcool no corpo, se aproximou ainda mais e colocou a mão na perna esquerda de Sonia, perto da virilha, os dedos perto da buceta, e Sonia começou a voar. Vale dizer que ela estava usando um vestido preto tão justo que marcava a calcinha fio dental.
— Viu, isso sim que eu gosto. Me dá um beijo.
Começaram a se beijar e, por baixo da mesa, as mãos iam e vinham. Santiago se distrai e para.
— Acho que todo mundo tá olhando pra gente.
— Não importa, a gente tá se divertindo.
— Vamos conversar um pouco. Você me disse que gostou do que rolou com meus amigos. Já tinha passado por uma situação parecida?
— Só duas vezes.
— Mas você não é casada?
— Bom, eu também posso me divertir, né?
— Sim, claro. Me conta com todos os detalhes.
Entre sorrisos, Sonia começa a contar.
— A primeira vez foi na casa onde eu morava com meu primeiro marido. Ele foi passar o fim de semana "pescando" com os amigos. Era sábado à tarde e eu estava muito entediada, já tinha visto quase todos os filmes que passavam na TV. Naquela época não existiam sites pornô, vinham em fitas cassete, então liguei o videocassete, coloquei um vídeo aleatório e fiquei confortável. O filme passava e não me prendia muito, mas não quis trocar e continuei assistindo. Eu tinha uns 27 anos na época, acho, já tinha ficado com outros caras até me casar um ano antes. O filme continuava e, em um momento, uma das garotas está num bar sozinha, tomando uma taça de vinho, e todos os outros começam a observá-la. Todos os outros eram homens que se aproximam aos poucos, não lembro direito, mas eram uns quatro ou cinco. Eles tocam nos peitos dela, ela se deixa, e quando um tira a pica pra fora, ela começa a chupar. Na hora eu pensei: "hoje é sábado, qualquer bar deve estar aberto, será que não é melhor sair pra buscar uma aventura parecida?" Depois de um tempo, desisti, mas enquanto isso... Eles estavam comendo ela, e o movimento da mulher me excitava cada vez mais. Imagina eu, nua, com uma excitação descomunal. Apaguei tudo, me troquei e fui pra um bar perto da minha casa. Era começo da primavera, todos os homens com os hormônios a mil. Coloquei um vestidinho — na época eu não tinha tantas tetas, mas tinha um corpo bom. Saí de casa e fui pro bar, que era bem parecido com o do filme, só que aqui não tinha homem musculoso e bonito, era o contrário: velhos verdes e sujos. Mas um grupinho até que safava, deviam ter uns 50 anos, eram quatro.
Depois de examinar a situação, fui pra dentro e passei de propósito na frente desses velhos. Vi que um deles arregalava os olhos cada vez mais. Dentro do bar tinha um cheiro de álcool insuportável, mas acho que isso me excitava muito. Sentei numa mesa quase do lado deles, e via os quatro se olhando e conversando. Depois virei a cabeça e comecei a olhar pra um deles. Em alguns minutos, o garçom me trouxe um copo de vinho e disse: "É cortesia dos rapazes daquela mesa." Aí eu soube que a maior parte do trabalho já tava feito. Olhei pra eles, agradeci, um ficou me encarando e eu sorri. Essa foi a chave: em dois segundos, o homem já tava sentado na minha mesa. Ele disse que a gente podia ir pra um lugar mais tranquilo. Cortei ele e perguntei quem tinha pago o copo de vinho. Ele respondeu que foram todos. Então nem hesitei: chamei o garçom, pedi uma caneta, escrevi o endereço da minha casa e falei: "Daqui a 15 minutos, espero vocês quatro." A cara do cara era pra tirar foto, ficou totalmente desencaiado. Peguei minhas coisas e fui embora. Na hora, ele se levantou, falou com os amigos e em 15 minutos estavam na minha casa.
Fiz eles entrarem, quase nem nos cumprimentamos e já tinha um beijando meu pescoço, outro tocando minha buceta, outro pegando nas tetas. Foi uma bagunça total, mas eu gostei. A única coisa que pedi e eles respeitaram foi não comer pelo cu. Mas depois, chupei eles, cada um me comeu em umas cinco ou seis posições diferentes. Gozaram em cima de mim e eu meio que os expulsei. Fui tomar banho e dormir.
— Acho que ele subiu e tá bem dura.
— Não é pra menos, eu ainda me lembro daquilo e, de vez em quando, me toco por causa disso.
— Mas você repetiu a dose…
— Sim, não foi igual, mas foi.
— Como foi?
— Dessa vez foi diferente, eu tava prestes a casar pela segunda vez, tinha 40 anos. Minhas amigas me organizaram uma despedida de solteira, acho que você já conhece minhas amigas (risos), a coisa tava chata, entediante, e aí fomos pra uma balada. Tinha jovem pra todo lado, o mais velho acho que tinha no máximo 25 anos, mas eram todos lindos, eu procurava alguém mais velho pelo menos pra terminar a noite bem. Num momento fiquei sozinha, todas as minhas amigas, incluindo sua tia, estavam se agarrando com os caras. Eu tava com um vestido branco, obviamente, e era evidente que era eu quem ia casar. Veio um garoto que não devia ter mais de 20 anos e me perguntou quando eu ia casar, que ele queria ir pra festa (risos). Eu não parava de rir, a piada tinha me agradado e começamos a conversar, perguntei a idade dele por via das dúvidas e confirmei: era de 20 anos. Naquele momento, tive como um lapso, algo me trouxe de volta ao passado com aqueles homens do bar, e perguntei ao garoto se ele tava com os amigos e se algum deles tinha carro. Ele respondeu que sim, que tinham ido de carro e que eram cinco, todos da mesma idade. Na hora, falei: “chama eles e vamos pra minha casa”. Eu morava sozinha na época, depois fui morar com meu marido. Cumprimentei um por um e fomos no carro de um dos garotos. Sentei no banco de trás com três deles, um começou a me beijar e começou uma putaria danada, era mão pra todo lado, me deixaram de peitos de fora e começaram a chupá-los, os três estavam descontrolados. Os outros dois na frente esticavam as mãos e me tocavam as pernas, obviamente procurando a buceta. Chegamos em casa, abri a porta e foi como se fosse lembrar de novo, tinha mão pra todo lado, língua, me deixei levar mas agora de tesão não pedi pra não me comerem pelo cu e enquanto um tava me comendo, eu em cima dele, três me davam a pica pra eu chupar e outro que eu não sabia onde tava até eu começar a sentir uma coisa molhada no cu, acho que no movimento do amigo ele deve ter chupado a pica dele senão não se explica, mas tavam tão loucos que faziam qualquer coisa. Eu deixei ele chupar de boa, tava me excitando pra caralho, não vou mentir. Depois trocamos, outro dos caras ficou embaixo e o que tava chupando meu cu levantou e fez eu chupar ele e sumiu de novo. Passaram uns minutos, eu continuava sentindo uma língua passando no meu cu e nessa hora sinto a pica do cara empurrando pra entrar no meu cu. Viro pra tentar parar ele mas já era tarde, tinha colocado a cabeça da pica dele dentro e eu sentia ela bem. Relaxei, deixei ele e depois tinha todos os outros fazendo a mesma coisa, até gozarem, tava com o corpo todo cheio de porra, mandei eles embora e fui tomar banho e deitar de novo. No outro dia não queria casar, lembro que sua tia veio e me convenceu, todas elas tinham transado também.
Enquanto Sonia contava as histórias dela, Santiago tocava ela, sem nem perceber chegou até os peitos. Quando se deu conta do que tava fazendo, olhou em volta mas já quase não tinha ninguém então começou a passar a mão na buceta por cima da calcinha fio dental, enquanto Sonia contava e ele escutava atento. Depois começou a enfiar um dedo, Sonia continuava contando, por fora parecia que não tava rolando nada mas por dentro o coração batia cada vez mais forte. Quando terminou de contar, pegou a mão de Santiago e enfiou o dedo o mais fundo possível, olhou pra ele e beijou ele.
- Acho que já é hora de ir, não acha Santi?
- Sim, vamos pra casa direto.
Sonia pagou a conta, saíram do bar e entraram no carro. Foram até a casa de Santiago e na hora que estavam se beijando, o celular da Sonia começa a tocar.
- É meu marido.
- Não atende.
- Não posso.
Sonia atende e desliga depois de alguns minutos.
- Vou ter que ir.
- Não!!! Fica.
- Não, tenho que voltar. Semana que vem a gente se vê de novo e transamos tudo que você quiser.
Santiago respirou fundo e aceitou. Se despediram, Santiago desceu do carro, entrou em casa e foi direto pra cama. Sonia chegou em casa e enquanto o marido tava comendo ela, pensava no Santiago. O marido começou a meter mais rápido e da Sonia escapa um "isso, San..." ela se segura mas já era tarde, embora o marido continuasse comendo ela até gozar. Ela limpou o sêmen da barriga e foi dormir, ou fingir que tava dormindo.
No dia seguinte, Santiago acordou muito tarde, já eram 14h. Na noite anterior, ele tinha avisado a Alejandra que não ia conseguir ir pra aula. Levantou, comeu uns pedaços de pizza que tinham sobrado na geladeira e voltou a deitar, acordando só às 18h. O dia anterior foi uma explosão de tanta coisa ao mesmo tempo, o cansaço era mais mental do que qualquer outra coisa. Ver a tia dele se divertindo com três amigos foi demais pra ele. Levantou de novo, foi até a geladeira comer o último pedaço de pizza que tinha sobrado e foi um tempinho pra academia, quase por inércia. Na academia, ele nem queria olhar pra mulheres, e quanto mais perto do centro, mais cheio de gente, mais gostosas passavam na frente dele, mas ele desviava o olhar.
Quando chegou em casa, sente o celular vibrar. Um número que não estava salvo aparecia na tela. Foi tomar banho e tinha duas chamadas perdidas do mesmo número. Quando entrava no quarto pra se trocar, ligam de novo. Ele atendeu. Era a Sonia.
- Oi.
- Oi Santi, sou a Sonia.
- Oi Sonia. Como você tá?
- Com vontade de te ver.
Santiago pensou por uns segundos.
- O que você tem em mente?
- Te convidar pra sair, tomar alguma coisa. Conheço um lugar bem reservado.
- Gostei da ideia.
- Perfeito, passo aí pra te buscar umas 21h.
- Fechou.
Desligaram e Santiago começou a se trocar, não pra sentar e ver Netflix, mas pra sair com uma mulher linda e mais velha que ele.
Antes das 21h, a Sonia já estava na casa. Santiago saiu, cumprimentou a Sonia e ela acelerou.
- Aonde a gente vai?
- A um lugar que você vai gostar.
- Mas é um bar?
- Sim, mas bem reservado.
Com um pouco de vergonha, Santiago respondeu.
- Olha, Sonia, eu não tenho muita grana.
Sonia olhou nos olhos dele.
- Eu tô te convidando, eu pago tudo.
Aquele olhar excitou o garoto, e no primeiro semáforo, ele pegou ela pelo pescoço e beijou ela na boca. Quando o sinal ficou verde, a Sonia virou na primeira esquina, estacionou o carro e, quase sem controle, começou a beijar e tocar ele. Tanto que... Santiago começou a ficar tão excitado que a pica endureceu na hora.
Sonia, quando tocou, pensou se não era cedo demais, olhou em volta do carro pra ver se tinha alguém, desabotoou a calça de Santiago, pegou a pica e começou a chupar. Começou devagar, mas depois acelerou o ritmo e Santiago não aguentou mais: "Vou gozar", avisou.
Sonia ignorou o primeiro aviso. "Sonia, vou gozar", agora segurando a cabeça dela, Sonia continuou, continuou. Santiago gozou e todo o esperma ficou na boca de Sonia, que engoliu na hora. Quando Sonia levanta a cabeça, pergunta se o batom tinha borrado, se olha no espelho retrovisor e Santiago não entendia nada — a pica estava limpa, impecável, sem nenhum fluido. Fica olhando pra Sonia, olha pra pica dele e guarda. Olha de novo pra Sonia, ela se vira e diz: "Sim, engoli tudo, é uma delícia".
Santiago deu um sorriso e seguiram viagem.
Chegaram no bar e foram direto pra varanda, a noite não estava quente e tinha um ventinho. Viram um lugar, com poltronas encostadas na parede, sentaram juntos olhando pro centro do local. Pediram algo pra comer e um bom vinho, algo que o bolso de Santiago não alcançava.
— Como você fez pra sua tia ir na sua casa e comer ela?
Meio corado, o rapaz olhou em volta pra confirmar que ninguém estava ouvindo.
— Mandei um WhatsApp e falei na lata, mas antes tive que tomar um uísque pra criar coragem.
— Mas o que eu não entendo é onde sua professora aparece. Te digo, no começo até gostei dela, mas depois meio que não curti, não queria fazer nada, por isso te falei pra chamar uns amigos seus. Acho que foi o melhor, e depois sua tia continuou.
— Alejandra me deu umas lições pra satisfazer uma mulher do nível da minha tia, disse que não eram fáceis e me ensinou a excitá-la pra depois comer ela.
— Nisso ela não errou.
— Não, na verdade, depois a Carmen também me agradeceu, e as outras minas também.
— Sim, viu que eu não Dava até hoje. Mas a Isabel me ligou falando como você mandava bem, e não vou mentir, me excitou. Mas ontem você não fez nada comigo.
Assim que ela disse isso, Santiago, já com um pouco de álcool no corpo, se aproximou ainda mais e colocou a mão na perna esquerda de Sonia, perto da virilha, os dedos perto da buceta, e Sonia começou a voar. Vale dizer que ela estava usando um vestido preto tão justo que marcava a calcinha fio dental.
— Viu, isso sim que eu gosto. Me dá um beijo.
Começaram a se beijar e, por baixo da mesa, as mãos iam e vinham. Santiago se distrai e para.
— Acho que todo mundo tá olhando pra gente.
— Não importa, a gente tá se divertindo.
— Vamos conversar um pouco. Você me disse que gostou do que rolou com meus amigos. Já tinha passado por uma situação parecida?
— Só duas vezes.
— Mas você não é casada?
— Bom, eu também posso me divertir, né?
— Sim, claro. Me conta com todos os detalhes.
Entre sorrisos, Sonia começa a contar.
— A primeira vez foi na casa onde eu morava com meu primeiro marido. Ele foi passar o fim de semana "pescando" com os amigos. Era sábado à tarde e eu estava muito entediada, já tinha visto quase todos os filmes que passavam na TV. Naquela época não existiam sites pornô, vinham em fitas cassete, então liguei o videocassete, coloquei um vídeo aleatório e fiquei confortável. O filme passava e não me prendia muito, mas não quis trocar e continuei assistindo. Eu tinha uns 27 anos na época, acho, já tinha ficado com outros caras até me casar um ano antes. O filme continuava e, em um momento, uma das garotas está num bar sozinha, tomando uma taça de vinho, e todos os outros começam a observá-la. Todos os outros eram homens que se aproximam aos poucos, não lembro direito, mas eram uns quatro ou cinco. Eles tocam nos peitos dela, ela se deixa, e quando um tira a pica pra fora, ela começa a chupar. Na hora eu pensei: "hoje é sábado, qualquer bar deve estar aberto, será que não é melhor sair pra buscar uma aventura parecida?" Depois de um tempo, desisti, mas enquanto isso... Eles estavam comendo ela, e o movimento da mulher me excitava cada vez mais. Imagina eu, nua, com uma excitação descomunal. Apaguei tudo, me troquei e fui pra um bar perto da minha casa. Era começo da primavera, todos os homens com os hormônios a mil. Coloquei um vestidinho — na época eu não tinha tantas tetas, mas tinha um corpo bom. Saí de casa e fui pro bar, que era bem parecido com o do filme, só que aqui não tinha homem musculoso e bonito, era o contrário: velhos verdes e sujos. Mas um grupinho até que safava, deviam ter uns 50 anos, eram quatro.
Depois de examinar a situação, fui pra dentro e passei de propósito na frente desses velhos. Vi que um deles arregalava os olhos cada vez mais. Dentro do bar tinha um cheiro de álcool insuportável, mas acho que isso me excitava muito. Sentei numa mesa quase do lado deles, e via os quatro se olhando e conversando. Depois virei a cabeça e comecei a olhar pra um deles. Em alguns minutos, o garçom me trouxe um copo de vinho e disse: "É cortesia dos rapazes daquela mesa." Aí eu soube que a maior parte do trabalho já tava feito. Olhei pra eles, agradeci, um ficou me encarando e eu sorri. Essa foi a chave: em dois segundos, o homem já tava sentado na minha mesa. Ele disse que a gente podia ir pra um lugar mais tranquilo. Cortei ele e perguntei quem tinha pago o copo de vinho. Ele respondeu que foram todos. Então nem hesitei: chamei o garçom, pedi uma caneta, escrevi o endereço da minha casa e falei: "Daqui a 15 minutos, espero vocês quatro." A cara do cara era pra tirar foto, ficou totalmente desencaiado. Peguei minhas coisas e fui embora. Na hora, ele se levantou, falou com os amigos e em 15 minutos estavam na minha casa.
Fiz eles entrarem, quase nem nos cumprimentamos e já tinha um beijando meu pescoço, outro tocando minha buceta, outro pegando nas tetas. Foi uma bagunça total, mas eu gostei. A única coisa que pedi e eles respeitaram foi não comer pelo cu. Mas depois, chupei eles, cada um me comeu em umas cinco ou seis posições diferentes. Gozaram em cima de mim e eu meio que os expulsei. Fui tomar banho e dormir.
— Acho que ele subiu e tá bem dura.
— Não é pra menos, eu ainda me lembro daquilo e, de vez em quando, me toco por causa disso.
— Mas você repetiu a dose…
— Sim, não foi igual, mas foi.
— Como foi?
— Dessa vez foi diferente, eu tava prestes a casar pela segunda vez, tinha 40 anos. Minhas amigas me organizaram uma despedida de solteira, acho que você já conhece minhas amigas (risos), a coisa tava chata, entediante, e aí fomos pra uma balada. Tinha jovem pra todo lado, o mais velho acho que tinha no máximo 25 anos, mas eram todos lindos, eu procurava alguém mais velho pelo menos pra terminar a noite bem. Num momento fiquei sozinha, todas as minhas amigas, incluindo sua tia, estavam se agarrando com os caras. Eu tava com um vestido branco, obviamente, e era evidente que era eu quem ia casar. Veio um garoto que não devia ter mais de 20 anos e me perguntou quando eu ia casar, que ele queria ir pra festa (risos). Eu não parava de rir, a piada tinha me agradado e começamos a conversar, perguntei a idade dele por via das dúvidas e confirmei: era de 20 anos. Naquele momento, tive como um lapso, algo me trouxe de volta ao passado com aqueles homens do bar, e perguntei ao garoto se ele tava com os amigos e se algum deles tinha carro. Ele respondeu que sim, que tinham ido de carro e que eram cinco, todos da mesma idade. Na hora, falei: “chama eles e vamos pra minha casa”. Eu morava sozinha na época, depois fui morar com meu marido. Cumprimentei um por um e fomos no carro de um dos garotos. Sentei no banco de trás com três deles, um começou a me beijar e começou uma putaria danada, era mão pra todo lado, me deixaram de peitos de fora e começaram a chupá-los, os três estavam descontrolados. Os outros dois na frente esticavam as mãos e me tocavam as pernas, obviamente procurando a buceta. Chegamos em casa, abri a porta e foi como se fosse lembrar de novo, tinha mão pra todo lado, língua, me deixei levar mas agora de tesão não pedi pra não me comerem pelo cu e enquanto um tava me comendo, eu em cima dele, três me davam a pica pra eu chupar e outro que eu não sabia onde tava até eu começar a sentir uma coisa molhada no cu, acho que no movimento do amigo ele deve ter chupado a pica dele senão não se explica, mas tavam tão loucos que faziam qualquer coisa. Eu deixei ele chupar de boa, tava me excitando pra caralho, não vou mentir. Depois trocamos, outro dos caras ficou embaixo e o que tava chupando meu cu levantou e fez eu chupar ele e sumiu de novo. Passaram uns minutos, eu continuava sentindo uma língua passando no meu cu e nessa hora sinto a pica do cara empurrando pra entrar no meu cu. Viro pra tentar parar ele mas já era tarde, tinha colocado a cabeça da pica dele dentro e eu sentia ela bem. Relaxei, deixei ele e depois tinha todos os outros fazendo a mesma coisa, até gozarem, tava com o corpo todo cheio de porra, mandei eles embora e fui tomar banho e deitar de novo. No outro dia não queria casar, lembro que sua tia veio e me convenceu, todas elas tinham transado também.
Enquanto Sonia contava as histórias dela, Santiago tocava ela, sem nem perceber chegou até os peitos. Quando se deu conta do que tava fazendo, olhou em volta mas já quase não tinha ninguém então começou a passar a mão na buceta por cima da calcinha fio dental, enquanto Sonia contava e ele escutava atento. Depois começou a enfiar um dedo, Sonia continuava contando, por fora parecia que não tava rolando nada mas por dentro o coração batia cada vez mais forte. Quando terminou de contar, pegou a mão de Santiago e enfiou o dedo o mais fundo possível, olhou pra ele e beijou ele.
- Acho que já é hora de ir, não acha Santi?
- Sim, vamos pra casa direto.
Sonia pagou a conta, saíram do bar e entraram no carro. Foram até a casa de Santiago e na hora que estavam se beijando, o celular da Sonia começa a tocar.
- É meu marido.
- Não atende.
- Não posso.
Sonia atende e desliga depois de alguns minutos.
- Vou ter que ir.
- Não!!! Fica.
- Não, tenho que voltar. Semana que vem a gente se vê de novo e transamos tudo que você quiser.
Santiago respirou fundo e aceitou. Se despediram, Santiago desceu do carro, entrou em casa e foi direto pra cama. Sonia chegou em casa e enquanto o marido tava comendo ela, pensava no Santiago. O marido começou a meter mais rápido e da Sonia escapa um "isso, San..." ela se segura mas já era tarde, embora o marido continuasse comendo ela até gozar. Ela limpou o sêmen da barriga e foi dormir, ou fingir que tava dormindo.
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