Educando a las hijas de mi jefe 6

Na manhã seguinte, meu despertar me deu uma pista de como seria o resto da minha vida se eu não cagasse com tudo, e digo isso porque ainda estava dormindo quando ouvi minha secretária sussurrar:
- Qual de vocês duas quer cuidar do nosso dono primeiro?
Como ambas pediram o turno, Isabel, rindo, respondeu que já que estavam tão solícitas, Natalia fosse preparar o banho enquanto Eva esquentava o café da manhã do seu senhor.
Sem entender do que ela estava falando, a filha mais nova do meu chefe se preparou para ir à cozinha, mas aí a gordinha, morrendo de rir, soltou:
- O café da manhã que eu tô falando está entre minhas duas pernas.
Natalia sorriu ao entender o que ela queria dizer e, mostrando sua disposição para mimar e cuidar daquela que já considerava sua mestra, respondeu enquanto afundava o rosto entre suas coxas grossas:
- Quão quente você quer que eu deixe?
- Você cuida de deixar no ponto de caramelo pra que nosso dono dê o último esquentada.
Entreabrindo os olhos, vi a morena separar os lábios da minha secretária e, com um carinho que realmente me surpreendeu, deixou sua língua brincar com o clitóris da Isabel por uns instantes antes de dizer em voz baixa:
- Nunca pensei que ia ser tão feliz comendo uma buceta de manhã.
Puxando a garota atrevida com a mão, a gordinha deu uma mordida na bunda dela enquanto dizia:
- Come e cala a boca. Minha buceta tem que estar molhada pra receber a virilidade do meu senhor.
Não sei ao certo o que mais me agradou, se foi ver a submissão que Isabel mostrava por mim ou a devoção com que Natalia a obedecia. O fato é que não precisei que elas pusessem as garras em mim pra que, aos poucos, meu pau fosse se erguendo debaixo dos lençóis.
Minha rola atingiu o comprimento máximo quando vi que Eva, ao voltar de preparar o jacuzzi, sem dizer nada, começou a ajudar a irmã na sua missão.
- Assim que eu gosto, putinha. Não tenham pena de mim! – disse minha assistente, no auge da glória. sentir os dentes da loira mordiscando os mamilos dela.
Resolvi esperar ouvir os primeiros sinais do orgasmo dela antes de revelar pra aquele trio de putas que eu tava acordado. Por isso, quando chegaram aos meus ouvidos os soluços da gordinha ao sentir que tava gozando, diretamente e sem nenhum preâmbulo, enfiei nela. Ela, ao sentir a invasão, se deixou levar e, chorando, me agradeceu por ter pegado ela.
Rindo pra caralho, virei ela na cama e, colocando ela de quatro, empalei de novo sem piedade enquanto exigia que as irmãs colaborassem comigo, dizendo:
— Se vocês conseguirem que essa foxy goze duas vezes antes de eu inseminar ela, levo vocês pra passear.
Sair de casa depois de tanto tempo trancadas foi estímulo suficiente pra que tanto a Natalia quanto a Eva se jogassem em cima da Isabel e, enquanto a mais velha se dedicava a masturbar ela, a mais nova se esbaldou brincando com as tetas da trintona. A insistência daquelas duas putas e a minha martelada contínua na buceta da coroa provocaram o primeiro orgasmo dela.
— Deus! — gemeu desmontada enquanto a fonte que jorrava entre as pernas dela ameaçava inundar o quarto.
Esse rompante junto com a promessa de botar elas na rua estimulou ainda mais as duas irmãs e, juntas, se dedicaram a masturbar a professora enquanto torciam com maldade os mamilos dela.
— Suas filhas da puta! Vou me vingar! — gritou minha secretária ao sentir que o corpo dela desabava de novo sobre os lençóis.
As risadas das duas jovens e a satisfação da minha montaria me encheram de prazer e, pegando a juba preta dela como rédea, bati na bunda dela exigindo que se mexesse. Como num ato reflexo, os quadris da Isabel viraram um liquidificador, liquidificador que espremeu, sacudiu e, acima de tudo, mimou minha ferramenta até que eu derramei na buceta fértil dela a semente acumulada durante o sono. Ela, ao sentir as rajadas, gozou pela terceira vez enquanto uivava a submissão dela a mim, dizendo o quanto me amava. amei.
Juro que me surpreendi ao ouvir dos lábios dela que a entrega dela pra mim ia além do sexual e, contra todas as expectativas, não me importei. Por isso, enquanto soltava as últimas gotas dentro dela, mordi os lábios dela com força enquanto dizia:
— Gosto de ver que você é e se sente minha.

Minhas palavras aguçaram ainda mais a Isabel e, com duas lágrimas grossas de felicidade escorrendo pelas bochechas dela, ela curtiu os carinhos das irmãs enquanto eu a inseminava. A atitude dela foi previsível, já a da Natalia não — a jovem esperou eu sair de dentro dela pra abraçá-la, sussurrando no ouvido que, embora eu fosse o dono dela, ela amava nós dois. Embora desde o primeiro momento eu tivesse assumido a bissexualidade da menor das garotas, me impressionou ouvir a resposta da minha secretária:

— Eu sei, pequena, mas só posso aceitar seu amor se o Fernando me deixar. Sou dele por inteiro e pra sempre.

Essa nova confissão me fez perceber que meus sentimentos pela Isabel eram parecidos e, por isso, sorrindo, respondi:
— Querida, não posso negar um capricho pra quem é minha parceira. Então, é só me pedir que a Eva é sua.

— Você me considera sua parceira? — perguntou ela, toda confusa.

— Claro — respondi. — Como você quer que eu chame a mulher que melhor me entende, que tá do meu lado há um montão de anos e ainda mora comigo?

Embora estivesse felizona, ela viu que faltava algo e, por isso, sondou o terreno, perguntando:
— Mas... você me ama?

Soltando uma gargalhada, respondi pegando ela nos braços.
— Gordita, você é minha amiga, minha amante e minha mulher. Não consigo imaginar você longe de mim.

Com um sorriso lindo, ela me beijou e, virando-se, olhou pra Natalia e disse:
— Piranha, só posso te dar as migalhas do meu amor.

— Mestra. Pra mim tanto faz. Um carinho dela já basta pra ser feliz — respondeu a garota.

A irmã dela, que até então tinha ficado calada, se atreveu a me perguntar qual seria o papel dela agora que a Natalia era da Isabel. Entendi na hora. Eva precisava da confirmação de que ainda era minha. Por isso, pelado, sentei ela no meu colo e, enquanto passava umas mãos brutas nas bundas dela, respondi que era uma vergonha ela questionar quem era o dono dela.
Contra toda lógica, meu castigo fez ela rir e, com uma alegria transbordando na voz, ela me pediu desculpas pelo erro e jurou que nunca mais duvidaria quem era seu amado dono.
— Assim que eu gosto — respondi enquanto reforçava meu poder mordendo os lábios dela.
A loira soluçou de felicidade ao se saber minha propriedade e, como ato reflexo, buscou com as mãos minha virilidade enquanto esfregava o corpo dela no meu.
— Calma, calma — ri ao ver que tanto Isabel quanto Natalia estavam imitando ela e que eram seis mãos me acariciando. Vendo que não me obedeciam e que buscavam com afinco me excitar, saí da cama e, enquanto ia pro banheiro, perguntei quem ia me ensaboar.Em uníssono, minhas três mulheres correram pro meu lado, disputando entre elas pra ver quem ia me mimar…Depois do banho, mandei a Natalia e a Eva se vestirem sem me ligar que tinha tirado toda a roupa delas e que era impossível me obedecerem. Quando me explicaram isso, a Isabel assumiu que essa era a função dela e, pegando elas pela mão, levou-as embora.
Enquanto via elas irem, sorri ao perceber a naturalidade com que aquelas três tinham assumido os papéis que eu tinha dado.
«Quem diria que pra essas meninas se saberem nossas ia deixá-las tão felizes ou que a Isabel ia ser uma amante tão fogosa?», me perguntei e, encantado com o assunto, comecei a me arrumar.
Já vestido, tive que esperar mais de quinze minutos até elas saírem e, embora a demora me irritasse, mudei de ideia quando as vi. Cada uma no seu estilo, vinha linda pra caralho.
A Isabel, enfiada num terno de executiva agressiva que destacava as curvas dela, me olhou e, apontando pras duas irmãs, soltou morrendo de rir:
— Você não sabe o trabalho que deu pra convencer essas duas loucas a vestir algo decente. Por mais que não acredite, elas diziam que já que eram nossas putinhas, podiam e deviam se vestir como tal.
Olhando a quantidade de pele que ainda mostravam, nem quis saber como diabos queriam sair de casa e, aceitando de cara a postura da minha secretária, perguntei onde queriam ir primeiro.
Pra minha surpresa, tomando a iniciativa, a Eva soltou:
— Tamos há tanto tempo sem ver o sol que a gente queria ir pra um terraço.
Entendi a escolha delas e, querendo premiar a mudança que tinham dado, levei elas pro terraço do Bernabéu, sem saber que lá a gente ia trombar com o ex-namorado da Eva.
A alegria com que chegaram no estádio virou raiva quando descobriram o Fefé naquele lugar, e mais ainda quando ele, esquecendo que junto com o Toni tinha jogado elas nas minhas mãos, se aproximou. Só de olhar pra ela, soube que a mais puta da cara era a loira, e por isso, quando ela pediu permissão com os olhos pra se vingar, com um sorriso deixei ela fazer.
O cara inocente, sem saber o que vinha... O vizinho teve a cara de pau de cumprimentá-la com um beijo, beijo que Eva não recusou, apesar de ter deixado claro que não queria.
—Gostosa, sentiu minha falta? — perguntou ele, confiante no seu charme.
Entrando na onda, a garota se grudou nele. Como se nada tivesse acontecido e enquanto disfarçadamente começava a acariciá-lo, respondeu:
—Mais do que você imagina.

Fefé achou que seu poder de sedução ainda estava intacto ao sentir a mão de Eva procurando sua masculinidade, e por isso perguntou se ela não preferia um lugar mais discreto. O sorriso sumiu dos lábios dele e se transformou numa careta de dor quando a mão da loira se fechou em volta dos seus ovos.
—Que saudade de sentir você! — sussurrou a jovem com um tom doce enquanto aumentava a pressão com que torturava o ex.

A dor que subia pelo corpo dele o paralisou, e incapaz até de gritar, implorou com o olhar que ela o soltasse. Longe de ter pena, Eva continuou sua vingança e, sem parar de apertar com toda força os testículos daquele covarde, aproximou a boca do ouvido de Fefé e comentou:
—Tenho que te agradecer. Ao me largar nas mãos do Fernando, descobri o prazer que um homem de verdade é capaz de dar.

Duas gotas de suor escorriam pela testa do rapaz, e com um sofrimento sem igual, ele conseguiu pedir compaixão com uma voz quase inaudível.
—Não ouvi — respondeu Eva enquanto torcia com maldade os genitais da sua presa.
—Me perdoa — soluçou ele, com o rosto já roxo.
—Pede mais alto. Quero que seus amiguinhos te ouçam.

Temendo pela sua masculinidade, ele não se importou de passar vergonha e, chorando, implorou para a loira soltá-lo. A jovem mostrou todo seu desprezo por quem tinha sido seu namorado. Depois de torcer um pouco mais os ovos de Fefé, zombou dele dizendo:
—Não entendo o que vi em você, sendo que no fundo é um ser patético.

O desprezo de Eva foi tão grande que até os próprios companheiros de farra dele se envergonharam, e enquanto ele tentava se levantar do chão, viraram as costas para não vê-lo, ainda mais quando Sem cortar um fio de cabelo, comecei a aplaudir no meio da multidão.
Sorrindo, Eva me abraçou e, procurando meus lábios, sussurrou no meu ouvido:
— Meu senhor sabe o quanto eu o amo?

Embora soubesse o quanto ela tinha mudado sob meu comando, tenho que admitir que me pegou desprevenido que a mesma garota que dias antes tinha tentado me matar com um tiro reconhecesse tão abertamente que estava apaixonada por mim, e por isso levei alguns segundos para processar, até porque era a segunda que me dizia isso naquele dia. Eva interpretou mal meu silêncio e, com lágrimas nos olhos, saiu correndo do lugar.

Isabel, que até então tinha ficado de lado, virou-se para mim e disse:
— Vai atrás dela. Ela precisa de você.

Aceitando a sugestão, fui atrás dela. Minha reação rápida me permitiu alcançá-la antes que conseguisse atravessar a rua. Então, pegando-a pelo braço, puxei-a para mim e, sem dar chance de recusar, beijei-a.
— Me solta — ela soluçou.

Ignorando as reclamações dela, acariciei seus cabelos loiros enquanto dizia baixinho que, por mais que ela pedisse, nunca a deixaria ir.
— Por quê?

A pergunta dela me fez refletir sobre muitas coisas. Foi exatamente naquele momento que percebi o quanto eu tinha mudado e que o solteirão convicto tinha desaparecido.
«Não acredito», pensei ao perceber que estava completamente apaixonado pelas três.

Aproveitando que Natália e Isabel tinham se juntado a nós, respondi:
— Uma família sempre tem que ficar unida, e você é uma parte essencial de nós. Não ligo para o que os outros pensam. Vocês são minhas e não vou abrir mão de nenhuma.

As risadas das três me mostraram o quanto estavam felizes, e por isso, pegando-as pela cintura, perguntei o que queriam fazer.
— Sempre tive vontade de passar uma noite no Ritz — disse Natália, num tom safado.

Rindo pra caralho e sabendo que tinha dinheiro suficiente para realizar esse e muitos outros desejos, voltei com elas para o terraço. Beleza, chamei o garçom e pedi uma garrafa de espumante.
—O que a gente tem pra comemorar? — quis saber minha secretária.
—O começo de uma vida longa nós quatro juntos! — declarei erguendo minha taça.

Continua<< Parte 5    Parte 7 >>

1 comentários - Educando a las hijas de mi jefe 6