A PRIMEIRA VEZ DE KELLY
Kelly passava horas no chat com o Saúl, adorava que ele prestava atenção nos problemas dela. Eles se viam na escola e compartilhavam quase tudo. Ele era o melhor amigo dela. Se conheciam desde o ensino médio, fizeram 18 anos na mesma semana e comemoraram indo ao cinema. Lá, na escuridão da sala, as mãos deles se entrelaçaram, se beijaram algumas vezes. Mas no final, continuavam sendo amigos.
Na sexta, Saúl chegou perto da Kelly pra chamar ela pra casa dele. — Vem amanhã e a gente vê um filme. — falou, dando um tapinha de leve no ombro dela. — O que eu levo? — perguntou ela, meio empolgada. — Nada, eu compro sorvete e batata.
Se despediram sem mais nem menos e no sábado a Kelly vestiu o vestido listrado, aquele que valorizava bem o corpo dela. Sabia que a bunda dela ficava em evidência com ele. Além disso, era super confortável.
Bateu na porta e quem abriu foi uma versão barbuda do Saúl — Oi, quem é você? — perguntou, olhando ela de cima a baixo. — Sou a Kelly, tô procurando o Saúl. — Nossa, que bom gosto o do baixinho! Pode entrar, ele tá no quarto dele. Sobe as escadas e vira à direita.
Quando atravessou a sala, viu mais dois caras: um gordo e outro magro de óculos. — Caralho! Quem é essa gostosa? — perguntou um, seguindo ela com o olhar. — A namorada do Saúl. — Somos só amigos. — cortou a Kelly. — Então anota aí — que eu trago ela! — completou o outro.
Quando entrou no quarto, viu o Saúl de shorts, agora se sentindo uma idiota por ter se arrumado tanto. — Entra, gostei desse vestido — falou ele, pegando a mão dela e fazendo ela girar. — Valeu, e o que a gente vai ver? — perguntou ela, se acomodando na cama. — O que você quiser, algo que você não veja na sua casa. — Porno?!
Os dois caíram na gargalhada e então Saúl pegou o notebook e digitou umas coisas. — Que porno você quer ver? — É brincadeira — falou ela, sentindo o rosto queimar de vergonha. — Só um, olha, de desenho japonês, você gosta desses? — Sim.
Quando finalmente abriu, apareceram um monte de janelas com vídeos diferentes. — Qual a gente bota? — Sei lá, ha ha, o Quer, só um.
Um desenho com cara de menina e um quadrilzão sendo abusado por uma série de bichos coloridos. Entravam e saíam dela enquanto ela gemia que nem uma louca. Mesmo o idioma sendo japonês, dava pra ver que ela tava adorando. E Kelly via de canto de olho um volume crescendo na calça do Saúl.
Na sala, o jogo de vídeo acabou e no silêncio, uns gemidos escaparam.
— Tão transando? — só que ela fala japonês. — Shhh! Disse René enquanto subia as escadas devagar e pedia pra eles ficarem quietos.
Quando chegaram no décimo vídeo, o volume dentro da calça já tava difícil de esconder. — Olha como você tá, queria ter um corpo assim. Desenham umas gostosas bem feitas. — Você é melhor, é real e tem uma bunda mais bonita.
— Idiota. — ela falou enquanto se deitava de bruços na cama.
— Sério, escuta. Posso ver? — O quê? — Sua bunda… só ver, sem tocar.
— E eu com isso? — Te mostro meu… — Você primeiro. — disse Kelly.
Quando Saúl ficou de pé na frente dela, o pulso dela acelerou. Ele baixou a calça até o tornozelo e ali, a centímetros do rosto dela, tava aquela pica dura e grande. O cheiro era estranho, mas ela gostou. — Agora é sua vez.
Ela se inclinou pra levantar o vestido de Kelly e a pica dele bateu no rosto dela, ela mal conseguiu se mexer pra evitar que batesse na boca. Mesmo assim, restou um pouco daquela pica na bochecha dela.
— Vai furar meu olho! — Desculpa. Ele deu um passo pra trás e viu ela levantar o vestido até as costas. A bunda dela é linda, redonda e firme. E ainda por cima, Kelly escolheu a calcinha fio dental de renda naquele dia, que deixava aquele rabo ainda mais espetacular.
Mas eles esqueceram de um detalhe. Deixaram a porta aberta. O irmão dela e os dois amigos dele estavam amontoados espiando por uma fresta, sem fazer um pio.
Assim que Saúl colocou as mãos na bunda de Kelly, ela sentiu uma corrente elétrica percorrer o corpo. As mãos do amigo massageavam devagar, ela de olhos fechados curtindo o momento. cosquinha nas nádegas dela.
—Você ia só olhar. —ele disse com um sorriso safado —você também pode tocar.
Mesmo hesitando um pouco, com as mãos finas e macias ela esfregava aquele pedaço de carne, sentindo o calor nas mãos e o cheiro que exalava, embora estranho, continuava deixando ela cada vez mais excitada. Queria experimentar, mesmo não tendo ideia prática de como fazer. O mais perto que chegou de perder a virgindade foi com o ex-namorado, mas nele nem com guindaste subia.
—E se você chupar... um pouquinho? —ele disse, esperando que ela não saísse correndo dali. —A gente ia ver filme, ou você me trouxe pra te chupar? —ela queria continuar no controle das coisas, mesmo sabendo que tava longe disso. —Então, levanta um pouco essa bunda, sempre te imagino de quatro. —Seu porco! —ela falou enquanto levantava a bunda e ele segurava com mais firmeza as nádegas dela. Enfiando as mãos por baixo da calcinha dela.
Enquanto isso, atrás da porta. Joel, o amigo gordo do René, tirava a rola pra bater uma. —O que cê tá fazendo, filho da puta? —reclamou René em voz baixa. —Ela é muito gostosa, vou bater uma sim ou sim. Ricky concordou, olhando pros dois, e abaixou o zíper enquanto via os lábios da Kelly começando a beijar a rola do Saúl.
Sentir aqueles lábios roçando a rola dele deixou ele mais excitado, e logo os dedos dele encontraram abrigo nos buracos da Kelly. Ela deu um pulo e virou de barriga pra cima, tentando ajeitar o vestido, mas Saúl se jogou de cabeça entre as pernas dela. A cabeça dele sumiu debaixo do vestido, agora eram os lábios dele que beijavam, ele lambia com uma intensidade indescritível.
—Haaa! Haaa! —Um fio de voz transformado em gemidos escapava da garganta dela, enquanto sentia que ficava cada vez mais molhada.
—Você é uma delícia! —Saúl só dava uma pausa pra dizer o quanto queria que esse momento chegasse. —Que gostosa! —Ela se agarrava nos cabelos dele com as duas mãos, segurando a cabeça dele enquanto ele se afundava na intimidade dela. Umidade entre as pernas dela a deixava de olhos fechados, curtindo aquela língua. Do mesmo jeito, a boca aberta dos três atrás da porta babava. Os gemidinhos baixos os deixavam hipnotizados. Tanto que, ao se apoiarem na porta, pouco se importavam que ela fosse se abrindo aos poucos. Quando Saúl tirou a cabeça de entre as pernas de Kelly, ela se jogou nele e meteu a rola na boca. Ela sentiu o gosto — embora estivesse perto antes, nunca tinha provado uma rola. Agora experimentava o sabor salgado daquele pedaço de carne, sentia Saúl dar sobressaltos cada vez que ela chupava. O gosto na boca era novo, ela não sabia o que tinha de especial, mas amava.
— Haaa, gostoso!
— ...
Os dois estavam de olhos fechados — ele recebendo aqueles lábios, e ela explorando a textura e o gosto na boca — quando um barulho os fez reagir. O irmão e os amigos estavam de pé, com as rolas na mão. O som foi do celular de Joel, que puxou o telefone e, ao tentar gravar, deixou ele cair no chão.
— Caralho, não acredito! — disse Saúl, enquanto via Kelly ajeitar o vestido e limpar um pouco a saliva e os fluidos que tinha na boca.
— Não é o que você tá pensando, maninho!
— Não? — disse Saúl, apontando pras rolas deles ainda no ar.
— Só queremos um pouco — disse Ricky, apontando pra Kelly, que tava com cara de susto.
— Cê tá de sacanagem?
— Não, não, você entendeu errado. Só queremos que ela chupe um pouco — disse Joel, apontando de novo pra Kelly.
— Porra, vocês não tavam no maldito jogo de nerds? — disse Saúl, já puto, e apontando pra Kelly, completou — E por que caralhos ela ia chupar a rola de vocês, caras?
— Ora, pergunta pra ela — disse René, piscando o olho de um jeito amigável.
Agora todo mundo olhava pra ela, e ela, no meio daquela confusão toda, engolia seco.
— Só chupar? — Saúl olhou pra ela, estranhando. Como ela podia sequer imaginar chupar a rola daqueles arrombados, se levou anos pra ele chegar nessa situação?
— É, é, só chupar um pouco.
— Bom...
— QUE PORRA É ESSA?! — disse Saúl, já irritado.
— Você pode fazer o que quiser comigo — disse ela, tentando acalmá-lo. Ela tava cheia de dúvidas, será que aquelas picas iam saber? Queria experimentar.
Ela se arrependeria dessas palavras quando sentiu aquela pica atravessando sua buceta, uma ardência indescritível encheu seu interior. Enquanto abafava o grito, Joel enfiava com força a pica naquela boquinha. Saúl via a pica dele entrando devagar, tava com dificuldade pra meter, sentia Kelly tremendo, enquanto na frente via Joel bufando, suando e com aquela cara de doido, o irmão dele tava olhando cada movimento dela, Ricky empurrava pra pegar a vez naqueles lábios.
— Haaaaa! — A dor fazia ela gemer, a respiração na pica do gordo já deixava ele a ponto de gozar.
— Não vai gozar não, porra! — Joel falou pro Ricky pra evitar de gozar rápido.
— Haaaaa! — A pica do Saúl entrou toda e umas lágrimas escorreram pela cara de Kelly, rolando até molhar a pica que entrava na boca dela, se misturando com a saliva e aquele gosto salgado.
— Haaaai! — Saúl via um fio vermelho manchando a camisinha e escorrendo na cama dele, tava agarrado nas bundas de Kelly, o coração acelerado e agora sentindo um frio indescritível. "Ela é virgem", pensou consigo.
— Haaa! Haaa! HAAI! — Saúl pegava ritmo, quicando naquelas bundas lindas. Suava e não tirava os olhos do irmão e dos amigos. Como se quisesse evitar que percebessem que era a primeira vez de Kelly.
Kelly aproveitava as vezes que os três caras na frente dela trocavam, pra puxar ar e forçar. A dor já tinha passado e agora começava a sentir prazer. Embora quisesse ver o Saúl, não conseguia, entre um e outro ficavam fazendo ela mamar pica. O queixo dela começava a dormir, já não chupava, só mantinha a boca aberta recebendo as pancadas daqueles pedaços duros que, quanto mais o tempo passava, mais forte empurravam, embora as dos amigos não fossem tão grandes, a pica do René entrava até a garganta dela, ela se sentia sufocada, e não conseguia respirar.
— Haaag! Haaag! — CARALHO, QUE GOSTOSA! —Deixa que eu já tô quase…! —Joel mal conseguiu empurrar René, nem enfiou a pica, o esperma bateu na cara de Kelly, subindo até a testa e escorrendo pelas bochechas, ela não conseguia abrir direito os olhos, um jato deixou os dois olhos grudados. O líquido quente escorria e ela tentava puxar ar, mas durou pouco. Ricky ocupou a boca dela de novo.
—Haaag! Haaaggg! —Ricky tava prestes a explodir, e ver o irmão batendo naquela bonequinha deixava ele ainda mais no ponto.
—Porra, porra… haaa! —Uns jatos fortes molharam a cara já molhada de Kelly, agora ela conseguia puxar ar, mas o esperma entrava pelo canto dos lábios. Além disso, Saúl começava a acelerar. Batia nela com uma força do caralho, enquanto ela prendia a respiração, sentia a visão ficar branca e o calor dentro dela se multiplicar. As pernas dela perderam a força.
—Aaaah ahhh ahhhh! —Além de provar o gosto de pica, esperma e perder a virgindade, Kelly teve um orgasmo. Saindo do transe, Saúl continuava metendo nela, mal conseguia respirar entre os gemidos, sentiu Saúl sair dela e logo uns jatos quentes banhavam a bunda dela, ele esfregava a pica contra o quadril dela, ela podia sentir ele tremendo atrás.
—Uau! —Quando ouviu a voz de Joel, lembrou que não estavam sozinhos e abriu os olhos. Os três se punhetavam na frente dela.
Como pôde, Saúl tirou eles do quarto e ajudou Kelly a chegar no banheiro. Emprestou uma toalha pra ela tomar banho. —Tem sabonete e xampu ali, o que precisar, tô aqui fora.
—Valeu —Kelly ficou uns dois minutos na frente do espelho, olhando os restos de esperma no rosto. Gostou de tudo, mas amou ter Saúl dentro dela.
Saiu nua, beijou Saúl, pegou o vestido, ele olhava ela de boca aberta. Se despediu, na sala os três amigos fingiam jogar no videogame. Continuavam de pica dura.
No sábado seguinte, Kelly bateu na porta. Porta, René abriu, mas não soube o que dizer. Ficaram olhando ela subir a escada com aquela minissaia. Só que dessa vez, o trinco da porta impediu a entrada deles. MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
Kelly passava horas no chat com o Saúl, adorava que ele prestava atenção nos problemas dela. Eles se viam na escola e compartilhavam quase tudo. Ele era o melhor amigo dela. Se conheciam desde o ensino médio, fizeram 18 anos na mesma semana e comemoraram indo ao cinema. Lá, na escuridão da sala, as mãos deles se entrelaçaram, se beijaram algumas vezes. Mas no final, continuavam sendo amigos.
Na sexta, Saúl chegou perto da Kelly pra chamar ela pra casa dele. — Vem amanhã e a gente vê um filme. — falou, dando um tapinha de leve no ombro dela. — O que eu levo? — perguntou ela, meio empolgada. — Nada, eu compro sorvete e batata.
Se despediram sem mais nem menos e no sábado a Kelly vestiu o vestido listrado, aquele que valorizava bem o corpo dela. Sabia que a bunda dela ficava em evidência com ele. Além disso, era super confortável.
Bateu na porta e quem abriu foi uma versão barbuda do Saúl — Oi, quem é você? — perguntou, olhando ela de cima a baixo. — Sou a Kelly, tô procurando o Saúl. — Nossa, que bom gosto o do baixinho! Pode entrar, ele tá no quarto dele. Sobe as escadas e vira à direita.
Quando atravessou a sala, viu mais dois caras: um gordo e outro magro de óculos. — Caralho! Quem é essa gostosa? — perguntou um, seguindo ela com o olhar. — A namorada do Saúl. — Somos só amigos. — cortou a Kelly. — Então anota aí — que eu trago ela! — completou o outro.
Quando entrou no quarto, viu o Saúl de shorts, agora se sentindo uma idiota por ter se arrumado tanto. — Entra, gostei desse vestido — falou ele, pegando a mão dela e fazendo ela girar. — Valeu, e o que a gente vai ver? — perguntou ela, se acomodando na cama. — O que você quiser, algo que você não veja na sua casa. — Porno?!
Os dois caíram na gargalhada e então Saúl pegou o notebook e digitou umas coisas. — Que porno você quer ver? — É brincadeira — falou ela, sentindo o rosto queimar de vergonha. — Só um, olha, de desenho japonês, você gosta desses? — Sim.
Quando finalmente abriu, apareceram um monte de janelas com vídeos diferentes. — Qual a gente bota? — Sei lá, ha ha, o Quer, só um.
Um desenho com cara de menina e um quadrilzão sendo abusado por uma série de bichos coloridos. Entravam e saíam dela enquanto ela gemia que nem uma louca. Mesmo o idioma sendo japonês, dava pra ver que ela tava adorando. E Kelly via de canto de olho um volume crescendo na calça do Saúl.
Na sala, o jogo de vídeo acabou e no silêncio, uns gemidos escaparam.
— Tão transando? — só que ela fala japonês. — Shhh! Disse René enquanto subia as escadas devagar e pedia pra eles ficarem quietos.
Quando chegaram no décimo vídeo, o volume dentro da calça já tava difícil de esconder. — Olha como você tá, queria ter um corpo assim. Desenham umas gostosas bem feitas. — Você é melhor, é real e tem uma bunda mais bonita.
— Idiota. — ela falou enquanto se deitava de bruços na cama.
— Sério, escuta. Posso ver? — O quê? — Sua bunda… só ver, sem tocar.
— E eu com isso? — Te mostro meu… — Você primeiro. — disse Kelly.
Quando Saúl ficou de pé na frente dela, o pulso dela acelerou. Ele baixou a calça até o tornozelo e ali, a centímetros do rosto dela, tava aquela pica dura e grande. O cheiro era estranho, mas ela gostou. — Agora é sua vez.
Ela se inclinou pra levantar o vestido de Kelly e a pica dele bateu no rosto dela, ela mal conseguiu se mexer pra evitar que batesse na boca. Mesmo assim, restou um pouco daquela pica na bochecha dela.
— Vai furar meu olho! — Desculpa. Ele deu um passo pra trás e viu ela levantar o vestido até as costas. A bunda dela é linda, redonda e firme. E ainda por cima, Kelly escolheu a calcinha fio dental de renda naquele dia, que deixava aquele rabo ainda mais espetacular.
Mas eles esqueceram de um detalhe. Deixaram a porta aberta. O irmão dela e os dois amigos dele estavam amontoados espiando por uma fresta, sem fazer um pio.
Assim que Saúl colocou as mãos na bunda de Kelly, ela sentiu uma corrente elétrica percorrer o corpo. As mãos do amigo massageavam devagar, ela de olhos fechados curtindo o momento. cosquinha nas nádegas dela.
—Você ia só olhar. —ele disse com um sorriso safado —você também pode tocar.
Mesmo hesitando um pouco, com as mãos finas e macias ela esfregava aquele pedaço de carne, sentindo o calor nas mãos e o cheiro que exalava, embora estranho, continuava deixando ela cada vez mais excitada. Queria experimentar, mesmo não tendo ideia prática de como fazer. O mais perto que chegou de perder a virgindade foi com o ex-namorado, mas nele nem com guindaste subia.
—E se você chupar... um pouquinho? —ele disse, esperando que ela não saísse correndo dali. —A gente ia ver filme, ou você me trouxe pra te chupar? —ela queria continuar no controle das coisas, mesmo sabendo que tava longe disso. —Então, levanta um pouco essa bunda, sempre te imagino de quatro. —Seu porco! —ela falou enquanto levantava a bunda e ele segurava com mais firmeza as nádegas dela. Enfiando as mãos por baixo da calcinha dela.
Enquanto isso, atrás da porta. Joel, o amigo gordo do René, tirava a rola pra bater uma. —O que cê tá fazendo, filho da puta? —reclamou René em voz baixa. —Ela é muito gostosa, vou bater uma sim ou sim. Ricky concordou, olhando pros dois, e abaixou o zíper enquanto via os lábios da Kelly começando a beijar a rola do Saúl.
Sentir aqueles lábios roçando a rola dele deixou ele mais excitado, e logo os dedos dele encontraram abrigo nos buracos da Kelly. Ela deu um pulo e virou de barriga pra cima, tentando ajeitar o vestido, mas Saúl se jogou de cabeça entre as pernas dela. A cabeça dele sumiu debaixo do vestido, agora eram os lábios dele que beijavam, ele lambia com uma intensidade indescritível.
—Haaa! Haaa! —Um fio de voz transformado em gemidos escapava da garganta dela, enquanto sentia que ficava cada vez mais molhada.
—Você é uma delícia! —Saúl só dava uma pausa pra dizer o quanto queria que esse momento chegasse. —Que gostosa! —Ela se agarrava nos cabelos dele com as duas mãos, segurando a cabeça dele enquanto ele se afundava na intimidade dela. Umidade entre as pernas dela a deixava de olhos fechados, curtindo aquela língua. Do mesmo jeito, a boca aberta dos três atrás da porta babava. Os gemidinhos baixos os deixavam hipnotizados. Tanto que, ao se apoiarem na porta, pouco se importavam que ela fosse se abrindo aos poucos. Quando Saúl tirou a cabeça de entre as pernas de Kelly, ela se jogou nele e meteu a rola na boca. Ela sentiu o gosto — embora estivesse perto antes, nunca tinha provado uma rola. Agora experimentava o sabor salgado daquele pedaço de carne, sentia Saúl dar sobressaltos cada vez que ela chupava. O gosto na boca era novo, ela não sabia o que tinha de especial, mas amava.
— Haaa, gostoso!
— ...
Os dois estavam de olhos fechados — ele recebendo aqueles lábios, e ela explorando a textura e o gosto na boca — quando um barulho os fez reagir. O irmão e os amigos estavam de pé, com as rolas na mão. O som foi do celular de Joel, que puxou o telefone e, ao tentar gravar, deixou ele cair no chão.
— Caralho, não acredito! — disse Saúl, enquanto via Kelly ajeitar o vestido e limpar um pouco a saliva e os fluidos que tinha na boca.
— Não é o que você tá pensando, maninho!
— Não? — disse Saúl, apontando pras rolas deles ainda no ar.
— Só queremos um pouco — disse Ricky, apontando pra Kelly, que tava com cara de susto.
— Cê tá de sacanagem?
— Não, não, você entendeu errado. Só queremos que ela chupe um pouco — disse Joel, apontando de novo pra Kelly.
— Porra, vocês não tavam no maldito jogo de nerds? — disse Saúl, já puto, e apontando pra Kelly, completou — E por que caralhos ela ia chupar a rola de vocês, caras?
— Ora, pergunta pra ela — disse René, piscando o olho de um jeito amigável.
Agora todo mundo olhava pra ela, e ela, no meio daquela confusão toda, engolia seco.
— Só chupar? — Saúl olhou pra ela, estranhando. Como ela podia sequer imaginar chupar a rola daqueles arrombados, se levou anos pra ele chegar nessa situação?
— É, é, só chupar um pouco.
— Bom...
— QUE PORRA É ESSA?! — disse Saúl, já irritado.
— Você pode fazer o que quiser comigo — disse ela, tentando acalmá-lo. Ela tava cheia de dúvidas, será que aquelas picas iam saber? Queria experimentar.
Ela se arrependeria dessas palavras quando sentiu aquela pica atravessando sua buceta, uma ardência indescritível encheu seu interior. Enquanto abafava o grito, Joel enfiava com força a pica naquela boquinha. Saúl via a pica dele entrando devagar, tava com dificuldade pra meter, sentia Kelly tremendo, enquanto na frente via Joel bufando, suando e com aquela cara de doido, o irmão dele tava olhando cada movimento dela, Ricky empurrava pra pegar a vez naqueles lábios.
— Haaaaa! — A dor fazia ela gemer, a respiração na pica do gordo já deixava ele a ponto de gozar.
— Não vai gozar não, porra! — Joel falou pro Ricky pra evitar de gozar rápido.
— Haaaaa! — A pica do Saúl entrou toda e umas lágrimas escorreram pela cara de Kelly, rolando até molhar a pica que entrava na boca dela, se misturando com a saliva e aquele gosto salgado.
— Haaaai! — Saúl via um fio vermelho manchando a camisinha e escorrendo na cama dele, tava agarrado nas bundas de Kelly, o coração acelerado e agora sentindo um frio indescritível. "Ela é virgem", pensou consigo.
— Haaa! Haaa! HAAI! — Saúl pegava ritmo, quicando naquelas bundas lindas. Suava e não tirava os olhos do irmão e dos amigos. Como se quisesse evitar que percebessem que era a primeira vez de Kelly.
Kelly aproveitava as vezes que os três caras na frente dela trocavam, pra puxar ar e forçar. A dor já tinha passado e agora começava a sentir prazer. Embora quisesse ver o Saúl, não conseguia, entre um e outro ficavam fazendo ela mamar pica. O queixo dela começava a dormir, já não chupava, só mantinha a boca aberta recebendo as pancadas daqueles pedaços duros que, quanto mais o tempo passava, mais forte empurravam, embora as dos amigos não fossem tão grandes, a pica do René entrava até a garganta dela, ela se sentia sufocada, e não conseguia respirar.
— Haaag! Haaag! — CARALHO, QUE GOSTOSA! —Deixa que eu já tô quase…! —Joel mal conseguiu empurrar René, nem enfiou a pica, o esperma bateu na cara de Kelly, subindo até a testa e escorrendo pelas bochechas, ela não conseguia abrir direito os olhos, um jato deixou os dois olhos grudados. O líquido quente escorria e ela tentava puxar ar, mas durou pouco. Ricky ocupou a boca dela de novo.
—Haaag! Haaaggg! —Ricky tava prestes a explodir, e ver o irmão batendo naquela bonequinha deixava ele ainda mais no ponto.
—Porra, porra… haaa! —Uns jatos fortes molharam a cara já molhada de Kelly, agora ela conseguia puxar ar, mas o esperma entrava pelo canto dos lábios. Além disso, Saúl começava a acelerar. Batia nela com uma força do caralho, enquanto ela prendia a respiração, sentia a visão ficar branca e o calor dentro dela se multiplicar. As pernas dela perderam a força.
—Aaaah ahhh ahhhh! —Além de provar o gosto de pica, esperma e perder a virgindade, Kelly teve um orgasmo. Saindo do transe, Saúl continuava metendo nela, mal conseguia respirar entre os gemidos, sentiu Saúl sair dela e logo uns jatos quentes banhavam a bunda dela, ele esfregava a pica contra o quadril dela, ela podia sentir ele tremendo atrás.
—Uau! —Quando ouviu a voz de Joel, lembrou que não estavam sozinhos e abriu os olhos. Os três se punhetavam na frente dela.
Como pôde, Saúl tirou eles do quarto e ajudou Kelly a chegar no banheiro. Emprestou uma toalha pra ela tomar banho. —Tem sabonete e xampu ali, o que precisar, tô aqui fora.
—Valeu —Kelly ficou uns dois minutos na frente do espelho, olhando os restos de esperma no rosto. Gostou de tudo, mas amou ter Saúl dentro dela.
Saiu nua, beijou Saúl, pegou o vestido, ele olhava ela de boca aberta. Se despediu, na sala os três amigos fingiam jogar no videogame. Continuavam de pica dura.
No sábado seguinte, Kelly bateu na porta. Porta, René abriu, mas não soube o que dizer. Ficaram olhando ela subir a escada com aquela minissaia. Só que dessa vez, o trinco da porta impediu a entrada deles. MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
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