Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 4

Olá, Comunidade.
Peço desculpas pela demora, já tendo o capítulo pronto, por um pequeno erro eu apaguei ele por completo e não consegui restaurar.
Mas é isso aí, estamos aqui. A 4ª parte dessa série pronta pra vocês.
Deixo abaixo os links dos capítulos anteriores pra quem acabou de chegar nessa aventura.


http://www.poringa.net/posts/relatos/3637808/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-1.html


http://www.poringa.net/posts/relatos/3643079/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-2.html


http://www.poringa.net/posts/relatos/3652762/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-3.html



Como sempre, convido vocês a deixarem seus comentários no final, pra saber o que acham, o que acharam, etc, etc. Qualquer pontinho ou favorzinho também será bem-vindo. Sem mais enrolação, aqui a gente continua.




Romina ficou paralisada, com cara de quem tinha visto a própria morte, mas por sorte o Manu reagiu a tempo.
Põe a toalha, rápido. Se ela perguntar, fala que você tá trocando de roupa e acha que eu saí, mas não sabe pra onde", ele disse apressado pra irmã, praticamente jogando a toalha na cabeça dela e correu pra se enfiar no armário.
Só 3 segundos depois, mamãe bateu e abriu um pouquinho a porta do quarto.
—Pode entrar? —perguntou.
S...s...sim", gaguejou Romina, tomada pelo terror mais profundo. Era literalmente um tomate, sendo um baita problema, porque sendo ela tão branquinha, dava pra ver claramente que algo tava errado.
Mamãe entrou no quarto com um sorriso e foi direto abraçar a filha mais nova.
Oi, minha princesinha, consegui escapar pra almoçar com vocês", disse ela contente, mas a expressão mudou ao ver o rosto de Romina.
Epa, o que foi que você tá tão vermelha? Não tá com febre, né?", perguntou preocupada, colocando a mão na testa da Romi.
A garota tentou se afastar um pouco das mãos da mãe e respondeu na defensiva.
Não, não. Só tô nervosa com a prova e tô com calor, nada mais. Fica tranquila.
A verdade é que a mãe dela não ficou satisfeita com a resposta, ela sempre queria saber de tudo e ter certeza de que seus "filhotes", como ainda chamava, estavam sempre contentes, saudáveis, felizes, etc. O normal pra qualquer mãe amorosa.
Bom, vou te deixar em paz. Vou aproveitar pra tomar um banho. Seu irmão já acordou?
C... c... acho que sim. Mas parece que saiu, sei lá", gaguejou Romina de novo.
—"Tá falando sério que cê tá bem?", insistiu a mãe, olhando pra ela preocupada.
A jovem, já com um jeito impaciente, caminhou até a porta e, com um gesto de mão, indicou pra mãe que queria que ela se mandasse.
Resignada, ela saiu do quarto, mas bem antes de ir embora, se virou e falou pra Romi
Você sabe que sempre acabo descobrindo as coisas, quando quiser me conta", e foi tomar um banho.
Romina ficou com a testa encostada na porta fechada, tentando respirar fundo e recuperar um pouco a compostura.
Essa puta toda vez que me manda uma tem que acontecer isso!!!", pensava histérica.
Passado o susto maior, a concentração dela foi pro que tava atormentando ela naqueles momentos curtos mas eternos que a mãe dela ficou no quarto: a porra do irmão escorrendo pelas pernas dela, já fria, uma sensação intensa demais pro momento que ela tava tentando aguentar.
Do nada, a Manu saiu do armário e quase deu um treco na Romi, que mal se aguentava em pé.
—"A puta que te pariu, cara", sussurrou pro irmão dele.
Manu sorriu com malícia e safadeza.
Que sustão você tomou, gata, kkkkkk", ele zoou.
— "Achou que ia dar merda tudo?", completou.

Romina trocou o susto por raiva, empurrou o irmão pra fora do quarto e se preparou pra trocar de roupa.
Manuel aproveitou pra ir comprar uma coca no boteco da esquina, dando a si mesmo a desculpa perfeita pra quando a mãe perguntasse onde ele tava quando chegou em casa.
O almoço transcorreu normalmente, exceto pela Romi, que continuava agitada, com as bochechas vermelhas e sem conseguir olhar nos olhos do irmão.
A Manu ficou com a tarefa de lavar a louça, a mãe teve que voltar pro trabalho, a Romi se trancou pra estudar, a Estefi disse que ia tomar um banho e tirar um cochilo antes da aula que ela tinha à tarde, e a Delfi se jogou no sofá da sala pra ver TV.
Por algum motivo, o Manu não queria ficar sozinho com a Delfi. Do mesmo jeito que ele achava graça da inocência da Romi e ria do nervosismo dela, a Delfina devia sentir a mesma coisa por ele, e isso não agradava ele nem um pouco.
Assim que terminou a louça, foi pro quarto, pronto pra zuar no pc. Tava nessa quando bateram na porta e a Delfi entrou no quarto dele.
E aí, Juancho?", perguntou ela de forma safada.
Se o Manu tava preocupado da irmã dele achar ele um otário, ele se enterrou de vez quando respondeu: — "Por que o Juancho?
Delfi se segurou, e o irmão dela olhava pra ela com reprovação e irritação. —"Me responde, sua idiota, o que é tão engraçado?".
Sério? Juancho-pauzudo, hahahaha", ela terminou de zoar.
Manuel não podia acreditar na própria inocência. Se sentiu um baita otário. E pra não mostrar exatamente isso, ficou encarando a tela do PC, completamente humilhado.
A Delfina parece que entendeu que tinha feito o irmão se sentir mal, então abraçou ele por trás e sussurrou no ouvido dele com a voz mais safada de raposa.
Eita, tô te zoando, não fica puto. No fim das contas, tô reconhecendo que tu tem uma pica enorme, não vai me dizer que isso é motivo pra ficar bolado, vai?
Manuel, que tinha fechado os olhos enquanto a irmã falava com ele, ficou completamente calado, não sabia o que responder, não sabia se mexia.
A única coisa que eu sabia era que a pica dele tinha ficado dura que nem um mastro em questão de um microssegundo.
Bom, vou tomar um banho, passei aqui pra agradecer o que você fez com minha fio dental ontem à noite, quando fui no banheiro eu vi. Puta que pariu, você é um monstro, parece que tá de papelão agora, hahahaha", Delfi sussurrou de novo no ouvido dele.
Manuel continuou sem conseguir articular uma palavra.
A irmã dela se virou pra porta, mas bem antes de sair, falou -"Essa eu deixo pra tarde", enquanto puxava um pouco a legging que tava vestindo, dando pro irmão mais novo um puta close do rabo dela, e deixando ele admirar o triângulo de uma fio dental camuflada (de guerra, pra quem não sabe).
A Manu quase arrancou as pálpebras de tão grande que abriu os olhos. A Delfi finalmente foi tomar banho, mas antes disse: — "Você já sabe onde te espero, a gente se vê à noite, Juancho.
Manuel estava sentado na cadeira dele, com a pica pegando fogo, feito um mar de emoções e sem saber direito o que tava rolando na vida dele.
Até uns dias atrás, ele era um cara normal, tranquilo, comum. E agora, se sentia um depravado, tarado, sujo, porco, que ficava de pau duro com as próprias irmãs, que enchia as calcinhas de porra de uma, que espiava a outra enquanto ela transava e que se masturbava em grupo com mais uma.
—"Falta eu comer a Aldana e a Paula me fazer um boquete, aí o cartão tá completo", pensou consigo mesmo.
Além de saber que algo devia estar muito errado no mundo pra aquilo se tornar realidade, Manuel ficou muito surpreso consigo mesmo, não tanto pelas situações que viveu naqueles dias passados, mas porque a verdade é que ele não se sentia tão culpado por isso como alguém pensaria. Mais ainda, ele estava animado em saber até onde ia chegar com tudo aquilo e que outras coisas podiam rolar nos dias que viriam.
Fazendo um esforço sobre-humano, ele se segurou para não se tocar e só quando ouviu Delfina sair do banheiro e entrar no quarto dela pra se trocar e voltar pro trabalho foi que Manu foi pro banheiro, toalha na mão, e antes de tomar um banho, fez o que tinha que fazer com a calcinha fio dental da Delfi. Colocou ela contra o rosto, aspirando aquele aroma tão especial que a irmã dele dava à peça. Um cheiro único, irresistível. Pra Manuel, aquilo causava um furacão de hormônios e sensações, despertava os desejos mais obscuros e fazia ele fechar os olhos pra imaginar os momentos mais sujos e tarados com a Delfi, onde a mina o satisfazia sem dó nenhuma. Lambeu com gosto cada centímetro do tecido, focando na parte que tinha encostado nos lábios e nos fluidos da irmã, e quando não aguentou mais, usou ela pra limpar os jatos brancos que vieram antes do orgasmo dele, que, como toda vez desde que começou a se tocar com as calcinhas da irmã, eram mais do que generosos.
Manu olhou para o teto, já completamente relaxado, feliz, realizado.
Ela jogou a calcinha suja no cesto e entrou no banho.
Ela se molhou, se ensaboou, curtiu a água morna escorrendo pelo corpo e, quando foi lavar o cabelo, os olhos dela pousaram num intruso pequeno na prateleira onde deixavam os frascos de shampoo. Era nada mais, nada menos que um "butt plug", que ela reconheceu na hora como aquele que viu dentro da gaveta das calcinhas fio dental da Delfi naquela vez que mexeu nas coisas dela.
Completamente prateado e com uma joiazinha de decoração na cor verde esmeralda.

Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 4


Que porra é essa? Será que ele deixou de propósito?", pensou o garoto. Mas os pensamentos dele foram interrompidos pela irmã batendo na porta — "Posso entrar um segundo? Esqueci um rímel e já tô atrasada", falou ela, gritando bem mais alto que o normal.
Sim, sim, entra", respondeu Manu meio estranhado e ainda com a cabeça no pequeno vibrador.
Delfina entrou no banheiro e sussurrou atrás da cortina: "Já viu, né?".
Manuel espiou o rosto pela cortina e deu de cara com a irmã já pronta pra sair, com uma mini preta e uma camisa branca com um lenço verde muito lindo.
Se você tá falando do "amiguinho" que você deixou aqui, sim, já vi. A verdade é que você não para de me surpreender.
Delfina, longe de ficar envergonhada, disse pra ele — "Acho que agora que você tá mais crescidinho, vai começar a entender um monte de coisa e ficar sabendo de outras tantas. Principalmente que, na hora de se divertir, os limites só a gente mesmo pode colocar, ninguém mais", finalizou com um sorriso bem safado.
Manuel ficou ali, mudo de novo, olhando pra irmã toda gostosa e soltando a real pra ela.
Depois de alguns segundos de silêncio, a garota, já visivelmente impaciente, disse: — "Tá esperando o quê?, já tô atrasada pra valer. Me dá isso.
Manuel não entendia por que agia tão sem jeito na frente da irmã. A desenvoltura e a cara de pau da Delfi intimidavam ele. Fez um esforço pra sair daquele torpor e passou o brinquedinho pra Delfi.
Embora aos poucos fosse se acostumando com as loucuras da irmã e internamente tivesse começado a aceitar que cresceu ao lado de uma puta e só agora entendia isso, nada no mundo poderia ter preparado ele pro que aconteceu naquele momento.
Sem perder um segundo, Delfi pegou o plug, colocou na boca e babou nele o máximo que pôde. Depois, levou a mão por baixo da saia, sem tirar os olhos de Manu, fez uma careta de leve desconforto, se ajeitou e, com um sorrisinho de satisfação, finalizou: — "Agora sim, pronta pra trabalhar.
vadia

O cérebro do Manuel estava completamente em frangalhos. Não podia ser. Não era real o que tinha acabado de acontecer.
Fui embora. Aproveita sua tarde", soltou a irmã dela abrindo a porta.
Para, para", disse Manu, como se estivesse desesperado.
Delfi virou um pouco e disse pra ele — "Qual é?, cheguei tarde e a Estefi tava rodando pela casa. Cê não vai querer que eu pense alguma coisa estranha, vai?".
Manuel engoliu seco e, tentando não se deixar levar pela vontade de enfiar a irmã no chuveiro e meter a pica nela até pelas orelhas, perguntou: — "Cê vai mesmo trabalhar com isso enfiado no cu, Delfina? Não dói?
A irmã dela deu um sorriso de safada, sabendo que tinha virado o jogo pro Manu.
Então o Juancho tá preocupado se minha buceta tá doendo?", ela sussurrou.
Manuel ia responder quando ela continuou: —"É como se eu te perguntasse se não te incomoda ter uma parada dessas entre as pernas o tempo todo".
E já saindo do banho, finalizou: — "Acho que nós dois já estamos acostumados" — e fechou a porta.
A água do chuveiro agora parecia fria de tão quente que Manu estava. Mais duas punhetas foram necessárias pra conseguir apagar o fogo dele, e mesmo assim a mente dele voltava a reviver o momento e as palavras da irmã dele uma, outra e mais outra vez.
Depois de terminar o banho, o Manu se trocou e passou o resto da tarde trocando mensagem com os amigos, jogando no pc, ouvindo música e tal.
Sem saber como o tempo tinha passado tão rápido, ele ouviu a voz da Estefi chamando ele pra jantar.
Mamãe tinha chegado cedo, então deu pra jantar junto com o Manu, a Estefi e a Romi.
— A Delfi me avisou que não vem dormir, vai ficar na casa de uma amiga — comentou a mãe enquanto jantavam.
Manu se decepcionou em silêncio. Tinha passado a tarde inteira com a imagem da irmã enfiando o butt plug no cu e, sinceramente, era uma merda saber que não ia vê-la até o dia seguinte. Tava doido pra explorar essa nova "relação" que tinha com a irmã mais velha.
O jantar seguiu normal, era a vez da Romi lavar a louça, então ela ficou na cozinha.
—Já aguentei demais sem tomar banho, odeio chegar em cima da hora e não poder dar uma duchada antes de jantar — disse Estefi a caminho do banheiro. Mamãe, por sua vez, pediu pro Manu acompanhá-la, que precisava perguntar uma coisa pra ele.
Manu nunca teve problemas com a mãe, mas toda vez que ele soltava um pum, ou arrumava confusão na escola ou algo do tipo, o jeito que a mãe chamava a atenção dele era esse: chamava ele em particular e, em vez de dar bronca, falava toda decepcionada, o que era ainda pior. Ele seguiu a mãe até o quarto e, assim que entraram, ela disse: — "Senta aí, por favor", apontando pra cama.
Além de ser agora um baita dum trouxão, o Manuel sempre ia se sentir pequeno perto da mãe dele, tinha o maior respeito por ela, nunca tinha gritado ou contrariado ela. A palavra da mãe é lei, como ela gostava de dizer.
Sentou na cama, todo mole, se perguntando se ela ia falar da Delfi, das calcinhas fio dental, da Romi, de ficar espiando a Estefi. — "Como é que ela descobriu, porra? Será que a Romina contou?" A paranoia dele aumentava a cada segundo que passava, enquanto a mãe dele olhava pra ele sem falar nada.
Depois de fechar a porta devagar, a mãe se aproximou do filho, sentou do lado dele, passou o braço direito em volta do ombro dele e, olhando com carinho, disse: — "Como é que cê tá, meu pequeno? A gente quase não se fala mais. Queria te pedir desculpa por não estar tão presente esses dias. Cê sabe que os dias antes das festas são os piores. Mas te prometo que em janeiro a gente vai ter umas férias bem merecidas, pra passar tempo juntos. Assim cê descansa e volta com tudo pra começar a faculdade.
Manu, que tremia igual um cachorro no frio, engoliu seco e se acalmou. — "Ufa!, não era nada", disse pra si mesma.
Tô bem, mamãe, fica tranquila. Curtindo o tempo livre, jogando com os caras, começando uma nova fase. A verdade é que não tenho do que reclamar", respondeu o jovem, se deixando abraçar pela mãe.
—"Bom, já fico mais tranquila então. Lembra que pode confiar em mim e pode me contar qualquer coisa, pra isso que serve a mamãe", completou a mãe, mimando um pouco mais o Manuel, que aos poucos escapou do ataque de amor da progenitora e foi em direção à porta. —"Tá bom, tá bom. Carinho demais. Vou jogar videogame, boa noite, mãe", disse ele enquanto abria a porta e saía para o corredor. —"Até amanhã, não vá dormir tão tarde", conseguiu dizer a mãe antes que ele fechasse a porta.
Manuel tava indo pro quarto dele, quando de repente a Romi chegou e praticamente empurrou ele contra a parede.
— O que ela queria? Ela ficou sabendo? Você contou pra ela? — a irmã dele encheu ele de perguntas.
Manuel não sabia se ria ou não com o ataque de histeria da irmã. Mas rir não pareceu justo, já que ele mesmo tinha estado tão nervoso assim só momentos atrás.
—Fica tranquila, Romi. Só queria saber como ela tava e me falar que em janeiro a gente vai viajar de férias e essas paradas, só isso. Como é que tu acha que eu vou contar uma coisa dessa, sua burra? — disse o Manu tentando acalmar a irmã.
—"O que você não pode contar, Manu?", perguntou Estefi, que acabava de sair do banheiro.
Tanto ele quanto a Romina ficaram duros de medo. Como é que não perceberam que falar ali no corredor podia dar uma merda desse tamanho?
Ei, qual é o mistério? Eu fiz uma pergunta", completou Estefânia, já olhando pra eles com cara séria, daquelas que lembravam a mãe quando ela ficava puta.
Manuel não conseguia articular uma palavra e, para sua grande surpresa, foi a Romi quem deu um passo à frente e tirou eles da enrascada.
—Não fala tão alto, sua burra, também não é pra tanto. Só perguntei pro Manu se ele tinha contado pra mãe que a Delfi ia sair com um cara em vez de ficar na casa de uma amiga — sussurrou pra irmã.
A Estefi fez uma cara de superiora e respondeu: — "Pff, chocolate pra notícia, isso todo mundo sabe. Até a mamãe não podia ser tão inocente a ponto de acreditar nisso. Aliás, tenho certeza de que ela se faz de desentendida pra não ficar remoendo." E saiu coberta com a toalha em direção ao quarto dela.
Tanto o Manuel quanto a Romina respiraram fundo e foram pra cozinha.
Finalmente estavam os dois sozinhos de novo. Manuel serviu um copo de coca e sentou na mesa, sorrindo. Continuava escapando de tudo e isso o deixava muito feliz.
Não entendo como você consegue sorrir ou ficar contente. Eu já nem sei mais o que pensar. Juro que pensei que a mãe já sabia de tudo e, por sorte, a Estefi não nos ouviu. Não podemos ser tão idiotas. Além da merda que a gente fez, a gente não toma nem um pouco de cuidado.
A Manu mudou a cara — "Como assim, porra? Você tá se arrependendo do que rolou essa manhã? Pra mim foi uma coisa linda, adorei e me deixou com muito tesão", disse pra irmã, deixando claro que ele não concordava com a afirmação da garota.
A irmã dela ficou pensativa, ficou toda vermelha de novo e olhava pros pés, com cara de envergonhada, sem saber o que responder.
— "Não sei se me arrependo", disse ela baixinho, depois de alguns segundos incômodos de silêncio.
— "Você tem que entender que isso não é fácil pra mim. Eu nunca fiz nada com ninguém. Sabe que o Rodri é meu primeiro e único namorado, e a gente nunca transou nem nada, só uns beijos, só isso. E, bom, umas coisas que te contei mais cedo, mas nada concreto", completou. Era como se cada palavra que ela falava tivesse que pensar mil vezes, falava devagar pra caralho, cheia de nervoso.

Manuel, que ouvia atento e cheio de ternura e tesão, ia responder, mas a irmã continuou.
Não quero que isso vire uma terapia, mas a verdade é que o que rolou de manhã me fez bem. No começo me senti culpada, mas consegui estudar direto a tarde inteira e, pra ser sincera, foi a coisa mais gostosa, intensa e prazerosa que já senti na vida. Amei ver teu corpo e sentir o gozo quente em cima de mim. Me fez sentir suja, sim. Mas suja de um jeito bom. Suja gostosa", ela terminou a última frase com um sorriso safado, inocente, mas cheio de luxúria.
Manuel olhava pra irmã dele com todo o desejo que achava que cabia no corpo. Aos poucos, o cérebro dele processava tudo que acabara de ouvir, se sentindo cheio de vontade e com o anseio mais obscuro que já tinha tomado conta do corpo dele até aquele momento.
O corpo dele parecia ter antecipado os pensamentos, já que a barraca na calça não demorou a aparecer, e dessa vez, Manu estava longe de tentar disfarçar. Mais ainda, ele abriu as pernas, de propósito, pra ficar ainda mais evidente.
Adoro ouvir você falar assim, Romi. E mais ainda adoro saber que nós dois pensamos do mesmo jeito. Tô tão surpreso quanto você com tudo isso e, sinceramente, nunca poderia imaginar que minha própria irmã seria a responsável por me fazer sentir tudo isso que tô sentindo", ele disse pra irmã, olhando pra ela com um sorriso meigo, mas ao mesmo tempo perverso.
E se isso te serve de algo", continuou ele, mais encorajado, "eu também não fiz nada com ninguém. Esta manhã foi a primeira vez que olhei pra uma buceta assim, cara a cara. Bom, a da Estefí foi a primeira, mas digamos que aquela não estava aberta pra mim, e sim pro Renzo. Mas com você foi mágico. De outro mundo.
Os dois jovens ficaram se olhando nos olhos. Cheios de vontade, relembrando as imagens do que viveram mais cedo, se medindo, se preparando para o que sabiam que os esperava.
O volume de Manu não passou despercebido, e a irmã dele o encarava do jeito mais obsceno. Longe de ficar alheio à situação, Manu levou as coisas pro próximo nível, abaixou a calça e deixou o pau dele no ar. Durinho, ereto, cheio de veias. Um espetáculo pros olhos da irmã, que se deliciava, adorando aquele pedaço de carne.
—"Você topa tocar nela?", perguntou Manu, disposto a levar as coisas o mais longe possível.
Romina ficou olhando pro irmão e pro pau dele, sem saber o que responder. O corpo inteiro dela pedia pra levantar e acariciar aquele mastrão de tamanho desproporcional, que fazia o pobre projeto de pinto do namorado dela parecer de brinquedo, mas ao mesmo tempo, a cabeça dela dizia que aquilo era errado, que não podia, que se alguém descobrisse iam matar os dois, que era ilegal e blá, blá, blá...
Mas como é de costume, a carne é fraca. A guria levantou da cadeira e foi parar na frente do irmão, sem tirar os olhos do prêmio, tudo duro e lindo, só pra ela.
Com suavidade, ela colocou a mão direita na buceta do irmão. Era inacreditável, sentia ela pulsar na palma da mão. Pela primeira vez na vida, segurava uma buceta. E não era uma buceta qualquer, era a maior que já tinha visto e, pra piorar, era do irmão mais novo. Romi se sentia explodir.
Manuel estava de olhos fechados e as mãos agarrando as laterais da cadeira, sabendo que se abrisse os olhos, a cabeça dele podia explodir de tanto prazer.
Aos poucos, a Romi foi ganhando confiança e começou a acariciar o pau do Manu. Juntou a mão esquerda e, num ritmo lento, começou a mover as mãos pra cima e pra baixo. Parecia uma criança com brinquedo novo. Ela brincava de fazer aparecer e sumir aquele cogumelo vermelho que coroava o falo que tinha entre as mãos.
—Molha as mãos, Romi. Cospe nela — disse Manu sem abrir os olhos.
Divertida com o pedido do irmão, Romi cuspiu nas mãos e continuou o serviço, mas agora com um ritmo mais acelerado. Já estava cansada de ficar curvada, então se ajoelhou no chão, na frente da cadeira do Manu, pra ficar mais confortável.
E assim estavam. Na cozinha mesmo, e a ruiva dando pro irmãozinho dela a punheta mais gostosa da vida dele.
Já estavam há alguns minutos numa punheta fraternal quando o Manu começou a respirar mais ofegante e, em resposta, pensando que era o que tinha que fazer, a Romi acelerou o ritmo das mãos, até que com um suspiro final e engolindo um gemido, todo o esperma do jovem começou a jorrar igual erupção vulcânica.
Romina não conseguia parar de mexer as mãos, tava endemoniada. Via a porra do irmão dela jorrando pra todo lado e ela tava pronta pra tirar tudo.
Gozou nas mãos dela, nos braços, na cara, no cabelo, no peito, no chão, até no irmão dela, enfim... gozou pra todo lado. Foi um desastre leitoso. Tudo lambuzado, tudo quente, tudo prazer, tudo perfeito.
Pelo menos até aquele exato segundo, já que a porta de casa se abriu e Delfina entrou na cozinha com passo decidido, só para ficar paralisada diante da situação que testemunhava. Manuel, com as pernas abertas e o pau feito uma árvore, e Romina, ajoelhada no chão, completamente coberta de porra.






Peço pra vocês me contarem o que acham dos capítulos. Se preferem que sejam mais curtos, mais longos, qual é o personagem favorito de vocês, etc.
Muito obrigado.
A gente se vê no próximo.

64 comentários - Somos 5 irmãs, Mamãe e Manuel. Parte 4

Excelente Post muy bueno gracias por compartir
simplemente espectacular
Muy bueno el relato, pero cuesta segir tantos nombres, como critica constructiva
excelente +10, me encanta la pareja manu-romi creo q puede haber algo mas q calentura entre ellos dos y a mi parecer deberian ser mas largos ya que te podrias explayar mucho mas en las demas personajes
Tremendo relato!! segui asi... a la espera de el siguiente capitulo
Muy buenos ya hago la cabeza pensando q va a pasar
Excelente relato, como lector me gustaría que sea más extenso pero porque a su vez te atrapa la historia. Eso sería mi recomendación, pero me encanta la historia y la forma y los diálogos!

Seguí así genio
delfina es la mejor! la mas putaaa! lo que si... estos capitulos tendrian que salir dia por medioooo
delfina es la mejor! la mas putaaa! lo que si... estos capitulos tendrian que salir dia por medioooo
Te gusta delfi porq te nombra seguido, juancho... Jajaj
Excelente relato mi Brother. Espero con ansias el siguente. Y obvio un 10+.
Jajaj...está excelente la historia..! Quisiera ser Manu.
Buen post, muy buen ritmo, si se puede acorta los tiempos entre uno y otro
Como me gustaria ser Manu. Muy bueno los relatos segui asi
Uff la situación es tremendamente caliente, por ahí estaría bueno que sean un poco más largos los relatos, pero la verdad no hay nada para reprochar. .. me haces largar más leche que Manuel
Están bien los capítulos muy buena historia bola 👍👍
lumer +4
Venís escribiendo una muy buena historia. Muy bien contada. Me gustan los personajes, la trama, el contexto que le vas dando. Tienen buen hilo, y muy buen morbo. Yo no le cambiaría nada.
Me encantaría que salieran más seguido, pero es entendible que cada uno tiene sus tiempos y su vida. Así que en pos de mantener la calidad, manejáte vos.
Lo más importante hasta ahora para mí, es que son bastante creíbles: podrían pasar en algún lado y no sonaría como la típica sanata de la mayoría de los relatos. Así que mantenélos en ése rumbo.
+10
Excelentes relatos,.... no cambiaría nada, solo agregaría mas dialogos. Y dependiendo de tus tiempos publicarlos mas seguidos.
Buenisimos los relatos! Si fueran mas largo mejor.. pero lo que si es que no tardes taanto en subirlos. 👍
No le cambiaría nada a los relatos. Venís escribiendo muy bien y esta bueno que sea lo más fiel a tu visión posible.
Me gustaría que fueran más largos, pero si eso significa que van a tardar más prefiero que sigas con este ritmo.
Van puntos y espero el pr
Proximo*
+10 y no nos podes dejar asi, es peor q cuando terminaba una temporada d juegos d trono y habia q esperar un monton la continuacion. Exelente como siempre
Hasta te diría que los hagas más largos jajaja
Un espectáculo. Me gustan los personajes, están bien armados, y capaz que la trolita me gusta más.
No cambies nada..segui asi!! Muy buenos cada relato
Hola. Capitulos mas largos e intensos. Me gusta delfina bien puta. +10
Excelente, siempre quedo con ganas de más!!!
El mejor personaje es stefi lejos. Hacelos más largos o publica seguidos por favor. Buenísimos
Lccarp +3
Te dejo 10 puntos por que no puedo poner mas jaja
Increible relato, me gustaria que fueran mas largos y que no tardes tanto en publicarlos, los disfruto al maximo
esta muy bueno asi como va !!! lo que si es que se termina uno y dan ganas de mas jajajaja y no hay masss jajaja se hace larga la espera
excelente relato! muy atrapante! va un merecido 10!!! gracias, que llegue pronto la próxima! 😋🍆💦💦
Reumma +1
la verdad me gustan los relatos tal cual los escribis, tienen buen desenlace y final atrapante, las situaciones bien descriptas y los personajes actuan fiel a sus caracteristicas. Adhiero a que salga con mas frecuencia cada capitulo de la saga. Van mis +10 puntos
owl3 +1
Increible, no puedo esperar la siguiente parte
muy bueno van 10, ya quiero 25 partes más!!!
exelente, me gustan que sean largos los relatos
Es genial todo, no dejes de escribir, no veo las horas que aparezca otro capitulo
muy bueno!!!!!!!! espero el proximo lo antes posible jajaja