A FUNCIONÁRIA DO MÊS
Fazia cerca de um mês que meu pai havia assumido a direção da Clínica Belén e, como sócio majoritário, praticamente tinha plena autonomia. Por isso, desde que chegou à chefia, ele fez questão de marcar presença. Ele queria que a Clínica não só desse mais lucro, mas também oferecesse um serviço de excelência. Por isso, não apenas ampliou as instalações, como também modernizou tudo com tecnologia de ponta. Mas isso acabou exigindo a contratação de mais pessoal, em sua maioria altamente qualificado. Em pouco tempo, a Clínica não só melhorou, como se tornou a melhor empresa da cidade para se trabalhar, a que oferecia as melhores garantias e incentivos. Tudo isso tinha sido conquistado pelo Doutor Romero, meu pai, o que me deixava muito orgulhoso. Eu tinha muita sorte de ter um pai tão destacado, responsável e correto.
Todos na pequena cidade de 100 mil habitantes o reconheciam e o respeitavam tanto que já se falava que ele seria o próximo prefeito. Da mesma forma, eu tirava proveito desse reconhecimento como filho do doutor Romero. Mais de uma porta se abria com facilidade para mim e, no colégio, eu praticamente mandava mais que o diretor ou qualquer professor. Muito menos o porteiro me impedia de sair, então eu escapava das aulas com facilidade — motivo pelo qual tinha reprovado um ou dois anos e, com quase 19 anos, ainda estava cursando o último ano do ensino médio.
Numa dessas escapulidas, fui procurar meu pai para pedir dinheiro, que precisava com urgência para um baseado e umas cervejas, já que era sexta-feira e tinha que começar cedo. Ao chegar na clínica, estava com tanta pressa que nem me anunciei — fui direto para o escritório. Ao abrir a porta, encontrei meu pai, o grande doutor Romero, com uma mulher chupando o pau dele, fazendo um boquete. Custeio a acreditar e a ver aquela cena, então fechei a porta, mas aparentemente com muita força, porque em segundos a mulher saiu meio desconcertada, a ponto de eu poder dizer que estava chorando. Mesmo assim, entrei e meu pai, cinicamente, me repreendeu dizendo: "Ei! Federico, você me interrompeu! Da próxima vez liga antes". Então fiquei em silêncio, me parecia incrível que ele não tivesse vergonha, e logo meu pai acrescentou: "Bom, Federico, o que você quer? Tenho muito o que fazer!"
E não aguentei mais o cinismo dele e levantei a voz: "O que tem com você? Acabei de te descobrir traindo minha mãe e você age como se nada tivesse acontecido, como se achasse que eu não vou contar pra minha mãe". Então ele tentou me acalmar, dizendo: "Calma! Federico, entendo suas palavras, mas você já é um homem e sabe que a gente tem necessidades, vícios ou dependências. E a minha é a que você viu, mas isso não quer dizer que eu não ame sua mãe, você, a família. Vocês são o que vem primeiro, o resto é só diversão, como ir tomar uns drinks, mas a gente sempre volta pra casa, certo?"
Era evidente que ele estava fazendo uma comparação com meus vícios, então não soube o que responder. Fiquei ali desconcertado, em silêncio, pensando que de certa forma ele tinha razão, mas depois pensei que meu pai era muito manipulador e agora ia comprar meu silêncio com dinheiro. Mas não! Dessa vez a dignidade da minha mãe vinha primeiro, e quando eu ia recriminá-lo de novo, ele me disse: "Filho, é hora de a gente conversar de homem pra homem. Chega mais perto da janela". Janela que dava justamente para o mezanino da Clínica, onde dava pra observar todos os cubículos da área de atendimento ao cliente. Então meu pai me perguntou: "Qual das atendentes você acha a mais gostosa?"
Olhei pra ele surpreso com a pergunta, e ele repetiu: "Qual?"
Olhei e foi fácil focar numa garota branca, esbelta, com uns 26 anos, cabelo longo e rosto bonito. E parecia que era a mesma mulher que tinha saído do escritório do meu pai minutos antes, mas não tinha certeza. De qualquer forma, a escolhi, e então meu pai disse: "Bom, Federico, temos o mesmo bom gosto! Ela é quem me fez o favor". "Sua amante", respondi, mas meu pai, rindo, disse: "Não, filho, sem coração. Ela é só uma vagabunda onde eu descarrego minhas estresse, e dou um bônus pelo serviço extra." Sério? Perguntei. Não conseguia acreditar que uma mulher assim, com classe e gostosa, se prestasse a isso, mas meu pai me confirmou: "Sim, filho! A gatinha gosta de dinheiro."
No entanto, era difícil de acreditar, ela era realmente muito gostosa, pois tinha os atributos que todo homem deseja: pernas boas, um bumbum generoso, uma abundância nos seios, e isso que eu estava olhando de longe e ela estava vestida. Então meu pai não me ofereceu dinheiro como eu pensava, me surpreendeu perguntando: "Quer experimentar os serviços da Lady Katherine?" Olhei para ele e para ela lá do mezanino, voltei a olhar para meu pai e disse: "Sério?" E então meu pai pegou o telefone, discou e ao falar ouvi: "Lady Katherine, preciso de você aqui em cima." Depois desligou e me disse: "Ela já sobe." Tudo isso parecia uma fantasia; segundos depois ouvi baterem na porta. Meu pai disse: "Pode entrar."
E entrou Lady Katherine; realmente, sua figura esbelta era imponente, muito boa. Então meu pai interveio e, dirigindo-se a Lady Katherine, disse: "Lady Katherine, preciso que você atenda muito bem meu filho, Federico. Faça o que ele pedir." Foi evidente que Lady Katherine não gostou e tentou recusar, dizendo: "Senhor, por favor, não me peça mais isso. Eu preciso do trabalho, mas não quero mais." Então meu pai respondeu: "Ah, que pena, você estava indo tão bem. Eu até queria que você continuasse sendo a funcionária do mês para não perder os bônus, para o tratamento dos seus pais. Mas ninguém te obriga a nada; só é uma pena que seus pais não possamos mais atender na Clínica."
Aí entendi tudo. Era claro que Lady Katherine estava sendo usada por meu pai pela saúde e bem-estar dos pais dela. Então ela me olhou e disse: "O que você quer?" Em condições normais, eu teria dito não, mas a Lady Katherine era um verdadeiro mulherão, era mais alta que eu, e nunca tinha comido uma mulher maior que eu. Por isso, disse ao meu pai: "Nós Vai ficar sozinho?" E então, antes de sair do escritório, meu pai me sussurra no ouvido: "Divirta-se, mas não esquece de colocar música no equipamento caso você a faça gritar muito. Hahaha".
Então, já sozinhos, me deu uma vontade enorme de montar aquela potra da Lady Katherine que, sem timidez, eu disse: "Vamos! Tira a roupa e fica de quatro". Ela começou a chorar e, meio alterada, me implorou que por favor tivesse piedade. E embora soubesse que ela estava se referindo a não fazermos nada, eu me fiz de desentendido e disse: "Sim, sim, calma! Eu vou te montar devagar, potra". Mas ela esclareceu: "Não, jovem, você não entende, eu não quero fazer nada, por favor, me ajude!" Mas eu firmemente disse: "Vamos ver, potra, de quatro, eu disse!" E chorando, ela começou a se despir, mas fazia isso muito devagar, então me aproximei da Lady Katherine dizendo: "Se mexe, rápido". E contra a vontade dela, comecei a ajudá-la com pressa a se despir, só diminui o ritmo ao tocar e ver seus peitos, me tomando alguns segundos não só para admirar, mas para apalpar, apertar e lamber como se fossem minha propriedade.
Enquanto isso, Lady Katherine, muito dócil, me deixava tocá-la à vontade, embora continuasse dizendo: "Jovem, por favor, não faça isso". Então me exaltei, empurrei-a para o chão dizendo: "Cala a boca! E colabora que eu quero te montar já!" E ao ajoelhar no chão, Lady Katherine, e depois apoiar as mãos, estava pronta de quatro para eu subir nela, então não esperei mais e me agarrei ao seu cabelo longo como se fossem as rédeas e, depois de algumas puxadas, a penetrei e comecei a montá-la como um jóquei de hipódromo, onde Lady Katherine começou a reclamar da minha rudeza, mas seus quadris exigiam, eu tinha que me enterrar nela mais e mais, então os gritos foram virando uivos, e meu pai entrou para ligar o equipamento.
Eu tinha esquecido de ligar a música, mas longe de me parar, meu pai diz: "Continua, continua... calma, Federico, ela já cedeu! A Você está no país das maravilhas, faltava pouco, muito pouco para ela relinchar. Acaba logo!". E de fato ela começou a gemer como nunca tinha visto nem na pior das putas, e meu pai não perdeu tempo começando a filmar com um certo morbo porque fazia zoom nos peitos dela que balançavam intensamente como sinos, depois um close no rosto dela que com o olhar esbugalhado era evidente que estava tendo um orgasmo, então meu pai empolgado me disse: "Bem feito! Ela já se entregou, é sua". Palavras que não só foram de apoio como me fizeram descarregar todo meu sêmen nela, não queria descer mas já estava muito cansado e não tinha mais nada pra entregar por hoje.
Já ela pegou forças, agarrou a roupa, entrou no banheiro e demorou alguns minutos enquanto meu pai me dava um energético e continuava me parabenizando, depois saiu Lady Katherine visivelmente contrariada e com os olhos ainda chorosos e simplesmente foi embora.
Mas aqui não acabou tudo, fiquei viciado no corpo da Lady Katherine, então na segunda-feira voltei a aparecer no escritório do meu pai, o Doutor Romero, que já sabia pra que eu vinha, por isso chamou a Lady Katherine e ela, ao entrar, já estava com aquela cara de horror, só teve coragem de dizer: "Por favor, Doutor Romero, eu tenho que trabalhar". Mas meu pai, firme, diz: "Meu filho requer seus serviços". E ela voltou a recusar sutilmente: "Senhor, por favor, é que realmente tenho coisas pra fazer". E então meu pai, cinicamente, perguntou: "Por acaso não gostou de como meu filho te fodeu?" Ela ficou em silêncio e meu pai voltou a perguntar com uma afirmação: "Porque no vídeo dá pra ver que meu filho te provocou um orgasmo?" Nesse momento, Lady Katherine só teve coragem de dizer "Não quero mais" e começou a chorar, então me deu uma certa pena e disse pro meu pai: "Vamos deixar pra lá". Mas meu pai interveio e me diz baixinho, em particular: "Perdão! Filho, acho que a Lady Katherine não está pronta pra te atender com uma boa atitude hoje, deixa eu esclarecer as coisas pra ela e amanhã você vai encontrá-la calibrada. Melhor. ainda porque você não vem amanhã cedinho antes de ir pra aula e pega um rapidinho de 5 minutos“. Ao que respondi que bom, então saí do escritório guardando a vontade pensando coitadinha melhor que descanse, mas quando descia as escadas esqueci de pedir pro meu pai um dinheiro pra comprar uma cerveja e baixar a ansiedade, só que ao subir e chegar no escritório escutei música lá de fora, sintoma de que meu pai estava comendo a Lady Katherine, era a isso que ele se referia com deixá-la calibrada. Velho raposo, pensei.
Na manhã seguinte madruguei, tanta era minha vontade que nem tomei banho, só queria chegar na Clínica. No caminho, meu pai me avisou: “Preciso que não demore com a Lady Katherine, sabe o que quero dizer com um rapidinho, né? Você tem que chegar na aula às 7:00”. Ao que respondi que sim. Ao chegar, muito comportada estava Lady Katherine na porta do escritório do meu pai, mas chegou um médico com uma urgência no trabalho e então percebi que não daria pro rapidinho. Mas meu pai, vendo minha cara de decepção, me diz baixinho: ”Calma, filho, por que não fazem no cubículo dela? Ainda não chegou todo mundo”.
Entendi a mensagem e levei ela pro cubículo. Lá, só me sentei, tirei meu membro e Lady Katherine simplesmente sentou em cima de mim, levantando um pouco sua saia, e cinco minutos bastaram pra eu descarregar. Depois fui feliz pra aula, mas à tarde voltei, criando a partir daquele dia uma rotina crescente. Tomava café da manhã correndo com ela, seja com um rapidinho, ou uma pequena cubana se eu tivesse vontade, ou um serviço de sexo oral. À tarde, com mais tempo depois da aula, podia me dar ao luxo de acender ela no pau até tirar seu orgasmo, assim todos os dias da semana, e às vezes quando dava, eu escapava entre as aulas.
Sei que ela estava passando mal porque sempre chorava, mas não resistia, nem implorava, só se prestava muito obediente. Longe de imaginar que cada dia eu queria mais dela, até que um dia a surpreendi com Gang-bang, aquele dia foi foda, muito violento, tenho que admitir que foi culpa minha porque não imaginei que meus colegas perderiam o controle e literalmente abusaram da Lady Katherine, passando ela de um pro outro sem parar, todo mundo metendo nela de novo e de novo, ninguém respeitou a vez de ninguém, a ansiedade por possuir ela era proporcional à beleza da Lady Katherine, então foi absurdo ver ela sendo violentada ao mesmo tempo (oral, vaginal e anal). Mas a Lady Katherine aguentou quase trinta, no final das contas ela era a funcionária do mês.
Daí pra frente o título ficou pequeno pra ela.MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
Fazia cerca de um mês que meu pai havia assumido a direção da Clínica Belén e, como sócio majoritário, praticamente tinha plena autonomia. Por isso, desde que chegou à chefia, ele fez questão de marcar presença. Ele queria que a Clínica não só desse mais lucro, mas também oferecesse um serviço de excelência. Por isso, não apenas ampliou as instalações, como também modernizou tudo com tecnologia de ponta. Mas isso acabou exigindo a contratação de mais pessoal, em sua maioria altamente qualificado. Em pouco tempo, a Clínica não só melhorou, como se tornou a melhor empresa da cidade para se trabalhar, a que oferecia as melhores garantias e incentivos. Tudo isso tinha sido conquistado pelo Doutor Romero, meu pai, o que me deixava muito orgulhoso. Eu tinha muita sorte de ter um pai tão destacado, responsável e correto.
Todos na pequena cidade de 100 mil habitantes o reconheciam e o respeitavam tanto que já se falava que ele seria o próximo prefeito. Da mesma forma, eu tirava proveito desse reconhecimento como filho do doutor Romero. Mais de uma porta se abria com facilidade para mim e, no colégio, eu praticamente mandava mais que o diretor ou qualquer professor. Muito menos o porteiro me impedia de sair, então eu escapava das aulas com facilidade — motivo pelo qual tinha reprovado um ou dois anos e, com quase 19 anos, ainda estava cursando o último ano do ensino médio.
Numa dessas escapulidas, fui procurar meu pai para pedir dinheiro, que precisava com urgência para um baseado e umas cervejas, já que era sexta-feira e tinha que começar cedo. Ao chegar na clínica, estava com tanta pressa que nem me anunciei — fui direto para o escritório. Ao abrir a porta, encontrei meu pai, o grande doutor Romero, com uma mulher chupando o pau dele, fazendo um boquete. Custeio a acreditar e a ver aquela cena, então fechei a porta, mas aparentemente com muita força, porque em segundos a mulher saiu meio desconcertada, a ponto de eu poder dizer que estava chorando. Mesmo assim, entrei e meu pai, cinicamente, me repreendeu dizendo: "Ei! Federico, você me interrompeu! Da próxima vez liga antes". Então fiquei em silêncio, me parecia incrível que ele não tivesse vergonha, e logo meu pai acrescentou: "Bom, Federico, o que você quer? Tenho muito o que fazer!"
E não aguentei mais o cinismo dele e levantei a voz: "O que tem com você? Acabei de te descobrir traindo minha mãe e você age como se nada tivesse acontecido, como se achasse que eu não vou contar pra minha mãe". Então ele tentou me acalmar, dizendo: "Calma! Federico, entendo suas palavras, mas você já é um homem e sabe que a gente tem necessidades, vícios ou dependências. E a minha é a que você viu, mas isso não quer dizer que eu não ame sua mãe, você, a família. Vocês são o que vem primeiro, o resto é só diversão, como ir tomar uns drinks, mas a gente sempre volta pra casa, certo?"
Era evidente que ele estava fazendo uma comparação com meus vícios, então não soube o que responder. Fiquei ali desconcertado, em silêncio, pensando que de certa forma ele tinha razão, mas depois pensei que meu pai era muito manipulador e agora ia comprar meu silêncio com dinheiro. Mas não! Dessa vez a dignidade da minha mãe vinha primeiro, e quando eu ia recriminá-lo de novo, ele me disse: "Filho, é hora de a gente conversar de homem pra homem. Chega mais perto da janela". Janela que dava justamente para o mezanino da Clínica, onde dava pra observar todos os cubículos da área de atendimento ao cliente. Então meu pai me perguntou: "Qual das atendentes você acha a mais gostosa?"
Olhei pra ele surpreso com a pergunta, e ele repetiu: "Qual?"
Olhei e foi fácil focar numa garota branca, esbelta, com uns 26 anos, cabelo longo e rosto bonito. E parecia que era a mesma mulher que tinha saído do escritório do meu pai minutos antes, mas não tinha certeza. De qualquer forma, a escolhi, e então meu pai disse: "Bom, Federico, temos o mesmo bom gosto! Ela é quem me fez o favor". "Sua amante", respondi, mas meu pai, rindo, disse: "Não, filho, sem coração. Ela é só uma vagabunda onde eu descarrego minhas estresse, e dou um bônus pelo serviço extra." Sério? Perguntei. Não conseguia acreditar que uma mulher assim, com classe e gostosa, se prestasse a isso, mas meu pai me confirmou: "Sim, filho! A gatinha gosta de dinheiro."
No entanto, era difícil de acreditar, ela era realmente muito gostosa, pois tinha os atributos que todo homem deseja: pernas boas, um bumbum generoso, uma abundância nos seios, e isso que eu estava olhando de longe e ela estava vestida. Então meu pai não me ofereceu dinheiro como eu pensava, me surpreendeu perguntando: "Quer experimentar os serviços da Lady Katherine?" Olhei para ele e para ela lá do mezanino, voltei a olhar para meu pai e disse: "Sério?" E então meu pai pegou o telefone, discou e ao falar ouvi: "Lady Katherine, preciso de você aqui em cima." Depois desligou e me disse: "Ela já sobe." Tudo isso parecia uma fantasia; segundos depois ouvi baterem na porta. Meu pai disse: "Pode entrar."
E entrou Lady Katherine; realmente, sua figura esbelta era imponente, muito boa. Então meu pai interveio e, dirigindo-se a Lady Katherine, disse: "Lady Katherine, preciso que você atenda muito bem meu filho, Federico. Faça o que ele pedir." Foi evidente que Lady Katherine não gostou e tentou recusar, dizendo: "Senhor, por favor, não me peça mais isso. Eu preciso do trabalho, mas não quero mais." Então meu pai respondeu: "Ah, que pena, você estava indo tão bem. Eu até queria que você continuasse sendo a funcionária do mês para não perder os bônus, para o tratamento dos seus pais. Mas ninguém te obriga a nada; só é uma pena que seus pais não possamos mais atender na Clínica."
Aí entendi tudo. Era claro que Lady Katherine estava sendo usada por meu pai pela saúde e bem-estar dos pais dela. Então ela me olhou e disse: "O que você quer?" Em condições normais, eu teria dito não, mas a Lady Katherine era um verdadeiro mulherão, era mais alta que eu, e nunca tinha comido uma mulher maior que eu. Por isso, disse ao meu pai: "Nós Vai ficar sozinho?" E então, antes de sair do escritório, meu pai me sussurra no ouvido: "Divirta-se, mas não esquece de colocar música no equipamento caso você a faça gritar muito. Hahaha".
Então, já sozinhos, me deu uma vontade enorme de montar aquela potra da Lady Katherine que, sem timidez, eu disse: "Vamos! Tira a roupa e fica de quatro". Ela começou a chorar e, meio alterada, me implorou que por favor tivesse piedade. E embora soubesse que ela estava se referindo a não fazermos nada, eu me fiz de desentendido e disse: "Sim, sim, calma! Eu vou te montar devagar, potra". Mas ela esclareceu: "Não, jovem, você não entende, eu não quero fazer nada, por favor, me ajude!" Mas eu firmemente disse: "Vamos ver, potra, de quatro, eu disse!" E chorando, ela começou a se despir, mas fazia isso muito devagar, então me aproximei da Lady Katherine dizendo: "Se mexe, rápido". E contra a vontade dela, comecei a ajudá-la com pressa a se despir, só diminui o ritmo ao tocar e ver seus peitos, me tomando alguns segundos não só para admirar, mas para apalpar, apertar e lamber como se fossem minha propriedade.
Enquanto isso, Lady Katherine, muito dócil, me deixava tocá-la à vontade, embora continuasse dizendo: "Jovem, por favor, não faça isso". Então me exaltei, empurrei-a para o chão dizendo: "Cala a boca! E colabora que eu quero te montar já!" E ao ajoelhar no chão, Lady Katherine, e depois apoiar as mãos, estava pronta de quatro para eu subir nela, então não esperei mais e me agarrei ao seu cabelo longo como se fossem as rédeas e, depois de algumas puxadas, a penetrei e comecei a montá-la como um jóquei de hipódromo, onde Lady Katherine começou a reclamar da minha rudeza, mas seus quadris exigiam, eu tinha que me enterrar nela mais e mais, então os gritos foram virando uivos, e meu pai entrou para ligar o equipamento.
Eu tinha esquecido de ligar a música, mas longe de me parar, meu pai diz: "Continua, continua... calma, Federico, ela já cedeu! A Você está no país das maravilhas, faltava pouco, muito pouco para ela relinchar. Acaba logo!". E de fato ela começou a gemer como nunca tinha visto nem na pior das putas, e meu pai não perdeu tempo começando a filmar com um certo morbo porque fazia zoom nos peitos dela que balançavam intensamente como sinos, depois um close no rosto dela que com o olhar esbugalhado era evidente que estava tendo um orgasmo, então meu pai empolgado me disse: "Bem feito! Ela já se entregou, é sua". Palavras que não só foram de apoio como me fizeram descarregar todo meu sêmen nela, não queria descer mas já estava muito cansado e não tinha mais nada pra entregar por hoje.
Já ela pegou forças, agarrou a roupa, entrou no banheiro e demorou alguns minutos enquanto meu pai me dava um energético e continuava me parabenizando, depois saiu Lady Katherine visivelmente contrariada e com os olhos ainda chorosos e simplesmente foi embora.
Mas aqui não acabou tudo, fiquei viciado no corpo da Lady Katherine, então na segunda-feira voltei a aparecer no escritório do meu pai, o Doutor Romero, que já sabia pra que eu vinha, por isso chamou a Lady Katherine e ela, ao entrar, já estava com aquela cara de horror, só teve coragem de dizer: "Por favor, Doutor Romero, eu tenho que trabalhar". Mas meu pai, firme, diz: "Meu filho requer seus serviços". E ela voltou a recusar sutilmente: "Senhor, por favor, é que realmente tenho coisas pra fazer". E então meu pai, cinicamente, perguntou: "Por acaso não gostou de como meu filho te fodeu?" Ela ficou em silêncio e meu pai voltou a perguntar com uma afirmação: "Porque no vídeo dá pra ver que meu filho te provocou um orgasmo?" Nesse momento, Lady Katherine só teve coragem de dizer "Não quero mais" e começou a chorar, então me deu uma certa pena e disse pro meu pai: "Vamos deixar pra lá". Mas meu pai interveio e me diz baixinho, em particular: "Perdão! Filho, acho que a Lady Katherine não está pronta pra te atender com uma boa atitude hoje, deixa eu esclarecer as coisas pra ela e amanhã você vai encontrá-la calibrada. Melhor. ainda porque você não vem amanhã cedinho antes de ir pra aula e pega um rapidinho de 5 minutos“. Ao que respondi que bom, então saí do escritório guardando a vontade pensando coitadinha melhor que descanse, mas quando descia as escadas esqueci de pedir pro meu pai um dinheiro pra comprar uma cerveja e baixar a ansiedade, só que ao subir e chegar no escritório escutei música lá de fora, sintoma de que meu pai estava comendo a Lady Katherine, era a isso que ele se referia com deixá-la calibrada. Velho raposo, pensei.
Na manhã seguinte madruguei, tanta era minha vontade que nem tomei banho, só queria chegar na Clínica. No caminho, meu pai me avisou: “Preciso que não demore com a Lady Katherine, sabe o que quero dizer com um rapidinho, né? Você tem que chegar na aula às 7:00”. Ao que respondi que sim. Ao chegar, muito comportada estava Lady Katherine na porta do escritório do meu pai, mas chegou um médico com uma urgência no trabalho e então percebi que não daria pro rapidinho. Mas meu pai, vendo minha cara de decepção, me diz baixinho: ”Calma, filho, por que não fazem no cubículo dela? Ainda não chegou todo mundo”.
Entendi a mensagem e levei ela pro cubículo. Lá, só me sentei, tirei meu membro e Lady Katherine simplesmente sentou em cima de mim, levantando um pouco sua saia, e cinco minutos bastaram pra eu descarregar. Depois fui feliz pra aula, mas à tarde voltei, criando a partir daquele dia uma rotina crescente. Tomava café da manhã correndo com ela, seja com um rapidinho, ou uma pequena cubana se eu tivesse vontade, ou um serviço de sexo oral. À tarde, com mais tempo depois da aula, podia me dar ao luxo de acender ela no pau até tirar seu orgasmo, assim todos os dias da semana, e às vezes quando dava, eu escapava entre as aulas.
Sei que ela estava passando mal porque sempre chorava, mas não resistia, nem implorava, só se prestava muito obediente. Longe de imaginar que cada dia eu queria mais dela, até que um dia a surpreendi com Gang-bang, aquele dia foi foda, muito violento, tenho que admitir que foi culpa minha porque não imaginei que meus colegas perderiam o controle e literalmente abusaram da Lady Katherine, passando ela de um pro outro sem parar, todo mundo metendo nela de novo e de novo, ninguém respeitou a vez de ninguém, a ansiedade por possuir ela era proporcional à beleza da Lady Katherine, então foi absurdo ver ela sendo violentada ao mesmo tempo (oral, vaginal e anal). Mas a Lady Katherine aguentou quase trinta, no final das contas ela era a funcionária do mês.
Daí pra frente o título ficou pequeno pra ela.MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI
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