Relato Erótico: A funcionária do mês

A FUNCIONÁRIA DO MÊS


Fazia um mês que meu pai tinha assumido a direção da clínica Belém e, como sócio majoritário, praticamente tinha total autonomia. Desde que assumiu a chefia, ele fez questão de se impor. Queria que a clínica não só desse mais lucro, mas também oferecesse um serviço de excelência. Por isso, não só ampliou as instalações como também as modernizou com tecnologia de ponta. Mas isso exigiu contratar mais funcionários, a maioria altamente qualificada, então em pouco tempo a clínica não só melhorou como se tornou a melhor empresa da cidade para se trabalhar, a que oferecia os melhores benefícios e incentivos. Tudo isso o Doutor Romero, meu pai, tinha conquistado, e eu me sentia muito orgulhoso. Tinha muita sorte de ter um pai tão destacado, responsável e correto.

Todo mundo na pequena cidade de 100 mil habitantes o reconhecia e respeitava tanto que se comentava que ele seria o próximo prefeito. Do mesmo jeito, eu aproveitava esse reconhecimento como filho do Doutor Romero. Mais de uma porta se abria fácil pra mim, e na escola eu mandava mais que o inspetor ou algum professor. Muito menos o porteiro me segurava, então eu escapava das aulas numa boa. Por causa disso, perdi um ano ou outro e, com quase 19 anos, ainda tava cursando o último ano do ensino médio.

Numa dessas fugas, fui procurar meu pai pra pedir dinheiro que precisava urgente pra comprar um beck e umas cervejas. Era sexta-feira e tinha que começar cedo. Quando cheguei na clínica, tava com tanta pressa que nem me anunciei, fui direto pro escritório. Ao abrir a porta, encontrei meu pai, o grande Doutor Romero, com uma mulher que tava chupando o pau dele, fazendo sexo oral. Foi difícil acreditar e ver aquela cena. Fechei a porta, mas parece que bati com muita força, porque em segundos a mulher saiu meio descomposta, dava pra ver que tava chorando. Mesmo assim, entrei, e meu pai, cinicamente, me repreendeu dizendo: "Ei! Federico, você me interrompeu! Da próxima vez, liga antes”. Aí eu fiquei quieto, achava inacreditável que ele não tivesse vergonha, e depois meu pai completou: “Bom, Federico, o que você quer? Tenho muita coisa pra fazer!”
E não aguentei mais o cinismo dele e levantei a voz: “Qual é o seu problema? Acabei de te pegar traindo minha mãe e você age como se nada, como se eu não fosse contar pra ela”. Então ele tentou me acalmar, dizendo: “Se acalma! Federico, entendo suas palavras, mas você já é um homem feito e sabe que a gente tem necessidades, vícios ou dependências. E o meu é o que você viu, mas isso não quer dizer que eu não ame sua mãe, você, a família — vocês são prioridade, o resto é só diversão, tipo tomar uns drinks, mas a gente sempre volta pra casa, certo?”
Era óbvio que ele tava fazendo uma comparação com meus vícios, então não soube o que responder. Fiquei ali, desconcertado, em silêncio, pensando que de certa forma ele tinha razão, mas depois percebi que meu pai era muito manipulador e agora ia comprar meu silêncio com dinheiro. Mas não! Dessa vez a dignidade da minha mãe vinha primeiro, e quando eu ia recriminar ele de novo, ele diz: “Filho, tá na hora de a gente conversar de homem pra homem. Vem até a janela”. Janela que dava exatamente pro mezanino da clínica, onde dava pra ver todos os cubículos da área de atendimento ao cliente. Aí meu pai falou: “Qual das consultoras de atendimento você acha mais gostosa?”. Olhei pra ele, surpreso com a pergunta, e ele repetiu: “Qual?”.
Olhei e foi fácil focar numa mina branca, magra, uns 26 anos, cabelo comprido e cara bonita. E parecia ser a mesma mulher que tinha saído do escritório do meu pai minutos antes, mas não tinha certeza. De qualquer forma, escolhi ela, e então meu pai disse: “Boa, Federico, temos o mesmo bom gosto! Ela foi quem me fez o favor”. Sua amante, respondi, mas meu pai, rindo, falou: “Não, filho, sem coração, ela é só uma vagabunda onde eu descarrego minhas estresse, e dou um bônus pelo serviço extra” — Sério? Perguntei. Não conseguia acreditar que uma mulher daquele porte, elegante e gostosa, se sujeitasse a isso, mas meu pai confirmou: “Sim, filho! A cachorra gosta de dinheiro.”
Mesmo assim, era difícil de acreditar, ela era muito gostosa mesmo, tinha os atributos que todo homem deseja: pernas bonitas, uma raba generosa, peitos fartos, e isso que eu tava olhando de longe e ela estava vestida. Então meu pai não me ofereceu dinheiro como eu pensava, me surpreendeu perguntando: “Quer experimentar os serviços da Lady Katherine?” Olhei pra ele, olhei pra ela lá do mezanino, voltei a olhar pro meu pai e falei: “Sério?” E então meu pai pegou o telefone, discou e ao falar eu ouvi: “Lady Katherine, preciso de você aqui em cima.” Depois desligou e me disse: “Sobe agora.” Parecia um sonho tudo aquilo, segundos depois ouvi baterem na porta. Meu pai disse: “Pode entrar.”
E entrou a Lady Katherine, realmente a silhueta esbelta dela era imponente, muito boa. Então meu pai interveio, se virou pra Lady Katherine e disse: “Lady Katherine, preciso que você atenda muito bem meu filho Federico, faça o que ele pedir.” Aí ficou claro que Lady Katherine não gostou e tentou recusar, dizendo: “Senhor, por favor, não me peça mais isso, eu preciso do emprego, mas não quero mais.” Então meu pai respondeu: “Que pena, ia tão bem. Eu queria que você continuasse sendo a funcionária do mês pra não perder os bônus, pro tratamento dos seus pais. Mas ninguém te obriga a nada, só é uma pena que seus pais não possam mais ser atendidos na Clínica.”
Aí entendi tudo, era óbvio que Lady Katherine estava sendo usada pelo meu pai por causa da saúde e bem-estar dos pais dela. Então ela me olhou e disse: “O que você quer?” Em condições normais, eu teria dito não, mas é que Lady Katherine era um mulherão, era mais alta que eu e eu nunca tinha comido uma mulher maior que eu, então falei pro meu pai: “Nós Ficou sozinho?" E então meu pai, antes de sair do escritório, sussurra no meu ouvido: "Diverte-te, mas não esquece de ligar o som no aparelho, caso ela grite muito. Kkkk".
Então, sozinhos já, me deu uma vontade de montar aquela potranca da Lady Katherine que, sem timidez, falei: "Vamos! Tira essa roupa e fica de quatro". Ela começou a chorar e, meio alterada, me implorou para ter piedade. E, embora eu soubesse que ela se referia a não fazermos nada, me fiz de sonsinho e falei: "Tá, tá, tá, calma! Vou te montar suave, potranca". Mas ela esclareceu: "Não, moço, o senhor não entendeu, eu não quero fazer nada, por favor, me ajude!" Mas eu, firme, falei: "Olha aqui, potranca, de quatro, eu falei!" E, chorando, ela começou a se despir, mas bem devagar, então me aproximei da Lady Katherine e disse: "Anda, rápido". E contra a vontade dela, comecei a ajudá-la a se despir às pressas, só diminuí o ritmo ao tocar e ver os peitos dela, demorando uns segundos não só para admirar, mas para apalpar, apertar e lamber como se fossem meus.
Enquanto isso, Lady Katherine, bem mansa, me deixava tocar à vontade, embora continuasse dizendo: "Moço, por favor, não faz isso". Depois, me soltei, empurrei ela pro chão e falei: "Cala a boca! E colabora, quero te montar agora!" E quando Lady Katherine colocou os joelhos no chão e depois as mãos para se apoiar, já estava de quatro pronta pra eu subir nela, então não esperei mais e aproveitei o cabelo comprido dela pra segurar como se fossem rédeas e, depois de uns puxões, penetrei e comecei a montar como um jóquei de hipódromo, onde Lady Katherine começou a reclamar da minha grosseria, mas a cintura dela pedia, eu tinha que me enterrar nela mais e mais, então os gritos foram virando berros, e meu pai entrou pra ligar o som.
Eu tinha esquecido de ligar a música, mas longe de me parar, meu pai disse: "Continua, continua... calma, Federico, já cedeu! A Você está no país das maravilhas, faltava pouco, muito pouco pra ela gozar. Acaba com ela!”. E de fato ela começou a gemer como nunca vi nem a pior das putas, e meu pai não perdeu tempo começando a gravar com um certo tesão porque fazia close nos peitos dela que balançavam forte como sinos, depois um zoom no rosto dela que com o olhar desvairado era evidente que estava tendo um orgasmo, então meu pai animado me dizia: “Bem feito! Já se entregou pra você, é sua”. Palavras que não foram só de apoio, mas me fizeram esporrar tudo dentro dela, não queria sair de cima mas já tava muito cansado e não tinha mais nada pra dar naquele dia.
Já ela tomou forças, pegou a roupa, entrou no banheiro, demorou uns minutos enquanto meu pai me dava um energético e continuava me parabenizando, aí saiu Lady Katherine visivelmente contrariada e com os olhos ainda marejados, só foi embora.

Mas aqui não acabou tudo, fiquei viciado no corpo da Lady Katherine, então na segunda-feira apareci de novo no consultório do meu pai, o Doutor Romero, que já sabia pra que eu vinha. Então ele chamou a Lady Katherine e quando ela entrou já tava com aquela cara de horror, só conseguiu dizer: “Por favor, Doutor Romero, tenho que trabalhar”. Mas meu pai firme responde: “Meu filho precisa dos seus serviços”. E ela recusou de novo, sutilmente: “Senhor, por favor, é que eu tenho coisas pra fazer”. Aí meu pai, cínico, perguntou: “Por acaso você não gostou de como meu filho te comeu?” Ela ficou em silêncio e meu pai perguntou de novo, com uma afirmação: “Porque no vídeo dá pra ver que meu filho te fez gozar, né?” Nessa hora Lady Katherine só conseguiu dizer “Não quero mais” e começou a chorar, então me deu uma certa pena e falei pro meu pai: “Vamos deixar pra lá”. Mas meu pai interveio e me disse baixinho, em particular: “Desculpa! Filho, acho que a Lady Katherine não tá pronta pra te atender com uma boa atitude hoje. Deixa eu esclarecer as coisas com ela e amanhã você vai encontrar ela calibrada. Melhor assim.” já que você não vem amanhã cedo, antes de ir pra aula, e dá uma rapidinha de 5 minutos nela". Eu respondi que tudo bem, então saí do escritório segurando a vontade, pensando "coitada, melhor deixar ela descansar", mas quando descia as escadas, esqueci de pedir um dinheiro pro meu pai pra comprar uma cerveja e baixar a ansiedade. Só que quando subi de volta pro escritório, ouvi música vindo de fora — sinal de que meu pai estava comendo a Lady Katherine. Era a isso que ele se referia com "deixar ela calibrada". Velho safado, pensei.

Na manhã seguinte, acordei cedo, tanta vontade que nem tomei banho, só queria chegar na clínica. No caminho, meu pai me disse: "Preciso que você não demore com a Lady Katherine, sabe o que quero dizer com rapidinha, né? Tem que chegar na aula às 7h". Respondi que sim. Quando cheguei, Lady Katherine já estava na porta do escritório do meu pai, toda comportada. Mas aí chegou um médico com uma emergência de trabalho, e percebi que a rapidinha não ia rolar. Meu pai, vendo minha cara de decepção, falou baixinho: "Calma, filho. Por que vocês não fazem no cubículo dela? Ainda não chegou todo mundo".

Entendi o recado. Levei ela pro cubículo, sentei, tirei o pau pra fora, e Lady Katherine só sentou em cima de mim, levantando um pouco a saia. Cinco minutos foram o suficiente pra eu gozar. Depois fui feliz pra aula, mas voltei à tarde. Desde aquele dia, virou uma rotina que só aumentava. Eu tomava café da manhã na pressa com ela, seja com uma rapidinha, um boquete se eu tivesse afim, ou um oral. À tarde, com mais tempo depois da aula, eu podia me dar ao luxo de meter sem parar até ela gozar — assim, todos os dias da semana, e às vezes até escapava entre as aulas.

Sei que ela estava sofrendo, porque sempre chorava, mas não resistia, nem implorava. Só se entregava, muito obediente. Longe de imaginar que, a cada dia, eu queria mais dela. Então, um dia, surpreendi ela com... Surubão, aquele dia foi tenso pra caralho, muito violento. Tenho que admitir que a culpa foi minha, porque não pensei que meus colegas iam perder o controle e literalmente abusaram da Lady Katherine, passando ela de um pro outro sem controle nenhum. Todos metiam nela uma vez e outra, ninguém respeitava a vez de ninguém. A ansiedade de possuir ela era proporcional à beleza da Lady Katherine, então foi absurdo ver que estupravam ela ao mesmo tempo (oral, vaginal e anal). Mas Lady Katherine aguentou quase trinta caras, afinal, ela era a funcionária do mês.
Dali em diante, o título ficou pequeno pra ela.MAIS RELATOS ERÓTICOS AQUI



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