Raulito entra em casa já tarde da noite. A mãe dele tá vendo um programa de TV.
— Raulito, antes que eu me esqueça!
— O que foi, mãe?
— O senhor Sile te ligou!
— O mestre Sile!
— Sim, bom, claro, ele disse que amanhã você vá pra aula, que não pode perder, que tem uma luta no fim de semana.
— Onde?
— Bom, ele me disse, agora não lembro! — a mulher fica pensando enquanto não tira os olhos da tela.
— E o pai?
— Saiu com os amigos!
Raulito balança a bunda gostosa de um lado pro outro e entra no banheiro. Vai tomar um banho refrescante, passou o dia todo na correria e já tá cansado. Sai do chuveiro, se olha no espelho, vê aquele rabo lindo refletido, passa a mão e sente um arrepio. Já faz uns dias que não transa e tá com saudade de uma pica boa no cu dele.
— Raulito, vem comer alguma coisa!
— Já vou, mãe!
— Amanhã você vai ter que passar na farmácia em algum momento!
— Que horas, mãe? — perguntou meio irritado.
— Preciso de um remédio pro seu avô! Seu Toto já sabe que você vai passar!
— Ah, é? — exclamou o garoto.
— Sim, ele perguntou se você ia passar! — a mãe serve a comida e eles comem vendo TV. Depois, cansado, ele vai deitar cedo e dorme tranquilo.
No dia seguinte, Raulito sai rumo à farmácia pra buscar o remédio do avô, que já tá velho e sempre tem algum problema de saúde. Anda rebolando a bunda e, como de costume, todo mundo olha. Ainda por cima, tá usando uns shorts jeans bem apertadinhos que destacam ainda mais aquele rabo gostoso. Alguns assobiam e falam cantadas, e ele sorri satisfeito e com tesão, sabendo que faz os caras que passam na rua ficarem de pau duro.
Ouve uma buzina. Um carrão. Azul escuro, profundo. Olha e não reconhece. Continua andando na calçada larga. O carro para quase do lado. Abrem o vidro, é o chefe do pai dele.
— Raulito, Raulito! — chama o chefe Solís.
— Oi, senhor, desculpa, mas não tinha te reconhecido!
— Imagina, criatura! Onde cê vai?
— Vou na farmácia buscar um remédio.
— Te dou uma carona!
— É aqui do lado!
— Vamos, o sol tá pegando forte! — ele diz. sorrindo e com um fio de baba escorrendo pelo canto dos lábios grossos e carnudos. Apetecedores para o homem maduro. Raulito sobe no carro, tá muito tarado e espera que aconteça o que ele deseja. __Fala aí! __Segue reto umas duas quadras! __Como cê tá? __Tô bem, senhor! __Cê sempre tão lindo! __A estocada chega no cuzinho minúsculo dele de boca aberta, Raulito olha que nem gata no cio, só falta ronronar um pouco. __Ah, seu Solís!! __diz o inocente Raulito todo corado. Enquanto isso, o carro do chefe do pai dele faz uma manobra e cruza uns trilhos velhos abandonados, segue mais uns metros e para debaixo de uma ponte abandonada, longe da estrada por onde estavam passando. __Cê vai ter uns minutos! __Mas por que a gente tá aqui? __Cê sabe porquê, bebê lindo! Olha esse short tão apertado no seu rabão, me deixa tão duro!! __Mas seu Solís! __Raulito se remexe no banco. Seu Solís pega uma pica dura nas mãos, tirou pra fora e mostra pro moleque que fica babando. Ele vê aquela pica enorme, é o que ele mais queria desde que entrou no carro. __Olha essa bocada… é pra você… chupa ela, bebê, vai!!! __Não sei se devo! __exclama Raulito, mas o moleque já se abaixa e beija a cabeçona daquela pica que tão oferecendo, não consegue resistir. Envolve ela com a língua felina, rodeia, acaricia entre os suspiros de Solís, o chefe do pai dele, e os próprios gemidos e bufadas dele.
O homem agarra as nádegas do rabão do garoto. Aperta elas, enquanto sente a boca gentil engolir ele por completo, até a base, entre gemidos abafados e exclamações fortes. O garoto, sutil, solta o botão da sua bermudinha, então a mão do homem se perde facilmente entre suas nádegas potentes e firmes, dois balões enormes, que enlouquecem qualquer um. Chega no buraquinho daquele rabo magnânimo, esfrega ele, enquanto o garoto não parou de meter e engolir o pedaço de carne. O chefe do pai dele, numa manobra estranha, faz o short do Raulito cair e deixa a bunda dele à mercê das suas mãos, enfia um dedo no cu do garoto que grita de prazer, o pau dele sobe bem duro e balançando pra cima. Não para de mexer a língua na vara do chefe do pai dele. Esse geme e implora pra ele continuar. Enfia na boca as bolas do homem que desfalece de prazer. Chupa, dá mordidinhas suaves e a vara fica muito mais tensa. Uma pedra. __Ôh Raulito, você é um garoto muito especial, ahhh, ohhhh, como você chupa… suave, isso, assim, ohhhh!!!__ Raulito, o inocente, monta no homem de pernas abertas, o chefe Solís reclina o banco e quase fica deitado, antes abre o porta-luvas e tira um creme, espalha ele no buraquinho babante do jovem que geme empinado e muito tesudo. Raulito procura a boca do macho que vai enfiar nele. O homem empurra dois dedos dentro do canal do garoto. Enfia e tira eles.
O garoto começa a se sentar. A vara de carne pulsa, eles continuam se beijando, devorando a boca um do outro, chupando as línguas. A cremeira escorre, porque é abundante, os dedos alargaram o buraco e o pistão enorme busca entrar nele. O homem deseja, o garoto deseja, os dois querem, sentem o desejo ardente, o prazer louco, as formigas tomam conta dos corpos, a poronga entra devagar, abre caminho, a carne e a pele se chocam, se juntam, o anel se abre com paixão, Raulito senta naquele mastro que afunda e perfura. Ele sente entrar fundo e sobe e desce, apertando os ombros do macho que quer tirar a camisa que está completamente aberta, o garoto acaricia os mamilos grossos do homem. __Aproveita meu pau gostoso!! __Você gosta de buceta do jeito que eu como sua poronga? __Ahh sim, continua, enterra na sua bunda linda, você é uma criatura incrível!!__ a criatura incrível beija o homem e continua cavalgando devagar, não tem pressa, sente o parafuso inflado cravado no seu anel e aproveita ao máximo. Sente a mão do chefe do pai dele apertar o próprio pau ereto, bate uma, massageia, isso deixa o garoto putinho e tarado louco, com uma raba enorme e capaz de esquentar qualquer um que o veja rebolando. Outra mão se agarra a uma nádega generosa e firme do jovem que geme e bufa encantado com o tronco cravado na sua bunda. Berra como bicho no cio. Rosna como louca, uiva de prazer. Acelera os movimentos, percebe que o aperto do chefe Solís está cada vez mais desesperado e ardente. A poronga infla mais e mais, eles mordem os lábios e Raulito começa a jorrar os sucos no corpo do homem, infla as narinas e as bolas do macho que, descontrolado, começa a encher a bunda luxuriosa do garoto que se mexe espremendo até a última gota de porra. O homem fica exausto, ofegante, busca ar, Raulito morde os lábios e deixa marcas sangrentas, enquanto o macho suspira ainda com o cacete cravado no cu do jovem amante. Eles se esfregam, o Inocente garoto, feito uma gata no cio, insatisfeito, o macho mais calmo, mas morrendo de vontade daquela rabeta que já comeu o cacete dele, que aos poucos vai murchando. __Você é um bebê lindo, quero continuar te vendo!! __Quando você quiser, papai!!__ diz o jovem lambendo os lábios do homem, que engole seco e começa a se afastar do cuzinho babado e escorrendo. Minutos depois, Raulito desce do carro do chefe do pai dele, acena da calçada e o veículo some no trânsito pesado da cidade. A farmácia fica logo ali. Ele abre a porta e entra. Toto, o farmacêutico, o vê. Levanta a mão num aceno e seu sorriso largo ilumina o rosto, a baba escorre num fiozinho imperceptível e a pica dele endurece na hora. __Você veio!!__ mais que uma pergunta, é um convite do farmacêutico pra Raulito, que rebola e isso deixa o homem louco. Eles entram numa espécie de escritório que tem uma maca larga e macia. __Teresa, vou demorar um pouco! Não me incomoda, por favor!__ ele fala pra funcionária e tranca a porta. Esfrega as mãos. Ansioso, se aproxima do garoto e puxa o shortinho dele pra baixo. __Ah, sim, quero comer essa bunda, olha que linda… ahhh… não aguento, quero devorar ela agora!!!__ dizendo isso, o farmacêutico deixa Raulito peladinho, que suspira e se apoia na maca, empinando aquela rabeta linda pra trás. O homem, todo excitado, agarra as nádegas dele, abre, enfia a língua até o fundo e come, chupa gulosamente. Raulito se abre mais um pouco, pra conchinha do Toto entrar sem dificuldade. __Ahh, que gostinho você tem, adoro, quero tirar todo o seu caldo!!!__ diz Toto numa pausa da chupada de cu que tá dando no garoto, que rebola e geme feito uma menininha, uma putinha faminta de carne. O buraquinho dele se abre mais, é um moranguinho molhado e receptivo, quer mais um pouco de carne, deseja e requebra as cadeiras. __Uhhh, adoro como você me come com a língua, ai, ai, ai... continua assim ohhhh como eu gosto!!__ chora o inocente Raulito entregue por completo à penetração daquela língua brincalhona do macho que o chupa.
Toto, o farmacêutico, abaixa a calça branca e aparece o glande fenomenal, ereto, duro, firme, rochoso e cheio de fogo. Ele passeia pelas nádegas grandes e lisas do jovem, que uiva de prazer, esperando que enfiem o ferro quente, que o dominem de uma vez por todas, quer engolir a carne. Se deliciar na luxúria da própria pele. O fogo interior o consome. Toto procura o buraquinho banhado em saliva, escorrendo, suculento, já sai fumaça de tanto calor. __Vai, Toto, enfia logo... por favor... quero ter teu cacete no meu cuzinho!!!__ geme o bravo rabudo insaciável. __Ahhh, implora pelo teu pedaço de carne, adoro, você é uma puta gulosa e me deixou esquecido!! __Sê bonzinho, papai, vai, enfia tua coisa no meu anel, te dou... é todo teu, ahhhhh!!!__ implora o inocente garoto. O guloso. Quer ser possuído por aquele pedaço de carne que pulsa nas mãos de Toto e que sua pele sente. Ele acaricia com ele. Risca nas bordas preciosas. Toto lentamente introduz seu pedaço no túnel desejado que tudo engole. Raulito joga a bunda um pouco mais pra trás e a penetração fica rápida e até o fundo. Logo as bolas do macho batem nas nádegas carnudas do rapaz, que bufa e geme de prazer e gosto.
A pica do Raulito fica dura que nem pedra. Ele se levanta e as mãos do Toto assumem o controle, acariciando e massageando. Raulito abre um pouco mais a bunda ardente dele. O pau vai e vem lá dentro, perfurando aquele buraco glorioso. Bombando e furando aquele anelzinho gostoso que ele tinha beijado e adorado antes. Os gemidos vão aumentando e eles têm que segurar, porque tão num estabelecimento e o povo vai e vem. Raulito se balança cada vez com mais força, brinca com a rola enterrada na bunda dele, Toto aperta as bolas dele de brincadeira, o moleque geme e bufa, sente que o esperma já vem, os fluidos dele explodem na mão do homem, que volta a colocar o gozo na própria pica de onde saiu e continua massageando, formando um creme que solta um cheiro que deixa os amantes loucos. Ele morde a nuca do moleque. Lambe e chupa as orelhas. Toto se agarra na cintura do guri que se mexe de um jeito quente e quase selvagem, com uma mão aperta de leve os peitinhos do Raulito, se joga em cima do moleque e vai soltando a porra dele em cusparadas salgadas e cheias, as descargas são furiosas, as pernas dele amolecem, ele busca ar, quase desmaiando, tira o peru ainda grosso e rápido coloca na boca do Raulito que come as últimas gotas e deixa o sabre limpo e brilhante, enquanto Toto abafa os gritos, mordendo a própria mão.
__Uhhh, que prazer você me deu! Você é tão lindo quanto um anjo! __Sou seu anjo Toto!__ diz Raulito se levantando e se ajeitando um pouco. O homem lhe dá umas lenços umedecidos e o garoto se limpa com cuidado. Raulito veste de novo os shortinhos apertados. Depois de vestido, o homem lhe dá um pacote, que é o que ele realmente veio buscar. Eles se abraçam e o homem segura o queixo do garoto e beija por uns momentos os lábios que gosta, apertando a bunda gostosa do garoto por cima do short. São carícias rápidas. Ele não quer se excitar de novo. Raulito sai do quarto e vai embora como chegou. Rebolando o quadril e mostrando aquela bunda linda que tem. Raulito entra em casa. __Mãe, cheguei!!!__ grita __Já era hora! Onde você se meteu? Ai, Raulito, Raulito!__ diz a mãe fingindo estar brava. O garoto larga o pacote que trouxe. Vai até a geladeira e pega uma fruta. Come devagar, tranquilo. __Não esquece de ir ver o mestre Sile! __Não, mãe, não esqueço, mas ele só está à tarde!! __Sim, Raulito, não abandone seus amigos!!__ dizendo isso, a mãe ligou a televisão para ver o noticiário. O jovem entrou no banheiro e tomou um banho demorado, deixando o corpinho perfumado e limpinho. Depois foi descansar antes do almoço. Estava bem cansado pela manhã agitada que teve. Só de lembrar das fodas que curtiu, já sentia o fogo queimando por dentro e o pau pulsando querendo subir. Pensou em outra coisa e ligou a televisão para ver algum programa e esquecer um pouco o prazer. Cochilou e daqui a pouco a mãe o chamou para comer alguma coisa. Lá foi ele. Depois do almoço, foi se deitar de novo. E tirou um cochilo bem reparador. Antes de sair de casa de novo, tomou um banho refrescante. Pegou a mochila esportiva. Pegou seu maiô azul escuro e saiu assobiando baixinho. O entardecer estava quente e ensolarado. Uns últimos raios de sol alaranjado iluminavam as calçadas por onde Raulito ia rebolando a bunda gostosa. Os peões da obra perto da casa dela assobiavam e gritavam um monte de coisa. Ele sorria feliz, saboreando o encontro com o mestre Sile. Os carros buzinavam pra ele e um caminhão de entregar bebida soltava uns xingos. Finalmente chegou na academia pequena do bairro. Não tinha muita luz acesa. Na verdade, tava bem silencioso. Ele procurou com os olhos, esperando se acostumar com a mudança de luz. Num canto do tatame, o mestre Sile tava sentado, com o short clássico e a regata branca. Fazia uns abdominais de boa. __"Voltou?"__ falou seco. __"Oi, mestre!"__ respondeu o garoto. __"Então, vai treinar ou vai ficar só olhando?!"__ O garoto sumiu pro vestiário e vestiu o maillot bem justinho. Quando voltou, rebolando a cintura, o mestre Sile olhou pra ele com desejo. Sentiu o coração bater forte e o pau endurecer. Nisso, ouviu uma voz: __"Oi, pai! Como cê tá?"__ Era o filho do mestre Sile, Lucho. Um rapaz um pouco mais velho que Raulito, com um corpo musculoso e fibrado. __"Lucho, filho, cê veio!"__ __"A gente não tinha combinado?"__ __"Legal, se veste que quero que você lute com o Raulito!"__ __"Oi, Raulito!"__ __"Como cê tá, Luchito!"__ __"Você sempre se cuidando, olha essa malha!"__ Enquanto fala, passa a mão acariciando a bunda grossa do garoto, que sorri. Ele entra no vestiário pra se trocar e aparece na hora também com um maillot que marca um pauzão poderoso e meio duro. Raulito lambe os lábios. Começam a lutar. Fazem umas chaves. Caem. Levantam. Recomeçam. Começam a suar. As roupas ficam desarrumadas. O mestre Sile apita como juiz e lambe os beiços toda vez que Raulito cai e fica de bunda pra cima. Se enroscam cada vez mais cansados. Os braços vão de um lado pro outro. As mãos agarram e puxam as roupas. Uma chave e outra. Os rapazes caem um em cima do outro. Ficam ali uns segundos. __"Mas o que houve, por que não se mexem?"__ pergunta o mestre Sile, ansioso. __"É que... tô sentindo uma coisa muito dura..."__ no meu rabo!! __Ah, ele tem uma bunda tão gostosa, Raulito!! __Mas filho! __Acho que o Luchito quer outra briga!!__ comenta excitado o inocente Raulito, sentindo no seu cu parado e desejoso a tremenda ereção que o apoiava. Lucho sai de onde está, para que Raulito puxe a sunga do outro e salte elasticamente um pau jovem e potente, bem duro. A boca de Raulito toma conta dela e começa a jorrar litros de saliva por cima. Ele a banha, enquanto brinca com ela. Levanta sua bunda linda. O mestre Sile vendo isso, fica tarado e sente um calor abrasador, sua pica se levanta de vez. Fica realmente dura. Ele tira a roupa de uma vez e fica nu, acaricia o peito, pega nos genitais e sente suas bolas grandes e cheias.
O mestre Sile se enfia entre as nádegas do Raulito e toma posse do buraquinho que se abre rapidamente. Dilatado, quente, o buraco gostoso deixa ele louco. A saliva molha e ele mete um dedo, depois dois. Raulito geme, sem largar a bela e brava tarasca do Lucho, que se contorce de prazer. O garoto inocente se agarra nas bolas cheias daquele rapaz que berra de prazer. Geme já pelado igual ao Raulito. O mestre Sile enfiou três dedos na bundinha aberta de par em par. Vai e vem dentro do túnel. A pica do Raulito jorra jatos de porra viscosa, espirrando pra todo lado. Enquanto engole o sabre do filho do mestre.
Agora o mestre aproxima seu cacete da boca do inocente Raulito, e ela se entrega a engolir ambas barras de carne. Ela curte. Ela admira. Deixa cada vez mais duros. Os machos rosnam de prazer e loucura. Ele adora a boca daquele garoto insaciável. É aí que o mestre Sile se deita no chão do tatame, com seu mastro apontando pro teto alto. Raulito vai se sentando, com a bunda empinada e babada, enfiando a porra centímetro por centímetro. Ele come. Aperta os mamilos duros do macho. Lucho se abaixa e beija as costas do garoto. Chega no rabo enfiado pelo cacete firme do mestre e passa a língua por ali. Reza pra vara, depois na borda do cu alargado. Os gemidos de Raulito e do mestre ficam cada vez mais altos. O garoto cavalga o macho. Sobe e desce em cima da vara de carne, aquele pedaço que o enlouquece. Rosnam como selvagens. Lucho não aguenta mais e se coloca atrás da bunda ardente. Encosta o pedaço. Tenta enfiar. A pele elástica do rabo vai cedendo, o garoto grita e chora. Sente que vão finalmente entrar nele com duas porras suculentas. Lucho insiste até conseguir penetrar com a cabeça do pau. Os próprios sucos facilitam um pouco a penetração dos dois brinquedos quentes e duros.
Lucho empurra e enfia o mais fundo que consegue. Os gemidos dos três se tornam harmoniosos, ofegantes, selvagens, quentes, alucinados. __Ôhhh vocês vão me matar…ahhhhh. que prazer…ahhh que loucura!!! __Goza, bebê, goza com esses dois machos te comendo!!!__ gritava o mestre Sile __Ai, ai, ai, pai, continua, me fode!!!__ __Que puta que você é, Raulito, você é um puteiro…e eu adoro isso!!__ exclamava Lucho com a porra toda enfiada na bunda do garoto. Raulito jorrava o esperma mais uma vez sobre o rosto e o peito do mestre, as estocadas aceleravam. Os movimentos se inflamavam, os narizes buscavam ar, soltavam gritos, berros, enquanto também soltavam seus fluidos, pai e filho enchiam, transbordavam a bunda desejada daquele inocente Raulito que tinha gozado com os dois juntos...
— Raulito, antes que eu me esqueça! — O que foi, mãe?
— O senhor Sile te ligou!
— O mestre Sile!
— Sim, bom, claro, ele disse que amanhã você vá pra aula, que não pode perder, que tem uma luta no fim de semana.
— Onde?
— Bom, ele me disse, agora não lembro! — a mulher fica pensando enquanto não tira os olhos da tela.
— E o pai?
— Saiu com os amigos!
Raulito balança a bunda gostosa de um lado pro outro e entra no banheiro. Vai tomar um banho refrescante, passou o dia todo na correria e já tá cansado. Sai do chuveiro, se olha no espelho, vê aquele rabo lindo refletido, passa a mão e sente um arrepio. Já faz uns dias que não transa e tá com saudade de uma pica boa no cu dele.
— Raulito, vem comer alguma coisa!
— Já vou, mãe!
— Amanhã você vai ter que passar na farmácia em algum momento!
— Que horas, mãe? — perguntou meio irritado.
— Preciso de um remédio pro seu avô! Seu Toto já sabe que você vai passar!
— Ah, é? — exclamou o garoto.
— Sim, ele perguntou se você ia passar! — a mãe serve a comida e eles comem vendo TV. Depois, cansado, ele vai deitar cedo e dorme tranquilo.
No dia seguinte, Raulito sai rumo à farmácia pra buscar o remédio do avô, que já tá velho e sempre tem algum problema de saúde. Anda rebolando a bunda e, como de costume, todo mundo olha. Ainda por cima, tá usando uns shorts jeans bem apertadinhos que destacam ainda mais aquele rabo gostoso. Alguns assobiam e falam cantadas, e ele sorri satisfeito e com tesão, sabendo que faz os caras que passam na rua ficarem de pau duro.
Ouve uma buzina. Um carrão. Azul escuro, profundo. Olha e não reconhece. Continua andando na calçada larga. O carro para quase do lado. Abrem o vidro, é o chefe do pai dele.
— Raulito, Raulito! — chama o chefe Solís.
— Oi, senhor, desculpa, mas não tinha te reconhecido!
— Imagina, criatura! Onde cê vai?
— Vou na farmácia buscar um remédio.
— Te dou uma carona!
— É aqui do lado!
— Vamos, o sol tá pegando forte! — ele diz. sorrindo e com um fio de baba escorrendo pelo canto dos lábios grossos e carnudos. Apetecedores para o homem maduro. Raulito sobe no carro, tá muito tarado e espera que aconteça o que ele deseja. __Fala aí! __Segue reto umas duas quadras! __Como cê tá? __Tô bem, senhor! __Cê sempre tão lindo! __A estocada chega no cuzinho minúsculo dele de boca aberta, Raulito olha que nem gata no cio, só falta ronronar um pouco. __Ah, seu Solís!! __diz o inocente Raulito todo corado. Enquanto isso, o carro do chefe do pai dele faz uma manobra e cruza uns trilhos velhos abandonados, segue mais uns metros e para debaixo de uma ponte abandonada, longe da estrada por onde estavam passando. __Cê vai ter uns minutos! __Mas por que a gente tá aqui? __Cê sabe porquê, bebê lindo! Olha esse short tão apertado no seu rabão, me deixa tão duro!! __Mas seu Solís! __Raulito se remexe no banco. Seu Solís pega uma pica dura nas mãos, tirou pra fora e mostra pro moleque que fica babando. Ele vê aquela pica enorme, é o que ele mais queria desde que entrou no carro. __Olha essa bocada… é pra você… chupa ela, bebê, vai!!! __Não sei se devo! __exclama Raulito, mas o moleque já se abaixa e beija a cabeçona daquela pica que tão oferecendo, não consegue resistir. Envolve ela com a língua felina, rodeia, acaricia entre os suspiros de Solís, o chefe do pai dele, e os próprios gemidos e bufadas dele.
O homem agarra as nádegas do rabão do garoto. Aperta elas, enquanto sente a boca gentil engolir ele por completo, até a base, entre gemidos abafados e exclamações fortes. O garoto, sutil, solta o botão da sua bermudinha, então a mão do homem se perde facilmente entre suas nádegas potentes e firmes, dois balões enormes, que enlouquecem qualquer um. Chega no buraquinho daquele rabo magnânimo, esfrega ele, enquanto o garoto não parou de meter e engolir o pedaço de carne. O chefe do pai dele, numa manobra estranha, faz o short do Raulito cair e deixa a bunda dele à mercê das suas mãos, enfia um dedo no cu do garoto que grita de prazer, o pau dele sobe bem duro e balançando pra cima. Não para de mexer a língua na vara do chefe do pai dele. Esse geme e implora pra ele continuar. Enfia na boca as bolas do homem que desfalece de prazer. Chupa, dá mordidinhas suaves e a vara fica muito mais tensa. Uma pedra. __Ôh Raulito, você é um garoto muito especial, ahhh, ohhhh, como você chupa… suave, isso, assim, ohhhh!!!__ Raulito, o inocente, monta no homem de pernas abertas, o chefe Solís reclina o banco e quase fica deitado, antes abre o porta-luvas e tira um creme, espalha ele no buraquinho babante do jovem que geme empinado e muito tesudo. Raulito procura a boca do macho que vai enfiar nele. O homem empurra dois dedos dentro do canal do garoto. Enfia e tira eles.
O garoto começa a se sentar. A vara de carne pulsa, eles continuam se beijando, devorando a boca um do outro, chupando as línguas. A cremeira escorre, porque é abundante, os dedos alargaram o buraco e o pistão enorme busca entrar nele. O homem deseja, o garoto deseja, os dois querem, sentem o desejo ardente, o prazer louco, as formigas tomam conta dos corpos, a poronga entra devagar, abre caminho, a carne e a pele se chocam, se juntam, o anel se abre com paixão, Raulito senta naquele mastro que afunda e perfura. Ele sente entrar fundo e sobe e desce, apertando os ombros do macho que quer tirar a camisa que está completamente aberta, o garoto acaricia os mamilos grossos do homem. __Aproveita meu pau gostoso!! __Você gosta de buceta do jeito que eu como sua poronga? __Ahh sim, continua, enterra na sua bunda linda, você é uma criatura incrível!!__ a criatura incrível beija o homem e continua cavalgando devagar, não tem pressa, sente o parafuso inflado cravado no seu anel e aproveita ao máximo. Sente a mão do chefe do pai dele apertar o próprio pau ereto, bate uma, massageia, isso deixa o garoto putinho e tarado louco, com uma raba enorme e capaz de esquentar qualquer um que o veja rebolando. Outra mão se agarra a uma nádega generosa e firme do jovem que geme e bufa encantado com o tronco cravado na sua bunda. Berra como bicho no cio. Rosna como louca, uiva de prazer. Acelera os movimentos, percebe que o aperto do chefe Solís está cada vez mais desesperado e ardente. A poronga infla mais e mais, eles mordem os lábios e Raulito começa a jorrar os sucos no corpo do homem, infla as narinas e as bolas do macho que, descontrolado, começa a encher a bunda luxuriosa do garoto que se mexe espremendo até a última gota de porra. O homem fica exausto, ofegante, busca ar, Raulito morde os lábios e deixa marcas sangrentas, enquanto o macho suspira ainda com o cacete cravado no cu do jovem amante. Eles se esfregam, o Inocente garoto, feito uma gata no cio, insatisfeito, o macho mais calmo, mas morrendo de vontade daquela rabeta que já comeu o cacete dele, que aos poucos vai murchando. __Você é um bebê lindo, quero continuar te vendo!! __Quando você quiser, papai!!__ diz o jovem lambendo os lábios do homem, que engole seco e começa a se afastar do cuzinho babado e escorrendo. Minutos depois, Raulito desce do carro do chefe do pai dele, acena da calçada e o veículo some no trânsito pesado da cidade. A farmácia fica logo ali. Ele abre a porta e entra. Toto, o farmacêutico, o vê. Levanta a mão num aceno e seu sorriso largo ilumina o rosto, a baba escorre num fiozinho imperceptível e a pica dele endurece na hora. __Você veio!!__ mais que uma pergunta, é um convite do farmacêutico pra Raulito, que rebola e isso deixa o homem louco. Eles entram numa espécie de escritório que tem uma maca larga e macia. __Teresa, vou demorar um pouco! Não me incomoda, por favor!__ ele fala pra funcionária e tranca a porta. Esfrega as mãos. Ansioso, se aproxima do garoto e puxa o shortinho dele pra baixo. __Ah, sim, quero comer essa bunda, olha que linda… ahhh… não aguento, quero devorar ela agora!!!__ dizendo isso, o farmacêutico deixa Raulito peladinho, que suspira e se apoia na maca, empinando aquela rabeta linda pra trás. O homem, todo excitado, agarra as nádegas dele, abre, enfia a língua até o fundo e come, chupa gulosamente. Raulito se abre mais um pouco, pra conchinha do Toto entrar sem dificuldade. __Ahh, que gostinho você tem, adoro, quero tirar todo o seu caldo!!!__ diz Toto numa pausa da chupada de cu que tá dando no garoto, que rebola e geme feito uma menininha, uma putinha faminta de carne. O buraquinho dele se abre mais, é um moranguinho molhado e receptivo, quer mais um pouco de carne, deseja e requebra as cadeiras. __Uhhh, adoro como você me come com a língua, ai, ai, ai... continua assim ohhhh como eu gosto!!__ chora o inocente Raulito entregue por completo à penetração daquela língua brincalhona do macho que o chupa.
Toto, o farmacêutico, abaixa a calça branca e aparece o glande fenomenal, ereto, duro, firme, rochoso e cheio de fogo. Ele passeia pelas nádegas grandes e lisas do jovem, que uiva de prazer, esperando que enfiem o ferro quente, que o dominem de uma vez por todas, quer engolir a carne. Se deliciar na luxúria da própria pele. O fogo interior o consome. Toto procura o buraquinho banhado em saliva, escorrendo, suculento, já sai fumaça de tanto calor. __Vai, Toto, enfia logo... por favor... quero ter teu cacete no meu cuzinho!!!__ geme o bravo rabudo insaciável. __Ahhh, implora pelo teu pedaço de carne, adoro, você é uma puta gulosa e me deixou esquecido!! __Sê bonzinho, papai, vai, enfia tua coisa no meu anel, te dou... é todo teu, ahhhhh!!!__ implora o inocente garoto. O guloso. Quer ser possuído por aquele pedaço de carne que pulsa nas mãos de Toto e que sua pele sente. Ele acaricia com ele. Risca nas bordas preciosas. Toto lentamente introduz seu pedaço no túnel desejado que tudo engole. Raulito joga a bunda um pouco mais pra trás e a penetração fica rápida e até o fundo. Logo as bolas do macho batem nas nádegas carnudas do rapaz, que bufa e geme de prazer e gosto.
A pica do Raulito fica dura que nem pedra. Ele se levanta e as mãos do Toto assumem o controle, acariciando e massageando. Raulito abre um pouco mais a bunda ardente dele. O pau vai e vem lá dentro, perfurando aquele buraco glorioso. Bombando e furando aquele anelzinho gostoso que ele tinha beijado e adorado antes. Os gemidos vão aumentando e eles têm que segurar, porque tão num estabelecimento e o povo vai e vem. Raulito se balança cada vez com mais força, brinca com a rola enterrada na bunda dele, Toto aperta as bolas dele de brincadeira, o moleque geme e bufa, sente que o esperma já vem, os fluidos dele explodem na mão do homem, que volta a colocar o gozo na própria pica de onde saiu e continua massageando, formando um creme que solta um cheiro que deixa os amantes loucos. Ele morde a nuca do moleque. Lambe e chupa as orelhas. Toto se agarra na cintura do guri que se mexe de um jeito quente e quase selvagem, com uma mão aperta de leve os peitinhos do Raulito, se joga em cima do moleque e vai soltando a porra dele em cusparadas salgadas e cheias, as descargas são furiosas, as pernas dele amolecem, ele busca ar, quase desmaiando, tira o peru ainda grosso e rápido coloca na boca do Raulito que come as últimas gotas e deixa o sabre limpo e brilhante, enquanto Toto abafa os gritos, mordendo a própria mão.
__Uhhh, que prazer você me deu! Você é tão lindo quanto um anjo! __Sou seu anjo Toto!__ diz Raulito se levantando e se ajeitando um pouco. O homem lhe dá umas lenços umedecidos e o garoto se limpa com cuidado. Raulito veste de novo os shortinhos apertados. Depois de vestido, o homem lhe dá um pacote, que é o que ele realmente veio buscar. Eles se abraçam e o homem segura o queixo do garoto e beija por uns momentos os lábios que gosta, apertando a bunda gostosa do garoto por cima do short. São carícias rápidas. Ele não quer se excitar de novo. Raulito sai do quarto e vai embora como chegou. Rebolando o quadril e mostrando aquela bunda linda que tem. Raulito entra em casa. __Mãe, cheguei!!!__ grita __Já era hora! Onde você se meteu? Ai, Raulito, Raulito!__ diz a mãe fingindo estar brava. O garoto larga o pacote que trouxe. Vai até a geladeira e pega uma fruta. Come devagar, tranquilo. __Não esquece de ir ver o mestre Sile! __Não, mãe, não esqueço, mas ele só está à tarde!! __Sim, Raulito, não abandone seus amigos!!__ dizendo isso, a mãe ligou a televisão para ver o noticiário. O jovem entrou no banheiro e tomou um banho demorado, deixando o corpinho perfumado e limpinho. Depois foi descansar antes do almoço. Estava bem cansado pela manhã agitada que teve. Só de lembrar das fodas que curtiu, já sentia o fogo queimando por dentro e o pau pulsando querendo subir. Pensou em outra coisa e ligou a televisão para ver algum programa e esquecer um pouco o prazer. Cochilou e daqui a pouco a mãe o chamou para comer alguma coisa. Lá foi ele. Depois do almoço, foi se deitar de novo. E tirou um cochilo bem reparador. Antes de sair de casa de novo, tomou um banho refrescante. Pegou a mochila esportiva. Pegou seu maiô azul escuro e saiu assobiando baixinho. O entardecer estava quente e ensolarado. Uns últimos raios de sol alaranjado iluminavam as calçadas por onde Raulito ia rebolando a bunda gostosa. Os peões da obra perto da casa dela assobiavam e gritavam um monte de coisa. Ele sorria feliz, saboreando o encontro com o mestre Sile. Os carros buzinavam pra ele e um caminhão de entregar bebida soltava uns xingos. Finalmente chegou na academia pequena do bairro. Não tinha muita luz acesa. Na verdade, tava bem silencioso. Ele procurou com os olhos, esperando se acostumar com a mudança de luz. Num canto do tatame, o mestre Sile tava sentado, com o short clássico e a regata branca. Fazia uns abdominais de boa. __"Voltou?"__ falou seco. __"Oi, mestre!"__ respondeu o garoto. __"Então, vai treinar ou vai ficar só olhando?!"__ O garoto sumiu pro vestiário e vestiu o maillot bem justinho. Quando voltou, rebolando a cintura, o mestre Sile olhou pra ele com desejo. Sentiu o coração bater forte e o pau endurecer. Nisso, ouviu uma voz: __"Oi, pai! Como cê tá?"__ Era o filho do mestre Sile, Lucho. Um rapaz um pouco mais velho que Raulito, com um corpo musculoso e fibrado. __"Lucho, filho, cê veio!"__ __"A gente não tinha combinado?"__ __"Legal, se veste que quero que você lute com o Raulito!"__ __"Oi, Raulito!"__ __"Como cê tá, Luchito!"__ __"Você sempre se cuidando, olha essa malha!"__ Enquanto fala, passa a mão acariciando a bunda grossa do garoto, que sorri. Ele entra no vestiário pra se trocar e aparece na hora também com um maillot que marca um pauzão poderoso e meio duro. Raulito lambe os lábios. Começam a lutar. Fazem umas chaves. Caem. Levantam. Recomeçam. Começam a suar. As roupas ficam desarrumadas. O mestre Sile apita como juiz e lambe os beiços toda vez que Raulito cai e fica de bunda pra cima. Se enroscam cada vez mais cansados. Os braços vão de um lado pro outro. As mãos agarram e puxam as roupas. Uma chave e outra. Os rapazes caem um em cima do outro. Ficam ali uns segundos. __"Mas o que houve, por que não se mexem?"__ pergunta o mestre Sile, ansioso. __"É que... tô sentindo uma coisa muito dura..."__ no meu rabo!! __Ah, ele tem uma bunda tão gostosa, Raulito!! __Mas filho! __Acho que o Luchito quer outra briga!!__ comenta excitado o inocente Raulito, sentindo no seu cu parado e desejoso a tremenda ereção que o apoiava. Lucho sai de onde está, para que Raulito puxe a sunga do outro e salte elasticamente um pau jovem e potente, bem duro. A boca de Raulito toma conta dela e começa a jorrar litros de saliva por cima. Ele a banha, enquanto brinca com ela. Levanta sua bunda linda. O mestre Sile vendo isso, fica tarado e sente um calor abrasador, sua pica se levanta de vez. Fica realmente dura. Ele tira a roupa de uma vez e fica nu, acaricia o peito, pega nos genitais e sente suas bolas grandes e cheias.
O mestre Sile se enfia entre as nádegas do Raulito e toma posse do buraquinho que se abre rapidamente. Dilatado, quente, o buraco gostoso deixa ele louco. A saliva molha e ele mete um dedo, depois dois. Raulito geme, sem largar a bela e brava tarasca do Lucho, que se contorce de prazer. O garoto inocente se agarra nas bolas cheias daquele rapaz que berra de prazer. Geme já pelado igual ao Raulito. O mestre Sile enfiou três dedos na bundinha aberta de par em par. Vai e vem dentro do túnel. A pica do Raulito jorra jatos de porra viscosa, espirrando pra todo lado. Enquanto engole o sabre do filho do mestre.
Agora o mestre aproxima seu cacete da boca do inocente Raulito, e ela se entrega a engolir ambas barras de carne. Ela curte. Ela admira. Deixa cada vez mais duros. Os machos rosnam de prazer e loucura. Ele adora a boca daquele garoto insaciável. É aí que o mestre Sile se deita no chão do tatame, com seu mastro apontando pro teto alto. Raulito vai se sentando, com a bunda empinada e babada, enfiando a porra centímetro por centímetro. Ele come. Aperta os mamilos duros do macho. Lucho se abaixa e beija as costas do garoto. Chega no rabo enfiado pelo cacete firme do mestre e passa a língua por ali. Reza pra vara, depois na borda do cu alargado. Os gemidos de Raulito e do mestre ficam cada vez mais altos. O garoto cavalga o macho. Sobe e desce em cima da vara de carne, aquele pedaço que o enlouquece. Rosnam como selvagens. Lucho não aguenta mais e se coloca atrás da bunda ardente. Encosta o pedaço. Tenta enfiar. A pele elástica do rabo vai cedendo, o garoto grita e chora. Sente que vão finalmente entrar nele com duas porras suculentas. Lucho insiste até conseguir penetrar com a cabeça do pau. Os próprios sucos facilitam um pouco a penetração dos dois brinquedos quentes e duros.
Lucho empurra e enfia o mais fundo que consegue. Os gemidos dos três se tornam harmoniosos, ofegantes, selvagens, quentes, alucinados. __Ôhhh vocês vão me matar…ahhhhh. que prazer…ahhh que loucura!!! __Goza, bebê, goza com esses dois machos te comendo!!!__ gritava o mestre Sile __Ai, ai, ai, pai, continua, me fode!!!__ __Que puta que você é, Raulito, você é um puteiro…e eu adoro isso!!__ exclamava Lucho com a porra toda enfiada na bunda do garoto. Raulito jorrava o esperma mais uma vez sobre o rosto e o peito do mestre, as estocadas aceleravam. Os movimentos se inflamavam, os narizes buscavam ar, soltavam gritos, berros, enquanto também soltavam seus fluidos, pai e filho enchiam, transbordavam a bunda desejada daquele inocente Raulito que tinha gozado com os dois juntos...
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