Educando as filhas do meu chefe. 3

Continuo “educando” as duas irmãs e, depois de submetê-las a várias privações, provoco o confronto entre elas ao ordenar que se castiguem mutuamente. A brutalidade da Natália com a Eva me permite consolá-la e fazer com que ela mude de lado.

CAPÍTULO 4.

A noite passou sem novidades. Nada que valha a pena contar, exceto um par de gozadas na garota mais por satisfação pessoal do que por necessidade. A Natália tem uma constituição atlética. Uma bunda dura e um corpo escultural que fazem qualquer homem que a tenha nua ao lado não conseguir evitar de foder ela. A única coisa notável foi que percebi uma pequena mudança: na segunda vez que comi ela, ela não só se deixou levar, como participou ativamente e até achei que vi um resmungo de protesto quando eu gozei, como se tivesse ficado insatisfeita e quisesse mais.

O despertador tocou às oito da manhã, eu tinha que ir trabalhar, então sem falar nada com elas, levantei pra tomar banho. A água quente caindo no meu rosto conseguiu me despertar. Seguindo meu plano pré-estabelecido, me barbeie e me vesti tranquilamente, ignorando as duas mulheres que, amarradas na cama, me olhavam expectantes. Não sabiam o que minha mente perversa lhes reservava, mas esperavam angustiadas pelo meu próximo passo.

Não tiveram que esperar muito, porque depois de tomar um café da manhã farto, voltei ao quarto com dois litros de leite.

— Vadias, vocês têm que tomar café.

Dando um tetra pak pra cada uma, sentei pra observar enquanto dizia:

— Bebam tudo. Sem deixar uma gota.

Elas não se fizeram de rogadas, pegando o leite com as duas mãos, beberam tudo com medo de me irritar. Vendo que tinham obedecido docilmente, me despedi delas dizendo:

— Até hoje à noite.

A Eva, assustada, me perguntou se eu ia deixá-las assim. Pegando ela pelo cabelo, dei um beijo possessivo. Minha língua forçou a boca dela e por um minuto me entretive apalpando ela antes de responder:

— Você, o que acha?

Ao fechar a porta, ouvi o desamparo.
Durante o dia não me deixaram parar, os diversos assuntos se amontoavam na minha mesa, não posso esquecer que o chefe tinha me deixado sozinho e agora eu tinha que fazer o trabalho dos dois. Reunião após reunião, as horas foram passando sem que eu percebesse, a correria do dia a dia me impediu de pensar nas duas gostosas que me esperam pacientemente em casa. Minha secretária não me deixou descansar o dia inteiro, era autorizar uma obra, assinar uns cheques...

Isabel trabalhava comigo desde que cheguei na empresa e era talvez a pessoa que melhor me conhecia. Não precisava falar nada, ela sabia em cada momento o que estava rolando comigo. A confiança entre a gente era total, a ponto de que, quando fui humilhado pelas irmãzinhas e quase pedi demissão, conversei com ela pra vir comigo pro próximo trampo.

Por isso, quando voltei, contei que não tinha apresentado ela e tive que explicar o que tinha acontecido, além do que eu pretendia fazer. Ela, assim como eu, vinha de origem humilde, então a ideia de fazer essas duas patricinhas pagarem com o próprio veneno pareceu uma ideia genial, e longe de tentar me convencer a não fazer, se ofereceu voluntária pro que eu precisasse.

Na hora, falei que por enquanto não precisava, mas que não ia esquecer dela se precisasse de ajuda. Por isso não me surpreendeu quando, já quase saindo do escritório, ela me perguntou como tinha sido com as duas ferinhas.

— Bem, são umas pirralhas burras, mas estão aprendendo — respondi.
— Não seja mau, conta!

Achei engraçado o interesse dela e, como não tinha nada a perder — já que se o treinamento desse errado, tanto eu quanto ela íamos parar na rua —, fiz um resumo. Expliquei a reação dos namorados delas ao descobrir que estavam durangas, o castigo que dei na Natalia por ter colocado laxante na minha comida.
Nessa altura, os olhos dela já brilhavam, mas Foi quando contei como tentaram me matar e qual tinha sido minha vingança, que ela, sem rodeios, me pediu detalhes.
Um homem não precisa ser muito cutucado pra contar os detalhes das suas conquistas, e eu não era exceção. Então expliquei como as forcei a me dar um show lésbico e incestuoso, como me fizeram sexo oral e, principalmente, como as deixei amarradas na cama desde a manhã.

— Que inveja! — ouvi ela dizer quando já estava indo.

Naquele momento, não soube o que ela invejava: se a mim por ter duas mulheres à disposição, ou a elas pelo tratamento que receberam. Não me preocupei em descobrir o motivo, porque, pensando bem, decidi que em menos de uma semana a faria participar do meu jogo, e então saberia.

A ideia não me desagradava, porque, embora Isabel fosse um pouco gordinha, tinha uns peitos e uma bunda de dar inveja.

Satisfeito com o trabalho feito e excitado após a conversa com minha secretária, saí do escritório, desci até a garagem e peguei meu carro. As ruas e os semáforos passavam por mim sem que eu percebesse; minha mente só conseguia pensar nas minhas duas bonecas esperando amarradas na cama pela chegada do seu dono.

As luzes do chalé estavam apagadas.

«Bom sinal», pensei, já que quando saí de casa era dia e, se elas não tinham conseguido se soltar das algemas, ninguém poderia tê-las aceso.

Subi as escadas com cuidado, porque bem poderiam ter se soltado e estar me esperando no patamar. Mas, ao abrir a porta do meu quarto e antes de acender a luz, já soube que não tinham conseguido quando senti o cheiro forte de urina concentrada.

Fazia parte do meu plano: um litro de porra pra cada uma e a impossibilidade de ir ao banheiro não poderia ter outro resultado senão as duas terem mijado no tapete persa do velho.

«Devem estar aterrorizadas e famintas, ontem à noite impedi que jantassem, então...» Devem estar há mais de trinta horas sem provar um pedaço de comida.

Ao acender a luz, fecharam os olhos de dor. Cheguei a sentir até um pouco de pena ao ver o resultado do castigo delas. Desgrenhadas, com a rímel borrada, os lábios rachados de sede e assustadas, terrivelmente assustadas.

— Como estão minhas putinhas? — perguntei alegremente.
— Muito bem, amo — responderam em uníssono.

A recepção delas soou como música celestial e, por não precisar lembrá-las do meu título, decidi dar um prêmio.

Indo ao banheiro, servi um copo d'água.

— Tão com sede? — os olhos delas quase saltaram das órbitas ao contemplar o precioso líquido — Deitem-se.

Como cachorras bem treinadas, me obedeceram sem precisar repetir a ordem e, quando as vi perfeitamente deitadas no colchão, derramei a água sobre seus corpos. Mal tinha terminado de dizer:

— Bebam — quando, como possessas, se jogaram uma sobre a outra, sugando a água que escorria pelos seus corpos.

Gostei tanto de ver como se lambiam uma à outra os peitos, as pernas, a barriga e até a buceta em busca de saciar a sede que, sendo magnânimo, premiei elas de novo com outro copo.

Já com menos sede, imploraram que eu as soltasse e, chorando, juravam que iam cumprir o pacto. Foram tão insistentes e sinceras que acabei me irritando.

— Silêncio! — gritei para elas — Não dei permissão pra vocês falarem.

Ainda não estavam prontas; decidi sair do quarto e ir jantar. Depois de comer um frango requentado e duas cervejas, não tive escolha a não ser dar atenção às minhas meninas, senão iam desmaiar de fome, já que essa noite precisava delas inteiras. Então, abrindo a geladeira, me abasteci do necessário.

— Tão com fome? — perguntei a elas, mas, como não recebi resposta, abri o saco e fui colocando no aparador, longe do alcance delas, presunto, queijo e até um pote de chantilly. E, fingindo que ia embora, perguntei de novo: — Certeza?

— Sim, meu amo, estou faminta — respondeu Eva.
— E eu também. Amo", disse a irmã dela, chorando de vergonha.

Sem responder, me aproximei primeiro da mais velha e soltei a algema que estava presa ao dossel da cama, para em seguida fechá-la de novo no outro pulso dela, com os braços para trás, e a joguei na cama.

Nenhuma das duas sabia do meu plano, então a Natalia, submisso, deixou que eu repetisse a mesma operação com ela. Depois de posicionadas de modo que não pudessem usar as mãos, abri as pernas delas e, enfiando o pote de chantilly nas suas bucetas, enchi tudo de forma que as vaginas e as virilhas ficaram inundadas.

— Agora comam.

Foi uma delícia observar da cadeira como elas tentavam alcançar a própria buceta, rastejando como cobras no colchão, até que as duas formaram um perfeito sessenta e nove, e como, com gosto, foram se comendo uma à outra num banquete totalmente sexual. As línguas delas não tiveram escolha senão buscar a comida dentro da buceta da outra e, contra a vontade delas, tanto desejo as fez se excitar, que era minha intenção.

Nessa posição, deixei elas uns cinco minutos, até que não sobrasse mais nenhum vestígio do creme nas suas xotas.

— Querem mais?

As duas tinham aberto o apetite e ambas responderam que sim.

— Beleza, mas agora uma de cada vez.

E, obrigando a Eva a se deitar de bruços, abri as nádegas dela e, borrifando generosamente o cu dela, coloquei na cara da irmã. A Natalia não hesitou em começar a chupar o rabo dela. Tanta era a fome que acho que até enfiou a língua no buraco preto. Depois que terminou, repeti a operação trocando os papéis, mas dessa vez a Eva não se contentou só com o chantilly; quando não sobrou mais nada, continuou com o fluxo que jorrava da caverna da morena.

A visão do rabo dela empinado enquanto eu comia tudo me deixou bruto, mas tive que segurar a vontade de dar uma boa foda, já que tinha outros planos, e, separando elas, falei:

— Presunto e queijo só tem pra uma. Qual é? Vocês acham que eu devo dar pra ela?

Formou-se um tumulto, as duas mulheres me pediam pra que eu escolhesse ela. Chorando e gritando, se culpavam uma pela outra por tudo. Que se tinha sido culpa da Natalia a ideia de me humilhar, que se a Eva tinha tentado me dar um tiro, etc...

Elas não percebiam, mas eu estava conseguindo separá-las, então depois de ouvir as besteiras delas, mandei calar a boca.

― Homo hominis lupus.

Teria pago pra ter gravado a cara delas, nenhuma das duas nunca tinha ouvido essa frase em latim, então tive que explicar.

― O homem é o lobo do homem.

Em seguida, peguei a loira e amarrei uma mão em cada coluna da cama, soltei a morena.

― Obrigada, prometo obedecer ― suspirou aliviada a Natalia ao sentir os pulsos livres.

O alívio durou pouco, porque colocando um pequeno chicote nas mãos dela, sussurrei no ouvido:

― Vinte chibatadas, e que sejam fortes.

A Eva começou a gritar pedindo pra irmã mais nova não fazer aquilo, enquanto me xingava dizendo que eu me arrependeria.

― Trinta ― gritei.

Minha voz autoritária tirou a Nati do devaneio em que tinha caído e, se aproximando da irmã, respondeu:

― Te falo o que você me disse ontem, desculpa! ― começando a descarregar toda a raiva e frustração reprimida na bunda da irmã.

Chicotada após chicotada, ela se vingou de mim, dela mesma e da vida. Gemidos de dor, xingamentos, súplicas da Eva, enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto dela ao fazer isso, mas os olhos mostravam uma determinação firme que só se acalmou quando, tendo terminado, viu o resultado da sua ira. Ambas as nádegas estavam em carne viva.

― Come ― falei dando o prêmio pra ela, ao amarrá-la de novo.

Ela devorou as fatias de presunto e os pedaços de queijo, enquanto eu soltava a irmã dela. A pobre coitada estava chorando, não entendia que alguém do próprio sangue tivesse sido tão bestial só pra ter o que comer.

Tirando ela do quarto e Levando ela para o quarto, levei o susto de que, em cima da cama, tinha um jantar completo, com sopa, pão, o frango que eu tinha deixado e até uma garrafa de vinho.

— Deita na cama e come enquanto eu cuido de você — falei docemente enquanto dava um beijo na bochecha dela.

Sem acreditar na sorte que tinha, ela começou a jantar enquanto eu passava um creme hidratante na bunda maltratada dela. — "Coitadinha!", "Que besta!", "Como ele exagerou!" —, não parei de falar enquanto cuidava dela — mas bebe um pouco de vinho, vai te fazer bem.

Com a barriga cheia e bastante álcool no corpo, a garota não conseguiu segurar a dor e desabou a chorar. Consolando ela, abracei e acariciei por minutos até que ela se recuperou um pouco, e então mandei ela ir ao banheiro fazer as necessidades.

Ela me olhou agradecida e, sem eu pedir, me deu um beijo na boca dizendo:

— Obrigada, amo.

Aproveitei para me despir enquanto ela ia ao banheiro, e quando voltou era outra, perfeitamente penteada e maquiada, vinha pronta para me conquistar. Eu, claro, me deixei, e dando um tapinha no colchão falei:

— Hoje você dorme comigo.

Um sorriso iluminou o rosto dela, e toda safada se aproximou da cama, tentando me esquentar. Não precisava, a loira já tinha me deixado a mil, então pela primeira vez pude aproveitar aqueles peitões enormes e as auréolas pretas dela.

Buscando o efeito da cenoura e do chicote, minha língua percorreu devagar o pescoço dela, e como se tivesse medo de chegar no mamilo, demorou uma eternidade para decidir atacar as rugosidades e a superfície escura, mas quando fez isso e meus dentes mordiscaram suavemente os botões, Eva me deu um suspiro e uma boa dose do fluxo que jorrava da caverna dela.

— Amo — ouvi ela dizer, antes de descer pelo meu corpo e a boca dela se firmar no meu pau, e molhando ele, começou a praticar a ancestral penetração oral.

A garota não só sabia chupar uma buceta, como também era uma expert. Mamadora, que sem sentir ânsia enfiou meu pau inteiro na garganta dela. Eu queria gozar dentro da boca dela, mas ainda mais dentro do cu dela, então, tirando ele da prisão, virei ela de costas e, borrifando óleo nela, comecei a relaxar a bunda dela.

— Sou virgem aí — ela disse sem reclamar, como se pedisse para eu fazer devagar.

A submissão dela me agradou, e, obedecendo, fiquei acariciando os músculos circulares dela até meu dedo entrar e sair com facilidade. Foi aí que introduzi o segundo. Eva, percebendo que eu não ia forçar, se deixou levar, de modo que rapidamente estava pronta para ser desvirginada.

Acariciando a cabeça dela, eu disse:

— Fica de quatro.

Cuidadosamente, separei as nádegas dela e, colocando minha língua no começo das costas, percorri o canalzinho margeado pelas bundas redondas dela. A garganta dela soltou um suspiro quando meus dentes deram uma pequena mordida naquele glúteo tão apetitoso, seguindo depois o caminho até meu objetivo. Inconscientemente, ela levantou um pouco mais a bunda para facilitar as coisas, e finalmente pude sentir o cheiro de mulher insatisfeita que escorria da boceta dela.

Colocando a ponta da minha glande na entrada traseira dela, fiquei brincando com as bordas do cu dela, até que, vendo ela completamente relaxada, forcei a entrada do anel dela.

— Por favor — ela gritou ao sentir a cabeça do meu pau dentro dela. Mas, sem pausa, ignorei a dor dela e lentamente fui completando minha penetração, de modo que toda minha pele pôde sentir a dureza do esfíncter dela ao atravessá-lo.

Com meu pau completamente dentro dela, deixei que relaxasse, dando beijos e falando coisas gostosas. A dor era grande, mas suportável, e rapidamente o cu dela se acostumou ao castigo. Vendo ela aliviada, comecei a me mover. Era um movimento contínuo, sem brutalidade, de modo que, aos poucos, a resistência dela foi cedendo e meu pau entrava e saía com mais facilidade.

O prazer foi tomando o lugar da dor, e Eva tomando impulso com os braços aumentou o ritmo da nossa cavalgada, dizendo:
―Não acredito, tô adorando!

As palavras dela foram o sinal de largada pra um galope frenético. Com meus testículos batendo na bunda dela como se fosse um frontão, e com as mãos apoiadas nos ombros dela, éramos gostosa e cavaleiro. E como uma boa montaria, ela relinchou de prazer quando, dando um tapa na bunda dela, exigi que aumentasse a velocidade.

―Mais forte―, ela pediu.

Não sabia se ela tava falando do tapa ou das minhas penetradas, então não tive escolha senão aumentar a força das duas pra satisfazer ela. Era alucinante ver ela se mexer, gemendo de prazer com minha vara dentro dela. Totalmente fora de si, se apoiando com um braço só, usou a mão livre pra se masturbar ferozmente, enquanto pedia pra eu gozar.

Tudo nela anunciava o clímax, então acelerando ainda mais minhas estocadas, e usando meu pau como se fosse uma espada, a esfaqueei cruelmente enquanto ela desabava sobre os lençóis. A buceta dela, toda encharcada de fluido, não aguentou tanta quantidade e, jorrando como um gêiser, molhou minhas pernas. Tanta safadeza acabou me excitando e, em ondas intensas de prazer, me derramei dentro dela, enchendo o intestino dela com minha semente.

Ouvir ela dizer "Obrigada, amo" de novo foi como quando tirei meu primeiro dez na faculdade, uma loucura, e virando ela de lado, coloquei as algemas nela, dizendo:

―Viu, escrava, como se obedecer você pode se divertir.

Ela baixou os olhos, corada, mas ouvi um sussurro envergonhado saindo dos lábios dela:

―Sim, amo.

Sem perceber, Eva tava se transformando na minha serva, aos poucos a violência, as privações estavam mudando a puta. Mas a força mais poderosa que eu tinha era o espírito de sobrevivência dela, irmã contra irmã competindo pelos meus favores.

―Quero te ver gostosa―, ordenei, ―qual é a sua camisola mais sexy?

―A vermelha.

Abrindo a gaveta de A cômoda, peguei ele, dizendo pra ela vestir. A moça suspirou aliviada ao sentir o toque da primeira roupa em mais de vinte e quatro horas.

— Amo, como posso te agradecer por isso? — disse ela, se insinuando.

— Dormindo, amanhã é outro dia.

A cara de felicidade dela era completa, achava que finalmente tinha me conquistado, já se via como minha preferida. E se ajeitando no colchão, relaxou e caiu no sono na hora.

Esperei o sono dela ficar bem profundo antes de me levantar. Confirmando que ela continuava profundamente adormecida, coloquei os lençóis de um jeito que cobrissem as algemas, mas mostrando claramente as pernas dela, mal cobertas pela camisola.

Saí no corredor, indo pro quarto do velho. Ao abrir a porta, o fedor de urina foi insuportável. Natália, toda suja e despenteada, chorava em silêncio.

— Nati — falei, usando o apelido familiar, enquanto soltava ela — não levanta a voz, senão sua irmã pode ouvir. Deixa eu te levar pro banheiro. Você deve estar quase fazendo nas calças.

A menina me olhou com uma mistura de gratidão e desconfiança, não confiava nas minhas intenções, mas quando viu que eu a levava pro banheiro, sem se importar com minha presença, sentou e descarregou os intestinos com violência.

— Desculpa, minha menina, mas não posso fazer mais nada pra melhorar sua situação, porque cheguei a um acordo com sua irmã — falei enquanto ela se limpava: — Não sei como te dizer, mas sua irmã te vendeu.

Ela levantou a cabeça pra gritar comigo:

— Não acredito em você!

— Esse é seu problema, você é inocente demais. Eva se entregou nos meus braços, quer ser minha favorita, sem se importar com você. Mais ainda, enquanto tomava banho e se maquiava, ria da sujeira que você tava.

— Ela tomou banho? — respondeu, alucinada.

— Não só isso, tá dormindo na cama dela, sem algemas, com uma camisola linda, feliz de me servir, e ainda jantou como uma dama, e não as porcarias que você comeu.

— Impossível! Porco! Minha irmã não faria isso.

Ela Dei um tapa nela:

— Sou o dono.

E colocando as algemas e um pano na boca dela pra não falar, levei ela pro outro quarto.

— Olha! — falei, apontando pra Eva — Não te menti, ela tá limpa, solta e pronta. Ela te enganou, enquanto você sofre, ela se diverte.

A agonia da garota multiplicou por mil ao ver na mesa os restos da janta. Totalmente convencida, se deixou levar de volta pro quarto do velho. Mentalmente, ela tava humilhada, destruída.

Amarrando ela de novo na cama, toda mijada, ao tirar a mordaça feita com o lenço, dei um beijo suave nos lábios dela, enquanto falava:

— Você ia ser a primeira, mas ela se adiantou.

— Dono, me diz o que eu tenho que fazer pra ser sua melhor escrava.

Soltei uma gargalhada ao ouvir ela dizer isso, e dando outro beijo nos lábios dela, soltei:

— Dormir, amanhã é outro dia.

Mesma frase, significado diferente.

«Falta pouco pra ela ser totalmente minha», pensei enquanto fechava a porta, deixando ela afundada na miséria.

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