Bem, vou deixar claro que essa não foi a primeira vez que transei com meu sogro, porque já faz um tempo que venho traindo meu marido com o próprio pai dele, ou seja, meu sogro. No entanto, essa é a ocasião mais recente e também a mais perigosa, e por causa da mesma morbidez, vou contar, já que aconteceu neste domingo passado. Não vou dizer meu nome por privacidade, então só vou falar que sou uma mulher de 27 anos. Tenho pele branca, meus olhos são castanhos dourados, meu cabelo é originalmente preto, mas pintei de castanho e é bem comprido e bem cuidado, meus lábios são muito sensuais e, bom, com todos esses atributos, meu rosto é perfeito. Também vou dizer que pareço um pouco com a atriz Julia Stiles. Sou magra e tenho 1,67m, não tenho peitos grandes, mas tenho uma bunda gostosa e umas pernas incrivelmente sensuais. Sou casada há seis anos e desse casamento tenho uma filha de seis anos também. Vale mencionar que não sou viciada em sexo nem muito menos vou pra cama com qualquer um que apareça, porque eu era fiel ao meu marido. Só foi há dois anos que meu apetite sexual foi pro pai dele, com quem venho transando nesses últimos anos e em toda oportunidade que tenho com meu sogro, não desperdiço. O bom é que até agora ninguém da família percebeu isso, mas além do meu sogro desejado, com quem fornicei sem parar, não traí ele com nenhum outro homem. Por último, vou mencionar que somos uma família de classe média e moramos na Cidade do México. Meu sogro já é um homem maduro de 55 anos, mas isso não tira o grande potencial sexual dele e o estilo imbatível na hora de transar. Ele é branco, tem olhos pretos, cabelo curto e, por causa da idade, já tem alguns fios grisalhos, o rosto é maduro, mas muito másculo. É alto e já um pouco cheinho, mas não gordo, e é muito forte, quase sempre está de bom humor, alegre e otimista. Um dos seus Meus hobbies favoritos incluem golfe. Minha sogra, ou seja, a esposa dele, é médica, enquanto ele foi professor, agora já aposentado. Não é religioso e vive um dia de cada vez, por isso não teve tabu em se envolver comigo. Como disse antes, ele ainda é um cavalheiro extremamente atraente e respeitoso, pois, como ele mesmo diz, nunca faz nada que as mulheres não permitam. Com todos esses atributos e mais, ele é um homem irresistível, a ponto de eu ousar dizer que ele é ainda mais homem que o próprio filho, ou seja, meu marido atual, com quem, como já disse, tenho uma filha de seis anos. Ele também é de classe média e, como nós, mora na Cidade do México, onde tem um apartamento lindo e um carro mais ou menos luxuoso. Bem, e agora, sem mais delongas, espero começar esta história que, como já disse, se passa neste último domingo.
A família toda, sem exceção, foi passar o dia em um bosque afastado da cidade. Quando digo toda a família, incluo meu marido, os pais dele, meu cunhado, a esposa dele e os filhos, e claro, eu e minha filha. No total, somos dez na família, e todos fomos ao bosque para passar o dia juntos. Levamos comida, bebidas e até um laptop, onde assistimos a um filme enquanto comíamos. Eu estava usando um vestido de uma peça só, roxo, com estampas de margaridas brancas e azuis. O vestido tinha saia na altura dos joelhos. Coloquei umas sandálias simples também e deixei meu cabelo solto. Assim que meu sogro me viu, notei o olhar de desejo dele por mim, mas tive que agir natural e indiferente, porque não podia deixar ninguém perceber. Durante todo o caminho até o bosque, ele não parou de me olhar com muito desejo. Enfim, quando chegamos, estávamos morrendo de fome, então preparamos sanduíches e refrigerantes enquanto, como já disse, assistíamos a uma comédia divertida no laptop. Quando terminamos, as crianças começaram a correr e brincar pelo bosque todo, claro que avisamos para não se afastarem muito, enquanto nós continuávamos comendo e conversando. Nós ríamos em família, pois no fim das contas era um dia de campo perfeito, que já não fazia falta depois de anos sem sair todos juntos. Imagino que por isso nem passou pela minha cabeça nada obsceno em relação ao meu sogro, embora, como já disse, ele, ao relembrar aventuras passadas, me olhava com tanto desejo, olhares que eu desviava, mas não importava pra ele. Depois de duas horas ali e de ter bebido muito refrigerante, senti vontade de mijar, então aproveitei que todos estavam distraídos pra me afastar um pouco e ir mijar, sem imaginar que meu sogro me seguiria pra me comer. Me afastei uns quinze metros de onde todo mundo estava e tentei me esconder entre árvores e arbustos pra não ser vista. De uma vez, levantei a saia do meu vestido e abaixei a calcinha pra mijar na grama do lugar, e bem no momento em que ia me agachar, senti meu sogro chegar atrás de mim e começar a massagear meus peitos por cima do vestido, e ele disse: "Se ia mijar, mija logo, mas não se agacha, faz assim!" Hesitei um pouco, mas não sei por que obedeci. Desse jeito, sem me agachar, segurei minha saia pra não cair, abri as pernas e deixei a mijada escorrer. Ele, a uns metros de mim, ficou contemplando como aquele jato de mijo escorria da minha buceta pro chão. Durante todo o ato, ele só ficou me olhando, mas quando terminei e fui levantar a calcinha, ele me disse quase imperativamente: "Não levanta, sua puta!" Diante dessa ordem, meio que me assustei, e ele, se aproximando de mim, disse: "Sssssss, relaxa, por favor! Isso não tá certo, as crianças podem nos ver, ou pior, a esposa e o filho dele. Calma, não vai acontecer nada." Começou a me beijar enquanto continuava com uma mão massageando meus peitos e com a outra tocava minha buceta bem molhada de mijo e já com um pouco de lubrificação vaginal. Eu só fechei os olhos, tentando aproveitar o momento. As carícias dele na minha buceta eram tão suaves e delicadas que comecei a gemer baixinho de prazer, sem oferecer resistência, já que finalmente estava excitada. Louca de tesão, eu voltei quando ele enfiou dois dedos na minha buceta já bem molhada e lubrificada, o prazer foi tão enorme que não consegui evitar soltar uns gemidos mais fortes. Me come! Foi o que, sem hesitar, eu mesma pedi. Na hora ele abaixou o zíper e liberou o pau só por ali, tirou minha calcinha por completo e me deitou na grama a uns metros de onde eu tinha mijado. Abriu bem minhas pernas e na mesma hora me penetrou com o pau dele na minha buceta, eu quis gritar de prazer mas me segurei, então só mordi meus lábios, eu falava baixinho: aaaaaa, sim, sim, sim! Enquanto ele continuava metendo e tirando com cuidado, me beijava, tocava meu corpo todo e chupava meu pescoço em círculos. Sem dúvida era sexo perfeito, assim transando já tínhamos durado mais de cinco minutos e aí foi o mais perigoso quando ouvimos as risadas das crianças bem perto e ao olhar vimos elas a menos de quatro metros de nós, mas por causa do mato não nos viram, com isso paramos de nos mexer um momento pra esperar as crianças irem embora, assim que foram ele recomeçou o mete e tira, só bastaram mais alguns instantes pra eu gozar num orgasmo incrível, ao perceber isso ele aumentou a velocidade da penetração, como consequência não demorou mais e na hora senti claramente ele encher minha buceta de porra quente. Sem demora ele tirou o pau da minha buceta, eu rapidamente limpei minha região vaginal com a calcinha e por causa disso não consegui mais vesti-la, então voltamos os dois pra confraternização que durou mais uns trinta minutos e empacotamos tudo, subimos no carro e nos preparamos pra voltar pra casa, mas eu nunca vou esquecer que naquele piquenique tive de novo a oportunidade de transar com meu próprio sogro.
A família toda, sem exceção, foi passar o dia em um bosque afastado da cidade. Quando digo toda a família, incluo meu marido, os pais dele, meu cunhado, a esposa dele e os filhos, e claro, eu e minha filha. No total, somos dez na família, e todos fomos ao bosque para passar o dia juntos. Levamos comida, bebidas e até um laptop, onde assistimos a um filme enquanto comíamos. Eu estava usando um vestido de uma peça só, roxo, com estampas de margaridas brancas e azuis. O vestido tinha saia na altura dos joelhos. Coloquei umas sandálias simples também e deixei meu cabelo solto. Assim que meu sogro me viu, notei o olhar de desejo dele por mim, mas tive que agir natural e indiferente, porque não podia deixar ninguém perceber. Durante todo o caminho até o bosque, ele não parou de me olhar com muito desejo. Enfim, quando chegamos, estávamos morrendo de fome, então preparamos sanduíches e refrigerantes enquanto, como já disse, assistíamos a uma comédia divertida no laptop. Quando terminamos, as crianças começaram a correr e brincar pelo bosque todo, claro que avisamos para não se afastarem muito, enquanto nós continuávamos comendo e conversando. Nós ríamos em família, pois no fim das contas era um dia de campo perfeito, que já não fazia falta depois de anos sem sair todos juntos. Imagino que por isso nem passou pela minha cabeça nada obsceno em relação ao meu sogro, embora, como já disse, ele, ao relembrar aventuras passadas, me olhava com tanto desejo, olhares que eu desviava, mas não importava pra ele. Depois de duas horas ali e de ter bebido muito refrigerante, senti vontade de mijar, então aproveitei que todos estavam distraídos pra me afastar um pouco e ir mijar, sem imaginar que meu sogro me seguiria pra me comer. Me afastei uns quinze metros de onde todo mundo estava e tentei me esconder entre árvores e arbustos pra não ser vista. De uma vez, levantei a saia do meu vestido e abaixei a calcinha pra mijar na grama do lugar, e bem no momento em que ia me agachar, senti meu sogro chegar atrás de mim e começar a massagear meus peitos por cima do vestido, e ele disse: "Se ia mijar, mija logo, mas não se agacha, faz assim!" Hesitei um pouco, mas não sei por que obedeci. Desse jeito, sem me agachar, segurei minha saia pra não cair, abri as pernas e deixei a mijada escorrer. Ele, a uns metros de mim, ficou contemplando como aquele jato de mijo escorria da minha buceta pro chão. Durante todo o ato, ele só ficou me olhando, mas quando terminei e fui levantar a calcinha, ele me disse quase imperativamente: "Não levanta, sua puta!" Diante dessa ordem, meio que me assustei, e ele, se aproximando de mim, disse: "Sssssss, relaxa, por favor! Isso não tá certo, as crianças podem nos ver, ou pior, a esposa e o filho dele. Calma, não vai acontecer nada." Começou a me beijar enquanto continuava com uma mão massageando meus peitos e com a outra tocava minha buceta bem molhada de mijo e já com um pouco de lubrificação vaginal. Eu só fechei os olhos, tentando aproveitar o momento. As carícias dele na minha buceta eram tão suaves e delicadas que comecei a gemer baixinho de prazer, sem oferecer resistência, já que finalmente estava excitada. Louca de tesão, eu voltei quando ele enfiou dois dedos na minha buceta já bem molhada e lubrificada, o prazer foi tão enorme que não consegui evitar soltar uns gemidos mais fortes. Me come! Foi o que, sem hesitar, eu mesma pedi. Na hora ele abaixou o zíper e liberou o pau só por ali, tirou minha calcinha por completo e me deitou na grama a uns metros de onde eu tinha mijado. Abriu bem minhas pernas e na mesma hora me penetrou com o pau dele na minha buceta, eu quis gritar de prazer mas me segurei, então só mordi meus lábios, eu falava baixinho: aaaaaa, sim, sim, sim! Enquanto ele continuava metendo e tirando com cuidado, me beijava, tocava meu corpo todo e chupava meu pescoço em círculos. Sem dúvida era sexo perfeito, assim transando já tínhamos durado mais de cinco minutos e aí foi o mais perigoso quando ouvimos as risadas das crianças bem perto e ao olhar vimos elas a menos de quatro metros de nós, mas por causa do mato não nos viram, com isso paramos de nos mexer um momento pra esperar as crianças irem embora, assim que foram ele recomeçou o mete e tira, só bastaram mais alguns instantes pra eu gozar num orgasmo incrível, ao perceber isso ele aumentou a velocidade da penetração, como consequência não demorou mais e na hora senti claramente ele encher minha buceta de porra quente. Sem demora ele tirou o pau da minha buceta, eu rapidamente limpei minha região vaginal com a calcinha e por causa disso não consegui mais vesti-la, então voltamos os dois pra confraternização que durou mais uns trinta minutos e empacotamos tudo, subimos no carro e nos preparamos pra voltar pra casa, mas eu nunca vou esquecer que naquele piquenique tive de novo a oportunidade de transar com meu próprio sogro.
1 comentários - Rápida com meu sogrão