Cojida por mi papito.

Meu nome é Camila e hoje vim contar como meu pai me comeu gostoso. Como vocês já sabem, me chamo Camila, tenho 18 anos, vou me descrever um pouquinho pra vocês entrarem no clima. Tenho cabelo castanho, sou baixinha, 1,60m, com uns olhinhos verdes brilhantes que te deixam morrendo de inveja, uma bunda de infarto e na frente não sou ruim não, uns peitinhos não grandes, mas redondinhos e bem bonitos. Não sou de me vestir tão provocante, só em ocasiões especiais porque sou meio tímida, mas naquela sexta à noite foi uma dessas ocasiões. Tava numa festa, aquela noite ia arrebentar porque era uma festa à fantasia e eu tinha comprado o melhor pra me exibir, já que o garoto que eu gosto ia estar lá. Ia me vestir de secretária gostosa, saia tão curta que eu nem conseguia me mexer, uma camisa branca dobrada pra cima mostrando o piercing no abdômen, e uns óculos redondinhos lindos. Eram 23h, tava tomando banho e de repente terminei, e percebi que não tinha toalha. Gritei pro meu pai (ele tava sozinho vendo TV, porque minha mãe separou dele faz tempo, e meu irmão tinha ido pra casa de um amigo): PAAAAI, ME TRÁS UMA TOALHA. Ninguém responde. Gritei de novo: PAAAAI, NINGUÉM. Já tava começando a me irritar. Tive que sair pra procurar meu pai e me espiar um pouco, peguei uma toalha das mãos, óbvio, pra tampar o pouco que dava, com as mãos minha parte de baixo e com a toalha os peitos. Caminhei pelo corredor entre o banheiro e os quartos, molhando tudo. PAAAAI, ME TRÁ... Filha, toma, e me dá a toalha. Apareceu por trás. Levei um susto e falei: O que você tá fazendo, pai? Me assustou. Meu pai todo bonitão, alto, 1,85m, se mantém bem pros 45 anos, moreno com barba bem feita. Desculpa, filha, te peguei por trás e vi sua bunda toda, não anda assim pela casa. Ok, pai, desculpa, e fui pro quarto super rápido me secar. Foi tudo muito estranho. Sentei na cama, com frio, me secando devagar uma perna e depois a outra, terminei e coloquei a fantasia, toda bem putinha me olhando no espelho. De repente... Meu pai bate na porta. "Entra", falo. "Filha, como você tá linda! Vai sair assim? Vai esquentar muito moleque." "Sim, pai, essa é a intenção, haha. Mas fica tranquilo, não vai rolar nada." "Como não vai rolar nada?", ele fala. "Você já transou alguma vez?" "Aiiii, pai, que pergunta, isso é privado, haha." Fiquei toda vermelha. "Mm, filha, haja, é óbvio, você é virgem. Tá tudo bem, minha princesinha não tem que ficar com qualquer um, porque você é minha, e eu cuido de você." Fui lá e abracei ele. "Te amoooo, pai." Nisso, senti o volume dele encostado na minha barriga, porque sou bem baixinha. Era óbvio, eu vestida feito uma putinha, há pouco ele tinha visto minha bunda toda molhada e agora ele tava todo excitado. "Desculpa, filha, é que..." "Não tem problema, pai." "Tem problema", ele fala, num tom estranho. Me pegou pelo braço e me puxou pra perto dele, eu fiquei parada e dura, sem saber o que falar. "Vem aqui, putinha do papai. Olha como você me deixou, filha de uma puta." Me pegou pelo cabelo e me jogou no chão, minha cara ficou bem na frente do volume dele, todo duro. "PAI, NÃO, PELO AMOR DE DEUS", falei suplicando. Ele me deu um tapa, igual quando eu me comportava mal quando era pequena. Desabotoou a calça, abaixou o zíper e mal baixou a calça e a cueca juntos, deu pra ver como uma rola saiu devagar, bem cheia de veias (não dura de todo), tava no meio-termo, o tamanho era bem bom. Ele falou: "Vai, putinha, você vai aprender a chupar uma rola de verdade. Chupa ela, putinha." Peguei aquela rola com a mão direita, sentia como ela tava quente, muito quente na minha mão. Aproximei a boca e enfiei devagar, sentia como a rola do meu próprio pai tava crescendo na minha boca. Eu não queria fazer aquilo, mas o tesão me dominava, era incrível como eu sentia aquele suquinho na minha língua, era um gosto amargo, mas gostoso. Comecei a bater uma pra ele, puxando a pele bem pra trás e pra frente, e via como ele tava curtindo a situação. Quando ela ficou totalmente dura, e quase gozando, ele falou pra parar, que não queria desperdiçar a porra na minha mão. Aí eu soube que tudo ia pro caralho. Levantei com toda força. e me jogou na cama, ARRANCOU minha camisa, e tirou o sutiã que eu tava, obviamente rasgou os dois, eu sem querer, mas pela situação meus mamilos estavam durinhos como pedra, ele olha pras tetas, e fala: Então é assim que eu te deixo, filha? Que puta que você é, e eu adoro. Eu só consigo falar chega pai, pelo amor de Deus, não faz isso comigo, chorando, tava passando mal, tava sendo comida pelo meu próprio pai. Ele se jogou em cima de mim e começou a passar a língua nos meus mamilos durinhos, acariciava muito bem, dava pra ver que sabia chupar, enquanto isso com a outra mão ele apertava meu outro mamilo, eu comecei a sentir um pouco de prazer e ódio. FILHO DA PUTA CHEGAAA, PELO AMOR DE DEUS.. Vai puta, grita mais que eu gosto quando você fica assim. Ele desceu com a língua pela minha barriga, sentia cócegas, sofria. Quando chegou na minha saia, dessa vez não rasgou, levantou até antes das minhas tetas, e jogou minhas pernas pra trás, minha calcinha fio dental não tampava muito e menos eu com as pernas assim, ele começou a passar o rosto e cheirar minha buceta, eu tava molhada, tinha a calcinha molhada, dava pra ver. Ele puxou ela pro lado, enquanto eu tentava tirar ele, bruscamente ele tinha mais força que eu, claramente. Agarrou minhas duas mãos e segurou com uma, e com a outra enfiou um dedo na minha buceta, entrou como se fosse nada, nem senti. Nessa hora, não tinha outra opção a não ser relaxar, senão ia ser pior, e sendo sincera, tava começando a gostar das sensações. Meu pai enfiava e tirava os dedos de dentro de mim, sabia fazer muito bem, chegou a enfiar até 4 dedos, e ele chupava eles, como se fosse sorvete, Deus, como você pode ser assim, eu pensava, ele pegou a língua maravilhosa dele, e começou a chupar meu clitóris, eu já sem tanta resistência comecei a gemer, tava uma delícia isso. Cada vez mais molhada, parecia uma torneira aberta. Tá gostando, filha? Aii, papai.. (chorando e gemendo) aiiii, papai, ai, papai.. Meu pai pegou o pau dele todo molhado que tava e duro como pedra, e enfiou sem hesitar, me comeu pela primeira vez, meu pai tava me comendo como os deuses, e eu Gostava. Ele metia e tirava sem parar, enquanto o cock dele saía dava pra ver como tava toda banhada no meu fluxo, ele esfregava no meu clitóris e eu adorava. Depois de mais 5 minutos me comendo, ele me virou e me colocou de quatro. Eu já não aguentava mais, aquele filho da puta, passou a língua de novo, ele amava meus fluidos, e dessa vez senti uma sensação nova: a língua dele passou pelo meu cu. EU AMEI, ME ENLOUQUECEU, sentia cócegas mil naquela área. Ele meteu de quatro na minha pussy e continuou me bombando como nunca. Aiiii, isso, puta, mexe assim que eu tô gozando, deus, dá logo, puta de merda, ai ai aiiiiii... Sim, gozei todo o cum dele. Use a palavra: pussy. Minha pussy transbordava de cum, era impressionante. Meu pai, super exausto, tirou o cock dele de dentro de mim, me olhou e disse: "obrigado por isso, puta, espero que tenha gostado." Eu olhei pra ele com cara de nojo e ele riu e foi embora. O pior é que eu tinha gostado, do cock dele, do tesão de ser meu pai, e de ele ter me comido sem piedade.

5 comentários - Cojida por mi papito.

que linda putita !! pone tus fotos para ver ese cuerpito de puta que tenes y lo lindo de como te lleno de leche la conchita !!