Dirigi pra casa, entramos e eu tava muito tarado, com vontade de transar, então falei pra minha esposa a gente sair pra tomar uns drinks pra depois trepar e matar a vontade com ela. Saímos e tomamos uns 2 coquetéis cada um, e lá estava ela na minha frente, 26 anos, uma gostosa, uma delícia, sempre foi.
Não consegui segurar a vontade e a gente acabou trepando no carro. Depois daquela foda, parei pra abastecer e ela desceu pra comprar uma garrafa d'água. Quando ela desceu, aproveitei pra mexer meus pauzinhos com a minha mãe. Peguei meu celular e mandei uma foto minha pro contato dela.
Com a mensagem de texto "tô com saudade" — se lembram no relato passado, eu e minha mãe concordamos que eu salvasse o número da Leticia, minha amante, como "Sandra", que é o nome da minha mãe. Então mandei aquela foto pra ela, e depois só pediria desculpas pra minha mãe por ter me enganado de contato, já que era a primeira vez. E assim, pelo menos, eu esperava que ela, ao ver a foto, talvez começasse a me ver de outro jeito. Minha esposa voltou do mercado e fomos pra casa. No dia seguinte de manhã, acordei mais cedo que o normal, fui pra cozinha e me fiz de arrependido com minha mãe por causa da foto e pedi desculpas. Ela respondeu: "Fica tranquilo, comigo já aconteceu algo parecido, não se preocupa", e deu um sorrisinho. Notei que ela tava meio séria, não posso negar. Mas era exatamente o que eu esperava. Também sabia que ela não conseguiria ficar séria o resto do dia porque, primeiro, eu ia fazer um favor pra ela arrumando o carro, e foi o que fiz. Escovei os dentes, me despedi e falei pra minha mãe que em uma hora o carro dela estaria pronto. Percebi que ela passou de meio séria pra feliz. Dirigi até onde o carro dela não tinha pegado na noite anterior e troquei a bateria, que tava morta. Depois, iria pra academia, mas no caminho me veio outra estratégia na cabeça pra começar a confundir um pouco a mente dela. Parei numa praça e entrei numa loja de lingerie feminina. Procurei a tanga mais fina que tivesse, a menor possível, melhor dizendo, aquelas que são só um fio. Comprei uma e aí sim fui pra academia.
Lá pelas 12 da meia-noite, minha mãe ia chegar na academia pra pegar as chaves do carro dela pra eu ir buscar. Quando entrei no meu escritório, ela tava com um vestido bem primaveril, daqueles de tecido bem fininho e leve, que mesmo sendo soltinho, o material cola no corpo. Ela me cumprimentou e perguntou se tava tudo bem, eu disse que sim, e sem deixar ela falar, eu soltei: "Te amo muito e é por isso que quero te ajudar. Ontem você me disse que o Hector não é tão apaixonado na cama quanto você gostaria. Então olha, aqui nessa bolsinha tem algo que pode ajudar a acender uma faísca de fogo nele."
Minha mãe: "O que é?"
Eu: "Não perguntei, só vai no banheiro e coloca. Tenho certeza que vai te ajudar bastante. Pelo menos se eu fosse ele e te visse com isso, ficaria louco."
Quando terminei de falar, percebi que talvez tivesse passado do ponto. O que eu disse soou meio ousado demais, mas minha mãe só sorriu e me olhou confusa.
Eu: "Você vai ver ele hoje, né?"
Minha mãe: "Sim, daqui a meia hora, na verdade. Acho que já tô até atrasada."
Eu: "Imagina, melhor ainda. Fala pra ele te buscar aqui. Você sai pela porta dos fundos e ninguém vê, só eu, mas eu já sei de tudo. Melhor ir no banheiro e colocar o que te dei, não me despreza."
Minha mãe: "Tá bom, vou fazer o que você diz."
Ela foi pro banheiro. Em 6 minutos voltou, e quando entrou no meu escritório, tava com um sorriso tímido e meio envergonhado, e disse:
Minha mãe: "Você acha mesmo que isso vai ajudar? Haha, melhor eu ir sem nada, até porque é quase nada. Nunca usei uma coisa tão pequena. Também é muito apertado, menor que meu tamanho normal, aperta pra caralho. Mas tudo bem, vou fazer o que você disse."
Ela não sabia que eu tinha comprado menor de propósito. Minha tara era saber que aquele fiozinho ia ficar enterrado no meio daquele rabão. Mas não deu pra conversar mais, o amante dela já tava lá fora, e ela precisava ir. Quando saiu do meu escritório, eu vi uma coisa linda: não só o fio que comprei tava enterrado naquela bunda enorme, como o vestido dela também, completamente. Era uma visão e tanto. Beleza.
Bem antes de sair pela porta, ela se virou pra mim, me olhou vendo minha bunda enquanto mordia o lábio inferior. Fiquei nervoso pra caralho, mas ela tava com pressa, só me disse que tinha um porta-cartão na mão dela, aquele que ela tinha antes, e que não sabia onde colocar, nos armários da academia não porque não tinha cadeado, então me pediu se eu podia deixar numa gaveta do meu escritório, o que obviamente aceitei. E assim ela deixou numa das minhas gavetas e foi embora. Assim que soube que ela tinha ido, corri pra gaveta pra olhar o porta-cartão dela.
Peguei ele e coloquei no meu nariz, fiquei cheirando e depois fechei meu escritório pra bater uma punheta gostosa com aquele calcinha dela enrolada no meu pau. Óbvio que não gozei nela porque ela ia perceber. Umas hora depois, minha mãe volta pra academia, e eu, surpreso, perguntei se o tal do Héctor tinha broxado, e ela respondeu que não, que quando tavam chegando no motel, deu uma emergência séria com o pai dele, ele passou mal, e ela teve que ir com ele, deixando ela aqui de novo. Ela me pediu se eu dava uma carona até o carro dela, eu falei que sim, mas quando a gente tava saindo, ela lembrou da calcinha e voltou pra pegar. Depois fomos embora. Quando a gente tava chegando no carro dela, a rua tava fechada uma quadra antes por causa de obra, então estacionei meu carro e decidi acompanhar minha mãe andando essa quadra. Quando a gente tava a uns 2 metros da porta do carro dela, vimos uma nota de 500 conto no chão. Os dois se abaixaram pra pegar, mas fui mais rápido e ganhei. Ela tentou brigar pela nota brincando. Apertei a nota com a mão direita e levantei o mais alto que pude, e ela, por ser mais baixa, não alcançava. Então, na tentativa de tirar de mim, ela me empurrou até minhas costas baterem na porta do carro dela, e ela ficou colada em mim, peito com peito. Eu mantinha minha mão pra cima, e ela disse que se eu não desse a nota, ela me mordia, e de fato me mordeu o ombro um pouco forte, mas a gente continuava brincando. Como eu não abaixava a mão, ela começou a morder mais e mais forte. Aí eu sabia que ali, juntos, tinha a chance de fazer alguma coisa, uma roçada, uma apalpada que não fosse óbvia. Então, com a mão esquerda, passei pelas costas dela até quase chegar no quadril e senti o fio que comprei por cima do vestido. Puxei pra cima, como se tivesse dando um calção chinês na bunduda da minha mãe. Ela me mordia e eu puxava. Só durei uns 5 segundos porque, pra ser sincero, a mordida tava doendo pra caralho. Falei pra ela que beleza, que ia dar a nota, mas que me soltasse, e ela topou. Quando ela se afastou um pouco, coloquei o dinheiro dentro de um dos bolsos da frente da calça. Tava usando uma jeans meio largona, com uns bolsos fundos. Falei que já tinha perdido a grana, que tava no meu bolso, mas ela meteu a mão na hora tentando puxar. E caiu na minha armadilha. Eu tenho a pica grande e, por ela estar perto, já tava meio dura. Quando ela enfiou a mão, sentiu ela direitinho, mas fez que nem viu, tirou a nota e deu um sorriso de quem venceu. Falei que parabéns, que ela dava trabalho, e ela só respondeu: "pra tu ver". Entrou no carro com um sorrisão no rosto. Foi embora e eu voltei pro trampo. Não conseguia parar de pensar no que tinha rolado. De noite, quando chego em casa, encontro minha mãe assim.
Ela me disse que ia ver o Héctor, mas que a amiga dela ia pegá-la pra meu pai não desconfiar de nada e depois ela ia com ele. Antes de ir, ela me falou: "Lembra do seu presente e como eu usei ele à tarde? Então, não dava pra usar de novo essa noite, então com os 500 conto eu comprei mais uns 3. Espero que o que você disse funcione" e foi embora.
Não consegui segurar a vontade e a gente acabou trepando no carro. Depois daquela foda, parei pra abastecer e ela desceu pra comprar uma garrafa d'água. Quando ela desceu, aproveitei pra mexer meus pauzinhos com a minha mãe. Peguei meu celular e mandei uma foto minha pro contato dela.
Com a mensagem de texto "tô com saudade" — se lembram no relato passado, eu e minha mãe concordamos que eu salvasse o número da Leticia, minha amante, como "Sandra", que é o nome da minha mãe. Então mandei aquela foto pra ela, e depois só pediria desculpas pra minha mãe por ter me enganado de contato, já que era a primeira vez. E assim, pelo menos, eu esperava que ela, ao ver a foto, talvez começasse a me ver de outro jeito. Minha esposa voltou do mercado e fomos pra casa. No dia seguinte de manhã, acordei mais cedo que o normal, fui pra cozinha e me fiz de arrependido com minha mãe por causa da foto e pedi desculpas. Ela respondeu: "Fica tranquilo, comigo já aconteceu algo parecido, não se preocupa", e deu um sorrisinho. Notei que ela tava meio séria, não posso negar. Mas era exatamente o que eu esperava. Também sabia que ela não conseguiria ficar séria o resto do dia porque, primeiro, eu ia fazer um favor pra ela arrumando o carro, e foi o que fiz. Escovei os dentes, me despedi e falei pra minha mãe que em uma hora o carro dela estaria pronto. Percebi que ela passou de meio séria pra feliz. Dirigi até onde o carro dela não tinha pegado na noite anterior e troquei a bateria, que tava morta. Depois, iria pra academia, mas no caminho me veio outra estratégia na cabeça pra começar a confundir um pouco a mente dela. Parei numa praça e entrei numa loja de lingerie feminina. Procurei a tanga mais fina que tivesse, a menor possível, melhor dizendo, aquelas que são só um fio. Comprei uma e aí sim fui pra academia.
Lá pelas 12 da meia-noite, minha mãe ia chegar na academia pra pegar as chaves do carro dela pra eu ir buscar. Quando entrei no meu escritório, ela tava com um vestido bem primaveril, daqueles de tecido bem fininho e leve, que mesmo sendo soltinho, o material cola no corpo. Ela me cumprimentou e perguntou se tava tudo bem, eu disse que sim, e sem deixar ela falar, eu soltei: "Te amo muito e é por isso que quero te ajudar. Ontem você me disse que o Hector não é tão apaixonado na cama quanto você gostaria. Então olha, aqui nessa bolsinha tem algo que pode ajudar a acender uma faísca de fogo nele."Minha mãe: "O que é?"
Eu: "Não perguntei, só vai no banheiro e coloca. Tenho certeza que vai te ajudar bastante. Pelo menos se eu fosse ele e te visse com isso, ficaria louco."
Quando terminei de falar, percebi que talvez tivesse passado do ponto. O que eu disse soou meio ousado demais, mas minha mãe só sorriu e me olhou confusa.
Eu: "Você vai ver ele hoje, né?"
Minha mãe: "Sim, daqui a meia hora, na verdade. Acho que já tô até atrasada."
Eu: "Imagina, melhor ainda. Fala pra ele te buscar aqui. Você sai pela porta dos fundos e ninguém vê, só eu, mas eu já sei de tudo. Melhor ir no banheiro e colocar o que te dei, não me despreza."
Minha mãe: "Tá bom, vou fazer o que você diz."
Ela foi pro banheiro. Em 6 minutos voltou, e quando entrou no meu escritório, tava com um sorriso tímido e meio envergonhado, e disse:
Minha mãe: "Você acha mesmo que isso vai ajudar? Haha, melhor eu ir sem nada, até porque é quase nada. Nunca usei uma coisa tão pequena. Também é muito apertado, menor que meu tamanho normal, aperta pra caralho. Mas tudo bem, vou fazer o que você disse."
Ela não sabia que eu tinha comprado menor de propósito. Minha tara era saber que aquele fiozinho ia ficar enterrado no meio daquele rabão. Mas não deu pra conversar mais, o amante dela já tava lá fora, e ela precisava ir. Quando saiu do meu escritório, eu vi uma coisa linda: não só o fio que comprei tava enterrado naquela bunda enorme, como o vestido dela também, completamente. Era uma visão e tanto. Beleza.

Bem antes de sair pela porta, ela se virou pra mim, me olhou vendo minha bunda enquanto mordia o lábio inferior. Fiquei nervoso pra caralho, mas ela tava com pressa, só me disse que tinha um porta-cartão na mão dela, aquele que ela tinha antes, e que não sabia onde colocar, nos armários da academia não porque não tinha cadeado, então me pediu se eu podia deixar numa gaveta do meu escritório, o que obviamente aceitei. E assim ela deixou numa das minhas gavetas e foi embora. Assim que soube que ela tinha ido, corri pra gaveta pra olhar o porta-cartão dela.
Peguei ele e coloquei no meu nariz, fiquei cheirando e depois fechei meu escritório pra bater uma punheta gostosa com aquele calcinha dela enrolada no meu pau. Óbvio que não gozei nela porque ela ia perceber. Umas hora depois, minha mãe volta pra academia, e eu, surpreso, perguntei se o tal do Héctor tinha broxado, e ela respondeu que não, que quando tavam chegando no motel, deu uma emergência séria com o pai dele, ele passou mal, e ela teve que ir com ele, deixando ela aqui de novo. Ela me pediu se eu dava uma carona até o carro dela, eu falei que sim, mas quando a gente tava saindo, ela lembrou da calcinha e voltou pra pegar. Depois fomos embora. Quando a gente tava chegando no carro dela, a rua tava fechada uma quadra antes por causa de obra, então estacionei meu carro e decidi acompanhar minha mãe andando essa quadra. Quando a gente tava a uns 2 metros da porta do carro dela, vimos uma nota de 500 conto no chão. Os dois se abaixaram pra pegar, mas fui mais rápido e ganhei. Ela tentou brigar pela nota brincando. Apertei a nota com a mão direita e levantei o mais alto que pude, e ela, por ser mais baixa, não alcançava. Então, na tentativa de tirar de mim, ela me empurrou até minhas costas baterem na porta do carro dela, e ela ficou colada em mim, peito com peito. Eu mantinha minha mão pra cima, e ela disse que se eu não desse a nota, ela me mordia, e de fato me mordeu o ombro um pouco forte, mas a gente continuava brincando. Como eu não abaixava a mão, ela começou a morder mais e mais forte. Aí eu sabia que ali, juntos, tinha a chance de fazer alguma coisa, uma roçada, uma apalpada que não fosse óbvia. Então, com a mão esquerda, passei pelas costas dela até quase chegar no quadril e senti o fio que comprei por cima do vestido. Puxei pra cima, como se tivesse dando um calção chinês na bunduda da minha mãe. Ela me mordia e eu puxava. Só durei uns 5 segundos porque, pra ser sincero, a mordida tava doendo pra caralho. Falei pra ela que beleza, que ia dar a nota, mas que me soltasse, e ela topou. Quando ela se afastou um pouco, coloquei o dinheiro dentro de um dos bolsos da frente da calça. Tava usando uma jeans meio largona, com uns bolsos fundos. Falei que já tinha perdido a grana, que tava no meu bolso, mas ela meteu a mão na hora tentando puxar. E caiu na minha armadilha. Eu tenho a pica grande e, por ela estar perto, já tava meio dura. Quando ela enfiou a mão, sentiu ela direitinho, mas fez que nem viu, tirou a nota e deu um sorriso de quem venceu. Falei que parabéns, que ela dava trabalho, e ela só respondeu: "pra tu ver". Entrou no carro com um sorrisão no rosto. Foi embora e eu voltei pro trampo. Não conseguia parar de pensar no que tinha rolado. De noite, quando chego em casa, encontro minha mãe assim.
Ela me disse que ia ver o Héctor, mas que a amiga dela ia pegá-la pra meu pai não desconfiar de nada e depois ela ia com ele. Antes de ir, ela me falou: "Lembra do seu presente e como eu usei ele à tarde? Então, não dava pra usar de novo essa noite, então com os 500 conto eu comprei mais uns 3. Espero que o que você disse funcione" e foi embora.
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