Chegou uma mensagem, era ela. Surpreso, respondi com um "oi", já que fazia tempo que a gente não se falava. Ela tinha voltado pro relacionamento dela e a coisa tinha esfriado. Rapidinho a gente se atualizou, foto vai, foto vem, e ela me falou que no sábado ia comemorar o aniversário dela no GEO. Me disse: "Imagino que você vai, né!". Minha resposta foi um "sim" na lata. Era quarta-feira, então faltava... Chegou o sábado, chamei meu amigo Gustavo, e lá pelas 23h a gente chegou na balada. Tava todo mundo, os amigos e amigas dela, nas mesas. A gente cumprimentou, pediu umas cervejas, e aí ela apareceu. Tava linda, um vestidinho azul França colado no corpo, a raba explodindo, uma jaquetinha jeans, boca vermelha que me incendiava. A gente trocou olhares, sorriso cúmplice. Passou um tempo e sinto um abraço por trás, sinto peitos e um perfume que eu conhecia. Ela falou baixinho no meu ouvido: "Pensei a semana inteira que talvez você não viesse". Beijo no pescoço e um "obrigada". Ela foi, trouxe uma cadeira e sentou do meu lado. Mulher gostosa... A atitude dela era quase impossível não ficar olhando fixo. Apresentei o Gustavo pra ela, e ela rapidinho apresentou a gente pras amigas dela. Todas lindas, mas ela, sem dúvida, era uma gostosa. A gente bebeu, comeu, ela ia e vinha. O Gustavo tava doido com uma moreninha. Então eu ficava olhando as minas entrando, até que ela pega na minha mão e fala pra todo mundo: "Vamos dançar". Era minha primeira vez no GEO, pequenininho, básico, mas com um puta clima. A gente começou a dançar e ela, super sensual. Cerveja, Fernet, um espumante... Notei que a temperatura tava subindo. Cada vez que ela vinha pra onde a gente tava dançando, ficava mais e mais quente. Eu segurava a cintura dela, sentia a costura da calcinha fio dental. A gente se falava no ouvido, eu só dizia: "Quero te comer". Ela sorria pra mim e pegava na minha pica. Me olhou nos olhos, falou no meu ouvido: "Eu também quero te comer". Meu amigo Gustavo foi pra caminhonete dele e, de lá, me mandou uma mensagem pra eu encontrá-lo. Peguei a mão dela e falei: "Vamos". Ela, surpresa, meio bêbada, me seguiu. A gente foi de mãos dadas pra fora da balada. Eu comi ela gostoso. Encostei ela na parede e meti a mão no vestido dela, senti a calcinha fio dental encharcada, chupei meus dedos olhando nos olhos dela e saímos da balada. Andamos um quarteirão, tava louco, peguei no cu dela na esquina, puxei o cabelo dela e beijei a boca dela, ela só gemia. Fui pra caminhonete e o Gustavo tava no banco de trás, metendo forte na novinha, bati no vidro, ele nem se mexeu. Abriu o vidro, me passou a chave, subimos e perguntei pra onde vamos, ele disse "pro parque". Saímos sem rumo certo, não sabia pra onde ir. Andamos umas dez quadras e minha vontade de chupar aqueles peitos não aguentava mais. Procurei uma rua escura, parei a caminhonete e me joguei naqueles peitos, redondos, lindos, o mamilo marrom claro, pequenino, maravilhoso. Ela tava adorando, me apertava contra o peito dela. "Vamos pra um hotel", disse o Gustavo. "Não sei onde a gente tá", respondi. E a Cinthia, a aniversariante, falou: "Eu te guio." Coloquei o cinto e voltamos a andar. Umas duas quadras depois, tirei meu pau que tava explodindo, queria fuder ela, ela tava linda e puta. Ela começou a me bater uma com cara de desejo, de safada, e soltou o cinto e me chupou. Com uma paixão, nunca na vida me chuparam assim. Senti a maciez da boca dela, os dentes, a garganta, como ela usava as mãos. Muito longe, a melhor. A cara linda dela, bem puta, curtindo minha cara de entregue, de prazer. Chegamos no hotel, entramos, pagamos caro pra entrar os quatro. O Gustavo ficou um tempo na caminhonete, a gente desceu direto. Peguei ela pela cintura, pelo cabelo e levei pra parede, levantei o vestido dela, a bunda redonda, empinada, gorda, com uma calcinha fio dental preta que te explode a cabeça. Simplesmente puxei pra lado e meti, com dureza, com força, e o gemido de tesão dela me encantou. Ela empinou a bunda e colocou as mãos na parede, e do jeito que ela mexia aquele cu me fez gozar em minutos. Peguei ela pela mão e fomos pra cama, tirei a jaqueta dela, o vestido e a calcinha, empurrei ela na cama, abri as pernas dela e chupei a buceta dela, tava deliciosa, senti meu Porra, os sucos gostosos dela, aromas incríveis, luxúria... ela explodia de prazer, curtia cada beijo, sentia as pernas tremendo e os lábios se contraindo. Comecei a chupar a bunda dela e senti uma explosão de gemidos; ela me agarrou pelo cabelo e me puxou pra usar a buceta dela. Enfiei minha cara e senti o orgasmo dela, o corpo todo tremendo. Dei um beijinho e me deitei do lado, vendo ela se contorcer, curtindo a loucura daquela foda, de gozar com o tesão daquela noite. Juntos, ficamos abraçados esperando a petiza e o Gustavo... Continua!!!
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