Minha casamento foi conforme o planejado. Nenhum contratempo, exceto por um atraso do juiz de instrução que ia nos casar. Mas deu tudo certo. Muitos convidados, a maioria dos quais eu nem conhecia. Muita família da minha noiva, além de alguns do trabalho. A PAna, minha noiva, costumava beber quando saíamos, era o "vício" dela, como ela chamava. Ela tinha me prometido que tentaria parar quando casássemos, embora tivesse me pedido para deixá-la à vontade no casamento. Isso significava terminar completamente bêbada, como sempre que íamos a algum evento especial. Aquela noite ia ser memorável, a bebedeira, quero dizer. A Ana não tinha parado de beber champanhe e vinho, e agora já estava nos drinks. Ela dizia que só bebia coisa de qualidade, pra mim era tudo álcool e mais álcool. — Ana, por que você não para agora, amor, que a gente não vai conseguir aproveitar a noite — falei, insinuando que queria que ela estivesse minimamente lúcida na hora do sexo. — Me deixa, bucetão, que é meu casamento... — Já era tarde. — Tô passando mal, querido... — E com um gesto como se fosse vomitar, ela me olhou pedindo ajuda. Tirei ela da pista de dança e fomos para os banheiros. Um banheiro grande com cabines pequenas, sabe, pra fazer o número dois. Entramos numa dessas e ela se ajoelhou, inclinando a cabeça em direção ao vaso. Nada aconteceu. — Você tá bem, meu amor? — perguntei preocupado. — Claro que tô bem, por que não estaria? — ela disse com um ar indignado. Aí eu percebi que aquilo não ia mudar. Ela não ia parar de beber. Eu tinha me casado com ela e com o álcool. — Olha, já que tô aqui... — E colocando a mão na minha calça, ela abaixou o zíper. — Mas o que você tá fazendo? — perguntei incrédulo. "Ela estava prestes a vomitar e agora queria me chupar?!", lembro de ter pensado. Ela nem respondeu. Tirou meu pau ainda mole e enfiou na boca. Ela chupava sem controle. Não era desagradável, mas também não me agradava muito. Desajeitada, o pau escapava da boca dela. Eu fiquei duro, mas por reflexo, mais do que por prazer. Ela fazia com avidez. e enfiava até a garganta. Se comportava como uma putinha. -Você gosta disso, seu safado?- Ela disse, mostrando a língua e lambendo todo o meu pau. Enfiou de novo na boca com vontade de devorar e, quando eu começava a sentir algo, ela vomitou. Quase vomitou em cima de mim, mas se afastou a tempo. Ajudei segurando a cabeça dela. Enquanto ela terminava, fui pra sala pedir ajuda. Lá vi a Rocío... acho, uma prima da Ana que eu não conhecia, mas tinham me apresentado naquela manhã. O pai dela a convidou. Tanto faz, era família. -Desculpa, pode me ajudar? É que a Ana não tá bem- -Claro, cadê ela?- Perguntou com voz surpresa. Era alta, morena e chamativa. Uma mulher de respeito, como meu pai diria. Peguei na mão dela pra indicar o caminho. Tinha umas mãos fortes. -No banheiro- Quando chegamos, o cenário era deprimente. A Ana tava dormindo em cima da privada. -Ana! Ana! Acorda- Ela quase não se mexeu. -Você se importa se a gente subir ela junto pro quarto? Acho melhor ela deitar e dormir- perguntei. -Não, claro. Vamos- E eu e a prima pegamos ela e levantamos. A Ana virou, abriu os olhos, olhou pra um e pra outro e, olhando pra ela, disse algo como João... -Rocío, consegue chegar no quarto? Ela não tá ajudando muito, como sempre- -Sofia, meu nome é Sofia, e sim, não se preocupa, consigo, se meus saltos deixarem- Ela disse sorrindo. Era gostosa, muito gostosa, com uns olhos castanhos bem marcados, não sei se por causa da maquiagem.
Com certa dificuldade, chegamos ao quarto, que por ser a suíte nupcial, era enorme. Com dois ambientes. Entramos no que era o dormitório em si e, como conseguimos, deixamos a Ana ali. Tiramos parte do vestido dela e a cobrimos. O cheiro de vômito era... enfim, vocês podem imaginar. O cabelo dela estava suado, provavelmente do esforço. Com aquela mulher eu tinha me casado. Essa ideia não parava de se repetir na minha cabeça. — Acho que assim ela vai dormir bem — falei, olhando para a Ana. — Não se preocupa, amanhã ela não vai lembrar de nada — e ela me sorriu com doçura. — Olha, não quero voltar pra festa, tô cansado e meio triste. Então, se não se importa, vou ficar aqui, espero que me desculpe — expliquei enquanto saíamos do quarto, separado por um grande arco da sala da suíte. — Me desculpar por quê? — ela perguntou — Por não me acompanhar lá embaixo? — e com um gesto de mão, ela minimizou. — Fica tranquilo, eu já tava pensando em tomar a última no meu quarto — respondeu. — Bom, se quiser, te convido pra última. O bar da suíte é bem equipado — Ela pareceu pensar e pesar as opções. — Bom, pra mim tanto faz, aqui ou no meu quarto — disse e se sentou no sofá. — Assim não tomo sozinha — — Eu também ia tomar sozinho — falei — E olha que sou casado... — — Puxa, não pareceu muito feliz — ela disse. — Desculpa me intrometer onde não sou chamada — — É que não quero que minhas noites terminem assim toda vez que sairmos — falei, apontando pra cama e pra Ana. — Você já sabia com quem tava casando. Ela sempre foi assim — — É sua prima, né? — — Prima distante, na verdade — respondeu. Eu levantei uma garrafa de gin, mostrando minha escolha, e ela concordou sem hesitar. Servi duas doses de gin com gelo, puro. Me aproximei dela e estendi o copo, enquanto admirava suas pernas longas, que pareciam brotar daquele vestido apertado. — Nós crescemos juntas no interior. Antes éramos mais próximas, mas alguma coisa aconteceu e perdemos contato — Não quis perguntar sobre essa coisa. Me pareceu que não queria falar sobre isso.
— Ela me prometeu que ia largar ele — respondi, olhando de soslaio pra cama. — Não leva a mal, mas isso ela já prometeu antes — disse ela, bebendo do copo — Você não é o primeiro, embora seja o mais gostoso. "Ehh!" pensei, pareceu um flerte. Mas reagi rápido, homem vê flerte onde não tem, mesmo ela sorrindo bem docemente. — Obrigado, Sofia. Levo como um elogio vindo de uma mina como você — falei, admirando a beleza dela. — Como assim "como eu"? — perguntou de repente, parecendo bem puta. — Eh... bom, não fica brava. Tô falando de uma mulher tão gata. Pra mim não é normal receber elogio tão direto de uma mulher do seu nível — apontei pro corpo dela, tipo admirado. — Tá falando sério? — perguntou, ainda tensa. — Claro, por que eu ia mentir? — respondi. — É que a Ana não te contou nada sobre mim? — perguntou ela, já mais calma. — Então, ela comentou algo quando viu a lista de convidados que o pai dela passou. A Ana e o pai discutiram por causa de alguns convidados que ela não queria. Sofia era uma delas. — Sabia que ela não tinha me convidado — disse ela, sorrindo — Desculpa, mas é história velha. Então, cê me acha uma mulher bonita? — Eh... sim. Não me interpreta mal. Amo a Ana, mas tenho olhos e o que vejo é uma mulher com um corpo do caralho. E enquanto falava, percebi que talvez tivesse passando do ponto. Que não era só eu falando, mas o álcool me soltando. — Mmm, obrigada. Raramente a gente recebe uns elogios assim — respondeu. — Sinceramente, fiquei surpresa quando te vi, a Ana não costuma ter tão bom gosto com homem — disse ela, me olhando de cima a baixo. Me senti observado e analisado. — Agora vejo que ela pode ter te enganado pelo jeito bonzinho que você é — falou, olhando nos meus olhos. Chegou perto de mim, pegou o copo da minha mão e disse: — Quer que eu te sirva outro? Preciso me refrescar que isso tá esquentando. Os lábios vermelhos e brilhantes dela falavam a poucos centímetros do meu rosto. Os olhos dela olhavam pra minha boca. Eu gaguejei. — Eh... sim, bota outro... obrigado — Ela se virou e foi. Levantei e, hipnotizado, não consegui tirar os olhos do corpo dela, que se contorcia na minha frente. Um ronco ao fundo me lembrou que eu era casado e que minha mulher dormia a poucos metros. — Não se preocupa, ela dorme e não vai acordar até amanhã — Eu estava olhando para a cama por cima do encosto do sofá quando Sofia falou bem perto de mim. Me virei e lá estava ela, de pé ao meu lado, me oferecendo meu copo. — Obrigado, Sofia. — De nada, gato — E ela se sentou no sofá, dessa vez bem mais perto de mim. Eu estava nervoso. Era pra eu passar a noite com minha mulher, mas ela estava, mais uma vez, podre de bêbada na cama. Roncando. — Essa noite devia ser especial pra você — Sofia disse, como se tivesse lido minha mente. — Vamos brindar? — Falou, erguendo um pouco aquele copo pesado, cheio de gim, que já começava a fazer efeito. — Por uma noite especial! — E bebeu, trocando um olhar penetrante comigo. Fiquei ainda mais nervoso. Não, não podia estar me provocando, ela era prima da minha mulher e ainda estávamos no mesmo quarto que ela. — Mas não é, especial, quero dizer — Falei depois de tomar um gole de gim. — Ali está minha mulher... — Apontei com o olhar o vulto na cama. — Não é porque você não quer que seja — E, se aproximando, passou um dedo na minha bochecha. Tava claro que ela tava me dando mole, mas "eu não podia fazer nada ali, Ana estava do outro lado do quarto", eu não parava de repetir isso pra mim mesmo. Sem que eu esperasse, ela chegou mais perto e me deu um beijo suave nos lábios. Eu não me afastei. Sorrindo ao notar meu nervosismo, me deu outro, mais longo, enquanto deslizava a mão no meu pau. Me deixei levar e abri a boca pra oferecer minha língua, que ela pegou com vontade. Nossas bocas se abriram num beijo apaixonado. Fazia tempo que não me beijavam assim. Ana já não me beijava mais daquele jeito. As carícias dela no meu pau, que crescia a cada instante, se intensificaram. Nosso beijo se prolongou e minhas mãos já seguravam o rosto dela. de forma delicada. Ela gemia baixinho, e eu já nem pensava mais.
Um barulho vindo da cama me tirou da concentração. Parei o beijo e virei a cabeça na direção da cama. Nós dois fizemos isso. — Ela não vai acordar, pode ficar tranquilo. Bebeu o suficiente pra derrubar um elefante — disse Sofia, enquanto delicadamente, com um dedo, virava meu rosto de volta pra ela me olhar. — Vou te dar a noite de núpcias que você deveria ter tido — e depois de dizer isso, me beijou de novo. Eu nunca tinha traído nenhuma das minhas parceiras, mas é claro, nenhuma delas tinha terminado a noite de núpcias na cama bêbada. Ela continuava me beijando. Chupava meu pescoço enquanto esfregava meu pau, pra voltar à minha boca e meter a língua. Por causa dos beijos e das carícias, minha rola começava a ficar apertada dentro da calça. Ela percebeu. E se ajoelhou na minha frente. Sentado onde estava no sofá, eu tinha uma vista incrível do decote dela. Não tinha peitos muito grandes, mas o colo dela era hipnótico. Ela desabotoou devagar a calça do meu terno e puxou minha rola já dura. Puxou ela e a cueca, me deixando nu da cintura pra baixo. — Aproveita e não pensa em nada — Ela jogou a longa e lisa melena preta pro lado com um gesto simples e, com a mão direita, agarrou meu membro, acariciando ele suavemente. Com a outra mão, virou o copo num gole longo e, sem dizer mais nada, engoliu minha rola, que desapareceu na boca dela. Um gemido escapou de mim, tentei abafar, mas não consegui. Ela me olhou e meio que sorriu sem tirar meu pau da boca. O vestido justo azul elétrico dela destacava a pele branca. Enquanto os lábios deslizavam pelo meu pau num sobe e desce repetitivo, eu pensava que ela tinha um corpo lindo e estava muito bem maquiada. Não parava de me perguntar como uma mulher daquelas tinha querido transar comigo. A melena preta dela não me deixava ver direito como ela fazia, então, com cuidado e suavidade, afastei. Ela me olhou sem tirar minha rola da boca e sorriu. Brincava com a língua na minha glande e metia de novo. Para por uns às vezes engolir meu pau inteiro. Era uma verdadeira profissional. Que boquete ela estava me dando. Parte da haste do meu pau estava avermelhada pelos restos de batom que ela deixou naquele sobe e desce frenético. Eu cada vez pensava menos que minha mulher estava na cama ao lado. — Ahhh, mmmm — escapavam gemidos que eu tentava silenciar, mas era impossível. — Vejo que você gosta do que eu faço — ela sussurrou com um sorriso diabólico. Deus! Que gostosa, como aquela mulher me excitava! — Você faz incrivelmente bem — respondi enquanto ela retomava o boquete. — Mmmm, continua, por favor... — Eu tirava ele e esfregava no decote dela. Gotinhas de saliva misturadas com líquido pré-seminal encharcavam o vestido dela, mas ela não ligava. De vez em quando, tirava ele da boca, deixava cair um pouco de saliva pra lubrificar e me masturbava um pouco. Com a outra mão, acariciava meu ânus sem enfiar o dedo, de leve. Eu gostava, mesmo sendo a primeira vez que faziam isso comigo. — Se continuar, eu vou gozar... Sofia — falei baixinho pra só ela ouvir.
— E a gente não quer isso ainda, né? — perguntou ela sorrindo. — Tenho que te contar uma coisa que talvez você não goste — falou enquanto se levantava. Eu não fazia ideia do que era. — Tem certeza que a Ana nunca falou de mim pra você? — Certeza. Eu lembraria — respondi sinceramente. Não sabia do que ela tava falando. Ela devagarzinho puxou as alças do vestido pra baixo. Puxou tudo e mostrou uns peitos firmes e redondos. Não tava usando sutiã. Eu não conseguia tirar os olhos deles. Eram incrivelmente redondos e os biquinhos escuros estavam mais que durinhos. — Cê gostou? — perguntou enquanto continuava descendo o vestido.
- São lindos - respondi sem jeito. Finalmente, ela empurrou o vestido para baixo e revelou uma calcinha fio-dental preta que combinava com o cabelo dela, que agora cobria levemente os peitos. Nossa, que corpaço! Tava ficando louco!
— Víctor, não sou o que você espera, mas espero não te assustar — Fiz cara de confuso, porque estava mesmo. Ela sentou no meu colo de pernas abertas e me beijou de novo. Pegou minhas mãos e as colocou sobre os peitos redondos dela. Não sabia do que ela tava falando, até que ela tirou a tanga e um pênis brilhante e meio mole apareceu na minha frente. Fiquei olhando pra ele e só consegui dizer: — Mas é impossível. Você é uma mulher. — Ela (ou ele) não gostou muito dessa resposta. — Vejo que não gostou do que viu. — Como única resposta, eu aproximei uma mão e acariciei o pênis. O que tava acontecendo comigo? Eu não gosto de homens, mas claro, eu via a Sofia como uma mulher, mesmo sabendo que ela tinha pênis. — Você me surpreendeu, só isso. Não esperava por isso. Não é que eu não goste — expliquei olhando nos olhos dela, embora meu olhar escapasse pro pênis de vez em quando. — Não quero que você vá, eu gosto de você — falei sendo sincero, deslizando minha mão por aquela rola tímida. — Tem certeza que quer que eu fique? — Ela disse. — Não quero que faça por pena — completou com um olhar furioso. — Cara, não, pena de quê? — falei, percebendo que estávamos falando alto demais pra situação. Admirando o corpo dela, disse: — Você é a mulher mais gostosa com quem já estive, e o que você acabou de me mostrar não muda isso — falei admirando a rola pequena dela. — Bom, um pouco, mas continuo te vendo como o que você é pra mim: uma mulher — falei, me surpreendendo com a minha própria lábia. — Então, quer continuar? — Ela perguntou. — Sim, vem comigo — puxei ela pra perto. Nos beijamos de novo, com mais tesão do que antes. O pênis dela descansava na minha barriga. Dava pra sentir os ovos também. Quando nos separamos e levantei o olhar, vi que ela continuava sendo a mesma mulher linda que tinha me beijado há pouco, então beijei de novo. Nos perdemos numa troca de saliva. Ela chupava minha língua e eu brincava com a dela. — Quero que você me coma — ela sussurrou no meu ouvido. — Quero sentir você dentro de mim — e começou a beijar meu pescoço. Inteiro. O conjunto me dava muito tesão. Não sei por quê, mas não sentia nojo nem rejeição em ter um pau na minha barriga. As palavras dela tinham surtido efeito e meu pau voltou à ação. — Mmmm, como eu sinto ele. Ficou duro de novo — Ela mesma pegou no meu pau e apontou pra bunda dela. — Devagar, amor, por favor — Ela disse e, aos poucos, entrou sem dificuldade. Ela foi literalmente se sentando no meu pau enquanto enfiava ele no cu dela. — Ahhh, que prazer, meu Deus... — Ela gemeu enquanto começava a se mexer. Os quadris dela iam pra frente e pra trás, marcando o ritmo. O pau dela ficou quase duro. Eu olhava pra ela e pensava em pegá-la, em acariciá-la, do jeito que eu gostaria que fizessem comigo, mas não me decidia. Sofia estava em êxtase. Jogava a cabeça pra trás enquanto me montava. — Amor, que pau você tem, é perfeito pra minha bucetinha de trás — Ela disse. Finalmente me decidi e agarrei com firmeza o pau dela e comecei a bater uma punheta pra ela.
— Ahhh, por favor não para. Continua tocando na minha buceta — ela dizia, se referindo ao próprio pau. Não era muito grande, mas também não era pequeno. Ao mesmo tempo, o meu penetrava a bunda apertada da Sofia, o que me deixava louco. — Ehh, aaaaaaafferffrf — soou a voz da Ana da cama. Sofia, exatamente como estava, se abaixou o mais rápido que pôde. — Ela levantou a cabeça... — sussurrou no meu ouvido. — Não responde — disse. O encosto do sofá nos servia de esconderijo. Ela não podia nos ver. Sofia, ainda colada em mim, começou a se mover de novo. O pau dela, pressionado entre nossos estômagos, deslizava ali a cada vai e vem dela. Ela gemia no meu ouvido. — Se continuar assim, vou gozar, amor — Então goza, não me importo — Ela me olhou e me beijou para abafar os gemidos. Senti um líquido morno manchando nossos corpos. Ela enfiava a língua na minha boca e me comia mais rápido. O gozo dela se espalhava a cada movimento. Eu não aguentava mais. Ia gozar também. — Também vou gozar — Goza dentro, amor. Enche minha bunda de porra — ela disse sem se levantar, com medo de que a Ana ainda estivesse olhando. Nossos gemidos viravam sussurros e nossas enfiadas, meros balanços. — Ahh, sinto sua porra dentro de mim! Aproveita! Goza! — O orgasmo que me veio foi um dos mais intensos que já tive. Meu pau pulsava dentro da bunda da Sofia. O sêmen... o sêmen dela começava a escorrer pela lateral. Ela enfiava a língua na minha boca e nossos lábios se entrelaçavam num frenesi desesperado. Eu agarrava a bunda dela e apertava forte contra mim. Ela gemia baixinho. Os peitos dela, duros, se apertavam contra meu peito. Ficamos assim por um bom tempo, nos beijando, nos tocando, nos apertando. Não queríamos nos separar. Tínhamos curtido muito os dois e queríamos mais. Ela levantou um pouco a cabeça. E viu que a Ana ainda estava dormindo. E estava. Levantamos devagar e fomos para o banheiro. Lá, fechamos a porta e nos beijamos de novo. Nus, com nossos paus ainda meio duros. — Sinto sua porra escorrendo de mim — Ela agarrou minha rola pra fazer uma punheta tímida. —Não, não, não, por favor — falei, afastando a mão dela com delicadeza. —Tá muito sensível. Olhei pra baixo e me deliciei com o que vi. Ela tava toda depilada, e da sua figura feminina aparecia o pau médio dela. —Tá olhando o quê? — ela perguntou, me encarando. —Sua figura incrível... e seu pau — falei, sorrindo. —É minha bucetinha — ela disse, sorrindo, e me beijou de novo. Eu agarrei a bunda dela e apertei contra mim. Quando nos separamos, percebemos que estávamos grudados pelo esperma dela. —Melhor eu me limpar — ela disse. Pegou uma toalha, molhou e limpou a barriga e o estômago. Depois se vestiu. Eu não parava de admirar a beleza e o corpo dela. O pau dela me deixava hipnotizado. Ela era linda por inteiro. —Não acreditei que você ia pedir pra gente continuar — ela disse enquanto terminava de se vestir. —Você foi safada. Devia ter me contado desde o começo — falei. —Justo. —Você teria transado comigo se eu tivesse contado? — ela perguntou. —Nunca vai saber — respondi. Observei ela colocar o vestido e arrumar o cabelo enquanto se olhava no espelho. —Preciso ir, me acompanha até a porta? — E estendendo a mão, pediu que eu a levasse até a porta da suíte. Saímos do banheiro e caminhamos em silêncio pela sala até a porta do quarto, de mãos dadas. Ainda não acreditava: tinha comido a prima trans. —Vou te ver de novo? — perguntei. —Nossa, isso é uma surpresa. Você quer me ver de novo? — ela disse com cara de incredulidade. —Já tô morrendo de vontade — falei, e agarrando ela pela cintura, puxei pra perto e nos fundimos em outro beijo. Apaixonado e carinhoso ao mesmo tempo. —Ainda vou ficar mais dois dias no hotel. A gente reservou a suíte até segunda. —Eu sei, eu também fico mais uma noite. O casamento coincidiu com o aniversário do vô e eles quiseram aproveitar — ela disse, acariciando meu rosto. —Lembra que eu também sou da família — disse, rindo. E me beijou de novo. —Depende de você se quer me ver. Tchau, querido, que Durma bem — Ele me beijou na boca e saiu do quarto sem dizer mais nada. O que estava acontecendo comigo? Acabava de trair minha mulher na frente dela, praticamente, e agora queria fazer de novo. Não estava apaixonado, ou pelo menos era o que eu pensava. Ana não ia parar de beber. Não via futuro nenhum no meu casamento, se as coisas não mudassem. Andei pela suíte nervoso e excitado ao mesmo tempo pelo que acabara de fazer. Meu olhar foi para a cama onde minha mulher descansava, tão bêbada que nem percebeu que eu tinha botado chifre nela na frente dela. Que casamento me esperava.
Com certa dificuldade, chegamos ao quarto, que por ser a suíte nupcial, era enorme. Com dois ambientes. Entramos no que era o dormitório em si e, como conseguimos, deixamos a Ana ali. Tiramos parte do vestido dela e a cobrimos. O cheiro de vômito era... enfim, vocês podem imaginar. O cabelo dela estava suado, provavelmente do esforço. Com aquela mulher eu tinha me casado. Essa ideia não parava de se repetir na minha cabeça. — Acho que assim ela vai dormir bem — falei, olhando para a Ana. — Não se preocupa, amanhã ela não vai lembrar de nada — e ela me sorriu com doçura. — Olha, não quero voltar pra festa, tô cansado e meio triste. Então, se não se importa, vou ficar aqui, espero que me desculpe — expliquei enquanto saíamos do quarto, separado por um grande arco da sala da suíte. — Me desculpar por quê? — ela perguntou — Por não me acompanhar lá embaixo? — e com um gesto de mão, ela minimizou. — Fica tranquilo, eu já tava pensando em tomar a última no meu quarto — respondeu. — Bom, se quiser, te convido pra última. O bar da suíte é bem equipado — Ela pareceu pensar e pesar as opções. — Bom, pra mim tanto faz, aqui ou no meu quarto — disse e se sentou no sofá. — Assim não tomo sozinha — — Eu também ia tomar sozinho — falei — E olha que sou casado... — — Puxa, não pareceu muito feliz — ela disse. — Desculpa me intrometer onde não sou chamada — — É que não quero que minhas noites terminem assim toda vez que sairmos — falei, apontando pra cama e pra Ana. — Você já sabia com quem tava casando. Ela sempre foi assim — — É sua prima, né? — — Prima distante, na verdade — respondeu. Eu levantei uma garrafa de gin, mostrando minha escolha, e ela concordou sem hesitar. Servi duas doses de gin com gelo, puro. Me aproximei dela e estendi o copo, enquanto admirava suas pernas longas, que pareciam brotar daquele vestido apertado. — Nós crescemos juntas no interior. Antes éramos mais próximas, mas alguma coisa aconteceu e perdemos contato — Não quis perguntar sobre essa coisa. Me pareceu que não queria falar sobre isso.
— Ela me prometeu que ia largar ele — respondi, olhando de soslaio pra cama. — Não leva a mal, mas isso ela já prometeu antes — disse ela, bebendo do copo — Você não é o primeiro, embora seja o mais gostoso. "Ehh!" pensei, pareceu um flerte. Mas reagi rápido, homem vê flerte onde não tem, mesmo ela sorrindo bem docemente. — Obrigado, Sofia. Levo como um elogio vindo de uma mina como você — falei, admirando a beleza dela. — Como assim "como eu"? — perguntou de repente, parecendo bem puta. — Eh... bom, não fica brava. Tô falando de uma mulher tão gata. Pra mim não é normal receber elogio tão direto de uma mulher do seu nível — apontei pro corpo dela, tipo admirado. — Tá falando sério? — perguntou, ainda tensa. — Claro, por que eu ia mentir? — respondi. — É que a Ana não te contou nada sobre mim? — perguntou ela, já mais calma. — Então, ela comentou algo quando viu a lista de convidados que o pai dela passou. A Ana e o pai discutiram por causa de alguns convidados que ela não queria. Sofia era uma delas. — Sabia que ela não tinha me convidado — disse ela, sorrindo — Desculpa, mas é história velha. Então, cê me acha uma mulher bonita? — Eh... sim. Não me interpreta mal. Amo a Ana, mas tenho olhos e o que vejo é uma mulher com um corpo do caralho. E enquanto falava, percebi que talvez tivesse passando do ponto. Que não era só eu falando, mas o álcool me soltando. — Mmm, obrigada. Raramente a gente recebe uns elogios assim — respondeu. — Sinceramente, fiquei surpresa quando te vi, a Ana não costuma ter tão bom gosto com homem — disse ela, me olhando de cima a baixo. Me senti observado e analisado. — Agora vejo que ela pode ter te enganado pelo jeito bonzinho que você é — falou, olhando nos meus olhos. Chegou perto de mim, pegou o copo da minha mão e disse: — Quer que eu te sirva outro? Preciso me refrescar que isso tá esquentando. Os lábios vermelhos e brilhantes dela falavam a poucos centímetros do meu rosto. Os olhos dela olhavam pra minha boca. Eu gaguejei. — Eh... sim, bota outro... obrigado — Ela se virou e foi. Levantei e, hipnotizado, não consegui tirar os olhos do corpo dela, que se contorcia na minha frente. Um ronco ao fundo me lembrou que eu era casado e que minha mulher dormia a poucos metros. — Não se preocupa, ela dorme e não vai acordar até amanhã — Eu estava olhando para a cama por cima do encosto do sofá quando Sofia falou bem perto de mim. Me virei e lá estava ela, de pé ao meu lado, me oferecendo meu copo. — Obrigado, Sofia. — De nada, gato — E ela se sentou no sofá, dessa vez bem mais perto de mim. Eu estava nervoso. Era pra eu passar a noite com minha mulher, mas ela estava, mais uma vez, podre de bêbada na cama. Roncando. — Essa noite devia ser especial pra você — Sofia disse, como se tivesse lido minha mente. — Vamos brindar? — Falou, erguendo um pouco aquele copo pesado, cheio de gim, que já começava a fazer efeito. — Por uma noite especial! — E bebeu, trocando um olhar penetrante comigo. Fiquei ainda mais nervoso. Não, não podia estar me provocando, ela era prima da minha mulher e ainda estávamos no mesmo quarto que ela. — Mas não é, especial, quero dizer — Falei depois de tomar um gole de gim. — Ali está minha mulher... — Apontei com o olhar o vulto na cama. — Não é porque você não quer que seja — E, se aproximando, passou um dedo na minha bochecha. Tava claro que ela tava me dando mole, mas "eu não podia fazer nada ali, Ana estava do outro lado do quarto", eu não parava de repetir isso pra mim mesmo. Sem que eu esperasse, ela chegou mais perto e me deu um beijo suave nos lábios. Eu não me afastei. Sorrindo ao notar meu nervosismo, me deu outro, mais longo, enquanto deslizava a mão no meu pau. Me deixei levar e abri a boca pra oferecer minha língua, que ela pegou com vontade. Nossas bocas se abriram num beijo apaixonado. Fazia tempo que não me beijavam assim. Ana já não me beijava mais daquele jeito. As carícias dela no meu pau, que crescia a cada instante, se intensificaram. Nosso beijo se prolongou e minhas mãos já seguravam o rosto dela. de forma delicada. Ela gemia baixinho, e eu já nem pensava mais.
Um barulho vindo da cama me tirou da concentração. Parei o beijo e virei a cabeça na direção da cama. Nós dois fizemos isso. — Ela não vai acordar, pode ficar tranquilo. Bebeu o suficiente pra derrubar um elefante — disse Sofia, enquanto delicadamente, com um dedo, virava meu rosto de volta pra ela me olhar. — Vou te dar a noite de núpcias que você deveria ter tido — e depois de dizer isso, me beijou de novo. Eu nunca tinha traído nenhuma das minhas parceiras, mas é claro, nenhuma delas tinha terminado a noite de núpcias na cama bêbada. Ela continuava me beijando. Chupava meu pescoço enquanto esfregava meu pau, pra voltar à minha boca e meter a língua. Por causa dos beijos e das carícias, minha rola começava a ficar apertada dentro da calça. Ela percebeu. E se ajoelhou na minha frente. Sentado onde estava no sofá, eu tinha uma vista incrível do decote dela. Não tinha peitos muito grandes, mas o colo dela era hipnótico. Ela desabotoou devagar a calça do meu terno e puxou minha rola já dura. Puxou ela e a cueca, me deixando nu da cintura pra baixo. — Aproveita e não pensa em nada — Ela jogou a longa e lisa melena preta pro lado com um gesto simples e, com a mão direita, agarrou meu membro, acariciando ele suavemente. Com a outra mão, virou o copo num gole longo e, sem dizer mais nada, engoliu minha rola, que desapareceu na boca dela. Um gemido escapou de mim, tentei abafar, mas não consegui. Ela me olhou e meio que sorriu sem tirar meu pau da boca. O vestido justo azul elétrico dela destacava a pele branca. Enquanto os lábios deslizavam pelo meu pau num sobe e desce repetitivo, eu pensava que ela tinha um corpo lindo e estava muito bem maquiada. Não parava de me perguntar como uma mulher daquelas tinha querido transar comigo. A melena preta dela não me deixava ver direito como ela fazia, então, com cuidado e suavidade, afastei. Ela me olhou sem tirar minha rola da boca e sorriu. Brincava com a língua na minha glande e metia de novo. Para por uns às vezes engolir meu pau inteiro. Era uma verdadeira profissional. Que boquete ela estava me dando. Parte da haste do meu pau estava avermelhada pelos restos de batom que ela deixou naquele sobe e desce frenético. Eu cada vez pensava menos que minha mulher estava na cama ao lado. — Ahhh, mmmm — escapavam gemidos que eu tentava silenciar, mas era impossível. — Vejo que você gosta do que eu faço — ela sussurrou com um sorriso diabólico. Deus! Que gostosa, como aquela mulher me excitava! — Você faz incrivelmente bem — respondi enquanto ela retomava o boquete. — Mmmm, continua, por favor... — Eu tirava ele e esfregava no decote dela. Gotinhas de saliva misturadas com líquido pré-seminal encharcavam o vestido dela, mas ela não ligava. De vez em quando, tirava ele da boca, deixava cair um pouco de saliva pra lubrificar e me masturbava um pouco. Com a outra mão, acariciava meu ânus sem enfiar o dedo, de leve. Eu gostava, mesmo sendo a primeira vez que faziam isso comigo. — Se continuar, eu vou gozar... Sofia — falei baixinho pra só ela ouvir.
— E a gente não quer isso ainda, né? — perguntou ela sorrindo. — Tenho que te contar uma coisa que talvez você não goste — falou enquanto se levantava. Eu não fazia ideia do que era. — Tem certeza que a Ana nunca falou de mim pra você? — Certeza. Eu lembraria — respondi sinceramente. Não sabia do que ela tava falando. Ela devagarzinho puxou as alças do vestido pra baixo. Puxou tudo e mostrou uns peitos firmes e redondos. Não tava usando sutiã. Eu não conseguia tirar os olhos deles. Eram incrivelmente redondos e os biquinhos escuros estavam mais que durinhos. — Cê gostou? — perguntou enquanto continuava descendo o vestido.
- São lindos - respondi sem jeito. Finalmente, ela empurrou o vestido para baixo e revelou uma calcinha fio-dental preta que combinava com o cabelo dela, que agora cobria levemente os peitos. Nossa, que corpaço! Tava ficando louco!
— Víctor, não sou o que você espera, mas espero não te assustar — Fiz cara de confuso, porque estava mesmo. Ela sentou no meu colo de pernas abertas e me beijou de novo. Pegou minhas mãos e as colocou sobre os peitos redondos dela. Não sabia do que ela tava falando, até que ela tirou a tanga e um pênis brilhante e meio mole apareceu na minha frente. Fiquei olhando pra ele e só consegui dizer: — Mas é impossível. Você é uma mulher. — Ela (ou ele) não gostou muito dessa resposta. — Vejo que não gostou do que viu. — Como única resposta, eu aproximei uma mão e acariciei o pênis. O que tava acontecendo comigo? Eu não gosto de homens, mas claro, eu via a Sofia como uma mulher, mesmo sabendo que ela tinha pênis. — Você me surpreendeu, só isso. Não esperava por isso. Não é que eu não goste — expliquei olhando nos olhos dela, embora meu olhar escapasse pro pênis de vez em quando. — Não quero que você vá, eu gosto de você — falei sendo sincero, deslizando minha mão por aquela rola tímida. — Tem certeza que quer que eu fique? — Ela disse. — Não quero que faça por pena — completou com um olhar furioso. — Cara, não, pena de quê? — falei, percebendo que estávamos falando alto demais pra situação. Admirando o corpo dela, disse: — Você é a mulher mais gostosa com quem já estive, e o que você acabou de me mostrar não muda isso — falei admirando a rola pequena dela. — Bom, um pouco, mas continuo te vendo como o que você é pra mim: uma mulher — falei, me surpreendendo com a minha própria lábia. — Então, quer continuar? — Ela perguntou. — Sim, vem comigo — puxei ela pra perto. Nos beijamos de novo, com mais tesão do que antes. O pênis dela descansava na minha barriga. Dava pra sentir os ovos também. Quando nos separamos e levantei o olhar, vi que ela continuava sendo a mesma mulher linda que tinha me beijado há pouco, então beijei de novo. Nos perdemos numa troca de saliva. Ela chupava minha língua e eu brincava com a dela. — Quero que você me coma — ela sussurrou no meu ouvido. — Quero sentir você dentro de mim — e começou a beijar meu pescoço. Inteiro. O conjunto me dava muito tesão. Não sei por quê, mas não sentia nojo nem rejeição em ter um pau na minha barriga. As palavras dela tinham surtido efeito e meu pau voltou à ação. — Mmmm, como eu sinto ele. Ficou duro de novo — Ela mesma pegou no meu pau e apontou pra bunda dela. — Devagar, amor, por favor — Ela disse e, aos poucos, entrou sem dificuldade. Ela foi literalmente se sentando no meu pau enquanto enfiava ele no cu dela. — Ahhh, que prazer, meu Deus... — Ela gemeu enquanto começava a se mexer. Os quadris dela iam pra frente e pra trás, marcando o ritmo. O pau dela ficou quase duro. Eu olhava pra ela e pensava em pegá-la, em acariciá-la, do jeito que eu gostaria que fizessem comigo, mas não me decidia. Sofia estava em êxtase. Jogava a cabeça pra trás enquanto me montava. — Amor, que pau você tem, é perfeito pra minha bucetinha de trás — Ela disse. Finalmente me decidi e agarrei com firmeza o pau dela e comecei a bater uma punheta pra ela.
— Ahhh, por favor não para. Continua tocando na minha buceta — ela dizia, se referindo ao próprio pau. Não era muito grande, mas também não era pequeno. Ao mesmo tempo, o meu penetrava a bunda apertada da Sofia, o que me deixava louco. — Ehh, aaaaaaafferffrf — soou a voz da Ana da cama. Sofia, exatamente como estava, se abaixou o mais rápido que pôde. — Ela levantou a cabeça... — sussurrou no meu ouvido. — Não responde — disse. O encosto do sofá nos servia de esconderijo. Ela não podia nos ver. Sofia, ainda colada em mim, começou a se mover de novo. O pau dela, pressionado entre nossos estômagos, deslizava ali a cada vai e vem dela. Ela gemia no meu ouvido. — Se continuar assim, vou gozar, amor — Então goza, não me importo — Ela me olhou e me beijou para abafar os gemidos. Senti um líquido morno manchando nossos corpos. Ela enfiava a língua na minha boca e me comia mais rápido. O gozo dela se espalhava a cada movimento. Eu não aguentava mais. Ia gozar também. — Também vou gozar — Goza dentro, amor. Enche minha bunda de porra — ela disse sem se levantar, com medo de que a Ana ainda estivesse olhando. Nossos gemidos viravam sussurros e nossas enfiadas, meros balanços. — Ahh, sinto sua porra dentro de mim! Aproveita! Goza! — O orgasmo que me veio foi um dos mais intensos que já tive. Meu pau pulsava dentro da bunda da Sofia. O sêmen... o sêmen dela começava a escorrer pela lateral. Ela enfiava a língua na minha boca e nossos lábios se entrelaçavam num frenesi desesperado. Eu agarrava a bunda dela e apertava forte contra mim. Ela gemia baixinho. Os peitos dela, duros, se apertavam contra meu peito. Ficamos assim por um bom tempo, nos beijando, nos tocando, nos apertando. Não queríamos nos separar. Tínhamos curtido muito os dois e queríamos mais. Ela levantou um pouco a cabeça. E viu que a Ana ainda estava dormindo. E estava. Levantamos devagar e fomos para o banheiro. Lá, fechamos a porta e nos beijamos de novo. Nus, com nossos paus ainda meio duros. — Sinto sua porra escorrendo de mim — Ela agarrou minha rola pra fazer uma punheta tímida. —Não, não, não, por favor — falei, afastando a mão dela com delicadeza. —Tá muito sensível. Olhei pra baixo e me deliciei com o que vi. Ela tava toda depilada, e da sua figura feminina aparecia o pau médio dela. —Tá olhando o quê? — ela perguntou, me encarando. —Sua figura incrível... e seu pau — falei, sorrindo. —É minha bucetinha — ela disse, sorrindo, e me beijou de novo. Eu agarrei a bunda dela e apertei contra mim. Quando nos separamos, percebemos que estávamos grudados pelo esperma dela. —Melhor eu me limpar — ela disse. Pegou uma toalha, molhou e limpou a barriga e o estômago. Depois se vestiu. Eu não parava de admirar a beleza e o corpo dela. O pau dela me deixava hipnotizado. Ela era linda por inteiro. —Não acreditei que você ia pedir pra gente continuar — ela disse enquanto terminava de se vestir. —Você foi safada. Devia ter me contado desde o começo — falei. —Justo. —Você teria transado comigo se eu tivesse contado? — ela perguntou. —Nunca vai saber — respondi. Observei ela colocar o vestido e arrumar o cabelo enquanto se olhava no espelho. —Preciso ir, me acompanha até a porta? — E estendendo a mão, pediu que eu a levasse até a porta da suíte. Saímos do banheiro e caminhamos em silêncio pela sala até a porta do quarto, de mãos dadas. Ainda não acreditava: tinha comido a prima trans. —Vou te ver de novo? — perguntei. —Nossa, isso é uma surpresa. Você quer me ver de novo? — ela disse com cara de incredulidade. —Já tô morrendo de vontade — falei, e agarrando ela pela cintura, puxei pra perto e nos fundimos em outro beijo. Apaixonado e carinhoso ao mesmo tempo. —Ainda vou ficar mais dois dias no hotel. A gente reservou a suíte até segunda. —Eu sei, eu também fico mais uma noite. O casamento coincidiu com o aniversário do vô e eles quiseram aproveitar — ela disse, acariciando meu rosto. —Lembra que eu também sou da família — disse, rindo. E me beijou de novo. —Depende de você se quer me ver. Tchau, querido, que Durma bem — Ele me beijou na boca e saiu do quarto sem dizer mais nada. O que estava acontecendo comigo? Acabava de trair minha mulher na frente dela, praticamente, e agora queria fazer de novo. Não estava apaixonado, ou pelo menos era o que eu pensava. Ana não ia parar de beber. Não via futuro nenhum no meu casamento, se as coisas não mudassem. Andei pela suíte nervoso e excitado ao mesmo tempo pelo que acabara de fazer. Meu olhar foi para a cama onde minha mulher descansava, tão bêbada que nem percebeu que eu tinha botado chifre nela na frente dela. Que casamento me esperava.
9 comentários - Sofia trans na noite de núpcias