Empregada madura parte 2

Relato encontrado.Empregada madura parte 2No dia seguinte, depois de acordar e tomar banho, entrei na cozinha e lá estava a Norma com a cozinheira. As duas me cumprimentaram e se esforçaram pra me atender. E me servir meu café da manhã. A Norma não me olhava de jeito nenhum, percebi que ela tava muito desconfortável com a minha presença, coisa que eu teria que resolver pra que o resto do pessoal não ficasse sabendo. Depois saí pra fazer minhas coisas e na hora do almoço não a encontrei. Mais tarde, quando voltei umas 5 da tarde, vi ela entrando na minha casa. Fiquei um tempão vendo televisão e quando percebi que a Laura entrava no banheiro e deixava ela sozinha na cozinha, me aproximei e, da porta, falei que esperava ela no mesmo horário no meu quarto. Ela me olhou com cara de susto e só conseguiu balançar a cabeça que sim. Chegada a hora, eu tava de novo no meu quarto quando, às 11 da noite, sinto baterem na porta de novo. Mandei ela entrar e, igual na noite anterior, ela sentou na mesma cadeira. Eu, deitado na minha cama, falei pra ela se levantar e se despir. Ela talvez não esperasse que eu fosse tão direto nas minhas ordens, mas mesmo assim se levantou, embora não tenha feito menção de tirar a roupa. — Vamos, o que tá esperando? — É que eu tô com vergonha, patrãozinho. — Como vai ter vergonha, depois do que aconteceu ontem? — Mesmo assim tô com vergonha, patrãozinho… podia apagar a luz? — Não, quero te ver pelada. — É que eu tô com vergonha. — Não tô te pedindo, tô te ordenando. Essa última frase foi bem severa e a velha não teve escolha a não ser começar a tirar a roupa, ficando só com uma espécie de anágua por baixo do vestido. — Tira tudo. — Mas tô com vergonha. — Vamos, tira tudo, quero você sem nada. A mulher, com o rosto cheio de vergonha, sem me olhar na cara, foi tirando a anágua até ficar só de sutiã e calcinha. — Falei tudo, Norma. — Tá bom, patrãozinho. Morrendo de vergonha, ela foi tirando as últimas peças até ficar completamente pelada ali no meio do meu quarto.maduraAcho que você disse que faria tudo o que eu pedisse... Sim, patrãozinho. Então não quero repetir as mesmas coisas duas vezes... combinado? Sim, patrãozinho, mas é que ainda me dá vergonha. Eu disse: combinado nisso? Sim, patrãozinho. Bem. Agora quero que você se vire... assim... Mostre seus peitos... mmmm... assim... eles são bem grandes, Norma. A velha mulher no meio do meu quarto seguia cada uma das minhas instruções à risca. Embora em seu rosto se visse a humilhação que seu jovem patrão estava fazendo ela sentir. Agora quero que você me mostre sua bunda, vire-se e abra com as mãos... Mmmm... bem, Norma... estamos nos entendendo, lembre-se que se não fizer o que eu mando, não vai me deixar outra opção a não ser te demitir.vadiaSim, patrãozinho, tenho bem claro.
Bem… você tem uma bunda muito gostosa, Norma… Já te falaram isso?
Já me falaram, sim.
Alguma vez já enfiaram aí?
Não!… Como é que o senhor pensa nisso… Nunca.
Bom, sempre tem uma primeira vez.
Não, patrãozinho, por favor, não me peça isso.
Calma, ainda não estou pedindo… Me diz, Norma, você gostou do que a gente fez ontem?
Sim, patrãozinho.
Me diz o que você mais gostou.
Tudo.
Mas alguma coisa em especial.
Sua língua, patrãozinho.
Ah… e o que você gostou nela?
Lá… que o senhor passou ela lá embaixo.
Onde, Norma… me diz onde.
O senhor sabe… lá embaixo.
Fala, Norma… por onde eu passei ela.
Aqui (se tocando).
Como você chama isso?
Minha coisinha.
Sua foxy… quero que chame de foxy ou use a palavra: pussy… tá bom?
Tá bom.
Então, o que você gostou?
Que… o senhor… passasse a língua na minha foxy…
Hummm, isso, gosto quando você fala assim… você gostou que eu chupasse sua foxy?
Sim, patrãozinho.
E o que mais você gostou?
Que o senhor chupasse meus peitos.
O quê?
Bom… que o senhor chupasse minhas tetas, patrãozinho.
Ahhhhh… e você gostou de chupar meu pau?
Sim, patrãozinho.
Bom… é isso que quero que você faça agora… vem cá chupar meu pau.

A velha se aproximou da minha cama e eu já esperava com o pau todo pra fora. Ajoelhando-se na cama, ela levou o pau à boca e começou a chupar.milfOrdenei ela parar um pouco, pra terminar de tirar toda a minha roupa. Já pelado, me acomodei de novo na cama, mas antes servi um copo de conhaque e acendi um cigarro. Norma, de novo ajoelhada de quatro na cama, levou meu pau na boca e começou a chupar devagar. Eu, enquanto isso, tomava meu conhaque e fumava, curtindo o espetáculo de ver aquela velha, com a bunda empinada, engolindo meu pau inteiro. Mmm, Norma, você chupa muito bem... continua assim... ahhh, adoro... beija minhas bolas... isso... ahhh... mais forte... aahhh... agora pelos lados, entre as bolas... isso... você é muito obediente, Norma... se continuar assim, vai ficar pra sempre... O senhor gosta assim? Ahhh sim, adoro... Agora passa os peitos no meu pau... assim? Ah sim... me diz que você gosta. Seu pau é muito gostoso, patrãozinho... você gosta de engolir ele? Sim... Muito ou pouco? Muito... ele é muito gostoso... Que bom... fico feliz que você goste... porque você vai chupar ele toda noite ou quando eu quiser. Terminado meu cigarro e meu copo de conhaque, deixei eles na mesa e mandei a Norma colocar a bunda na minha cara. A velha seguiu minhas instruções e, passando uma perna por cima da minha cabeça, sem parar de me chupar, colocou a boceta quase na minha boca. Comecei a lamber a buceta dela, e depois o cu. Ela ficou um pouco nervosa ao sentir minha língua brincando com o cu dela, mas não disse nada. Tentei molhar o máximo possível o cu dela com saliva, afastando as nádegas grandes dela com as mãos pra dar mais espaço pra minha língua. Aos poucos, enfiava a língua no cu dela, mas tava muito apertado, então teria que trabalhar muito mais se quisesse que fosse meu. Pedi pra ela, com as próprias mãos, afastar as nádegas, e ela também fez isso. Já com a bunda aberta pelas mãos dela, molhei meus dedos com bastante saliva e comecei a cutucar aquela entrada virgem. Duas vezes ela tentou se mexer, mas minha ordem de ficar parada a colocava de novo à minha mercê. Com o dedo mais pequeno, coberto de saliva, enfiei parte dele, causando uma dorzinha que até fez ela parar de chupar meu pau. Pedi pra ela relaxar e continuar me chupando. Só com a ponta do dedo no cu dela, fui mexendo, tirando, beijando a bunda dela de novo com bastante saliva, pra voltar a trabalhar o cu dela com meu dedo. A entrada estava muito fechada e quando eu enfiava um pouco mais fundo, ela parava de chupar e reclamava. Várias vezes eu tirava o dedo e passava mais saliva, alternando com minha língua. Depois de um tempo, consegui enfiar o dedo mindinho inteiro e já tava fodendo ela com ele por aquela entrada. Ela tentava continuar chupando, mas tava nervosa demais. "O que foi, Norma, não tá gostando?" "Ai, patrãozinho, é que arde um pouco." "Fica tranquila, você vai se acostumar e depois vai gozar." "Ai... não sei não... mas não enfia tão fundo..." "Relaxa, mulher... se deixa levar..." Continuei o trabalho e Norma, depois de um tempo, parecia ter se acostumado com meu dedo, e nessa altura eu já tinha trocado por um dedo mais grosso. Ela não tava curtindo, mas aguentava sem problema. "Tá gostando do meu dedo no cu, Norma?" "Não muito." "Mas já não dói mais?" "Só um pouco, mas dá pra aguentar." Tirei ele e mandei ela montar em mim. Os movimentos dela mostravam um pouco de dor pelo trabalho anal que eu tinha feito, mas mesmo assim ela subiu em cima de mim e, pegando meu pau pela base, apontou pra buceta dela e foi sentando até enfiar ele inteiro. Fodi ela assim por um bom tempo e depois mandei ela ficar de quatro na cama. Eu, de pé do lado da cama, agarrei ela pela cintura e comecei a foder ela de novo. Via a bunda preta dela e, enquanto fodía, continuava cutucando o cu dela.veteranaA penetração do meu dedo incomodava ela e fazia ela perder o ritmo. Ela reclamava de uma certa dor, mas, como uma mulher obediente, me deixava continuar mexendo nela. Nessa posição, com a bunda dela completamente à minha mercê, eu tirei a pica e coloquei na entrada do cu dela. Ela se mexeu um pouco, pedindo pra eu não fazer aquilo, por favor, mas eu falei pra ela ficar tranquila, que a gente só ia experimentar. A mulher apoiou o rosto na cama e deixou a bunda levantada. Eu também não queria que ela sofresse, não era essa a ideia, mas aquela bunda tinha que ser minha mais cedo ou mais tarde. Molhando bem o cu dela com saliva, comecei a fazer pressão, enfiando devagar o pau naquela cavidade apertada. Ela reclamava um pouco, mas não tanto, então fui enfiando mais aos poucos, até a cabeça ficar lá dentro. Aí sim ela soltou um gemido de dor. Parei um tempo esperando o cu dela dilatar e comecei a me mover bem devagar, sem tirar, só avançando uns centímetros e depois voltando lentamente. Enfiava só a cabeça da minha pica, esperando que aos poucos ela se acostumasse e eu pudesse entrar mais, mas percebi que ela estava sentindo dor, então não enfiei mais fundo. Tá doendo, Norma? — Sim, patrãozinho... tá doendo. — Fica tranquila, não vou enfiar mais fundo, hoje só até aqui, até você se acostumar. — Ai, patrãozinho... acho que não vou me acostumar não... tá doendo. — No começo vai doer, mas depois você vai gozar. — Eu gozo quando você mete na buceta... mas não aí. — Ahhh, é tão gostoso enfiar aqui em você... sente como tá enfiada no seu cu. — Ai... devagar, por favor, patrão, que tá doendo. — Fica tranquila... só vou enfiar até aqui... todo dia vou meter aqui até você gostar... depois você vai me implorar pra enfiar no cu. — O senhor acha? — Sim, Norma... depois você vai adorar. — Se o senhor diz, patrãozinho... mas tira agora que tá ardendo. — Só mais um pouquinho... fica tranquila. A velha aguentou uns 15 minutos a mais enquanto minha pica brincava ali. na entrada do cu dela, até que no final eu tirei e enfiei de novo na buceta. Mandei ela virar e montei em cima dela de jeito tradicional, chupando os peitos dela e metendo nela até fazer ela gozar quase ao mesmo tempo que eu gozava dentro dela. Fiquei exausto do lado dela, ela com as pernas abertas, escorrendo meu leite entre elas. Vira. Como? Vira de costas pra mim. Assim? Sim. Me coloquei atrás dela e, tirando o leite com meus dedos, passei na entrada do cu dela, enfiando de novo o dedo mindinho. Com a lubrificação do meu leite, entrava mais fácil. O que você acha de eu meter por aqui? Doeu um pouco. Mas você gostou? Não muito. E meu dedo aqui... você gosta? Sim, se for devagar... sim. Olha, Norma... quero te comer gostoso pelo cu, então vai depender de você gostar. Como assim vai depender de mim? Você tem que preparar. Não entendi, patrãozinho. Você tem que fazer seu cu dilatar. Sozinha, quando não estiver comigo, vai enfiar coisas por aí, fazendo ele dilatar e se acostumar. O senhor não acha que já é demais, patrão? Não... olha, sente como meu dedo já entra sem problema. Se você acostumar seu cu com isso, depois não vai mais doer. O senhor acha? Sim... você tem que fazer isso sozinha... com seus dedos... mmmm... ou com outra coisa. Não sei, patrão... não acho que vou gostar. Aí é com você... mas foda-se, uma semana pra você dilatar, porque depois vou meter tudo. E se doer? Vai dar na mesma... vou meter tudo, então faz o que eu falo. A conversa e ficar enfiando o dedo no cu dela me excitou de novo e eu comi ela mais uma vez. Sem me importar se ela gozava ou gostava, gozei de novo dentro dela e depois mandei ela ir embora...

1 comentários - Empregada madura parte 2

Bastante sorete y mal parido,pero bueh.ya sabemos lo que son los mexicanos:machotes y cagones y las mujeres,mugrientas y putas calenturientas!!!!!!
Aceby
Y los Argentinos son unas lindas personas, amables y correctas! Excepto por personas como tu, que haces quedar mal a tu gente...
Serias una completa mierda, pero ni para eso te alcanza.. Apenas una cagada floja....