Terceira e última parte dessa história linda que vivi há alguns anos. Aqui a parte anterior:https://m.poringa.net/posts/relatos/3643058/Nuestro-primer-anal-Hermana-pt-2.htmlTava tão tesuda por tudo que rolou nas últimas horas, minha irmã se beijando com outras minas, minha irmã esfregando a bunda em mim no clube, o que ela me contou sobre a experiência anal dela, e principalmente, ela ter topado dar o cu pela primeira vez. Ali estávamos nós dois, se beijando igual uns loucos e se apalpando, se não fosse porque eu amava o tesão que ela tava com aquele vestido, já tinha arrancado tudo na hora.
Minha irmãzinha começou tirando minha camisa e eu, por minha vez, já tinha soltado os peitos dela sem precisar tirar o vestido. Comecei a beijar cada um deles e brincar com os bicos, dando umas mordidinhas sem machucar — ela adorava isso, porque fazia ela gemer pra caralho enquanto não parava de falar que tava amando. Do jeito que deu, ela levou as mãos pro meu pau e desabotoou minha calça pra tirar ele sem eu largar os peitos dela. Agora ela tava me fazendo uma punheta com aquelas mãos que fazem milagre, enquanto eu devorava aquelas tetas gostosas.
Agora levei minha mão até a boca dela pra ela chupar um pouco meus dedos e, depois que deixou eles molhados, levei essa mão até a buceta dela e lá estava, agora masturbando ela e arrancando mais gemidos. A gente ficou assim por um bom tempo até que não aguentávamos mais. Ela: — Já enfia, Carlitos. Nessa hora a gente se separou, eu fiquei sentado enquanto terminava de tirar a calça e meu pau ficou duro, ela me empurrou pra trás e começou a se despir na minha frente de um jeito muito sensual, ao mesmo tempo que pegava minhas mãos pra eu ajudar a terminar de tirar a roupa dela, parecia que tava fazendo um privê pra mim. Terminou de se despir e a gente foi pro quarto, onde ela se jogou logo na cama de pernas abertas pra eu meter tudo. Eu: — Primeiro você tem que chupar ele. Antes que ela dissesse qualquer coisa, me joguei por cima dela, me posicionando na parte do peito dela e levando meu pau pras tetas dela. Minha irmã começou a fazer um incrível espanhol com aquelas tetonas que ela tem, e eu tava maravilhado porque era a primeira vez que alguém fazia isso comigo, já que as minas que eu tinha comido não tinham um peitão daqueles pra fazer uma parada assim. Depois de um tempo que minha irmã tava adorando me ver curtindo aquilo, ela: — Também quero que você chupe a minha. Assim que ela falou isso, me mexi pra agora eu ir pra baixo, mas antes que eu pudesse me ajeitar, minha irmã me deitou na cama e, literalmente, sentou na minha cara. Ela: — E aí, curtiu a vista? Em vez de responder com palavras, respondi com minha língua. Carolina tava bem molhada e eu amava aquilo, aquele sabor e cheiro únicos que me faziam ficar igual um animal, ela não parava de se mexer nem de gemer e, de repente, ela já tinha meu pau na boca dela, a gente acabava de começar um lindo 69. Ela: — Quem gozar primeiro perde. A gente ficou um bom tempo assim até que eu não aguentei mais e, dessa vez, não deixei ela saber, gozei igual um louco e, mesmo tendo feito isso enquanto minha irmã tinha meu pau dentro da boca dela, foi tanta porra que ela não conseguiu segurar tudo e acabou deixando cair um pouco da minha porra que ela não conseguiu engolir. Ela saiu de cima de mim e aí pude ver a carinha dela, com um pouco da minha porra escorrendo pelos lados dos lábios. Ela se limpou, passando a língua em círculos, e agora tinha uma cara de puta total.
Ela: -parece que temos um perdedor
Eu: -um perdedor que vai te comer no cu
Ela: -primeiro termina seu trabalho e me chupa até eu gozar
Foi assim que me acomodei entre as pernas dela e continuei chupando a buceta dela e enfiando dedos até que passou pela minha cabeça a ideia de começar a fazer o cu dela.
Me afastei um pouco e agora passei minha língua do ânus dela até a buceta dela, e ela soltou um gemido enorme de surpresa. Como ela não disse nada, fiz isso mais algumas vezes. Sabia que não tínhamos lubrificante e tinha que dilatar bem, então agora só me dediquei a chupar o cu dela enquanto com uma mão enfiava os dedos na buceta dela.
Ela estava louca, gemendo, e isso me excitava ainda mais. Quando meus dedos estavam bem cobertos pelos fluidos dela, levei o dedo mindinho ao cu dela e, aos poucos, comecei a enfiar.
Ela: -assim devagar, enfia
Era o dedo mais curto e fino, então foi fácil, e ela não teve problemas com isso. Agora eu me dedicava a não tirar esse dedo enquanto continuava chupando a buceta dela.
Ela: -muito bem, Carlitos, agora enfia o dedo indicador
Aos poucos, tirei o dedo que estava dentro e obedeci à minha irmã. Agora comecei com o dedo indicador, que foi mais difícil de enfiar porque era maior que o anterior. O processo foi o mesmo: ele entrou todo e comecei a girar. Agora ela me pedia para fazer com o dedo médio, e repeti o processo.
Ela: -agora, por último, faz com o teu dedo polegar, mas com mais delicadeza e mais devagar
Diferente dos outros dedos, o polegar, embora mais curto, é mais grosso. Primeiro, com esse mesmo dedo, acariciei um pouco o cu da minha irmã sem precisar enfiar. Ela: -vai devagar
Comecei a enfiar o dedo o mais devagar que consegui, quando ela soltou um gemido forte.
Ela: continua, continua
Eu ia enfiando o mais devagar possível e ela não me mandava parar, só gemia.
Foi assim até o dedo entrar inteiro. Antes de fazer qualquer outra coisa, deixei minha irmã descansar um pouco e agora era hora de seguir com o processo. Fiz isso e podia sentir o cu dela se contraindo. Agora eu queria que o processo fosse diferente, então enquanto lambia o clitóris dela, comecei lentamente a mover meu dedo num vai e vem. Carito estava que não acreditava, até que me pediu para parar. Achei que tinha machucado ela, mas não foi isso: eu tinha acabado de dar um orgasmo nela.
Ela: -seu filho da puta, como você me faz bem
Terminei de me despir e minha irmã ficou de quatro. Lembrei do que ela me contou sobre a vez que terminou com o ex e lembrei da parte onde ela mencionou que primeiro queria que eu fodesse a pussy dela.
E imediatamente levei meu pau até a buceta dela, mas mal entrou e ela se mexeu.
Ela: -não precisa mais, meu cu tá pronto e eu já quero ele
Assim, sem mais, dessa vez levei meu pau e apoiei no cu dela para ir enfiando a cabecinha aos poucos. Minha irmã soltava gemidos gostosos de prazer e de dor que provocava tanto que pude ver ela se segurando no lençol e apertando com toda a força.
Assim que a cabeça entrou toda, comecei a empurrar devagar.
Mesmo não sendo a primeira vez da minha irmã, ela ainda era bem apertada e era uma delícia.
O processo era muito lento, mas se não fosse pelo tesão, em vez de sentir que passava uma vida inteira ali, eu sentia como se o tempo não passasse. Eu aproveitava tanto que não parecia tão devagar.
Terminei de enfiar tudo e, mais uma vez, deixei ela recuperar o fôlego. E sem ela dizer nada, comecei a tirar, mas dessa vez um pouco mais rápido. E quando terminei de tirar, pude ver o cu da minha irmã um pouco aberto e totalmente dilatado.
Antes de voltar a... Enfiou de novo, chupou de volta cuspindo um pouco pra próxima enfiada. Peguei minha irmã pela cintura enquanto empurrava o quadril pra frente e meu pau começava a entrar mais uma vez. Se não fosse porque ela já tinha me feito gozar, eu já teria enchido o cu dela de porra quente, e olha que o fato dela estar bem apertada fazia meu pau doer um pouco, mas com o tesão nem dava pra sentir. Pela segunda vez, já tinha meu pau completamente dentro do cu da minha irmã, que não parava de gemer — eram tantos gemidos que ela nem conseguia falar uma palavra. Comecei com o vai e vem, mas não tirava ele por completo, e mesmo devagar, os dois estavam curtindo. Como conseguiu, entre gemidos, minha irmã me pediu pra acelerar um pouco, e como bom irmão mais novo, obedeci. Lá estava minha irmã, toda empinada, me entregando o cu, e eu adorando estar metendo no cu dela enquanto de vez em quando dava uns tapas na bunda e adorava ver minha mão marcada na bunda dela.
Queria comer ela em outra posição, então me afastei.
Ela: goza... antes que terminasse de perguntar se eu tinha acabado, coloquei ela de lado e me posicionei atrás dela, levantando uma perna. Ela rapidamente levou a mão pro meu pau e guiou ele até o cu dela, onde ela mesma começou a enfiar.
Eu movia minha cintura cada vez mais rápido enquanto continuava comendo a bunda dela, acelerando o ritmo. Entre gemidos, ela conseguiu gritar que queria gozar, e eu vi ela levar uma das mãos direto pra própria buceta pra se masturbar enquanto eu comia ela.
Isso me fez querer gozar também, e comecei a meter mais rápido. Era realmente um prazer único, sexo anal, e o fato de ser com minha irmã tornava tudo ainda mais gostoso.
A gente tinha virado amantes, e ali estávamos os dois, transando até que ambos começamos a chegar ao orgasmo. Minha irmã soltou um gemido profundo demais, e eu terminei gozando dentro do cu dela.
Acabávamos de finalizar o delicioso pecado do incesto, e ali ficamos os dois, sem nos mexer. Meu pau ainda estava dentro do cu dela enquanto começamos a nos beijar como um par de apaixonados.
Aqui termina essa trilogia dessa história linda, espero que leiam com muita imaginação e já sabem que adoro quando dão love nesse post com pontos e comentários. Se o apoio continuar, vou trazer mais relatos que vivi com minha irmã desde então.

Minha irmãzinha começou tirando minha camisa e eu, por minha vez, já tinha soltado os peitos dela sem precisar tirar o vestido. Comecei a beijar cada um deles e brincar com os bicos, dando umas mordidinhas sem machucar — ela adorava isso, porque fazia ela gemer pra caralho enquanto não parava de falar que tava amando. Do jeito que deu, ela levou as mãos pro meu pau e desabotoou minha calça pra tirar ele sem eu largar os peitos dela. Agora ela tava me fazendo uma punheta com aquelas mãos que fazem milagre, enquanto eu devorava aquelas tetas gostosas.
Agora levei minha mão até a boca dela pra ela chupar um pouco meus dedos e, depois que deixou eles molhados, levei essa mão até a buceta dela e lá estava, agora masturbando ela e arrancando mais gemidos. A gente ficou assim por um bom tempo até que não aguentávamos mais. Ela: — Já enfia, Carlitos. Nessa hora a gente se separou, eu fiquei sentado enquanto terminava de tirar a calça e meu pau ficou duro, ela me empurrou pra trás e começou a se despir na minha frente de um jeito muito sensual, ao mesmo tempo que pegava minhas mãos pra eu ajudar a terminar de tirar a roupa dela, parecia que tava fazendo um privê pra mim. Terminou de se despir e a gente foi pro quarto, onde ela se jogou logo na cama de pernas abertas pra eu meter tudo. Eu: — Primeiro você tem que chupar ele. Antes que ela dissesse qualquer coisa, me joguei por cima dela, me posicionando na parte do peito dela e levando meu pau pras tetas dela. Minha irmã começou a fazer um incrível espanhol com aquelas tetonas que ela tem, e eu tava maravilhado porque era a primeira vez que alguém fazia isso comigo, já que as minas que eu tinha comido não tinham um peitão daqueles pra fazer uma parada assim. Depois de um tempo que minha irmã tava adorando me ver curtindo aquilo, ela: — Também quero que você chupe a minha. Assim que ela falou isso, me mexi pra agora eu ir pra baixo, mas antes que eu pudesse me ajeitar, minha irmã me deitou na cama e, literalmente, sentou na minha cara. Ela: — E aí, curtiu a vista? Em vez de responder com palavras, respondi com minha língua. Carolina tava bem molhada e eu amava aquilo, aquele sabor e cheiro únicos que me faziam ficar igual um animal, ela não parava de se mexer nem de gemer e, de repente, ela já tinha meu pau na boca dela, a gente acabava de começar um lindo 69. Ela: — Quem gozar primeiro perde. A gente ficou um bom tempo assim até que eu não aguentei mais e, dessa vez, não deixei ela saber, gozei igual um louco e, mesmo tendo feito isso enquanto minha irmã tinha meu pau dentro da boca dela, foi tanta porra que ela não conseguiu segurar tudo e acabou deixando cair um pouco da minha porra que ela não conseguiu engolir. Ela saiu de cima de mim e aí pude ver a carinha dela, com um pouco da minha porra escorrendo pelos lados dos lábios. Ela se limpou, passando a língua em círculos, e agora tinha uma cara de puta total. Ela: -parece que temos um perdedor
Eu: -um perdedor que vai te comer no cu
Ela: -primeiro termina seu trabalho e me chupa até eu gozar
Foi assim que me acomodei entre as pernas dela e continuei chupando a buceta dela e enfiando dedos até que passou pela minha cabeça a ideia de começar a fazer o cu dela.
Me afastei um pouco e agora passei minha língua do ânus dela até a buceta dela, e ela soltou um gemido enorme de surpresa. Como ela não disse nada, fiz isso mais algumas vezes. Sabia que não tínhamos lubrificante e tinha que dilatar bem, então agora só me dediquei a chupar o cu dela enquanto com uma mão enfiava os dedos na buceta dela.
Ela estava louca, gemendo, e isso me excitava ainda mais. Quando meus dedos estavam bem cobertos pelos fluidos dela, levei o dedo mindinho ao cu dela e, aos poucos, comecei a enfiar.
Ela: -assim devagar, enfia
Era o dedo mais curto e fino, então foi fácil, e ela não teve problemas com isso. Agora eu me dedicava a não tirar esse dedo enquanto continuava chupando a buceta dela.
Ela: -muito bem, Carlitos, agora enfia o dedo indicador
Aos poucos, tirei o dedo que estava dentro e obedeci à minha irmã. Agora comecei com o dedo indicador, que foi mais difícil de enfiar porque era maior que o anterior. O processo foi o mesmo: ele entrou todo e comecei a girar. Agora ela me pedia para fazer com o dedo médio, e repeti o processo.
Ela: -agora, por último, faz com o teu dedo polegar, mas com mais delicadeza e mais devagar
Diferente dos outros dedos, o polegar, embora mais curto, é mais grosso. Primeiro, com esse mesmo dedo, acariciei um pouco o cu da minha irmã sem precisar enfiar. Ela: -vai devagar
Comecei a enfiar o dedo o mais devagar que consegui, quando ela soltou um gemido forte.
Ela: continua, continua
Eu ia enfiando o mais devagar possível e ela não me mandava parar, só gemia.
Foi assim até o dedo entrar inteiro. Antes de fazer qualquer outra coisa, deixei minha irmã descansar um pouco e agora era hora de seguir com o processo. Fiz isso e podia sentir o cu dela se contraindo. Agora eu queria que o processo fosse diferente, então enquanto lambia o clitóris dela, comecei lentamente a mover meu dedo num vai e vem. Carito estava que não acreditava, até que me pediu para parar. Achei que tinha machucado ela, mas não foi isso: eu tinha acabado de dar um orgasmo nela.
Ela: -seu filho da puta, como você me faz bem
Terminei de me despir e minha irmã ficou de quatro. Lembrei do que ela me contou sobre a vez que terminou com o ex e lembrei da parte onde ela mencionou que primeiro queria que eu fodesse a pussy dela.
E imediatamente levei meu pau até a buceta dela, mas mal entrou e ela se mexeu.
Ela: -não precisa mais, meu cu tá pronto e eu já quero ele
Assim, sem mais, dessa vez levei meu pau e apoiei no cu dela para ir enfiando a cabecinha aos poucos. Minha irmã soltava gemidos gostosos de prazer e de dor que provocava tanto que pude ver ela se segurando no lençol e apertando com toda a força.
Assim que a cabeça entrou toda, comecei a empurrar devagar.
Mesmo não sendo a primeira vez da minha irmã, ela ainda era bem apertada e era uma delícia.
O processo era muito lento, mas se não fosse pelo tesão, em vez de sentir que passava uma vida inteira ali, eu sentia como se o tempo não passasse. Eu aproveitava tanto que não parecia tão devagar.
Terminei de enfiar tudo e, mais uma vez, deixei ela recuperar o fôlego. E sem ela dizer nada, comecei a tirar, mas dessa vez um pouco mais rápido. E quando terminei de tirar, pude ver o cu da minha irmã um pouco aberto e totalmente dilatado.
Antes de voltar a... Enfiou de novo, chupou de volta cuspindo um pouco pra próxima enfiada. Peguei minha irmã pela cintura enquanto empurrava o quadril pra frente e meu pau começava a entrar mais uma vez. Se não fosse porque ela já tinha me feito gozar, eu já teria enchido o cu dela de porra quente, e olha que o fato dela estar bem apertada fazia meu pau doer um pouco, mas com o tesão nem dava pra sentir. Pela segunda vez, já tinha meu pau completamente dentro do cu da minha irmã, que não parava de gemer — eram tantos gemidos que ela nem conseguia falar uma palavra. Comecei com o vai e vem, mas não tirava ele por completo, e mesmo devagar, os dois estavam curtindo. Como conseguiu, entre gemidos, minha irmã me pediu pra acelerar um pouco, e como bom irmão mais novo, obedeci. Lá estava minha irmã, toda empinada, me entregando o cu, e eu adorando estar metendo no cu dela enquanto de vez em quando dava uns tapas na bunda e adorava ver minha mão marcada na bunda dela.

Queria comer ela em outra posição, então me afastei. Ela: goza... antes que terminasse de perguntar se eu tinha acabado, coloquei ela de lado e me posicionei atrás dela, levantando uma perna. Ela rapidamente levou a mão pro meu pau e guiou ele até o cu dela, onde ela mesma começou a enfiar.
Eu movia minha cintura cada vez mais rápido enquanto continuava comendo a bunda dela, acelerando o ritmo. Entre gemidos, ela conseguiu gritar que queria gozar, e eu vi ela levar uma das mãos direto pra própria buceta pra se masturbar enquanto eu comia ela.
Isso me fez querer gozar também, e comecei a meter mais rápido. Era realmente um prazer único, sexo anal, e o fato de ser com minha irmã tornava tudo ainda mais gostoso.
A gente tinha virado amantes, e ali estávamos os dois, transando até que ambos começamos a chegar ao orgasmo. Minha irmã soltou um gemido profundo demais, e eu terminei gozando dentro do cu dela.
Acabávamos de finalizar o delicioso pecado do incesto, e ali ficamos os dois, sem nos mexer. Meu pau ainda estava dentro do cu dela enquanto começamos a nos beijar como um par de apaixonados.

Aqui termina essa trilogia dessa história linda, espero que leiam com muita imaginação e já sabem que adoro quando dão love nesse post com pontos e comentários. Se o apoio continuar, vou trazer mais relatos que vivi com minha irmã desde então.
16 comentários - Nosso primeiro anal (Irmã) pt 3
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