Olá, Comunidade.
http://www.poringa.net/posts/relatos/3637808/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-1.html
Link do primeiro capítulo pra quem acabou de chegar.
Bom, aqui estamos com a continuação dessa história. Agradeço de coração o apoio que vocês deram ao primeiro post e, como eu disse naquele, convido vocês a deixarem seus pontos depois de ler e a escreverem nos comentários o que acharam e se querem saber como a coisa continua.
Realmente era um pesadelo.
Como é que podia ter tanta má sorte assim?
Anos e anos convivendo com tantas mulheres e na hora que ele derrapa, elas têm que descobrir.
A mente dele trabalhava a mil por hora. O que eu faço? Onde estou? O que está acontecendo? Todas as perguntas ao mesmo tempo. Mas justamente, o que ele não tinha era tempo.
— "Eu te perguntei que porra é essa, cara! Por que você está seminu e com minha calcinha no seu... seu troço?", Delfina insistiu de novo.
Se recuperando dos primeiros segundos de susto, Manuel se apressou pra esconder o pau, que mesmo dormindo tinha um tamanho considerável, e sussurrou pra irmã:
— "Para de gritar, que você vai acordar a mamãe e as meninas."
— "Tô nem aí pra quem vai acordar, quero que você me responda", respondeu a irmã.
Manuel sabia que tava num beco sem saída e apelou pra jogada que nunca tinha falhado com as irmãs ou com a mãe. O coitadinho.
— "Desculpa, Delfi. Sério. Eu fiquei muito bêbado e, mais ainda, acho que algum dos caras botou algo no meu copo, juro que hoje foi uma loucura."
A irmã olhou pra ele desconfiada e disse: — "E que porra isso tem a ver com você... fazer o que quer que tenha feito com minha calcinha?"
Manuel manteve o plano e respondeu: — "Ninguém nunca me dá bola. Mais uma noite em que eu pego uma gostosa e na hora de finalizar, me deixam na mão. Não é fácil chegar aos 18 e ser o único do grupo que ainda não estreou.
Bom, cheguei assim, todo tonto, e sua fio dental tava ali, e eu me empolguei.
—Mas te juro que é a primeira vez, nunca tinha feito isso, sério — finalizou Manuel, esperando ter convencido a irmã e se livrado da vergonha e do castigo que viriam se os outros descobrissem.
A Delfi mudou completamente de cara. Abraçou o irmão com todo o amor que tinha.
—Tá tudo bem, bobinho. Sério. Valeu por me contar a verdade. Prometo que vai ser nosso segredo, pode confiar em mim — disse ela sem soltar o abraço.
Manuel se deixou abraçar, se deixou querer. Se perdeu no perfume da irmã, no contato com o peito dela, com o cabelo. Fechou os olhos e ficou assim por um tempo, até que Delfi finalmente o soltou. Os dois irmãos se olharam sorrindo; a verdade é que Manuel não poderia ter planejado uma saída melhor pra merda em que se meteu, mas, fazer o quê, a sorte tava do lado dele naquela madrugada.
Delfina ainda segurava o fio na mão, e olhava pra ele com uma mistura de surpresa, graça e nojo.
—Nossa, o que você fez com ela? Banhou de porra? — perguntou rindo enquanto jogava no cesto de roupa suja.
Manuel sorriu todo vermelho. A verdade é que tava morrendo de vergonha com tudo aquilo rolando. —Precisa falar disso, Delfi? Já foi, pelo amor.
Delfina continuou sorrindo e se aproximou da porta, abrindo-a e fazendo um gesto com a mão pra ele vazar. —É, já foi. Agora dá o fora que preciso do banheiro, pervertido.
Manuel foi embora sem pensar duas vezes. Além de ter escapado, tava morrendo de vergonha pelo que teve que confessar e de medo por ter quase tudo ido pro caralho com a família. Foi direto pro quarto e, assim que a cabeça encostou no travesseiro, apagou de novo.
Por sorte, a família deve ter achado que ele chegou bêbado da farra, então ninguém acordou ele pra comer, e Manuel acordou naquele domingo lá pelas 18h. Aquela sensação de ter levado uma paulada na cabeça e o ter... Mastigando pasto misturado com gasolina que a gente sente ao acordar depois de uma farra daquelas, foi o que ele sentiu assim que sentou na beira da cama, pronto pra levantar. Mas os pensamentos dele foram direto pro que tinha rolado no banheiro com a Delfi, assumindo que ele não tinha imaginado e que aquela putaria com a irmã mais velha realmente tinha acontecido.
Ele decidiu esquecer o assunto, tinha dado tudo certo, passado é passado, bola pra frente.
Em casa só estavam a Romina e a Estefi. A mãe e a Delfi tinham ido tomar um lanche no apê da Paula e da Aldana. A Estefi tava no meio de uma sessão de alongamento tipo yoga na sala, e a Romina tava com os apontamentos da facul na mesa da cozinha.
O Manu tentou não atrapalhar a Estefi, mas não conseguiu evitar se perder na bunda da irmã, que bem na hora fazia uma espécie de "saudação ao sol", formando uma tenda com o corpo e empinando aquelas nádegas fortemente apertadas por um short de legging que, por alguma razão mística, desafiava as leis da física e não explodia com tanta carne, mas que cedia um pouco e deixava bem marcados os lábios da buceta dela. Com muita dificuldade, o Manu se forçou a parar de olhar e foi direto pra cozinha, precisava de água.
— "Essa sim que é de ressaca, pai" — disse a Romina, usando o episódio dos Simpsons pra descrever a cara do irmão.
Ele sorriu, sempre achava graça poder fazer piadas dos Simpsons com as irmãs, todos eram muito fãs.
Serviu água e sentou pra se hidratar um pouco. — "Você nunca vai parar de estudar, hein? Vai acabar igual a Aldana, toda nerd" — disse pra irmã.
Ela só olhou pra ele com desaprovação e continuou com o resumo.
Nesse momento, a Estefânia entrou na cozinha, toda suada, e foi direto se servir da jarra de água fresca que o Manu tinha na frente.
— "Que bom, justo o que eu precisava. Licença, dorminhoco" — disse pro Manuel.
Ele sorriu pra irmã mais velha e de novo se perdeu, mas dessa vez não na bunda da Estefi, e sim nos mamilos dela, que se marcavam descaradamente no top esportivo.
A irmã dele tomou o copo inteiro de um gole só e foi embora dizendo — "Esse corpinho precisa de um banho". O Manuel viu ela ir embora pensando com seus botões — "Esse corpinho precisa de bem mais que isso" — mas o pensamento foi interrompido pela Estefi. que gritou do banheiro —"Renzo está chegando, se eu ainda não saí, vocês abrem a porta e falam pra ele me esperar no quarto, por favor!".
—"Aí está o outro que ele precisa", terminou de pensar Manu, sabendo que seu cunhado ia meter a rola na irmã dele assim que ela saísse do chuveiro.
Só 5 minutos depois a campainha tocou e Manu foi abrir a porta pro cunhado, que cumprimentou todo simpático e foi direto pro quarto da Estefi assim que Manu passou o recado que ela deixou pra ele. Manu hesitou um momento sobre o que fazer e foi pro quarto dele meditar sobre as ideias que surgiram na cabeça.
Ficou matutando sobre a Estefânia e o corpo dela, e saber que em só alguns minutos ela ia estar transando no quarto dela, e essa ideia deixou a piroca dele dura pra caralho.
Pensou que já que não tinha ninguém, podia aproveitar pra tentar dar uma espiada e ver o que a irmã dele fazia com um corpo daqueles pra oferecer.
Tudo tinha que ser feito de maneira perfeita. Não podia arriscar que, só algumas horas depois de escapar de uma irmã, a outra o pegasse espiando enquanto ela comia o namorado.
Manuel colocou música no celular e na caixinha de som, coisa que ele fazia direto quando tava no quarto, mas não tão alto, só o suficiente pra Estefânia achar que ele tava lá e não fosse fechar a janela do quarto pensando que ele podia sair pro quintal.
Sem perder mais tempo, foi pro quintal antes da Estefi sair do banheiro e se encostou na parede, atrás da persiana aberta.

onde ela tinha uma visão em primeira pessoa da cama da irmã, na qual, naquele exato momento, o cunhado dela estava sentado, se tocando na pica.
— Olha como o filho da puta espera por ela — pensou Manuel.
Não passou nem 1 minuto quando a porta do quarto se abriu, dando passagem pra irmã dele, que depois de trancar a porta, virou-se pra olhar com um sorriso safado pro namorado.
— Apa! Começou sem mim? — perguntou Estefi.
— É impossível saber o que me espera e não ficar assim — respondeu Renzo, balançando o pau (menor que o do Manu, vale dizer), uns 18x3,5cm mais ou menos.
Manuel viu a irmã deixar cair a toalha que envolvia o corpo dela e, pela primeira vez na vida, teve uma visão em primeira fila do corpo da irmã completamente pelado. Sim, já tinha visto ela pegar sol de biquíni e coisas assim, mas nunca completa e totalmente nua. Embora tenham sido só alguns segundos que ela ficou ali de pé, serviram pra Manuel escanear aquele corpo como um raio laser... Os peitos redondinhos e perfeitos, rosadinhos, como dois pêssegos na temporada, a figura perfeita, os abdominais e a buceta de lábios bem carnudos, rosa pálido. Perfeita. Parecia um anjo... Mas nada mais longe da realidade.
Depois desses poucos segundos que Estefi ficou ali de pé, deixando o namorado admirá-la pelada (e o irmão também, só que ela não sabia, claro), ela se jogou na cama como uma fúria possessa e, de uma só vez, enfiou o pau inteiro, até as bolas, e assim, com todo o comprimento na garganta, começou a "bater cabeça".
Manuel estava fora de si. Como aquilo podia ser real? Parecia um filme pornô. A irmã dele engolia o pau do namorado por completo e com uma facilidade incrível, era como se a garganta dela não tivesse limites. Realmente era algo digno de admiração. A agilidade, a técnica, a dedicação, o som gutural que a garganta dela fazia ao se esticar pra deixar entrar a cabeça do pau que se metia com tanta graciosidade, a baba que escorria pelo canto dos lábios, tudo era mágico... a verdade é que era mágico demais, já que não tinha passado nem um minuto quando Renzo começou a gemer descontroladamente e, pegando Estefi pelos cabelos, empurrou a cabeça dela contra o próprio púbis, enterrando ainda mais o pau na garganta da mina e, sob o grito de —"Toma, puta, toma todo o leite na garganta!" —, gozou o que pareceram 361 litros de porra. Longe de complicar a situação, Estefi recebeu a porrada direto na barriguinha, limpou o pau do macho dela e sorriu satisfeita. Não deixou escapar uma gota sequer. Nota dez. Medalha de ouro, head master olímpica.
Manuel tava olhando bestificado pra situação, tão concentrado, tão excitado, tão imerso na cena, que praticamente nem percebeu quando tinha soltado o próprio pau e tava se acabando numa punheta violenta.
A situação, longe de dar trégua, só melhorava.
A irmã dele, assim que terminou o boquete cinco estrelas, se jogou junto com o namorado e, abrindo as pernas, disse —"É minha vez. Chupa bem gostoso que você já sabe o que acontece quando me deixa louca."
Renzo não pensou nem um segundo e se jogou de cara na buceta molhada que a mina dele oferecia tão gentilmente. A verdade é que ele pareceu ser bem bruto. Manuel, que embora não tivesse experiência, sabia — e muito bem — como os atores da infinidade de vídeos pornô que ele via pra bater punheta chupavam a buceta das mulheres com quem transavam, pensou que o cara tinha uma técnica meio estranha e, pelo jeito da irmã dele, que além de gemer e falar —"Assim, assim... vai, meu amor, chupa tudo" —, as expressões dela faziam ele pensar que ela não tava curtindo tanto assim.
Alguma coisa o cara deve ter feito direito, porque depois de um tempo, Estefânia disse —"Beleza, hora de meter com força." Em seguida, ficou de quatro, apoiando o rosto no colchão e usando as mãos pra separar as nádegas, dando tanto pra Renzo quanto pra Manuel o presente de ver a buceta aberta e molhada e o cuzinho redondo e minúsculo, tão rosado quanto os lábios. da sua caverninha.
Manuel estava quase desmaiando.
Renzo, que já tinha recuperado as forças, se jogou sem piedade sobre a buceta da Estefi e a empalou de uma só vez. Ela gemeu encantada, dando ao jovem luz verde para o que veio.
Parecia endemoniado. — "E quem poderia culpá-lo?", pensou Manuel enquanto se batia no ritmo das investidas do cunhado contra a buceta da irmã.
Isso sim já se parecia um pouco mais com os vídeos que Manuel via. Renzo estava pegando fogo e metia forte, cada vez mais forte na buceta da Estefi, e ela gemia descontrolada e, pelo visto, dessa vez era completamente a sério. Já estava chegando o clímax do momento, pelo menos era o que Manuel achava. Mas não.
Estefânia parou o rapaz com um — "Chega, chega... para"
Manuel também parou a punheta, o que não gostou nada, já que estava tentando se sincronizar com o momento, pra gozar quando o cunhado gozasse e imaginar que era ele, e olhou pra irmã com a mesma cara de "O que foi, por que paramos?".
— "Chega de buceta, arrebenta meu cu como eu gosto, quero a porra lá também"
Agora sim. Se não tinha desmaiado antes, agora ia ter um infarto. — "Que porra é essa? não pode ser tão gostosa, filha da puta", pensava Manu.
Renzo não pareceu tão surpreso quanto Manuel, já que pelo visto não era novidade pra ele que Estefi pedia pra arrebentarem o cu dela e, sem muita enrolação, aproximou a cara do rabo empinado da namorada, cuspiu da forma mais vulgar e encostou a ponta da pica naquele asterisco rosado e lindo, mas quase inexistente de tão pequeno e fechado que parecia.
— "Nada, não entra, impossível. Tá fechado a vácuo. Vai rasgar", pensava Manu, quase paralisado pelo momento.
O cunhado só apoiou a ponta no cu da irmã e segurou a pica ali, e o momento mais quente até agora na vida de Manuel aconteceu.
Estefi jogou o rabo pra trás, engolindo a pica do Renzo no Inteirinha de uma só enfiada! Foi algo realmente incrível. Mas não parou por aí, porque assim que ele fez isso, a garota começou a rebolar a cintura igualzinho fazia nas aulas de aeróbica.
Ela realmente parecia estar rebolando a buceta no pau com aquele rabo.
Entrava, saía, entrava, saía... era quase hipnótico.
A mão do Manuel parecia ter vida própria, de tão rápido que ele batia uma pra piroca do moleque. Tava no céu, louco de prazer e tesão, vendo a irmãzinha do coração dele, a prof, sempre tão gente boa e prestativa, sendo sodomizada na frente dos olhos dele.
Longe de querer parar por ali, a Estefânia se levantou em cima da cama e mandou o namorado dela deitar de barriga pra cima. Depois que ele obedeceu, a mina virou de costas e, fazendo umas agachadas, começou de novo a foda no cu dela.
Depois de uns minutos, a Estefi já tinha se ajeitado pra receber as pirocadas no rabo e, ao mesmo tempo, se masturbar sem controle. E foi aí que aconteceu.
Foi tudo junto. Totalmente ao mesmo tempo.
O Renzo gozou como se não houvesse amanhã, enchendo o cu da namorada dele.
A Estefânia gozou esfregando o clitóris dela e soltando um jato de fluido pra fora da buceta que fazia qualquer um pensar que ela tinha mijado. (O Manu já tinha visto uns vídeos de ejaculação feminina, mas ver ao vivo era algo incrível, ainda mais vendo a irmã dele fazer aquilo).
O Manuel gozou enchendo a parede do quintal de porra grossa, quente e cremosa, gozo sem fim, não parava de gozar.
A Romina tapava a boca com as mãos vendo o Manuel naquela situação enquanto olhava pela janela do quarto da Estefi.
A verdade é que prefiro que os personagens tenham uma identidade única na mente de cada um de vocês, por isso prefiro não incluir fotos na história, mas sim, pode haver exceções como a de hoje, para que vocês pudessem entender, por exemplo, como era a vista que a Manu tinha da janela.
Mais uma vez, agradeço pelo tanto de apoio de vocês. Dá vontade de escrever pra vocês, seus tarados. Um abraço bem grande. Espero pontos e comentários. Até a próxima...
http://www.poringa.net/posts/relatos/3637808/Somos-5-hermanas-Mama-y-Manuel-Parte-1.html
Link do primeiro capítulo pra quem acabou de chegar.
Bom, aqui estamos com a continuação dessa história. Agradeço de coração o apoio que vocês deram ao primeiro post e, como eu disse naquele, convido vocês a deixarem seus pontos depois de ler e a escreverem nos comentários o que acharam e se querem saber como a coisa continua.
Realmente era um pesadelo.
Como é que podia ter tanta má sorte assim?
Anos e anos convivendo com tantas mulheres e na hora que ele derrapa, elas têm que descobrir.
A mente dele trabalhava a mil por hora. O que eu faço? Onde estou? O que está acontecendo? Todas as perguntas ao mesmo tempo. Mas justamente, o que ele não tinha era tempo.
— "Eu te perguntei que porra é essa, cara! Por que você está seminu e com minha calcinha no seu... seu troço?", Delfina insistiu de novo.
Se recuperando dos primeiros segundos de susto, Manuel se apressou pra esconder o pau, que mesmo dormindo tinha um tamanho considerável, e sussurrou pra irmã:
— "Para de gritar, que você vai acordar a mamãe e as meninas."
— "Tô nem aí pra quem vai acordar, quero que você me responda", respondeu a irmã.
Manuel sabia que tava num beco sem saída e apelou pra jogada que nunca tinha falhado com as irmãs ou com a mãe. O coitadinho.
— "Desculpa, Delfi. Sério. Eu fiquei muito bêbado e, mais ainda, acho que algum dos caras botou algo no meu copo, juro que hoje foi uma loucura."
A irmã olhou pra ele desconfiada e disse: — "E que porra isso tem a ver com você... fazer o que quer que tenha feito com minha calcinha?"
Manuel manteve o plano e respondeu: — "Ninguém nunca me dá bola. Mais uma noite em que eu pego uma gostosa e na hora de finalizar, me deixam na mão. Não é fácil chegar aos 18 e ser o único do grupo que ainda não estreou.
Bom, cheguei assim, todo tonto, e sua fio dental tava ali, e eu me empolguei.
—Mas te juro que é a primeira vez, nunca tinha feito isso, sério — finalizou Manuel, esperando ter convencido a irmã e se livrado da vergonha e do castigo que viriam se os outros descobrissem.
A Delfi mudou completamente de cara. Abraçou o irmão com todo o amor que tinha.
—Tá tudo bem, bobinho. Sério. Valeu por me contar a verdade. Prometo que vai ser nosso segredo, pode confiar em mim — disse ela sem soltar o abraço.
Manuel se deixou abraçar, se deixou querer. Se perdeu no perfume da irmã, no contato com o peito dela, com o cabelo. Fechou os olhos e ficou assim por um tempo, até que Delfi finalmente o soltou. Os dois irmãos se olharam sorrindo; a verdade é que Manuel não poderia ter planejado uma saída melhor pra merda em que se meteu, mas, fazer o quê, a sorte tava do lado dele naquela madrugada.
Delfina ainda segurava o fio na mão, e olhava pra ele com uma mistura de surpresa, graça e nojo.
—Nossa, o que você fez com ela? Banhou de porra? — perguntou rindo enquanto jogava no cesto de roupa suja.
Manuel sorriu todo vermelho. A verdade é que tava morrendo de vergonha com tudo aquilo rolando. —Precisa falar disso, Delfi? Já foi, pelo amor.
Delfina continuou sorrindo e se aproximou da porta, abrindo-a e fazendo um gesto com a mão pra ele vazar. —É, já foi. Agora dá o fora que preciso do banheiro, pervertido.
Manuel foi embora sem pensar duas vezes. Além de ter escapado, tava morrendo de vergonha pelo que teve que confessar e de medo por ter quase tudo ido pro caralho com a família. Foi direto pro quarto e, assim que a cabeça encostou no travesseiro, apagou de novo.
Por sorte, a família deve ter achado que ele chegou bêbado da farra, então ninguém acordou ele pra comer, e Manuel acordou naquele domingo lá pelas 18h. Aquela sensação de ter levado uma paulada na cabeça e o ter... Mastigando pasto misturado com gasolina que a gente sente ao acordar depois de uma farra daquelas, foi o que ele sentiu assim que sentou na beira da cama, pronto pra levantar. Mas os pensamentos dele foram direto pro que tinha rolado no banheiro com a Delfi, assumindo que ele não tinha imaginado e que aquela putaria com a irmã mais velha realmente tinha acontecido.
Ele decidiu esquecer o assunto, tinha dado tudo certo, passado é passado, bola pra frente.
Em casa só estavam a Romina e a Estefi. A mãe e a Delfi tinham ido tomar um lanche no apê da Paula e da Aldana. A Estefi tava no meio de uma sessão de alongamento tipo yoga na sala, e a Romina tava com os apontamentos da facul na mesa da cozinha.
O Manu tentou não atrapalhar a Estefi, mas não conseguiu evitar se perder na bunda da irmã, que bem na hora fazia uma espécie de "saudação ao sol", formando uma tenda com o corpo e empinando aquelas nádegas fortemente apertadas por um short de legging que, por alguma razão mística, desafiava as leis da física e não explodia com tanta carne, mas que cedia um pouco e deixava bem marcados os lábios da buceta dela. Com muita dificuldade, o Manu se forçou a parar de olhar e foi direto pra cozinha, precisava de água.
— "Essa sim que é de ressaca, pai" — disse a Romina, usando o episódio dos Simpsons pra descrever a cara do irmão.
Ele sorriu, sempre achava graça poder fazer piadas dos Simpsons com as irmãs, todos eram muito fãs.
Serviu água e sentou pra se hidratar um pouco. — "Você nunca vai parar de estudar, hein? Vai acabar igual a Aldana, toda nerd" — disse pra irmã.
Ela só olhou pra ele com desaprovação e continuou com o resumo.
Nesse momento, a Estefânia entrou na cozinha, toda suada, e foi direto se servir da jarra de água fresca que o Manu tinha na frente.
— "Que bom, justo o que eu precisava. Licença, dorminhoco" — disse pro Manuel.
Ele sorriu pra irmã mais velha e de novo se perdeu, mas dessa vez não na bunda da Estefi, e sim nos mamilos dela, que se marcavam descaradamente no top esportivo.
A irmã dele tomou o copo inteiro de um gole só e foi embora dizendo — "Esse corpinho precisa de um banho". O Manuel viu ela ir embora pensando com seus botões — "Esse corpinho precisa de bem mais que isso" — mas o pensamento foi interrompido pela Estefi. que gritou do banheiro —"Renzo está chegando, se eu ainda não saí, vocês abrem a porta e falam pra ele me esperar no quarto, por favor!".
—"Aí está o outro que ele precisa", terminou de pensar Manu, sabendo que seu cunhado ia meter a rola na irmã dele assim que ela saísse do chuveiro.
Só 5 minutos depois a campainha tocou e Manu foi abrir a porta pro cunhado, que cumprimentou todo simpático e foi direto pro quarto da Estefi assim que Manu passou o recado que ela deixou pra ele. Manu hesitou um momento sobre o que fazer e foi pro quarto dele meditar sobre as ideias que surgiram na cabeça.
Ficou matutando sobre a Estefânia e o corpo dela, e saber que em só alguns minutos ela ia estar transando no quarto dela, e essa ideia deixou a piroca dele dura pra caralho.
Pensou que já que não tinha ninguém, podia aproveitar pra tentar dar uma espiada e ver o que a irmã dele fazia com um corpo daqueles pra oferecer.
Tudo tinha que ser feito de maneira perfeita. Não podia arriscar que, só algumas horas depois de escapar de uma irmã, a outra o pegasse espiando enquanto ela comia o namorado.
Manuel colocou música no celular e na caixinha de som, coisa que ele fazia direto quando tava no quarto, mas não tão alto, só o suficiente pra Estefânia achar que ele tava lá e não fosse fechar a janela do quarto pensando que ele podia sair pro quintal.
Sem perder mais tempo, foi pro quintal antes da Estefi sair do banheiro e se encostou na parede, atrás da persiana aberta.

onde ela tinha uma visão em primeira pessoa da cama da irmã, na qual, naquele exato momento, o cunhado dela estava sentado, se tocando na pica.
— Olha como o filho da puta espera por ela — pensou Manuel.
Não passou nem 1 minuto quando a porta do quarto se abriu, dando passagem pra irmã dele, que depois de trancar a porta, virou-se pra olhar com um sorriso safado pro namorado.
— Apa! Começou sem mim? — perguntou Estefi.
— É impossível saber o que me espera e não ficar assim — respondeu Renzo, balançando o pau (menor que o do Manu, vale dizer), uns 18x3,5cm mais ou menos.
Manuel viu a irmã deixar cair a toalha que envolvia o corpo dela e, pela primeira vez na vida, teve uma visão em primeira fila do corpo da irmã completamente pelado. Sim, já tinha visto ela pegar sol de biquíni e coisas assim, mas nunca completa e totalmente nua. Embora tenham sido só alguns segundos que ela ficou ali de pé, serviram pra Manuel escanear aquele corpo como um raio laser... Os peitos redondinhos e perfeitos, rosadinhos, como dois pêssegos na temporada, a figura perfeita, os abdominais e a buceta de lábios bem carnudos, rosa pálido. Perfeita. Parecia um anjo... Mas nada mais longe da realidade.
Depois desses poucos segundos que Estefi ficou ali de pé, deixando o namorado admirá-la pelada (e o irmão também, só que ela não sabia, claro), ela se jogou na cama como uma fúria possessa e, de uma só vez, enfiou o pau inteiro, até as bolas, e assim, com todo o comprimento na garganta, começou a "bater cabeça".
Manuel estava fora de si. Como aquilo podia ser real? Parecia um filme pornô. A irmã dele engolia o pau do namorado por completo e com uma facilidade incrível, era como se a garganta dela não tivesse limites. Realmente era algo digno de admiração. A agilidade, a técnica, a dedicação, o som gutural que a garganta dela fazia ao se esticar pra deixar entrar a cabeça do pau que se metia com tanta graciosidade, a baba que escorria pelo canto dos lábios, tudo era mágico... a verdade é que era mágico demais, já que não tinha passado nem um minuto quando Renzo começou a gemer descontroladamente e, pegando Estefi pelos cabelos, empurrou a cabeça dela contra o próprio púbis, enterrando ainda mais o pau na garganta da mina e, sob o grito de —"Toma, puta, toma todo o leite na garganta!" —, gozou o que pareceram 361 litros de porra. Longe de complicar a situação, Estefi recebeu a porrada direto na barriguinha, limpou o pau do macho dela e sorriu satisfeita. Não deixou escapar uma gota sequer. Nota dez. Medalha de ouro, head master olímpica.
Manuel tava olhando bestificado pra situação, tão concentrado, tão excitado, tão imerso na cena, que praticamente nem percebeu quando tinha soltado o próprio pau e tava se acabando numa punheta violenta.
A situação, longe de dar trégua, só melhorava.
A irmã dele, assim que terminou o boquete cinco estrelas, se jogou junto com o namorado e, abrindo as pernas, disse —"É minha vez. Chupa bem gostoso que você já sabe o que acontece quando me deixa louca."
Renzo não pensou nem um segundo e se jogou de cara na buceta molhada que a mina dele oferecia tão gentilmente. A verdade é que ele pareceu ser bem bruto. Manuel, que embora não tivesse experiência, sabia — e muito bem — como os atores da infinidade de vídeos pornô que ele via pra bater punheta chupavam a buceta das mulheres com quem transavam, pensou que o cara tinha uma técnica meio estranha e, pelo jeito da irmã dele, que além de gemer e falar —"Assim, assim... vai, meu amor, chupa tudo" —, as expressões dela faziam ele pensar que ela não tava curtindo tanto assim.
Alguma coisa o cara deve ter feito direito, porque depois de um tempo, Estefânia disse —"Beleza, hora de meter com força." Em seguida, ficou de quatro, apoiando o rosto no colchão e usando as mãos pra separar as nádegas, dando tanto pra Renzo quanto pra Manuel o presente de ver a buceta aberta e molhada e o cuzinho redondo e minúsculo, tão rosado quanto os lábios. da sua caverninha.
Manuel estava quase desmaiando.
Renzo, que já tinha recuperado as forças, se jogou sem piedade sobre a buceta da Estefi e a empalou de uma só vez. Ela gemeu encantada, dando ao jovem luz verde para o que veio.
Parecia endemoniado. — "E quem poderia culpá-lo?", pensou Manuel enquanto se batia no ritmo das investidas do cunhado contra a buceta da irmã.
Isso sim já se parecia um pouco mais com os vídeos que Manuel via. Renzo estava pegando fogo e metia forte, cada vez mais forte na buceta da Estefi, e ela gemia descontrolada e, pelo visto, dessa vez era completamente a sério. Já estava chegando o clímax do momento, pelo menos era o que Manuel achava. Mas não.
Estefânia parou o rapaz com um — "Chega, chega... para"
Manuel também parou a punheta, o que não gostou nada, já que estava tentando se sincronizar com o momento, pra gozar quando o cunhado gozasse e imaginar que era ele, e olhou pra irmã com a mesma cara de "O que foi, por que paramos?".
— "Chega de buceta, arrebenta meu cu como eu gosto, quero a porra lá também"
Agora sim. Se não tinha desmaiado antes, agora ia ter um infarto. — "Que porra é essa? não pode ser tão gostosa, filha da puta", pensava Manu.
Renzo não pareceu tão surpreso quanto Manuel, já que pelo visto não era novidade pra ele que Estefi pedia pra arrebentarem o cu dela e, sem muita enrolação, aproximou a cara do rabo empinado da namorada, cuspiu da forma mais vulgar e encostou a ponta da pica naquele asterisco rosado e lindo, mas quase inexistente de tão pequeno e fechado que parecia.
— "Nada, não entra, impossível. Tá fechado a vácuo. Vai rasgar", pensava Manu, quase paralisado pelo momento.
O cunhado só apoiou a ponta no cu da irmã e segurou a pica ali, e o momento mais quente até agora na vida de Manuel aconteceu.
Estefi jogou o rabo pra trás, engolindo a pica do Renzo no Inteirinha de uma só enfiada! Foi algo realmente incrível. Mas não parou por aí, porque assim que ele fez isso, a garota começou a rebolar a cintura igualzinho fazia nas aulas de aeróbica.
Ela realmente parecia estar rebolando a buceta no pau com aquele rabo.
Entrava, saía, entrava, saía... era quase hipnótico.
A mão do Manuel parecia ter vida própria, de tão rápido que ele batia uma pra piroca do moleque. Tava no céu, louco de prazer e tesão, vendo a irmãzinha do coração dele, a prof, sempre tão gente boa e prestativa, sendo sodomizada na frente dos olhos dele.
Longe de querer parar por ali, a Estefânia se levantou em cima da cama e mandou o namorado dela deitar de barriga pra cima. Depois que ele obedeceu, a mina virou de costas e, fazendo umas agachadas, começou de novo a foda no cu dela.
Depois de uns minutos, a Estefi já tinha se ajeitado pra receber as pirocadas no rabo e, ao mesmo tempo, se masturbar sem controle. E foi aí que aconteceu.
Foi tudo junto. Totalmente ao mesmo tempo.
O Renzo gozou como se não houvesse amanhã, enchendo o cu da namorada dele.
A Estefânia gozou esfregando o clitóris dela e soltando um jato de fluido pra fora da buceta que fazia qualquer um pensar que ela tinha mijado. (O Manu já tinha visto uns vídeos de ejaculação feminina, mas ver ao vivo era algo incrível, ainda mais vendo a irmã dele fazer aquilo).
O Manuel gozou enchendo a parede do quintal de porra grossa, quente e cremosa, gozo sem fim, não parava de gozar.
A Romina tapava a boca com as mãos vendo o Manuel naquela situação enquanto olhava pela janela do quarto da Estefi.
A verdade é que prefiro que os personagens tenham uma identidade única na mente de cada um de vocês, por isso prefiro não incluir fotos na história, mas sim, pode haver exceções como a de hoje, para que vocês pudessem entender, por exemplo, como era a vista que a Manu tinha da janela.
Mais uma vez, agradeço pelo tanto de apoio de vocês. Dá vontade de escrever pra vocês, seus tarados. Um abraço bem grande. Espero pontos e comentários. Até a próxima...
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