Vizinho pede pra eu comer a esposa dele!

Em cada encontro sexual que a ELVIRA e eu tínhamos, eu ia com uma calcinha mais erótica que destacava os peitões dela, então era super comum que, quando eu viajava com ela no carro, os caras ficassem olhando pras tetas dela. Isso a deixava com tesão e aumentava a vaidade dela como mulher. Tinha vezes que ela chegava e me beijava com frenesi, dizendo que tava morrendo de vontade de transar. Quando eu perguntava por que ela tava tão excitada, ela falava que no caminho vários homens ficaram olhando pras tetas dela, mandavam beijos ou soltavam frases tipo "tô com vontade de um copo de leite", "o que eu não daria pra chupar essas tetas". Isso ia deixando ela com mais tesão, e vinha na cabeça dela as vezes que, na hora do sexo, eu chupava os bicos dos peitos dela. Aí ela pensava: "se eles soubessem que essas tetas já têm dono e como ele adora comê-las".
Cada vez que falava com ela no telefone, lembrava da primeira vez que fiquei com ela e do marido ligando no celular dela. Enquanto ela falava com ele, eu continuava comendo ela, e quando ela me passou o telefone pra ele mandar eu comer ela direito e mandar ela satisfeita pra casa. Uma vez ela me perguntou se eu não me importava de buscar ela no trabalho e de lá ir direto pro hotel. Falei que não tinha problema, que assim eu podia admirar mais as tetas dela e acariciar o corpo dela durante o caminho. Quando cheguei na papelaria, só estavam o RAUL e a ELVIRA. O Raul me cumprimentou falando "valeu por fazer a Elvira gozar e aos poucos você vai deixando ela do seu jeito". A Elvira me deu um beijo no rosto e disse "tenho uma surpresa pra você, meu amor". Fiquei olhando pra ela e vi que tava usando um sapato baixo, sem meia, e um vestido simples que destacava as tetas dela. Falei "você tá linda, e nem preciso falar desses peitos gostosos". Chegou um cliente e o Raul foi atender. A Elvira falou "entra" e eu fui pra trás do balcão. De repente o Raul falou pra Elvira "amor, me traz um compasso do estojo" e ela falou "Miguel, me ajuda, porque tão muito alto e eu não alcanço". Entramos no depósito e ela fechou a porta. Ela mostrou onde tava e colocou uma cadeira. Quando subi, ela aproveitou e esfregou o rosto na altura da minha braguilha, abaixou o zíper, tirou meu pau pra fora e começou a beijar ele. Nisso a porta abriu e entrou o Raul, que viu a cena, estendeu a mão, eu dei o compasso pra ele e ele saiu falando "já volto, pombinhos". A Elvira começou a chupar meu pau enquanto eu segurava a cabeça dela e comecei a meter e tirar como se a gente tivesse transando, e ela curtia cada estocada. Depois ela desabotoou minha calça e começou a chupar minhas bolas. Era sensacional sentir elas dentro da boca dela. E como deu, puxei a parte de cima do vestido dela e apareceu um sutiã preto de meia taça com renda, bem provocante, tentando segurar aqueles peitões enormes. peitos, então abaixei e eles ficaram livres, e comecei a acariciá-los quando ouvi alguém baixando uma cortina, mas a gente continuou na nossa. Levantei da cadeira e comecei a chupar os peitos dela com frenesi, e ela correspondia dizendo “são seus, meu amor, acaba com eles”. Fui levantando o vestido dela e descobri uma calcinha fio-dental preta com babados, mas que no meio da buceta tinha um buraco pra facilitar a penetração, quando o Raúl entra e fala “gostou do que a Elvira comprou pra você?” Viro pra olhar a Elvira e beijo ela enquanto a levo até uma escrivaninha pequena que tinha no lugar, deito ela, abro as pernas dela e começo a beijar as pernas, a virilha e a brincar com o pentelho dela, até finalmente chupar a buceta dela enquanto a respiração dela fica ofegante quando enfio minha língua, ela solta um gemido de prazer e o Raúl fala “meu amor, você fica linda quando tão te chupando, mas se prepara porque vão te comer”. Depois de vários minutos dando prazer na buceta dela, levanto e penetro ela, e ela com as pernas envolve minha cintura me dizendo “me enche toda, meu amor, me faz gozar”, e começo o vai e vem enquanto chupo os peitos dela e ela correspondia com gemidos de prazer. O Raúl via tudo com prazer, como a esposa dele me acariciava e me convidava a penetrar ela com mais força, e depois de vários minutos ele fala “meu amor, você parece uma puta gozando do seu macho, mas falta você se entregar toda pra ele”. Levanto as pernas dela de um jeito que encaixo nos meus ombros, e em cada estocada se ouvia o squish dos fluidos vaginais dela e o barulho do meu corpo batendo na bunda dela, e ela me fala “meu amor, sabe como eu gosto quando me coloca assim, joga tudo dentro da minha buceta”. Acelero as metidas e o Raúl se aproxima de mim e fala no meu ouvido “cú, ela é virgem e adoraria que fosse você quem fizesse isso”. Ele fica na frente dela e segura firme os tornozelos dela e indica “amorzinho, vão te encher como a maior puta, e depois disso você vai quero mais". Tirei meu pau todo molhado e ela diz "não, meu amor, não tira, continua me comendo". Em resposta, aproximei ele do cu dela e, aos poucos, fui enfiando. Elvira me dizia "Não, meu amor, não, nunca fiz isso por aí". Eu falei "fica tranquila, você vai gostar". Enquanto eu inseria, ouvia os gemidos de dor dela e via as caretas no rosto dela. Quando estava tudo dentro, comecei a chupar os peitos dela pra ganhar tempo e ela acostumar o cu com meu pau, enquanto Raúl dizia "meu amor, você já engoliu ele todo e agora vão encher teu cu de porra". Beijei as panturrilhas dela enquanto começava com movimentos suaves e, aos poucos, os gemidos de dor dela viraram gemidos de prazer, então eu acelerava as metidas devagar conforme via as caras de prazer dela, até que as metidas já estavam frenéticas e ela me puxa e me beija com vontade porque teve um orgasmo, e eu continuei comendo ela. Quando Raúl viu que tinha acabado, soltou os tornozelos dela e fala "amor, você parecia uma puta toda quando gozou" e ela responde "ele é meu macho e sabe como me fazer chegar ao clímax". Eu continuei comendo ela até sentir que comecei a gozar dentro dela e, enquanto gozava, ela dizia "assim, meu amor, assim, que gostoso seu leite no meu cu, não tira". Quando terminei, me deitei sobre ela e ela me beijou com carinho, dizendo "meu amor, obrigada por estar comigo, por me fazer gozar e permitir que meu marido visse como você arrombava meu cu". Me afastei e Raúl nos deu papel higiênico pra ambos, dizendo "vocês transam como namorados e foi sensacional ver como você comeu ela e como ela te corresponde em tudo". Nos deu um refrigerante pra cada enquanto contava como tinha vivido os momentos de intimidade, enquanto Elvira estava sentada no meu colo e me abraçava e beijava. Terminou dizendo "gostaria que a gente saísse com Angélica (que era a parceira sexual dele) e fosse pra um hotel, mas cada um com sua mulher transasse". Eu falei que era só. Questão é que a gente se acertou e podia rolar se a Elvira topasse, então ela se deitou no meu peito falando: “meu bem, o que você decidir tá bom, até porque quero que essa menina veja como você me satisfaz”. Isso porque a Elvira e o Raúl tinham um acordo de que cada um podia ter o amante que quisesse, já que fazia anos que não tinham intimidade e não se divorciavam por causa dos filhos. Depois da conversa, eu comi a Elvira de novo na frente do Raúl, que ficava incentivando ela a cada metida ou gozada que ela dava. Quando eu saí, os dois me agradeceram pelos momentos vividos no depósito deles, especialmente a Elvira, porque em toda sessão de sexo era normal ela terminar com uns 3 ou 4 chupões no corpo, mas agora, com o tesão, ela tava com 20 e o cu dolorido, mas satisfeito.

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