Desejo minha sobrinha. Ah, como eu a desejo! A silhueta linda e esbelta dela, com peitos generosos sem serem exagerados, as pernas finas com coxas dos sonhos, o cabelão caindo nos ombros, passa por mim me inundando com o cheiro gostoso do perfume que exala. Fico de boca aberta diante de tanta beleza. Depois de um beijo na bochecha que grudou em mim como se os lábios dela fossem brasa de fogo, ela foi pra sala e sentou com a confiança de quem se sabe gostosa, cruzando as pernas e com aquele sorrisão dançando nos lábios carnudos e provocantes, me olhou com os olhões sonhadores, me chamando pra fazer companhia.
Como posso deseá-la tanto sem que ela perceba? Ela age com tanta naturalidade que uma pontada de culpa atravessou meu peito, me fazendo sentir desprezível pela morbidez e excitação que Serena desperta em mim. Aos batimentos angustiados que sua proximidade me causa, ela opõe uma confiança que me desarma. Ao calor que seu corpo desperta em mim, suas pernas, seus seios, seus lábios, ela toda, minha sobrinha, com seu sorriso largo e olhar confiante que conseguem transformar esse fogo em calor, me livrando de cometer uma loucura com ela e provocar uma tragédia familiar. Quando ela me olha e sorri como faz agora, imagino minha sobrinha fugindo do meu ataque sexual e correndo chorando para os braços dos pais, desencadeando um pesadelo que me congela o sangue. Somente seu olhar, seu sorriso, onde transparece a inocência e confiança de Serena por estar na presença de seu tio, a quem tanto ama e em quem tanto confia, conseguem conter meus impulsos selvagens de pegá-la nos braços e esmagar seus lábios com os meus, enquanto minhas mãos tentam percorrê-la para sentir na ponta dos dedos aquelas regiões que desejo com toda minha alma. Entre nós sempre houve uma corrente de simpatia e confiança, sem que ela percebesse, à medida que passava da puberdade para a vida adulta, que minha inclinação por ela havia deixado de ser filial, se enchendo de uma carga sexual que sempre tentei esconder com sucesso. E acho que fiz bem, pois o tratamento dela comigo nunca mudou e ela sempre vinha me pedir conselhos, fossem eles na área familiar ou sentimental. E sempre encontrava em seu tio a resposta adequada e oportuna que a ajudasse a tomar boas decisões. Se ela soubesse que com o passar dos anos os abraços que ela me dava e seus beijos no rosto se tornaram um suplício para mim! Como naquela vez em que ela se despediu apressada de mim para encontrar os amigos e, sem querer, seus lábios roçaram os meus, sem que ela Dei importância, enquanto a suavidade do beijo dela me acompanhou naquela noite, a ponto de eu acabar me masturbando pensando naqueles lábios carnudos e vermelhos da minha sobrinha. E assim começou toda uma fase de desejo escondido, tentando disfarçar na frente dela meus olhares para as pernas, para o rosto lindo e para os peitos dela. E quando ela se sentava perto de mim, vivia a odisseia de captar as intimidades dela em algum descuido, mas fingindo que não via, embora todos os meus sentidos estivessem ligados em cada pedaço dela. E quando estava sozinho, pensava em tudo que tinha espionado da minha sobrinha e, na solidão da minha casa, me satisfazia sozinho. As pernas da minha sobrinha e o que os muslos dela escondiam se tornaram uma obsessão que me consumia. Se ao menos eu pudesse expressar meus sentimentos para ela, se ela pudesse captar meu desejo pelo corpo dela e compartilhasse comigo o tesão de estarmos juntos, tio e sobrinha, era a fantasia que sempre voltava em mim, mas quando a realidade aparecia e eu a via de novo, meus desejos colidiam com a inocência dela em relação ao tio, o tio degenerado que sabia muito bem que nunca poderia possuí-la e que devia se contentar em imaginá-la nos sonhos sexuais. Começamos uma conversa de família, sentados um de frente para o outro. Eu perguntando sobre a família e ela respondendo educadamente, mas com um leve toque de ausência. Não sabia o motivo da visita dela, estranha para mim, pois era a primeira vez que vinha na minha casa sozinha. Sempre vinha acompanhando os pais e nunca houve oportunidade de ter uma conversa a sós, o que teria me permitido vislumbrar se havia alguma chance para meus desejos secretos por aquela garota linda que, junto com o despertar para a maturidade, tinha desenvolvido o corpo de um jeito que agora exibia formas incrivelmente desejáveis. Um par de pernas que eu imaginava ao meu redor enquanto a penetrava e uns peitos grandes, voluptuosos, que convidavam a serem beijados, chupados. E os muslos dela, que escondiam o tesouro que tanto ansiava, eram uma Massa de carne fresca, dura e pulsante, que muitas noites sonhei em ter entre minhas mãos. Percebo que seu ar distante prenuncia uma crise nervosa e, apressado, vou até a cozinha pegar um refrigerante, que ofereço a ela e ela recebe com mãos trêmulas. Sento ao seu lado, ela me dá um meio sorriso, apertando a mão que segura o copo, enquanto lágrimas inundam seus lindos olhos e descem por aquele rosto que tantas fantasias desperta em mim. Sem dizer palavras, deixo meu copo de lado e coloco meu braço em seu ombro, esperando a confidência que sempre acompanha o choro de uma mulher. E minha sobrinha dá início à primeira etapa, abaixando seu lindo rosto e desaba a chorar, enquanto apoia a cabeça no meu peito. Alex, tio. Alex é o namorado dela, ou como se chame agora a pessoa com quem os jovens de hoje saem direto. No meu tempo, chamávamos de namorado aquele que decidíamos levar ao altar para começar um caminho juntos, até que a morte nos separasse. Mas agora, me parece que o termo caiu em desuso, como a própria instituição do casamento. E namorado, hoje em dia, implica algo como um certo grau de compromisso, mas nada mais. Minha sobrinha me explica entre soluços que terminaram porque ela o pegou traindo ela com uma mulher mais velha, casada. Cinco anos de relacionamento, foram pro ralo. Sem saber o que dizer numa situação nova pra mim, já que nunca antes tinha servido de ombro amigo em confidências de amor, e menos ainda de alguém que não só era separada por tantos anos, mas também era minha sobrinha, e, pra piorar, uma sobrinha que eu desejava como poucas vezes desejei uma mulher. É que nela se juntava o ideal de mulher que eu queria possuir com a frescura da inocência dela, que alimentava ainda mais minha excitação. Inocência e pecado, dois elementos que fariam qualquer lenha queimar. Por isso tentei estar à altura do momento, então respirei fundo e, com a seriedade que a gravidade do momento exigia, soltei o seguinte: mais fundo do que meu intelecto e experiência me inspiraram naquele momento: "Ela te traiu?" Me senti um idiota pelo que tinha dito e fechei os olhos, envergonhado pelas minhas palavras sem graça, mas elas tiveram um efeito inesperado na minha sobrinha, que, erguendo o rosto e sem vergonha das lágrimas que rolavam pela sua bochecha, me contou os detalhes do término, que era o roteiro repetido do fim de um relacionamento quando aparecia uma oportunidade melhor pra ele: conquistar um novo "love", já que o anterior, nesse caso minha sobrinha, não tinha mais nada de novo pra oferecer. Nós, homens, somos animais de conquista, com uma fome de sexo que nunca se sacia. E Alex tinha encontrado novos territórios, então não hesitou em deixar pra trás a rotina do sexo com a "namorada" de cinco anos. O arrependimento viria, sem dúvida, quando a nova aventura fracassasse, mas nessa altura Serena já teria começado uma nova história e Alex faria parte de um passado diluído pelas novas experiências. Seria uma lembrança que não lhe causaria maior emoção, imersa que estaria nas novidades que, na idade dela, a vida lhe reserva dia após dia. A sofrida Serena de hoje seria, muito provavelmente, a indiferente Serena de alguns meses depois, quando Alex voltasse arrependido. Qual homem não viveu a mesma experiência e repete ela de novo? Parece que está condenado a repetir seus erros uma vez atrás da outra, sem aprender a lição. Os tangos estão cheios desses erros masculinos. As palavras da minha sobrinha, que à medida que abria o coração pro tio ia se acalmando, me pareciam cada vez mais distantes, enquanto com minha mão ainda no ombro dela e a outra entre as mãos dela, eu olhava pra suas pernas, que se mostravam generosas porque ela, na sua desesperação, não tinha se preocupado com a saia que subiu quando cruzou as pernas. A pele branca, levemente bronzeada pelo sol daqueles dias de verão, mostrava duas colunas que, embora quando ela estava de pé parecessem finas, agora que estava sentada... Sentadas, se mostravam mais generosas. E, o mais lindo daquela visão, suas coxas se exibiam generosamente, me fazendo esquecer o sentido das palavras de Serena, que continuavam saindo atropeladas de seus lábios lindos, mais insinuantes agora que estavam banhados de lágrimas. Num instante, minha sobrinha soltou minha mão e levou a dela até a blusa, na altura dos peitos, e de lá tirou um lenço que levou ao nariz, enquanto eu deixava minha mão suavemente no joelho dela. E não foi com maldade, já que não tinha outro lugar para pousá-la, considerando a posição em que estávamos (embora, pra ser sincero, não a colocaria em outro lugar por nada neste mundo). E às minhas carícias fraternas no ombro dela se juntaram as carícias no joelho, enquanto ela continuava com sua história, que era uma repetição das primeiras palavras, aprofundando em novos detalhes a cada vez. E minhas carícias no joelho dela, que aumentavam meu desejo por Serena, tinham se tornado pesadas, lentas, insinuantes. De vez em quando, apertava o joelho dela na minha mão e, depois de um momento, voltava com as carícias, sem me atrever a mais nada, enquanto minha mão no ombro dela parou de acariciar e apertou com suavidade. Meu braço nas costas dela me transmitia a maciez da pele dela, que tinha parado de se mover no ritmo do choro e começava a adquirir um ritmo mais normal, como se o fluxo de dor estivesse se esgotando, dando lugar à serenidade. A serenidade de Serena, que tinha terminado suas lágrimas e sua história e as tinha substituído por uns soluços que anunciavam o fim breve da confidência. Apoiando a cabeça no meu peito, começou a se acalmar até que as batidas do peito dela voltaram ao ritmo normal. Mas meu braço no ombro dela e minha mão no joelho continuaram ali. O que você pretende fazer? Foi outra das minhas saídas estúpidas. Mas ela, sem levantar a cabeça do meu peito, mexeu em gesto de negação, com um "não sei" que indicava sua desesperança e desorientação atuais. Apertei meu braço no ombro dela e Minha mão no joelho dela, e ficamos um momento em silêncio. Depois de alguns instantes, minha mão recomeçou as carícias, devagar, com suavidade, num círculo que aos poucos ia se ampliando, enquanto meu olhar estava fixo no peito dela, agora sereno, que insinuava as redondezas escondidas sob a blusa branca. Talvez tudo isso tivesse terminado ali, deixando guardado dentro de mim o segredo do meu desejo pela minha sobrinha, sem que ela soubesse o que tinha despertado no tio dela, mas o corpo dela apoiado em mim mudou as coisas radicalmente, transformando nossa relação num turbilhão sexual, já que a respiração tranquila que ela transmitia e que era captada pelo meu peito depois de alguns momentos mudou para uma respiração mais agitada, que me indicava que a situação em que nos encontrávamos, nossa proximidade, meu braço no ombro dela e minhas carícias no joelho dela estavam surtindo efeito, um efeito que eu não imaginei enquanto ouvia as confidências dela. O que você pretende fazer? Pela primeira vez desde que falei com ela, agora minhas palavras ganhavam sentido. Nesse caso, um duplo sentido: repetia minha pergunta anterior mas, ao mesmo tempo, explorava as intenções da minha sobrinha. Uma pergunta com dupla intenção, que ela captou na hora. Serena, ela respondeu colocando a mão dela sobre a minha e abaixando a perna, para terminar tirando-a e colocando-a no meu próprio joelho. Eu, nada. E você? Pela primeira vez me tratava por "você". E numa clara convite para seguir em frente. Nem imagina. Parece que posso imaginar. Como você poderia adivinhar? Perguntei enquanto minha mão recomeçava as carícias no joelho dela. Queria ver se estávamos falando a mesma língua e a reação dela às minhas carícias seria a resposta. Se ela se irritasse, tudo terminaria ali e não passaria de um desgosto pra ela. Mas. Pela sua mão. E o que você diz sobre isso? Que sou sua sobrinha. E eu, seu tio. E continuei minhas carícias, aumentando o círculo delas, enquanto ela começou a abrir lentamente as pernas, como uma clara Convite para continuar, agora por regiões mais íntimas. — O que você quer, tio? — perguntou com uma voz insinuante, enquanto a mão dela no meu joelho começava a subir em direção à minha virilha, apertando minha carne e me transmitindo o calor que ela estava sentindo. — Acho que a mesma coisa que você — respondi, iniciando a subida pela parte interna das pernas dela, com suavidade, mas firmeza. Minha sobrinha levantou a cabeça e me olhou de frente, com seus jovens 21 anos, onde seus olhos castanhos escuros completamente abertos, assim como sua boca, eram um convite para beijá-los. Devolvi o olhar com intensidade e aproximei meu rosto do dela. Ela continuava com os lábios abertos, aqueles lábios lindos que eu tanto desejava, e os aproximou dos meus, oferecendo-os. Me agarrei a eles e, com desespero, os beijei, enquanto um "Finalmente!" saía do fundo de mim. Ela afastou o rosto e me olhou com cara de interrogação, esperando uma explicação. — Te desejo há um tempão, Serena. Ela sorriu e a mão dela subiu pela minha perna até chegar na minha virilha, onde ficou pousada sobre o volume que meu pau formava. Apertou com força meu membro, que estava completamente duro. — Calma, amor. Não tão forte. Aproximei novamente meu rosto do dela, em busca dos seus lábios, enquanto minha mão na buceta dela me indicava que a umidade da calcinha fio-dental era sinal claro da excitação dela. Com suavidade, comecei a acariciar os lábios da buceta dela, enquanto um dos meus dedos passava por entre eles, ao longo, tentando levá-la ao primeiro orgasmo. Ela abriu completamente as pernas para facilitar minha exploração. Com a cabeça jogada para trás, soltou meu pau e, de olhos fechados, se deixou levar pela minha mão e meu dedo, que continuavam explorando por cima da calcinha dela. Sentia na palma como os pelinhos da região pubiana dela me arranhavam, enquanto ela se mexia com intensidade agora que minha mão e meu dedo aumentavam a pressão sobre os lábios carnudos que guardavam a entrada do túnel do amor dela. — Você é uma delícia, amor — falei no ouvido dela. enquanto acariciava a buceta dela. Que gostosa, que gostosa. Mmmmmmmmmm - Posso continuar, amor? - Não para, por favor. Continuaaaaa, siiiiiiiiii. Os movimentos pélvicos dela ficaram incrivelmente intensos, enquanto ela segurava minha cabeça e, agarrada no meu cabelo, repetia: Siiiiiii, assimiiiiiiii. Jááááááááá E enquanto a calcinha fio dental dela era inundada pelos primeiros fluidos vaginais que o tio dela, com as carícias, proporcionava, o corpo dela em convulsões se mexia pra cima e pra baixo e as mãos dela puxavam meu cabelo. Não pensei que minha sobrinha fosse tão sensível às minhas carícias, mas atribuí ao estado especial em que ela se encontrava naquela oportunidade, que a sorte me fez viver e aproveitar. O término do relacionamento com o namorado dela, a solidão que nos cercava na sala da minha casa, sabendo que ninguém estava por perto, a desesperação pelo fim de uma etapa na vida juvenil dela e a entrada numa nova era, a proximidade do tio dela, as carícias, tudo contribuiu pra que ela tivesse essa explosão sexual. Mas depois do êxtase do orgasmo, a realidade do quase incesto tio-sobrinha se imporia e, com isso, a muito provável explosão de culpas e recriminações. Bom, era o que eu achava. Mas não estava preparado pra reação dela. Serena, eu... Você arrasou. Nunca gozei tanto sem transar. Era evidente que o namorado dela tinha obtido dela o que quis e por ela se explicava tanta desolação da parte dela. Tinha dado tudo e foi descartada, deixada de lado pra ir buscar outro corpo pra possuir. É a experiência do homem adulto, querida. É verdade. Você tem toda razão. É que a gente aprende a fazer gozar primeiro a parceira. Você tem razão, é assim que deve ser. E o mesmo acontece na cama. Ela calou e ficou pensativa. Eu tinha lançado o desafio e ela agora devia decidir se a gente chegava ao final do caminho. Um caminho de putaria que a gente tinha começado tão gostosamente, nos fazendo provar os primeiros frutos dessa relação incestuosa. Ela levantou o rosto de novo e me olhou com intensidade. A A sorte estava lançada.

Como posso deseá-la tanto sem que ela perceba? Ela age com tanta naturalidade que uma pontada de culpa atravessou meu peito, me fazendo sentir desprezível pela morbidez e excitação que Serena desperta em mim. Aos batimentos angustiados que sua proximidade me causa, ela opõe uma confiança que me desarma. Ao calor que seu corpo desperta em mim, suas pernas, seus seios, seus lábios, ela toda, minha sobrinha, com seu sorriso largo e olhar confiante que conseguem transformar esse fogo em calor, me livrando de cometer uma loucura com ela e provocar uma tragédia familiar. Quando ela me olha e sorri como faz agora, imagino minha sobrinha fugindo do meu ataque sexual e correndo chorando para os braços dos pais, desencadeando um pesadelo que me congela o sangue. Somente seu olhar, seu sorriso, onde transparece a inocência e confiança de Serena por estar na presença de seu tio, a quem tanto ama e em quem tanto confia, conseguem conter meus impulsos selvagens de pegá-la nos braços e esmagar seus lábios com os meus, enquanto minhas mãos tentam percorrê-la para sentir na ponta dos dedos aquelas regiões que desejo com toda minha alma. Entre nós sempre houve uma corrente de simpatia e confiança, sem que ela percebesse, à medida que passava da puberdade para a vida adulta, que minha inclinação por ela havia deixado de ser filial, se enchendo de uma carga sexual que sempre tentei esconder com sucesso. E acho que fiz bem, pois o tratamento dela comigo nunca mudou e ela sempre vinha me pedir conselhos, fossem eles na área familiar ou sentimental. E sempre encontrava em seu tio a resposta adequada e oportuna que a ajudasse a tomar boas decisões. Se ela soubesse que com o passar dos anos os abraços que ela me dava e seus beijos no rosto se tornaram um suplício para mim! Como naquela vez em que ela se despediu apressada de mim para encontrar os amigos e, sem querer, seus lábios roçaram os meus, sem que ela Dei importância, enquanto a suavidade do beijo dela me acompanhou naquela noite, a ponto de eu acabar me masturbando pensando naqueles lábios carnudos e vermelhos da minha sobrinha. E assim começou toda uma fase de desejo escondido, tentando disfarçar na frente dela meus olhares para as pernas, para o rosto lindo e para os peitos dela. E quando ela se sentava perto de mim, vivia a odisseia de captar as intimidades dela em algum descuido, mas fingindo que não via, embora todos os meus sentidos estivessem ligados em cada pedaço dela. E quando estava sozinho, pensava em tudo que tinha espionado da minha sobrinha e, na solidão da minha casa, me satisfazia sozinho. As pernas da minha sobrinha e o que os muslos dela escondiam se tornaram uma obsessão que me consumia. Se ao menos eu pudesse expressar meus sentimentos para ela, se ela pudesse captar meu desejo pelo corpo dela e compartilhasse comigo o tesão de estarmos juntos, tio e sobrinha, era a fantasia que sempre voltava em mim, mas quando a realidade aparecia e eu a via de novo, meus desejos colidiam com a inocência dela em relação ao tio, o tio degenerado que sabia muito bem que nunca poderia possuí-la e que devia se contentar em imaginá-la nos sonhos sexuais. Começamos uma conversa de família, sentados um de frente para o outro. Eu perguntando sobre a família e ela respondendo educadamente, mas com um leve toque de ausência. Não sabia o motivo da visita dela, estranha para mim, pois era a primeira vez que vinha na minha casa sozinha. Sempre vinha acompanhando os pais e nunca houve oportunidade de ter uma conversa a sós, o que teria me permitido vislumbrar se havia alguma chance para meus desejos secretos por aquela garota linda que, junto com o despertar para a maturidade, tinha desenvolvido o corpo de um jeito que agora exibia formas incrivelmente desejáveis. Um par de pernas que eu imaginava ao meu redor enquanto a penetrava e uns peitos grandes, voluptuosos, que convidavam a serem beijados, chupados. E os muslos dela, que escondiam o tesouro que tanto ansiava, eram uma Massa de carne fresca, dura e pulsante, que muitas noites sonhei em ter entre minhas mãos. Percebo que seu ar distante prenuncia uma crise nervosa e, apressado, vou até a cozinha pegar um refrigerante, que ofereço a ela e ela recebe com mãos trêmulas. Sento ao seu lado, ela me dá um meio sorriso, apertando a mão que segura o copo, enquanto lágrimas inundam seus lindos olhos e descem por aquele rosto que tantas fantasias desperta em mim. Sem dizer palavras, deixo meu copo de lado e coloco meu braço em seu ombro, esperando a confidência que sempre acompanha o choro de uma mulher. E minha sobrinha dá início à primeira etapa, abaixando seu lindo rosto e desaba a chorar, enquanto apoia a cabeça no meu peito. Alex, tio. Alex é o namorado dela, ou como se chame agora a pessoa com quem os jovens de hoje saem direto. No meu tempo, chamávamos de namorado aquele que decidíamos levar ao altar para começar um caminho juntos, até que a morte nos separasse. Mas agora, me parece que o termo caiu em desuso, como a própria instituição do casamento. E namorado, hoje em dia, implica algo como um certo grau de compromisso, mas nada mais. Minha sobrinha me explica entre soluços que terminaram porque ela o pegou traindo ela com uma mulher mais velha, casada. Cinco anos de relacionamento, foram pro ralo. Sem saber o que dizer numa situação nova pra mim, já que nunca antes tinha servido de ombro amigo em confidências de amor, e menos ainda de alguém que não só era separada por tantos anos, mas também era minha sobrinha, e, pra piorar, uma sobrinha que eu desejava como poucas vezes desejei uma mulher. É que nela se juntava o ideal de mulher que eu queria possuir com a frescura da inocência dela, que alimentava ainda mais minha excitação. Inocência e pecado, dois elementos que fariam qualquer lenha queimar. Por isso tentei estar à altura do momento, então respirei fundo e, com a seriedade que a gravidade do momento exigia, soltei o seguinte: mais fundo do que meu intelecto e experiência me inspiraram naquele momento: "Ela te traiu?" Me senti um idiota pelo que tinha dito e fechei os olhos, envergonhado pelas minhas palavras sem graça, mas elas tiveram um efeito inesperado na minha sobrinha, que, erguendo o rosto e sem vergonha das lágrimas que rolavam pela sua bochecha, me contou os detalhes do término, que era o roteiro repetido do fim de um relacionamento quando aparecia uma oportunidade melhor pra ele: conquistar um novo "love", já que o anterior, nesse caso minha sobrinha, não tinha mais nada de novo pra oferecer. Nós, homens, somos animais de conquista, com uma fome de sexo que nunca se sacia. E Alex tinha encontrado novos territórios, então não hesitou em deixar pra trás a rotina do sexo com a "namorada" de cinco anos. O arrependimento viria, sem dúvida, quando a nova aventura fracassasse, mas nessa altura Serena já teria começado uma nova história e Alex faria parte de um passado diluído pelas novas experiências. Seria uma lembrança que não lhe causaria maior emoção, imersa que estaria nas novidades que, na idade dela, a vida lhe reserva dia após dia. A sofrida Serena de hoje seria, muito provavelmente, a indiferente Serena de alguns meses depois, quando Alex voltasse arrependido. Qual homem não viveu a mesma experiência e repete ela de novo? Parece que está condenado a repetir seus erros uma vez atrás da outra, sem aprender a lição. Os tangos estão cheios desses erros masculinos. As palavras da minha sobrinha, que à medida que abria o coração pro tio ia se acalmando, me pareciam cada vez mais distantes, enquanto com minha mão ainda no ombro dela e a outra entre as mãos dela, eu olhava pra suas pernas, que se mostravam generosas porque ela, na sua desesperação, não tinha se preocupado com a saia que subiu quando cruzou as pernas. A pele branca, levemente bronzeada pelo sol daqueles dias de verão, mostrava duas colunas que, embora quando ela estava de pé parecessem finas, agora que estava sentada... Sentadas, se mostravam mais generosas. E, o mais lindo daquela visão, suas coxas se exibiam generosamente, me fazendo esquecer o sentido das palavras de Serena, que continuavam saindo atropeladas de seus lábios lindos, mais insinuantes agora que estavam banhados de lágrimas. Num instante, minha sobrinha soltou minha mão e levou a dela até a blusa, na altura dos peitos, e de lá tirou um lenço que levou ao nariz, enquanto eu deixava minha mão suavemente no joelho dela. E não foi com maldade, já que não tinha outro lugar para pousá-la, considerando a posição em que estávamos (embora, pra ser sincero, não a colocaria em outro lugar por nada neste mundo). E às minhas carícias fraternas no ombro dela se juntaram as carícias no joelho, enquanto ela continuava com sua história, que era uma repetição das primeiras palavras, aprofundando em novos detalhes a cada vez. E minhas carícias no joelho dela, que aumentavam meu desejo por Serena, tinham se tornado pesadas, lentas, insinuantes. De vez em quando, apertava o joelho dela na minha mão e, depois de um momento, voltava com as carícias, sem me atrever a mais nada, enquanto minha mão no ombro dela parou de acariciar e apertou com suavidade. Meu braço nas costas dela me transmitia a maciez da pele dela, que tinha parado de se mover no ritmo do choro e começava a adquirir um ritmo mais normal, como se o fluxo de dor estivesse se esgotando, dando lugar à serenidade. A serenidade de Serena, que tinha terminado suas lágrimas e sua história e as tinha substituído por uns soluços que anunciavam o fim breve da confidência. Apoiando a cabeça no meu peito, começou a se acalmar até que as batidas do peito dela voltaram ao ritmo normal. Mas meu braço no ombro dela e minha mão no joelho continuaram ali. O que você pretende fazer? Foi outra das minhas saídas estúpidas. Mas ela, sem levantar a cabeça do meu peito, mexeu em gesto de negação, com um "não sei" que indicava sua desesperança e desorientação atuais. Apertei meu braço no ombro dela e Minha mão no joelho dela, e ficamos um momento em silêncio. Depois de alguns instantes, minha mão recomeçou as carícias, devagar, com suavidade, num círculo que aos poucos ia se ampliando, enquanto meu olhar estava fixo no peito dela, agora sereno, que insinuava as redondezas escondidas sob a blusa branca. Talvez tudo isso tivesse terminado ali, deixando guardado dentro de mim o segredo do meu desejo pela minha sobrinha, sem que ela soubesse o que tinha despertado no tio dela, mas o corpo dela apoiado em mim mudou as coisas radicalmente, transformando nossa relação num turbilhão sexual, já que a respiração tranquila que ela transmitia e que era captada pelo meu peito depois de alguns momentos mudou para uma respiração mais agitada, que me indicava que a situação em que nos encontrávamos, nossa proximidade, meu braço no ombro dela e minhas carícias no joelho dela estavam surtindo efeito, um efeito que eu não imaginei enquanto ouvia as confidências dela. O que você pretende fazer? Pela primeira vez desde que falei com ela, agora minhas palavras ganhavam sentido. Nesse caso, um duplo sentido: repetia minha pergunta anterior mas, ao mesmo tempo, explorava as intenções da minha sobrinha. Uma pergunta com dupla intenção, que ela captou na hora. Serena, ela respondeu colocando a mão dela sobre a minha e abaixando a perna, para terminar tirando-a e colocando-a no meu próprio joelho. Eu, nada. E você? Pela primeira vez me tratava por "você". E numa clara convite para seguir em frente. Nem imagina. Parece que posso imaginar. Como você poderia adivinhar? Perguntei enquanto minha mão recomeçava as carícias no joelho dela. Queria ver se estávamos falando a mesma língua e a reação dela às minhas carícias seria a resposta. Se ela se irritasse, tudo terminaria ali e não passaria de um desgosto pra ela. Mas. Pela sua mão. E o que você diz sobre isso? Que sou sua sobrinha. E eu, seu tio. E continuei minhas carícias, aumentando o círculo delas, enquanto ela começou a abrir lentamente as pernas, como uma clara Convite para continuar, agora por regiões mais íntimas. — O que você quer, tio? — perguntou com uma voz insinuante, enquanto a mão dela no meu joelho começava a subir em direção à minha virilha, apertando minha carne e me transmitindo o calor que ela estava sentindo. — Acho que a mesma coisa que você — respondi, iniciando a subida pela parte interna das pernas dela, com suavidade, mas firmeza. Minha sobrinha levantou a cabeça e me olhou de frente, com seus jovens 21 anos, onde seus olhos castanhos escuros completamente abertos, assim como sua boca, eram um convite para beijá-los. Devolvi o olhar com intensidade e aproximei meu rosto do dela. Ela continuava com os lábios abertos, aqueles lábios lindos que eu tanto desejava, e os aproximou dos meus, oferecendo-os. Me agarrei a eles e, com desespero, os beijei, enquanto um "Finalmente!" saía do fundo de mim. Ela afastou o rosto e me olhou com cara de interrogação, esperando uma explicação. — Te desejo há um tempão, Serena. Ela sorriu e a mão dela subiu pela minha perna até chegar na minha virilha, onde ficou pousada sobre o volume que meu pau formava. Apertou com força meu membro, que estava completamente duro. — Calma, amor. Não tão forte. Aproximei novamente meu rosto do dela, em busca dos seus lábios, enquanto minha mão na buceta dela me indicava que a umidade da calcinha fio-dental era sinal claro da excitação dela. Com suavidade, comecei a acariciar os lábios da buceta dela, enquanto um dos meus dedos passava por entre eles, ao longo, tentando levá-la ao primeiro orgasmo. Ela abriu completamente as pernas para facilitar minha exploração. Com a cabeça jogada para trás, soltou meu pau e, de olhos fechados, se deixou levar pela minha mão e meu dedo, que continuavam explorando por cima da calcinha dela. Sentia na palma como os pelinhos da região pubiana dela me arranhavam, enquanto ela se mexia com intensidade agora que minha mão e meu dedo aumentavam a pressão sobre os lábios carnudos que guardavam a entrada do túnel do amor dela. — Você é uma delícia, amor — falei no ouvido dela. enquanto acariciava a buceta dela. Que gostosa, que gostosa. Mmmmmmmmmm - Posso continuar, amor? - Não para, por favor. Continuaaaaa, siiiiiiiiii. Os movimentos pélvicos dela ficaram incrivelmente intensos, enquanto ela segurava minha cabeça e, agarrada no meu cabelo, repetia: Siiiiiii, assimiiiiiiii. Jááááááááá E enquanto a calcinha fio dental dela era inundada pelos primeiros fluidos vaginais que o tio dela, com as carícias, proporcionava, o corpo dela em convulsões se mexia pra cima e pra baixo e as mãos dela puxavam meu cabelo. Não pensei que minha sobrinha fosse tão sensível às minhas carícias, mas atribuí ao estado especial em que ela se encontrava naquela oportunidade, que a sorte me fez viver e aproveitar. O término do relacionamento com o namorado dela, a solidão que nos cercava na sala da minha casa, sabendo que ninguém estava por perto, a desesperação pelo fim de uma etapa na vida juvenil dela e a entrada numa nova era, a proximidade do tio dela, as carícias, tudo contribuiu pra que ela tivesse essa explosão sexual. Mas depois do êxtase do orgasmo, a realidade do quase incesto tio-sobrinha se imporia e, com isso, a muito provável explosão de culpas e recriminações. Bom, era o que eu achava. Mas não estava preparado pra reação dela. Serena, eu... Você arrasou. Nunca gozei tanto sem transar. Era evidente que o namorado dela tinha obtido dela o que quis e por ela se explicava tanta desolação da parte dela. Tinha dado tudo e foi descartada, deixada de lado pra ir buscar outro corpo pra possuir. É a experiência do homem adulto, querida. É verdade. Você tem toda razão. É que a gente aprende a fazer gozar primeiro a parceira. Você tem razão, é assim que deve ser. E o mesmo acontece na cama. Ela calou e ficou pensativa. Eu tinha lançado o desafio e ela agora devia decidir se a gente chegava ao final do caminho. Um caminho de putaria que a gente tinha começado tão gostosamente, nos fazendo provar os primeiros frutos dessa relação incestuosa. Ela levantou o rosto de novo e me olhou com intensidade. A A sorte estava lançada.
3 comentários - Serena, minha sobrinha. O começo.