Uma mãe de família começa a trabalhar na mesma empresa que o marido e o filho. Logo ela vai entender que, pra manter o emprego e a estabilidade da família, vai ter que se esforçar muito na empresa... ela e seus buracos.
Débora é uma mulher gostosa de 43 anos, com pernas finas, uma bunda perfeita, uma longa cabeleira, uns olhos verdes lindos e, acima de tudo, o que mais chama a atenção nela à primeira vista são uns peitos enormes e firmes.
Ela é dona de casa, nunca trabalhou fora de casa e, por isso, não conhece muita gente nem tem muitas amigas. Além disso, o filho dela, Juan, praticamente não convida ninguém pra casa, e o marido também não, então o círculo social dela é bem limitado.
Esteban tem uma ideia: ele pode pedir pro chefe dele, Pedro, contratar a Débora como funcionária.
Quando Pedro recebe o pedido do Esteban, ele observa com atenção, mas ao perceber que a Débora nunca trabalhou na vida e não tem nenhuma experiência, responde que não tem nenhum interesse em contratá-la.
Pedro comunica ao Esteban que sente muito, mas que, logicamente, e ainda mais nesses tempos de crise com tanta gente qualificada procurando emprego, não pode contratar uma pessoa sem nenhum tipo de preparo ou experiência profissional.
Esteban diz ao chefe que lamenta ouvir isso, mas entende. A esposa dele, Débora, está no escritório, então, mesmo que não vá contratá-la, Esteban insiste em apresentá-la ao chefe. Assim que ela entra no escritório, ao vê-la, Pedro muda de ideia na hora e a contrata como secretária pessoal a partir do dia seguinte. Pouco depois, Esteban e a esposa saem da multinacional com o contrato já assinado.
(Pedro) "Bem, Débora, senta aqui que a gente precisa discutir uma coisa. Quero ser honesto com você: só exijo uma coisa de você. Quero que você se vista direitinho, com minissaia, meia arrastão à mostra, lingerie sexy, salto agulha, blusa desabotoada com um decotão, bem maquiada e bem perfumada. Entendeu?"
(Débora) "Como é que você se atreve a me propor uma coisa dessas? Sou uma mãe de família, seu sem-vergonha! Não sou nenhuma mulher-objeto e muito menos vou ficar desfilando por aqui como se fosse uma coelhinha. da Playboy. Não tenho absolutamente nenhuma intenção de fazer o que ele tá me pedindo! “Debora sai brava, ainda não consegue acreditar no que Pedro propôs pra ela.
Na manhã seguinte, decide ir trabalhar com o marido e aparece no escritório do Pedro.
(Debora) “Bom dia. Pensei na sua proposta ontem à noite e resolvi aceitar. Fiquei perplexa ontem, me desculpa pela reação”
(Pedro) “Bem feito. Agora vira de costas, quero ver sua bunda. Boa. Levanta a saia devagar”
(Debora) “Mas o que você tá me fazendo fazer… Isso é vergonhoso”
(Pedro) Faz isso e a gente assina o contrato
Debora, humilhada, levanta a minissaia. Pedro tira o contrato da gaveta, assina, faz a Debora assinar, e ela abaixa a saia e sai do escritório ainda atordoada.
Em vez de ir pra casa, vai fazer compras nas butiques do centro. Se tem que se vestir como uma secretária gostosa, quer fazer isso com roupas de classe.
(Pedro) “Oi Debora, muito bem, agora você tá vestida como deve. Esse é seu uniforme. Me traz um café e depois volta pro seu lugar esperar novas instruções”
Esteban vê com raiva a esposa rebolando a bunda na frente do chefe, que nunca perde a chance de dar uma olhada no decote e na raba dela.
Durante vários dias, o expediente no escritório segue assim: Esteban puto da vida ao ver a mulher dele sempre sorrindo, enquanto o chefe vai ficando cada vez mais à vontade com ela. Quase sempre almoçam juntos, e ele aparece com ela na frente do conselho diretor como se ela fosse o troféu dele.
Enquanto isso, Marcos virou o executivo mais novo da empresa — "que sorte ser filho do presidente". Naquela mesma noite, Juan tinha um encontro com a mina por quem tava apaixonado há tempos. Ele vai até a casa dela e vê o carro novo do Marcos estacionado perto da casa da guria.
Na hora, ele saca o que rolou e, puto da vida, pega uma pedra pontuda do chão e rasga toda a capota de lona do conversível do Marcos, achando que ele nunca ia imaginar quem tinha feito aquilo. Mas Marcos viu a cena direitinho.
No dia seguinte, na empresa, Marcos tem o primeiro dia de trabalho e se reúne com o pai dele. Quando vê ele acompanhado por aquela secretária gostosa e curvilínea, descobre que ela é a mãe do Juan, o colega dele, o idiota que na noite anterior fodeu o carro dele. Ele decide se vingar e, depois da reunião, fala com o pai.
(Marcos): "Pai, vi que você tem uma secretária gostosa, parabéns. Olha, queria te perguntar... Como gerente júnior, eu posso ter uma secretária?"
(Pedro): "Hahaha, claro, filho, como quiser."
(Marcos): "Hmm... pra ser sincero, eu queria a sua secretária, se não for um problema pra você."
(Pedro): "Claro que é um problema, faz só uns dias que eu tinha escolhido ela pra mim... mas se você insiste, vou mandar ela se mudar pro seu escritório. Eu arrumo outra."
Marcos ri debochado. É uma oportunidade boa demais pra se vingar do rival no amor — pegar a mãe dele como secretária. Parece que o destino tá do lado dele.
Quando o chefe fala pra Debora que, a partir daquele momento, ela não seria mais secretária dele e passaria a ser de outro executivo, ela fica perplexa, mas feliz.
Ao se apresentar no escritório de... Marcos, não esperava encontrar um chefe tão novinho.
(Debora) "Oi, sou a Debora, sua nova secretária
(Marcos) "E eu sou o Marcos, seu novo chefe. Se você pudesse me passar os contratos que estão embaixo da estante", falou isso só pra ver a bunda gostosa da Débora.
(Marcos) "Pode me tratar por 'você' sem problemas, já que vamos trabalhar juntos."
(Débora) "Tá bom, mas sinceramente é meio estranho trabalhar pra alguém que podia ser meu filho. Tô à sua disposição e vou fazer tudo que o senhor pedir, já que não tenho experiência nesse serviço."
(Marcos) "À minha disposição, hein? Pois é, tava procurando uma secretária como você. Que calcinha você tá usando agora?"
(Débora) "Calcinha? Mas... acho que não entendi o que..."
(Marcos) "Você mesma disse que vai fazer tudo que eu pedir, não foi? Então responde. Quer ganhar seu salário, né?"
(Débora) "Sim, sim, quero, claro, mas é que não entendo o que minha calcinha tem a ver com..."
(Marcos) "Você não tem que entender nada, eu sou seu chefe, você minha funcionária, eu faço uma pergunta e você responde, é simples assim, não precisa ter experiência pra entender."
(Débora) "É que me dá vergonha, isso não é papo pra se ter com estranhos, ainda mais com um rapaz tão novo."
(Marcos) "Eu não sou um rapaz novo, sou seu chefe, sabia? E agora me responde."
(Débora) "Bom... agora tô usando uma fio dental de renda vermelha e um sutiã de renda da mesma cor."
(Marcos) "Uau, ainda bem que você tava com vergonha da pergunta e vem trabalhar de fio dental. Deixa eu ver, vamos."
(Débora) "Ver? Cê acha que vou levantar minha saia na sua frente?"
(Marcos) "Você vai fazer o que eu mandar. Meu pai é o seu Pedro, já me falou da sua entrevista de emprego, então não se faz de sonsa. E não quero que levante a saia, quero ver sua fio dental de perto. Tira ela e me dá agora."
Débora tá morrendo de vergonha. O novo chefe é filho do Pedro e pelo que tá ouvindo, é tão porco quanto o pai. Por outro lado, não tem muita escolha.
(Débora) "Mas como? Não, não posso, não consigo..."
(Marcos) "Tira. Agora. Ou sua carreira acaba aqui antes de começar. começar"
(Débora) "Não, não, por favor, vou tirar minha calcinha fio dental agora mesmo, já vou te dar."
Débora enfia as mãos por baixo da minissaia e, morrendo de vergonha, abaixa a calcinha para entregar ao novo chefe.
(Marcos) "Hum, tem um cheirinho bom, sabia? Acho que vou ficar com ela."
(Débora) "O que isso significa? Você não vê que estou com uma saia bem curta? Já estou envergonhada o bastante por ter que me vestir assim por ordem do seu pai. Cada passo que dou dá pra ver a borda da meia, e quando sento e cruzo as pernas, minha calcinha fica à mostra pra todo mundo. Agora não posso ficar sem calcinha, todo mundo vai perceber que não tô usando nada por baixo da saia."
(Marcos) "Você é minha secretária, não é? Então, de agora em diante, você nunca mais vai usar calcinha. Tem que se apresentar aqui sempre com a buceta de fora. Entendeu? Se não gostar, fala logo e eu chamo o RH pra rescindir seu contrato."
(Débora) "Ah, meu Deus, o que você está me pedindo... ok, aceito. A partir de agora, não vou usar calcinha nunca mais. Só espero que não peça outras coisas assim."
(Marcos) "Mas fala, quero ouvir você dizer pra eu entender que tá tudo claro. Diz que de agora em diante vai vir com a buceta de fora."
Débora, olhando pro chão de cabeça baixa, repete:
(Débora) "Vou vir trabalhar todo dia com a buceta de fora."
(Marcos) "Lembra que aqui quem manda sou eu. Se ainda quer esse emprego, tem que fazer tudo que eu mandar, combinado? Repete."
(Débora) "Sim, sim, vou fazer tudo que você pedir. Agora posso ir pra minha mesa?"
(Marcos) "Claro, pode ir. E quando andar, balança essa bunda gostosa que você tem. Todo mundo tem que ficar de olho, hahaha.
E enquanto Devora ia rebolando a bunda, Marcos imaginava como aquela raba gostosa ia ficar de perto
Uma lágrima escorre pela bochecha de Debora, ela nunca imaginaria que seu novo chefe seria ainda mais sádico que o anterior. Mas aquele emprego é muito importante pra ela, e ela faria qualquer coisa pra mantê-lo.
Desde aquele dia, Debora vai trabalhar com o marido sem calcinha, até que Esteban, enquanto ela entra no carro uma manhã, percebe que por baixo da minissaia a mulher dele não tá usando nada e eles têm uma briga por causa disso.
Debora está muito triste, não só é obrigada a se humilhar daquele jeito, mas também tem que se sentir ofendida pelo marido.
Durante a manhã toda, ela responde distraída pro chefe, só consegue pensar na briga com o marido Esteban.
Depois que Marcos a chama várias vezes sem resposta, ele diz:
(Marcos) "Debora, você passou a manhã toda distraída, e isso tá atrasando meu trabalho. Faz um café pra mim e depois se concentra, ok?"
Debora faz o café e, quando leva a xícara pro chefe, por causa do nervosismo e da falta de atenção, tropeça e derrama o café inteiro nas calças de Marcos.
(Marcos) "Que porra é essa que você tá fazendo? Viu a merda que arrumou?"
(Debora) "Desculpa, me desculpa mesmo, tô com a cabeça em outro lugar hoje de manhã, vou limpar agora já."
(Marcos) "Limpa agora mesmo, daqui a vinte minutos tenho uma reunião super importante e não posso aparecer assim."
(Debora) "Tira a calça que eu lavo a mancha."
(Marcos) "Aff, tá bom, olha, você me molhou inteiro, até a cueca tá encharcada."
(Debora) "Me desculpa muito, Marcos."
(Marcos) "Desculpa não adianta nada, você me deixou todo sujo de café e ainda tava quente pra caralho. Limpa minha cueca também."
(Debora) "Tá bom, tira ela também, vou ver o que dá pra fazer."
(Marcos) "Me ajuda a tirar a roupa, ajoelha na minha frente e puxa enquanto eu abro o cinto."
(Debora) "Me desculpa muito, juro."
(Marcos) "Olha, olha só o que você Fez isso, me queimei quase até o pau, tinha que te mandar pra rua agora mesmo, você só está aqui pra me trazer um café e ainda faz merda"
(Débora) "Não, por favor, me perdoa, não fiz de propósito"
(Marco) "Olha o que você fez, tô com o pau vermelho, me queimou com a porra do café até as bolas, já que tá de joelhos na minha frente, me faz um boquete, aí vou ignorar essa merda e você pode manter seu emprego"
Ao ouvir isso, Débora se levantou na hora...
(Débora) "Como você ousa, seu porco nojento, vou te denunciar, quem você pensa que eu sou?"
(Marcos) "Hahaha, no outro dia, quando você me deu sua calcinha fio dental pra manter seu emprego, deixou bem claro quem você é"
(Débora) "Vou te denunciar agora mesmo, vou falar com o presidente"
(Marcos) "Hahaha, e o que você acha que ele vai te dizer? O presidente é meu pai, por que você acha que te contratei? Se for chorar no escritório dele, com certeza ele vai pedir pra você fazer um boquete nele primeiro, hahaha"
(Débora) "Vou pra polícia, seu filho da puta"
(Marcos) "Pra polícia? Com que provas? Vai ser sua palavra contra a minha. Vejo que não quer fazer o que eu mando, tá demitida."
Débora pensou nas palavras de Marcos, tava claro que ele tinha razão sobre o pai e provavelmente também sobre a polícia, ela não tinha provas, além disso, pensou de novo no que significaria perder o emprego.
(Débora) "Não, por favor, você não pode me demitir, vou esquecer o que você disse e vamos fingir que nada aconteceu aqui, vou limpar sua calça e depois..."
(Marcos) "Eu não vou esquecer nada, e se você quer manter seu emprego, vou te falar pela última vez: fica de joelhos e faz um boquete gostoso com essa boca safada que você tem, ou não só você, mas seu marido também vai ser demitido. Entendeu, puta?"
(Débora) "Você não pode fazer isso"
(Marcos) "Posso fazer o que eu quiser, você tem um contrato de experiência, eu digo que não tô satisfeito com seu trabalho e mando a puta pra rua, e se eu falar com meu pai também... Vai mandar seu marido embora, vai ter que indenizar ele pelos anos trabalhados, mas não vai ser muito dinheiro e, além disso, na idade dele e com o jeito que as coisas estão, você acha que vai ser fácil ele arrumar outro emprego tão bem pago?"
O cérebro de Débora funcionava a mil, não sabia como tinha se metido naquela situação, como a vida dela tinha dado essa guinada e como a alegria de sair de casa e trabalhar estava se transformando num pesadelo. Mas, de novo, aquele moleque tinha razão: agora não estava só o emprego dela em jogo, mas o do marido também. O que ia acontecer se os dois fossem parar na rua?
(Débora) "Por favor, não, não faz isso, eu vou te chupar, mas por favor, que ninguém nunca fique sabendo disso."
Débora tinha falado sem pensar, não queria ter dito aquilo de verdade, mas sabia que a única alternativa era a família dela acabar na rua.
O pesadelo em que a vida dela tinha se transformado com o Pedro não tinha acabado e, na verdade, agora ela tava afundada num ainda maior com o Marcos, mas não via outra saída senão fazer um boquete no chefe se não quisesse perder o emprego.
Ela se ajoelha na frente dele, e esse simples gesto já é o suficiente pra piroca do Marcos ficar dura na hora, sabendo o que está por vir.
(Marcos) "Pega aqui pra mim, vê como ela tá dura.
Marcos não precisou repetir, e Débora levou a mão até o pau e segurou ele — pra cobrir inteiro, ia precisar das duas mãos. Na vida dela, só tinha visto de perto um par de rolas antes da do marido, e o membro de Marcos tava bem duro e quente.
Por instinto, Débora começou a mover a mão pra cima e pra baixo. Marcos tava no paraíso vendo a mãe do Juan bater uma punheta pra ele, e sorriu ao pensar no que o filho faria se visse aquilo. "Assim ele aprende a não destruir os carros dos outros", pensou consigo mesmo.
(Marcos) "Agora enfia na boca.
Marcos sentiu o hálito de Debora na sua pica quando ela enfiou a cabeçona grossa da pica dele na boca. Debora percorreu a glande de Marcos com a língua, enquanto segurava a pica pela base, com as duas mãos.
(Marcos) "Hmm, que bucetinha gostosa
Marcos, com os olhos semicerrados, curtia o espetáculo: não só tava recebendo um boquete, como quem tava chupando era a mãe do Juan, o filho da puta que tinha fodido o carro dele.
A boca da Débora chupava e sugava a ponta da pica enquanto a mão dela subia e descia pelo tronco duro, e Marcos gemia cada vez mais alto.
Marcos tirou a pica da boca da Débora e bateu com ela nas bochechas dela.
(Marcos) "Não seja gulosa, chupa minhas bolas um pouco, ainda não quero gozar e se continuar chupando assim vou durar pouco
Débora, com lágrimas nos olhos, focou nas bolas do chefe, lambendo, chupando e mordiscando por vários minutos até que Marcos disse:
“Agora quero que você engula ele inteiro.”
(Débora) “Não sei se vou conseguir.”
(Marcos) “Se eu falo pra você engolir inteiro, você engole inteiro e pronto.”
Débora, com as duas mãos apoiadas no chão, aproximou a boca da pica do Marcos e, aos poucos, foi enfiando na boca — primeiro a cabeça, depois um pouco mais, um pouco mais, até que a ponta da pica do Marcos roçou a campainha da Débora. Ainda faltavam alguns centímetros, e a boca dela já estava cheia.
Marcos, ao ver que Débora já não engolia mais, aproveitou para segurar a cabeça dela com as duas mãos e enfiar a pica até o fundo da garganta.
Ao mesmo tempo, começou a foder a boca dela com fúria.
Débora começou a ter ânsia de vômito e tentou se mover para trás, mas não conseguiu, Marcos a segurava firme. Ela achou que ia se engasgar, mas logo a garganta de Débora se acostumou com a pica que a invadia.
Marcos começou a insultá-la com um tom cada vez mais vulgar.
(Marcos) "Continua assim, chupa meu pau, agora esse é o teu novo emprego, entendeu, puta? Me responde, qual é o teu trabalho a partir de agora?"
Devora só imaginava o que mais teria que fazer para o chefe não mandá-la embora.

Marcos tirou a pica da boca de Débora, ela tossiu e se recuperou da esporrada que a boca dela tinha levado, mas não respondeu. Marcos bateu com força com a pica no rosto de Débora e disse:
(Marcos) "Seu trabalho é chupar minha pica toda manhã, repete isso ou vai pra rua."
Nesse ponto, Débora só podia obedecer. Depois de ter chupado a pica do Marcos, ela não podia se dar ao luxo de perder o emprego por não falar o que ele queria que ela dissesse.
(Débora) "Chupar sua pica. De agora em diante, meu trabalho vai ser te fazer um boquete toda manhã."
(Marcos) "Isso mesmo, putinha. Você é minha secretária gostosa, né?"
(Débora) "Sim, sou sua secretária putinha."
(Marcos) "Hahaha, vejo que você tá entendendo."
O efeito do boquete e da conversa extremamente excitante levaram Marcos quase ao orgasmo. Ele enfia a pica de novo na boca quente de Débora, que continua mamando sem reclamar.
Em poucos segundos, Marcos começou a ficar tenso e a gemer de forma entrecortada,
Pouco antes de gozar, aperta a cabeça dela ainda mais forte contra o pau dele, logo um espasmo, dois, três, cada espasmo era um jato de porra que Marcos lançava dentro da boca da mãe de João, obrigando ela a beber toda a porra dele.
Assim que terminou de despejar todo o esperma na garganta dela, ele diz
(Marcos) "Tá bom, rabuda, agora limpa minha calça aí, que tenho que ir pra reunião."
Antes da Débora se levantar do chão, o Marcos agarra ela e chupa os peitos dela. Quando ela fica de pé, ele encosta ela na mesa e dá um baita tapa na bunda dela e fala...
(Marcos) "Você tem um corpo de puta de verdade, quando eu voltar da reunião vou te foder bem gostoso, como você merece, agora você é minha puta, à minha disposição total. Entendeu?"
(Débora) "Como assim? Não vou repetir isso, achei que a gente tinha combinado que seria só dessa vez"
(Marcos) "Só uma vez? hahaha, você vai me chupar sempre que eu quiser se quiser manter seu emprego, e é melhor você ser tão boa fudendo quanto chupando, disso depende seu trabalho"
Aquilo tinha ido longe demais, Débora não estava disposta a se tornar a puta daquele garoto em tempo integral, ela e a família dela iam se virar, mas aquilo era demais, ela estava pronta para sair do escritório mas...
(Marcos) "Além disso, agora não depende só do seu emprego e do do seu marido"
(Débora) "O que você quer dizer?"
(Marcos) "Há 2 anos houve uns roubos na empresa, instalaram câmeras nos escritórios da diretoria, que é onde estão as coisas mais importantes, só meu pai tem acesso a essas gravações e logicamente só vê se tiver algum problema. O que você acharia se, além de demitir você e seu marido, a gente postasse na rede da empresa o que acabou de acontecer neste escritório? Quem sabe até podia dar um erro e vazar pra internet"
O pânico tomou conta de Débora
(Débora) "Se isso acontecer, todo mundo vai saber que você me chantageou, que me obrigou"
(Marcos) "Infelizmente as gravações são só de vídeo, sem áudio, nelas só vai dar pra ver você se ajoelhar e começar a chupar a pica do seu chefe. O que seu marido ia dizer? Agora vou te falar de novo: quando eu voltar da reunião, vou te foder bem gostoso, como você merece, agora você é minha puta, à minha disposição total. Entendeu?"
Abatida e desolada, Débora estava presa...
(Débora) "Sim, sou sua puta e você pode me foder sempre que quiser"
(Marcos) "Assim é melhor, vejo que a gente já está se entendendo. Quando eu voltar, quero você já pronta e de... bolas pra fazer teu trabalho"
(Débora) "Mas... e se alguém entrar e me ver pelada aqui?"
(Marcos) "Fica tranquila que vou trancar a porta, ninguém vai entrar aqui, além disso ninguém vai sentir tua falta, afinal você só tá aqui pra me trazer café, chupar e foder."
Débora teve tempo pra pensar durante a reunião do Marcos, mas pra azar dela não veio nada na cabeça que pudesse tirar ela daquela situação, só restava se resignar ao inevitável, ela ia virar a putinha do chefe.
Quando Marcos voltou da reunião, encontrou sua secretária pelada no escritório, como ele tinha mandado, só de fio dental. Se a Débora já tinha um corpaço vestida, pelada era ainda melhor: dois peitões bem grandes e durinhos pra idade dela, e uma buceta toda depilada.
(Marcos) “Senta na mesa e abre as pernas que quero provar essa bucetinha”
Débora obedeceu sem reclamar, sentou na beirada da mesa do chefe enquanto ele se inclinava entre as pernas dela e encostava a boca no clitóris, começando a mordiscar com delicadeza. A língua de Marcos fazia círculos enquanto Débora se agarrava com força na borda da mesa e olhava fixo para o teto do escritório.
Marcos levou as mãos para cima, agarrando os peitos dela e apertando os mamilos. Começou a puxá-los com força, e rapidamente eles ficaram duros, enquanto a língua dele penetrava mais fundo dentro de Débora.
(Marcos) “Vou fazer você gozar, sua secretária putinha”
Marcos continuava trabalhando a buceta de Débora sem parar, não só com a língua, mas também com as mãos, enfiando dois dedos dentro dela e mexendo por dentro.
Débora estava prestes a gozar. Marcos trabalhava a buceta dela com maestria, e por mais que tentasse evitar, ela estava prestes a explodir. Gozou mordendo os lábios até quase sangrar — não queria dar ao chefe a satisfação do orgasmo.
(Marcos) “Agora fica de quatro no tapete que vou te foder como uma cadela e me pede pra te comer”
Débora obedeceu, mas não pediu para Marcos comê-la.
(Marcos) “Me pede pra te comer ou eu levanto as persianas e abro a porta pra todo o escritório te ver nua e de quatro aqui”
Débora, morrendo de medo daquilo…
(Débora) “Por favor, chefe, me fode, enfia em mim”
(Marcos) “Agora mesmo, sua vadia”
Marcos tirou a roupa da cintura pra baixo e se posicionou atrás de Débora.
(Débora) “Por favor, coloca camisinha”
(Marcos) "Hahaha, nada disso, eu como as putas no pelo mesmo
Débora pôde sentir como o pau dele se apoiava na bunda dela e como Marcos procurava a entrada da bucetinha dela, na hora começou a abrir caminho dentro dela, primeiro devagar e com delicadeza.
Mas não demorou muito para enfiar até o fundo, fazendo a Debora soltar um grito com a forte estocada que a pegou de surpresa.
Marcos enfiava e tirava com toda a energia e vigor da sua juventude.
(Marcos) "UFFF, que bucetinha gostosa, vou usar ela todo dia
Ao mesmo tempo que dizia aquelas palavras, não parava de meter selvagemente, tirando a pica quase por completo para depois, agarrando com força as cadeiras da Débora, enfiá-la de novo até o fundo.
As sacudidas eram brutais e os peitões da pobre secretária balançavam violentamente pra frente e pra trás no ritmo da penetração.
Marcos começou a dar tapas na bunda dela.
(Marcos) "Eu sei que você gosta disso, putinha, sei que você adora saber que um garotão tá te dando porrada, vou meter também no seu cu."
(Débora) "Não, por favor, pelo amor de Deus, no cu não."
(Marcos) "Hahaha, tá bom, vou ser um chefe bonzinho e hoje não vou te comer no cu.
Marcos começou a meter com toda a força que conseguia, Débora só pensava na possibilidade de alguém entrar de surpresa no escritório e pegar os dois ali transando feito cachorros, a pica do Marcos partia a Débora ao meio, Marcos começou a gemer e bufar.
(Marcos) "Já vem, já vem, tomaaa
Marcos se esvaziou dentro da sua secretária, que podia sentir o líquido quente dentro dela. Ela tentava se jogar pra frente, mas o garoto a segurava firme pelas cadeiras e não pensava em soltá-la até ter depositado até a última gota de porra dentro da mãe do João.
Marcos se levanta e senta na cadeira dele, Débora também se levanta e pega a roupa dela pra se vestir, mas Marcos fala pra ela…
(Marcos) “O que cê tá fazendo?”
(Débora) “Me vestir, achei que…”
(Marcos) “Você não tá aqui pra pensar. Qual é o seu trabalho?”
(Débora) “Chupar e foder.”
(Marcos) “Exato, e ainda falta uma hora pra acabar seu expediente. Então me dá 5 minutos e sobe em cima de mim.”
5 minutos depois, Marcos já tava fodendo a Debora de novo. Ela rebolava em cima da pica do Marcos, e a cadeira do escritório rangia como se fosse quebrar com o peso dos dois. Nessa posição, Marcos brincava com os peitos da Debora, que ele adorava chupar, lamber e apertar. Mostrando toda a sua força, Marcos agarrou a bunda da Debora e se levantou com ela montada, fodendo ela de pé desse jeito. Ela não podia fazer nada além de se segurar no Marcos pra não cair, e era ele quem fazia todo o trabalho, descendo e subindo ela, fazendo a pica dele sair e entrar nela.
Quando Marcos estava prestes a largar a Débora no chão, fez ela se ajoelhar e enfiou a pica na boca dela.
Baixando pela terceira vez naquela manhã direto na buceta dela.
Quando o expediente acaba, Débora volta pra casa de carro com o marido, como sempre. Claro, ela disfarça e não solta uma palavra sobre o que rolou durante o dia.
Depois de vários dias, Débora virou o objeto sexual do Marcos. Toda manhã, depois de preparar o café, ela é obrigada a se ajoelhar na frente dele.
Debaixo da mesa e dar um boquete gostoso nele enquanto ele toma o café dele.
Marcos adora gozar dentro da boca da Debora e que ela engula tudo, ele sempre fala pra ela
(Marcos) "Já tomamos café da manhã os dois, eu meu café e você a porra, hahaha"
Depois, durante o expediente, acontece frequentemente do Marcos ligar pra ela e pedir pra ela trancar a porta do escritório com o ferrolho pra foder ela em todas as posições possíveis,
Marcos adora ver a Devora montando na vara dele, enquanto chupa essas tetas deliciosas.
Também adora colocá-la de costas pra ela poder ver como ele a penetra, ele adora ver o olhar de impotência dela, isso deixa ele ainda mais excitado.
Às vezes eles se trancam no banheiro do escritório e Marcos coloca Débora de costas no chão pra ela ver como ele fura a buceta dela.

Mas o que ela mais gostava era de ficar de quatro
Porque toda vez que a Devora virava pra olhar pra ele, ela dava um olhar de ódio, e saber que a mãe do Juan olhava ele daquele jeito só fazia dar mais vontade de foder ela com força.
O que ela monte em cima da mesa.
Marcos é apaixonado por aqueles peitões enormes, adora olhar pra eles e balançar enquanto mete nela.

Às vezes, ele a faz ficar pelada pra foder.
E em outras, só tirar a blusa e a minissaia, como nunca usa calcinha, Marcos já pode furar ela sem problema,
Isso sim, ela sempre quer ver os peitos dela, isso é uma exigência, adora ver eles balançando enquanto mete nela.
Ele adora foder esses peitos perfeitos
Muitas vezes goza direto dentro da buceta dela.
Ou na sua boca.
Bem na cara dela,
Por isso a Débora começou a tomar a pílula, já que não quer correr riscos.
O Marcos adora humilhar ela e muitas vezes a faz sair do escritório com a cara manchada de porra. Às vezes, o marido dela pergunta no carro o que aconteceu com o batom, e ela dá alguma desculpa esfarrapada, já que não pode contar que quase todo dia o batom borra enquanto chupa a pica do chefe.
Em outras ocasiões, ele dá calcinha pra ela usar no escritório e ver aquele corpinho de puta patriota que ela tem.


No dia seguinte, Marcos liga pra Devora.
(Marcos) "Devora, hoje é um grande dia, sabe por quê?"
(Débora) "Não, por quê?"
(Marcos) "Hoje, sua puta, vou te meter por trás."
(Débora) "Mas, não, você disse..."
(Marcos) "Eu não disse nada, falei que no primeiro dia não ia te dar pelo cu, não que nunca fosse dar. Tira a blusa, a saia e os saltos, depois vem aqui."
Débora obedeceu e, quando se aproximou, Marcos a fez se agarrar na escrivaninha e se inclinar na frente dele. Nessa posição, Débora olhava pra porta e não conseguia ver o que rolava atrás dela. Sentiu a rola dura de Marcos bater nas suas nádegas.
(Marcos) "Fica tranquila que vou devagar, vou te lubrificar bem."
Marcos cuspiu nas nádegas da mãe de Juan.
Débora sentiu as mãos do cara separarem suas nádegas pra deixar o cu exposto.
Depois, Marcos começou a brincar com os dedos perto do cu de Débora, apertando de pouco em pouco, enfiando a ponta do dedo indicador, bem devagar, lentamente, com cuidado.
A mãe nem percebeu, mas num instante Marcos já tinha um dedo inteiro dentro do cu dela.
(Marcos) "Acho que chegou a hora de estrear esse rabo."
Débora abriu um pouco mais as pernas e manteve as mãos firmes na borda da escrivaninha.
Logo sentiu a ponta da rola de Marcos no seu cu, estava tão nervosa que até sentiu o líquido pré-gozo molhar o cu quando o chefe apontou bem a ferramenta no buraquinho.
Como ele esperava, Marcos empurrou de leve o pau pra penetrar no cu apertado dela, mas quase não conseguiu nada.
Débora sentiu as mãos do garoto segurarem seus quadris e empurrarem de novo, dessa vez com mais força, o suficiente pra encher parcialmente o cu dela com aquele instrumento quente e pulsante.
Débora soltou um gritinho ao sentir vários centímetros de pica dura enterrando na bunda dela.
(Marcos) "Mais um pouco, ainda faltava bastante, agora vamos pro sofá."
Débora cravou os dedos no sofá, tava doendo, mas não tanto quanto ela imaginava.
Uma estocada, outra, outra, mais outra e na quinta tentativa sentiu os pelos pubianos do chefe contra a bunda dela, sinal claro de que toda a carne do chefe tava alojada dentro do cu dela.
Depois de resistir com a boca fechada àquelas investidas e aguentando a dor, a mulher se deixou cair para frente, sentindo o sofá contra seus peitos esmagados sobre ele.
(Marcos) "Eu sabia que essa buceta gostosa conseguia engolir inteira, vou deixar ela dentro um pouco pra sua bunda se acostumar com meu pau.
Quando sentiu que a bunda da Devora já tinha se acostumado com a grossura da pica dele, sem aviso prévio começou a foder ela.
(Marcos) "Já sabia que essa raba gostosa merecia comer toda a minha pica, né? Diz o quanto você gosta."
Devora sentindo um pouco de prazer e sabendo que só podia obedecer a Marcos, respondeu:
(Debora) "Sim, adoro como você fode a minha bunda!!"
Marcos ouvindo essa resposta, ficou ainda mais duro, levantou Devora e a colocou de costas contra o sofá, e enquanto fazia Devora segurar as próprias pernas, disse:
(Marcos) “Bem falado, sua putinha!! Como recompensa, quero que você veja como seu cu engole toda a minha pica.”
Devora naquela posição, via aquele pedaço de carne violentando uma e outra vez o cu dela, que já não era mais virgem.
Depois, Débora sentiu quando o chefe a inclinou a tal ponto que ela conseguia ver como a grande vara do Marcos entrava inteira no seu delicioso cu, mantendo-se lá dentro. Ela podia sentir as pulsações do membro dentro dela, o calor, a grossura.
Depois de alguns minutos de adaptação, Marcos começou a meter com força no cuzinho apertado da mãe do Juan.
As respirações dos dois ficaram cada vez mais ofegantes e logo a Debora parou de doer, ela sentia um leve ardor, um incômodo, mas suportável.
Marcos segurava a cintura dela com as mãos e começou a entrar na buceta dela enquanto continuava metendo sem piedade.
(Marcos) "Tá aguentando igual uma campeã, hahaha, já sabia que essa bunda aguentava bem forte, cê tá ganhando um aumento de salário, toma piroca, toma piroca, seu cu engole tudo.
Marcos não aguentou mais e gozou, soltando uma grande descarga de esperma grosso e quente na cavidade anal da sua secretária.

Que era a primeira vez que notava uma coisa assim e, por mais difícil que fosse a situação, não era totalmente desagradável pra ela.
Marcos colocou Débora de joelhos e fodeu com fúria a boca dela.
Marcos começou a ficar tenso e a gemer de forma entrecortada, gozando pela segunda vez. Agarrou o cabelo dela com tanta força que Devora tentou esconder o quanto aquilo a deixou excitada.
E finalmente descarrego todo o seu esperma grosso bem na cara dela.
Débora vestiu um roupão para se limpar no banheiro.
Depois arrumou a roupa e se ajeitou pra ninguém desconfiar do que tinha rolado naquela sala antes de sair.


Débora é uma mulher gostosa de 43 anos, com pernas finas, uma bunda perfeita, uma longa cabeleira, uns olhos verdes lindos e, acima de tudo, o que mais chama a atenção nela à primeira vista são uns peitos enormes e firmes.Ela é dona de casa, nunca trabalhou fora de casa e, por isso, não conhece muita gente nem tem muitas amigas. Além disso, o filho dela, Juan, praticamente não convida ninguém pra casa, e o marido também não, então o círculo social dela é bem limitado.
Esteban tem uma ideia: ele pode pedir pro chefe dele, Pedro, contratar a Débora como funcionária.
Quando Pedro recebe o pedido do Esteban, ele observa com atenção, mas ao perceber que a Débora nunca trabalhou na vida e não tem nenhuma experiência, responde que não tem nenhum interesse em contratá-la.
Pedro comunica ao Esteban que sente muito, mas que, logicamente, e ainda mais nesses tempos de crise com tanta gente qualificada procurando emprego, não pode contratar uma pessoa sem nenhum tipo de preparo ou experiência profissional.
Esteban diz ao chefe que lamenta ouvir isso, mas entende. A esposa dele, Débora, está no escritório, então, mesmo que não vá contratá-la, Esteban insiste em apresentá-la ao chefe. Assim que ela entra no escritório, ao vê-la, Pedro muda de ideia na hora e a contrata como secretária pessoal a partir do dia seguinte. Pouco depois, Esteban e a esposa saem da multinacional com o contrato já assinado.
(Pedro) "Bem, Débora, senta aqui que a gente precisa discutir uma coisa. Quero ser honesto com você: só exijo uma coisa de você. Quero que você se vista direitinho, com minissaia, meia arrastão à mostra, lingerie sexy, salto agulha, blusa desabotoada com um decotão, bem maquiada e bem perfumada. Entendeu?"
(Débora) "Como é que você se atreve a me propor uma coisa dessas? Sou uma mãe de família, seu sem-vergonha! Não sou nenhuma mulher-objeto e muito menos vou ficar desfilando por aqui como se fosse uma coelhinha. da Playboy. Não tenho absolutamente nenhuma intenção de fazer o que ele tá me pedindo! “Debora sai brava, ainda não consegue acreditar no que Pedro propôs pra ela.
Na manhã seguinte, decide ir trabalhar com o marido e aparece no escritório do Pedro.
(Debora) “Bom dia. Pensei na sua proposta ontem à noite e resolvi aceitar. Fiquei perplexa ontem, me desculpa pela reação”
(Pedro) “Bem feito. Agora vira de costas, quero ver sua bunda. Boa. Levanta a saia devagar”
(Debora) “Mas o que você tá me fazendo fazer… Isso é vergonhoso”
(Pedro) Faz isso e a gente assina o contrato
Debora, humilhada, levanta a minissaia. Pedro tira o contrato da gaveta, assina, faz a Debora assinar, e ela abaixa a saia e sai do escritório ainda atordoada.
Em vez de ir pra casa, vai fazer compras nas butiques do centro. Se tem que se vestir como uma secretária gostosa, quer fazer isso com roupas de classe.
(Pedro) “Oi Debora, muito bem, agora você tá vestida como deve. Esse é seu uniforme. Me traz um café e depois volta pro seu lugar esperar novas instruções”
Esteban vê com raiva a esposa rebolando a bunda na frente do chefe, que nunca perde a chance de dar uma olhada no decote e na raba dela.

Durante vários dias, o expediente no escritório segue assim: Esteban puto da vida ao ver a mulher dele sempre sorrindo, enquanto o chefe vai ficando cada vez mais à vontade com ela. Quase sempre almoçam juntos, e ele aparece com ela na frente do conselho diretor como se ela fosse o troféu dele.Enquanto isso, Marcos virou o executivo mais novo da empresa — "que sorte ser filho do presidente". Naquela mesma noite, Juan tinha um encontro com a mina por quem tava apaixonado há tempos. Ele vai até a casa dela e vê o carro novo do Marcos estacionado perto da casa da guria.
Na hora, ele saca o que rolou e, puto da vida, pega uma pedra pontuda do chão e rasga toda a capota de lona do conversível do Marcos, achando que ele nunca ia imaginar quem tinha feito aquilo. Mas Marcos viu a cena direitinho.
No dia seguinte, na empresa, Marcos tem o primeiro dia de trabalho e se reúne com o pai dele. Quando vê ele acompanhado por aquela secretária gostosa e curvilínea, descobre que ela é a mãe do Juan, o colega dele, o idiota que na noite anterior fodeu o carro dele. Ele decide se vingar e, depois da reunião, fala com o pai.
(Marcos): "Pai, vi que você tem uma secretária gostosa, parabéns. Olha, queria te perguntar... Como gerente júnior, eu posso ter uma secretária?"
(Pedro): "Hahaha, claro, filho, como quiser."
(Marcos): "Hmm... pra ser sincero, eu queria a sua secretária, se não for um problema pra você."
(Pedro): "Claro que é um problema, faz só uns dias que eu tinha escolhido ela pra mim... mas se você insiste, vou mandar ela se mudar pro seu escritório. Eu arrumo outra."
Marcos ri debochado. É uma oportunidade boa demais pra se vingar do rival no amor — pegar a mãe dele como secretária. Parece que o destino tá do lado dele.
Quando o chefe fala pra Debora que, a partir daquele momento, ela não seria mais secretária dele e passaria a ser de outro executivo, ela fica perplexa, mas feliz.
Ao se apresentar no escritório de... Marcos, não esperava encontrar um chefe tão novinho.

(Debora) "Oi, sou a Debora, sua nova secretária
(Marcos) "E eu sou o Marcos, seu novo chefe. Se você pudesse me passar os contratos que estão embaixo da estante", falou isso só pra ver a bunda gostosa da Débora.
(Marcos) "Pode me tratar por 'você' sem problemas, já que vamos trabalhar juntos."(Débora) "Tá bom, mas sinceramente é meio estranho trabalhar pra alguém que podia ser meu filho. Tô à sua disposição e vou fazer tudo que o senhor pedir, já que não tenho experiência nesse serviço."
(Marcos) "À minha disposição, hein? Pois é, tava procurando uma secretária como você. Que calcinha você tá usando agora?"
(Débora) "Calcinha? Mas... acho que não entendi o que..."
(Marcos) "Você mesma disse que vai fazer tudo que eu pedir, não foi? Então responde. Quer ganhar seu salário, né?"
(Débora) "Sim, sim, quero, claro, mas é que não entendo o que minha calcinha tem a ver com..."
(Marcos) "Você não tem que entender nada, eu sou seu chefe, você minha funcionária, eu faço uma pergunta e você responde, é simples assim, não precisa ter experiência pra entender."
(Débora) "É que me dá vergonha, isso não é papo pra se ter com estranhos, ainda mais com um rapaz tão novo."
(Marcos) "Eu não sou um rapaz novo, sou seu chefe, sabia? E agora me responde."
(Débora) "Bom... agora tô usando uma fio dental de renda vermelha e um sutiã de renda da mesma cor."
(Marcos) "Uau, ainda bem que você tava com vergonha da pergunta e vem trabalhar de fio dental. Deixa eu ver, vamos."
(Débora) "Ver? Cê acha que vou levantar minha saia na sua frente?"
(Marcos) "Você vai fazer o que eu mandar. Meu pai é o seu Pedro, já me falou da sua entrevista de emprego, então não se faz de sonsa. E não quero que levante a saia, quero ver sua fio dental de perto. Tira ela e me dá agora."
Débora tá morrendo de vergonha. O novo chefe é filho do Pedro e pelo que tá ouvindo, é tão porco quanto o pai. Por outro lado, não tem muita escolha.
(Débora) "Mas como? Não, não posso, não consigo..."
(Marcos) "Tira. Agora. Ou sua carreira acaba aqui antes de começar. começar"
(Débora) "Não, não, por favor, vou tirar minha calcinha fio dental agora mesmo, já vou te dar."
Débora enfia as mãos por baixo da minissaia e, morrendo de vergonha, abaixa a calcinha para entregar ao novo chefe.
(Marcos) "Hum, tem um cheirinho bom, sabia? Acho que vou ficar com ela."
(Débora) "O que isso significa? Você não vê que estou com uma saia bem curta? Já estou envergonhada o bastante por ter que me vestir assim por ordem do seu pai. Cada passo que dou dá pra ver a borda da meia, e quando sento e cruzo as pernas, minha calcinha fica à mostra pra todo mundo. Agora não posso ficar sem calcinha, todo mundo vai perceber que não tô usando nada por baixo da saia."
(Marcos) "Você é minha secretária, não é? Então, de agora em diante, você nunca mais vai usar calcinha. Tem que se apresentar aqui sempre com a buceta de fora. Entendeu? Se não gostar, fala logo e eu chamo o RH pra rescindir seu contrato."
(Débora) "Ah, meu Deus, o que você está me pedindo... ok, aceito. A partir de agora, não vou usar calcinha nunca mais. Só espero que não peça outras coisas assim."
(Marcos) "Mas fala, quero ouvir você dizer pra eu entender que tá tudo claro. Diz que de agora em diante vai vir com a buceta de fora."
Débora, olhando pro chão de cabeça baixa, repete:
(Débora) "Vou vir trabalhar todo dia com a buceta de fora."
(Marcos) "Lembra que aqui quem manda sou eu. Se ainda quer esse emprego, tem que fazer tudo que eu mandar, combinado? Repete."
(Débora) "Sim, sim, vou fazer tudo que você pedir. Agora posso ir pra minha mesa?"
(Marcos) "Claro, pode ir. E quando andar, balança essa bunda gostosa que você tem. Todo mundo tem que ficar de olho, hahaha.
E enquanto Devora ia rebolando a bunda, Marcos imaginava como aquela raba gostosa ia ficar de perto
Uma lágrima escorre pela bochecha de Debora, ela nunca imaginaria que seu novo chefe seria ainda mais sádico que o anterior. Mas aquele emprego é muito importante pra ela, e ela faria qualquer coisa pra mantê-lo.Desde aquele dia, Debora vai trabalhar com o marido sem calcinha, até que Esteban, enquanto ela entra no carro uma manhã, percebe que por baixo da minissaia a mulher dele não tá usando nada e eles têm uma briga por causa disso.
Debora está muito triste, não só é obrigada a se humilhar daquele jeito, mas também tem que se sentir ofendida pelo marido.
Durante a manhã toda, ela responde distraída pro chefe, só consegue pensar na briga com o marido Esteban.
Depois que Marcos a chama várias vezes sem resposta, ele diz:
(Marcos) "Debora, você passou a manhã toda distraída, e isso tá atrasando meu trabalho. Faz um café pra mim e depois se concentra, ok?"
Debora faz o café e, quando leva a xícara pro chefe, por causa do nervosismo e da falta de atenção, tropeça e derrama o café inteiro nas calças de Marcos.
(Marcos) "Que porra é essa que você tá fazendo? Viu a merda que arrumou?"
(Debora) "Desculpa, me desculpa mesmo, tô com a cabeça em outro lugar hoje de manhã, vou limpar agora já."
(Marcos) "Limpa agora mesmo, daqui a vinte minutos tenho uma reunião super importante e não posso aparecer assim."
(Debora) "Tira a calça que eu lavo a mancha."
(Marcos) "Aff, tá bom, olha, você me molhou inteiro, até a cueca tá encharcada."
(Debora) "Me desculpa muito, Marcos."
(Marcos) "Desculpa não adianta nada, você me deixou todo sujo de café e ainda tava quente pra caralho. Limpa minha cueca também."
(Debora) "Tá bom, tira ela também, vou ver o que dá pra fazer."
(Marcos) "Me ajuda a tirar a roupa, ajoelha na minha frente e puxa enquanto eu abro o cinto."
(Debora) "Me desculpa muito, juro."
(Marcos) "Olha, olha só o que você Fez isso, me queimei quase até o pau, tinha que te mandar pra rua agora mesmo, você só está aqui pra me trazer um café e ainda faz merda"
(Débora) "Não, por favor, me perdoa, não fiz de propósito"
(Marco) "Olha o que você fez, tô com o pau vermelho, me queimou com a porra do café até as bolas, já que tá de joelhos na minha frente, me faz um boquete, aí vou ignorar essa merda e você pode manter seu emprego"
Ao ouvir isso, Débora se levantou na hora...
(Débora) "Como você ousa, seu porco nojento, vou te denunciar, quem você pensa que eu sou?"
(Marcos) "Hahaha, no outro dia, quando você me deu sua calcinha fio dental pra manter seu emprego, deixou bem claro quem você é"
(Débora) "Vou te denunciar agora mesmo, vou falar com o presidente"
(Marcos) "Hahaha, e o que você acha que ele vai te dizer? O presidente é meu pai, por que você acha que te contratei? Se for chorar no escritório dele, com certeza ele vai pedir pra você fazer um boquete nele primeiro, hahaha"
(Débora) "Vou pra polícia, seu filho da puta"
(Marcos) "Pra polícia? Com que provas? Vai ser sua palavra contra a minha. Vejo que não quer fazer o que eu mando, tá demitida."
Débora pensou nas palavras de Marcos, tava claro que ele tinha razão sobre o pai e provavelmente também sobre a polícia, ela não tinha provas, além disso, pensou de novo no que significaria perder o emprego.
(Débora) "Não, por favor, você não pode me demitir, vou esquecer o que você disse e vamos fingir que nada aconteceu aqui, vou limpar sua calça e depois..."
(Marcos) "Eu não vou esquecer nada, e se você quer manter seu emprego, vou te falar pela última vez: fica de joelhos e faz um boquete gostoso com essa boca safada que você tem, ou não só você, mas seu marido também vai ser demitido. Entendeu, puta?"
(Débora) "Você não pode fazer isso"
(Marcos) "Posso fazer o que eu quiser, você tem um contrato de experiência, eu digo que não tô satisfeito com seu trabalho e mando a puta pra rua, e se eu falar com meu pai também... Vai mandar seu marido embora, vai ter que indenizar ele pelos anos trabalhados, mas não vai ser muito dinheiro e, além disso, na idade dele e com o jeito que as coisas estão, você acha que vai ser fácil ele arrumar outro emprego tão bem pago?"
O cérebro de Débora funcionava a mil, não sabia como tinha se metido naquela situação, como a vida dela tinha dado essa guinada e como a alegria de sair de casa e trabalhar estava se transformando num pesadelo. Mas, de novo, aquele moleque tinha razão: agora não estava só o emprego dela em jogo, mas o do marido também. O que ia acontecer se os dois fossem parar na rua?
(Débora) "Por favor, não, não faz isso, eu vou te chupar, mas por favor, que ninguém nunca fique sabendo disso."
Débora tinha falado sem pensar, não queria ter dito aquilo de verdade, mas sabia que a única alternativa era a família dela acabar na rua.
O pesadelo em que a vida dela tinha se transformado com o Pedro não tinha acabado e, na verdade, agora ela tava afundada num ainda maior com o Marcos, mas não via outra saída senão fazer um boquete no chefe se não quisesse perder o emprego.
Ela se ajoelha na frente dele, e esse simples gesto já é o suficiente pra piroca do Marcos ficar dura na hora, sabendo o que está por vir.
(Marcos) "Pega aqui pra mim, vê como ela tá dura.
Marcos não precisou repetir, e Débora levou a mão até o pau e segurou ele — pra cobrir inteiro, ia precisar das duas mãos. Na vida dela, só tinha visto de perto um par de rolas antes da do marido, e o membro de Marcos tava bem duro e quente.Por instinto, Débora começou a mover a mão pra cima e pra baixo. Marcos tava no paraíso vendo a mãe do Juan bater uma punheta pra ele, e sorriu ao pensar no que o filho faria se visse aquilo. "Assim ele aprende a não destruir os carros dos outros", pensou consigo mesmo.
(Marcos) "Agora enfia na boca.
Marcos sentiu o hálito de Debora na sua pica quando ela enfiou a cabeçona grossa da pica dele na boca. Debora percorreu a glande de Marcos com a língua, enquanto segurava a pica pela base, com as duas mãos.
(Marcos) "Hmm, que bucetinha gostosa
Marcos, com os olhos semicerrados, curtia o espetáculo: não só tava recebendo um boquete, como quem tava chupando era a mãe do Juan, o filho da puta que tinha fodido o carro dele.A boca da Débora chupava e sugava a ponta da pica enquanto a mão dela subia e descia pelo tronco duro, e Marcos gemia cada vez mais alto.
Marcos tirou a pica da boca da Débora e bateu com ela nas bochechas dela.
(Marcos) "Não seja gulosa, chupa minhas bolas um pouco, ainda não quero gozar e se continuar chupando assim vou durar pouco
Débora, com lágrimas nos olhos, focou nas bolas do chefe, lambendo, chupando e mordiscando por vários minutos até que Marcos disse: “Agora quero que você engula ele inteiro.”
(Débora) “Não sei se vou conseguir.”
(Marcos) “Se eu falo pra você engolir inteiro, você engole inteiro e pronto.”
Débora, com as duas mãos apoiadas no chão, aproximou a boca da pica do Marcos e, aos poucos, foi enfiando na boca — primeiro a cabeça, depois um pouco mais, um pouco mais, até que a ponta da pica do Marcos roçou a campainha da Débora. Ainda faltavam alguns centímetros, e a boca dela já estava cheia.
Marcos, ao ver que Débora já não engolia mais, aproveitou para segurar a cabeça dela com as duas mãos e enfiar a pica até o fundo da garganta.
Ao mesmo tempo, começou a foder a boca dela com fúria.
Débora começou a ter ânsia de vômito e tentou se mover para trás, mas não conseguiu, Marcos a segurava firme. Ela achou que ia se engasgar, mas logo a garganta de Débora se acostumou com a pica que a invadia.
Marcos começou a insultá-la com um tom cada vez mais vulgar. (Marcos) "Continua assim, chupa meu pau, agora esse é o teu novo emprego, entendeu, puta? Me responde, qual é o teu trabalho a partir de agora?"
Devora só imaginava o que mais teria que fazer para o chefe não mandá-la embora.


Marcos tirou a pica da boca de Débora, ela tossiu e se recuperou da esporrada que a boca dela tinha levado, mas não respondeu. Marcos bateu com força com a pica no rosto de Débora e disse:(Marcos) "Seu trabalho é chupar minha pica toda manhã, repete isso ou vai pra rua."
Nesse ponto, Débora só podia obedecer. Depois de ter chupado a pica do Marcos, ela não podia se dar ao luxo de perder o emprego por não falar o que ele queria que ela dissesse.
(Débora) "Chupar sua pica. De agora em diante, meu trabalho vai ser te fazer um boquete toda manhã."
(Marcos) "Isso mesmo, putinha. Você é minha secretária gostosa, né?"
(Débora) "Sim, sou sua secretária putinha."
(Marcos) "Hahaha, vejo que você tá entendendo."
O efeito do boquete e da conversa extremamente excitante levaram Marcos quase ao orgasmo. Ele enfia a pica de novo na boca quente de Débora, que continua mamando sem reclamar.
Em poucos segundos, Marcos começou a ficar tenso e a gemer de forma entrecortada,
Pouco antes de gozar, aperta a cabeça dela ainda mais forte contra o pau dele, logo um espasmo, dois, três, cada espasmo era um jato de porra que Marcos lançava dentro da boca da mãe de João, obrigando ela a beber toda a porra dele.
Assim que terminou de despejar todo o esperma na garganta dela, ele diz
(Marcos) "Tá bom, rabuda, agora limpa minha calça aí, que tenho que ir pra reunião."Antes da Débora se levantar do chão, o Marcos agarra ela e chupa os peitos dela. Quando ela fica de pé, ele encosta ela na mesa e dá um baita tapa na bunda dela e fala...

(Marcos) "Você tem um corpo de puta de verdade, quando eu voltar da reunião vou te foder bem gostoso, como você merece, agora você é minha puta, à minha disposição total. Entendeu?"(Débora) "Como assim? Não vou repetir isso, achei que a gente tinha combinado que seria só dessa vez"
(Marcos) "Só uma vez? hahaha, você vai me chupar sempre que eu quiser se quiser manter seu emprego, e é melhor você ser tão boa fudendo quanto chupando, disso depende seu trabalho"
Aquilo tinha ido longe demais, Débora não estava disposta a se tornar a puta daquele garoto em tempo integral, ela e a família dela iam se virar, mas aquilo era demais, ela estava pronta para sair do escritório mas...
(Marcos) "Além disso, agora não depende só do seu emprego e do do seu marido"
(Débora) "O que você quer dizer?"
(Marcos) "Há 2 anos houve uns roubos na empresa, instalaram câmeras nos escritórios da diretoria, que é onde estão as coisas mais importantes, só meu pai tem acesso a essas gravações e logicamente só vê se tiver algum problema. O que você acharia se, além de demitir você e seu marido, a gente postasse na rede da empresa o que acabou de acontecer neste escritório? Quem sabe até podia dar um erro e vazar pra internet"
O pânico tomou conta de Débora
(Débora) "Se isso acontecer, todo mundo vai saber que você me chantageou, que me obrigou"
(Marcos) "Infelizmente as gravações são só de vídeo, sem áudio, nelas só vai dar pra ver você se ajoelhar e começar a chupar a pica do seu chefe. O que seu marido ia dizer? Agora vou te falar de novo: quando eu voltar da reunião, vou te foder bem gostoso, como você merece, agora você é minha puta, à minha disposição total. Entendeu?"
Abatida e desolada, Débora estava presa...
(Débora) "Sim, sou sua puta e você pode me foder sempre que quiser"
(Marcos) "Assim é melhor, vejo que a gente já está se entendendo. Quando eu voltar, quero você já pronta e de... bolas pra fazer teu trabalho"
(Débora) "Mas... e se alguém entrar e me ver pelada aqui?"
(Marcos) "Fica tranquila que vou trancar a porta, ninguém vai entrar aqui, além disso ninguém vai sentir tua falta, afinal você só tá aqui pra me trazer café, chupar e foder."
Débora teve tempo pra pensar durante a reunião do Marcos, mas pra azar dela não veio nada na cabeça que pudesse tirar ela daquela situação, só restava se resignar ao inevitável, ela ia virar a putinha do chefe.
Quando Marcos voltou da reunião, encontrou sua secretária pelada no escritório, como ele tinha mandado, só de fio dental. Se a Débora já tinha um corpaço vestida, pelada era ainda melhor: dois peitões bem grandes e durinhos pra idade dela, e uma buceta toda depilada.
(Marcos) “Senta na mesa e abre as pernas que quero provar essa bucetinha” Débora obedeceu sem reclamar, sentou na beirada da mesa do chefe enquanto ele se inclinava entre as pernas dela e encostava a boca no clitóris, começando a mordiscar com delicadeza. A língua de Marcos fazia círculos enquanto Débora se agarrava com força na borda da mesa e olhava fixo para o teto do escritório.
Marcos levou as mãos para cima, agarrando os peitos dela e apertando os mamilos. Começou a puxá-los com força, e rapidamente eles ficaram duros, enquanto a língua dele penetrava mais fundo dentro de Débora.
(Marcos) “Vou fazer você gozar, sua secretária putinha”
Marcos continuava trabalhando a buceta de Débora sem parar, não só com a língua, mas também com as mãos, enfiando dois dedos dentro dela e mexendo por dentro.
Débora estava prestes a gozar. Marcos trabalhava a buceta dela com maestria, e por mais que tentasse evitar, ela estava prestes a explodir. Gozou mordendo os lábios até quase sangrar — não queria dar ao chefe a satisfação do orgasmo.
(Marcos) “Agora fica de quatro no tapete que vou te foder como uma cadela e me pede pra te comer”
Débora obedeceu, mas não pediu para Marcos comê-la.
(Marcos) “Me pede pra te comer ou eu levanto as persianas e abro a porta pra todo o escritório te ver nua e de quatro aqui”
Débora, morrendo de medo daquilo…
(Débora) “Por favor, chefe, me fode, enfia em mim”
(Marcos) “Agora mesmo, sua vadia”
Marcos tirou a roupa da cintura pra baixo e se posicionou atrás de Débora.
(Débora) “Por favor, coloca camisinha”
(Marcos) "Hahaha, nada disso, eu como as putas no pelo mesmo
Débora pôde sentir como o pau dele se apoiava na bunda dela e como Marcos procurava a entrada da bucetinha dela, na hora começou a abrir caminho dentro dela, primeiro devagar e com delicadeza.
Mas não demorou muito para enfiar até o fundo, fazendo a Debora soltar um grito com a forte estocada que a pegou de surpresa.
Marcos enfiava e tirava com toda a energia e vigor da sua juventude.
(Marcos) "UFFF, que bucetinha gostosa, vou usar ela todo dia
Ao mesmo tempo que dizia aquelas palavras, não parava de meter selvagemente, tirando a pica quase por completo para depois, agarrando com força as cadeiras da Débora, enfiá-la de novo até o fundo.
As sacudidas eram brutais e os peitões da pobre secretária balançavam violentamente pra frente e pra trás no ritmo da penetração.
Marcos começou a dar tapas na bunda dela. (Marcos) "Eu sei que você gosta disso, putinha, sei que você adora saber que um garotão tá te dando porrada, vou meter também no seu cu."
(Débora) "Não, por favor, pelo amor de Deus, no cu não."
(Marcos) "Hahaha, tá bom, vou ser um chefe bonzinho e hoje não vou te comer no cu.
Marcos começou a meter com toda a força que conseguia, Débora só pensava na possibilidade de alguém entrar de surpresa no escritório e pegar os dois ali transando feito cachorros, a pica do Marcos partia a Débora ao meio, Marcos começou a gemer e bufar.
(Marcos) "Já vem, já vem, tomaaa
Marcos se esvaziou dentro da sua secretária, que podia sentir o líquido quente dentro dela. Ela tentava se jogar pra frente, mas o garoto a segurava firme pelas cadeiras e não pensava em soltá-la até ter depositado até a última gota de porra dentro da mãe do João.
Marcos se levanta e senta na cadeira dele, Débora também se levanta e pega a roupa dela pra se vestir, mas Marcos fala pra ela…(Marcos) “O que cê tá fazendo?”
(Débora) “Me vestir, achei que…”
(Marcos) “Você não tá aqui pra pensar. Qual é o seu trabalho?”
(Débora) “Chupar e foder.”
(Marcos) “Exato, e ainda falta uma hora pra acabar seu expediente. Então me dá 5 minutos e sobe em cima de mim.”
5 minutos depois, Marcos já tava fodendo a Debora de novo. Ela rebolava em cima da pica do Marcos, e a cadeira do escritório rangia como se fosse quebrar com o peso dos dois. Nessa posição, Marcos brincava com os peitos da Debora, que ele adorava chupar, lamber e apertar. Mostrando toda a sua força, Marcos agarrou a bunda da Debora e se levantou com ela montada, fodendo ela de pé desse jeito. Ela não podia fazer nada além de se segurar no Marcos pra não cair, e era ele quem fazia todo o trabalho, descendo e subindo ela, fazendo a pica dele sair e entrar nela.
Quando Marcos estava prestes a largar a Débora no chão, fez ela se ajoelhar e enfiou a pica na boca dela.
Baixando pela terceira vez naquela manhã direto na buceta dela.
Quando o expediente acaba, Débora volta pra casa de carro com o marido, como sempre. Claro, ela disfarça e não solta uma palavra sobre o que rolou durante o dia.Depois de vários dias, Débora virou o objeto sexual do Marcos. Toda manhã, depois de preparar o café, ela é obrigada a se ajoelhar na frente dele.
Debaixo da mesa e dar um boquete gostoso nele enquanto ele toma o café dele.
Marcos adora gozar dentro da boca da Debora e que ela engula tudo, ele sempre fala pra ela
(Marcos) "Já tomamos café da manhã os dois, eu meu café e você a porra, hahaha"Depois, durante o expediente, acontece frequentemente do Marcos ligar pra ela e pedir pra ela trancar a porta do escritório com o ferrolho pra foder ela em todas as posições possíveis,

Marcos adora ver a Devora montando na vara dele, enquanto chupa essas tetas deliciosas.
Também adora colocá-la de costas pra ela poder ver como ele a penetra, ele adora ver o olhar de impotência dela, isso deixa ele ainda mais excitado.
Às vezes eles se trancam no banheiro do escritório e Marcos coloca Débora de costas no chão pra ela ver como ele fura a buceta dela.

Mas o que ela mais gostava era de ficar de quatro
Porque toda vez que a Devora virava pra olhar pra ele, ela dava um olhar de ódio, e saber que a mãe do Juan olhava ele daquele jeito só fazia dar mais vontade de foder ela com força.
O que ela monte em cima da mesa.
Marcos é apaixonado por aqueles peitões enormes, adora olhar pra eles e balançar enquanto mete nela.

Às vezes, ele a faz ficar pelada pra foder.
E em outras, só tirar a blusa e a minissaia, como nunca usa calcinha, Marcos já pode furar ela sem problema,
Isso sim, ela sempre quer ver os peitos dela, isso é uma exigência, adora ver eles balançando enquanto mete nela.
Ele adora foder esses peitos perfeitos
Muitas vezes goza direto dentro da buceta dela.
Ou na sua boca.
Bem na cara dela,
Por isso a Débora começou a tomar a pílula, já que não quer correr riscos.O Marcos adora humilhar ela e muitas vezes a faz sair do escritório com a cara manchada de porra. Às vezes, o marido dela pergunta no carro o que aconteceu com o batom, e ela dá alguma desculpa esfarrapada, já que não pode contar que quase todo dia o batom borra enquanto chupa a pica do chefe.
Em outras ocasiões, ele dá calcinha pra ela usar no escritório e ver aquele corpinho de puta patriota que ela tem.



No dia seguinte, Marcos liga pra Devora. (Marcos) "Devora, hoje é um grande dia, sabe por quê?"
(Débora) "Não, por quê?"
(Marcos) "Hoje, sua puta, vou te meter por trás."
(Débora) "Mas, não, você disse..."
(Marcos) "Eu não disse nada, falei que no primeiro dia não ia te dar pelo cu, não que nunca fosse dar. Tira a blusa, a saia e os saltos, depois vem aqui."
Débora obedeceu e, quando se aproximou, Marcos a fez se agarrar na escrivaninha e se inclinar na frente dele. Nessa posição, Débora olhava pra porta e não conseguia ver o que rolava atrás dela. Sentiu a rola dura de Marcos bater nas suas nádegas.
(Marcos) "Fica tranquila que vou devagar, vou te lubrificar bem."
Marcos cuspiu nas nádegas da mãe de Juan.
Débora sentiu as mãos do cara separarem suas nádegas pra deixar o cu exposto.
Depois, Marcos começou a brincar com os dedos perto do cu de Débora, apertando de pouco em pouco, enfiando a ponta do dedo indicador, bem devagar, lentamente, com cuidado.
A mãe nem percebeu, mas num instante Marcos já tinha um dedo inteiro dentro do cu dela.
(Marcos) "Acho que chegou a hora de estrear esse rabo."
Débora abriu um pouco mais as pernas e manteve as mãos firmes na borda da escrivaninha.
Logo sentiu a ponta da rola de Marcos no seu cu, estava tão nervosa que até sentiu o líquido pré-gozo molhar o cu quando o chefe apontou bem a ferramenta no buraquinho.
Como ele esperava, Marcos empurrou de leve o pau pra penetrar no cu apertado dela, mas quase não conseguiu nada.
Débora sentiu as mãos do garoto segurarem seus quadris e empurrarem de novo, dessa vez com mais força, o suficiente pra encher parcialmente o cu dela com aquele instrumento quente e pulsante.
Débora soltou um gritinho ao sentir vários centímetros de pica dura enterrando na bunda dela.
(Marcos) "Mais um pouco, ainda faltava bastante, agora vamos pro sofá." Débora cravou os dedos no sofá, tava doendo, mas não tanto quanto ela imaginava.
Uma estocada, outra, outra, mais outra e na quinta tentativa sentiu os pelos pubianos do chefe contra a bunda dela, sinal claro de que toda a carne do chefe tava alojada dentro do cu dela.
Depois de resistir com a boca fechada àquelas investidas e aguentando a dor, a mulher se deixou cair para frente, sentindo o sofá contra seus peitos esmagados sobre ele.(Marcos) "Eu sabia que essa buceta gostosa conseguia engolir inteira, vou deixar ela dentro um pouco pra sua bunda se acostumar com meu pau.
Quando sentiu que a bunda da Devora já tinha se acostumado com a grossura da pica dele, sem aviso prévio começou a foder ela.
(Marcos) "Já sabia que essa raba gostosa merecia comer toda a minha pica, né? Diz o quanto você gosta." Devora sentindo um pouco de prazer e sabendo que só podia obedecer a Marcos, respondeu:
(Debora) "Sim, adoro como você fode a minha bunda!!"
Marcos ouvindo essa resposta, ficou ainda mais duro, levantou Devora e a colocou de costas contra o sofá, e enquanto fazia Devora segurar as próprias pernas, disse:

(Marcos) “Bem falado, sua putinha!! Como recompensa, quero que você veja como seu cu engole toda a minha pica.”Devora naquela posição, via aquele pedaço de carne violentando uma e outra vez o cu dela, que já não era mais virgem.
Depois, Débora sentiu quando o chefe a inclinou a tal ponto que ela conseguia ver como a grande vara do Marcos entrava inteira no seu delicioso cu, mantendo-se lá dentro. Ela podia sentir as pulsações do membro dentro dela, o calor, a grossura.
Depois de alguns minutos de adaptação, Marcos começou a meter com força no cuzinho apertado da mãe do Juan.
As respirações dos dois ficaram cada vez mais ofegantes e logo a Debora parou de doer, ela sentia um leve ardor, um incômodo, mas suportável.
Marcos segurava a cintura dela com as mãos e começou a entrar na buceta dela enquanto continuava metendo sem piedade.
(Marcos) "Tá aguentando igual uma campeã, hahaha, já sabia que essa bunda aguentava bem forte, cê tá ganhando um aumento de salário, toma piroca, toma piroca, seu cu engole tudo.
Marcos não aguentou mais e gozou, soltando uma grande descarga de esperma grosso e quente na cavidade anal da sua secretária.

Que era a primeira vez que notava uma coisa assim e, por mais difícil que fosse a situação, não era totalmente desagradável pra ela. Marcos colocou Débora de joelhos e fodeu com fúria a boca dela.
Marcos começou a ficar tenso e a gemer de forma entrecortada, gozando pela segunda vez. Agarrou o cabelo dela com tanta força que Devora tentou esconder o quanto aquilo a deixou excitada.
E finalmente descarrego todo o seu esperma grosso bem na cara dela.
Débora vestiu um roupão para se limpar no banheiro.
Depois arrumou a roupa e se ajeitou pra ninguém desconfiar do que tinha rolado naquela sala antes de sair.

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