Serena, minha sobrinha. O começo.

Desejo minha sobrinha. Ah, como eu a desejo! A silhueta linda e esbelta dela, com peitos generosos sem serem exagerados, as pernas finas com coxas dos sonhos, o cabelão caindo nos ombros, passa por mim me inundando com o cheiro gostoso do perfume que exala. Fico de boca aberta diante de tanta beleza. Depois de um beijo na bochecha que grudou em mim como se os lábios dela fossem brasa viva, ela foi pra sala e sentou com a confiança de quem se sabe gostosa, cruzou as pernas e com aquele sorrisão dançando nos lábios carnudos e provocantes, me olhou com os olhos grandes e sonhadores, me chamando pra fazer companhia.Serena, minha sobrinha. O começo.

gostosaComo posso deseá-la tanto sem que ela perceba? Ela age com tanta naturalidade que uma pontada de culpa atravessou meu peito, me fazendo sentir desprezível pela morbidez e excitação que Serena desperta em mim. Aos batimentos angustiados que sua proximidade me causa, ela opõe uma confiança que me desarma. Ao calor que seu corpo desperta em mim, suas pernas, seus seios, seus lábios, ela toda, minha sobrinha, com seu sorriso largo e olhar confiante que conseguem transformar esse fogo em calor, me livrando de cometer uma loucura com ela e provocar uma tragédia familiar. Quando ela me olha e sorri como faz agora, imagino minha sobrinha fugindo do meu ataque sexual e correndo chorando para os braços dos pais, desencadeando um pesadelo que me congela o sangue. Só o olhar dela, o sorriso dela, onde transparece a inocência e confiança de Serena por estar na presença do tio, que ela tanto ama e em quem tanto confia, conseguem frear meus impulsos selvagens de pegá-la nos braços e esmagar seus lábios com os meus, enquanto minhas mãos tentam percorrê-la para sentir na ponta dos dedos essas regiões que desejo com toda a minha alma. Entre nós sempre houve uma corrente de simpatia e confiança, sem que ela percebesse, à medida que passava da puberdade para a vida adulta, que minha inclinação por ela tinha deixado de ser filial, se enchendo de uma carga sexual que sempre tentei esconder com sucesso. E acho que fiz bem, pois o tratamento dela comigo nunca mudou e ela sempre vinha me pedir conselhos, fosse na área familiar ou sentimental. E sempre encontrava no tio a resposta adequada e oportuna que a ajudasse a tomar boas decisões. Se ela soubesse que com o passar dos anos os abraços que ela me dava e seus beijos no rosto tinham se tornado um suplício para mim! Como naquela vez em que ela se despediu apressada de mim para encontrar os amigos e, sem querer, seus lábios roçaram os meus, sem que ela Dei importância, enquanto a suavidade do beijo dela me acompanhou aquela noite a ponto de terminar me masturbando pensando naqueles lábios carnudos e vermelhos da minha sobrinha. E assim começou toda uma fase de desejo escondido, tentando disfarçar na frente dela meus olhares para as pernas dela, para o rosto lindo e para os peitos dela. E quando ela se sentava perto de mim, vivia a odisseia de captar as intimidades dela em algum descuido, mas fingindo que não via, embora todos os meus sentidos estivessem ligados em cada cantinho dela. E quando estava sozinho, pensava em tudo que tinha espionado da minha sobrinha e, na solidão da minha casa, me satisfazia sozinho. As pernas da minha sobrinha e o que os muslos dela escondiam viraram uma obsessão da qual vivia dependente. Se ao menos pudesse expressar meus sentimentos pra ela, se ela pudesse captar meu desejo pelo corpo dela e compartilhasse comigo o tesão de estarmos juntos, tio e sobrinha, era a fantasia recorrente em mim, mas quando a realidade se fazia presente e eu a via de novo, meus desejos se chocavam com a inocência dela em relação ao tio, o tio degenerado que sabia muito bem que nunca poderia possuí-la e que devia se contentar em imaginá-la nos sonhos sexuais. Começamos uma conversa de família, sentados um de frente pro outro. Eu perguntando sobre a família e ela respondendo educadamente, mas com um leve toque de ausência. Não sabia o motivo da visita dela, estranha pra mim, pois era a primeira vez que vinha na minha casa sozinha. Sempre vinha acompanhando os pais e nunca teve oportunidade de ter uma conversa a sós, o que teria me permitido vislumbrar se havia alguma chance pros meus desejos secretos por aquela garota linda que, junto com o despertar pra maturidade, tinha desenvolvido o corpo dela de um jeito que agora exibia formas incrivelmente desejáveis. Um par de pernas que imaginava ao meu redor enquanto a penetrava e uns peitos grandes, voluptuosos, que convidavam a serem beijados, chupados. E os muslos dela, que escondiam o tesouro que tanto ansiava, eram uma Massa de carne fresca, dura e pulsante, que muitas noites sonhei em ter entre minhas mãos. Percebo que seu ar ausente prenuncia uma crise nervosa e, apressado, vou até a cozinha pegar um refresco, que ofereço a ela e ela recebe com mãos trêmulas. Sento ao seu lado, ela me presenteia com um meio sorriso, apertando a mão que segura o copo, enquanto lágrimas inundam seus lindos olhos e descem por aquele rosto que tantas fantasias desperta em mim. Sem dizer palavras, deixo meu copo de lado e passo o braço em volta do ombro dela, esperando a confidência que sempre acompanha o choro de uma mulher. E minha sobrinha dá início à primeira etapa, abaixando seu lindo rosto e desaba a chorar, enquanto apoia a cabeça no meu peito. Alex, tio. Alex é o namorado dela, ou como se chame agora a pessoa com quem os jovens de hoje saem direto. No meu tempo, chamávamos de namorado aquele com quem decidíamos levar ao altar para começar um caminho juntos, até que a morte nos separasse. Mas agora, me parece que o termo caiu em desuso, como a própria instituição do casamento. E namorado, hoje em dia, implica algo como um certo grau de compromisso, mas nada mais. Minha sobrinha me explica entre soluços que terminaram porque ela o pegou traindo com uma mulher mais velha, casada. Cinco anos de relacionamento, foram pro ralo. Sem saber o que dizer numa situação nova pra mim, já que nunca antes tinha servido de ombro amigo em confidências amorosas, e muito menos de alguém que não só era separada por tantos anos, mas também era minha sobrinha, e, pra piorar, uma sobrinha que eu desejava como poucas vezes desejei uma mulher. É que nela se juntava o ideal de mulher que eu queria possuir com a frescura da inocência dela, que alimentava ainda mais minha excitação. Inocência e pecado, dois elementos que fariam qualquer lenha queimar. Por isso tentei estar à altura do momento, então respirei fundo e, com a seriedade que a gravidade do momento exigia, soltei o mais profundo do que meu intelecto e experiência me inspiraram naquele momento: "Ela te enganou?" Me senti um idiota pelo que tinha dito e fechei os olhos, envergonhado pelas minhas palavras sem graça, mas elas tiveram um efeito inesperado na minha sobrinha, que, erguendo o rosto e sem vergonha das lágrimas que rolavam pela sua bochecha, me contou os detalhes do término, que era o roteiro repetido do fim de um relacionamento quando uma oportunidade melhor aparecia pra ele: conquistar um novo "love", já que o anterior, nesse caso minha sobrinha, não tinha mais nada de novo pra oferecer. Nós, homens, somos animais de conquista, com uma fome de sexo que nunca se sacia. E Alex tinha encontrado novos territórios, então não hesitou em deixar pra trás a rotina do sexo com a "namorada" de cinco anos. O arrependimento viria, sem dúvida, quando a nova aventura fracassasse, mas nessa altura Serena já teria começado uma nova aventura e Alex faria parte de um passado diluído pelas novas experiências. Seria uma lembrança que não lhe traria maior emoção, imersa como estaria nas novidades que a vida, na idade dela, lhe reserva dia após dia. A sofrida Serena de hoje seria, muito provavelmente, a indiferente Serena de alguns meses depois, quando Alex voltasse arrependido. Qual homem não viveu a mesma experiência e repete ela de novo? Parece que está condenado a repetir seus erros uma vez atrás da outra, sem aprender a lição. Os tangos estão cheios desses erros masculinos. As palavras da minha sobrinha, que à medida que abria o coração pro tio ia se acalmando, me pareciam cada vez mais distantes, enquanto com minha mão ainda no ombro dela e a outra entre as mãos dela, eu olhava pra suas pernas, que se mostravam generosas porque ela, na desesperação, não tinha se preocupado com a saia que subiu quando cruzou as pernas. A pele branca, um pouco bronzeada pelo sol daqueles dias de verão, mostrava duas colunas que, embora de pé parecessem finas, agora que ela estava sentada... sentadas se mostravam mais generosas. E, o mais lindo daquela visão, suas coxas se mostravam generosamente, me fazendo esquecer o sentido das palavras de Serena, que continuavam saindo atropeladamente de seus lindos lábios, mais insinuantes agora que estavam banhados de lágrimas. Num instante minha sobrinha soltou minha mão e levou a dela à sua blusa, na altura dos seios, e de lá tirou um lenço que levou ao nariz, enquanto eu deixava minha mão suavemente em seu joelho. E não foi com má intenção, já que não havia outro lugar onde pousá-la, considerando a posição em que estávamos (embora, pra ser sincero, não a teria colocado em outro lugar por nada deste mundo). E às minhas carícias fraternais em seu ombro se juntaram as carícias em seu joelho, enquanto ela continuava com sua história, que era uma repetição de suas primeiras palavras, aprofundando em novos detalhes a cada vez. E minhas carícias em seu joelho, que aumentavam meu desejo por Serena, tinham se tornado pesadas, lentas, insinuantes. De vez em quando apertava seu joelho na minha mão e depois de um momento voltava com as carícias, sem ousar fazer mais nada, enquanto minha mão em seu ombro parou de acariciá-lo e o apertou com suavidade. Meu braço em suas costas me transmitia a suavidade de sua pele, que tinha parado de se mover no ritmo do choro e começava a adquirir um ritmo mais normal, como se o fluxo de dor estivesse se esgotando, dando lugar à serenidade. A serenidade de Serena, que tinha terminado suas lágrimas e sua história e as tinha substituído por uns soluços que anunciavam o fim breve da confidência. Apoiando a cabeça no meu peito, começou a se acalmar até que as batidas de seu peito voltaram ao ritmo normal. Mas meu braço em seu ombro e minha mão em seu joelho continuaram ali. O que você pretende fazer? Foi outra das minhas saídas estúpidas. Mas ela, sem levantar a cabeça do meu peito, a moveu num gesto de negação, com um "não sei" que indicava sua desesperança e desorientação atuais. Apertei meu braço em seu ombro e minha mão no joelho dela, e ficamos um momento em silêncio. Depois de alguns instantes, minha mão recomeçou as carícias, devagar, com suavidade, num círculo que aos poucos ia se ampliando, enquanto meu olhar estava fixo no peito dela, agora sereno, que insinuava as redondezas escondidas debaixo da blusa branca. Talvez tudo isso tivesse terminado ali, guardando dentro de mim o segredo do meu desejo pela minha sobrinha, sem que ela soubesse o que tinha despertado no tio dela, mas o corpo dela apoiado em mim mudou as coisas radicalmente, transformando nossa relação num turbilhão sexual, já que a respiração tranquila que ela transmitia e que era captada pelo meu peito depois de alguns momentos mudou para uma respiração mais agitada, que me indicava que a situação em que estávamos, nossa proximidade, meu braço no ombro dela e minhas carícias no joelho estavam surtindo efeito, um efeito que eu não imaginava enquanto ouvia as confidências dela. O que você pretende fazer? Pela primeira vez desde que falei com ela, minhas palavras agora faziam sentido. Nesse caso, um duplo sentido: repetia minha pergunta anterior mas, ao mesmo tempo, explorava as intenções da minha sobrinha. Uma pergunta com dupla intenção, que ela captou na hora. Serena, ela respondeu colocando a mão dela sobre a minha e abaixando a perna, para terminar tirando-a e colocando no meu próprio joelho. Eu, nada. E você? Pela primeira vez me tratava por "você". E numa clara convite para seguir em frente. Nem imagina. Parece que posso imaginar. Como você poderia adivinhar? Perguntei enquanto minha mão recomeçava as carícias no joelho dela. Queria ver se estávamos falando a mesma língua e a reação dela às minhas carícias seria a resposta. Se ela se irritasse, tudo terminaria ali e não passaria de um aborrecimento pra ela. Mas. Pela sua mão. E o que você diz sobre isso? Que sou sua sobrinha. E eu, seu tio. E continuei minhas carícias, aumentando o círculo delas, enquanto ela começou a abrir lentamente as pernas, como uma clara convite para continuar, agora por regiões mais íntimas. — O que você quer, tio? — perguntou com uma voz insinuante, enquanto a mão dela no meu joelho começava a subir em direção à minha virilha, apertando minha carne e me transmitindo o calor que ela estava sentindo. — Acho que a mesma coisa que você — respondi, iniciando a subida pela parte interna das pernas dela, com suavidade, mas firmeza. Minha sobrinha levantou a cabeça e me olhou de frente, com seus jovens 21 anos, os olhos castanho-escuros completamente abertos, assim como a boca, que era um convite para beijá-los. Devolvi o olhar com intensidade e aproximei meu rosto do dela. Ela continuava com os lábios abertos, aqueles lábios lindos que eu tanto desejava, e os aproximou dos meus, oferecendo-os. Me agarrei a eles e, com desespero, os beijei, enquanto um "Finalmente!" saía do fundo de mim. Ela afastou o rosto e me olhou com cara de interrogação, esperando uma explicação. — Estou te desejando há muito tempo, Serena. Ela sorriu e a mão dela subiu pela minha perna até chegar na minha virilha, onde ficou pousada sobre o volume que meu pau formava. Apertou com força meu membro, que estava completamente duro. — Calma, amor. Não tão forte. Aproximei novamente meu rosto do dela, em busca dos seus lábios, enquanto minha mão na buceta dela me indicava que a umidade da calcinha fio-dental era sinal claro da excitação dela. Com suavidade, comecei a acariciar os lábios da buceta dela, enquanto um dos meus dedos passava por entre eles, ao longo, tentando levá-la ao primeiro orgasmo. Ela abriu completamente as pernas para facilitar minha exploração. Com a cabeça jogada para trás, soltou meu pau e, de olhos fechados, se deixou levar pela minha mão e meu dedo, que continuavam explorando por cima da calcinha dela. Sentia na palma como os pelos da região pubiana dela me arranhavam, enquanto ela se mexia com intensidade agora que minha mão e meu dedo aumentavam a pressão sobre os lábios carnudos que guardavam a entrada do túnel do amor dela. — Você é uma delícia, amor — falei no ouvido dela. enquanto acariciava a buceta dela. Que gostosa, que gostosa. Mmmmmmmmmm - Posso continuar, amor? - Não para, por favor. Continuaaaaa, siiiiiiiiii. Os movimentos pélvicos dela ficaram incrivelmente intensos, enquanto ela segurava minha cabeça e, agarrada no meu cabelo, repetia: Siiiiiii, assimiiiiiiii. Jááááááááá. E enquanto a calcinha fio dental dela era inundada pelos primeiros sucos vaginais que o tio, com suas carícias, proporcionava, o corpo dela em convulsões se mexia pra cima e pra baixo e as mãos dela puxavam meu cabelo. Não pensei que minha sobrinha fosse tão sensível às minhas carícias, mas atribuí ao estado especial em que ela se encontrava naquela oportunidade, que a sorte me fez viver e aproveitar. O término do relacionamento com o namorado, a solidão que nos rodeava na sala da minha casa, sabendo que ninguém estava por perto, o desespero pelo fim de uma etapa na vida juvenil dela e a entrada numa nova era, a proximidade do tio, as carícias, tudo contribuiu pra que ela tivesse essa explosão sexual. Mas depois do êxtase do orgasmo, a realidade do quase incesto tio-sobrinha se imporia e, com isso, a muito provável explosão de culpas e recriminações. Bem, era o que eu achava. Mas não estava preparado pra reação dela. Serena, eu... Você arrasou. Nunca gozei tanto sem transar. Era evidente que o namorado dela tinha obtido dela o que quis e por isso se explicava tanta desolação da parte dela. Tinha entregado tudo e a tinham descartado, deixando-a de lado pra ir buscar outro corpo pra possuir. É a experiência do homem adulto, querida. É verdade. Você tem toda razão. É que a gente aprende a fazer gozar primeiro a parceira. Você tem razão, é assim que deve ser. E o mesmo acontece na cama. Ela calou e ficou pensativa. Eu tinha lançado o desafio e ela agora devia decidir se chegávamos ao final do caminho. Um caminho de tesão que a gente tinha começado tão gostosamente, fazendo a gente provar os primeiros frutos dessa relação incestuosa. Ela levantou o rosto de novo e me olhou com intensidade. A A sorte estava lançada.incesto
Sobrinha

3 comentários - Serena, minha sobrinha. O começo.

Lest47 +1
A la espera del desenlace de este excelente historia. Van pts
Tienes que subir más bro, excelente y muy guapa tu sobrina