Mi primera vez, mi sueño hecho realidad

Minha primeira vez. Talvez seja um título curto, pra tudo que vivi naquele momento.
Já fazem muitos anos, esquecer é impossível, compartilhar essa experiência com a comunidade talvez seja gostoso. Nunca escrevi contos que não vivi.
Tive um ensino fundamental rígido, nunca tive uma namorada. Quando entrei no ensino médio, sentia que meus amigos estavam a anos-luz de mim. Eles sabiam o que era pegar alguém, ter namorados, e eu nada. Na Argentina, naquela época, era o EGB, íamos até o nono ano. Os anos passaram, e eu nada de nada. Tinha olhos claros, era alto, mas mesmo assim, nada. Naquele ano, tínhamos teatro. Parecia piada aquela matéria pra orientação da nossa formação. Mas tinha que passar. Eu tinha a melhor média. Não conto isso como algo bom. Decidi recusar, mas me disseram que eu sofreria uma sanção nacional por recusar um símbolo pátrio. A professora era exigente, novata, tinha 29 anos, não sabíamos mais nada. Com essa idade, os hormônios estão a mil, e aí aparece aquele monumento na nossa frente, sem palavras, sério. Não era uma grande coisa impressionante, mas era muito sensual, do jeito que se vestia, os peitos dela, a bunda dela. Logo, por causa da minha fama de bom aluno, comecei a fazer a diferença. A verdade é que eu só era responsável mesmo, porque o ensino médio não foi um esforço pra mim. Começaram as peças de teatro, e minha responsabilidade era notória, como em todas as matérias. A professora começou a fazer diferenças. Meus colegas zuavam como ela me olhava, que eu tava dando mole, coisas assim. Eu, sempre responsável, só fazia o que era mandado. O ano foi passando, e ela teve a ideia de fazer outra peça. Tive que ir em nome de todos falar com ela em outra sala. Aí notei algo estranho. Enquanto falava comigo, ela subia e descia o zíper da minha jaqueta. Aquilo me excitou pra caralho. Naquela idade, ela era a rainha das minhas punhetas, admito. Tivemos ensaios na escola, na casa de uma colega, e depois não tínhamos onde fazer. Ela sugeriu na casa dela, mas numa sexta-feira. Eu estava lá às 18h. Ela me atende com uma legging branca, tava super comível. Ela diz: "Que estranho você, tão responsável. Ninguém veio ainda, por isso eu ia pra academia.

Falei pra ela: "Então, professor, vamos esperar alguém chegar e aí a gente vê." Naquela época não tinha WhatsApp nem nada disso. Eu olhava pra ela como sempre, babava todo, mas sempre com respeito. Ela senta na bancada da cozinha e começa a puxar papo comigo. No começo, perguntava sobre minha família e eu fazia o mesmo. Ela começa com perguntas mais pessoais. Se eu tinha namorada, por exemplo, e eu fazia o mesmo. Ela disse que era separada e que agora estava sozinha, fazendo uma cara de desgosto. Me joguei na piscina: "Se a senhora está sozinha, o que sobra pra gente?" Ela diz: "Não me chame de senhora, e com esses olhos, você deve ter um monte de mulher atrás de você" (a verdade é que eu não tinha nada). Nessa hora, ouço um cachorrinho latir, levanto e era o bichinho dela no quintal. Ela me conta sobre o cachorro, viro e vejo ela sentada na bancada, me aproximo e pergunto: "Será que os outros vão vir?" Ela responde: "Acho que não, mas talvez cheguem mais tarde." "Será?" respondo. Ela diz: "O quê? Já quer ir embora?" "Longe disso", respondo. "Você sempre tão responsável", ela fala. Chego mais perto. Ela toca meu braço e juro, sou o cara mais idiota do mundo, mas naquele momento eu não aguentava mais. Chego mais perto. E ela me pega pelo pescoço e começamos a nos pegar. Vocês imaginam essa situação? Ela me solta e pergunta: "Como eu garanto que isso fica entre nós?" Aí acho que a inteligência valeu a pena. Respondi: "Sabendo que isso prejudica nós dois." Ela faz a cara mais de puta que já vi na vida. Vamos pro quarto dela e continuamos. Uma baixinha gostosa, peito e bunda, eu com o pau a mil.

Passando a mão na minha pica, ela fala: "me promete que isso fica entre a gente". Óbvio que eu falei que sim. Ela desce meu jeans e começa a chupar minha pica. Meu Deus, era o melhor momento da minha vida. Ela fez de tudo, se mexia de um jeito que mostrava que tava curtindo cada segundo. Eu não tinha experiência nenhuma e, claro, ela percebia.

Num instante, tava me dizendo como eu sou gostosa, cara, vou fazer de tudo com você.

Gozei duas vezes naquele dia e, durante dois anos e meio, a gente se via na intimidade.

Hoje em dia diriam que é estupro, mas naquele momento fui a pessoa mais feliz do mundo.

Os anos passaram e eu encontrei ela no Facebook. Ela tá namorando o irmão de um professor, meio estranho, né? Não sei se mando mensagem ou não, ela significou muito pra mim. Nunca contei isso pra ninguém, me zoavam por não pegar ninguém, e eu tava comendo a professora, ou melhor, ela tava me comendo.

Mi primera vez, mi sueño hecho realidadComo se pronuncia

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