Atrapada sin salida XII

Atrapada sin salida XII**Capítulo XII**
**Abril de 2010**

Depois de semanas de sexo intenso. Uma manhã, Gerson e eu começamos a almoçar bem cedo, ele estava com um apetite voraz. Dizia, cinicamente, que era pra recuperar as forças. A gente não usava roupa, já que não precisava. Ele não parava de ficar excitado e sempre queria estar fodendo.

Enquanto ele devorava pratos enormes, eu comia muito pouco. Realmente, minha compleição magra não me pedia mais. Ele percebeu e olhou fixamente pro meu corpo. Perguntou, sério:

— Nena, quanto tempo você tá de prenhez?

Eu respondi, sem muita pressa. Fiz as contas de cabeça. E respondi:

— Amanhã completo 4 meses.

— Quê?! — respondeu ele, surpreso. — Mas você não tem barriga nenhuma, nem nada. — Você faz a mina e não se alimenta! 😠

Ouvindo isso, interrompi:

— Não!!! É assim que meu metabolismo funciona. Com as minhas filhas, nunca tive barriga, chegava com 9 meses e nem se notava tanto.

Ele interrompeu, irritado:

— Você não tá esperando outro filho do pinto curto do seu marido! — Você tá esperando um filho de um garanhão negro!!

Eu ouvi e teria rido de tamanha estupidez. Mas sabia que não seria bom. Então só respondi:

— Bom, sou assim mesmo, e além disso não tive nenhum mal-estar. Se quiser, a gente pode ir num médico e ver como tá essa gravidez...

Gerson ouviu atento. E disse:

— Já tá na hora de você conhecer minha família. — Você precisa conhecer minha avó, especialmente.

Fiquei estranhada, e concordei. Afinal, era finalmente sair dessa casa, e parar de vez com as contínuas relações sexuais...

Depois de uma manhã bem pesada. Ao meio-dia, finalmente eu voltava a ter roupa. Gerson usando uma jeans e uma camisa de linho. Colocou uns óculos escuros. Ao me ver, não evitou me elogiar. Eu usava um vestido completo abaixo do joelho, bem sóbrio, na cor vermelha. Umas sapatilhas de salto baixo, e como sempre, nada de maquiagem. Meu cabelo era natural, só levemente arrumado.

— Você se veste bem simples, e ainda assim não consegue esconder esse corpaço, mamita...

Plaft ⚡ Uma sonora palmada interrompeu minha tranquilidade. Tomara. Esse bruto, não vai se empolgar...😤 Pensei. Não foi bem assim e logo depois partimos pra casa dos parentes dele. Chegamos num bairro ainda mais humilde. Casas enormes com telhado de alumínio. A casa dos parentes do Gerson era a única imponente. Lá eles chamam de sobrados... Assim que chegamos, um monte de crianças apareceu e pediu dinheiro pro Gerson. Ele, sem perder tempo, tirou a carteira e jogou um monte de notas. Quando se livrou deles, entramos juntos na casa. Lá fomos recebidos pela família dele. Apesar da pouca idade, o Gerson tinha um puta respeito dentro da família. Até os mais velhos que ele vinham cumprimentar com o maior cuidado. Por fim, uma mulher negra, de corpo grosso e com um gorro cobrindo a cabeça.sexoEla se apresentou, era a avó do Gerson. Foi a única pessoa pra quem ele mostrou respeito. E cumprimentou quase de forma cerimonial. Chegamos na sala de jantar e lá conheci o resto da família, estavam super curiosos, olhando pra mulher branca que o Gerson tinha trazido. Ele e a avó foram conversar, eu fiquei com os outros por um bom tempo. Depois de um tempo, sendo tratada por eles de forma muito educada, uma mulher morena, a tia do Gerson, falou comigo. Ela disse que a avó queria me ver. Então me desculpei e fui até ela. Ao entrar no quarto dela, notei que tava meio escuro, só com velas. Vi ela sentada, com cara séria, e ela me pediu pra sentar. Sentei numa cadeira que tinha ali. Ela perguntou como eu tava, eu respondi que tava bem. Ela falou: — Não mente, eu sei de tudo. Intrigada e surpresa, fiquei parada por um momento. Mas senti uma confiança, e decidi abrir meu coração. Então, pela primeira vez em muito tempo, me senti segura. E comecei a falar livremente, a contar o horror que o neto dela me fazia. E as dificuldades que eu passava ao lado dele. Ela me ouviu e disse que era verdade. Confirmou que o neto dela era um filho da puta. Mas não podia me ajudar, só podia me ouvir. Contou o passado dele, a infância, a vida e a tragédia. Eu, sinceramente, não conseguia justificá-lo, no máximo sentir pena. Quando ela perguntou sobre minha gravidez, respondi sincera que só queria dar à luz. Pra voltar pros meus. Ela me olhou e, triste, disse: — Os filhos não se dão!! Fui sincera e respondi que essa gravidez nunca foi planejada, só um acidente, um triste acidente. A velha colocou as mãos no rosto e negou repetidamente. No fim, ela disse: — Eu posso te ajudar!! Perguntei como e ela começou a explicar que podia fazer eu amar meu filho. Dizia ouvir ele sofrer e queria que eu entendesse o sentimento dele. E recuperar minha vida, não continuar sendo um ser errante, como ela me via agora. Quando ouvi aquela mulher dizer que me ajudaria a recuperar meu filho. Eu quase fui embora indignada e rindo, sem conseguir entender essa porção de besteiras. Mas a dúvida me intrigou, e como diabos ela sabia da minha vida. Aos poucos, fiquei sabendo que ela se chamava de bruxa Caridade. Em outros tempos, eu teria caído na risada, mas fiquei surpresa por ela saber quase em detalhes que eu estava destruída pela minha situação. Então ela explicou minha história em detalhes, e, tirando algumas coisas, parecia que ela já sabia de tudo. Por fim, ela me disse: — Você tem que abrir seu coração, parar de dar ouvidos à sua mente. A mulher deu suas instruções e me avisou que o tempo estava se esgotando, tinha que ser o mais rápido possível. Então eu fiquei em silêncio e, finalmente, cedi, fechei a porta e me disse disposta a ouvir. A velha pegou minhas mãos e me fez jurar que era sincera. Eu jurei, de forma mecânica. Ela perguntou: — Você está brincando com isso? *Não*, eu disse. Ela continuou: — Meu neto é uma má pessoa agora. Ele pode mudar, você e esse bebê podem conseguir. — No fundo, ele é um bom rapaz, meio bobo, mas é bom. Eu ouvi atenta. E deixei claro que não acreditava, tinha conhecido o pior de Gerson e tinha certeza de que ele nunca seria uma boa pessoa. Ela disse: — Não estou brincando, não. Esse bebê que você carrega na barriga, ele é o pai... Eu respondi: — Bom, obviamente. A velha interrompeu: — Sua vida já era triste. Antes dele... Fiquei surpresa e comecei a gaguejar. — Bom, sim. — Mas... A velha interrompeu de novo: — Ia acontecer mais cedo ou mais tarde. — Você já desejava há muito tempo sair dessa rotina. Queria escapar e fugir. Tinha medo do que iam dizer, e ainda tem. Mas no fundo você está feliz com o que vem rolando entre vocês. Fiquei de boca aberta. A velha continuou: Tenho a solução para que o amor triunfe entre vocês. E tenham uma vida boa. — Você aceita? Surpresa, não consegui reagir. Mesmo assim, a velha me explicou a natureza do oculto, o poder de despertar os sentimentos das pessoas e fazer com que reagissem. Mas eu não estava... Decidida. Eu temia pela minha família, a felicidade deles era mais importante. A velha disse: — Sim, sua família vai se machucar, essa é a realidade. Mas eles vão ficar bem, e com o tempo as feridas vão sarar. Eu interrompi: — Não posso partir o coração das minhas filhas. A velha retrucou: — Você está num dilema, por não machucar suas filhas, vai machucar seu filho. Melissa se alterou: — Como assim? A velha continuou: — Esse bebê também precisa de uma família. Se você ouvisse ele, saberia do que estou falando. Meli disse: — Como saber se é verdade? Ela respondeu: — Deixa eu fazer um ritual e dar voz ao seu filho. Depois você decide e toma a melhor decisão. Melissa ficou em silêncio, olhou pra velha e com o olhar deu a resposta. — Tem uma coisa — disse a velha. — Qual? — perguntou Melissa. — Seu bebê e você vão ficar ligados até o fim da gravidez. — Como consequência, você vai ouvir os pensamentos dele... Meli perguntou: — Será que... — Não vai acontecer nada, vamos ficar bem. A velha acalmou suas dúvidas: — Sim, vão ficar bem... Melissa reafirmou a resposta: — Tá bom... Quando a noite chegou, lá fora a lua cheia estava esplendorosa. Eu caminhava de mãos dadas com a velha, vestindo uma bata e com o corpo livre de qualquer roupa. A velha mandou todo mundo embora e na casa só estávamos eu e ela. Enquanto avançávamos, pude ver um poço pequeno, coberto de água. Ela me mandou tirar a roupa. Então soltei os laços da bata e deixei ela cair. Comecei a flutuar, não sei se foi um sonho ou algum ato de magia. Então lembrei: — Quando engravidei, soube que minha vida seria uma aventura, por muitos motivos. Eu tinha medo, e não senti a emoção da gravidez que eu experimentei com minhas filhas. Conforme minha gravidez avançasse e minha barriga crescesse, chegaria o momento de todo mundo saber. Não sabia o que fazer, quando todo mundo me perguntasse sobre isso. No entanto, sempre soube que não podia dizer nada. Até estar 100% segura do que faria. Pra mim, era algo absurdo fazer algo por fazer, ainda mais se eu não me sentisse confortável. Já estava com 4 meses, minhas pernas não aguentavam muito tempo em pé, minhas Minhas nádegas não aguentam muito tempo sentada, e minhas costas não aguentam nenhuma das duas posições. Só quero pensar em ficar relaxada, que meu bebê fique relaxado, e que essa espera seja feita sob medida para a mãe e suas necessidades. Quando dona Caridad falou comigo, percebi pela espontaneidade e sinceridade que ela emanava que não podia deixar passar essa oportunidade. Era o jeito de me aproximar de uma solução que eu via tão distante. Ela me falou do Círculo de Bênçãos. Essa cerimônia tem origem em rituais afro-americanos onde a maternidade é celebrada entre mulheres. No que consiste? Esse ritual representa as boas-vindas, se é que podemos dizer, da mulher em sua jornada para a maternidade. A mãe, cercada pelas mulheres importantes para ela, se reúne para abençoá-la junto com seu bebê. Por estar sozinha, expliquei minha situação para dona Caridad. Ela disse que já sabia e falou: — Não se preocupa, você não vai ficar sozinha. Mandou eu ficar pelada e colocou uma correntinha dourada fina em volta da minha barriga inteira, com pequenas correntes laterais penduradas, com pedrinhas de quartzo de todas as cores, que, segundo ela, me protegeriam de todo mal...oralAo me despir e descer até o tanque, o ritual começou: debaixo d'água, dona Caridade me perguntou se eu estava confortável. Quando concordei, ela perguntou os nomes das mulheres da minha família que fossem muito importantes pra mim. Assim começamos a lista das mulheres da minha família, não importava se já tinham morrido. Seriam necessárias e próximas, cuja energia e bênção teriam um papel de destaque naquele dia (naquele dia ela me explicou que a combinação e a harmonia de todas nós representa o maior destaque). Em seguida, estabelecemos as etapas do ritual: abre-se um círculo de energia, realiza-se a cerimônia e fecha-se o círculo de energia para abrir o círculo social onde compartilhamos e pedimos pela boa sorte. Minha cerimônia foi assim: eu, mesmo pelada, me sentia confortável. A água cobria quase todo meu corpo, exceto minha barriga de fora (eu tava meio nervosa). Dona Caridade colocou uma flor linda no meu cabelo e me maquiou (já que quase nunca me maquio). Falei os nomes das minhas parentes mulheres que já morreram. E como num passe de mágica: primeiro chegaram as estrelas mais brilhantes que já vi na vida, e depois começou a chegar uma brisa gostosa, tão fresca que me fez sentir muito calma. O clima foi se ajeitando como se realmente fosse uma cerimônia especial. Isso me emocionou. Dona Caridade e eu nos olhamos e, juntando as palmas das mãos, concordamos e assim começamos a cerimônia. O início: "Lavar as energias e pensamentos que não se quer transmitir". Numa bacia com água e sal grosso, cada uma lavou as mãos com a consciência de lavar ali aquelas energias que trazemos da rua, do dia a dia, do estresse cotidiano. Depois, numa bacia com água e pétalas de rosa, continuamos limpando nossas energias, pra poder sentar no círculo que dona Caridade fez com pedras. Éramos duas mulheres. — É importante que seja íntimo — disse dona Caridade. O círculo: conforme terminávamos de nos lavar, ela entrava no círculo sem Sapatos e me ajeitando pra cerimônia. Tinha incenso no ar, velas, luz baixa, silêncio, harmonia, sorrisos e paz. Meu lugar era confortável e estava especialmente preparado pra me dar proteção. Do lado de dona Caridad e eu tinha uma cesta com flores e alguns objetos que a gente tinha arrumado como um altar. Figuras de mulheres, uma estatueta de uma mulher grávida, pétalas de rosa e um sino. O círculo começa passando um pau-santo (uma madeira aromática da Amazônia que costumam usar), por trás do círculo, ou seja, atrás de cada uma de nós. Ali, dona Caridad, minha guia, nos mergulhou no lindo mundo do sagrado, do feminino e da maternidade. Fechamos os olhos, focando na nossa respiração. Ela falava orações lindas direcionadas à divindade. Praquela energia que cada uma dá o nome que quiser, livremente, sem cair em preconceitos, moldes ou estruturas que nos impeçam de sentir isso do jeito que a gente quer sentir. Colocamos a mão no coração, e a outra na barriga, depois na garganta, depois na testa e na boca. Assim, energeticamente, a gente vai sentir, fazer, dizer e pensar palavras de sabedoria e pureza. Naquele momento, comecei a sentir um sono imenso. Fechei os olhos e apaguei. Então, mesmo estando fisicamente em repouso, consegui ver várias mulheres se aproximando de mim e pegando meu ventre. Depois, cada uma se apresentou, cada uma dizendo nosso "linhagem" e relação comigo, a futura mãe. "Eu sou filha de Maria Isabel, neta de Consolina, bisneta de Maria e tataraneta de Consolina, e filha de Soledad, Cândida e Andrea… e assim cada uma se apresentou até onde meu conhecimento genealógico alcançava. Cada uma deixava no círculo e no meu coração frases lindas de agradecimento e luz, bênçãos e amor pra mim e meu bebê. Entre lágrimas, sorríamos emocionadas com tanta energia de gratidão e solidariedade. Depois, trabalhamos com os medos, liberando eles. Cada uma escrevia esse medo sobre o nascimento com Em relação a mim ou a cada uma, e colocamos na cesta. Claramente eu (a futura mãe) não devia ler aquilo. É só um exercício para tirar da nossa vida (seja escrevendo) e assim liberar essa energia. Não é como se acredita que ao pensar neles você dá mais força, mas ao contrário, com a mente aberta e disposta a identificá-los para saber como enfrentá-los. Meu maior medo vou confessar: conseguir parir naturalmente meu bebê. Em seguida, trabalhamos com as virtudes, os bons desejos e as forças. Cada uma escreveu num bandeirinha de papel um valor positivo e não como um desejo que talvez possa se concretizar, mas sim afirmando: por exemplo, "eu consigo parir", "eu fui feita para parir", "tranquilidade e confiança", "abertura e fé". Essas bandeirinhas de papel foram colocadas sobre meu peito, com cada uma das mãos delas, elas roçavam e eu percebia seus desejos para quando chegar a hora de dar à luz e assim invocar essas energias. Enquanto cada uma escrevia sua mensagem, ouvimos a experiência da minha tataravó sobre o parto dela ao trazer a filha ao mundo, e a experiência do parto da minha bisavó. Foi lindo poder saber essas histórias. Depois, nos colocamos no chão dentro do círculo e eu me deitei (do lado esquerdo) e todas "minhas mulheres" tocaram minha barriga, minha cabeça, minhas pernas, onde conseguiam colocar as mãos. Dona Caridade lia orações sobre a força para parir e o apoio que cada uma me dava com a mão, a presença e a energia dela ali, naquele momento. Abençoaram minha garganta, meus pensamentos, meus seios, minha barriga, meu bebê, minha buceta, meus pés, tudo para que eu possa falar, pensar, amamentar, criar, amar, parir e seguir no caminho da maternidade. Esse momento foi poderoso, único. Quase não consigo expressar o quanto senti. Vibramos todas. Meu bebê se mexia. Sabia que sentia que estávamos honrando a vida. Honrando ele, a mãe dele, o pai dele, todas essas mulheres que fazem parte da minha vida. Simplesmente. poderoso. Os seres humanos somos energia, somos seres espirituais, e basta nos conectarmos com essa fibra mística para harmonizar com os outros. Só precisamos aprender a manifestar esse sagrado que carregamos dentro e aprender a honrar a vida. Esse foi o maior presente que pude receber até agora na minha gravidez. Sentir a força da vida, dentro e fora.

Para fechar o círculo, procedemos a colocar uma corda rosa com três voltas no pulso esquerdo de cada uma, e assim ficamos todas unidas, de modo que, se uma se mexesse, todas sentíamos o aperto e a conexão. Depois, cortamos a corda para que cada uma tivesse uma pulseira com três voltas e três nós. Essa pulseira ou bracelete era um lembrete do que aconteceu naquele dia. Dos nossos desejos, da nossa luz e da nossa conexão. Era o lembrete de que em breve meu bebê vai nascer e elas não devem esquecer o compromisso comigo de apoio, irmandade e união.

A pulseira, na hora do parto, estará comigo, assim recebo a força das minhas mulheres. Quando o menino nascer, aí é preciso cortá-la só quando o leite descer dos meus seios. Ou seja, depois de parir e quando estiver amamentando.

Finalmente, fica o vínculo formado. Fechamos a cerimônia dando as mãos, fechando os olhos e respirando. Como sou católica há vários anos, juntas recitamos o "Pai Nosso" três vezes e toquei o sino para fechar nosso círculo. Passamos o "pau santo" de novo no sentido anti-horário e assim nossa cerimônia foi encerrada.

Vêm abraços, risadas e a parte "festiva". Senti os carinhos das minhas mulheres, se despedindo de mim e do meu filho. Então, Dona Caridade esfregou minha barriga com uns sabonetes que ela mesma tinha feito e, em questão de um par de horas (que durou toda a cerimônia), sentimos que congelamos um instante vital em nossos corações e que reintroduzimos no universo a magia de ser mulheres... Tudo terminou no instante em que Dona Caridade introduziu uma pedra ardente que tocou a pele. do meu baixo ventre. Uma luz resplandecente cegou meus olhos por um momento, ao pousar sobre minha barriga. Era a lua cheia, e ao ficar olhando fixamente para ela, pude ver meu filho abrir os olhos e sorrir, e a partir daquele momento, eu o ouvi lá do fundo dos sentimentos dele... ❣️ A gente conversou sobre tudo, a origem dele e a situação que eu tava passando. Quando fiz isso, o bebê abriu os pensamentos e deixou claro os desejos dele. Eu chorei como nunca... Pedi perdão pro meu bebezinho e jurei que não ia deixar ele sofrer mais. Aí um sono pesado me tomou, e eu caí rendida. Fiquei sem sentidos enquanto dormia tranquilamente. Um tempo depois, acordei na cama e vi o Gerson secando meu corpo com uma toalha. Quase terminando, ele me olhou e eu vi uma tranquilidade e uma paz nele que não eram normais. Abri os olhos e segurei minha barriga. Comecei a chorar. Senti uma sensação indescritível... Eu tava completamente nua. O Gerson chegou perto e abraçou a Melissa por trás, e deu um beijo rápido na bochecha dela. Ela virou a cabeça, sorriu e deu um beijo suave, doce, quase sensual nos lábios dele. O Gerson sentiu as bochechas corarem, tava envergonhado de como aquilo tinha excitado ele. A Melissa sentiu os mamilos e a buceta começarem a formigar, esperando mais beijos, e se viu desejando outra rodada, e se surpreendeu ainda mais ao dar outro beijo parecido no Gerson depois que o primeiro acabou. Os braços dela em volta da cintura dele enquanto beijava ele de um jeito sensual. Ela parou depois disso e se mexeu pra sentar na beira da cama. Olhou pra ele e percebeu a personalidade forte do Gerson. O corpo bem trabalhado dele, os lábios grossos, as mãos enormes... — Nunca pensei que ia estar nessa situação — Melissa tentou dissolver o que no fundo era um sentimento intensamente sexual. Parou de contemplar ele e abraçar, e disse: — Não sei o que tá rolando comigo, nem se é o certo. Gerson rapidamente interrompeu ela: — Claro que é, bebê. Você tá com quase 4 meses... Isso é perfeitamente natural e estou feliz por ter você perto de mim, num momento tão especial. Com prazer faria isso para sempre... Ele se inclinou para frente e acariciou com a mão a barriga distendida da Melissa, com os antebraços se esfregando insistentemente contra os mamilos dela. As duas mãos roçaram a parte inferior da barriga dela, os dedos se moveram baixo o suficiente para tocar de leve os lábios da buceta da Melissa. Ela não conseguiu evitar dar um suspiro, mas conteve qualquer outra reação externa na hora. Os beijos suaves anteriores já tinham deixado ela toda excitada, ela se permitiu sentir essa onda intensa, as carícias sensuais do Gerson acalmaram ela tanto quanto a excitaram de um jeito avassalador. De repente; os lábios do Gerson encontraram o pescoço dela, com beijos suaves descendo pela garganta e depois nos pontos mais sensíveis ao longo da linha da mandíbula e atrás da orelha. Ele pegou de leve a parte de baixo de um lóbulo da orelha entre os lábios e puxou um pouco, e depois começou a beijar o pescoço dela de novo enquanto passava suavemente as pontas dos dedos por toda a barriga dela. O que era aquilo? Por que ela estava sentindo isso? A Melissa não conseguia entender a situação. Mas não parecia disposta a resistir. Era tão gostoso, o Gerson oferecia um nível de cuidado e amor que ela não sentia há muito tempo. Os últimos meses tinham sido tão difíceis para ela. Era bom ser amada. Ela não tinha mais motivos para se preocupar, e sentiu uma vontade profunda por mais desse amor gentil, sentiu que talvez, há muito tempo, já queria isso. Ela lembrava vagamente do marido e das filhas. E continuou trocando beijos suaves, se abraçando. Talvez fosse isso que se devia fazer quando o amor era tão forte entre duas pessoas, independente de qualquer outra coisa. Enquanto pensava nisso, o Gerson deu um beijo no topo da cabeça dela e depois sentou ao lado dela. Fazer isso. Melissa virou-se para ele e, completamente transbordando, conseguiu extravasar seus sentimentos nascentes. ********************************** Finalmente consegui vê-lo de outra forma. E sem vergonha, falei: - Gerson Moncada!! Eu te odeio!!! 😤 Mas também sinto que; Eu te quero ❤️ Rosnei de raiva, o que você está dizendo, Melissa! Pensei, Mas sem pudor continuei Quando te conheci, você me encantou. Mas começou a ser um monstro. Hoje; Me sinto culpada por desejar o homem que bagunçou minha vida. Ele ficou surpreso, eu o abracei e coloquei meu rosto no colo dele para começar a chorar. Então acrescentei. - E também seu bebê te ama! 💓 - Vai ser menino, e está sofrendo por nossa causa 😭 Ele ficou sem entender nada, absolutamente nada... Então me levantei. Ele me disse para continuar dormindo, mas não respondi nada. Me sentia fervendo de desejo... Abri os braços e o convidei para me abraçar, ele o fez e quando ficou perto de mim. Comecei a beijar sua orelha, e depois desci para o pescoço dele. - Seu bebê e eu precisamos de você ❤️ Disse; Parei de chorar. Não sabia o que estava fazendo, mas senti uma ternura indescritível. Vi meu estuprador tão encantador. Que pensei - Meu Deus, estou ficando louca!!! Então; Lembrei das palavras da avó e aceitei que era o que tinha que fazer, acariciei seu peito e fiz com que ele se despisse aos poucos. Então uma sessão gostosa de beijos começou em seguida. Tomei a iniciativa e peguei sua bunda deliciosa entre minhas mãos enquanto ele acariciava minha barriga. Arranhei suas nádegas suavemente e o fiz cair na cama, o fiz ficar de quatro e então com meus dedos comecei a separar suas nádegas e lamber seu cu. 😱😱😱 Gerson reagiu surpreso Uma sensação elétrica percorreu todo o seu corpo. Seus pelos se arrepiaram completamente. Ela introduziu a língua o mais fundo possível nele.interracialEntão ele começou a soltar uns gemidos de prazer que eu nunca tinha ouvido num homem na minha vida. - kwoooooo rhhhgg -Arrrhhhhhgggg🤯 O ritmo dele foi aumentando, aos poucos enfiei minha cara, e com as mãos lutei pra separar ao máximo as nádegas dele pra ele encontrar o que tanto procurava. Gerson era um show de gemidos -arghhhhhh -continua assim, você tá me lambendo com tan..to a.morrr - kwo hhhh Suado e muito excitado O pau dele tava mais duro do que nunca! Parecia uma jiboia tentando entrar em mim. -Ahhhhrggg Ahhhrggg,Ahhhh🤪🤪 Ele não parava de soltar gemidos de prazer, de repente acariciei as bolas dele enquanto continuava perfurando o cu dele com a língua. Uma quantidade imensa de líquido seminal encharcou a borda da cama. Eu me sentia uma puta no cio, extremamente tesuda. Então, tirei a língua do cu dele e mordi com toda a força as nádegas dele. Ele gritou completamente extasiado e uma quantidade impressionante de porra começou a jorrar como uma torneira.💦💦💦 Ele grunhia desesperado enquanto o pau dolorido dele continuava bombeando. Eu, fora de mim, tava excitadíssima. Me tocava a buceta escorrendo, ele se levantou de novo, enquanto eu comecei a limpar com a boca os restos da gozada dele. Duro de novo, no calor da minha boca, ele desceu pros meus peitos. Com a cabeça quente dele, acariciou meus mamilos pontudos, emoldurei a ferramenta escura dele e comecei a masturbar o pau dele com meus peitos. Quando ele se sentiu forte o suficiente, desceu pro meu buraquinho vaginal e me levantou. De uma só enfiada, o pau dele engatado começou a dançar junto comigo. Eu comecei a festa de gemidos e suspiros mais linda do mundo. Me senti muito bem... -Ahhh!❤️❤️❤️ Siiiiiiiiii, continua….não para, sou toda sua ayyyyyyyyyyy continua enche-me de leiteeeeeeeeee -buceta linda -Assim, assim, gostosa. -Co..me a sua mu..lher, a mãe do seu fi..lho....⭐⭐⭐ -Mmmmm -si..m, si..m me faz sua!! 💕💕✨✨ - 💋💋💋 Eu beijava ele tão forte, os lábios dele, o pescoço dele, tava eufórica. Me senti uma atriz pornô, transando. Ele de quase 2 metros, todo gostoso, me segurando no colo, eu agarrada nele, e ele me penetrando sem parar. Eu gozei gostoso, senti o corpo todo tremer, e ele, sentindo minha buceta apertar, gozou de novo, jorrando tudo dentro de mim. Foi uma loucura, uma delícia, inesquecível. 1,80m de altura e eu roçando os 1,60m. A sensação de poder era imensa, eu voltava a sentir aquelas emoções indescritíveis que esse garanhão puro-sangue causava em mim. Sentir a rola dele sendo engolida pelo meu buraco me dava um tesão do caralho... E eu sabia que o cansaço tava longe de aparecer. Aí eu explodi em êxtase: — "Ah, Papai, sua rola é tão gostosa dentro de mim!… Ah, buceta, me fode mais forte, por favor!… Amo sua rola preta enorme!"… SIMM… METE ATÉ O FUNDO… SIMM!.. FAZ MINHA PRA SEMPRE… SIMM!... SOU SUA CADELAAA!… SIMM!.. OOOOOOAAAHHHRRGGGGG!, 💫 Gritava igual uma possessa... depois me aproximei do rosto dele e dei um beijo de língua... Gerson sacou minha vontade na hora, me acompanhou e a rola dele entrou até o talo. Nossas línguas estalavam de paixão e se enfiavam até o fundo das nossas bocas. A noite inteira passamos trepando como se o amanhã não existisse, gozadas enormes inundaram minha buceta. De manhã, terminamos exaustos depois de uma batalha tão explosiva. Ao acordar nos braços do Gerson, só me deixei levar pelo coração... Chorando pra caralho, entendi que nada é por acaso nessa vida. Ele enxugando minhas lágrimas com as mãos. Começou a me beijar de novo... De tarde, levantamos famintos e sedentos, assim que pus o pé no chão, ele foi buscar comida. Mas não precisou, a vó, prevendo isso, já tinha um monte de comida pronta pra gente: sopa de caracol, frango frito, tajadas com bife, caldo de tikini, peixe, pão de coco, água e refrigerante. Comemos igual mendigos, quantidades absurdas. Mas eu devorava igual uma pantera, como se não comesse há dias. A vó ria e me avisou que de agora em diante meu apetite ia crescer pra caramba. — Vai ficar com uma barrigona, mulher, já vai ver!! Kkkk!!! Gerson deu uma gargalhada, enquanto acariciava e acariciava minha barriga grávida. Já inchada, mas era por causa do banquete que eu tinha acabado de comer. Comecei a me sentir muito bem, e lágrimas de felicidade escorreram. escorriam por todo o meu rosto. Antes de ir, agradeci à avó e perguntei como poderia pagar. A velha me olhou séria e disse: — seja feliz, você é uma grande mulher... Depois me avisou: — outra coisa, você e seu homem já estão amarrados. — vocês vão sentir um desejo imenso, vão estar trepando todo dia, e como consequência, vão ter um apetite voraz. — então se prepare 🥒💦 Kkkkk Ela falou tão simples que achei que era brincadeira. Um tempo depois, estávamos nos despedindo da avó a caminho de casa, prontos pra encontrar uma solução pros nossos problemas.

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