Tinha passado só duas semanas desde que conheci a Lana, e não conseguia tirar ela da cabeça, por vários motivos: o olhar profundo daqueles lindos olhos castanhos, o corpo escultural, o jeito de falar comigo, de me tocar, os sorrisos safados... ela me deixou completamente enfeitiçado.
Depois de trocarmos várias mensagens que ajudaram a nos conhecer melhor, preparei um novo encontro. Devido ao envolvimento dela e ao tratamento amigável e próximo, decidi contratar os serviços dela por mais tempo, combinamos de passar a tarde toda juntos.
Pedi que ela me recebesse usando seu uniforme velho de vôlei, já que ela ainda o guardava. Só a imagem na minha mente de imaginar como aquele uniforme cairia nela já me deixava à beira de um infarto. Só de pensar naquela bunda num shortinho de lycra era o suficiente para minhas partes ficarem duras a ponto de qualquer calça que eu vestisse doer pra caralho. Além disso, não queria me masturbar, queria me guardar todo pra ela.
O dia chegou e fui até o apartamento dela, não sem antes comprar uma rosa. Escondi a rosa nas costas e bati na porta... e lá estava ela. Linda, extremamente gostosa. Acho que nunca vou esquecer aquela visão. Ela estava usando um tênis branco, um suéter vermelho no tamanho dela que mal conseguia conter os peitos operados lá dentro, e um shortinho de lycra azul claro que abraçava a figura esplêndida dela. Os mamilos dela marcavam forte no suéter, e o short deixava bem visível a buceta e a rachinha dela.
Fiquei paralisado, hipnotizado. Aquela era a maior definição de perfeição, e o volume na minha calça confirmava minhas palavras. Ao ver que eu não entrava, ela me pegou pela camisa e me puxou para dentro do apartamento. Nossos corpos se encontraram, meu volume roçava na rachinha dela, os mamilos dela se cravavam no meu peito, e os lábios dela buscaram os meus como boas-vindas.
Sem conseguir articular uma palavra, entreguei a rosa. Ela sorriu, emocionada.
— Muito obrigada! — disse ela, me beijando de novo. — Me espera um segundo, não demoro.
Ela apareceu poucos segundos depois com outra rosa para mim. Isso me desarmou por completo. Uma garota de programa gastar o próprio dinheiro comigo é um gesto que nunca vou esquecer.
— Quando comprei a rosa hoje de manhã, não fazia ideia de que você traria outra. Nesse mundo, não é fácil encontrar... Pessoas detalhistas como você", ela disse. "Eu também não imaginava que você compraria outra, esse gesto me emocionou", confessei. "Desde que você foi embora no outro dia, tive a impressão de que você não é como os outros clientes, você é especial", ela disse me abraçando. "Por que você diz isso?", perguntei curioso. "Por aqui passam muitos clientes, alguns fixos há anos. Mas é a primeira vez que alguém demonstrou interesse no meu prazer. Foi muito bom com você e isso nunca tinha acontecido com um cliente." "Não sei o que dizer", admiti. "Não acho que fiz nada excepcional ou extraordinário." "Seu jeito de me beijar, me acariciar, buscar meus orgasmos... você foi um anjo. Eu não venho de um bom momento e precisava de um cliente como você." "Então aqui estou eu", respondi. "Quero te propor um acordo sob certas condições", ela disse. "Fala aí." "Da outra vez fizemos sem camisinha e isso é algo que no meu trabalho não posso me permitir. No entanto, estou disposta a abrir uma exceção com você. Sei que não posso exigir nada, mas se você me prometer que sou sua única companhia sexual, continuaremos fazendo sem camisinha, se quiser..." "Lana, eu jamais te obrigaria a fazer algo que você não queira ou não possa." Ela me abraçou e agradeceu. Perguntou se eu queria beber algo e saiu com alguns refrigerantes, serviu no balcão do bar e me sentei num banco. Ela veio para o meu lado, nossos lábios se encontraram de novo com nossas línguas. Minhas mãos foram para a bunda dela num instinto difícil de controlar. Num pulo, ela sentou no balcão com as pernas cruzadas à minha esquerda. Que vontade de devorar ela. Meu instinto me levou a acariciar as coxas dela e levar meu rosto até a virilha dela, o cheiro de buceta me bloqueou os sentidos e comecei a passar minha língua pelo sexo dela por cima da lycra. Ela levantou a bunda para tirar a peça, mas eu impedi. "Quero te comer com ela vestida, quero que você ensope ela do seu néctar. Quero te beber inteira." "Se você me comer assim, não vou demorar pra gozar. ahhhhhhh —Isso não é problema, goza quantas vezes quiser, quero te beber inteira. —Aaaaaahhhhhhh e você?, E você? uuuuuuuhhhhhhhhh —Depois eu sou todo seu, mas agora quero que você me dê de beber, inunda minha boca com seus fluidos.
Minhas mãos exploraram a anatomia dela por cima da roupa até chegar nos peitos dela, estimulei os bicos com meus dedos e depois apertei eles de leve.
— Aaaaaahhhhhh não, meus peitos não, que eu vou gozaaaaaaar.
— Aproveita, gostosa, me dá todo o teu néctar.
— Uuuuuffffffff oooohhhh siiiiiim, tô gozandooooooo, não paaaaaara.
Junto com esses gemidos, as mãos dela apertavam minha cabeça contra a buceta dela, as costas totalmente arqueadas e os quadris tremendo, fruto do prazer que percorria o corpo dela.
— Onde você aprendeu a comer uma mulher assim?
— Você me ensinou outro dia. — respondi.
— Mas se eu não te falei nada sobre como fazer.
— Não precisa, seu corpo também fala. É só questão de observar sua resposta aos meus atos e assim aprender o que você gosta.
— Você é uma maravilha, deixa eu limpar isso. — ela disse.
— Depois a gente limpa se quiser, agora tem coisas mais urgentes.
Levantei ela do balcão pelo rabo e ela me abraçou com pernas e braços, assim sentiu minha dureza no pau.
— Uuufffff, como ele tá duro. — ela disse enquanto mordia minha orelha.
— Você me deixou muito excitado, nunca me senti assim antes.
Levei ela no colo até o quarto, onde ela ficou de quatro e se aproximou de mim feito uma putinha, enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça.
— Então vamos ter que fazer alguma coisa com esse negócio tão duro. — disse enquanto mordia meu pau por cima da calça.
— Com certeza você vai saber o que fazer com ele. — respondi com a voz trêmula.
— Quero comer ele, chupar ele, mamar até você me dar teu prêmio.
Habilmente, ela abriu o zíper da minha calça e baixou minha cueca, meu pau apareceu por inteiro. Só a sensação de libertar ele daquela pressão já foi gostosa. Os beijos, roçadas com os lábios e lambidas levaram a um boquete profundo e bem babado. Cada vez minha cabeça chegava num ponto mais fundo da boca dela, a língua dela dava um tratamento no meu bico que tava me deixando louco.
— Não vou aguentar muito mais se você não diminuir o ritmo.
— Não vou parar até que você goze, igual você fez comigo. — Respondeu, voltando a chupá-lo enquanto me olhava nos olhos. — Não quero gozar tão cedo, Lana. Nós homens somos mais limitados. — Hoje você vai quebrar esse limite, vou fazer o que for preciso, mas hoje você vai passar a melhor tarde da sua vida, céu. Eu prometo. — Disse ela enquanto beijava minha ponta com um beijo quente e molhado. — Aaaaaahhhhh, se é o que você quer, vai ter.
Ela enfiou o pau de novo na boca, e eu segurei a cabeça dela com minhas mãos enquanto fodía a boca dela. Meu orgasmo não demorou, soltando uns 5 ou 6 jatos de porra que ela manteve na boca enquanto me deliciava com a língua num longo minuto de ouro. Minhas forças falharam, e eu desabei na cama, quase sem fôlego. Lana engoliu minha porra e na sequência me abraçou para me beijar ternamente nos lábios.
— Acho que ninguém chupa igual você. — foi só o que consegui dizer.
— Adoro o gosto da sua porra. Se quiser, na próxima rodada a gente pode dividir. — Disse ela com o sorrisinho safado de sempre.
— Ah, mas isso se faz? — perguntei com uma mistura de nojo e curiosidade.
— Sim, chama beijo branco, mas nunca fiz ainda. É você gozar na minha boca e a gente se beijar brincando com sua porra.
As mãos dela acariciavam meu peito enquanto contava experiências passadas. Devo admitir que passou pela minha cabeça nunca mais vê-la, porque achava que não seria bom criar tanta intimidade com ela, sendo o que ela era. Mas ela tinha uma personalidade magnética que me atraía irresistivelmente. Isso, somado ao fato de que, exceto pela profissão, eu não via defeito nenhum nela, fez essa ideia sumir da minha cabeça. Comecei a despí-la, já que ela ainda estava com o uniforme de vôlei. Tirei a camiseta dela e amassei os peitos dela, até levá-los à boca, dando pequenas mordidas nos bicos.
— Como é possível que você saiba o que eu gosto??? Você só me conhece de uma tarde.
— Só fico observando você. — respondi. — Seu corpo fala por você.
— Me explica. — Estou implorando. — Na primeira vez que arranquei um suspiro de você foi no chuveiro na outra tarde, quando ensaboei seus peitos. Além disso, enquanto você me punhetava com sua bunda, eu apertei um dos seus mamilos, aí você gemeu mais forte, seus quadris e sua bunda apertaram mais meu pau, desejando ser penetrada, e minha outra mão sentiu sua buceta se contraindo. Entendi que você gosta que amassem seus peitos e até maltratem um pouco seus mamilos. — Porra, que observador!!! Nunca pensei que um homem reparasse tanto!!!! — Não tem mérito algum. Quem não repararia diante de tanta beleza? — falei. — Nunca antes me trataram assim. Obrigada por ser desse jeito comigo!!!! — Talvez eu deva te agradecer por ter me tratado tão bem na outra tarde. — Você foi um amor, céu.
Ela foi me despindo aos poucos. Quando tirou minha camisa, viu os arranhões nas minhas costas e levou as mãos ao rosto, envergonhada.
— Desculpa, fui eu que te fiz isso?? Me perdoa — Não se desculpe, foi maravilhoso te fazer perder o controle, essas coisas às vezes acontecem… — Sim, mas… e sua mulher ou sua namorada ou o que você tiver lá fora? Poderia ter te causado problemas e eu não quero isso. — Não tenho ninguém lá fora para dar satisfações, se acalma. — falei, beijando seus lábios com o beijo mais terno e delicado que consegui dar. — Por que você é assim comigo?… — ela perguntou. — Não sei, mas não sei ser de outro jeito.
Deitei ela e continuei beijando. A pele do pescoço dela tremia por onde eu passava. Notei que a respiração dela ficava mais acelerada e superficial, eu estava excitando ela de novo e isso me excitava também. Levei as mãos dela para cima da cabeça e prendi com uma só, enquanto a outra desceu até o shortinho dela para masturbá-la.
— Eu queria te foder com o short vestido, me deixa muito tesudo. Posso rasgar ele? — Preferia que não, guardo o uniforme com carinho, me lembra uma fase bonita da minha vida.
Fiquei em silêncio por alguns segundos, imóvel. Levantei de cima dela e, depois de beijá-la, tirei delicadamente o shortinho dela. Empapados, acariciando a bunda dela e as coxas dela, depois peguei aquela peça de roupa e levei ao meu rosto, inspirando fundo aquele cheiro de mulher que me acendia.
—Valeu por não rasgar, vou te recompensar!!!!!
Voltei a me deitar sobre ela, beijei os lábios dela, o pescoço dela e comecei um caminho até os peitos dela, chegando na barriga firme dela e na buceta dela. Queria comer ela de novo, a gozada anterior dela deixou um gosto muito gostoso que saboreei com paixão. Cada vez que minha língua roçava o clitóris dela, o corpo dela tremia, arqueando as costas, minhas mãos voltaram a excitar os peitos dela e apertei de leve os bicos dela, os quadris dela subiam e desciam marcando o ritmo pra eu seguir, as mãos dela apertavam minha cabeça me fazendo saber a profundidade da minha língua na caverna quente e molhada dela.
—Buuffffff ahhhhhh você vai me fazer gozar de novo, aaaaaahhhhhhh
Não respondi, continuei naquela delícia me adaptando ao que ela pedia. De repente, as pernas dela prenderam minha cabeça com força, as mãos dela se enroscaram no meu cabelo me puxando mais pra dentro da buceta dela e as costas dela se contorceram, avisando que vinha uma onda de gozo que eu mal consegui engolir.
—Tô gozandooooo, Meu Deeeeeus aaaaaaahhhhhhh não paraaaaaa.
Continuei naquele ritmo por mais uns segundos até que a pressão das mãos e pernas dela sumiu.
—Você vai me matar de tanto prazer, quero maaaaais
Essas palavras bastaram pra, sem dizer nada, enfiar meu pau nela de uma vez, enquanto tentava abafar os gemidos dela com meus lábios.
—Ohhhhhh siiiim quero ele dentro, me dá mais, me dá mais.
Tentei dar ritmo nas minhas enfiadas, a temperatura dentro da buceta dela era altíssima, meu pau queimava lá dentro. Em algum momento ela resolveu tomar a iniciativa. A gente se virou na cama e ela começou a me montar, primeiro com movimentos de quadril enquanto continuava me beijando, depois se levantou e começou a cavalgar como uma amazona, as penetrações cada vez mais fundas, ela arqueava as costas olhando pro teto enquanto procurava minhas mãos pra levar até os peitos dela. peitos que amassei com dedicação. Levei um dedo à boca e enfiei no cu dela até chegar no ânus, ela mordia o lábio inferior enquanto gemia.
— Mete o dedinho, eu gosto do dedinho no meu cu.
— Não vou durar muito se você continuar montando em mim assim. ahhhhhh
— Uuuuuffffff teu pau é tão gostoso, não vou diminuir o ritmo, tô quase gozando, aaaaahhhhhh
— Não aguento mais, vou gozar. — Anunciei.
— Deixa eu tirar.
— Assim, amor, assim, me fodeeeee ahhhhhh, goza dentro, quero dentro ahhhhhh
Gozei pra caralho, senti que enchi a buceta dela de porra, ela chegou ao orgasmo e caiu no meu peito. Depois de descansar um pouco sem tirar o pau da buceta dela, lembrei do beijo branco. Viramos de lado, tirei o pau da buceta dela cheia de porra e falei:
— Quer um lanchinho?
Enfiei a cara entre as pernas dela, juntei na boca toda a porra que consegui, e subi pra oferecer nos lábios dela.
— Huuuuummmm siiiiiiii que gostoso, me dá tudo.
Nos beijamos e depois de brincar com meu esperma na boca, ela engoliu toda minha porrada.
— Delicioso, adoro sua porra, tem um gosto bom.
— Nunca tinha provado, mas não achei desagradável. — Confirmei.
— É sublime, adorei gozar com teu dedo no meu cu.
— Pensei que você não gostasse de sexo anal.
— Não pratico com ninguém, nunca experimentei. Prefiro não oferecer, tem muito selvagem por aí. Podem te machucar feio se não preparar direito. É melhor tentar com alguém de confiança.
— Sabe de uma coisa? — Confessei.
— Tô há duas semanas sem bater uma esperando te ver, mas umas duas vezes acordei de noite com a cama molhada. E sempre acontece sonhando com teu cu.
— Tanto assim você gosta do meu cu? não exagera.
— Não tô exagerando, olha…
Lana baixou o olhar e viu meu pau duro de novo.
— E isso só de imaginar teu cu. — Falei.
— Uuuauuuuu, que beleza, que duro que tá. Vamos ter que aproveitar. — Ela disse.
Começou a massagear meu pau e a beijar ele até levar à boca, iniciando um boquete. Magnífica, comi o cu perfeito dela e acomodei minha cabeça entre as pernas dela. A buceta dela ainda escorria da gozada anterior, um 69 vicioso como nunca imaginei. A Lana começou a brincar com meu cu e enfiou um dedo, o prazer era máximo, sem dúvida ela sabia o que tava fazendo. Enquanto isso, eu chupava o clitóris dela e sugava ele enquanto enfiava dois dedos dentro da boceta dela.
— Você manda bem, mas deixa eu te dar um conselho.
— Claro, fala!!!!!
— Enfia os dedos com a ponta virada pra parte de cima da minha buceta.
— Assim?
— Ohhhhhh sim, sente uma parede áspera? Ahhhhhhh
— Sinto
— Uuuuffffff é isso, é isso. Esse é o famoso ponto G. Continua aaaaaahhhhhhh continua esfregando a ponta dos dedos nessa parede.
Ela não mentia, as pernas dela tremiam, a voz dela quebrava com os gemidos e ela apoiou a cabeça nas minhas pernas porque não aguentava mais se segurar nos braços. Eu continuei na minha função com os gemidos doces dela como música de fundo. Aproximei minha pica da boca dela e ela continuou com o boquete mais sublime, a saliva escapava pelo canto dos lábios, a gente já tava dando sinais claros de cansaço, mas nunca deixei um trabalho pela metade e não ia ser esse o primeiro, pensei. Continuei penetrando ela com os dedos do jeito que ela mandou enquanto torturava o clitóris inchado dela com minha língua e sugando ele com meus lábios. Molhei os dedos da outra mão com os fluidos da minha Afrodite particular e comecei a brincar com o cu dela, procurando a entrada do ânus, dessa vez enfiei um dedo, e depois o outro. Quando sentiu, a Lana exclamou:
— Ahhhhhhhh não, outro dedo não, você vai me destruir uuuuuuhhhhhhh.
— Tá doendo? — perguntei enquanto parava a investida.
— Nãaaaaao ahhhhhhhhhh, você vai me destruir de prazer. Aaaahhhhhhh nunca senti essa sensação antes ahhhhhhhh, não para por favor, continuaaaaaa continuaaaaaa — ela conseguiu dizer enquanto eu enfiava de novo minha pica na boca dela.
— Tá bom. — Beijei a parte de dentro das coxas dela, molhadas graças à fonte de néctar em que a boceta dela tinha se transformado, e voltei pra minha função.
Ela Enfiou outro dedo no meu cu, nunca tinha experimentado nada na minha saída traseira, tudo era novo pra mim, mas não doía, então deixei ela continuar. Logo ela anunciou o orgasmo dela entre soluços.
—Vou gozar, aaaahhhhhh, tô gozando, tô gozando, aaaahhhhhhh
—Eu também tô gozando, Lana, aaaaaaahhhhhhh, porra, tô gozando na sua bocaaa.
O anúncio do orgasmo dela só acelerou o meu, e é que poucas coisas me excitam mais do que ver que consigo fazer uma mulher como ela tremer, os fluidos dela inundaram minha boca e meu rosto quase ao mesmo tempo em que eu descarregava meu esperma na boca dela, nós dois bebemos e aproveitamos o prêmio conquistado. Lana se virou até ficarmos deitados exaustos, de barriga pra cima, um do lado do outro. A mão dela procurou a minha e ficamos deitados por um tempo de mãos dadas. Virei a cabeça pra ver como ela recuperava o fôlego, e ela se virou pra me olhar. Uma força brutal me empurrou pra beijá-la, gesto que ela correspondeu com doçura. Lambi a bochecha dela ao ver que tinha umas gotas do meu esperma, ela lambeu meu rosto porque eu estava encharcado com o néctar dela, quase sem pensar nos beijamos de novo pra nos desgastar, que beijos mais gostosos. Ficamos estirados na cama, nos acariciando.
—Poxa, me sinto sortuda, se espalhar o boato de como você fode, vão te disputar.
—Sou um cara estranho, não tô interessado nisso agora. —Respondi.
—Você não me parece nada estranho, me trata com carinho e sabe satisfazer uma mulher. Qualquer garota ia adorar você. —Disse Lana acariciando meu cabelo.
—Minha vida é confortável agora, vivo como quero, posso me dar certos luxos como ter você nos meus braços e não ter que dar satisfação pra ninguém.
Acho que minha resposta deve ter desconcertado ela, porque ela não perguntou mais nada. Talvez eu esteja errado e fosse só "discrição" daquelas que as mulheres da profissão dela costumam ter.
—Me desculpa, mas preciso ir ao banheiro. —Disse Lana.
Fiquei olhando pro teto, alucinando com a sorte que tive de encontrar aquele tesouro dentro desse mundinho, Lana. Desde o começo, ela me pareceu uma garota simples, sincera, madura pra idade dela e extremamente sexual. Seria o sonho de qualquer homem com um mínimo de cérebro. Não é só absolutamente de tirar o fôlego fisicamente, mas tem a habilidade de te seduzir, e ainda por cima de um jeito inteligente, algo que só um corpo bonito não consegue fazer, e era essa faceta que me deixava obcecado.
Fui até o banheiro onde ela estava, mas encontrei ela no caminho pro quarto.
— Quer tomar um banho com companhia? — sugeri.
— Se a companhia for a sua, aceito de bom grado. — respondeu me dando um beijo na boca.
Entramos na banheira, a Lana cuidou das torneiras, ajustando a temperatura ideal.
— Não te perguntei outro dia, como você gosta da água?
— Não tenho frescura, geralmente tomo banho com água fria.
— Sério? — ela disse com cara de incredulidade. — Eu não conseguiria…
— Claro que conseguiria, você já é quente o suficiente. — sorri pra ela.
— Idiota. — ela disse me beijando. — Se quer água fria, aqui está — enquanto me molhava com o chuveiro.
Impassível, deixei ela me molhar à vontade até que arranquei o chuveiro dela e molhei ela também.
— Aaahhhhhhh que fria! — disse tirando o chuveiro de mim e jogando no chão. — Que frio…
Puxei ela pro meu peito e abracei, beijando a testa dela e descendo pros lábios, enquanto minhas mãos deslizavam pelas costas dela até parar na bunda dura.
— Melhor assim? — falei.
— Muito melhor. — disse me beijando de novo.
Ela se virou pra pegar o chuveiro e esquentar a água, e a bunda dela ficou paradinha a centímetros do meu pau. Dessa vez, sem a timidez da primeira vez, me aventurei a acariciar a bunda dela, minhas carícias profundas incluíam passar o dedo indicador pela rachinha dela.
— Como você gosta de acariciar ela. — disse enquanto se levantava.
— Acho que nunca mais vou ver uma bunda assim na minha vida. — falei.
— Vem, me ensaboa. — pediu.
Como negar? Passei gel nas mãos e acariciei o corpo todo dela, os ombros e braços, o tronco, os peitos, a buceta dela. Ela deixou o corpo descansar. sobre meu torso e minha pica ressurgiu diante das carícias da bunda dela. Minha respiração acelerou e por pouco não gozei. Depois de algumas roçadas e um gemido suave dela, ela se virou, ficando de frente pra mim. A boca dela buscou meus lábios, as mãos dela esfregaram minhas costas e os quadris dela grudaram no meu pau.
— Você não tem limites, Lana. — falei.
— Você ficou louco com minhas carícias, é justo te recompensar. — disse ela, piscando um olho.
— Se você não parar, vou gozar de novo. — avisei, afastando suavemente a mão dela da minha pica.
— Desde quando isso é problema? — disse ela, se virando enquanto apertava minha pica contra a bunda dela. — Achei que você curtia isso tanto quanto eu.
Não soube o que responder, minha cabeça olhava pro teto, que era a única vista que não me excitava. Por outro lado, meus braços a abraçavam contra mim. Coração contra razão. Ela inclinou a cabeça no meu ombro e eu a beijei de novo, parecia impossível resistir a beijar aqueles lábios.
— Se eu te pedisse agora pra parar e ir embora, você iria?
Automaticamente, minhas mãos pararam de abraçá-la, me afastei dela. Meu sangue gelou e falei com a voz trêmula:
— Fiz algo errado? Errei em alguma coisa?
— Não, não!!!!! — disse ela. — Nada disso, só responde. Você seria capaz de parar, por mais excitado que estivesse?
— Quero acreditar que sim, mas nunca passei por essa situação. Acho que se me deixasse tomar um banho frio, eu conseguiria ir embora agora mesmo, olha como eu tô.
— Não quero que você vá, só estava perguntando. Vem, me abraça como antes. — disse ela.
Voltei a me aproximar e a abracei, cheguei mais perto até colar o corpo dela no meu e beijei o pescoço dela.
— Por que você perguntou isso? — falei. — Fiz algo errado?
— Não, não, você é um anjo. Sério, esquece.
— Lana, por favor, se fiz algo errado quero saber, não quero te machucar nem fazer algo que você não queira.
— É que…
— Fala, amor.
— Eu estava ficando muito excitada…
— Eu também tô.
— Já tô percebendo. — disse ela, rebolando a bunda na minha pica. — …e então… por que essa pergunta? — Eu falei.
— Bom, vendo como você me trata e como você é atencioso e carinhoso comigo, pensei que talvez a gente pudesse... que talvez você quisesse...
— O quê...
— Eu falei.
Ela ficou em silêncio, e aquilo me torturava por dentro. Continuei abraçando ela, acariciando, sentindo a respiração dela. Respeitei o silêncio por um momento, até que não aguentei mais. Virei ela e olhei nos olhos dela.
— Fala alguma coisa, por favor.
Ela beijou meus lábios e passou a mão no meu pau duro.
— Você gostaria de experimentar minha bunda? — disse ela, com o olhar baixo.
— Já experimentei da outra vez, lembra? Adorei.
— Quero dizer se você quer tentar me foder no cu. — Lana sentenciou.
— Não sei o que dizer, nunca fiz isso, não quero me machucar.
— É exatamente isso que eu preciso. — Ela disse. — Preciso de alguém sensível, que tenha empatia por mim, preciso de alguém que entenda minha dor e pare se eu precisar, preciso saber se eu gosto de sexo anal. Eu curto muito com os dedos, mas nunca fui além. Hoje eu gozei como nunca quando você enfiou os dedos em mim, e quero saber se eu gosto de sexo anal.
— E você acha que eu sou o cara certo? Não faço a menor ideia do que fazer.
— Acho que sim, se deixa guiar.
— Não sei o que te dizer, Lana.
— Você disse que minha bunda te excitava, estou te oferecendo, você decide.
Saímos do chuveiro e fomos pro quarto, e ela preparou um pote de lubrificante na mesinha de cabeceira.
— Bom, e o que eu faço?
— Perguntei, perplexo com o convite dela.
— Ora, podia começar comendo igual fez na outra tarde — sugeriu.
Comecei a comer a bunda dela, beijei as nádegas e minha língua começou a forçar o esfíncter. Ele cedeu um pouco, mas não muito. Continuei lambendo enquanto ela se contorcia de prazer.
— Aaaaaaaaaaaa, alterna sua língua com seus deeeeeeeedos igual da outra vezzzzzzzzz.
Umedeci os dedos com saliva e enfiei um, movendo devagar lá dentro. Tirei e tentei de novo com a língua, agora conseguia entrar um pouco mais. Molhei o buraquinho dela pra enfiar outro dedo, e fui alternando assim.
— Uuuuuuuffffff, cê tá mandando muito bem. Enfia mais um dedo, pooooooorra.
Obedeci na hora e forcei o esfíncter dela até caber meu outro dedo. Custava a mexer eles lá dentro, tava muito apertado.
— Aaaaaaahhhhh — ela exclamou ao sentir a segunda falange dentro. — Continua assim, não para.
Continuei brincando com eles até ver que meus dois dedos já entravam fácil. A situação tava me deixando muito excitado. De repente, ela virou e começou a me chupar a pica. Logo minha pica tava toda dura na boca dela. Passou lubrificante na minha pica e me deu o tubo.
— Passa lubrificante no meu cu, melhor sobrar do que faltar.
Passei lubrificante nos meus dedos e enfiei no cu dela. Ver ela agarrando o lençol com os punhos me deu uma ideia de como tava indo. Minha excitação subia a cada segundo, ansioso pra tentar penetrar aquela obra de arte.
— Tenta me penetrar devagar — finalmente, as palavras mágicas.
Me aproximei daquele destino lindo e, depois de beijar a bunda dela, apoiei a ponta no ânus. Apliquei pressão bem de leve e minha cabeça se espremeu contra a entrada sem penetrar ainda. Ela gemia de prazer, pra mim também era muito gostosa aquela sensação. Continuei empurrando o mais suave que conseguia e, no fim, a cabeça entrou, acompanhada de um grito da Lana. Fiquei imóvel, esperando a aprovação dela. Ela não dizia nada, só respirava. fundo.
—Te machuquei? Tiro ela? —Perguntei ao ver que ela não dizia nada.
—Não, não tira, deixa eu me acostumar, você tem ela grossa e dura e dói um pouco.
—Lana, você não precisa passar por isso se não quiser.
—Mas eu quero, me dá um momento. —Suplicou.
Pouco tempo depois, notei que ela se jogava pra trás pra enfiar mais pau no cu dela, eu fiquei imóvel, mas extremamente excitado. A bunda virgem dela tava me dando um prazer que eu nunca tinha sentido, alguns dizem que foder pelo cu é igual quando você come uma virgem. Não posso confirmar, mas a pressão dela, a textura interna, eram incrivelmente gostosas pra mim. Lana continuava incansável, se empalando no meu pau pelo cu, quase entrando por completo. Os gemidos de dor dela, aos poucos, foram virando gemidos de prazer.
—Vai, gato, me dá esse pau. —Ela disse.
Comecei a penetrar ela devagar e parecia que ela tava gostando, isso me deu confiança e fui metendo um pouco mais forte, sabendo que podia machucar, controlando a força das minhas estocadas, mas aumentando elas aos poucos.
—Uuuuufff assim, que delíciaaaaaa, acho que vou gozar. —Amor, deita na cama e deixa eu ficar por cima de você. —pedi.
Ela se deitou na cama com meu pau dentro dela, e eu fiquei por cima das costas dela, comecei a meter nessa posição, que gostoso, tava comendo a melhor bunda da minha vida e ela tava adorando. Ela levantou a bacia pra se tocar no clitóris e isso deixou a penetração ainda mais gostosa pra mim. Precisou de pouco estímulo pra anunciar que ia gozar. E eu também não tava longe.
—Aaaah, vou gozar, ahhhhhh, meu cu, que delícia, ahhhhhhh
—Eu também vou gozar, que bunda você tem, amor, ahhhhhh
—Goza dentro, não tira agoraaaaaaaaaaa
De novo, o anúncio dela apressou meu orgasmo, senti a cama molhando com os fluidos vaginais dela enquanto meu gozo estreava o cu dela num orgasmo que me fez cair exausto em cima dela.
—Caralho, foi uma foda do caralho. —Disse Lana enquanto recuperava o fôlego.
—Eu amo sua bunda, e te amo também. ti, obrigado por essa experiência. Saí de cima da Lana ainda recuperando o fôlego, ela aproximou os lábios dos meus e disse. —Obrigada a você pela sua delicadeza, não poderia ter escolhido estreia melhor. —Um banho. —Sugeri. Ia ter que ir embora (cheguei às 5 e já eram quase 10 da noite). Tomamos banho juntos sem provocações no meio, quando eu estava me enxaguando, a Lana me abraçou e depois de me beijar disse. —Fica comigo esta noite. —Ela pediu. —Não vou te cobrar, mas não quero passar a noite sozinha podendo estar com você. Essa menina fazia meu mundo balançar, pedimos uma pizza e uma garrafa de vinho, ela pagou, não deixou que eu pagasse, mesmo eu insistindo. Vimos juntos no sofá uns dois episódios da série favorita dela. Sinceramente, não sei dizer do que era a série, porque ficamos quase duas horas nos comendo de boca. Nos abraçamos no sofá, ela em cima de mim, e assim dormimos. Na manhã seguinte, acordei, levei ela no colo para a cama e a cobri. Limpei a barra do bar dos fluidos daquele anjo que dormia no quarto e fui para a cozinha preparar algo para o café da manhã, levei para o quarto onde ela, já acordada, me esperava. —Bom dia, céu. —Ela disse me beijando nos lábios. —Bom dia, tesouro. —Respondi. —Você está linda com essa cara de sono. Terminamos o café da manhã e me despedi, ela me acompanhou até a saída. Quando eu estava saindo, ela me encostou na parede, me beijou e eu amassei aquela bunda, objeto dos meus sonhos. E foi aí que descobri que essa história só tinha começado. —Já vai? —Sim. —Ninguém sai dessa casa com os ovos cheios, que tipo de profissional você acha que eu sou? —Lana, sério, não precisa... aaaaaahahhhhhhh Na velocidade de um raio, ela abaixou minha braguilha e enfiou meu pau na boca, me chupou agressivamente com muita vontade e me fez gozar num suspiro. Acabei gozando de novo na boca dela, depois de me limpar bem, nos despedimos. Saí do apartamento dela com a certeza que rápido a gente ia se ver de novo. Vazio de adrenalina, mas cheio de algo que o dinheiro não pode comprar...

Depois de trocarmos várias mensagens que ajudaram a nos conhecer melhor, preparei um novo encontro. Devido ao envolvimento dela e ao tratamento amigável e próximo, decidi contratar os serviços dela por mais tempo, combinamos de passar a tarde toda juntos.Pedi que ela me recebesse usando seu uniforme velho de vôlei, já que ela ainda o guardava. Só a imagem na minha mente de imaginar como aquele uniforme cairia nela já me deixava à beira de um infarto. Só de pensar naquela bunda num shortinho de lycra era o suficiente para minhas partes ficarem duras a ponto de qualquer calça que eu vestisse doer pra caralho. Além disso, não queria me masturbar, queria me guardar todo pra ela.
O dia chegou e fui até o apartamento dela, não sem antes comprar uma rosa. Escondi a rosa nas costas e bati na porta... e lá estava ela. Linda, extremamente gostosa. Acho que nunca vou esquecer aquela visão. Ela estava usando um tênis branco, um suéter vermelho no tamanho dela que mal conseguia conter os peitos operados lá dentro, e um shortinho de lycra azul claro que abraçava a figura esplêndida dela. Os mamilos dela marcavam forte no suéter, e o short deixava bem visível a buceta e a rachinha dela.
Fiquei paralisado, hipnotizado. Aquela era a maior definição de perfeição, e o volume na minha calça confirmava minhas palavras. Ao ver que eu não entrava, ela me pegou pela camisa e me puxou para dentro do apartamento. Nossos corpos se encontraram, meu volume roçava na rachinha dela, os mamilos dela se cravavam no meu peito, e os lábios dela buscaram os meus como boas-vindas.
Sem conseguir articular uma palavra, entreguei a rosa. Ela sorriu, emocionada.
— Muito obrigada! — disse ela, me beijando de novo. — Me espera um segundo, não demoro.
Ela apareceu poucos segundos depois com outra rosa para mim. Isso me desarmou por completo. Uma garota de programa gastar o próprio dinheiro comigo é um gesto que nunca vou esquecer.
— Quando comprei a rosa hoje de manhã, não fazia ideia de que você traria outra. Nesse mundo, não é fácil encontrar... Pessoas detalhistas como você", ela disse. "Eu também não imaginava que você compraria outra, esse gesto me emocionou", confessei. "Desde que você foi embora no outro dia, tive a impressão de que você não é como os outros clientes, você é especial", ela disse me abraçando. "Por que você diz isso?", perguntei curioso. "Por aqui passam muitos clientes, alguns fixos há anos. Mas é a primeira vez que alguém demonstrou interesse no meu prazer. Foi muito bom com você e isso nunca tinha acontecido com um cliente." "Não sei o que dizer", admiti. "Não acho que fiz nada excepcional ou extraordinário." "Seu jeito de me beijar, me acariciar, buscar meus orgasmos... você foi um anjo. Eu não venho de um bom momento e precisava de um cliente como você." "Então aqui estou eu", respondi. "Quero te propor um acordo sob certas condições", ela disse. "Fala aí." "Da outra vez fizemos sem camisinha e isso é algo que no meu trabalho não posso me permitir. No entanto, estou disposta a abrir uma exceção com você. Sei que não posso exigir nada, mas se você me prometer que sou sua única companhia sexual, continuaremos fazendo sem camisinha, se quiser..." "Lana, eu jamais te obrigaria a fazer algo que você não queira ou não possa." Ela me abraçou e agradeceu. Perguntou se eu queria beber algo e saiu com alguns refrigerantes, serviu no balcão do bar e me sentei num banco. Ela veio para o meu lado, nossos lábios se encontraram de novo com nossas línguas. Minhas mãos foram para a bunda dela num instinto difícil de controlar. Num pulo, ela sentou no balcão com as pernas cruzadas à minha esquerda. Que vontade de devorar ela. Meu instinto me levou a acariciar as coxas dela e levar meu rosto até a virilha dela, o cheiro de buceta me bloqueou os sentidos e comecei a passar minha língua pelo sexo dela por cima da lycra. Ela levantou a bunda para tirar a peça, mas eu impedi. "Quero te comer com ela vestida, quero que você ensope ela do seu néctar. Quero te beber inteira." "Se você me comer assim, não vou demorar pra gozar. ahhhhhhh —Isso não é problema, goza quantas vezes quiser, quero te beber inteira. —Aaaaaahhhhhhh e você?, E você? uuuuuuuhhhhhhhhh —Depois eu sou todo seu, mas agora quero que você me dê de beber, inunda minha boca com seus fluidos.
Minhas mãos exploraram a anatomia dela por cima da roupa até chegar nos peitos dela, estimulei os bicos com meus dedos e depois apertei eles de leve. — Aaaaaahhhhhh não, meus peitos não, que eu vou gozaaaaaaar.
— Aproveita, gostosa, me dá todo o teu néctar.
— Uuuuuffffffff oooohhhh siiiiiim, tô gozandooooooo, não paaaaaara.
Junto com esses gemidos, as mãos dela apertavam minha cabeça contra a buceta dela, as costas totalmente arqueadas e os quadris tremendo, fruto do prazer que percorria o corpo dela.
— Onde você aprendeu a comer uma mulher assim?
— Você me ensinou outro dia. — respondi.
— Mas se eu não te falei nada sobre como fazer.
— Não precisa, seu corpo também fala. É só questão de observar sua resposta aos meus atos e assim aprender o que você gosta.
— Você é uma maravilha, deixa eu limpar isso. — ela disse.
— Depois a gente limpa se quiser, agora tem coisas mais urgentes.
Levantei ela do balcão pelo rabo e ela me abraçou com pernas e braços, assim sentiu minha dureza no pau.
— Uuufffff, como ele tá duro. — ela disse enquanto mordia minha orelha.
— Você me deixou muito excitado, nunca me senti assim antes.
Levei ela no colo até o quarto, onde ela ficou de quatro e se aproximou de mim feito uma putinha, enquanto passava a mão no meu pau por cima da calça.
— Então vamos ter que fazer alguma coisa com esse negócio tão duro. — disse enquanto mordia meu pau por cima da calça.
— Com certeza você vai saber o que fazer com ele. — respondi com a voz trêmula.
— Quero comer ele, chupar ele, mamar até você me dar teu prêmio.
Habilmente, ela abriu o zíper da minha calça e baixou minha cueca, meu pau apareceu por inteiro. Só a sensação de libertar ele daquela pressão já foi gostosa. Os beijos, roçadas com os lábios e lambidas levaram a um boquete profundo e bem babado. Cada vez minha cabeça chegava num ponto mais fundo da boca dela, a língua dela dava um tratamento no meu bico que tava me deixando louco.
— Não vou aguentar muito mais se você não diminuir o ritmo.
— Não vou parar até que você goze, igual você fez comigo. — Respondeu, voltando a chupá-lo enquanto me olhava nos olhos. — Não quero gozar tão cedo, Lana. Nós homens somos mais limitados. — Hoje você vai quebrar esse limite, vou fazer o que for preciso, mas hoje você vai passar a melhor tarde da sua vida, céu. Eu prometo. — Disse ela enquanto beijava minha ponta com um beijo quente e molhado. — Aaaaaahhhhh, se é o que você quer, vai ter.
Ela enfiou o pau de novo na boca, e eu segurei a cabeça dela com minhas mãos enquanto fodía a boca dela. Meu orgasmo não demorou, soltando uns 5 ou 6 jatos de porra que ela manteve na boca enquanto me deliciava com a língua num longo minuto de ouro. Minhas forças falharam, e eu desabei na cama, quase sem fôlego. Lana engoliu minha porra e na sequência me abraçou para me beijar ternamente nos lábios.
— Acho que ninguém chupa igual você. — foi só o que consegui dizer.
— Adoro o gosto da sua porra. Se quiser, na próxima rodada a gente pode dividir. — Disse ela com o sorrisinho safado de sempre.
— Ah, mas isso se faz? — perguntei com uma mistura de nojo e curiosidade.
— Sim, chama beijo branco, mas nunca fiz ainda. É você gozar na minha boca e a gente se beijar brincando com sua porra.
As mãos dela acariciavam meu peito enquanto contava experiências passadas. Devo admitir que passou pela minha cabeça nunca mais vê-la, porque achava que não seria bom criar tanta intimidade com ela, sendo o que ela era. Mas ela tinha uma personalidade magnética que me atraía irresistivelmente. Isso, somado ao fato de que, exceto pela profissão, eu não via defeito nenhum nela, fez essa ideia sumir da minha cabeça. Comecei a despí-la, já que ela ainda estava com o uniforme de vôlei. Tirei a camiseta dela e amassei os peitos dela, até levá-los à boca, dando pequenas mordidas nos bicos.
— Como é possível que você saiba o que eu gosto??? Você só me conhece de uma tarde.
— Só fico observando você. — respondi. — Seu corpo fala por você.
— Me explica. — Estou implorando. — Na primeira vez que arranquei um suspiro de você foi no chuveiro na outra tarde, quando ensaboei seus peitos. Além disso, enquanto você me punhetava com sua bunda, eu apertei um dos seus mamilos, aí você gemeu mais forte, seus quadris e sua bunda apertaram mais meu pau, desejando ser penetrada, e minha outra mão sentiu sua buceta se contraindo. Entendi que você gosta que amassem seus peitos e até maltratem um pouco seus mamilos. — Porra, que observador!!! Nunca pensei que um homem reparasse tanto!!!! — Não tem mérito algum. Quem não repararia diante de tanta beleza? — falei. — Nunca antes me trataram assim. Obrigada por ser desse jeito comigo!!!! — Talvez eu deva te agradecer por ter me tratado tão bem na outra tarde. — Você foi um amor, céu.
Ela foi me despindo aos poucos. Quando tirou minha camisa, viu os arranhões nas minhas costas e levou as mãos ao rosto, envergonhada.
— Desculpa, fui eu que te fiz isso?? Me perdoa — Não se desculpe, foi maravilhoso te fazer perder o controle, essas coisas às vezes acontecem… — Sim, mas… e sua mulher ou sua namorada ou o que você tiver lá fora? Poderia ter te causado problemas e eu não quero isso. — Não tenho ninguém lá fora para dar satisfações, se acalma. — falei, beijando seus lábios com o beijo mais terno e delicado que consegui dar. — Por que você é assim comigo?… — ela perguntou. — Não sei, mas não sei ser de outro jeito.
Deitei ela e continuei beijando. A pele do pescoço dela tremia por onde eu passava. Notei que a respiração dela ficava mais acelerada e superficial, eu estava excitando ela de novo e isso me excitava também. Levei as mãos dela para cima da cabeça e prendi com uma só, enquanto a outra desceu até o shortinho dela para masturbá-la.
— Eu queria te foder com o short vestido, me deixa muito tesudo. Posso rasgar ele? — Preferia que não, guardo o uniforme com carinho, me lembra uma fase bonita da minha vida.
Fiquei em silêncio por alguns segundos, imóvel. Levantei de cima dela e, depois de beijá-la, tirei delicadamente o shortinho dela. Empapados, acariciando a bunda dela e as coxas dela, depois peguei aquela peça de roupa e levei ao meu rosto, inspirando fundo aquele cheiro de mulher que me acendia.
—Valeu por não rasgar, vou te recompensar!!!!!
Voltei a me deitar sobre ela, beijei os lábios dela, o pescoço dela e comecei um caminho até os peitos dela, chegando na barriga firme dela e na buceta dela. Queria comer ela de novo, a gozada anterior dela deixou um gosto muito gostoso que saboreei com paixão. Cada vez que minha língua roçava o clitóris dela, o corpo dela tremia, arqueando as costas, minhas mãos voltaram a excitar os peitos dela e apertei de leve os bicos dela, os quadris dela subiam e desciam marcando o ritmo pra eu seguir, as mãos dela apertavam minha cabeça me fazendo saber a profundidade da minha língua na caverna quente e molhada dela.
—Buuffffff ahhhhhh você vai me fazer gozar de novo, aaaaaahhhhhhh
Não respondi, continuei naquela delícia me adaptando ao que ela pedia. De repente, as pernas dela prenderam minha cabeça com força, as mãos dela se enroscaram no meu cabelo me puxando mais pra dentro da buceta dela e as costas dela se contorceram, avisando que vinha uma onda de gozo que eu mal consegui engolir.
—Tô gozandooooo, Meu Deeeeeus aaaaaaahhhhhhh não paraaaaaa.
Continuei naquele ritmo por mais uns segundos até que a pressão das mãos e pernas dela sumiu.
—Você vai me matar de tanto prazer, quero maaaaais
Essas palavras bastaram pra, sem dizer nada, enfiar meu pau nela de uma vez, enquanto tentava abafar os gemidos dela com meus lábios.
—Ohhhhhh siiiim quero ele dentro, me dá mais, me dá mais.
Tentei dar ritmo nas minhas enfiadas, a temperatura dentro da buceta dela era altíssima, meu pau queimava lá dentro. Em algum momento ela resolveu tomar a iniciativa. A gente se virou na cama e ela começou a me montar, primeiro com movimentos de quadril enquanto continuava me beijando, depois se levantou e começou a cavalgar como uma amazona, as penetrações cada vez mais fundas, ela arqueava as costas olhando pro teto enquanto procurava minhas mãos pra levar até os peitos dela. peitos que amassei com dedicação. Levei um dedo à boca e enfiei no cu dela até chegar no ânus, ela mordia o lábio inferior enquanto gemia.
— Mete o dedinho, eu gosto do dedinho no meu cu.
— Não vou durar muito se você continuar montando em mim assim. ahhhhhh
— Uuuuuffffff teu pau é tão gostoso, não vou diminuir o ritmo, tô quase gozando, aaaaahhhhhh
— Não aguento mais, vou gozar. — Anunciei.
— Deixa eu tirar.
— Assim, amor, assim, me fodeeeee ahhhhhh, goza dentro, quero dentro ahhhhhh
Gozei pra caralho, senti que enchi a buceta dela de porra, ela chegou ao orgasmo e caiu no meu peito. Depois de descansar um pouco sem tirar o pau da buceta dela, lembrei do beijo branco. Viramos de lado, tirei o pau da buceta dela cheia de porra e falei:
— Quer um lanchinho?
Enfiei a cara entre as pernas dela, juntei na boca toda a porra que consegui, e subi pra oferecer nos lábios dela.
— Huuuuummmm siiiiiiii que gostoso, me dá tudo.
Nos beijamos e depois de brincar com meu esperma na boca, ela engoliu toda minha porrada.
— Delicioso, adoro sua porra, tem um gosto bom.
— Nunca tinha provado, mas não achei desagradável. — Confirmei.
— É sublime, adorei gozar com teu dedo no meu cu.
— Pensei que você não gostasse de sexo anal.
— Não pratico com ninguém, nunca experimentei. Prefiro não oferecer, tem muito selvagem por aí. Podem te machucar feio se não preparar direito. É melhor tentar com alguém de confiança.
— Sabe de uma coisa? — Confessei.
— Tô há duas semanas sem bater uma esperando te ver, mas umas duas vezes acordei de noite com a cama molhada. E sempre acontece sonhando com teu cu.
— Tanto assim você gosta do meu cu? não exagera.
— Não tô exagerando, olha…
Lana baixou o olhar e viu meu pau duro de novo.
— E isso só de imaginar teu cu. — Falei.
— Uuuauuuuu, que beleza, que duro que tá. Vamos ter que aproveitar. — Ela disse.
Começou a massagear meu pau e a beijar ele até levar à boca, iniciando um boquete. Magnífica, comi o cu perfeito dela e acomodei minha cabeça entre as pernas dela. A buceta dela ainda escorria da gozada anterior, um 69 vicioso como nunca imaginei. A Lana começou a brincar com meu cu e enfiou um dedo, o prazer era máximo, sem dúvida ela sabia o que tava fazendo. Enquanto isso, eu chupava o clitóris dela e sugava ele enquanto enfiava dois dedos dentro da boceta dela.
— Você manda bem, mas deixa eu te dar um conselho.
— Claro, fala!!!!!
— Enfia os dedos com a ponta virada pra parte de cima da minha buceta.
— Assim?
— Ohhhhhh sim, sente uma parede áspera? Ahhhhhhh
— Sinto
— Uuuuffffff é isso, é isso. Esse é o famoso ponto G. Continua aaaaaahhhhhhh continua esfregando a ponta dos dedos nessa parede.
Ela não mentia, as pernas dela tremiam, a voz dela quebrava com os gemidos e ela apoiou a cabeça nas minhas pernas porque não aguentava mais se segurar nos braços. Eu continuei na minha função com os gemidos doces dela como música de fundo. Aproximei minha pica da boca dela e ela continuou com o boquete mais sublime, a saliva escapava pelo canto dos lábios, a gente já tava dando sinais claros de cansaço, mas nunca deixei um trabalho pela metade e não ia ser esse o primeiro, pensei. Continuei penetrando ela com os dedos do jeito que ela mandou enquanto torturava o clitóris inchado dela com minha língua e sugando ele com meus lábios. Molhei os dedos da outra mão com os fluidos da minha Afrodite particular e comecei a brincar com o cu dela, procurando a entrada do ânus, dessa vez enfiei um dedo, e depois o outro. Quando sentiu, a Lana exclamou:
— Ahhhhhhhh não, outro dedo não, você vai me destruir uuuuuuhhhhhhh.
— Tá doendo? — perguntei enquanto parava a investida.
— Nãaaaaao ahhhhhhhhhh, você vai me destruir de prazer. Aaaahhhhhhh nunca senti essa sensação antes ahhhhhhhh, não para por favor, continuaaaaaa continuaaaaaa — ela conseguiu dizer enquanto eu enfiava de novo minha pica na boca dela.
— Tá bom. — Beijei a parte de dentro das coxas dela, molhadas graças à fonte de néctar em que a boceta dela tinha se transformado, e voltei pra minha função.
Ela Enfiou outro dedo no meu cu, nunca tinha experimentado nada na minha saída traseira, tudo era novo pra mim, mas não doía, então deixei ela continuar. Logo ela anunciou o orgasmo dela entre soluços.
—Vou gozar, aaaahhhhhh, tô gozando, tô gozando, aaaahhhhhhh
—Eu também tô gozando, Lana, aaaaaaahhhhhhh, porra, tô gozando na sua bocaaa.
O anúncio do orgasmo dela só acelerou o meu, e é que poucas coisas me excitam mais do que ver que consigo fazer uma mulher como ela tremer, os fluidos dela inundaram minha boca e meu rosto quase ao mesmo tempo em que eu descarregava meu esperma na boca dela, nós dois bebemos e aproveitamos o prêmio conquistado. Lana se virou até ficarmos deitados exaustos, de barriga pra cima, um do lado do outro. A mão dela procurou a minha e ficamos deitados por um tempo de mãos dadas. Virei a cabeça pra ver como ela recuperava o fôlego, e ela se virou pra me olhar. Uma força brutal me empurrou pra beijá-la, gesto que ela correspondeu com doçura. Lambi a bochecha dela ao ver que tinha umas gotas do meu esperma, ela lambeu meu rosto porque eu estava encharcado com o néctar dela, quase sem pensar nos beijamos de novo pra nos desgastar, que beijos mais gostosos. Ficamos estirados na cama, nos acariciando.
—Poxa, me sinto sortuda, se espalhar o boato de como você fode, vão te disputar.
—Sou um cara estranho, não tô interessado nisso agora. —Respondi.
—Você não me parece nada estranho, me trata com carinho e sabe satisfazer uma mulher. Qualquer garota ia adorar você. —Disse Lana acariciando meu cabelo.
—Minha vida é confortável agora, vivo como quero, posso me dar certos luxos como ter você nos meus braços e não ter que dar satisfação pra ninguém.
Acho que minha resposta deve ter desconcertado ela, porque ela não perguntou mais nada. Talvez eu esteja errado e fosse só "discrição" daquelas que as mulheres da profissão dela costumam ter.
—Me desculpa, mas preciso ir ao banheiro. —Disse Lana.
Fiquei olhando pro teto, alucinando com a sorte que tive de encontrar aquele tesouro dentro desse mundinho, Lana. Desde o começo, ela me pareceu uma garota simples, sincera, madura pra idade dela e extremamente sexual. Seria o sonho de qualquer homem com um mínimo de cérebro. Não é só absolutamente de tirar o fôlego fisicamente, mas tem a habilidade de te seduzir, e ainda por cima de um jeito inteligente, algo que só um corpo bonito não consegue fazer, e era essa faceta que me deixava obcecado.
Fui até o banheiro onde ela estava, mas encontrei ela no caminho pro quarto.
— Quer tomar um banho com companhia? — sugeri.
— Se a companhia for a sua, aceito de bom grado. — respondeu me dando um beijo na boca.
Entramos na banheira, a Lana cuidou das torneiras, ajustando a temperatura ideal.
— Não te perguntei outro dia, como você gosta da água?
— Não tenho frescura, geralmente tomo banho com água fria.
— Sério? — ela disse com cara de incredulidade. — Eu não conseguiria…
— Claro que conseguiria, você já é quente o suficiente. — sorri pra ela.
— Idiota. — ela disse me beijando. — Se quer água fria, aqui está — enquanto me molhava com o chuveiro.
Impassível, deixei ela me molhar à vontade até que arranquei o chuveiro dela e molhei ela também.
— Aaahhhhhhh que fria! — disse tirando o chuveiro de mim e jogando no chão. — Que frio…
Puxei ela pro meu peito e abracei, beijando a testa dela e descendo pros lábios, enquanto minhas mãos deslizavam pelas costas dela até parar na bunda dura.
— Melhor assim? — falei.
— Muito melhor. — disse me beijando de novo.
Ela se virou pra pegar o chuveiro e esquentar a água, e a bunda dela ficou paradinha a centímetros do meu pau. Dessa vez, sem a timidez da primeira vez, me aventurei a acariciar a bunda dela, minhas carícias profundas incluíam passar o dedo indicador pela rachinha dela.
— Como você gosta de acariciar ela. — disse enquanto se levantava.
— Acho que nunca mais vou ver uma bunda assim na minha vida. — falei.
— Vem, me ensaboa. — pediu.
Como negar? Passei gel nas mãos e acariciei o corpo todo dela, os ombros e braços, o tronco, os peitos, a buceta dela. Ela deixou o corpo descansar. sobre meu torso e minha pica ressurgiu diante das carícias da bunda dela. Minha respiração acelerou e por pouco não gozei. Depois de algumas roçadas e um gemido suave dela, ela se virou, ficando de frente pra mim. A boca dela buscou meus lábios, as mãos dela esfregaram minhas costas e os quadris dela grudaram no meu pau.
— Você não tem limites, Lana. — falei.
— Você ficou louco com minhas carícias, é justo te recompensar. — disse ela, piscando um olho.
— Se você não parar, vou gozar de novo. — avisei, afastando suavemente a mão dela da minha pica.
— Desde quando isso é problema? — disse ela, se virando enquanto apertava minha pica contra a bunda dela. — Achei que você curtia isso tanto quanto eu.
Não soube o que responder, minha cabeça olhava pro teto, que era a única vista que não me excitava. Por outro lado, meus braços a abraçavam contra mim. Coração contra razão. Ela inclinou a cabeça no meu ombro e eu a beijei de novo, parecia impossível resistir a beijar aqueles lábios.
— Se eu te pedisse agora pra parar e ir embora, você iria?
Automaticamente, minhas mãos pararam de abraçá-la, me afastei dela. Meu sangue gelou e falei com a voz trêmula:
— Fiz algo errado? Errei em alguma coisa?
— Não, não!!!!! — disse ela. — Nada disso, só responde. Você seria capaz de parar, por mais excitado que estivesse?
— Quero acreditar que sim, mas nunca passei por essa situação. Acho que se me deixasse tomar um banho frio, eu conseguiria ir embora agora mesmo, olha como eu tô.
— Não quero que você vá, só estava perguntando. Vem, me abraça como antes. — disse ela.
Voltei a me aproximar e a abracei, cheguei mais perto até colar o corpo dela no meu e beijei o pescoço dela.
— Por que você perguntou isso? — falei. — Fiz algo errado?
— Não, não, você é um anjo. Sério, esquece.
— Lana, por favor, se fiz algo errado quero saber, não quero te machucar nem fazer algo que você não queira.
— É que…
— Fala, amor.
— Eu estava ficando muito excitada…
— Eu também tô.
— Já tô percebendo. — disse ela, rebolando a bunda na minha pica. — …e então… por que essa pergunta? — Eu falei.
— Bom, vendo como você me trata e como você é atencioso e carinhoso comigo, pensei que talvez a gente pudesse... que talvez você quisesse...
— O quê...
— Eu falei.
Ela ficou em silêncio, e aquilo me torturava por dentro. Continuei abraçando ela, acariciando, sentindo a respiração dela. Respeitei o silêncio por um momento, até que não aguentei mais. Virei ela e olhei nos olhos dela.
— Fala alguma coisa, por favor.
Ela beijou meus lábios e passou a mão no meu pau duro.
— Você gostaria de experimentar minha bunda? — disse ela, com o olhar baixo.
— Já experimentei da outra vez, lembra? Adorei.
— Quero dizer se você quer tentar me foder no cu. — Lana sentenciou.
— Não sei o que dizer, nunca fiz isso, não quero me machucar.
— É exatamente isso que eu preciso. — Ela disse. — Preciso de alguém sensível, que tenha empatia por mim, preciso de alguém que entenda minha dor e pare se eu precisar, preciso saber se eu gosto de sexo anal. Eu curto muito com os dedos, mas nunca fui além. Hoje eu gozei como nunca quando você enfiou os dedos em mim, e quero saber se eu gosto de sexo anal.
— E você acha que eu sou o cara certo? Não faço a menor ideia do que fazer.
— Acho que sim, se deixa guiar.
— Não sei o que te dizer, Lana.
— Você disse que minha bunda te excitava, estou te oferecendo, você decide.
Saímos do chuveiro e fomos pro quarto, e ela preparou um pote de lubrificante na mesinha de cabeceira.
— Bom, e o que eu faço? — Perguntei, perplexo com o convite dela.
— Ora, podia começar comendo igual fez na outra tarde — sugeriu.
Comecei a comer a bunda dela, beijei as nádegas e minha língua começou a forçar o esfíncter. Ele cedeu um pouco, mas não muito. Continuei lambendo enquanto ela se contorcia de prazer.
— Aaaaaaaaaaaa, alterna sua língua com seus deeeeeeeedos igual da outra vezzzzzzzzz.
Umedeci os dedos com saliva e enfiei um, movendo devagar lá dentro. Tirei e tentei de novo com a língua, agora conseguia entrar um pouco mais. Molhei o buraquinho dela pra enfiar outro dedo, e fui alternando assim.
— Uuuuuuuffffff, cê tá mandando muito bem. Enfia mais um dedo, pooooooorra.
Obedeci na hora e forcei o esfíncter dela até caber meu outro dedo. Custava a mexer eles lá dentro, tava muito apertado.
— Aaaaaaahhhhh — ela exclamou ao sentir a segunda falange dentro. — Continua assim, não para.
Continuei brincando com eles até ver que meus dois dedos já entravam fácil. A situação tava me deixando muito excitado. De repente, ela virou e começou a me chupar a pica. Logo minha pica tava toda dura na boca dela. Passou lubrificante na minha pica e me deu o tubo.
— Passa lubrificante no meu cu, melhor sobrar do que faltar.
Passei lubrificante nos meus dedos e enfiei no cu dela. Ver ela agarrando o lençol com os punhos me deu uma ideia de como tava indo. Minha excitação subia a cada segundo, ansioso pra tentar penetrar aquela obra de arte.
— Tenta me penetrar devagar — finalmente, as palavras mágicas.
Me aproximei daquele destino lindo e, depois de beijar a bunda dela, apoiei a ponta no ânus. Apliquei pressão bem de leve e minha cabeça se espremeu contra a entrada sem penetrar ainda. Ela gemia de prazer, pra mim também era muito gostosa aquela sensação. Continuei empurrando o mais suave que conseguia e, no fim, a cabeça entrou, acompanhada de um grito da Lana. Fiquei imóvel, esperando a aprovação dela. Ela não dizia nada, só respirava. fundo.
—Te machuquei? Tiro ela? —Perguntei ao ver que ela não dizia nada.
—Não, não tira, deixa eu me acostumar, você tem ela grossa e dura e dói um pouco.
—Lana, você não precisa passar por isso se não quiser.
—Mas eu quero, me dá um momento. —Suplicou.
Pouco tempo depois, notei que ela se jogava pra trás pra enfiar mais pau no cu dela, eu fiquei imóvel, mas extremamente excitado. A bunda virgem dela tava me dando um prazer que eu nunca tinha sentido, alguns dizem que foder pelo cu é igual quando você come uma virgem. Não posso confirmar, mas a pressão dela, a textura interna, eram incrivelmente gostosas pra mim. Lana continuava incansável, se empalando no meu pau pelo cu, quase entrando por completo. Os gemidos de dor dela, aos poucos, foram virando gemidos de prazer.
—Vai, gato, me dá esse pau. —Ela disse.
Comecei a penetrar ela devagar e parecia que ela tava gostando, isso me deu confiança e fui metendo um pouco mais forte, sabendo que podia machucar, controlando a força das minhas estocadas, mas aumentando elas aos poucos.
—Uuuuufff assim, que delíciaaaaaa, acho que vou gozar. —Amor, deita na cama e deixa eu ficar por cima de você. —pedi.
Ela se deitou na cama com meu pau dentro dela, e eu fiquei por cima das costas dela, comecei a meter nessa posição, que gostoso, tava comendo a melhor bunda da minha vida e ela tava adorando. Ela levantou a bacia pra se tocar no clitóris e isso deixou a penetração ainda mais gostosa pra mim. Precisou de pouco estímulo pra anunciar que ia gozar. E eu também não tava longe.
—Aaaah, vou gozar, ahhhhhh, meu cu, que delícia, ahhhhhhh
—Eu também vou gozar, que bunda você tem, amor, ahhhhhh
—Goza dentro, não tira agoraaaaaaaaaaa
De novo, o anúncio dela apressou meu orgasmo, senti a cama molhando com os fluidos vaginais dela enquanto meu gozo estreava o cu dela num orgasmo que me fez cair exausto em cima dela.
—Caralho, foi uma foda do caralho. —Disse Lana enquanto recuperava o fôlego.
—Eu amo sua bunda, e te amo também. ti, obrigado por essa experiência. Saí de cima da Lana ainda recuperando o fôlego, ela aproximou os lábios dos meus e disse. —Obrigada a você pela sua delicadeza, não poderia ter escolhido estreia melhor. —Um banho. —Sugeri. Ia ter que ir embora (cheguei às 5 e já eram quase 10 da noite). Tomamos banho juntos sem provocações no meio, quando eu estava me enxaguando, a Lana me abraçou e depois de me beijar disse. —Fica comigo esta noite. —Ela pediu. —Não vou te cobrar, mas não quero passar a noite sozinha podendo estar com você. Essa menina fazia meu mundo balançar, pedimos uma pizza e uma garrafa de vinho, ela pagou, não deixou que eu pagasse, mesmo eu insistindo. Vimos juntos no sofá uns dois episódios da série favorita dela. Sinceramente, não sei dizer do que era a série, porque ficamos quase duas horas nos comendo de boca. Nos abraçamos no sofá, ela em cima de mim, e assim dormimos. Na manhã seguinte, acordei, levei ela no colo para a cama e a cobri. Limpei a barra do bar dos fluidos daquele anjo que dormia no quarto e fui para a cozinha preparar algo para o café da manhã, levei para o quarto onde ela, já acordada, me esperava. —Bom dia, céu. —Ela disse me beijando nos lábios. —Bom dia, tesouro. —Respondi. —Você está linda com essa cara de sono. Terminamos o café da manhã e me despedi, ela me acompanhou até a saída. Quando eu estava saindo, ela me encostou na parede, me beijou e eu amassei aquela bunda, objeto dos meus sonhos. E foi aí que descobri que essa história só tinha começado. —Já vai? —Sim. —Ninguém sai dessa casa com os ovos cheios, que tipo de profissional você acha que eu sou? —Lana, sério, não precisa... aaaaaahahhhhhhh Na velocidade de um raio, ela abaixou minha braguilha e enfiou meu pau na boca, me chupou agressivamente com muita vontade e me fez gozar num suspiro. Acabei gozando de novo na boca dela, depois de me limpar bem, nos despedimos. Saí do apartamento dela com a certeza que rápido a gente ia se ver de novo. Vazio de adrenalina, mas cheio de algo que o dinheiro não pode comprar...

5 comentários - Lana capítulo 2