Depois de muitos orgasmos e gozadas por videochamada, sem aguentar mais essa vontade de trepar, chegou nosso primeiro encontro assim..
Era um dia de verão, e por causa do trabalho eu tinha viajado pra cidade onde ele mora. Como eu ainda era casada e a gente tinha coisas de trabalho pra resolver, combinamos de nos encontrar no escritório dele, 2 horas antes da reunião marcada. No escritório dele ele não trabalhava sozinho, mesmo tendo a sala fechada dele, o lugar era compartilhado com vários colegas que iam e vinham sem horário..
Só de saber que podiam ouvir meus gemidos atrás da porta, isso já me molhava toda. Decidida a dar o melhor sexo da vida dele, acordei cedo, tomei banho, me perfumei o corpo inteiro, principalmente o pescoço e os peitos, esperando que ele seguisse o rastro e passasse a língua descobrindo todos aqueles lugares que eu queria que ele saboreasse. Comprei uma lingerie bem sexy pra ocasião, um conjunto de renda roxa, exatamente como ele queria, com uma tanga que marcava bem minha raba. Aproveitando o calor, vesti um vestidinho curto e decotado, e fui ao encontro dele..
Eram oito horas da manhã em ponto quando toquei a campainha do escritório dele. Ele estava me esperando perfumado, de camisa, calça social, lindo e muito tesudo — dava pra perceber só de olhar por cima da calça dele.. Ele me convidou pra entrar no escritório dele, que ficava no primeiro andar. Eu, aproveitando a ocasião, decidi me adiantar e subir primeiro as escadas pra ele ter uma vista melhor. Ele me confessou depois que não resistiu a olhar por baixo do meu vestido, dando muita vontade de morder minha raba. Ele me faz entrar no escritório, fecha a porta de acesso e, na sala de espera — eu nem sabia se ele estava sozinho ou se tinha colegas —, ele olha nos meus olhos, me pega pela nuca e a gente se deu o melhor e mais quente beijo da nossa vida.. Ao nos beijar, apertamos nossos corpos, eu apoiei todos os meus peitos bem inchados e meus bicos no peito dele, e ele Apoiei o pau bem duro dele no meu corpo e naquele momento me molhei inteira como nunca tinha acontecido na minha vida. Sem me importar mais se tinha alguém ou não naquela sala, me entreguei completamente ao meu amante e deixei ele baixar meu vestido. Então, me puxando pelo cabelo, jogou minha cabeça pra trás e começou a saborear meu corpo com a língua. Começou no pescoço, desceu até o peito, pegou meus peitos com as duas mãos e chupou os bicos como ninguém nunca tinha chupado. Continuou descendo e eu não resisti mais, agarrei ele pelo cabelo e afundei a cabeça dele na minha pélvis. Ele puxou a calcinha fio dental com os dedos e, desesperado, começou a aproveitar todo o fluxo que minha buceta empapada gerava. Agora era minha vez, eu precisava sentir aquele pau bem duro na minha boca. Ele me fez passar para a sala privada dele, fechou a porta. Peguei ele pela camisa, encostei ele na mesa, desabotoei o cinto dele, abaixei rápido a braguilha e ali pude ver: bem raspadinha e perfumada, grossa e dura. Desesperada, me ajoelhei aos pés dele e, com olhar de puta e tesão, olhei pra ele, passando minha língua no pau dele de ponta a ponta. Ele, não aguentando mais o prazer que o pau dele sentia brincando na minha boca, me pegou pelo braço, me levantou, me encostou no móvel, abriu minhas pernas e começou a me meter com muita força. Naquele momento, senti que estava sendo comida por um homem de verdade. Eu, não aguentando mais o prazer que o pau dele me causava, soltei um gemido muito forte, que ele teve que calar com um beijo bem profundo, porque talvez algum colega tivesse entrado sem a gente ver, de tão loucos que estávamos (coisa que realmente aconteceu)... A partir daí, fomos alternando beijos, fodas, mãos, línguas. Não sobrou um canto nem um móvel do escritório que não sentisse nossos corpos quentes e suados em cima. Mesmo tentando não gemer, o prazer era tão grande que não conseguimos evitar que os vizinhos nos ouvissem. Eu estava decidida a fazer o que nunca tinha feito: queria o gozo morno dele descendo pela minha garganta. Depois de experimentar posições... que nem sabia que existiam, ele já tava pronto pra gozar... Então voltei pra posição inicial, apoiei ele na mesa dele, me agachei e, enfiando os dedos bem fundo dentro da minha buceta, levei o pau dele até minha boca e, com uma chupada forte, vendo os olhinhos dele brancos de prazer, pedi pra ele encher minha garganta de porra... Naquele momento, aconteceu o que eu tanto esperava: pude sentir a porra morna e doce na minha língua primeiro, depois descendo pela minha garganta toda, e ver as pernas dele tremendo de prazer, quase desmaiando...
Era um dia de verão, e por causa do trabalho eu tinha viajado pra cidade onde ele mora. Como eu ainda era casada e a gente tinha coisas de trabalho pra resolver, combinamos de nos encontrar no escritório dele, 2 horas antes da reunião marcada. No escritório dele ele não trabalhava sozinho, mesmo tendo a sala fechada dele, o lugar era compartilhado com vários colegas que iam e vinham sem horário..
Só de saber que podiam ouvir meus gemidos atrás da porta, isso já me molhava toda. Decidida a dar o melhor sexo da vida dele, acordei cedo, tomei banho, me perfumei o corpo inteiro, principalmente o pescoço e os peitos, esperando que ele seguisse o rastro e passasse a língua descobrindo todos aqueles lugares que eu queria que ele saboreasse. Comprei uma lingerie bem sexy pra ocasião, um conjunto de renda roxa, exatamente como ele queria, com uma tanga que marcava bem minha raba. Aproveitando o calor, vesti um vestidinho curto e decotado, e fui ao encontro dele..
Eram oito horas da manhã em ponto quando toquei a campainha do escritório dele. Ele estava me esperando perfumado, de camisa, calça social, lindo e muito tesudo — dava pra perceber só de olhar por cima da calça dele.. Ele me convidou pra entrar no escritório dele, que ficava no primeiro andar. Eu, aproveitando a ocasião, decidi me adiantar e subir primeiro as escadas pra ele ter uma vista melhor. Ele me confessou depois que não resistiu a olhar por baixo do meu vestido, dando muita vontade de morder minha raba. Ele me faz entrar no escritório, fecha a porta de acesso e, na sala de espera — eu nem sabia se ele estava sozinho ou se tinha colegas —, ele olha nos meus olhos, me pega pela nuca e a gente se deu o melhor e mais quente beijo da nossa vida.. Ao nos beijar, apertamos nossos corpos, eu apoiei todos os meus peitos bem inchados e meus bicos no peito dele, e ele Apoiei o pau bem duro dele no meu corpo e naquele momento me molhei inteira como nunca tinha acontecido na minha vida. Sem me importar mais se tinha alguém ou não naquela sala, me entreguei completamente ao meu amante e deixei ele baixar meu vestido. Então, me puxando pelo cabelo, jogou minha cabeça pra trás e começou a saborear meu corpo com a língua. Começou no pescoço, desceu até o peito, pegou meus peitos com as duas mãos e chupou os bicos como ninguém nunca tinha chupado. Continuou descendo e eu não resisti mais, agarrei ele pelo cabelo e afundei a cabeça dele na minha pélvis. Ele puxou a calcinha fio dental com os dedos e, desesperado, começou a aproveitar todo o fluxo que minha buceta empapada gerava. Agora era minha vez, eu precisava sentir aquele pau bem duro na minha boca. Ele me fez passar para a sala privada dele, fechou a porta. Peguei ele pela camisa, encostei ele na mesa, desabotoei o cinto dele, abaixei rápido a braguilha e ali pude ver: bem raspadinha e perfumada, grossa e dura. Desesperada, me ajoelhei aos pés dele e, com olhar de puta e tesão, olhei pra ele, passando minha língua no pau dele de ponta a ponta. Ele, não aguentando mais o prazer que o pau dele sentia brincando na minha boca, me pegou pelo braço, me levantou, me encostou no móvel, abriu minhas pernas e começou a me meter com muita força. Naquele momento, senti que estava sendo comida por um homem de verdade. Eu, não aguentando mais o prazer que o pau dele me causava, soltei um gemido muito forte, que ele teve que calar com um beijo bem profundo, porque talvez algum colega tivesse entrado sem a gente ver, de tão loucos que estávamos (coisa que realmente aconteceu)... A partir daí, fomos alternando beijos, fodas, mãos, línguas. Não sobrou um canto nem um móvel do escritório que não sentisse nossos corpos quentes e suados em cima. Mesmo tentando não gemer, o prazer era tão grande que não conseguimos evitar que os vizinhos nos ouvissem. Eu estava decidida a fazer o que nunca tinha feito: queria o gozo morno dele descendo pela minha garganta. Depois de experimentar posições... que nem sabia que existiam, ele já tava pronto pra gozar... Então voltei pra posição inicial, apoiei ele na mesa dele, me agachei e, enfiando os dedos bem fundo dentro da minha buceta, levei o pau dele até minha boca e, com uma chupada forte, vendo os olhinhos dele brancos de prazer, pedi pra ele encher minha garganta de porra... Naquele momento, aconteceu o que eu tanto esperava: pude sentir a porra morna e doce na minha língua primeiro, depois descendo pela minha garganta toda, e ver as pernas dele tremendo de prazer, quase desmaiando...
1 comentários - Nossa História 2