Preso sem saída VIII

Preso sem saída VIIICapítulo VIII
Ela lembrou que ele não era o Tomás. "Preciso ir", murmurou Melissa, arrastando as palavras e ainda muito drogada. Confusa, o abraço de alguns momentos atrás se transformou numa resistência cansada e fraca. Ela ainda tentava afastar Gerson dela. Ele rolou para fora de Melissa. Seu pau grande e gordo, agora mole, finalmente saiu dela com um estalo igual ao de uma rolha saindo de uma garrafa de champanhe. "Você não pode ir. Tem uma tempestade lá fora, você está com febre e preciso ficar de olho em você." Ela estava doente? Melissa lembrou de não se sentir bem e de quase morrer de frio lá fora. Ainda se sentia muito estranha e não conseguia lembrar como tinham acabado juntos daquele jeito. Ele puxou o cabelo de Melissa e empurrou o rosto dela contra o pau viscoso dele. "Agora chupa meu pau", ele rosnou. Ela não queria fazer aquilo, é verdade que já tinha feito oral nele, mais de uma vez. Mas não faria de novo. Um ato tão sujo e pecaminoso, especialmente com um estranho preto, ela recusou. Estava terrivelmente errado, mas uma combinação de dor, medo e embriaguez deixou Melissa sem outra opção. Depois de se acostumar com o oral nele, pela enésima vez, Melissa estava prestes a fazer de novo. No escuro, a boca dela encontrou o eixo viscoso de Gerson, escorrendo com os fluidos corporais escorregadios dela. Ela quis vomitar no começo. Foi tão nojento quanto ela tinha imaginado. Mas logo a droga melhorou tudo. De alguma forma, os sabores e até o ato repugnante em si foram ficando menos desagradáveis para Melissa quanto mais tempo ela fazia nele. Como por instinto, ela começou a acariciar e rolar as bolas grandes e pesadas dele na mão enquanto chupava o pau preto enorme dele. A escuridão ajudou ela a esquecer que aquele não era o marido dela. "Isso, assim, bebê", ele arrulhou, soltando o cabelo dela e guiando ela. Ele corrigiu a técnica dela várias vezes e, durante a hora seguinte, ela aprendeu a satisfazer ele oralmente. O pau de Gerson era tão grande e duro que os lábios de Melissa Elas se apertaram em volta da cabeça dele. As mãos dela subiam e desciam pelo eixo, como se fosse um grande e quente malho de carne dura que ela segurava. O tamanho desse pau parecia irreal. Como é que cabia dentro dela antes? Melissa entendeu na hora que aquele não era o marido dela. Ela precisava fazer ele gozar logo, ou ele provavelmente ia foder ela de novo. Isso seria pior do que o horror que ele já estava fazendo. Ela não queria aquele órgão masculino nojento dentro da buceta dela nunca mais. Gerson percebeu a melhora na técnica da Melissa e sacou que a putinha branca estava tentando fazer ele gozar pra não transar com ela. A boceta dela precisava de outra dose de pau preto grande, ele pensou. "Tá bom. Vou te foder agora." Ele puxou ela pelo cabelo, a cabeça do pau ereto caiu da boca dela. "Ai", Melissa gritou, Gerson se colocou por cima dela. O temido sexo com um homem negro nojento estava prestes a recomeçar, apesar de todos os esforços dela. "Não, não quero transar de novo," ela soltou com a voz arrastada. Melissa nunca usava aquela palavra de quatro letras, nem com o marido quando faziam amor. "Mais uma vez, bebê. Prometo que vai ser bem rápido dessa vez." "Não, por favor, não," ela gemeu, quando o pau gigante de carvão dele entrou nela de novo. O desconforto chato voltou por um instante, mas logo o prazer primitivo começou a tomar o lugar. Embora Melissa lutasse contra o impulso primal que Gerson enfiava dentro dela, ele crescia mesmo assim. O droga do estupro que ele tinha dado nela fazia ela perder o fio dos pensamentos e esquecer as coisas. As mãos dela apertaram com força os ombros fortes dele. A resistência dela fraquejou, a pélvis começou a imitar os movimentos do Gerson e o corpo dela começou a copular com ele de novo, como a natureza queria. "Isso aí, garota, você é uma viciada em pau preto agora," ele lembrou. "Ah, sim, sua putinha branca gostosa é tão boa." "Não, não quero. Para. Ooh, não consigo. Ah, ah, ooh... 💕💕💕 Com mais tempo ruim previsto, uma luz acromática da tarde de um céu nublado escorregou e deu ao quarto uma aura cinzenta. Embora Melissa tivesse resistido, drogar ela de manhã tinha facilitado pra Gerson meter a mão na calcinha dela, enfiar a pica preta enorme na buceta dela e começar a marcar território. Ele segurou ela debaixo do braço enquanto ela dormia profundamente, e na luz, apreciou os traços faciais delicados e caucasianos dela e a figura feminina incrível. Ela ainda estava nua, e os olhos dele se deliciavam com o corpo perfeito dela. O longo período seco dele tinha acabado. Ele tinha tomado a esposa de outro homem, essa mulher branca linda, a manhã toda. A casa estava fria, sem eletricidade nem fogo. O único calor vinha um do outro debaixo das cobertas. Como Tomás tinha sido tolo com uma mulher tão inocente, virtuosa e gostosa. Descuidadamente deixou a esposa linda desprotegida e isolada, um alvo fácil. Gerson pensou que as prioridades do idiota estavam todas erradas. Ele foi ganhar dinheiro, e a ausência dele foi uma oportunidade pra um predador como ele chegar em Melissa. Com o marido distraído, ela agora era a nova e relutante parceira dele. Pelos próximos tempos, Gerson planejava ensaiar lições de autocomplacência adúltera com ela: masturbação, sexo oral e foder uma pica preta enorme. Ele forçaria ela a transar com ele até virar um hábito difícil de largar. Ironicamente, Tomás perdia tempo e energia no trabalho. Enquanto isso, a esposa linda dele, que ele descuidadamente deixou sozinha e sem vigilância, agora praticaria involuntariamente com um homem negro até aprender a gostar dele. De fato, o Senhor age de maneiras misteriosas, ele pensou. Os olhos de Melissa se abriram no fim da tarde por causa de um sono tão profundo que no começo ela não tinha certeza do dia ou de onde estava. A mente dela estava em branco por causa da droga do estupro. Gerson estava na cama dele. Os dois estavam nus, o braço dele em volta dela, a mão dele acariciando o peito dela. Atordoada, ela viu os dedos negros dele brincando com o mamilo duro dela, tão rosado e firme entre eles como uma borracha na ponta de um lápis, torcendo e mantendo ele ereto. "Mmmm", ela murmurou sonolenta, sem fazer nada para impedir ele no começo. Depois de alguns minutos, ela percebeu que aquilo não era um sonho, mas uma realidade horrível. "Ai, meu Deus, o que eu tô fazendo aqui?" Melissa perguntou confusa, tentando tirar o braço dele do peito dela. "Sai de cima de mim!" Gerson sempre curtia esse momento especial quando a droga começava a passar e a lucidez voltava na vítima dele, cada mulher reagia diferente ao que parecia ser um comportamento promíscuo na noite anterior. "Calma aí", ele reclamou, se recusando a sair. "Você me chamou pra deitar com você, não lembra? A gente ia conversar. Nós dois nos empolgamos, e agora você tá me tratando mal e me culpando por algo que você quis?" Melissa só lembrava de fragmentos, se sentia muito confusa, nada preenchia a cabeça dela: conversar com Gerson, sentir náusea, congelar lá fora no frio, mas o mais perturbador era o pênis preto enorme dele e as repetidas transas com ele. Ela não conseguia lembrar quando ou como o sexo começou, mas visões horrivelmente gráficas da intimidade dos dois passavam na mente dela como flashes de clipes pornô com os dois. Melissa sentou na cama e cobriu os olhos com a mão, envergonhada e incrédula. Ela nunca tinha feito algo assim antes. Ela era casada. Como ela podia fazer isso de novo com esse homem, um estranho preto? Ela nem achava homens pretos atraentes. Melissa rezou pra que aquilo fosse só um pesadelo e se enfiou debaixo do cobertor. Os dedos dela encontraram o que ela temia: o resíduo crocante do esperma seco dele no corpo todo dela, nos peitos e na barriga e, o mais alarmante de tudo, no pequeno tufo de Pelos pubianos cuidadosamente aparados. Descobrindo, decepcionada, que isso era uma triste realidade. Em silêncio, se perguntou horrorizada quantas vezes cometeu adultério com ele durante o dia. Gerson, curiosamente, esperou a resposta de Melissa. Quanto ela lembrava da manhã de hoje e acreditava nas mentiras que ele contou? Será que percebeu que ele tinha dado a ela uma poderosa droga de estupro? Ela se afastou, criando distância entre eles, e puxou mais o cobertor ao redor do corpo. "Preciso ir agora." "Você ainda está com febre. Não vou te deixar com esse tempo. Além disso, não quero terminar nosso relacionamento", respondeu com um sorriso. Ele estava decidido a terminar de cultivar a preferência latente por picas de negros, que conhecia em todas as mulheres brancas. Com preparação suficiente, Melissa adquiriria um apetite feroz. Ele já tinha visto isso acontecer muitas vezes antes em mulheres brancas. "Meu pau está duro de novo e precisa de mais alívio." Melissa não conseguia acreditar no que ele acabara de dizer: falar assim com tanta vulgaridade. Mal a conhecia e ela não era tão fácil assim. Não ia 'aliviar' aquela porra de cock preta dele com ela, nunca. Furiosa, cuspiu: "Não temos um relacionamento e posso prometer que nunca mais vamos transar de novo. O que fizemos ontem à noite foi vergonhoso e errado. Sou casada e você se aproveitou de mim." Confundindo a onda persistente de doença, Melissa saiu da cama. Com o cobertor enrolado nela, foi até a cômoda procurar roupas. Percebeu que sua calça molhada de suor e sua calcinha no chão estavam juntas. A parte de cima da camisa, faltando alguns botões, estava a certa distância. Melissa tentou clarear a cabeça, mas teve dificuldade em pensar com clareza com o composto de estupro na corrente sanguínea. Ela não se sentia bem. Aquele porco nojento arrancou as roupas dela, jogou tudo de qualquer jeito e se forçou sobre ela? Ou eles transaram consensualmente? Ela não conseguia lembrar o que Aconteceu entre eles ontem à noite, mas o que explicava a camisa, os botões faltando e a roupa dela espalhada pelo quarto desse jeito? Nada disso fazia sentido para Melissa. Cadê o celular dela? Precisava encontrar o celular e chamar a polícia se ele se recusasse a ir embora. O desprezo de Melissa enfureceu Gerson. Ele precisava distraí-la antes que a droga do estupro sumisse de vez e os pensamentos confusos dela desaparecessem. Com as habilidades cognitivas dela ainda prejudicadas, era o melhor momento para agir. Ele se levantou da cama e puxou o cobertor enquanto ela remexia na cômoda de costas para ele. Despida da cobertura protetora, Melissa se virou e encarou o preto por um instante. "Sai do quarto agora ou vou chamar a polícia", ela bufou quando ficaram frente a frente, pelados. Os olhos dele percorreram o corpo perfeitamente curvilíneo dela do mesmo jeito que quando a viu na igreja, mas dessa vez a falta de roupa a deixava completamente exposta ao olhar devorador dele. Ele observou toda a beleza dela: músculos bem torneados sob a pele lisa e impecável, um rosto e um corpo dignos de uma capa da Playboy. Passou um momento até Melissa perceber a própria nudez e vulnerabilidade, os olhos dela vagaram pelo abdômen trincado dele, com os gomos definidos, e depois desceram até a virilidade impossível dele. O pinto grotescamente grande realmente tinha estado dentro dela. Dava nojo olhar aquilo pendurado nele como uma mangueira de incêndio. Pertencia a um show de horrores. Como algo tão enorme podia ser humano ou caber dentro de qualquer mulher? Ela ficou de boca aberta e não conseguia tirar os olhos do pau dele. Nem estava duro e já parecia tão grande. Como ela tinha transado com ele na noite passada? Melissa ainda não sabia, mas não estava ligando para a polícia nem para ninguém porque ele já tinha escondido o celular dela e O cabo de alimentação. E também não ia a lugar nenhum, a não ser pra cama pra mais uma sessão de merda, porque ele tinha decidido assim. Pela nuca, ele enroscou o cabelo lindo e loiro dela no punho e puxou com força, fazendo a cabeça dela cair pra trás enquanto a outra mão apertava o pescoço dela. "Tô vendo você olhando pro meu pau, gatinha, mas acho que não entendeu a seriedade da nossa relação", Gerson cuspiu nos olhos aterrorizados dela. "Você devia ter pensado nas coisas antes de vir comigo hoje de manhã, me disse como tava sozinha e quanto me queria. A gente fodeu um monte de vezes e você adorou. Ficou louca com meu pauzão preto". Isso nos faz amigos-com-benefícios. Você não pode terminar as coisas do nada comigo agora porque conseguiu o que queria e tá de saco cheio. Quem decide quando nosso rolo acaba sou eu, e não vai ser tão cedo. Acho que você é uma putinha branca bem esperta, que gosta de provocar homens negros. Mas não, comigo você não brinca... você precisa ser comida por um preto. Ele soltou o pescoço dela por um instante e deu um tapa na cara dela. "Tô com sua atenção?" O tapa fez Melissa ver estrelas, enquanto ela ficava atordoada. "Você começou essa relação e agora eu sou seu namorado. Quer foder mais com seu namorado preto?" perguntou sadicamente, forçando a cabeça dela a balançar que sim. "Claro que sim. Boa garota, você vai aprender rápido a gostar que o pauzão preto do seu novo namorado encha sua bucetinha branca apertada", respondeu. Ela sentiu como se o couro cabeludo dela estivesse rasgando quando ele a arrastou pelo cabelo pelo quarto. A outra mão dele voltou ao redor do pescoço dela e sufocou a respiração dela. Ela arranhou a garganta dele por um ar precioso enquanto ele a levava pra cama como um maldito titereiro. Conseguir ar virou a preocupação principal de Melissa. Depois que ele soltou a garganta dela, ela ofegou na cama pra recuperar o fôlego enquanto ele abria as pernas dela. Ele, ansioso, inspecionou a bela buceta dela à luz do dia. Que coelhinho gostoso a loira tinha. Além de um tufo bem fininho de pelos pubianos mal aparados, a vagina dela era completamente lisa, exatamente como ele gostava das garotas. Passou os dedos pelos lábios macios dela e os abriu, revelando um rosa delicioso que combinava com os mamilos, e a parte mais sensual dela, ali para que ela sentisse o toque dele. Delicadamente, ele acariciou o clitóris dela. Gerson achou irônico como as mulheres, soberbas e negando a própria sensualidade, muitas vezes acusavam os homens de pensar com o pau. Ele achava as mulheres suscetíveis e fracas quando tocava aquele lugar especial no corpo delas. Conseguia controlar a mulher mais metida apertando o botãozinho do amor dela do jeito certo. Melissa fechou as pernas, cortando o acesso ao lugar especial dela. "Abre essas porras das suas pernas", rugiu furioso, batendo nas coxas dela até ficarem vermelhas e se abrirem de novo para ele. Montou em Melissa de costas para o rosto dela, com a coxa presa no braço para impedir que ela fechasse de novo. Ficou brincando com a buceta dela. "Não", Melissa conseguiu dizer roucamente enquanto batia nas costas dele sem efeito nenhum. Ela caiu no travesseiro frustrada enquanto ele continuava a mexer no clitóris dela. "Não, por favor, para", gritou ela balançando a cabeça de um lado para o outro. Se ao menos tivesse algo ao alcance para esmagar o crânio dele. O clitóris dela foi crescendo devagar entre os dedos dele, e um brilho suave e escorregadio que saía da vagina molhada dela o cobriu. Ela continuava soluçando, embora com lágrimas mais fracas, enquanto ele dobrava o clitóris dela para mostrar a comoção sensual dela. "Silêncio, silêncio, silêncio, isso não está te machucando", repetiu como se tentasse acalmar um bebê. "Por favor, para de mexer nele", gemeu Melissa. Uma ondulação sutil na pélvis dela que durou só um segundo indicou que a "cabecinha" entre as pernas dela estava Acordando e começando a dar o controle pra ele. Ele estimulou mais a "cabecinha" dela, despertou o interesse dela com sensações pra fazer ela pensar. "Quer que eu pare de tocar?" perguntou enquanto as ondulações involuntárias nos quadris dela aumentavam gradualmente em frequência e força por causa das batidas implacáveis dele. "É assim. Vai ser gostoso mesmo que você não queira." Ela odiava ele por fazer o corpo dela reagir assim; odiava Tomás por ter deixado ela sozinha, odiava a si mesma por deixar Gerson entrar na vida dela pra seduzi-la, e acima de tudo odiava o próprio corpo por traí-la. Ele parou de masturbar Melissa e mudou de posição. "O que você tá fazendo?" Melissa perguntou feito uma idiota. Ele encarou ela com uma ereção colossal e abriu as pernas dela de novo. Os olhos dela percorreram os músculos grandes e saltados por baixo da pele negra macia nos braços, peito e barriga dele antes de pousar no pau incrivelmente grande. Parecia um tronco de árvore comprido com um saco enorme de bolas balançando pendurado embaixo. Gerson ouviu pouco do que Melissa disse, respondendo com silêncio e um sorriso enquanto subia entre as pernas dela e alinhava a rola com a abertura dela. Só dois pensamentos reptilianos rodavam no cérebro dele, apagando todo o resto: "Tenho que foder bem essa bucetinha branca. Vou estragar ela tanto que ela só vai querer uma rola preta grande." "Não, por favor. Não posso fazer isso com você de novo. É errado. Sou casada e não tô tomando anticoncepcional..." disse ela horrorizada. "Você casou de manhã e não foi errado naquela hora. Não se preocupa, vou tirar antes de gozar." E lembra de uma coisa: "Você já tá grávida, sua foxy idiota!!! 😈" Melissa arregalou os olhos o máximo que pôde, enquanto exclamava: "Quê!!!" A cabeça bulbosa marrom do pau dele se encaixou na abertura rosa molhada dela e a alta voltagem acendeu quando os genitais se tocaram. Ela não podia fazer nada, as sensações voltaram. A droga do estupro na data transformou as lembranças de Melissa em queijo suíço. As inúmeras vezes que Gerson já tinha enchido a buceta dela com esperma negro potente depois de prometer que ia parar eram parte dos muitos buracos na memória dela. Ela só lembrava vagamente da noite anterior e das repetidas transas como vislumbres de outra pessoa. Melissa entrou em pânico do mesmo jeito. Tinha que falar alguma coisa pra impedir ele. "N-não, por favor, eu faço qualquer outra coisa. Você é grande demais pra mim." "Desculpa, gata, nada mais vai resolver. Não fui grande demais pra você de manhã. Depois que você se acostumou com meu pauzão preto, você adorou. Você ficava falando como era gostoso. Você vai se acostumar de novo porque eu preciso ter sua buceta um pouco mais." "Então coloca a camisinha..." Melissa não acreditava nas palavras que saíam da própria boca. Ela precisava falar algo pra parar ele, mas será que ela realmente só pediu pra ele colocar uma camisinha? Quão pouco isso ia melhorar a situação e quão ridículo soava, como se ela estivesse concordando em fazer isso com ele de novo, pensou. Além disso, pelo que ouviu, já estava grávida. Era uma mulher cristã casada e sexo com alguém além do marido era adultério. Ela nunca consentiria em transar com ele, mas será que já tinha feito e esquecido? "Não tenho nenhuma; nunca uso... Não é tão íntimo usar. Além disso, você não lembra de me falar ontem à noite como foi gostoso sentir meu pau na sua buceta sem borracha? Você disse que não ligava de eu não estar usando um, que era melhor assim. Quero que a gente sinta a mágica um do outro de novo, amor, sem látex." Até os canudinhos que Melissa tentou agarrar ficaram fora do alcance. As palavras dele afundaram no cérebro dela, por um segundo soaram vagamente familiares, mas diferentes das dela. Será que ela realmente disse tudo aquilo pra ele ontem à noite? Os olhos dela se arregalaram, encarando os dele com medo; a boca se abriu incrédula e as mãos apertaram com força os ombros largos dele, tentando mantê-lo afastado e como se preparando pra um acidente horrível. automobilístico. Era tarde demais pra camisinha, a esperança dela era inútil. As membranas vaginais escorregadias dela, cheias de nervos receptivos, anunciaram que o intruso enorme e desembainhado as esticava, confortável e sem problemas, deslizando contra elas. Pra desgosto dela, Melissa sentiu a enorme buceta preta do Gerson inteira, abrindo ela completamente do jeito que ele queria, sem nenhuma proteção de barreira. Com as mãos ainda inúteis segurando os ombros dele, ela manteve os cotovelos travados pra evitar que ele se acomodasse em cima dela. O peso dele ficou mais pesado quanto mais tempo ela o segurou. Os braços dela cansaram. Com ele descansando em cima dela, as mãos de Melissa finalmente largaram os ombros dele e procuraram desesperadamente um lugar estratégico pra afastá-lo. A busca não deu em nada enquanto ele enfiava mais fundo nela. "Por favor, não faz isso." "Ah, sim, sua bucetinha branca apertada é tão gostosa." Gerson tinha ficado de pau duro pulsando enquanto masturbava a Melissa, e a buceta sedosa dela agora relaxava. Melissa não queria acreditar que ele estava dentro dela, que um homem preto com um pau absurdamente grande tava fodendo ela de novo. O desprezo dela cresceu especialmente pelo Tomás. Se ela tivesse grávida do filho do Gerson, seria culpa do marido dela, por deixar ela sozinha e vulnerável. O Tommy deixou isso acontecer com ela. "Ah, ah, não", ela gritava baixinho cada vez que o pau preto enorme dele afundava nela.sexoA buceta dela se esticou toda pro pau dele. Cada estocada empurrava os lábios dela pra dentro e pra fora, dando uma mistura de desconforto e um prazer penetrante que ela nunca tinha sentido com o Tommy. Será que era por isso que ela tinha transado com ele várias vezes na noite passada? Tudo isso era errado. Ela odiava o que ele tava fazendo com ela. Por que será que tava começando a ficar bom? — "Não!! tira agora", ela implorou. "Daqui a pouco, depois que você gozar pra mim, bebê". Ele negou, esperando que ela tivesse um orgasmo acima de tudo. Melissa se recusou a ir tão longe, mas foi arrastada pra lá de qualquer jeito: o pau longo e grosso dele esfregava tantos nervos sensuais na buceta dela, incluindo o ponto doce extra sensível embaixo do clitóris, enquanto ele a fodia. "Não consigo", gritou Melissa confusa, com os olhos vidrados de lágrimas. Ela odiava ele; queria o pau dele fora dela, mas continuava se sentindo melhor... "Não, por favor!!, você disse que ia tirar agora", ela miou, os bicos dos peitos se enterrando no peito dele, a buceta apertando o pau dele, as mãos deslizando pelas costas musculosas dele. Presa em múltiplos orgasmos, às vezes parecia esquecer a oposição dela e até rebolar um pouco. A cama rangia rápida e barulhenta, como se fosse ouvida na casa toda. Às vezes os gritos da Melissa pareciam quase gemidos eróticos que aumentavam de volume. Felizmente, ninguém estava presente nesse coro sórdido. — "Ooh, ah, ah, oh, nah, ooh, não. Por favor, tira de mim."💞 "Vou tirar daqui a pouco. Não se preocupa, bebê". Ele começou a mordiscar suavemente o pescoço dela, indo em direção à orelha. "Ah, por favor, não faz isso". Ele segurou a cabeça dela com força, impedindo que ela se virasse, e a língua dele invadiu a boca dela. "Mm mph", Melissa tentou protestar. O pauzão preto dele bombeava implacável dentro dela, e então o esperma quente inundou a buceta dela mais uma vez... Melissa passou o dia inteiro como prisioneira dele, na cama dele, debaixo dele, com os efeitos persistentes da droga pra Estupro. Finalmente, depois de um tempo, eles tinham desaparecido completamente e ela se recuperou da sua misteriosa doença. Sem a euforia induzida por drogas, o horror total do que ela realmente fez com ele ficava cada vez mais claro. Como ela deixou isso acontecer? A memória de Melissa se recusava a cooperar. Quando e como eles se tornaram íntimos permanecia teimosamente ausente da sua lembrança. "Vou gozar, bebê". Ela perdeu a conta de quantas vezes aquele animal nojento já tinha feito exatamente o mesmo anúncio e gozado dentro dela. "Ah, Deus, tira dessa vez! Não goza dentro de mim de novo". O peso do corpo musculoso e gigantesco dele se levantou inesperadamente dela. Ela olhou para baixo, entre as pernas, e viu o pau longo e grosso dele saindo completamente da buceta dela. A vara dele estava encharcada. Ele não gozou dentro dela dessa vez. Ela se sentiu aliviada e, estranhamente, grata a ele. Ele se sentou montado nela, segurando o pau duro e preto na mão como um pedaço pesado de cano de ferro e batendo punheta. Ela nunca tinha visto um homem fazer isso sozinho e não conseguia parar de olhar com nojo. O pênis horrível dele de repente cuspiu nela, o esperma quente e viscoso jorrou inesperadamente no cabelo dela, no olho e nos lábios antes que as mãos dela cobrissem o rosto para os jatos seguintes. Ela sentiu a substância pegajosa continuar banhando os peitos dela e pousando no umbigo. O banho de esperma acabou. Melissa tirou as mãos do rosto enquanto ele esfregava os mamilos e os peitos dela com o semen escorregadio. Ela nunca tinha visto tanta ejaculação antes. O polegar dele tirou a poça de esperma que enchia o umbigo dela. "Abre a boca." "Não, por favor, é nojento", ela gritou, com os olhos vermelhos, inchados e cheios de lágrimas. Ele agarrou o cabelo dela e puxou como se tentasse arrancar uma plantação de ervas daninhas. "Você não queria que eu gozasse na sua buceta. Abre essa porra da sua boca, agora!" Uma gota de semen brilhava no polegar dele. Dolorida e exausta por Lutar inutilmente com ele o dia inteiro, Melissa deixou ele colocar na boca dela. "Isso mesmo, limpa tudo e engole." O rosto dela parecia que ia quebrar de nojo enquanto obedecia às instruções dele. O esperma dele era como uma ostra na língua dela. Ele limpou o resto na cara de Melissa com os dedos e deu tudo pra ela. "Essa é uma boa garota. Você vai aprender a gostar do gosto." O tempo passou e lá fora, o clima continuava o mesmo. Gerson e Melissa estavam sentados pelados no sofá, um do lado do outro, na frente da lareira fria e sem chamas, cheia de cinzas. Eles tinham ficado sem lenha, mas agora se mantinham quentes compartilhando calor corporal, junto com os fluidos corporais, que Melissa tentava desesperadamente evitar trocar com ele. "Quero meu celular de volta", comentou Melissa quase sem emoção enquanto se sentava nua com o braço em volta dos ombros dele, olhando para a lareira escura como se houvesse chamas. A mandíbula dela doía de onde ele tinha esbofeteado antes. Hematomas leves cobriam os peitos dela onde ele tinha beliscado e a bunda onde ele tinha surrado. Quando ela lutou contra as investidas dele, sofreu agressões que resultaram em sexo com ele de qualquer jeito. "Pra quem você quer ligar?" perguntou ele. Melissa olhou para baixo, "—Pra minha família." "Vou devolver mais tarde. Agora chupa meu pau mais um pouco." Ela se virou e olhou para ele com raiva enquanto a mão dele se estendia atrás do pescoço dela. "Não, não quero fazer isso de novo." "Sim, bebê. Mulher branca não se cansa de pau preto." A cabeça dela tremeu enquanto tentava se segurar e ele a puxou para perto. Ela odiava sexo oral, mas especialmente com ele. Era pecaminoso, pervertido e nojento. "Não luta", disse ele enquanto empurrava o rosto dela contra o colo dele. Essa era a terceira vez que ela fazia sexo oral nele. "Agora coloca na boca e chupa como se amasse", ele rosnou, irritado com a hesitação dela e decidido a quebrá-la de vez. Ela não queria fazer de novo. Isso, mas também não queria outra surra, então pegou a cock flácida do Gerson, ainda incrivelmente grande, na boca e começou a chupar. "Assim é melhor", disse ele, olhando para o cabelo loiro dela e relaxando a força que vinha aplicando. Ele segurou a cabeça dela e começou a acariciar suavemente suas costas macias com a outra mão. "Viu como é melhor quando você não resiste? Como é bom chupar uma cock preta grande? Não quero te machucar. Vou te amar e tratar bem se você me tratar direitinho." "Uh-huh", gemeu Melissa, com a boca cheia de cock. Ela odiava ele e aquela porra daquele falo nojento. Ela nunca ia gostar de chupar aquilo. Como uma bandeira num mastro, a cabeça dela subiu mais alto quando o órgão dele cresceu e endureceu, no fim, a glande mal cabia na boca dela e inchava sua bochecha. O lado do rosto dela logo descansou na barriga dele, perto do peito. As mãos dela seguravam o pênis imponente dele na base enquanto ela passava a língua e os lábios ao longo do eixo, lambia o capacete macio e sensível como ele tinha ensinado. Forçada a chupar a cock dele, e corrigida com força quando às vezes fazia errado, ela foi ficando cada vez melhor em algo que supostamente não gostava...

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