
Capítulo IV
Um gigante negro, de cara séria e braços musculosos.
Seu espírito calado me intrigou pra caralho.
Dava pra ver que era bem novo, mas apesar da cor, ele se destacava por uma presença forte, que impunha respeito sobre todos os caras que estavam ali.
Fiquei em silêncio, admirando ele, e de repente meu corpo foi pro fogo. Agiu por conta própria... 😭
O olhar dele era pesado, cara de poucos amigos.
Comecei a duvidar e tentar achar um jeito de voltar pra casa. Mas não sei em que momento, chamei a atenção dele e ele começou a vir na minha direção.
Me perguntou se eu tava bem, respondi tímida:
— Tô sim, obrigada...
Ele se apresentou, falou que era o Gerson.
Eu também me apresentei:
— Melissa, prazer.
Ele me olhou dos pés à cabeça e na hora me convidou pra sentar do lado dele.
Eu fui...
Aí ele começou a puxar papo comigo, eu só via os lábios dele se mexendo, não entendia quase nada, ria quando ele ria, e ficava séria quando achava que devia.
Ele podia ter me contado sobre mudança climática, futebol ou sei lá o quê, que eu ia continuar prestando a "devida atenção".
Na pele escura dele e naquele jeito tão seguro que o cara tinha. ☺️
Ele pediu uma cerveja e me perguntou algo, eu só balancei a cabeça.
E logo depois me vi com uma cerveja, cortesia do meu novo amigo.
Continuamos na mesma, ele falando e eu só escutando.
Ele perguntou minha idade, falei que tinha 38.
E era casada!!!
Ele respondeu que tinha 26.
E era solteiro...
Ele tava bem animado e eu vi mais cerveja chegando, mesmo não bebendo com frequência, naquela noite bebi sem limite.
Aí, de repente, minha mente pede pra eu vazar.
Tô num ponto onde não posso fazer nenhuma loucura.
Pensei.
Finalmente falei:
— Acho que já é tarde, né?
Preciso ir...
Tento pegar minha bolsa, e não vejo nada.
Começo a pensar: cadê ela? (Óbvio que não tava comigo)
Quando ele interrompe meu pensamento:
— Pera, o que cê tá fazendo?
— Eu vou pagar, eu que te convidei...
Ele fala franzindo a testa.
— Tá bom. digo e já vou saindo procurando a saída. Ando uns metros e ele me alcança. Me pega pelo braço e diz: —Não acredito que umas cervejinhas te deixam assim! —É que você nunca tomou algo mais forte? Ele pergunta, curioso. Vejo que os olhos dele estão mais brilhantes, ou eu que tô notando assim. Eu só balanço a cabeça negando e dou um sorriso de idiota... Aí acontece; ele me pega pelo braço e pergunta bem sensual: —Gostou? Olho pra ele apertando os olhos, pronta pra dizer: Não!! Mas minha língua, meu subconsciente ou sei lá o quê. Me trai e solto a frase super nervosa. —Não sei... 😱 Ele começa a rir, enquanto me abraça e caminha do meu lado direto de volta pra mesa. —Vamos dançar um pouco — propôs Gerson. —Pelo menos fica mais um tempinho, depois te levo pra casa na minha caminhonete. 😈 — garantiu ele. ***************************** Era 1h15 da manhã. Melissa fez cara de não estar muito convencida, mas o grandão pegou ela pela cintura e com a mão guiou ela pra pista com facilidade. A meiga Melissa sentiu a pressão daqueles dedos enormes nas costas dela. Enquanto iam pra pista de dança central, ele ia na frente e ela atrás, segurando na mão dele. Parecia uma criança do lado dele, só chegava na metade do peito dele. Era um casal bem diferente, o lugar tava cheio de clientes brancos, não tinha casais interraciais, e algumas mulheres brancas olhavam pra Melissa com preconceito... Gerson continuou dançando quando pegou ela pela cintura e olhou pra baixo, com um sorriso malvado disse: —Viu, tamos nos divertindo pra caramba... Ela olhou pra cima com cara de espanto. Uma sensação estranha atravessou a buceta dela, um formigamento. O nervosismo, o álcool, e estar dançando com um homem preto como carvão e enorme como um urso causou um calor na vulva dela e na ponta dos mamilos rosados. A música era lenta, e ele apertou ela um pouco contra o corpo e fez ela sentir um volume grande na altura dos peitos dela. Ele acariciava as costas dela com as Mãos pesadas e, a cada passo de dança, ele apertava um pouco mais o corpinho dela contra o dele. Ela, num reflexo, apoiou por um segundo sua carinha de anjo no peito de Gerson e sentiu de novo aquela eletricidade desde os peitos dela (em contato com o volume do negão) até a entrada da buceta. — "Vou um segundo no banheiro, Gerson, e depois me leva pra casa, por favor." Disse ela. — "Tá bom." Respondeu o negão com a voz de trovão, — "Vou te esperar sentado nas mesinhas ali." Apontando pro lugar. As mesinhas estavam na escuridão do local e Gerson comprou outra garrafa de vinho antes de sentar lá. Melissa entrou no banheiro feminino com as bochechas vermelhas e toda acalorada. Mijou no vaso e, enquanto se secava a buceta, uma gosma escorreu entre os pelinhos pubianos dela, sinal claro de que a xereca tava pronta. Teve que se secar de novo com mais papel higiênico. Tentou se controlar. Uma mulher madura, inteligente, mãe de 3 filhas e esposa conservadora tinha se molhado toda por um negão enorme 12 anos mais novo que ela, e preto como carvão!!!!!!!! — "O que é que eu tô fazendo?" pensou sério. Pensou em não voltar com ele, mas sabia que já eram quase 2 da manhã e que não tinha como voltar pra casa. Voltou pras mesinhas "escuras" e lá estava ele, esperando ela com uma taça cheia nova. — "Ah não!!!, eu não bebo mais — Desculpa, Gerson... — já deu pra mim." Ele pegou outra taça e já era a sexta. — "Você tá acalorada, né?" disse o negão cravando o olhar no decote da mulher pequena, onde dava pra ver a dureza dos biquinhos dos peitos. Ela tentou se cobrir, mas o homem se apressou e distraiu ela com outra coisa. — "Que anel bonito, você tá linda..." A mãozinha esquerda dela, com a aliança de casamento. Ela olha pra ele e começa a pensar em como sair dessa enrascada. Sabia no fundo que, se não parasse, o risco de ser seduzida era muito alto. Tava nessa, pensando, quando Gerson enfiou a mão por baixo do vestido de Melissa e Ela deu um pulo da cadeira. O negão acariciava a parte interna das coxas dela e se esforçava pra abrir mais e mais as pernas dela. —"Chega, Gerson!! Chega, pelo amor! Sou uma mulher casada. Não quero, por favor!!!" Ele segurou ela firme pela cintura, mostrando quem mandava, e enfiou a mão por baixo da calcinha dela, batendo de frente com o arbusto fino da sua delicada virilha. Ele puxou a calcinha de lado e esfregou habilmente o dedão na racha dela. Melissa reagiu, juntando forças e tentando se livrar dele, mas a buceta dela tava à mercê de Gerson. Bem no período mais fértil dela... Ela parou de repente, sentindo aquelas pulsações doidas, e depois tentou mais uma vez parar os avanços dele. Tirou a mão do negão de baixo do vestido e se levantou... —"Vou pra casa, isso não dá mais." —"Como quiser, gostosa, mas vou te levar em casa." Respondeu o cínico. ********************************** Gerson pediu a conta, o pessoal do bar se despede da gente, e aí ele aproveita e pega na minha mão.
😵 Só penso... Seguro a mão dele hesitando e me deixo levar. Isso não tá com cara boa, começo a pensar de novo, mas tô ferrada. Não tenho plano nenhum. Então ando do lado dele. Avancei uma quadra, e eu sentia uma embriaguez doida, me sentia tão solta. Aí, juro, deixei de ser eu mesma. E agi de um jeito totalmente diferente do meu normal. De repente, ele me levou pro carro dele, reparei que era uma caminhonete Tiida bem chique, cinza. —Pra onde vou te levar? Perguntou —Não precisa, vim acompanhada... Respondi Naquela hora; desejo de todo coração que a Marisa apareça e me tire dessa 😭 Ele soltou uma risada e falou —mas você veio sozinha, mulher! 🤣🤣 Fiquei vermelha e respondi —Não, na verdade vou encontrar minha amiga, ela me trouxe. Aí ele me olha sério e diz; —já vou indo. Eu respondo —se cuida Ele se aproximou pra se despedir de mim e me pegou pela cintura à força pra me dar um beijo na boca...💋 que instintivamente recusei, mas a força dele fazia com que eu não conseguisse me separar, não sei o que me deu, mas correspondi ao beijo abrindo um pouco a boca e colocando a língua.😱 foi então que, em questão de segundos, a sanidade voltou a mim, consegui me separar e na hora reclamei do que tinha acontecido: —“QUAL É O TEU PROBLEMA, IDIOTA?” 😡 ele, com uma risada debochada no rosto, como se soubesse que faltou pouco pra me ter à mercê dele, disse: —me desculpa, mas tava morrendo de vontade de fazer isso e, pelo que vi, você também. Explodi de raiva, porque esse comentário me pareceu bem arrogante, e respondi: —você é louco, melhor você ir pra sua casa.😠 —kkkkk —que estranha, você é loirinha... 🤷♂️ Eu, irritada, gritei: —pois não me importa e você vai embora agora, porque sou capaz de qualquer coisa! 😠😠 Não tinha terminado de falar essas palavras quando ele me pegou à força de novo e começou a me beijar novamente, me segurou pelos pulsos, me encurralando contra a caminhonete, claro que eu resisti, mas a força dele era muito maior que a minha, a ponto de me machucar. Como pude, separei minha boca da dele e gritei: —me solta, pelo amor de Deus!!! —me solta, porque vou gritar…🥺 Enquanto a gente se debatia, ele começou a beijar meu pescoço, passava a língua por toda minha bochecha até tentar beijar minha orelha, senti o hálito alcoólico dele no momento em que ele babava todo meu pescoço, a barba dele arranhava e fazia cócegas ao mesmo tempo, não sei o que me deu, nunca tinha me sentido daquele jeito, mas aquele beijo e aquela dominação sobre mim me mexeram por completo. —Não conseguia parar, meu corpo tava tão quente!!!🔥🔥 É tão bo..m✨✨ Comecei a pensar, enquanto sentia essas sensações... Infelizmente, o álcool e a tesão me traíram, me transformei naquele momento em outra pessoa, comecei a corresponder aos beijos, 💋 a gente se fundiu num beijo muito apaixonado onde nossas línguas se cruzaram e nossos lábios se mordiam, suavemente. Ele soltou minhas mãos e passou uma na minha cintura e a outra na minha bunda por cima do vestido, eu não sabia o que fazer, só deixei elas lá embaixo por uns instantes antes de passar pro pescoço dele pra me abraçar e sentir o corpo dele junto ao meu. Em segundos, ele levantou minha saia deixando minhas nádegas de fora enquanto eu acariciava os cabelos dele, naquele momento eu sabia. Tava perdida!!!😭 Ainda chegavam pequenos sinais, pensamentos de arrependimento, porque eu tava prestes a deixar de ser a esposa boa e fiel, a dama exemplar. Pra me tornar a maior das putas, enquanto ele massageava minha raba eu parei de abraçar ele e por um instante pensei em me afastar, mas de novo a putaria me traiu e longe de me afastar comecei a abrir a camisa dele e vi que ele tinha um peitoral muito trabalhado, parecia um fisiculturista, porque tinha uns peitos muito duros, esculturais e uns abdominais que pareciam bombons 😍 (era o cúmulo, aquela imagem em qualquer outro dia me daria medo, mas naquele dia, aquilo me excitava pra caralho) O cheiro dele era de macho, porque tinha dançado a noite toda, mas também cheirava a colônia masculina de muito bom gosto, comecei a passar minhas mãos por todo aquele corpo suavemente, com as pontas dos dedos explorava, enterrava minhas unhas de leve como fazendo cócegas, ele tinha os mamilos bem morenos, depois ele pegou minha mão e foi descendo até colocar na virilha dele, que já tava duríssima. E oh surpresa!!! O pau era muito grande e muito grosso, esfreguei por cima da calça, então ele abriu a caminhonete e me meteu na cabine. Continuei beijando ele, ele já tinha subido meu vestido e abaixado o sutiã até a cintura e beijava meus mamilos, chupava de um jeito muito bruto, fazia muito barulho me lambendo, minha respiração ficou muito intensa, de um lado ele aspirava o frescor e a limpeza do meu corpo banhado em desodorantes e perfumes caros, enquanto eu só conseguia sentir o hálito de vinho dele. Ele continuou Ansiosa com sua boca ávida, chupava meus peitos como um bezerro, deixando-os encharcados de saliva, mordia, sugava e lambia toda a circunferência sem deixar um centímetro sem babar. A boca dele fazia movimentos de sucção que quase arrancavam meu mamilo. De repente, ele se afastou e, eufórico, me disse: "Que peitões lindos você tem!! São uma delícia e que auréola grande você tem. 💕 -Nunca tinha provado uns peitinhos tão bons, estão divinos!!!" Apesar do tamanho dos meus seios, eles não eram caídos; pelo contrário, meus mamilos eram durinhos e rosados, e minha auréola era bem larga. Ele começou a enfiar a mão na minha calcinha fio-dental, seus dedos grossos foram abrindo caminho pela minha rachinha, quando percebi, já estavam dentro da minha bucetinha fiel. Eu estava sofrendo, mas também super quente, excitadíssima, já soltava gemidos de prazer e meus mamilos pareciam explodir de tão duros que estavam. 💕💕💕 Novamente, minha cabeça me deu um sinal, avisando que eu era uma mulher casada e que aquilo era um erro grave, mas o fogo que acendia em todo o meu corpo rapidamente tratava de sumir com qualquer sintoma de arrependimento. 🔥🔥 -Ohhhhh nãooooooo, isso não está certo, para, por favor. 💕 Falei tão pouco convincente que só consegui deixá-lo ainda mais excitado. -Sou casadaaa e amooo meu marido... - por favor, para!!! Ele beijava minha barriga baixa... -Mmmmmm 🔥🔥 Comecei a pegar fogo... Ele disse: -Qual marido? E caiu na risada, bem alto -Kkkkk 🤣 Tudo isso enquanto ele me rebolava no ritmo dos dedos e, claro, sem parar de me beijar. Naquele momento, ele se afastou, eu fiquei tipo em choque, pensei que ele tinha me ouvido e ia parar, embora, na verdade, fosse a última coisa que eu queria. Quando eu estava prestes a perder toda a dignidade e, dessa vez, ser eu mesma a me oferecer, ele desabotoou a calça e tirou uma pica grande, grossa e bem veiuda. Naquela hora, não sei por que, me senti aliviada, sabia o que vinha, mas eu por Instinto ou por pudor, por querer continuar no meu papel de mulher fiel, tapei meu rosto com as mãos, mas não fiz mais nada, não reagi, só fiquei parada esperando que ele agisse por conta própria. Ele gentilmente me pegou pelo ombro e me abaixou, eu sem dizer uma palavra e quase tremendo, desci até ficar na frente daquele pedaço de carne. Abri os olhos, vi aquilo, incrédula. Me aproximei, cheirei, e foi a última vez que ofereci qualquer resistência. Levantei o rosto e olhei nos olhos dele. — Não, isso não está certo… — falei, sem muita convicção. — Eu sei que você quer, tá bem cachorra… É todo seu, Meli, chupa ele logo, sei que você quer, não é? Sem responder sim ou não, eu disse: — Mas… sou casada e meu marido está em casa dormindo. Não posso trair ele. 😭 Dizia tudo isso sem mudar de posição, eu continuava de joelhos com o rosto na altura do pau dele, como quem não quer ir embora. Mas por causa da minha criação, eu resistia em tomar a iniciativa. Ele percebeu que eu queria engolir tudo e, usando psicologia inversa, disse: — Você tem razão, Meli, é melhor eu ir! Acho que isso não está certo! Quando ele se afastou, por instinto eu puxei ele pelas pernas, como se me arrependesse do que tinha dito. O que eu fiz foi a autorização para minha perdição. Ele só sorriu, como se pensasse que tinha funcionado, e disse: — Viu só? Você também quer, mas se faz de santa! Dito isso, não hesitei mais. Ele sabia que me tinha na mão e que não havia volta. Me puxou pelo cabelo com violência e me aproximou do pau dele, que já estava escorrendo um monte de líquido pré-seminal. Deixou ali por um momento, a uns 5 centímetros dos meus lábios e nariz. Ele queria que eu me atrevesse. Eu entendi o recado e coloquei a língua para fora, aproximei da cabeçona dele, que parecia que ia explodir. Senti na ponta da língua e me afastei. Um fiozinho do líquido viscoso era a única coisa que nos unia. Levei a língua para dentro da boca e comecei a saborear. Fiquei assim por uns instantes, sem dizer ou fazer nada. Ele me perguntou: — Gostou, gostosa? Não Não respondi nada, só tirei minha língua de novo e, em movimentos circulares, comecei a salivar a cabeça dele. Depois, enfiei tudo na boca, tirei e, com a língua, passei por todo o pau até chegar nas bolas dele. O cheiro era de suor bem forte, bem másculo. Quando meu marido cheira assim, mando ele lavar na hora, mas, longe de me incomodar, aquele cheiro me deixava louca, me fascinava. Chupei ele por uns dois minutos, chupando, beijando, batendo uma punheta. Eu odiava chupar o saco do meu marido porque não curto a sensação dos pelos na minha boca e nariz. Ele não pediu, ele mandou, e eu, obediente, passei minha língua toda naquela peluda volumosa dele. Enquanto isso, ele ficava puxando meus mamilos.
Eu já estava como que possuída, num outro mundo, um mundo desconhecido pra mim, um mundo de perversão e selvageria. Aí teve um barulho. Enquanto eu continuava sem me mexer, ele parou e me mandou parar também, aí ele se afastou, eu não sabia o que fazer, porque por um lado eu achava que era melhor ele ir embora logo, mas por outro eu queria que aquela pica enorme me fizesse sua. Ele abotoou a calça e a camisa e disse: — Me espera, vamos pro lugar onde eu tô ficando. Eu de joelhos, com os peitos de fora, a bunda no ar e a boca e a buceta bem molhadas, só balancei a cabeça igual uma putinha dizendo sim pro seu dono. Aí ele ligou a caminhonete e seguiu seu rumo. Eu tava em choque, não acreditava no que tava acontecendo, naquele momento a única coisa que passava pela minha cabeça era em que enrascada eu tinha me metido. *************************************** Enquanto isso, no local, uma Marisa furiosa não parava de xingar o idiota do Rubén Plancarte. — Imbecil!! Você deixou ela ir... Envergonhado, ele olhava pra todo lado, sem desconfiar que, pouco antes, Melissa tinha estado ali...
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