Bom, tudo foi há umas duas semanas, fui na casa desse meu amigo, na casa dele. Não sou muito próximo desse amigo, mas quando dá, eu encontro com ele. Era a primeira vez que ia na casa dele, tava meio nervoso, porque ele tinha me falado pra não prestar muita atenção na irmã dele, nem na mãe, porque elas estavam meio malucas, segundo ele, já que fazia pouco tempo que os pais tinham se separado e isso tinha afetado elas pra caralho.Bom, cheguei na casa dele e a gente começou a conversar. Na hora não tinha ninguém, a irmã e a mãe dele tinham ido no supermercado. Depois de um tempo batendo papo, a gente entrou na piscina, porque tava um calorão. Ficamos lá uns 40 minutos, aí eu falei que tava afim de fazer outra coisa, tipo brincar com o cachorro dele ou ir jogar um pouco no clube. Ele topou e foi se trocar. Foi quando ouvi o barulho de um carro — era a mãe e a irmã dele voltando do mercado.
A irmã dele chegou no quintal onde tava a piscina e me cumprimentou super de boa. Uma mina muito gostosa, cabelo loiro, olhos castanhos, uma bunda linda e uns peitões bons, mas não era algo que me deixasse excitado. Só que quando a mãe veio me cumprimentar, pensei: se essa mulher for doida, eu dou um jeito nela com a pica...
Era uma mulher linda demais. Tinha uma cabeleira loira comprida, olhos verdes, uma bunda redonda e maravilhosa, e um par de peitos de silicone que, pros 40 anos que ela tinha, tava muito bem conservada. Pelo que meu amigo me contou, ela malhava direto na academia e corria.
Não ajudou nada que a Evangelina, a mãe do meu amigo, tava usando uma calça jeans super apertada, uns sapatos que deixavam a bunda dela ainda mais gostosa, e uma camisa meio aberta que mostrava parte do sutiã e dos peitos. Na hora, eu fiquei de pau duro. A Eva, já grandinha, percebeu, só deu uma olhada de canto pro meu pau, mas não comentou nada.
A tarde passou rápido. Fomos jogar um futebol e depois voltamos pra casa dele. Ele me convidou pra dormir lá, porque minha casa era longe e a gente tava muito cansado. Aceitei, sem problema. Ele só comentou que se eu ouvisse gente gritando, podia ser a mãe dele transando com algum cara, ou a irmã com o namorado, mas pra não me preocupar muito. Levei a dica na boa.
Lá pela meia-noite, acordei ouvindo barulho de gente gritando. Quando escutei, já imaginei que era a mãe dele. Com as tetas plásticas dela e a bunda gostosa, transando ou chupando uma boa piroca, pra depois gozar na cara dela, isso me deu uma vontade do caralho de bater uma punheta. Então, fui devagar pro banheiro dela, tentando não fazer muito barulho.
Quando entrei no banheiro, comecei a me masturbar, batendo forte e rápido. Já tinham passado uns 10 minutos até eu conseguir gozar.
Era hora de voltar a dormir, pensando que não tinha nada lá fora, não subi a calça até abrir a porta, mas pra minha surpresa, a Evangelina estava do lado de fora, vestindo um short jeans e uma regata preta justa, que deixava a barriguinha dela um pouco aparecendo, mas principalmente os peitões enormes e lindos dela.
— O que você tá fazendo com a piroca de fora? — ela perguntou.
Diante dessa situação, só consegui ficar vermelho e pedir desculpas, mas a Eva respondeu:
— Cê acha que eu não percebi que você tava batendo uma punheta, mano? E que hoje à tarde eu não notei que sua piroca subiu quando você viu meus peitos? Tenho 40 anos, moleque, você mal tem 21, eu sei que você ficou de pau duro e bateu uma pensando em mim.
Com isso, não soube o que fazer, só consegui dizer:
— Cê tem razão, Eva, fiquei excitado, você é uma mulher muito gostosa pra sua idade.
E ela falou:
— Beleza, mano, sim, eu sei que sou toda gostosa, mas você não precisa fazer essas coisas na casa dos outros, entendeu?
— O que você quer que eu faça? Se você é toda gostosa e fica mostrando tudo, sempre.
Ela respondeu: em vez de bater uma punheta, você me avisa que tá com muito tesão, e eu te mostro no que sou boa…
Aí ela me pegou pela piroca, que nessa hora já tinha subido de novo, e me levou assim, com o pau pra fora e a calça na altura do joelho, até o quarto dela. Quando entrou, trancou a porta pra ninguém entrar. Eu tava pasmo, sem saber o que fazer.
— Não conta nada pro meu filho, você me parece um moleque muito bonito, é um mano, mas nem por isso vou ficar me tocando quando posso te comer.
Então ela se jogou na cama de casal dela e, com um pulo, montou em cima de mim, dizendo: — a vamos ver como é teu pau, gatinho, capaz que seja a primeira vez mas não a última.
Aí ela cuspiu na cabeça do meu pau e começou a me masturbar pra lubrificar um pouquinho, depois, aos poucos, foi enfiando na boca dela. Ela chupava muito bem, entrava e saía da boca, e deixou ele todo babado, bem lubrificadinho, e durasso, que já não aguentava mais.
Ficamos assim uns minutos, e aí ela falou:
— Cara, tu tem o melhor pau que já provei na vida, mas vamos ver se tu sabe usar.
Então ela tirou o short e a camiseta, ficou de roupa íntima, usava um sutiã preto e uma calcinha linda.
Tirou a calcinha e mostrou a buceta linda dela, depiladinha e muito bonita, aí se jogou em cima de mim e, enquanto segurava meu pau bem forte, foi sentando nele.
Até que com força ela desceu e começamos a foder, bom, na verdade ela me fodendo, cavalgava meu pau de um jeito inimaginável pra uma mulher da idade dela, e gritava de prazer. Depois de ficar assim, cavalgando meu pau, ela ficou de quatro e falou:
— Mete onde tu mais gostar, sou toda sua por esta noite, gato lindo.
Eu sempre tive o fetiche de sexo anal, e com uma mulher assim, que se entregava desse jeito, não podia perder a chance, então cuspi na palma da mão e, como se fosse lubrificante, passei na cabeça do meu pau, e fui enfiando devagar no cu da Evangelina. Ela gemia de prazer, nós dois estávamos adorando.
Até que depois de 10 minutos arrombando o cu dessa milf gostosa, ela começou a se tocar. Gozou muito rápido, aí falou:
— Goza nos meus peitos ou na cara, gatinho, já não aguento mais, meu cu tá doendo pra caralho.
Tirei meu pau do cu dela, e ela se ajoelhou na minha frente, e com a mão direita começou a me bater uma punheta bem forte, tão forte que até doía, e depois de um tempinho batendo uma, gozei tudo nos peitos lindos dela. Depois disso, ela arranhou meu peito e falou:
— Gatinho, vem todas as noites que quiser, eu fico sozinha, e Você pegou tão bem, que quando quiser, a gente repete.
A irmã dele chegou no quintal onde tava a piscina e me cumprimentou super de boa. Uma mina muito gostosa, cabelo loiro, olhos castanhos, uma bunda linda e uns peitões bons, mas não era algo que me deixasse excitado. Só que quando a mãe veio me cumprimentar, pensei: se essa mulher for doida, eu dou um jeito nela com a pica...
Era uma mulher linda demais. Tinha uma cabeleira loira comprida, olhos verdes, uma bunda redonda e maravilhosa, e um par de peitos de silicone que, pros 40 anos que ela tinha, tava muito bem conservada. Pelo que meu amigo me contou, ela malhava direto na academia e corria.
Não ajudou nada que a Evangelina, a mãe do meu amigo, tava usando uma calça jeans super apertada, uns sapatos que deixavam a bunda dela ainda mais gostosa, e uma camisa meio aberta que mostrava parte do sutiã e dos peitos. Na hora, eu fiquei de pau duro. A Eva, já grandinha, percebeu, só deu uma olhada de canto pro meu pau, mas não comentou nada.
A tarde passou rápido. Fomos jogar um futebol e depois voltamos pra casa dele. Ele me convidou pra dormir lá, porque minha casa era longe e a gente tava muito cansado. Aceitei, sem problema. Ele só comentou que se eu ouvisse gente gritando, podia ser a mãe dele transando com algum cara, ou a irmã com o namorado, mas pra não me preocupar muito. Levei a dica na boa.
Lá pela meia-noite, acordei ouvindo barulho de gente gritando. Quando escutei, já imaginei que era a mãe dele. Com as tetas plásticas dela e a bunda gostosa, transando ou chupando uma boa piroca, pra depois gozar na cara dela, isso me deu uma vontade do caralho de bater uma punheta. Então, fui devagar pro banheiro dela, tentando não fazer muito barulho.
Quando entrei no banheiro, comecei a me masturbar, batendo forte e rápido. Já tinham passado uns 10 minutos até eu conseguir gozar.
Era hora de voltar a dormir, pensando que não tinha nada lá fora, não subi a calça até abrir a porta, mas pra minha surpresa, a Evangelina estava do lado de fora, vestindo um short jeans e uma regata preta justa, que deixava a barriguinha dela um pouco aparecendo, mas principalmente os peitões enormes e lindos dela.
— O que você tá fazendo com a piroca de fora? — ela perguntou.
Diante dessa situação, só consegui ficar vermelho e pedir desculpas, mas a Eva respondeu:
— Cê acha que eu não percebi que você tava batendo uma punheta, mano? E que hoje à tarde eu não notei que sua piroca subiu quando você viu meus peitos? Tenho 40 anos, moleque, você mal tem 21, eu sei que você ficou de pau duro e bateu uma pensando em mim.
Com isso, não soube o que fazer, só consegui dizer:
— Cê tem razão, Eva, fiquei excitado, você é uma mulher muito gostosa pra sua idade.
E ela falou:
— Beleza, mano, sim, eu sei que sou toda gostosa, mas você não precisa fazer essas coisas na casa dos outros, entendeu?
— O que você quer que eu faça? Se você é toda gostosa e fica mostrando tudo, sempre.
Ela respondeu: em vez de bater uma punheta, você me avisa que tá com muito tesão, e eu te mostro no que sou boa…
Aí ela me pegou pela piroca, que nessa hora já tinha subido de novo, e me levou assim, com o pau pra fora e a calça na altura do joelho, até o quarto dela. Quando entrou, trancou a porta pra ninguém entrar. Eu tava pasmo, sem saber o que fazer.
— Não conta nada pro meu filho, você me parece um moleque muito bonito, é um mano, mas nem por isso vou ficar me tocando quando posso te comer.
Então ela se jogou na cama de casal dela e, com um pulo, montou em cima de mim, dizendo: — a vamos ver como é teu pau, gatinho, capaz que seja a primeira vez mas não a última.
Aí ela cuspiu na cabeça do meu pau e começou a me masturbar pra lubrificar um pouquinho, depois, aos poucos, foi enfiando na boca dela. Ela chupava muito bem, entrava e saía da boca, e deixou ele todo babado, bem lubrificadinho, e durasso, que já não aguentava mais.
Ficamos assim uns minutos, e aí ela falou:
— Cara, tu tem o melhor pau que já provei na vida, mas vamos ver se tu sabe usar.
Então ela tirou o short e a camiseta, ficou de roupa íntima, usava um sutiã preto e uma calcinha linda.
Tirou a calcinha e mostrou a buceta linda dela, depiladinha e muito bonita, aí se jogou em cima de mim e, enquanto segurava meu pau bem forte, foi sentando nele.
Até que com força ela desceu e começamos a foder, bom, na verdade ela me fodendo, cavalgava meu pau de um jeito inimaginável pra uma mulher da idade dela, e gritava de prazer. Depois de ficar assim, cavalgando meu pau, ela ficou de quatro e falou:
— Mete onde tu mais gostar, sou toda sua por esta noite, gato lindo.
Eu sempre tive o fetiche de sexo anal, e com uma mulher assim, que se entregava desse jeito, não podia perder a chance, então cuspi na palma da mão e, como se fosse lubrificante, passei na cabeça do meu pau, e fui enfiando devagar no cu da Evangelina. Ela gemia de prazer, nós dois estávamos adorando.
Até que depois de 10 minutos arrombando o cu dessa milf gostosa, ela começou a se tocar. Gozou muito rápido, aí falou:
— Goza nos meus peitos ou na cara, gatinho, já não aguento mais, meu cu tá doendo pra caralho.
Tirei meu pau do cu dela, e ela se ajoelhou na minha frente, e com a mão direita começou a me bater uma punheta bem forte, tão forte que até doía, e depois de um tempinho batendo uma, gozei tudo nos peitos lindos dela. Depois disso, ela arranhou meu peito e falou:
— Gatinho, vem todas as noites que quiser, eu fico sozinha, e Você pegou tão bem, que quando quiser, a gente repete.
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