Minha namorada se confessa (Karen 02)

Antes eu contei pra vocês como eu e minha mina transamos na frente do Roberto, logo depois de uma noite de festa. Naquela ocasião, quando só restavam nós três no apê, a Karen subiu com o Roberto pro quarto dele, porque ele ia emprestar umas roupas mais confortáveis pra ela dormir. Naquela noite, não pensei nada, mesmo eles tendo demorado mais de meia hora pra descer.

Antes de continuar, quero compartilhar um pouco mais da nossa relação. Eu e a Karen sempre fomos muito sexuais, desde que nos conhecemos. Era a nossa linguagem, a nossa marca. A gente se amava, e muito. Sempre tivemos confiança e a comunicação era muito boa. Éramos intensos em tudo.

O Roberto, por outro lado, era do meu grupo de amigos da faculdade. A festa onde tudo aconteceu era o aniversário dele. Ele é moreno, tem 1,75 m de altura, não é gordo, mas é mais pesado que eu. A Karen tinha muito carinho por ele. Fazia quase um ano que ele tinha terminado com a namorada, com quem teve um relacionamento de uns dois anos. Então, a gente tentava evitar que nosso amigo ficasse na bad. Saíamos muito com ele.

No dia seguinte, na casa da Karen, depois de conversar sobre o que rolou na noite anterior (conversa que deixou nós dois com muito tesão), notei que a Karen estava meio séria, quieta. Perguntei se tinha alguma coisa, ela não respondeu na hora. De repente, ela virou e me encarou bem nos olhos, mordendo os lábios.

— O que foi, love? — perguntei, meio sério.

— É que... — ela começou a falar devagar e pausadamente — Quero te contar uma coisa, mas não quero que você fique puto.

Na hora, eu soube que aquilo tinha a ver com a noite anterior, quando ela e o Roberto subiram pra trocar de roupa.

Olhei pra ela, intrigado, sorri e perguntei:

— Você fez alguma coisa com ele?

Enquanto esperava a resposta, meu corpo começou a tremer. Não sabia o que tava rolando comigo, era o mesmo tremor que senti na noite anterior. Queria ouvir que não tinha rolado nada, que eles só tinham se trocado cada um no banheiro, ou em outro quarto. Mas no fundo, uma parte de mim tava morrendo de vontade de ouvir que eles tinham tido algum tipo de aventura no quarto do Roberto. Era uma sensação nova, tava me excitando e eu tava louco pra escutar ela.

- Bom... você não vai ficar bravo se eu contar? - ela perguntou.

- Claro que não, amor, adoro que você confie em mim - falei enquanto beijava ela de leve, como um sinal de confiança. - Sabe que pode me contar qualquer coisa.

Depois de alguns segundos, perguntei se tinha rolado algo entre ela e o Roberto.
Aí ela ficou séria e começou a falar.

- Talvez... só um pouquinho.

Então continuei beijando a carinha dela com carinho, e pedi pra ela me contar. Karen fechou os olhos e falou bem devagar, como se pensasse em cada palavra que saía da boca dela.

- Bom, lembra que eu te falei que achava seu amigo meio deprimido? Falei que queria ajudar ele - era verdade, ela tinha dito isso bem antes de sair de casa pra ir pra festa do Roberto.

- Tá bom, coração, lembro sim. - falei num tom suave.

Naquele momento, ela começou o relato dela. Me contou que, ao subir as escadas, foram pro quarto do Roberto, e ele começou a procurar no armário alguma roupa que pudesse emprestar pra ela, enquanto ela esperava sentada na cama. A luz do corredor e a luz da rua que entrava pela janela iluminavam o quarto, então nenhum dos dois tinha acendido a luz. Roberto achou uma camiseta e um short, entregou pra Karen, enquanto ele ia pro banheiro. Ela aproveitou pra se despir.

Quando Roberto voltou pro quarto, minha namorada tava de pé ao lado da cama, nua da cintura pra cima. Eu imaginei o torso pálido dela, os peitinhos pequenos enfeitados por dois biquinhos rosados, podia jurar que nessa hora eles já tavam bem durinhos. Karen tava prestes a tirar a calça, quando viu o Roberto e sorriu pra ele, mas não parou nem por um segundo (como eu já contei antes, a Karen não costuma não ter nenhum tipo de pudor quando se trata da própria nudez).

Assim que tirou a calça, ficou na frente do Roberto, só de tanguinha preta.

- Seu amigo não sabia o que fazer, achei uma graça e uma ternura o jeito bobo dele. – ela me disse, um pouco mais relaxada.

Soltei um sorrisinho.

Karen perguntou ao Roberto se ele não ia trocar de roupa.

- Aqui? – perguntou Roberto, nervoso.

- Hahahaha, claro, bobo – respondeu minha mina, zoando – não vou te estuprar.

Enquanto ele tirava a roupa, Karen pegou a camiseta e vestiu.

- Prefiro dormir leve – disse ela, jogando o short na cama, e logo em seguida começou a tirar a tanguinha por baixo da camiseta e a colocou no criado-mudo.

Roberto não dizia nada, só olhava e sorria enquanto tirava a camisa.

Então ela se aproximou do Roberto, de um jeito seguro e natural, perguntou se ele precisava de ajuda e, sem dizer mais nada, começou a tirar o cinto dele.

Assim que soltou o cinto, jogou no chão, depois desabotoou a calça dele e foi descendo junto com a cueca. Pra fazer isso, teve que dobrar as pernas, e o pau do Roberto passou bem perto do rosto e do cabelo dela. Depois, Karen sentou na cama, olhando fixo pro membro do Roberto.

Segundo a Karen (que se deu ao luxo de me dar detalhes), o pau do Roberto tinha uns 18 cm, bem grosso, as veias saltadas, com a cabeça coberta pela pele. Era definitivamente mais comprido e grosso que o meu, só que eu sou circuncidado.

Karen olhava praquele pau semi-duro, depois encarou o Roberto.

- Sabe que somos amigos – ela disse – Conversei com o Antonio e, verdade, a gente sabe que você tá passando por uma fase ruim, te entendo. E... então, queria te ajudar.

- Me ajudar? Como? – perguntou meu amigo sem jeito.

- Posso? – disse Karen enquanto pegava o pau do Roberto com uma mão e as bolas com a outra.

Roberto não disse nada, então ela começou a masturbar ele devagar, enquanto ele a observava. Karen massageava as bolas enquanto deslizava o couro morno pra cima e pra baixo na cabeça do pau.

- Faz quanto tempo que você não come alguém? – perguntou Karen, sabendo que Roberto tava solteiro há um tempinho.
- Umas par de meses – respondeu ele.

Karen continuava no serviço dela, rapidamente começou a pegar o ritmo. A respiração de Roberto foi acelerando, os olhos dele fechavam, enquanto Karen ficava atenta. Feito uma profissional.

Depois de uns minutos, a intensidade e o ritmo tinham acelerado pra caralho, Karen tinha o pau perto da cara dela, Roberto fechava os olhos respirando pesado. Num instante, o pau de Roberto começou a endurecer ainda mais, tava mais quente ainda, a cabeça, o tronco e as mãos de Karen tavam molhadas do esperma que já tinha começado a vazar de Roberto. Por experiência, Karen sacou que nosso amigo tava prestes a gozar.

Karen me disse que nessa hora ela tava super tesuda e molhada, mas que não era a intenção dela transar com Roberto (embora ela confessou que tava com muita vontade de chupar aquele pau). Ela não queria que Roberto sujasse o cabelo dela, a cara ou a roupa, então pensou em parar, mas não queria interromper ele, via a cara de prazer dele e isso a motivava, além disso, naquela hora ela tava com vontade de sentir a gozada de Roberto.

Como normalmente faz comigo, resolveu abrir a boca e esticar a língua, pra deixar Roberto gozar dentro dela.

Segundos depois, ouviu um gemido profundo, seguido de uma exclamação.

- Já, vou gozar – foi tudo que ele disse, dois segundos antes de começar a jorrar.

Karen parou de masturbar ele, levou as mãos pras nádegas de Roberto, colocou a língua debaixo da cabeça do pau, abriu a boca e começou a sentir os tiros de porra na boca e na garganta dela, sentiu o cheiro e o gosto ácido que começavam a inundar a boquinha dela. Deixou Roberto terminar à vontade. Quando os tiros acabaram, Karen engoliu a porra, olhou nos olhos dele, e depois ela colocou o pau do Roberto de volta na boca, mas dessa vez fechou os lábios, prendendo a ainda dura piroca do meu amigo.

Então, tão ou mais tesuda que ele, começou a chupar o pau dele, limpando tudo, passando a língua por todo o tronco, empurrando o saco pra trás, liberando a cabeça, chupando e enfiando de novo até a garganta, fazendo de tudo pra engolir o pedaço inteiro do Roberto.

Sei muito bem que Karen adora oral, pode passar um tempão nisso. Segundo ela, ficou um bom tempo chupando o pau do meu amigo. Quando terminou, levantou e ficou de pé na frente dele, os dois sorriram. Ninguém disse nada. Karen foi pro banheiro e depois desceu de novo pra sala, onde eu esperava: namorado, amigo e agora corno.

Ao ouvir essa história, meu pau endureceu na hora, dava pra ver e ouvir na mente a cena toda: o som dos lábios da Karen, a saliva, os engasgos, os mesmos sons de quando ela chupa o meu pinto. Quase certeza que naquele momento eu poderia ter gozado sem me tocar, mas nessa altura já não tinha nem uma gota de porra.

Não sei como, mas a gente transou de novo, era amor e luxúria no máximo, nunca tinha me sentido assim na vida.

Depois que a sessão acabou, conversamos mais de boa. Ela me disse que já tinha em mente ajudar o Roberto, porque sentia uma certa tristeza desde que soube que ele e a namorada tinham terminado. Então ficou meses com a ideia na cabeça de ajudá-lo a se satisfazer se fosse preciso.

E assim começou uma fase de loucuras com nosso amigo Roberto.

Na próxima história, quero contar a primeira vez que o Roberto comeu a Karen.

Abraços

7 comentários - Minha namorada se confessa (Karen 02)

Muy bueno, muy hoy, que suerte, disfruten mucho. Saludos