Exibindo minha namorada gostosa (Karen 01)

Boa noite

Sou um grande leitor de contos eróticos, meio que um voyeur de histórias, prefiro isso ao pornô, porque assim sou eu quem reconstroi a cena a partir do que é narrado e da minha própria imaginação.

Pois bem, hoje resolvi escrever minhas experiências, acho que tenho mais de um par pra contar.
Vou aproveitar pra dizer que todas são reais, só vou mudar os nomes e talvez alguns lugares ou detalhes se isso colocar em risco o anonimato dos meus parceir@s de aventuras. Se um dia eu escrever sobre alguma fantasia, vou deixar claro no início do relato.

Meu nome é Antonio, tenho 35 anos, sou solteiro e moro na Cidade do México.

A primeira história que vou contar é uma das tantas que vivi com minha última namorada. Conheci ela quando eu estava terminando a faculdade e ela tinha acabado de entrar, 21 anos, magrinha, pele branca, 1,62 m, peitos pequenos, cintura fina e um rabo grande e redondo. Tinha olhos claros e uma carinha de menina bem mais nova. O que eu mais gostava nela era o sorriso, tão solto, sincero e expressivo. Alguém lembra da Sininho (Tinker Bell) da Disney? Não tem descrição melhor, só imagina ela com cabelo preto.

Nos 8 anos de relacionamento, vivemos muitas cenas quentes, ela era uma menina livre, sem frescura, com uma mente aberta típica de uma jovem universitária. Nunca ficava calada, com uns toques feministas, era a “rebelde” do meu grupo de amigos.

Ela tinha um gosto especial por vinho tinto, além de um gosto negado por exibicionismo (disfarçado de inocência), que aumentava quando bebia. Por exemplo, como tinha pouco peito, geralmente evitava usar sutiã, então quando usava blusas decotadas e se abaixava, dava pra ver os peitinhos e os mamilos rosados sem problema nenhum; além disso, era comum os mamilos aparecerem pela blusa; aliás, Karen preferia usar regatinhas ou Sem sutiã. Praticamente todos os meus amigos e os amigos deles já conheciam os peitinhos pequenos da Karen.

Quando as cenas de exibicionismo já estavam muito óbvias (geralmente acontecia com certas blusas), eu fingia cuidar dela e avisava discretamente o que rolava, e ela tentava se ajeitar desajeitadamente na roupa, sempre com resultados que duravam pouco. Digamos que nunca foi um problema pra ela mostrar a nudez se a ocasião pedisse.

A cena que me vem à mente e que quero contar aconteceu na festa de um dos meus melhores amigos, o Roberto. A típica festa universitária: álcool, amigos, álcool, desconhecidos, álcool, música, mais álcool... A Karen tava usando uma blusa verde de manga longa com decote em "V", uma calça de veludo azul claro, quase cinza, fininha, que apesar de ser meio folgada, se ajustava e marcava a cinturinha dela e a redondeza da bunda, deixando tudo bem chamativo e gostoso de olhar.

A festa foi até quase 2h da manhã, quando todo mundo já tinha ido embora, e ficamos só eu, meu amigo Roberto e a Karen. Sentados com uma luz fraca e música suave de fundo, a gente batia papo sobre o que rolou na festa. A Karen, sentada do meu lado, cruzou as pernas em cima das minhas e se aninhou no meu pescoço. O Roberto, no sofá da frente, com a bebida na mão, ficava olhando pra gente enquanto falava sobre uma mina que conheceu naquela noite.

A Karen começou a ficar com sono. Naquela noite, ela não tinha enchido a cara, só tinha bebido o suficiente pra "relaxar". Então ela sussurrou no meu ouvido que queria dormir. Falei pra ela dormir ali mesmo, porque eu queria continuar conversando com meu amigo. Ela concordou, mas disse que não conseguia dormir com aquela roupa (normalmente ela dormia só com uma camiseta largona, sem nada por baixo). Pedi pro meu amigo se ele podia emprestar uma camiseta velha pra Karen. Ele topou e disse que ia no quarto dele buscar. A Karen falou que ia com ele pra se trocar, então os dois subiram as escadas.

Vale deixar claro que Essa foi uma das primeiras experiências que tive com a Karen, então não desconfiei de nada quando demoraram pra voltar. Aproveitei pra tirar minha camisa e calça, ficando só de cueca e regata. Tava um calor dos infernos.

Não sei dizer quanto tempo demoraram, pode ter sido meia hora, ou até mais. Primeiro desceu a Karen, vestida só com uma camiseta branca que batia no meio da coxa e umas sandálias visivelmente maiores que o pé dela. Desceu as escadas com cara de cansada, chegou perto de mim sem falar nada, colocou uma almofada no meu colo e se deitou, deixando a cabeça cair sobre ela. Passei a mão na cintura dela, acariciando de leve.

Cinco minutos depois desceu o Roberto de escada, de pijama. Sentou de novo na nossa frente e a gente começou a conversar de novo.

Enquanto a gente batia papo, eu tinha uma mão na cintura da Karen, acariciando devagar. Quase sem perceber, num ritmo próprio, minha mão foi subindo a camiseta dela aos poucos. A vista do Roberto era uma delícia, via as pernas nuas da Karen e, aos poucos, a cintura dela que ia aparecendo cada vez mais.

Poucos minutos depois, minhas carícias iam subindo a camiseta por cima da cintura dela. Num momento, ela virou o rosto na minha direção e começou a me beijar. O Roberto sacou a situação e se levantou com a desculpa de catar um pouco da bagunça que a festa deixou.

Os beijos foram ficando mais safados, dava pra ver que a Karen tava muito excitada. Finalmente, subi a mão até a bunda dela e descobri que ela não tava usando a calcinha fio dental que usou naquela noite. Na hora, não pensei em nada, só sentia uma ereção e umas cócegas estranhas no corpo, uns tremores que me agitavam de leve (era a primeira vez que sentia isso). Passei a mão na bunda redonda dela, descobrindo tudo, e ela se ajeitou, ficando totalmente de barriga pra cima, abrindo de leve as pernas brancas.

Minha mão acariciava as coxas dela, devagar, apertando de leve. de vez em quando. Quando cheguei na sua púbis, comecei a brincar com os lábios da buceta dela, devagar, com um dedo desenhando o contorno, me aproximando aos poucos da entrada dela, depois, com dois dedos tocava o início da buceta molhada, aí com os dois dedos molhados subia e abria os lábios dela, pra depois descer de novo e enfiar um pouquinho, cada vez um pouco mais. Voltava e acariciava a parte interna das coxas dela, apertando de leve, subia os carinhos até os joelhos, mal tocando, pra depois voltar pra buceta dela. Sabia que isso deixava ela louca, percebia pela respiração dela e pela umidade nos lábios.

Nesse ponto era natural que a Karen abrisse cada vez mais as pernas. Nessa altura a buceta dela era uma poça que recebia sem problema meus dedos, que se abriam caminho uma vez e outra. A gente tava num transe, hipnotizados, tínhamos esquecido do Roberto (ou não?). A cena da minha mão brincando com a buceta depilada dela, era emoldurada pelas pernas dela flexionadas e abertas, visão espetacular pra um único e sortudo espectador.

— E o Roberto? — Perguntou a Karen, parando o ritual de beijos e me olhando fixo nos olhos com o sorriso safado dela. Sem me deixar responder, ela ergueu o rosto procurando ele, encontrando ele encostado na parede que separa a sala de jantar da cozinha, a uns dois metros da gente. Nós dois vimos ele, ali, coberto de sombras, olhando o show, apertando o pau duro dele por cima da pijama.

Os beijos continuaram, a Karen decidiu tirar a camiseta de vez, me beijava segurando minha nuca, assumindo uma atitude ativa e dominante. Num momento ela se levantou e tirou minha cueca e camiseta. Foi se abaixando, me beijando o peito, barriga e virilha, tudo enquanto acariciava meu pau duro, já com vestígios de líquido pré-gozo; ela aproximou o rosto do meu pau, se colocando de quatro no sofá, inclinando a cara e o peito, separando levemente as pernas e levantando a bunda na direção do Roberto. Só podia imaginar a visão: a buceta aberta e A buceta molhada da Karen, apertada entre as bundas grandes e redondas dela. Vi o Roberto sem calça, com o pau na mão, se masturbando, olhando (ele tinha um pau maior que o meu e sem circuncisão).

A Karen começou um boquete de lascar, passava a língua na minha glande, enfiava todo o meu pau até a garganta, parecia atriz pornô na frente das câmeras. Eu inclinava a cabeça pra trás e segurava o cabelo dela, empurrando de vez em quando pra ela meter tudo na boca. Depois de um tempo, ela montou em mim, enfiando meu pau na buceta dela. Rebolava em círculos, obviamente dando um show pro nosso amigo. Minha mina virava pra olhar ele, parecia querer garantir que o espectador tava ligado (e como não estar?). Aí acelerava o movimento.

O Roberto chegou perto da gente, com o pau na mão, aumentando a velocidade da mão dele.

O fato de estar exibindo minha mina, dela ser o centro das atenções, me deixava muito tesudo, queria que meu amigo visse como ela transava gostoso, ela era minha atriz pornô pessoal, e eu tava exibindo ela. Eu me agarrava nos peitos dela, chupando igual um louco, depois lambendo os bicos. Segurava a bunda dela, subindo e descendo ela no meu pau.

Depois de um tempo transando, gozei dentro dela, foi uma gozada muito forte, ela apertou com as paredes da buceta dela, as paredes alargaram, me lembrava quando os cachorros ficam grudados depois de transar, exatamente assim, preso pela buceta da minha mina. Sentia espasmos no meu pau, não sabia se eram meus ou dela, se misturavam.

Não posso dizer que foi o sexo mais longo da minha vida, mas com certeza um dos mais quentes. Quando acabou, a Karen sorriu pra mim e me beijou com carinho. Levantou e foi pro banheiro. Eu não me mexi do sofá, o Roberto sentou do meu lado. Continuava com uma puta ereção.

— Que gostosa sua mina, filho da puta. — Disse o Roberto enquanto acariciava o pau dele.

— É, mano — falei fechando os olhos e jogando a cabeça pra trás — e foda. Foda pra caralho."
"É, já vi", disse Roberto.
Nós dois rimos.

Quando Karen saiu do banheiro, entrei eu, deixei os dois na sala, Roberto com o pauzão pra fora e Karen pelada. Essa simples ideia me excitou de novo, não conseguia mijar com o pau duro, tentei relaxar, inconscientemente acho que dei mais tempo pra eles a sós, não sabia pra quê ou por quê, mas era muito excitante. Quando saí, vi os dois conversando, os dois rindo, Karen continuava nua, toda gostosa. E ele ainda sem calça, mas agora com o pau meio duro. Me aproximei deles, foi a vez do Roberto, ele demorou mais no banheiro.

"Porra, Roberto, já tá batendo uma", Karen me disse rindo.
"Claro, coitado, não gozou, vai ficar com as bolas doendo", falei entrando na brincadeira.
"Ah, viu? A gente devia ter dado uma mãozinha pra ele", ela disse rindo, me surpreendendo e me esquentando ao mesmo tempo. Mil pensamentos e emoções passaram pela minha cabeça.
"A gente? Você que devia ter ajudado ele, eu por quê?", falei seguindo o jogo dela. Ela sorriu e me olhou pensativa. Não disse mais nada, me abraçou e falou que queria dormir.

Roberto finalmente saiu do banheiro, disse que ia pegar um cobertor pra gente ficar no sofá (que virava cama). Karen vestiu a camiseta, eu a cueca, e deitamos. Roberto desceu, nos cobriu com o cobertor, Karen me abraçou e foi pegando no sono. Quando percebi isso, Roberto se despediu e subiu pra dormir.

Fiquei pensando no que tinha rolado, era uma excitação diferente. Eu amava ela de verdade (e tinha certeza que ela me amava também), não queria perdê-la, mas sabia que essa experiência tinha sido boa pra nós dois, e não queria que fosse a última vez, queria mais.

No dia seguinte, ninguém falou sobre o que aconteceu, tomamos café com Roberto como bons amigos e fomos embora da casa dele. Quando chegamos no apartamento da Karen, conversamos sobre a experiência. Só de lembrar e ouvir os detalhes do que ela sentiu, eu ficava louco de novo. Ela disse que adorou esquentar o Roberto e me contou o que rolou. quando subiu pra trocar de roupa com ele. Desde aquele dia, quando a gente transa, usamos essa experiência pra nos esquentar. Foi um despertar interessante.

Se vocês gostaram dessa história, por favor me avisem, adoraria ler seus comentários. Vocês gostariam de saber o que rolou entre minha namorada e o Roberto quando subiram pra trocar de roupa? Foi rápido, mas muito safado.

Abraços e boa noite.

7 comentários - Exibindo minha namorada gostosa (Karen 01)

fel95 +1
Wow es una historia muy excitante me encantó.. A mí también me gusta mucho exhibirme con mi novia
Gracias, es lo mejor 🙂
Que relato!!! Mi mayor morbo !!! Que siguee !! Muero por saber¡!!
eswa22 +1
Muy buena historia conta que pasó con tu novia y tu amigo
Gracias, y solo es el principio.
Excelente relato.....de película, fueron los diez y a seguir contando