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Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
••Continuo aproveitando a coisa mais gostosa que me dão...
No sábado, eu tinha um horário com o Pablo, às 15h. Ele queria um serviço onde pudesse admirar bastante meu corpo antes do sexo em si, me disse que queria me beijar devagar, queria me tocar muito, talvez pra ficar bem excitado na hora da penetração.
A ideia que você teve me deixou empolgada, imaginei uma situação bem sensual, mesmo que naquele dia eu tivesse acordado sem vontade nenhuma. Isso acontece comigo direto, meus estados emocionais são uma montanha-russa: do nada eu tô cheia de energia, e pouco depois tô me sentindo um lixo. Uma hora tô com um tesão danado, outra hora não quero ver ninguém e acabo cancelando todos os meus serviços, odiando toda a grana que perco por causa disso. Mas não consigo evitar, é mais forte que eu. E isso me desconcerta, até me frustra um pouco, pensando também que talvez eu esteja errada e que tô perdendo a chance de conhecer algum cara com quem eu me sentisse bem.
Sinto que me tornei muito codependente dos momentos que vivo. Minha cabeça, as coisas que penso, acabam dominando meus impulsos.
Mas naquele sábado, decidi me forçar a ir. Seriam todos clientes novos, e por isso, meu pensamento era "o que será que me espera hoje?", como se eu fosse uma bomba-relógio. Talvez porque este ano tive o azar de atender três homens que foram uns babacas, e me trancar com esses caras foi só pra explodir e virar um ser demoníaco. Foi como sentir que vieram me encher o saco, e eu simplesmente não tolero isso. Passo por cima deles e não meço consequências, sendo eles homens e eu uma mulher. Minha mente não me deixa pensar em momentos assim, reajo impulsivamente como um bicho, sem raciocinar. Penso que, se tiverem que me matar, que matem, mas não vou abaixar a cabeça por mais que tenham me pago! Por mais que tenham o dobro do meu tamanho ou o triplo da minha força, ou é eles ou sou eu. Então vamos morrer os dois, morrer da pior maneira. Bate em mim, mas até me matar, porque vou arrancar suas tripas e espalhar pelas ruas como uma louca descontrolada e psicopata! Vou cortar seu pau e colocar na sua boca, e suas duas bolas, uma em cada olho, e vou fotografar esse momento.
Tô muito puta, nunca tenho paciência com esse tipo de filho da puta. Lamento muito que tenham mulheres que se deixam humilhar, talvez por necessidade ou talvez por medo. Já ouvi um monte de histórias horríveis, onde aguentaram uns caras nojentos, loucos, malvados, violentos.
Deus!!
Depois a fama ruim quem tem somos nós. Umas doentes mentais, umas mortas de fome desesperadas por grana, que queremos casar com eles pra viver no luxo, puta merda!! Umas cornas eternas, só isso.
Esse trabalho é tão gostoso e lucrativo, é tão antigo e por algo é. Eu gosto de homens, mas não de idiotas.
Vou pro meu apê pensando que meu esforço é só pra homem que é bem-vindo, que os outros não têm porque botar um pé sequer lá dentro.
Malditos covardes. Esse mundinho tá cheio de lixo, e eu quero filtrar essas merdas, pra me livrar desses tipos mal nascidos que só me trazem esses momentos que me tiram do sério.
Não quero chupar a pica desses desgraçados.
Ia rasgaria as notas (tanto que eu adoro elas) que me pagassem na cara deles, falando que eles me dão nojo, que essa puta não vai chupar a porra da pica imunda deles, por mais músculos que eles fiquem exibindo na minha frente.
Que as mulheres deles aturem. Eu não! Não estou presa a homem nenhum. Sou só a puta de todo homem que me pagar e que eu gostar.
Sou prostituta pros meus clientes, pros que me pagam pra eu satisfazer eles, sempre dentro do que eu aceito.
Respeitando meu corpo e minha pessoa, e assim eu faço valer cada um dos seus contos, sem me importar quanto custou pra eles, já que não é da minha conta.
Os caras que fui conhecendo vieram me pagar pra passar um tempo junto por vários motivos: por solidão, por tristeza, por baixa autoestima tentando se superar, por traumas, por reabilitação. Outros porque as amadas largaram eles ou traíram, outros porque as parceiras não tratam eles com carinho, outros porque não dão pra eles, não fazem oral, ou falam que eles são ruins na cama. Outros por tédio, pra realizar fantasias, outros por que sim, outros por serem mulherentos compulsivos, e outros porque as mulheres foram viajar, fazer compras ou descuidaram um minuto — e são uns filhos da puta que têm tudo e ainda são ingratos com as mulheres do mesmo jeito.
Mas os piores pra mim são os que acham que porque pagam, a gente tem que aturar eles.
Só dou um serviço sexual gostoso pura e exclusivamente pros caras que são generosos comigo, igual nesse caso, o Pablo.
Eu tinha me mudado pra outro apartamento, na divisa entre Retiro e Recoleta.
Queria ficar sozinha, já que no anterior eu me sentia desconfortável e, embora o lugar fosse maior, não gostava dele, parecia muito vazio e, no pouco tempo que fiquei lá, só pensava em ficar sozinha até encontrar outro lugar que se encaixasse no que eu gosto.
Finalmente encontrei um que foi quentinho e aconchegante pra mim, pequeno mas confortável.
Sendo que o único problema é ter que descer pra buscar os clientes, já que não é permitido as visitas entrarem sozinhas.. Aí resolvi esse problema colocando por cima do meu sutiã, um casacão longo até abaixo da minha bunda.
Foi assim que desci pra buscar o Pablo: um sutiã, uma microtanga, uma saia curtinha, meia preta até o joelho, meus sapatos pretos e por cima aquele casacão.
Saí do elevador, me aproximei da porta de vidro e lá estava ele, me esperando.
A primeira impressão que tive dele me agradou. Ele me deu um sorriso gostoso assim que me viu, foi algo que, sem eu perceber, me fez pensar que tudo ia dar certo.
Mas mais gostoso foi quando já estávamos dentro do elevador, ao fechar aquela porta, me encostei em todo o corpo quentinho dele, encurralando ele, esfregando minha bunda no volume dele, começando a brincar com ele, e a atitude receptiva dele foi ainda mais excitante pra mim.
A viagem naquele elevador foi curtinha, já que são poucos andares até chegar no meu.
Saímos e andamos por um corredor até convidá-lo a entrar na que é minha nova casa.
Convidei ele a ficar à vontade, largando a roupa por onde quisesse, oferecendo pra passar no banheiro pra se higienizar, mesmo ele tendo vindo impecável, e fazendo ele se sentir em casa.
Cobrando meu serviço antes de começar, como de costume, porque isso aprendi com o tempo depois de atender, no começo, uns caras oportunistas. E sem nenhum problema, Pablo colocou na minha mão o que era meu, depois de me perguntar de novo a diferença entre um serviço e outro (os dois de uma hora), escolhendo então o mais caro, já que esse se encaixava melhor no que ele procurava.
Eu feliz, óbvio!! Como toda puta gostosa!!
Sem papas na língua, adoro isso!
Depois de guardar o que era meu, voltei direto pra ele, fui tirando minha roupa aos poucos na frente dele, deixando os olhos dele me olharem toda. Começamos com beijos suaves e carícias insinuantes enquanto os corpos dos dois iam se grudando um no outro com roçadas leves, enquanto aquele lugar ia se enchendo de sensualidade.
Que homem gostoso!!
Eu gostava dos gestos dela, do jeito dela, da pica dela que ficava dura pra mim. O olhar safado dela espiando meu corpo todo. As mãos dela me tocando e a boca dela quando falou algo que eu gostei de ouvir.
Ele se sentou nu na ponta da minha cama, enquanto eu dançava sensual pra ele, provocando a pica dele. Fui tirando aquela peça vermelha minúscula que mal cobria minha buceta, pra acariciar a pica dele com minha pussy e minha bunda enquanto rebolava, e ele tocando as curvas do meu corpo e me olhando até que eu me virei pra devorar os lábios da boca dele com beijos muito safados, sentindo que ele também me provocava com o jeito espontâneo dele, me deixando com tesão como se fosse mútuo. Eu o esquentava ao máximo, mas também me deixava levar por ele até me sentir louca também.
Depois de fazer ele beijar meus peitos e minha boca, coloquei uma mão no peito dele, empurrando devagar até a coluna dele encostar no meu colchão, e entrei no meio das pernas dele enquanto meus joelhos grudavam no chão pra começar a beijar as bolas dele com um monte de beijos molhados, enquanto ele me sentia e ficava louco. Meus dedos molhados brincavam na pontinha do pau dele, fazendo circulinhos e massagens constantes na cabeça do pau duro dele, até que percorri o pau dele inteiro, dando mordidinhas no tronco todo até chegar na ponta onde meus dedos estavam brincando, pra finalmente enfiar aquela ponta do pau dele na minha boca e olhar pra ele com meus dois olhos, vendo como ele olhava pra minha boca enquanto eu chupava ele bem putinha com esses lábios que eu tenho.
Tava deixando ele louuucooo!! Eu seeei!! E isso me divertia pra caralho!! Era tipo um prazer que eu sentia em poder seduzir ele daquele jeito, como se tivesse brincando na ponta da pica dele, ele podia me ver toda contente chupando tudo até engolir a pica inteira dele e aí comecei a encher a pica dele toda com minhas chupadas mais quentes que eu podia dar até tirar ele da minha boca e subir engatinhando pelo corpo dele, passando meus peitos nus por todo o peito dele e beijando a boca dele com outros beijos super sensuais, daqueles que só servem pra deixar a pica dele mais dura do que já tava!
A febre dela era tão gostosa que juro que me enlouquecia!
Continuei brincando com ele e fui descendo de novo até chupar a pica e as bolas outra vez, prendendo elas com meus peitos e olhando aquelas expressões de safado tão lindas que ele fazia com a cara. Masturbei ele um pouquinho, com cuidado pra não fazer ele gozar ainda.
Assim como estava, molhei os lábios da minha buceta e sentei toda nua no pau dele, comecei a rebolando insinuante com a buceta sobre o pau dele, me mexendo gostosa como se estivesse dando pra ele, até que perguntei se ele queria buceta.
Quando ela disse sim, vesti o pau dela com uma camisinha e chupei de novo com muitos movimentos perturbadores até enfiar na minha buceta.
Comecei a meter nele e ele se inclinou na minha cama, ainda do jeito que estava no começo de tudo, com os pés no chão, e eu com meus joelhos dobrados de cada lado do corpo dele.
Como eu adoro isso!! Foder assim!!
De vez em quando ele tirava o pau de dentro de mim, respirava fundo e eu enfiava de novo.
Deitei ele de novo e sentei outra vez na pica dele, mas de costas pra ele.
Como vi que ele aguentava bem as intensidades, comecei a sentar com mais força, segurando o peso do meu corpo nas mãos apoiadas nos joelhos dele. E de vez em quando mostrava minha buceta, como ela engolia toda a pica dele, me mexendo mais devagar pra ele sentir direitinho o deslizar da minha pele beijando a pica inteira dele.
Passamos para outra posição, eu deitada e ele por cima de mim. Depois que ele beijou um pouco minha buceta e eu brinquei com minhas unhas, acariciando bem suave a nuca e a cabeça dele.
Tava deitada com as pernas abertas e ele enfiou o corpo entre elas, olhei pra ele e vi que ele tava me encarando muito, as expressões dele eram quentes, começamos a trepar como se fôssemos dois amantes, muito intenso, muito ligados um no outro, começamos a suar os dois enquanto eu sentia cada uma dessas pirocadas violentas e tão profundas que me faziam torcer.
E quando a força dele se acalmava, eu continuava provocando sem dar descanso, mexia minha buceta e todo o meu corpo de um jeito muito gostoso quando ouvi ele me dizer.. — que bem que você fode!
Senti que merecia aquele reconhecimento, tava até suando de tanto que eu tava comendo ele, tava transando de verdade, já falei antes, como se fôssemos amantes, além do dinheiro que teve no meio.
Ela se deitou do meu lado e a gente continuou transando assim, dando uma descansada no corpo, mas sem parar.
Ele me pediu pra ficar de quatro e me fez me ajeitar bem pertinho de um espelho que já tinha naquele apartamento.
Ele começou a me comer assim, segurando minha cintura e metendo toda a pica com muita força, aquelas batidas de pica que eu adoro sentir. E ele pediu pra eu endireitar o corpo, pra gente se olhar de lado através daquele espelho.
Ooohhh!! Por favor!! Que lindo foi ver tudo isso!! Tudo o que eu pude ver me pareceu tão gostoso, tão erótico e sem deixar de ser tudo tão sensual.
Vi o corpo dele colado no meu, vi como as mãos dele me seguravam com aqueles dedos grossos cravando nas minhas cadeiras, vi meus peitos de perfil com os bicos durinhos, vi minha barriga lisa e meus pelos bagunçados, vi a cara de safado dele todo excitado, vi nosso suor brilhando tão sexy nos nossos corpos. E vi como os dois lados da minha bunda batiam contra o corpo dele quando ele me comia gostoso.
Eu tava de joelhos, mas mal conseguia sustentar meu corpo com a ponta dos dedos naquele colchão, porque meu corpo tentava ficar colado no peito dele, mas a sentada gostosa que ele tava me dando de vez em quando me vencia.
E, mesmo que meu corpo seja bem elástico, não sei como eu conseguia entrar inteira naquele espelho junto com ele e poder olhar a risca da minha própria raba. E que excitante foi poder ver as minhas próprias bandas do meu cu naquele exato momento.
E olhar pro meu rosto e pro rosto dele naquele momento, pra mim foi único!!
Realmente enlouqueci!! Aquele cliente conseguiu que eu aproveitasse tanto ele quanto ele de mim.
Eu já tinha gozado num orgasmo gostoso e livre quando ele tava me comendo por cima do meu corpo, quando eu apertava ele bem forte com minhas mãos agarrando a bunda dura dele, e ele me fazia sentir o pau dele se movendo no fundo da minha buceta, até sentir aquele orgasmo me abrindo o máximo que podia pra deixar a cabeça do pau dele bem safada dentro da minha buceta. São coisas que eu imagino naqueles momentos mais quentes pra mim.
Minha buceta ficou muito sensível, minhas pernas tremendo. Eu sentia espasmos muito fortes que foram diminuindo de intensidade conforme eu evitava que o pau dele continuasse se movendo dentro de mim.
Mas agora, depois de ter dado de quatro, olhando através daquele espelho. Depois de aguentar todas as suas sentadas penetrantes, depois de rebolando a bunda pra ele enquanto ele me segurava com o pau na minha pussy, agora ele queria me comer mais um pouquinho de barriga pra cima e me dar o cum dele onde eu quisesse.
Escolhi que ele gozasse na minha boca e nos meus peitos. Foi assim que ele deixou eu chupar mais um pouquinho até tirar tudo com a minha boca.
Sinceramente, o sexo que eu tive com ele foi divino. Adorei!! Assim como com os outros clientes que atendi naquele dia.
Não posso reclamar de jeito nenhum.
É assim que eu gosto de trabalhar, com homens que vêm passar um momento gostoso comigo. Pra foder ou pra relaxar, tanto faz, mas pra compartilhar comigo.
O último cliente do dia tava meio triste, tinha lágrimas nos olhos dele, o pau dele até tava duro mas não sentia nada, e eu dei o melhor de mim, mas vendo o lado humano dele, sabendo que os homens também sentem igual a mim.
Não podendo deixar na calçada uma situação da qual ele queria esquecer, nem que fosse por um momento... só tentei consolar ele quando vi os olhos dele marejados, mesmo ele tentando segurar as lágrimas, às vezes o coração é mais forte.
Então eu dei muitos abraços, carinhos nele. E falei que ele era um homem gostoso pra caralho.
Se eu tivesse magia, colocaria a mão no coração dele pra curar e enxugaria as lágrimas, mas infelizmente sou igual a ele, não podia fazer nada além de dar um pouco de mim. Só falei umas coisas que pudessem ajudar ele a ser forte e que o tempo ia cuidar de sarar isso, além de umas alternativas que na época funcionaram muito bem comigo quando me destruíram o coração inteiro. Duas receitas, e que ele falasse com uma médica pra autorizar. — Love... Você vai ficar meio besta, mas com isso você vai esquecer em 20 dias e pronto!!
Ele ria, mesmo estando deprimido, tinha me levado pro meu escritório como se fosse um consultório médico e numa folha da minha agenda eu escrevi os dois remédios que eu comprei algumas vezes pra curar meu coração.
Virei a doutora Gisella Corações!!
Ela me contou que tava bem depois da separação, mas que depois de uns meses começou a se sentir muito mal. Aí eu falei que os homens agem diferente das mulheres, baseado em tudo que pesquisei sobre isso na internet. A gente faz o luto assim que termina um relacionamento e, depois de alguns meses, quando já esquecemos, começamos a sair pra todo lado. Já os homens fazem o contrário: primeiro não ligam pra nada e saem correndo pra aproveitar tudo que perderam por um bom tempo, até que a ficha cai. É aí que eles começam a fazer o luto que a gente já fez.
Mas era uma fase que eu precisava aprender a superar, buscando um jeito de distrair a mente, com trabalho, com metas, com um monte de coisas ou, no caso de não conseguir controlar os pensamentos e os sentimentos, aí como último recurso apelar pros remédios, que é pra isso que servem.
Enfim... Acho que, além de não ter conseguido fazer ela gozar, pelo menos consegui deixar o pau dela duro por um bom tempo e dar meus conselhos, como uma amiga. Acompanhei ela lá embaixo e falei que ela era gostosa.. Nos despedimos e tomara que eu veja ela de novo um dia e ela me conte que já tá bem.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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No sábado, eu tinha um horário com o Pablo, às 15h. Ele queria um serviço onde pudesse admirar bastante meu corpo antes do sexo em si, me disse que queria me beijar devagar, queria me tocar muito, talvez pra ficar bem excitado na hora da penetração.
A ideia que você teve me deixou empolgada, imaginei uma situação bem sensual, mesmo que naquele dia eu tivesse acordado sem vontade nenhuma. Isso acontece comigo direto, meus estados emocionais são uma montanha-russa: do nada eu tô cheia de energia, e pouco depois tô me sentindo um lixo. Uma hora tô com um tesão danado, outra hora não quero ver ninguém e acabo cancelando todos os meus serviços, odiando toda a grana que perco por causa disso. Mas não consigo evitar, é mais forte que eu. E isso me desconcerta, até me frustra um pouco, pensando também que talvez eu esteja errada e que tô perdendo a chance de conhecer algum cara com quem eu me sentisse bem.
Sinto que me tornei muito codependente dos momentos que vivo. Minha cabeça, as coisas que penso, acabam dominando meus impulsos.
Mas naquele sábado, decidi me forçar a ir. Seriam todos clientes novos, e por isso, meu pensamento era "o que será que me espera hoje?", como se eu fosse uma bomba-relógio. Talvez porque este ano tive o azar de atender três homens que foram uns babacas, e me trancar com esses caras foi só pra explodir e virar um ser demoníaco. Foi como sentir que vieram me encher o saco, e eu simplesmente não tolero isso. Passo por cima deles e não meço consequências, sendo eles homens e eu uma mulher. Minha mente não me deixa pensar em momentos assim, reajo impulsivamente como um bicho, sem raciocinar. Penso que, se tiverem que me matar, que matem, mas não vou abaixar a cabeça por mais que tenham me pago! Por mais que tenham o dobro do meu tamanho ou o triplo da minha força, ou é eles ou sou eu. Então vamos morrer os dois, morrer da pior maneira. Bate em mim, mas até me matar, porque vou arrancar suas tripas e espalhar pelas ruas como uma louca descontrolada e psicopata! Vou cortar seu pau e colocar na sua boca, e suas duas bolas, uma em cada olho, e vou fotografar esse momento.
Tô muito puta, nunca tenho paciência com esse tipo de filho da puta. Lamento muito que tenham mulheres que se deixam humilhar, talvez por necessidade ou talvez por medo. Já ouvi um monte de histórias horríveis, onde aguentaram uns caras nojentos, loucos, malvados, violentos.
Deus!!
Depois a fama ruim quem tem somos nós. Umas doentes mentais, umas mortas de fome desesperadas por grana, que queremos casar com eles pra viver no luxo, puta merda!! Umas cornas eternas, só isso.
Esse trabalho é tão gostoso e lucrativo, é tão antigo e por algo é. Eu gosto de homens, mas não de idiotas.
Vou pro meu apê pensando que meu esforço é só pra homem que é bem-vindo, que os outros não têm porque botar um pé sequer lá dentro.
Malditos covardes. Esse mundinho tá cheio de lixo, e eu quero filtrar essas merdas, pra me livrar desses tipos mal nascidos que só me trazem esses momentos que me tiram do sério.
Não quero chupar a pica desses desgraçados.
Ia rasgaria as notas (tanto que eu adoro elas) que me pagassem na cara deles, falando que eles me dão nojo, que essa puta não vai chupar a porra da pica imunda deles, por mais músculos que eles fiquem exibindo na minha frente.
Que as mulheres deles aturem. Eu não! Não estou presa a homem nenhum. Sou só a puta de todo homem que me pagar e que eu gostar.
Sou prostituta pros meus clientes, pros que me pagam pra eu satisfazer eles, sempre dentro do que eu aceito.
Respeitando meu corpo e minha pessoa, e assim eu faço valer cada um dos seus contos, sem me importar quanto custou pra eles, já que não é da minha conta.
Os caras que fui conhecendo vieram me pagar pra passar um tempo junto por vários motivos: por solidão, por tristeza, por baixa autoestima tentando se superar, por traumas, por reabilitação. Outros porque as amadas largaram eles ou traíram, outros porque as parceiras não tratam eles com carinho, outros porque não dão pra eles, não fazem oral, ou falam que eles são ruins na cama. Outros por tédio, pra realizar fantasias, outros por que sim, outros por serem mulherentos compulsivos, e outros porque as mulheres foram viajar, fazer compras ou descuidaram um minuto — e são uns filhos da puta que têm tudo e ainda são ingratos com as mulheres do mesmo jeito.
Mas os piores pra mim são os que acham que porque pagam, a gente tem que aturar eles.
Só dou um serviço sexual gostoso pura e exclusivamente pros caras que são generosos comigo, igual nesse caso, o Pablo.
Eu tinha me mudado pra outro apartamento, na divisa entre Retiro e Recoleta.
Queria ficar sozinha, já que no anterior eu me sentia desconfortável e, embora o lugar fosse maior, não gostava dele, parecia muito vazio e, no pouco tempo que fiquei lá, só pensava em ficar sozinha até encontrar outro lugar que se encaixasse no que eu gosto.
Finalmente encontrei um que foi quentinho e aconchegante pra mim, pequeno mas confortável.
Sendo que o único problema é ter que descer pra buscar os clientes, já que não é permitido as visitas entrarem sozinhas.. Aí resolvi esse problema colocando por cima do meu sutiã, um casacão longo até abaixo da minha bunda.
Foi assim que desci pra buscar o Pablo: um sutiã, uma microtanga, uma saia curtinha, meia preta até o joelho, meus sapatos pretos e por cima aquele casacão.
Saí do elevador, me aproximei da porta de vidro e lá estava ele, me esperando.
A primeira impressão que tive dele me agradou. Ele me deu um sorriso gostoso assim que me viu, foi algo que, sem eu perceber, me fez pensar que tudo ia dar certo.
Mas mais gostoso foi quando já estávamos dentro do elevador, ao fechar aquela porta, me encostei em todo o corpo quentinho dele, encurralando ele, esfregando minha bunda no volume dele, começando a brincar com ele, e a atitude receptiva dele foi ainda mais excitante pra mim.
A viagem naquele elevador foi curtinha, já que são poucos andares até chegar no meu.
Saímos e andamos por um corredor até convidá-lo a entrar na que é minha nova casa.
Convidei ele a ficar à vontade, largando a roupa por onde quisesse, oferecendo pra passar no banheiro pra se higienizar, mesmo ele tendo vindo impecável, e fazendo ele se sentir em casa.
Cobrando meu serviço antes de começar, como de costume, porque isso aprendi com o tempo depois de atender, no começo, uns caras oportunistas. E sem nenhum problema, Pablo colocou na minha mão o que era meu, depois de me perguntar de novo a diferença entre um serviço e outro (os dois de uma hora), escolhendo então o mais caro, já que esse se encaixava melhor no que ele procurava.
Eu feliz, óbvio!! Como toda puta gostosa!!
Sem papas na língua, adoro isso!
Depois de guardar o que era meu, voltei direto pra ele, fui tirando minha roupa aos poucos na frente dele, deixando os olhos dele me olharem toda. Começamos com beijos suaves e carícias insinuantes enquanto os corpos dos dois iam se grudando um no outro com roçadas leves, enquanto aquele lugar ia se enchendo de sensualidade.
Que homem gostoso!!
Eu gostava dos gestos dela, do jeito dela, da pica dela que ficava dura pra mim. O olhar safado dela espiando meu corpo todo. As mãos dela me tocando e a boca dela quando falou algo que eu gostei de ouvir.
Ele se sentou nu na ponta da minha cama, enquanto eu dançava sensual pra ele, provocando a pica dele. Fui tirando aquela peça vermelha minúscula que mal cobria minha buceta, pra acariciar a pica dele com minha pussy e minha bunda enquanto rebolava, e ele tocando as curvas do meu corpo e me olhando até que eu me virei pra devorar os lábios da boca dele com beijos muito safados, sentindo que ele também me provocava com o jeito espontâneo dele, me deixando com tesão como se fosse mútuo. Eu o esquentava ao máximo, mas também me deixava levar por ele até me sentir louca também.
Depois de fazer ele beijar meus peitos e minha boca, coloquei uma mão no peito dele, empurrando devagar até a coluna dele encostar no meu colchão, e entrei no meio das pernas dele enquanto meus joelhos grudavam no chão pra começar a beijar as bolas dele com um monte de beijos molhados, enquanto ele me sentia e ficava louco. Meus dedos molhados brincavam na pontinha do pau dele, fazendo circulinhos e massagens constantes na cabeça do pau duro dele, até que percorri o pau dele inteiro, dando mordidinhas no tronco todo até chegar na ponta onde meus dedos estavam brincando, pra finalmente enfiar aquela ponta do pau dele na minha boca e olhar pra ele com meus dois olhos, vendo como ele olhava pra minha boca enquanto eu chupava ele bem putinha com esses lábios que eu tenho.
Tava deixando ele louuucooo!! Eu seeei!! E isso me divertia pra caralho!! Era tipo um prazer que eu sentia em poder seduzir ele daquele jeito, como se tivesse brincando na ponta da pica dele, ele podia me ver toda contente chupando tudo até engolir a pica inteira dele e aí comecei a encher a pica dele toda com minhas chupadas mais quentes que eu podia dar até tirar ele da minha boca e subir engatinhando pelo corpo dele, passando meus peitos nus por todo o peito dele e beijando a boca dele com outros beijos super sensuais, daqueles que só servem pra deixar a pica dele mais dura do que já tava!
A febre dela era tão gostosa que juro que me enlouquecia!
Continuei brincando com ele e fui descendo de novo até chupar a pica e as bolas outra vez, prendendo elas com meus peitos e olhando aquelas expressões de safado tão lindas que ele fazia com a cara. Masturbei ele um pouquinho, com cuidado pra não fazer ele gozar ainda.
Assim como estava, molhei os lábios da minha buceta e sentei toda nua no pau dele, comecei a rebolando insinuante com a buceta sobre o pau dele, me mexendo gostosa como se estivesse dando pra ele, até que perguntei se ele queria buceta.
Quando ela disse sim, vesti o pau dela com uma camisinha e chupei de novo com muitos movimentos perturbadores até enfiar na minha buceta.
Comecei a meter nele e ele se inclinou na minha cama, ainda do jeito que estava no começo de tudo, com os pés no chão, e eu com meus joelhos dobrados de cada lado do corpo dele.
Como eu adoro isso!! Foder assim!!
De vez em quando ele tirava o pau de dentro de mim, respirava fundo e eu enfiava de novo.
Deitei ele de novo e sentei outra vez na pica dele, mas de costas pra ele.
Como vi que ele aguentava bem as intensidades, comecei a sentar com mais força, segurando o peso do meu corpo nas mãos apoiadas nos joelhos dele. E de vez em quando mostrava minha buceta, como ela engolia toda a pica dele, me mexendo mais devagar pra ele sentir direitinho o deslizar da minha pele beijando a pica inteira dele.
Passamos para outra posição, eu deitada e ele por cima de mim. Depois que ele beijou um pouco minha buceta e eu brinquei com minhas unhas, acariciando bem suave a nuca e a cabeça dele.
Tava deitada com as pernas abertas e ele enfiou o corpo entre elas, olhei pra ele e vi que ele tava me encarando muito, as expressões dele eram quentes, começamos a trepar como se fôssemos dois amantes, muito intenso, muito ligados um no outro, começamos a suar os dois enquanto eu sentia cada uma dessas pirocadas violentas e tão profundas que me faziam torcer.
E quando a força dele se acalmava, eu continuava provocando sem dar descanso, mexia minha buceta e todo o meu corpo de um jeito muito gostoso quando ouvi ele me dizer.. — que bem que você fode!
Senti que merecia aquele reconhecimento, tava até suando de tanto que eu tava comendo ele, tava transando de verdade, já falei antes, como se fôssemos amantes, além do dinheiro que teve no meio.
Ela se deitou do meu lado e a gente continuou transando assim, dando uma descansada no corpo, mas sem parar.
Ele me pediu pra ficar de quatro e me fez me ajeitar bem pertinho de um espelho que já tinha naquele apartamento.
Ele começou a me comer assim, segurando minha cintura e metendo toda a pica com muita força, aquelas batidas de pica que eu adoro sentir. E ele pediu pra eu endireitar o corpo, pra gente se olhar de lado através daquele espelho.
Ooohhh!! Por favor!! Que lindo foi ver tudo isso!! Tudo o que eu pude ver me pareceu tão gostoso, tão erótico e sem deixar de ser tudo tão sensual.
Vi o corpo dele colado no meu, vi como as mãos dele me seguravam com aqueles dedos grossos cravando nas minhas cadeiras, vi meus peitos de perfil com os bicos durinhos, vi minha barriga lisa e meus pelos bagunçados, vi a cara de safado dele todo excitado, vi nosso suor brilhando tão sexy nos nossos corpos. E vi como os dois lados da minha bunda batiam contra o corpo dele quando ele me comia gostoso.
Eu tava de joelhos, mas mal conseguia sustentar meu corpo com a ponta dos dedos naquele colchão, porque meu corpo tentava ficar colado no peito dele, mas a sentada gostosa que ele tava me dando de vez em quando me vencia.
E, mesmo que meu corpo seja bem elástico, não sei como eu conseguia entrar inteira naquele espelho junto com ele e poder olhar a risca da minha própria raba. E que excitante foi poder ver as minhas próprias bandas do meu cu naquele exato momento.
E olhar pro meu rosto e pro rosto dele naquele momento, pra mim foi único!!
Realmente enlouqueci!! Aquele cliente conseguiu que eu aproveitasse tanto ele quanto ele de mim.
Eu já tinha gozado num orgasmo gostoso e livre quando ele tava me comendo por cima do meu corpo, quando eu apertava ele bem forte com minhas mãos agarrando a bunda dura dele, e ele me fazia sentir o pau dele se movendo no fundo da minha buceta, até sentir aquele orgasmo me abrindo o máximo que podia pra deixar a cabeça do pau dele bem safada dentro da minha buceta. São coisas que eu imagino naqueles momentos mais quentes pra mim.
Minha buceta ficou muito sensível, minhas pernas tremendo. Eu sentia espasmos muito fortes que foram diminuindo de intensidade conforme eu evitava que o pau dele continuasse se movendo dentro de mim.
Mas agora, depois de ter dado de quatro, olhando através daquele espelho. Depois de aguentar todas as suas sentadas penetrantes, depois de rebolando a bunda pra ele enquanto ele me segurava com o pau na minha pussy, agora ele queria me comer mais um pouquinho de barriga pra cima e me dar o cum dele onde eu quisesse.
Escolhi que ele gozasse na minha boca e nos meus peitos. Foi assim que ele deixou eu chupar mais um pouquinho até tirar tudo com a minha boca.
Sinceramente, o sexo que eu tive com ele foi divino. Adorei!! Assim como com os outros clientes que atendi naquele dia.
Não posso reclamar de jeito nenhum.
É assim que eu gosto de trabalhar, com homens que vêm passar um momento gostoso comigo. Pra foder ou pra relaxar, tanto faz, mas pra compartilhar comigo.
O último cliente do dia tava meio triste, tinha lágrimas nos olhos dele, o pau dele até tava duro mas não sentia nada, e eu dei o melhor de mim, mas vendo o lado humano dele, sabendo que os homens também sentem igual a mim.
Não podendo deixar na calçada uma situação da qual ele queria esquecer, nem que fosse por um momento... só tentei consolar ele quando vi os olhos dele marejados, mesmo ele tentando segurar as lágrimas, às vezes o coração é mais forte.
Então eu dei muitos abraços, carinhos nele. E falei que ele era um homem gostoso pra caralho.
Se eu tivesse magia, colocaria a mão no coração dele pra curar e enxugaria as lágrimas, mas infelizmente sou igual a ele, não podia fazer nada além de dar um pouco de mim. Só falei umas coisas que pudessem ajudar ele a ser forte e que o tempo ia cuidar de sarar isso, além de umas alternativas que na época funcionaram muito bem comigo quando me destruíram o coração inteiro. Duas receitas, e que ele falasse com uma médica pra autorizar. — Love... Você vai ficar meio besta, mas com isso você vai esquecer em 20 dias e pronto!!
Ele ria, mesmo estando deprimido, tinha me levado pro meu escritório como se fosse um consultório médico e numa folha da minha agenda eu escrevi os dois remédios que eu comprei algumas vezes pra curar meu coração.
Virei a doutora Gisella Corações!!
Ela me contou que tava bem depois da separação, mas que depois de uns meses começou a se sentir muito mal. Aí eu falei que os homens agem diferente das mulheres, baseado em tudo que pesquisei sobre isso na internet. A gente faz o luto assim que termina um relacionamento e, depois de alguns meses, quando já esquecemos, começamos a sair pra todo lado. Já os homens fazem o contrário: primeiro não ligam pra nada e saem correndo pra aproveitar tudo que perderam por um bom tempo, até que a ficha cai. É aí que eles começam a fazer o luto que a gente já fez.
Mas era uma fase que eu precisava aprender a superar, buscando um jeito de distrair a mente, com trabalho, com metas, com um monte de coisas ou, no caso de não conseguir controlar os pensamentos e os sentimentos, aí como último recurso apelar pros remédios, que é pra isso que servem.
Enfim... Acho que, além de não ter conseguido fazer ela gozar, pelo menos consegui deixar o pau dela duro por um bom tempo e dar meus conselhos, como uma amiga. Acompanhei ela lá embaixo e falei que ela era gostosa.. Nos despedimos e tomara que eu veja ela de novo um dia e ela me conte que já tá bem.
Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.
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