Olá, leitor, vou contar como a Mara surge em mim e como minha mulher ajudou a que ela ficasse, a que se tornasse real com seus chifres e sua vida de mulher puta dominante assumida. Como os chifres ajudam a Mara a florescer.
Sou o Alberto e sou uma pessoa comum e corrente, mas tenho um segredo. Uma necessidade incontrolável de saciar meus fetiches e tesões, custe o que custar. E minha namorada tirou proveito disso. Tenho 30 anos e, desde moleque, sempre tive várias tesões e muitas vezes as realizei com minhas parceiras. Mas até chegar a Paola, tinha outras que não conhecia ou tinha explorado muito pouco. Paola entendeu e não me julgou nada, isso deixou que Mara fosse uma possibilidade. Mara é meu alterego crossdresser puta que sempre existiu e que Paola trouxe pra fora e cuidou muito. Uma das razões principais de Mara ser mais eu do que eu mesmo agora é, em grande parte, pelo domínio da Paola sobre mim e como ela diminuiu minha masculinidade à base de chifres, psicologia, sexo anal que me aplicou em repetidas oportunidades e calcinhas fio dental de renda que me mandou usar diariamente, e ainda mais quando os homens dela têm a atenção no WhatsApp ou nas redes sociais.
Junto com isso, ela reforça o domínio dos homens dela, e de um em particular, mas já chego nele. Para a Paola, o fato de uma fio dental se perder na minha bunda enquanto ela me corneia com vários caras diferentes e gostosos é uma ajuda psicológica que reafirma a posição dela de mulher dominante e o meu lugar de crossdresser submisso corno manso conivente. Como vocês imaginam, isso não foi fácil, e o ciúme sempre ganhava na minha mente até que, depois de uma discussão, Paola decidiu falar com o macho alfa dela, que vou chamar por enquanto de Senhor N. Então entendi que o domínio dela estava marcado e que o tesão que isso significava em mim superava de longe o ciúme que me causava. Soube então que, mais que ciúme, era a insegurança de uma nova vida que estava começando e que ia ser cheia de dominação, chifres e papéis bem definidos.
Continua...
Sou o Alberto e sou uma pessoa comum e corrente, mas tenho um segredo. Uma necessidade incontrolável de saciar meus fetiches e tesões, custe o que custar. E minha namorada tirou proveito disso. Tenho 30 anos e, desde moleque, sempre tive várias tesões e muitas vezes as realizei com minhas parceiras. Mas até chegar a Paola, tinha outras que não conhecia ou tinha explorado muito pouco. Paola entendeu e não me julgou nada, isso deixou que Mara fosse uma possibilidade. Mara é meu alterego crossdresser puta que sempre existiu e que Paola trouxe pra fora e cuidou muito. Uma das razões principais de Mara ser mais eu do que eu mesmo agora é, em grande parte, pelo domínio da Paola sobre mim e como ela diminuiu minha masculinidade à base de chifres, psicologia, sexo anal que me aplicou em repetidas oportunidades e calcinhas fio dental de renda que me mandou usar diariamente, e ainda mais quando os homens dela têm a atenção no WhatsApp ou nas redes sociais.
Junto com isso, ela reforça o domínio dos homens dela, e de um em particular, mas já chego nele. Para a Paola, o fato de uma fio dental se perder na minha bunda enquanto ela me corneia com vários caras diferentes e gostosos é uma ajuda psicológica que reafirma a posição dela de mulher dominante e o meu lugar de crossdresser submisso corno manso conivente. Como vocês imaginam, isso não foi fácil, e o ciúme sempre ganhava na minha mente até que, depois de uma discussão, Paola decidiu falar com o macho alfa dela, que vou chamar por enquanto de Senhor N. Então entendi que o domínio dela estava marcado e que o tesão que isso significava em mim superava de longe o ciúme que me causava. Soube então que, mais que ciúme, era a insegurança de uma nova vida que estava começando e que ia ser cheia de dominação, chifres e papéis bem definidos.
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4 comentários - Mara 1