Oi, como vocês estão? Antes de contar a história de Roberto e sua mulher, não posso deixar de contar o que aconteceu comigo há algumas semanas, durante as férias com minha esposa e meus sogros. Fomos viajar para Punta Cana, para um daqueles resorts de luxo. Bem, para não enrolar, fizemos o check-in, fomos recebidos com uma taça de champanhe. Com aquele calor, as bolhinhas caíram rapidinho. Fomos para o quarto e, mal entramos e fechamos a porta, minha mulher se despiu, me tirou a roupa e começou a chupar meu pau de um jeito espetacular. Era como se aquele calor e o espumante tivessem um efeito imediato na luxúria dela. Ela não deixou que eu a comesse, só se limitou a chupar meu pau e as bolas, e a enfiar um dedo no meu cu, o que fez meu gozo ser monumental. Depois de quase um dia de viagem e sem sexo nenhum, a quantidade de porra que jorrei foi selvagem.
Mas essa não é a história. Hoje vou contar a história de Jennifer, uma das bartenders do lugar. Depois de nos refrescarmos um pouco, decidimos ir conhecer o complexo: as piscinas, a praia e, claro, o bar, que fica ao lado de uma das maiores piscinas do resort. No caminho para o bar, cruzávamos com gente vestindo muito pouca roupa — obviamente, era uma praia —, mas eu não conseguia tirar os olhos dos bundões europeus que passavam na minha frente, e não dava para disfarçar como meu pau ia acordando aos poucos ao ver tanta nudez. Minha mulher também não ficava atrás, olhando cada pirocudo que passava, e os caras retribuíam os olhares, principalmente quando viravam para admirar a bunda dela.
Como vocês sabem, na República Dominicana a maioria é negra ou de pele escura, como queiram chamar, embora negras nunca tenham me excitado muito... até chegar no bar. Lá estava ela: uma morena não muito exuberante, com peitos pequenos, uma cinturinha fina e uma bunda divina que saltava do seu short preto. Sem falar numa boca que, se você imaginasse... chupando seu pau você já ficava molhada, pergunto à minha esposa e aos meus sogros o que queriam beber e quando já me disseram o que iam pedir, aproximei o balcão diretamente para ela e vi como ela me devorava com os olhos, mas foi quando ela falou com aquele sotaque caribenho que fez meu pau disparar. Ela, nem lerda nem preguiçosa, olhou fixamente para meu volume e fez cara de surpresa mordendo os lábios. Faço o pedido e ela pergunta: "De onde você é? Argentina, por quê? Adoro argentinos bonitos como você." Eu não podia acreditar, a young lady não estava nem aí e estava me dando em cima na frente da minha mulher. Obviamente, sem ficar parado, eu disse que ela era muito gostosa, fazendo um raio-X dela de cima a baixo. A partir daquele momento, não conseguia parar de inventar qualquer desculpa para me aproximar do balcão e ver aquele rabo divino sempre que podia. Em uma das muitas idas para pedir algo, aconteceu algo que marcou um antes e um depois. Quando estava prestes a pedir, aparece uma cutie grande... Bah, uma cinquentona divina com cara de puta no cio na minha frente, apressada para pedir, e encosta toda a bunda, tanga com a malha no pau, e me olha de soslaio. Ela pede um drink para Jennifer e elas conversam algo em italiano. Quando ela vai embora, pergunto o que ela tinha dito, e ela me responde: "Ela disse que gosta de homens como você, mas já falei que você é meu." Não quero imaginar a cara que devo ter feito, e aí já não me contive. "Então sou seu? Como assim?" "Sim, você é meu, não vai embora antes de provar carne caribenha." "E o que você vai me dar para provar?" "O que você quiser, coração, mas tem que ser fora do meu horário de trabalho e fora do estabelecimento." Eu já estava com o pau duro como um tronco e dava para notar através da malha. Ela olha por cima do balcão e diz: "Além disso, eu quero provar tudo isso", me encarando fixamente no volume. Ela termina de fazer os drinks, me entrega e coloca um dedo na boca simulando uma mamada. Eu não sabia como voltar com os drinks e a ereção que tinha, então me sentei em uma mesinha como pude até que minha... pau e minha imaginação vão se acalmar.
Mas essa não é a história. Hoje vou contar a história de Jennifer, uma das bartenders do lugar. Depois de nos refrescarmos um pouco, decidimos ir conhecer o complexo: as piscinas, a praia e, claro, o bar, que fica ao lado de uma das maiores piscinas do resort. No caminho para o bar, cruzávamos com gente vestindo muito pouca roupa — obviamente, era uma praia —, mas eu não conseguia tirar os olhos dos bundões europeus que passavam na minha frente, e não dava para disfarçar como meu pau ia acordando aos poucos ao ver tanta nudez. Minha mulher também não ficava atrás, olhando cada pirocudo que passava, e os caras retribuíam os olhares, principalmente quando viravam para admirar a bunda dela.
Como vocês sabem, na República Dominicana a maioria é negra ou de pele escura, como queiram chamar, embora negras nunca tenham me excitado muito... até chegar no bar. Lá estava ela: uma morena não muito exuberante, com peitos pequenos, uma cinturinha fina e uma bunda divina que saltava do seu short preto. Sem falar numa boca que, se você imaginasse... chupando seu pau você já ficava molhada, pergunto à minha esposa e aos meus sogros o que queriam beber e quando já me disseram o que iam pedir, aproximei o balcão diretamente para ela e vi como ela me devorava com os olhos, mas foi quando ela falou com aquele sotaque caribenho que fez meu pau disparar. Ela, nem lerda nem preguiçosa, olhou fixamente para meu volume e fez cara de surpresa mordendo os lábios. Faço o pedido e ela pergunta: "De onde você é? Argentina, por quê? Adoro argentinos bonitos como você." Eu não podia acreditar, a young lady não estava nem aí e estava me dando em cima na frente da minha mulher. Obviamente, sem ficar parado, eu disse que ela era muito gostosa, fazendo um raio-X dela de cima a baixo. A partir daquele momento, não conseguia parar de inventar qualquer desculpa para me aproximar do balcão e ver aquele rabo divino sempre que podia. Em uma das muitas idas para pedir algo, aconteceu algo que marcou um antes e um depois. Quando estava prestes a pedir, aparece uma cutie grande... Bah, uma cinquentona divina com cara de puta no cio na minha frente, apressada para pedir, e encosta toda a bunda, tanga com a malha no pau, e me olha de soslaio. Ela pede um drink para Jennifer e elas conversam algo em italiano. Quando ela vai embora, pergunto o que ela tinha dito, e ela me responde: "Ela disse que gosta de homens como você, mas já falei que você é meu." Não quero imaginar a cara que devo ter feito, e aí já não me contive. "Então sou seu? Como assim?" "Sim, você é meu, não vai embora antes de provar carne caribenha." "E o que você vai me dar para provar?" "O que você quiser, coração, mas tem que ser fora do meu horário de trabalho e fora do estabelecimento." Eu já estava com o pau duro como um tronco e dava para notar através da malha. Ela olha por cima do balcão e diz: "Além disso, eu quero provar tudo isso", me encarando fixamente no volume. Ela termina de fazer os drinks, me entrega e coloca um dedo na boca simulando uma mamada. Eu não sabia como voltar com os drinks e a ereção que tinha, então me sentei em uma mesinha como pude até que minha... pau e minha imaginação vão se acalmar.
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