Fala, galera! Se quiser ler como tudo começou, deixo o link da publicação aqui.http://www.poringa.net/posts/relatos/3608177/Mi-Hermana-y-Yo.htmlDesde já, valeu pela força.
A história final, a que me levou a escrever estas linhas esta noite, começou há algumas semanas, mais precisamente no fim de semana de carnaval. Meus pais decidiram ir sozinhos por uns dias pra Concórdia, minha irmã e eu ficamos sozinhos. Eles foram embora na sexta de manhã cedo.
Minha irmã naquele dia saiu com o namorado dela, Franco. Ela se trocou e vestiu um top branco com um sutiã preto por baixo e um short que chegava bem no começo da bunda dela — quando ela se abaixava, dava pra ver um pedaço. Passou um batom vermelho fogo nos lábios, se maquiou os olhos, calçou os tênis e foi embora.
O dia passou normal, quando chegou a noite eu tava pensando em pedir umas empadas e ver um filme, mas aí minha irmã chega chorando, foi direto pro quarto dela e se trancou. Eu imaginei que ela tinha brigado com o namorado, porque ia passar a noite na casa dele, então fui falar com ela pra ver por que tava chorando.
Bato na porta e pergunto: –Tami, o que foi? Abre aí pra gente conversar– e de dentro, nada. Continuei insistindo um pouco. Até que me cansei e fui pedir a pizza, porque tava com uma fome danada. De quebra, pedi uma Heineken, porque a noite tava pedindo. Enquanto esperava a pizza, fiquei vendo um filme na Netflix.
Quando a pizza chegou, paguei e fui pro sofá continuar vendo o filme. Chamei minha irmã pra vir comer. Daí a pouco ela apareceu, descalça e com uma camiseta minha. Fiquei olhando pra ela, a maquiagem não tinha borrado, mesmo ela tendo chorado um tempinho antes. Ela falou: – Desculpa, maninho, por não ter deixado você entrar mais cedo, mas não queria falar com ninguém… e desculpa por pegar uma camiseta sua, mas era a única coisa que tava confortável e larguinha. – Tudo bem – falei – come e toma a cerveja antes que esquente. Ela sentou do meu lado, comemos e vimos o filme numa boa. Quando terminamos de comer, ela disse: – Você se importa se eu deitar a cabeça na sua coxa e esticar as pernas? É que tive um dia de merda e quero descansar. Falei que não tinha problema, que podia ficar à vontade. Ficamos assim por um tempo, de vez em quando eu fazia carinho ou passava a mão no cabelo dela.
Quando o filme terminou e antes que eu começasse a procurar outro, ela me fez uma pergunta que me desmontou.
Tamara—Alex, como você é como namorado?
Eu não sei, Tamara, é difícil de dizer.
T-dale, boludo, não é tão difícil—
é-bom, tá bem, sou romântico, gosto de compartilhar muito com minha mina, mesmo que agora não tenha uma, gosto de ser detalhista e ficar com ela sempre, gosto de tirar fotos mesmo que depois não poste em lugar nenhum; também sou muito engraçado, mesmo que não pareça. Basicamente, gosto de compartilhar muito com minha parceira. Por quê?
T- Ah! Bom, é melhor que você seja assim tão fofo. Nós procuramos isso… a maioria, pelo menos.
Sim, sim, mas por que a pergunta vem?
T-por nada, já te falei—
Tá bom, mas você vai me contar o que aconteceu. Por que você veio chorando hoje?
não tô afim de falar do idiota do meu ex
Então era por isso que o
Foi por causa daquele idiota do Franco, Alex.
Pra tudo isso, a Tamara já tinha sentado no sofá. Eu continuei falando
—Não sei o que rolou entre o Franco e você. Mas ele é um baita dum idiota por te fazer chorar.
T-sabe o que acontece? É que não tenho sorte com os caras. Adres me traiu, Gonzalo também, e agora Franco prefere a farra e os amigos do que ficar comigo… Não tô dizendo que ele não pode sair ou ficar com os amigos, mas me dá raiva que a gente já tinha feito planos de ficar junto e ele me troca pela balada. Ainda fica puto quando eu falo que isso sempre acontece.
Te entendo, quer que eu te diga a verdade?
t-si óbvio, por isso te falei o que rolou… vai em parte-
y—como assim, parte gorda?
Não importa, mas me diz o que você pensa.
Bom, tá bem, o Franco é um babaca que se acha demais. Sempre te tratou como se você fosse a segunda opção dele ou nada, até acho que ele queria te comer e matar a vontade… além disso, te falei desde o primeiro dia que ele não era pra você e você me disse que eu tava com ciúme, ciúme de quê? Se ele tem 1,80 e é feio, coitadinho. Além disso, gostosa, você tem um gosto muito melhor.
Valeu, Alex, sei que tenho que te dar razão, ele não é pra mim e nunca foi. E olha que ele queria me comer, pode ser porque a gente não fazia muita coisa de namorado ou algo mais, ele me comia e depois ficava olhando Instagram e postando foto de gostosa pelada, e quando eu posto uma história assim ele ficava bravo e eu tinha que apagar.
Pois é, com mais razão ainda, esse cara tem merda na cabeça e é um babaca que não sabe valorizar uma gostosa como você. Sabe como eu te exibira se você fosse minha mina?
T—Ah, é? Que lindo você dizer isso, me anima bastante. E vou te falar uma coisa: ele não sabe foder, nunca consegue me fazer gozar e me deixa bem insatisfeita. Além disso, a gente sempre fazia a mesma coisa. Nem chupar uma buceta o inútil sabe.
T-Tamara! Pelo amor de Deus, sou seu irmão e não quero saber como você transava com aquele pau curto do seu ex.
T-¡Hahahahahaha! É verdade, tem um pinto curto e achava que tinha uma anaconda, nem sabia como usar.
Y-Tamarabasta, por favor, não quero saber mais nada dele. Vamos mudar de assunto e ver um filme.
Tá bom, Ale, bota um filme enquanto eu vou no banheiro.
Enquanto minha irmã se afastava, eu pude notar como os mamilos dela apareciam e como ela balançava as tetas, então deduzi que ela devia estar sem sutiã. Quando ela se distanciou, eu me virei e pude ver a bunda linda dela. Me virei bem na hora, porque ela se virou pra me olhar.
Continuei procurando um filme como se nada tivesse acontecido, ela voltou e se sentou no sofá com as pernas pra cima e cruzadas. Me trouxe um copo de refrigerante e um pra ela. Finalmente ela me disse
T—Não tem nada interessante pra ver?
Y-Não. Nenhuma me chama a atenção.
T—Bom, posso te fazer uma pergunta?
S-sim, claro—
T—você me acha gostosa? Você me acha atraente?
Larguei o controle na mesa, me virei pra olhar pra ela e respondi: – pra mim você é muito gostosa e chama a atenção de qualquer homem que te olhar. Por que a pergunta?
M-mas eu te perguntei se você me considera uma garota gostosa. E não como irmão, não — como o homem que você é.
y-Por que a pergunta?
P-Por quê? Por que eu te vi quando fui ao banheiro, olhando pra minha buceta e minha bunda—
Aí minha cor ficou vermelha de vergonha, queria ir pra puta que pariu. E ele continuou.
Além disso, sei que quando não estou, você entra no meu quarto e pega minhas calcinhas. Ou quando eu coloco o biquíni, você fica olhando, mesmo disfarçando muito bem…
Eu não sabia pra onde ir nem o que dizer, não saía nada da minha boca e ela continuou.
Lembro de você há uns anos atrás, quando a gente morava na outra casa? Bom, uma noite o pai foi me buscar na casa da Rosa e quando voltei você já tava dormindo e eu vesti uma camiseta sua, igual agora, e me deitei assim. — Eu só balancei a cabeça confirmando e ela continuou — Quando o sol começou a entrar, você levantou, acho que pra ir no banheiro, e quando voltou eu tava de lado olhando pra parede, minha bunda ficou exposta, aí você voltou e quando passou pela minha cama ficou olhando pra minha bunda, feito um tarado. Aí eu fui de volta pro banheiro bater uma pensando, com certeza, na minha bunda.
Pra tudo isso, eu não sabia o que fazer, se ir embora ou ficar: se falar e me defender ou calar a boca e aceitar o que ela dizia. Ela, por sua vez, ficou me encarando, esperando um pedido de desculpas ou algo assim. Por fim, saíram umas palavras da minha boca.
Y-Pe, pê... Desculpa, Tami, tô me sentindo muito mal. Me sín... e antes que eu pudesse terminar a frase, a Tamara colocou o rosto dela tão perto do meu que quase nos beijamos. Ela pôs o dedo indicador na minha boca e me calou. Ela falou e disse.
T-hermanito, sabe o que eu quero fazer há um tempão?
Eu, feito um idiota, neguei com a cabeça, e aí ela me beijou. Eu a empurrei e falei: — O que você tá fazendo?! Ela, por sua vez, fez um gesto pra eu calar a boca e subiu em cima de mim, tipo de quatro, e me beijou de novo. Dessa vez, eu me deixei levar. Ela começou a se mexer devagar. Quando cansou da minha boca, desceu pelo meu pescoço e tirou minha camiseta. Pensei que aquilo era errado, e acho que ela leu meus pensamentos, porque falou: — Eu sei que é errado, mas você me fascina, e faz tempo que quero fazer isso. — E nem terminou de falar, já tirou minha camiseta que ela tava vestindo, ficando pelada. Só de calcinha fio-dental, porque os peitos dela, como eu já sabia, estavam sem sutiã. Aí eu perdi a cabeça — ou não —, mas comecei a aproveitar mais o momento e a me soltar. Com minhas mãos, comecei a percorrer as costas dela até chegar na bunda. Quando peguei, apertei. Uma mão ficou ali, e a outra subiu até a cintura dela, puxando ela bem contra mim.
por favor, não esquece de comentar se quiser saber o que aconteceu depois que peguei ela na cintura
E perdão se for longo, mas eu gosto de contar como aconteceu.
P.S.: no próximo vem a melhor parte. Querem saber?
A história final, a que me levou a escrever estas linhas esta noite, começou há algumas semanas, mais precisamente no fim de semana de carnaval. Meus pais decidiram ir sozinhos por uns dias pra Concórdia, minha irmã e eu ficamos sozinhos. Eles foram embora na sexta de manhã cedo.
Minha irmã naquele dia saiu com o namorado dela, Franco. Ela se trocou e vestiu um top branco com um sutiã preto por baixo e um short que chegava bem no começo da bunda dela — quando ela se abaixava, dava pra ver um pedaço. Passou um batom vermelho fogo nos lábios, se maquiou os olhos, calçou os tênis e foi embora.
O dia passou normal, quando chegou a noite eu tava pensando em pedir umas empadas e ver um filme, mas aí minha irmã chega chorando, foi direto pro quarto dela e se trancou. Eu imaginei que ela tinha brigado com o namorado, porque ia passar a noite na casa dele, então fui falar com ela pra ver por que tava chorando.
Bato na porta e pergunto: –Tami, o que foi? Abre aí pra gente conversar– e de dentro, nada. Continuei insistindo um pouco. Até que me cansei e fui pedir a pizza, porque tava com uma fome danada. De quebra, pedi uma Heineken, porque a noite tava pedindo. Enquanto esperava a pizza, fiquei vendo um filme na Netflix.
Quando a pizza chegou, paguei e fui pro sofá continuar vendo o filme. Chamei minha irmã pra vir comer. Daí a pouco ela apareceu, descalça e com uma camiseta minha. Fiquei olhando pra ela, a maquiagem não tinha borrado, mesmo ela tendo chorado um tempinho antes. Ela falou: – Desculpa, maninho, por não ter deixado você entrar mais cedo, mas não queria falar com ninguém… e desculpa por pegar uma camiseta sua, mas era a única coisa que tava confortável e larguinha. – Tudo bem – falei – come e toma a cerveja antes que esquente. Ela sentou do meu lado, comemos e vimos o filme numa boa. Quando terminamos de comer, ela disse: – Você se importa se eu deitar a cabeça na sua coxa e esticar as pernas? É que tive um dia de merda e quero descansar. Falei que não tinha problema, que podia ficar à vontade. Ficamos assim por um tempo, de vez em quando eu fazia carinho ou passava a mão no cabelo dela.
Quando o filme terminou e antes que eu começasse a procurar outro, ela me fez uma pergunta que me desmontou.
Tamara—Alex, como você é como namorado?
Eu não sei, Tamara, é difícil de dizer.
T-dale, boludo, não é tão difícil—
é-bom, tá bem, sou romântico, gosto de compartilhar muito com minha mina, mesmo que agora não tenha uma, gosto de ser detalhista e ficar com ela sempre, gosto de tirar fotos mesmo que depois não poste em lugar nenhum; também sou muito engraçado, mesmo que não pareça. Basicamente, gosto de compartilhar muito com minha parceira. Por quê?
T- Ah! Bom, é melhor que você seja assim tão fofo. Nós procuramos isso… a maioria, pelo menos.
Sim, sim, mas por que a pergunta vem?
T-por nada, já te falei—
Tá bom, mas você vai me contar o que aconteceu. Por que você veio chorando hoje?
não tô afim de falar do idiota do meu ex
Então era por isso que o
Foi por causa daquele idiota do Franco, Alex.
Pra tudo isso, a Tamara já tinha sentado no sofá. Eu continuei falando
—Não sei o que rolou entre o Franco e você. Mas ele é um baita dum idiota por te fazer chorar.
T-sabe o que acontece? É que não tenho sorte com os caras. Adres me traiu, Gonzalo também, e agora Franco prefere a farra e os amigos do que ficar comigo… Não tô dizendo que ele não pode sair ou ficar com os amigos, mas me dá raiva que a gente já tinha feito planos de ficar junto e ele me troca pela balada. Ainda fica puto quando eu falo que isso sempre acontece.
Te entendo, quer que eu te diga a verdade?
t-si óbvio, por isso te falei o que rolou… vai em parte-
y—como assim, parte gorda?
Não importa, mas me diz o que você pensa.
Bom, tá bem, o Franco é um babaca que se acha demais. Sempre te tratou como se você fosse a segunda opção dele ou nada, até acho que ele queria te comer e matar a vontade… além disso, te falei desde o primeiro dia que ele não era pra você e você me disse que eu tava com ciúme, ciúme de quê? Se ele tem 1,80 e é feio, coitadinho. Além disso, gostosa, você tem um gosto muito melhor.
Valeu, Alex, sei que tenho que te dar razão, ele não é pra mim e nunca foi. E olha que ele queria me comer, pode ser porque a gente não fazia muita coisa de namorado ou algo mais, ele me comia e depois ficava olhando Instagram e postando foto de gostosa pelada, e quando eu posto uma história assim ele ficava bravo e eu tinha que apagar.
Pois é, com mais razão ainda, esse cara tem merda na cabeça e é um babaca que não sabe valorizar uma gostosa como você. Sabe como eu te exibira se você fosse minha mina?
T—Ah, é? Que lindo você dizer isso, me anima bastante. E vou te falar uma coisa: ele não sabe foder, nunca consegue me fazer gozar e me deixa bem insatisfeita. Além disso, a gente sempre fazia a mesma coisa. Nem chupar uma buceta o inútil sabe.
T-Tamara! Pelo amor de Deus, sou seu irmão e não quero saber como você transava com aquele pau curto do seu ex.
T-¡Hahahahahaha! É verdade, tem um pinto curto e achava que tinha uma anaconda, nem sabia como usar.
Y-Tamarabasta, por favor, não quero saber mais nada dele. Vamos mudar de assunto e ver um filme.
Tá bom, Ale, bota um filme enquanto eu vou no banheiro.
Enquanto minha irmã se afastava, eu pude notar como os mamilos dela apareciam e como ela balançava as tetas, então deduzi que ela devia estar sem sutiã. Quando ela se distanciou, eu me virei e pude ver a bunda linda dela. Me virei bem na hora, porque ela se virou pra me olhar.
Continuei procurando um filme como se nada tivesse acontecido, ela voltou e se sentou no sofá com as pernas pra cima e cruzadas. Me trouxe um copo de refrigerante e um pra ela. Finalmente ela me disse
T—Não tem nada interessante pra ver?
Y-Não. Nenhuma me chama a atenção.
T—Bom, posso te fazer uma pergunta?
S-sim, claro—
T—você me acha gostosa? Você me acha atraente?
Larguei o controle na mesa, me virei pra olhar pra ela e respondi: – pra mim você é muito gostosa e chama a atenção de qualquer homem que te olhar. Por que a pergunta?
M-mas eu te perguntei se você me considera uma garota gostosa. E não como irmão, não — como o homem que você é.
y-Por que a pergunta?
P-Por quê? Por que eu te vi quando fui ao banheiro, olhando pra minha buceta e minha bunda—
Aí minha cor ficou vermelha de vergonha, queria ir pra puta que pariu. E ele continuou.
Além disso, sei que quando não estou, você entra no meu quarto e pega minhas calcinhas. Ou quando eu coloco o biquíni, você fica olhando, mesmo disfarçando muito bem…
Eu não sabia pra onde ir nem o que dizer, não saía nada da minha boca e ela continuou.
Lembro de você há uns anos atrás, quando a gente morava na outra casa? Bom, uma noite o pai foi me buscar na casa da Rosa e quando voltei você já tava dormindo e eu vesti uma camiseta sua, igual agora, e me deitei assim. — Eu só balancei a cabeça confirmando e ela continuou — Quando o sol começou a entrar, você levantou, acho que pra ir no banheiro, e quando voltou eu tava de lado olhando pra parede, minha bunda ficou exposta, aí você voltou e quando passou pela minha cama ficou olhando pra minha bunda, feito um tarado. Aí eu fui de volta pro banheiro bater uma pensando, com certeza, na minha bunda.
Pra tudo isso, eu não sabia o que fazer, se ir embora ou ficar: se falar e me defender ou calar a boca e aceitar o que ela dizia. Ela, por sua vez, ficou me encarando, esperando um pedido de desculpas ou algo assim. Por fim, saíram umas palavras da minha boca.
Y-Pe, pê... Desculpa, Tami, tô me sentindo muito mal. Me sín... e antes que eu pudesse terminar a frase, a Tamara colocou o rosto dela tão perto do meu que quase nos beijamos. Ela pôs o dedo indicador na minha boca e me calou. Ela falou e disse.
T-hermanito, sabe o que eu quero fazer há um tempão?
Eu, feito um idiota, neguei com a cabeça, e aí ela me beijou. Eu a empurrei e falei: — O que você tá fazendo?! Ela, por sua vez, fez um gesto pra eu calar a boca e subiu em cima de mim, tipo de quatro, e me beijou de novo. Dessa vez, eu me deixei levar. Ela começou a se mexer devagar. Quando cansou da minha boca, desceu pelo meu pescoço e tirou minha camiseta. Pensei que aquilo era errado, e acho que ela leu meus pensamentos, porque falou: — Eu sei que é errado, mas você me fascina, e faz tempo que quero fazer isso. — E nem terminou de falar, já tirou minha camiseta que ela tava vestindo, ficando pelada. Só de calcinha fio-dental, porque os peitos dela, como eu já sabia, estavam sem sutiã. Aí eu perdi a cabeça — ou não —, mas comecei a aproveitar mais o momento e a me soltar. Com minhas mãos, comecei a percorrer as costas dela até chegar na bunda. Quando peguei, apertei. Uma mão ficou ali, e a outra subiu até a cintura dela, puxando ela bem contra mim.
por favor, não esquece de comentar se quiser saber o que aconteceu depois que peguei ela na cintura
E perdão se for longo, mas eu gosto de contar como aconteceu.
P.S.: no próximo vem a melhor parte. Querem saber?
9 comentários - Mi hermana y Yo (parte 2)
y obvio, un buen escritor sabe a donde quedarse para generar intriga
gracias! sinigfica mucho para mi