Meu primeiro menage (experiências na estrada)

Sou Rocío e meu parceiro Alberto — quem leu nosso primeiro relato sabe, quem não leu, a gente se apresenta: nossos nomes. No nosso primeiro relato, contamos as vivências daquela experiência maravilhosa com Emiliano em Chivilcoy. Lembro que a gente passou por lá a caminho de Capital Federal, onde tínhamos reservado uma aviação num hotel em Montserrat, a meia quadra da Avenida Rivadavia e a uma quadra da Plaza Miserere. Como eu disse, depois daquela experiência excitante e nova pra nós, nos vestimos. Eu escovei os dentes com enxaguante bucal porque o gosto de porra era forte demais; o Alberto não queria, tava excitado e adora me beijar com aquele gosto na minha boca. Saímos do apartamento, chegamos na Ruta 5 e o Alberto fala: "Prepara uns mates pra gente amenizar a viagem."

Não parávamos de conversar sobre o que tinha rolado, estávamos excitados viajando entre mate e mate. O Alberto me diz: "Saí de lá com a pica dura pra caralho, faz alguma coisa, love." E eu, que sou louca por sexo oral e ainda mais com ele, já que ele não é muito dotado — normal, 15,5 x 3,5 —, curto demais porque enfio ela toda na boca, devoro literalmente a pica do meu marido. Além disso, ele tem a particularidade de soltar muito líquido viscoso pré-seminal, eu diria que até mais que o próprio sêmen. Enfim, larguei o mate, abaixei a calça e a cueca dele e comecei a fazer feliz meu marido. Devo dizer que a pica dele nunca, mas nunca mesmo, vi e senti tão dura quanto naquele momento. Tava no céu, curtindo e engolindo o pré-seminal (amo essa pica tanto quanto amo ele). Num instante, sinto as pernas dele começarem a tremer e ele aperta o acelerador — me assustei e tirei a boca da pica na hora, e ele fala: "Rô, para no acostamento porque não sou dono do meu corpo." "Dale, dale, já tá, quero sentir teu gozo na minha boca, love, já." Ele parou, jogou o banco pra trás e eu me acomodei pra fazer ele gozar. Depois de uns segundos e umas investidas minhas com a língua, ele explodiu na minha boca de um jeito foda. Eu, extasiada, amo engolir porra — brinco um pouco. Chupo aquele líquido maravilhoso na minha boca e engulo na mesma hora, o que me deixa muito excitada. Beijo meu marido na boca com um beijo longo e profundo, a gente se recupera e segue viagem pra capital. Te arrumo o... Mate, Alberto coloca Pablito Lescano e seguimos viagem em silêncio, eu realmente excitada e morrendo de vontade de sentir uma rola na minha buceta urgente, uma vontade de explodir com um orgasmo de rola tremendo. Já perto de Luján, conto pro Alberto que não aguentava mais de tão molhada que eu tava e o quanto tava excitada pensando na rola do Emiliano. Alberto me fala que entre os candidatos que ele tinha conversado, tinha um de Caballito que ele descartou pela distância, achando que a gente nunca conseguiria marcar, e que eles tinham trocado WhatsApp e ele tinha o contato salvo. "Se você quiser, a gente chega no hotel, se instala, toma um banho e vê qual é a desse Hugo — é assim que ele se chama — e se ele tá afim de encontrar a gente, pelo menos pra conversar um pouco." "Tá bom", falo, "vamos fazer assim." Fiquei pensando um instante que não lembrava do Alberto ter me falado do Hugo, então perguntei: "Você nunca me falou do Hugo." E ele responde: "Falei umas duas vezes e você nem deu bola, ainda mais quando eu disse que ele tinha 58 anos." "Aaaah, é verdade, lembro que você me contou e não gostei da idade, além disso ele nunca te mandou foto nem nada, né?" E o Alberto responde: "Sim, quantas vezes eu tenho que te falar? Ele me mandou fotos dele, fotos íntimas que eu nunca te mostrei porque você não me deu chance", ele diz. "Não lembro de nada, gordo", falo. "Pois é, as fotos eu não te mostrei porque você não gostou da idade. O que eu te digo é que quando vi ele pelado, fiquei impressionado até eu." "Sério?", falo. "E você ainda tem as fotos?" "Tenho, sim. Dá uma olhada na minha pasta de fotos que você vai perceber na hora quem é o Hugo, porque ele é super dotado." Na hora fui procurar e assim que abri as fotos, identifiquei ele, hehehe. Nunca, mas nunca vi uma rola igual àquela, ainda mais sabendo que era uma possível rola que eu conheceria pessoalmente, não... Naquele momento, eu vi e falo pro Alberto: "E isso... quanto mede? Eu nem louca iria. a fazer algo com esse cara, e ela caiu na risada e me disse: "toda excitada, molhada e lubrificada, você vai estar no paraíso e nunca mais vai querer voltar". Achei a resposta dela muito engraçada e não parei de rir — não sei se foi mais pela piada ou por nervosismo e ansiedade de conhecer algo assim. Pergunto: "Quanto mede, sabe, Alberto?" Ela responde: "Sim, ele me disse 19 x 7." Eu soltei do fundo da alma: "Naaaaa". Alberto não para de rir e me diz: "O que eu faço, não ligo pra ele?" E eu, sem perceber, respondo antes dela terminar a pergunta: "Siiiiim". Nisso, já tínhamos passado o pedágio de Rodríguez e eu falo: "Amor, me toca e você vai ver como eu tô." Ela mete a mão por baixo da saia, puxa a calcinha de lado e fica toda ensopada, se surpreende com o que encontrou e começa a se masturbar, tão gostoso que eu gozei na hora com um gemido profundo: "Porraaa". O safado não parou e continuou me masturbando quase até viajar pela estrada, só parava um pouquinho nos pedágios. Eu respirava fundo, acho que nesse tempo tive mais de 4 orgasmos intensos, bem cheios de líquido. Cheguei no hotel toda molhada e sem a calcinha. Vamos pra recepção, damos os dados, pagamos e subimos pro quarto. Entramos e eu falo: "Amor, vou tomar banho. Você tenta fechar com o Hugo, se puder, vai… Se ele não responder, já mando zap: 'Oi Hugo, sou Alberto e a Rocío…' Continua…Meu primeiro menage (experiências na estrada)

3 comentários - Meu primeiro menage (experiências na estrada)

Que bueno espero q se concrete u disfruten t vsn los 10
exelente relato , ojala hagan muchos triossss