Ultimamente tenho lido muitos posts e é impossível evitar aquela corrente que percorre meu corpo e me faz querer fazer umas coisinhas. Passei muito tempo evitando a ideia de criar um perfil pra contar minha história, mas hoje eu me decidi. Vou manter meus dados pessoais em sigilo pela minha segurança e a dos meus filhos. Não tenho certeza se tô fazendo certo, mas aqui vai um pouco da minha história... Nasci em Bogotá - Colômbia e vivi lá a maior parte da minha vida. Lá me formei em psicologia aos 25 anos, ainda era uma mina normal, só tinha tido 2 namorados na vida toda. Quando terminei a faculdade, conheci um cara na festa de formatura (meu 3º namorado, ele tinha se infiltrado na festa), um pouco mais novo que eu, mas alto e fortão. Os ombros e braços largos dele me faziam sentir como uma menina protegida por um macho. Nunca ninguém tinha me comido igual aquele cara. Lembro de ficar exausta, largada na cama depois de uma foda incrível com esse moleque de só 18 anos (ele se chama Maicol, hoje é advogado). Depois de 7 meses de namoro, ele me largou por uma idiota de peitão que era burra que nem uma porta. Passei muito tempo chorando de dor e, no fundo, sentindo falta do prazer que ele me dava. Me sentia carente, precisava arrumar outro homem que me fizesse sentir o mesmo que eu tinha sentido antes. Na busca pelo prazer e cega pela raiva, me entreguei a colegas de trabalho e amigos que, depois de um tempo na cama, eu percebia que estavam longe de me levar ao êxtase. Mas esse não era o verdadeiro problema. Fui uma estúpida, achei que a melhor forma de me vingar era me dar pra quase qualquer um que parecesse bom de cama, mas a única coisa que consegui foi a fama de mulher fácil. Quando comecei a receber trocentos números de mensagens de estranhos me pedindo sexo, percebi que tinha cagado tudo. Pra onde eu ia, me olhavam torto e ninguém perdia a chance de se insinuar como se eu fosse uma puta. Desabei, me senti envergonhada de ser eu mesma. Parei de sair de casa, minha mãe cuidava de mim e sempre me dava conselhos pra eu não tirar minha própria vida. Os meses foram passando na minha depressão até que um dia minha mãe me disse que o melhor pra mim era buscar uma vida nova num lugar onde ninguém me conhecesse (não sei como não pensei nisso antes). Minha vida inteira tinha sido ali, meu estilo de vida era muito ligado àquela cidade que tanto mal me fez. Criei coragem e topei a ideia de largar Bogotá e ir atrás de um lugar onde eu pudesse ficar a salvo do meu passado. Foi assim que cheguei em Ibagué, uma cidade onde arrumei emprego rápido. Tudo estava bem de novo, conheci o homem que foi meu marido e pai dos meus 2 filhos mais velhos. O que vem depois não é muito interessante, então vou resumir: depois de 6 anos de relacionamento, descobri que ele me traía, então nos divorciamos. Pouco depois, conheci meu atual parceiro e pai da minha filha mais nova. Aos 32 anos, já me sentia realizada, tinha meus 3 bebês, um emprego estável e um homem trabalhador ao meu lado. E as coisas continuaram assim até que aconteceu algo que nunca esperava que fosse rolar com um dos meus filhos. Agora tenho 47 anos e a história que vou contar é sobre o que vem acontecendo desde 3 anos atrás até hoje. Vou intitular a história de "O fetiche do meu filho". Espero que vocês gostem. Me sigam pra não perderem a história.
3 comentários - Minha história de vida