Naquela manhĂŁ do dia 28 de dezembro, pensei que comer a Eva na frente do RaĂșl, ou sem ele por perto, tava cada vez mais perto. A Ășnica coisa que eu precisava fazer era ter paciĂȘncia e esperar a noite do dia 31, que a gente tinha marcado um rolĂȘ noturno com um grupo de amigos em comum, depois das uvas, hehe. A gente nĂŁo tinha falado de nada especĂfico nos Ășltimos dias do ano, mas eu tava confiante de que em algum momento da noite os dois iam chegar perto de mim pra propor alguma brincadeira... iam deixar o pequeno na casa de algum parente e o resto... jĂĄ era.
No segundo dia, meu amigo ia viajar, entĂŁo com certeza tinham combinado de fazer algo de despedida... e conhecendo o Raul, sabendo que tudo tinha saĂdo um pouco do controle... talvez ele achasse que o melhor era soltar a franga de vez e que eu comesse a mulher dele na frente dele, em vez de fazermos pelas costas dele quando ele estivesse fora.
No dia 31 eu mandei um zap pra Eva, era de manhĂŁ.
Oi, gostosa, tudo bem? Preparando as coisas pra essa noite?
Depois de meia hora, ela respondeu:
jĂĄ viu, ocupada ao mĂĄximo, sempre a mesma coisa. O Raul saiu pra comprar.
Jå imagino, não falei com ele desde ontem, acho que o de hoje à noite ainda tå de pé
saldremos todos, nĂ©?" â escrevi.
Claaaaro, minhas amigas, seus amigos, os casados, os que nĂŁo sĂŁo... kkkk
O que vocĂȘs tĂŁo pensando em fazer depois?
demorou uns minutos pra responder:
nĂŁo vou te falar nada" â ela escreveu
E eu jĂĄ comecei a ficar de pau duro, alguma coisa tinham falado.
nem uma pista? nem um adiantamento?
Nada" â ela soltou.
que filha da puta vocĂȘ Ă© comigo, hahaha
Ă assim, rober, Ă© assim
preciso te foder, Eva. VocĂȘ me deixa muito tesudo.
vocĂȘ a mim nĂŁo, hahahaha" escreveu de brincadeira.
se eu tiver que me contentar com outras coisas... que seja entĂŁo, mas eu sei que vocĂȘ quer que eu meta, bem fundo. vocĂȘ chupou ela de um jeito incrĂvel
Peguei ela com vontade" escreveu "tava com vontade... de te foder, de montar em cima do teu pau até fazer ele estourar, mas não era esse o trato entre eu e meu marido
pode ser que esse acordo se quebre, ou seja renegociado. eu posso negociar isso" â escrevi
VocĂȘ? Com o quĂȘ?
posso... " e aĂ improvisei "oferecer pro Raul um trato
De que tipo?
me dei uns minutos pra responder
outra pessoa, uma mulher
Como assim?" ela escreveu, surpresa.
uma quarta pessoa, Eva
Ela ficou em silĂȘncio, sem escrever nada.
Não se surpreenda, é normal... né?" continuei.
NĂŁo sei
Seu marido te divide, jĂĄ fez isso comigo... vocĂȘ tambĂ©m ficaria vendo ele brincar com outra... eu sei, e vocĂȘ sabe, Eva. Mesmo que vocĂȘ fique parada.
NĂŁo disse mais nada por uns minutos, depois escreveu:
Vou continuar fazendo umas paradas... a gente se fala hoje Ă noite!! tchauuuu
NĂŁo escrevi mais nada pra ela. Pelo menos jĂĄ tinha colocado uma coisa a mais. NĂŁo tinha pensado em ninguĂ©m pro meu amigo... talvez a GlĂłria, aquela coroa que eu comia, ou quem sabe um acordo com a Susana, a colega de trabalho dela. Ia ser muito, muito erĂłtico tudo aquilo, mas nĂŁo dava tempo de preparar pra essa noite. Ia ter que ser tudo na base do improviso, e hoje sĂł viria gente conhecida da gente, do nosso cĂrculo mais Ăntimo, que nĂŁo podia desconfiar de nada â coisa que ia fazer a Eva e o Roberto recuarem. Se eu sugerisse algo com alguĂ©m do nosso cĂrculo de amigos... talvez tivesse arriscando demais, quebraria uma das regras que me impuseram: nunca falar disso pra ninguĂ©m. Embora, pelo visto, a Eva estivesse disposta a incluir mais alguĂ©m, e com certeza o Raul tambĂ©m... eu tinha que ser cuidadoso. O prĂłximo passo... falar com meu amigo, mas claro, tinha que ser tudo na virada do ano. Se eu mandasse mensagens sugerindo ou dando a entender algo... talvez estragasse tudo, e nĂŁo era plano. Raul nĂŁo era a Eva. Se ele percebesse que eu era muito apressado... ia desconfiar de mim de novo e me ver como um cara que sĂł queria dar em cima da mulher dele assim que entrasse no carro e fosse viajar, haha, e eu nĂŁo queria isso.
Tinha que continuar passando a imagem de que a Eva nĂŁo me atraĂa muito, sĂł o suficiente pra fazer ela gozar na frente dele, e nĂłs dois curtirmos juntos. Tinha que ser assim.
Passou o dia, cada um ficou com sua famĂlia... e depois da meia-noite a gente se ligou, se desejou feliz ano novo e combinou de se encontrar lĂĄ pela uma da manhĂŁ num pub cheio, onde todo mundo ia se juntar, hehe.
Cheguei um dos primeiros, vesti uma camisa e uma jaqueta, algo bĂĄsico, passei gel no cabelo, que nĂŁo costumo usar, e bem perfumado, hehehe.
Enfim, foram chegando amigos em comum, amigas da Eva... mas deles, nem sinal. Fiquei conversando com o Gonzalo, um ex-colega de trabalho meu e do Raul, ele veio com a mulher dele, uma sem graça do caralho, haha, mas com um corpão muito bom depois de ter parido dois filhos, inacreditåvel a mina, embora não tão gostosa e musculosa quanto a Eva. Depois chegaram o Alberto e o Tomås, amigos gays, uns caras fodas, liberais, mas cada vez menos, por causa da idade, diziam, que era hora de sossegar. E eu pensando em algum momento que esses dois seriam peças boas pra uma noite de sacanagem com a Eva... hahaha. Melhor não tentar, porque às vezes eles contavam tudo, e não dava. Enfim... cumprimentei as amigas da Eva que iam chegando, umas mais gatas que outras, algumas com seus parceiros, ou maridos, que eu mal conhecia. As minas estavam espetaculares, a maioria.
AtĂ© que passou um pouco da uma... chegaram RaĂșl e Eva. Meu amigo veio me cumprimentar no balcĂŁo e atrĂĄs vinha Eva, que começou a cumprimentar primeiro as amigas, estava de casaco. Fiquei de olho nela quando foi pendurĂĄ-lo nuns cabides que tinha num lado do pub, quando tirou o casaco... eu fiquei sem reação, hahaha. NĂŁo estava, mas parecia que estava, haha. Ela vestia um vestido vermelho justo, nunca tinha visto aquele, quase toda a costa de fora, e se virou pra encarar a gente, e tinha um decantĂŁo monumental que ia atĂ© abaixo do peito, deixava ver um quarto de cada peito, no meio, e os dois se juntavam um no outro. Era algo inacreditĂĄvel. Ali vinha a Eva, deixando os caras duros, por instinto levei a mĂŁo na calça e acariciei o volume.
Quase nem percebi que jĂĄ tava com ela na minha frente.
- Oi, gostoso - ela disse-. Feliz ano novo.
E me deu dois beijos, os peitos dela, com um pouco de purpurina... brilhavam a um palmo de mim. NĂŁo falei nada.
â Vai ser uma noite longa, hein? â ela me disse sorrindo.

- Acho que tudo o que vocĂȘ quiser, gostosa - falei enquanto dava um abraço nela e os peitos dela roçavam no meu peito. A vara subiu na hora.
Ela se afastou um pouquinho, sorrindo.
- VocĂȘ tĂĄ incrĂvel - soltei baixinho pra ela.
- E vocĂȘ com certeza tĂĄ de pau duro.
- Duro Ă© pouco, nĂŁo me toquei desde o dia 28 de manhĂŁ, sei que jĂĄ faz quase quatro dias, mas... quis me guardar pra se hoje... cĂȘ sabe.
- Bom, agora nĂŁo posso te contar nada. Mas como o Raul e eu jĂĄ estamos meio doidinhos... kkkk, nĂŁo sei se vai rolar alguma coisa. Claro que eu adoraria... mas por outro lado...
â Por outro lado, o quĂȘ? â perguntei enquanto tomava um gole do cuba libre que me serviram.
â Por outro lado, amanhĂŁ Ă noite o RaĂșl vai embora, e nĂŁo sei se ele vai me querer sĂł pra ele... jĂĄ sabe.
JĂĄ... Bom, o que eu peço? Vamos ver como a noite se desenrola. VocĂȘ me disse que seria longa, e Ă© isso que eu espero. Eu, por via das dĂșvidas, nĂŁo vou exagerar na bebida, hehe. Coisa que eu vejo que seu marido jĂĄ estĂĄ fazendo.
Olhamos pro RaĂșl, do outro lado do balcĂŁo, com dois amigos nossos, tomando uns cubas-libres de gole grande.
â Vamo ver se no fim a gente vai ter que levar ele arrastado... â disse Eva enquanto se aproximava do grupo do marido. â Me pede um JB Booty, vai â falou pra mim em voz alta.
Pedido e, enquanto olhava pro grupo do meu amigo RaĂșl, onde a Eva tinha chegado pra dar oi com aquelas duas tetas no decote na frente, rindo, pensei que nĂŁo seria mĂĄ ideia meu amigo encher a cara atĂ© ficar mole no carro, ou na casa dele mesmo. Isso talvez me deixasse o caminho mais livre, e principalmente se a Eva tambĂ©m ficasse animada e baixasse a guarda, pensei que por mais safada que estivesse... aquela histĂłria de comer ela era algo que tinham decidido nĂŁo fazer. Seria difĂcil, ou nĂŁo, nunca se sabe atĂ© a hora chegar, e eu, esquentando o pessoal, tava um puta tarado, hahaha.
Onde eu estava, chegaram uns amigos e amigas, tanto meus e do Raul quanto da Eva, me chamando pra ir numa das mesas. Fui e começamos a conversar animadamente. Alguns casais jĂĄ estavam se pegando, nĂŁo de forma muito escancarada, mas abertamente, umas carĂcias bobas nos ombros, na cintura... atĂ© que uma das minas, uma que tem marido... mas age como se nĂŁo tivesse, kkkk, me puxou pra dançar uma mĂșsica da Shakira. Essa era ****, uma amiga da Eva e do Raul, o marido dela ficou olhando a gente enquanto dançåvamos na pista. Em dado momento, ela se colocou atrĂĄs de mim, bem colada, passando as mĂŁos pelos meus ombros e pelo contorno do resto do corpo, descendo atĂ© as coxas. Ela sussurrou no meu ouvido:
- TĂĄ uma delĂcia, hein?
Pra mim ela nĂŁo era gostosa, mesmo assim me virei pra encarar ela e soltei na zoeira:
- E vocĂȘ tĂĄ muito gostosa, atĂ© na frente do seu marido, cuidado que ele te vĂȘ me passar a mĂŁo.
Ela riu e depois disse:
- Ele nĂŁo liga, kkkk. Sabe o quanto eu tĂŽ tesuda, e sabe que quando eu nĂŁo aguentar mais, vou pedir pra gente ir pra casa pra ele me dar... bem.
- Quer uma rola, né? - soltei sorrindo.
- Isso, isso, hahahaha.
Jå eståvamos parando de dançar e voltamos devagar pra mesa, mas antes eu falei pra ela:
- EntĂŁo dĂĄ uma boa trepada com ele... e outro dia me conta.
Ela me olhou sem dizer nada, mas vi um brilho especial nos olhos dela, mordeu o lĂĄbio inferior e foi sentar com as outras minas, na frente do marido dela. O resto do povo tava gritando pra dançar, e a Eva e o RaĂșl tambĂ©m tinham visto tudo do outro lado do bar, no balcĂŁo.
Fui pedir outra dose, decidi beber bem devagar agora, tinha que ficar ligado e de olho na noite, no que ia rolar. AĂ me aproximei de onde estavam RaĂșl e Eva, com mais dois casais.
- Oooolaaaaa - cumprimentei todo mundo-. Como Ă© que tĂĄ a noite por aqui??
- Muito beeem, -disseram RaĂșl e os caras-. Aqui queimando os copos de vidro, hahaha.
- JĂĄ entendi, jĂĄ.
Olhei pra Eva e ela me sorriu. Em vez de falar qualquer coisa pra ela, virei pro meu amigo. Tomei cuidado pra falar no ouvido dele, bem baixinho, apesar do som alto...:
- Qual Ă© o plano pra hoje Ă noite, senhor?
Chamei ele de amo, no meu plano submisso total, kkkk.
Ele sorriu, me olhou bem de perto e depois sussurrou no meu ouvido:
- Vou sentir muito a sua falta, seu safadinho. Ainda nĂŁo decidi nada... mas... sei lĂĄ, sei lĂĄ.
O bafo dele jĂĄ tava com cheiro de bebum, hehe.
- TĂĄ bom, quero que vocĂȘ saiba, amor... que tĂŽ Ă sua disposição, Ă sua, sĂł Ă sua, pro que vocĂȘ quiser, assim como sua colega de trabalho te manda... eu tĂŽ abaixo dela, e de vocĂȘ, claro. EntĂŁo, se vocĂȘ mandar eu me ajoelhar... eu ajoelho, se mandar que seja eu quem te despe pra sua mulher ver... esse sou eu, submisso, seu.
Fiquei surpreso porque nĂŁo tinha ensaiado nem pensado em nada daquilo, saiu naturalmente, com toda a relaxação que as duas ou trĂȘs doses que jĂĄ tinha tomado me proporcionavam.
Ele me olhou rindo, mas depois ficou sério e disse:
- Espera aqui, cachorro.
Ele se virou pra Eva agora. Fiquei meio nervoso, mas talvez isso fosse dar certo. Ele afastou ela por um momento e sussurrou algo no ouvido dela. Ela me olhou na hora e, de inĂcio, ficou meio sĂ©ria, depois deu um sorrisinho, sĂł um pouco. Como se estivesse meio tensa. Esperei. Ela falava algo no ouvido dele, trocavam frases. Fiquei mais nervoso ainda, atĂ© que o RaĂșl começou a beijar o pescoço da Eva, deu uma mordidinha e depois veio atĂ© mim.
- TĂĄ bom, cachorro - disse no ouvido -. VocĂȘ vai ficar Ă minha disposição hoje Ă noite, sua putinha, e vocĂȘ tambĂ©m. JĂĄ sabe que tem que me obedecer.
- Que seja assim, entĂŁo.
â VocĂȘ me deixou de pau duro com essa histĂłria de vocĂȘ me despir na frente da minha mulher, seu filho da puta.
- Ah Ă©? - falei surpreso.
- Sim, mas o que vocĂȘ vai fazer agora... Ă© diferente. VocĂȘ viu o grupinho de amigas solteironas da minha mulher, nĂ©?
Concordei.
- Bom, vocĂȘ jĂĄ sabe que tem uma bem gostosa, gordinha, eu sei que vocĂȘ nĂŁo curte muito ela.
Concordei.
- Quero que vocĂȘ vĂĄ atĂ© elas, pegue a Pilar e convide ela pra um drink no balcĂŁo, e deixe ela com tesĂŁo.
â Mas...
- Faz isso, cachorro, hahahaha - e ela riu -. Faz isso se quiser me fazer feliz, se eu tÎ feliz... a gente vai se divertir todo mundo, tå? E cuida pra ninguém te ver.
- Tå bom - falei, esboçando um sorriso meio forçado.
Tudo isso sĂł pra depois irmos pra casa dela... nĂłs trĂȘs, sem a Pilar, que eu nĂŁo curtia nada, e deixar ela com tesĂŁo nĂŁo era mĂ©rito nenhum. Mas eu tinha que fazer... meu senhor, a chave pra chegar atĂ© a Eva esta noite, queria assim.
Peguei a Pilar, literalmente, kkk, pelo braço e falei:
- Vem aqui que te convido pra uma coisa, porque essa parada aĂ jĂĄ tĂĄ esquentando pra vocĂȘ.
- Ah, Ă©? - disse ela rindo.
- Claro que sim â eu disse â vocĂȘ esquenta tudo muito rĂĄpido.
â VocĂȘ nĂŁo faz ideia, filho â disse ela, se fazendo de engraçadinha.
Aà ela riu, e eu ri junto pra acompanhar, não porque tivesse achado graça, hehe.
Uma vez no balcĂŁo do pub, jĂĄ tava mais cheio de gente, do outro lado estavam o RaĂșl e a Eva conversando com mais amigos. Fizemos bem, porque de lĂĄ eles podiam me ver, e eu a eles. Mas nossos amigos nĂŁo nos viam muito, pra ser sincero, quase nada.
Coloquei a Pilar no balcĂŁo, de costas pra eles. Assim ela nĂŁo ia ver ninguĂ©m. Pedi as doses. Sorri e, olhando bem nos olhos dela, falei alto pra ela me ouvir por cima da mĂșsica:
- Hoje tu tå pedindo pra levar com tudo, haha. Då pra ver que saiu pra caçar.

A verdade Ă© que a mina tinha escolhido um vestido preto e um lenço branco, com umas luvas tambĂ©m brancas, que nĂŁo caĂam nada bem no conjunto, nem se compara com a Eva. Ela sorriu.

â NĂŁo sei se pra caçar... mas acho que sim, por que vocĂȘ pergunta? â disse enquanto se aproximava do meu pescoço e dava um gole no copo dela.
A tia tava metendo o pescoço de um jeito danado, hahaha. Aproveitei pra meter o meu tambĂ©m e olhar pra onde os outros estavam. Eva e RaĂșl estavam de olho pra ver o que eu tava fazendo e nĂŁo perder nada. Dei um beijo casto no pescoço da Pilar, se Ă© que esse tipo de beijo pode ser casto, nĂ©. Ela ficou meio dura, mas nĂŁo de nervoso, muito pelo contrĂĄrio, pelo que eu entendi. Como vi que ela nĂŁo falou nada... olhei pra Eva, ela me olhou, sorrindo. E soltei no ouvido da Pilar:
- Quantas aqui... como vocĂȘ... devem estar com a buceta toda molhada agora?
Ela tossiu um pouco. Me afastei e olhei pra ela. Ela me olhou meio corada, talvez, nĂŁo esperava que fosse assim... tĂŁo direto ou tĂŁo safado, ou tĂŁo... explĂcito, hehe. Como nĂŁo falei nada, voltei a dizer:
- Tava pensando nisso enquanto olhava pra vocĂȘs todas. E aĂ me toquei: "vou pegar a Pilar e perguntar pra ela". EntĂŁo, se vocĂȘ parar pra pensar na quantidade de mulheres que devem estar agora morrendo de vontade de algo tipo... tipo...
E aà eu parei, olhei ao redor, pros lados, ela tava me olhando, meio que se perguntando o que eu tava fazendo... aà olhei pra ela de novo e desci minha mão pra calça. Pegando no meu pacote, falei:
- Assim... algo assim que eu carrego aqui dentro.
Ri, eu ri. E olhei pro outro lado do balcĂŁo. Eva e RaĂșl estavam olhando, pareciam felizes com a minha performance, mesmo sem saber do que eu tava falando, mas dava pra imaginar vendo meus gestos. Falei pra Pilar:
- Ei, espera aĂ, nĂŁo sai daqui que vou no banheiro e jĂĄ volto, ok?
- Vale.
Me enfiei no meio da galera e aproveitei pra fazer um sinal pra Eva e RaĂșl se aproximarem, pra me seguirem. A Eva fez isso, porque em uns segundos me alcançou no caminho dos banheiros.
- JĂĄ era - falei pra ela.
- JĂĄ tĂĄ o quĂȘ? gostosa? - ela disse.
Aqueci ela. Se eu continuar assim... com certeza ela cai, e o RaĂșl me disse que...
- JĂĄ. jĂĄ sei o que o RaĂșl te disse, ele me contou - falou, e percebi um tom meio malicioso.
- Bom, entĂŁo... nĂŁo sei.
- Continua.
- Seguir o quĂȘ? - perguntei.
Então, lå na Booty do banheiro, passei a mão por baixo do vestido dela e ela pegou no meu pacote disfarçando, enquanto se aproximava do meu ouvido e acariciava minha rola por cima da calça. Ela disse:
- Continua esquentando essa puta, e fica com tesão também. Vamos ver se isso te ajuda.
E aĂ ela deixou a lĂngua cair no meu pescoço, lambeu por uns segundos. Olhei pra frente e vi que o RaĂșl tava olhando a gente de perto. Ele tinha se aproximado. Minha primeira reação foi me afastar da Eva, mas dei um pequeno susto e, como o RaĂșl nĂŁo se mexia, eu tambĂ©m nĂŁo me mexi. DaĂ a Eva se afastou e sumiu no meio da galera. Parecia que esses filhos da puta tinham tudo ensaiado.
Fiquei parada lĂĄ e o RaĂșl se aproximou de onde eu estava.
â Vou mijar tambĂ©m â disse ele. E me deu uns tapinhas nas costas.
- Valeu - falei num sussurro que ela nĂŁo devia ter ouvido.
- Jå deixou elas com tesão, né?
- O quĂȘ?
- Ăs duas, filho da puta, a Pilar e a minha mulher, tu deixou elas com o cuzinho coçando, kkkk. Mas a Eva jĂĄ tava no tesĂŁo desde antes das uvas, kkkk.
Sorri, e por um momento me senti deslocado. Era eu quem deveria estar no controle da situação, mas esses dois filhos da puta viraram o jogo de tal jeito que eu era o dominado, o que estava sob o comando deles.
- O que mais vocĂȘ quer que eu faça, Raul?
â Mea, sacode essa pica direito, hahaha, e depois volta pra onde a Pilar tĂĄ, continua mais uns minutos, sĂł isso, meu cachorro â e deu um gole no copo dele. JĂĄ tava começando a ficar de porre...
- TĂĄ bom, vou fazer isso, mas espero que a amiguinha nĂŁo me siga pra todo canto... porque senĂŁo...
- Po, vocĂȘ sabe se livrar desse tipo de situação, nĂ©? Quando nĂŁo curte uma mina... dĂĄ pra perceber pra caralho, foi isso que vocĂȘ me disse.
E era verdade. Enquanto mijava, pensava em como me livrar da Pilar, nĂŁo ia ser difĂcil, sĂł precisava falar mais umas merdas, algo sem noção, e sumir. E com sorte, algum cara desesperado podia ter chegado nela enquanto eu tava no banheiro. Assim ficava mais fĂĄcil pra mim. SaĂ do banheiro e fui direto pro balcĂŁo, quando cheguei...
... ... Pilar jĂĄ nĂŁo estava mais sozinha, mas nĂŁo era um cara que tinha se aproximado, nĂŁo.
A Eva também tava me esperando.
Me aproximei com meu melhor sorriso:
- OooolĂĄĂĄĂĄĂĄ - falei animado -. Mas quem temos aquiinnnn.
E aĂ me aproximei da Eva, beijei ela no rosto e passei o braço em volta da cintura dela. SĂł de sentir de novo aquele perfume de lavanda dela e o roçado do meu braço no tecido do vestido jĂĄ me deixou de pau duro. Olhei pra Pilar, que tava sorrindo e bebendo do copo dela. Ela chegou perto da gente, o rosto dela tava a um palmo, e pra gente ouvir, porque a mĂșsica jĂĄ tava começando a ficar mais alta, ela falou:
- Uiiii, vi um negĂłcio agora entre vocĂȘs... sei lĂĄ, parecia que tinha muita quĂmica, nĂ©?
â Ă porque a gente jĂĄ se conhece hĂĄ anos â disse Eva bem rĂĄpido. â O amigo do meu marido Ă© um dos melhores que vocĂȘ pode ter.
- Um dos melhores amantes - eu disse, rindo.
Elas riram e, quando a Pilar olhou pro copo dela, a Eva me deu uma cotovelada me avisando pra nĂŁo ser tĂŁo sem vergonha. Entendi que nĂŁo devia ficar pagando de abusado. A Pilar nĂŁo era muito fofoqueira, mas... no fim das contas, era mais amiga das outras do grupo do que da Eva. E vai saber quanta inveja a Eva podia despertar nela.
â Agora sim â falei continuando â eu sempre respeito minhas amigas, as namoradas dos meus amigos e as esposas deles â falei levantando meu copo e oferecendo como um brinde.
â Eu sou sua amiga? â perguntou Pilar.
- VocĂȘ... vocĂȘ Ă©... - comecei enquanto Eva nos olhava - vocĂȘ nĂŁo Ă© minha amiga, mas poderia ser, sĂł que antes disso...
- Antes disso, o quĂȘ? - ela disse, chegando a trĂȘs dedos da minha boca.
- Igual antes disso a gente transou - soltei.
Ela começou a rir, eu ri, a Eva só sorria.
- O que vocĂȘ acha, Eva? Vou comer sua amiga? - falei enquanto me aproximava da Pilar por trĂĄs, virei ela e abracei. Coloquei meu rosto perto do dela e nĂłs dois olhamos pra Eva. Na hora percebi que ela ficou meio nervosa. Como se jĂĄ nĂŁo conseguisse mais controlar a situação. Eu tinha me metido numa coisa que nĂŁo sabia como sair, nĂŁo estava cortando a Pilar de jeito nenhum, muito pelo contrĂĄrio, estava deixando ela ainda mais tesuda, e pra piorar, estava roçando meu pau em todas as nĂĄdegas dela, e ela começou a ronronar, a dizer: "uuuh, uuuhhh" e a reboltar a bunda contra o volume da minha calça.
â Pois olha â começou Eva se aproximando â hoje Ă© a Ășltima noite do RaĂșl aqui por pelo menos umas duas semanas. E vocĂȘ jĂĄ sabe o que a gente tava pensando em fazer lĂĄ em casa, bom... vocĂȘs podem imaginar â disse olhando pra Pilar.
- Porra, fodemos como leÔes - disse ela.
â Exatamente isso â disse Eva, olhando nos meus olhos.
O que fez meu pau endurecer ainda mais, e adivinhar nos olhos dela... que talvez tivessem combinado que eu ia comer ela... e que eu ia estragar tudo se nĂŁo enrolasse a Pilar. Mas claro... por outro lado, pensei que podia continuar jogando, se essa noite nĂŁo desse certo... meu amigo ia ficar duas semanas fora de casa, e a Eva ia ficar sozinha... sĂł precisava pressionar ela um pouquinho pra ver se topava me dar uma noite, sĂł nĂłs dois, sem o marido dela.
Segui:
- Bom, entĂŁo olha, a gente faz duplas - falei me afastando um pouco da Pilar.
- Casais? -disse Pilar, terminando o copo.
- Sim, casais - eu disse. Eva com RaĂșl, e vocĂȘ comigo, hahaha.
â Uau, isso eu nunca fiz, nunca transei na frente de ninguĂ©m â disse Pilar â quero mais um copo! Uuuuuhhh â e deu um grito, dava pra ver que o ĂĄlcool jĂĄ tava batendo.
â Eu pago â disse Eva fingindo um sorriso.
Ela chegou bem perto do balcĂŁo e eu deixei ela passar.
- Vou ao banheiro - disse Pilar -. Jå volto, peçam o que eu gosto, obriiiigada!!
Fui direto pra cima da Eva.
- Como Ă© que eu tĂŽ indo?
âTĂĄ doido, filho da puta. CĂȘ convidou a Pilar pra minha casa!
- Claaarooo, nĂŁo queriam jogos? pois aĂ estĂŁo.
- O RaĂșl falou pra vocĂȘ tirar essa buceta daqui!
â TĂĄ com ciĂșme?
- O quĂȘ?
- Que se tĂĄ com ciĂșme porque vou meter na sua amiga na sua casa, na sua frente.
- NĂŁo fala merda
- Sim, porque com certeza vocĂȘs tinham pensado em algo pra mim, tipo eu te foder talvez...
Ela nĂŁo disse nada. Eu continuei enquanto ela pedia as bebidas.
- NĂŁo tem problema, Eva. A Pilar vem, quando chegar jĂĄ vai estar mais que bĂȘbada. E quem sabe como vai estar o RaĂșl, ou vocĂȘ, hehe. Eu aguento bem, vocĂȘ jĂĄ sabe.
â Toma â disse, jogando meu copo pra mim.
Nesse momento, o RaĂșl apareceu:
- como Ă© que tĂĄ indo tudo?
Esse filho da puta tĂĄ seduzindo a Pilar, convidou ela pra foder na nossa casa, assim, nĂłs quatro juntos.
â SĂ©rio? â disse RaĂșl, surpreso. â Kkkkkk, o que cĂȘ tĂĄ fazendo, filho da puta?
â Me pareceu uma boa ideia.
- VocĂȘ desobedeceu seu dono - ele disse com uma cara sĂ©ria que nĂŁo conseguia segurar, porque estava brincando.
Eu ri.
- NĂŁo tem problema, gatinha - disse Raul-. Vou ver se conserto... Vou buscar a Pilar, pra onde ela foi?
- Vou no banheiro - falei, sem dar mais pitaco sobre o assunto.
Bebi do meu copo, Eva bebeu do dela.
- Ainda tĂĄ puta?
- NĂŁo, nĂŁo.
- JĂĄ sei, o que vocĂȘ tem Ă© que tĂĄ com tesĂŁo. Queria agora mesmo ver se vocĂȘ tĂĄ de calcinha. Aposto que nĂŁo.
- Mesmo assim, vocĂȘ nĂŁo consegue descobrir a noite toda.
A galera nos cercava. Ela se virou pro balcão pra largar o copo. Olhei ao redor. Tava todo mundo na nossa frente, ninguém conhecido nos via...
Fiquei atrås da Eva e desci minha mão até a coxa dela.
- Que buceta vocĂȘ tĂĄ fazendo? - disse ele se aproximando de mim, inclinando a cabeça.
- NĂŁo Ă© que buceta eu como, Eva, isso Ă©: Que buceta eu quero tocar! A sua! Ă isso que eu quero - falei enfiando minha mĂŁo pela borda do vestido dela e subindo por dentro. Cheguei na beirada da meia dela e continuei. Ela se deixou.
- Ahaahhhhh - ela sussurrou.
Finalmente cheguei na buceta dela. Tava depilada por completo. Tava ardendo, molhado era pouco. Tava encharcada de tudo, escorrendo.
- Adoro sua buceta, putinha - falei no ouvido dela.
Aà tirei a mão råpido. Virei ela e, na frente dela, levei minha mão suja de seiva até a boca e enfiei os quatro dedos.
- Essa buceta Ă© a que eu quero foder hoje Ă noite, e se for na frente do seu marido e com a sua amiguinha gostosa jĂĄ fodida... melhor ainda - falei no ouvido dela.
Pois Ă©, capaz que vocĂȘ nĂŁo come ela - disse ela.
- Agora mesmo eu rasgava esse vestido em vocĂȘ, pela parte dos peitos, pelo decote, abria ele e deixava seus peitos no ar - falei, ignorando o comentĂĄrio dela.

Ela se virou de novo e pegou a taça dela, e me passou a minha.
- BebĂȘ, vem logo, que isso tĂĄ gelado e vocĂȘ tĂĄ muito gostosa.
â E vocĂȘ, bebe bebe, que tem umas partes que tĂŁo pegando fogo â falei pegando a taça com uma mĂŁo e levando os dedos de volta aos lĂĄbios. Os que tinham estado dentro dela.
- NĂŁo encosta mais na minha buceta aqui, podem nos ver. E vocĂȘ jĂĄ sabe que nĂŁo vou fazer nada, nem quero que vocĂȘ faça nada, sem o Raul estar na frente.
NĂŁo falei nada e a gente foi bebendo dos copos. Passou um minuto, chegaram o RaĂșl e a Pilar. Sorrindo. Pediram mais copos e continuaram bebendo. O RaĂșl deu um jeito pra gente se juntar de novo com o grupo de amigos e conhecidos, entĂŁo a gente saiu do balcĂŁo atrĂĄs deles. Enquanto a gente ia, perguntei:
- Como Ă© que foi com a Pilar?
â Depois te conto, depois te conto â ela disse no ponto certo do ĂĄlcool. Aquele em que vocĂȘ tĂĄ super de boa, mas se continuar bebendo mais... capaz de perder o fio da meada.
Pensei: "Continua assim, RaĂșl, que depois tu nĂŁo dĂĄ conta do recado, e eu vou ter que estar aqui de qualquer jeito". RaĂșl chegou perto da Eva e começou a sussurrar alguma coisa no ouvido dela. Fiquei de olho na cara que ela fez e, na hora, ela ficou sĂ©ria, como se nĂŁo acreditasse no que tava ouvindo. RaĂșl segurou o pulso dela e continuou falando. Parecia que ele tava se justificando por alguma coisa. Eu sabia que alguma coisa tinha rolado entre o RaĂșl e a Pilar, mas... em tĂŁo pouco tempo? Talvez o RaĂșl tivesse chamado a Pilar pra casa dele depois da saĂda do pub... vai saber. Tava morrendo de vontade de descobrir. Nisso, a Pilar chega perto de mim de novo, a gente jĂĄ tava com o resto do pessoal, na ĂĄrea "de todo mundo".
â Do que vocĂȘs dois falaram, RaĂșl e vocĂȘ? â perguntei na lata, sorrindo, claro.
- Uuuuiiii, de um par de coisas - ela disse rindo, afetada pela bebida, um pouco mais que o RaĂșl.
- Ah, e isso inclui... algo pra essa noite?
- mmm.... sim, acho que sim - disse ela bebendo.
- Comigo?
- mmm... pode ser - disse ela me olhando de um jeito safado.
Porque Ă© isso, ela podia ser uma mina super normal, um pouco soltinha pro meu gosto, com um corpo normal, gordinha, mas naquela noite ela tava... muito gostosa. Dava pra ver. Muito safada. E isso agrada pra caralho, e o fĂsico perfeito, quase perfeito, ou ter umas tetas de um jeito ou de outro, etc... Ă© o de menos numa noite como aquela. Entre a Eva e a Pilar, a noite cheirava a sexo. AtĂ© me deu vontade de passar a mĂŁo nela pra ver como ela gemia, porque eu tinha certeza de que a Pilar gemia alto e claro, e que adorava sexo, e nĂŁo escondia isso. Ă verdade que os sapatos ficaram uma merda nela, hahaha. Meu lado tarado aparecia direto, hahaha. Mas sei lĂĄ, de repente eu queria ter ela na minha frente, botar ela de quatro e meter de costas, sem dĂł, pra depois juntar o cabelo dela com uma mĂŁo e montar nela puxando com força. E que tudo isso a Eva visse.

Dei uma olhada na Eva, o decote dela me deixava doido. Ela continuava com aquela cara sĂ©ria, olhou pro RaĂșl, e depois passou o olho pelos outros, atĂ© que parou um instante na Pilar, e aĂ em mim.
- Vamos, me adianta um pouco - pedi pra Pilar, que continuava do meu lado.
- CĂȘ tĂĄ a fim de mim? - ela soltou de repente. Me pegou de surpresa.
â VocĂȘ tĂĄ gostosa hoje Ă noite â soltei pra ela.
- AhĂŁ, essa noite...
- Sim, vocĂȘ estĂĄ gostosa pra caralho.
- Isso significa...
- Isso significa que eu te comia onde quisesse e quando quisesse.
- Agora? no meu carro? - ela soltou.
- Por exemplo - falei, torcendo pra ela nĂŁo me pedir pra acompanhar, porque isso significaria perder de vista a chance de ir com a Eva e o Raul e deixar tudo esfriar.
â Beleza âdisse elaâ. Porque vocĂȘ nĂŁo vai me comer no meu carro. Do jeito que o RaĂșl sugeriu... vai ser de outro jeito.
â RaĂșuuuulll? â perguntei, fingindo surpresa e pra Eva reconhecer ele, caso estivesse me olhando.
- Sim - disse ela sorrindo e bebendo do seu copo -. Daqui a pouco... vamos na casa dele. Ainda nĂŁo sei o que vai rolar, mas ele me disse que a gente vai se divertir pra caralho...
Porra, esse Raulito..." pensei. Olhei pra Eva e ela me encarou com uma cara sĂ©ria. Ela devia saber muito bem o que ia rolar, os planos do marido dela. Precisava descobrir mais, porque no mĂnimo a gente ainda ia ficar mais uma hora enfiados ali...
CONTINUA...
No segundo dia, meu amigo ia viajar, entĂŁo com certeza tinham combinado de fazer algo de despedida... e conhecendo o Raul, sabendo que tudo tinha saĂdo um pouco do controle... talvez ele achasse que o melhor era soltar a franga de vez e que eu comesse a mulher dele na frente dele, em vez de fazermos pelas costas dele quando ele estivesse fora.

No dia 31 eu mandei um zap pra Eva, era de manhĂŁ.
Oi, gostosa, tudo bem? Preparando as coisas pra essa noite?
Depois de meia hora, ela respondeu:
jĂĄ viu, ocupada ao mĂĄximo, sempre a mesma coisa. O Raul saiu pra comprar.
Jå imagino, não falei com ele desde ontem, acho que o de hoje à noite ainda tå de pé
saldremos todos, nĂ©?" â escrevi.
Claaaaro, minhas amigas, seus amigos, os casados, os que nĂŁo sĂŁo... kkkk
O que vocĂȘs tĂŁo pensando em fazer depois?
demorou uns minutos pra responder:
nĂŁo vou te falar nada" â ela escreveu
E eu jĂĄ comecei a ficar de pau duro, alguma coisa tinham falado.
nem uma pista? nem um adiantamento?
Nada" â ela soltou.
que filha da puta vocĂȘ Ă© comigo, hahaha
Ă assim, rober, Ă© assim
preciso te foder, Eva. VocĂȘ me deixa muito tesudo.
vocĂȘ a mim nĂŁo, hahahaha" escreveu de brincadeira.
se eu tiver que me contentar com outras coisas... que seja entĂŁo, mas eu sei que vocĂȘ quer que eu meta, bem fundo. vocĂȘ chupou ela de um jeito incrĂvel
Peguei ela com vontade" escreveu "tava com vontade... de te foder, de montar em cima do teu pau até fazer ele estourar, mas não era esse o trato entre eu e meu marido
pode ser que esse acordo se quebre, ou seja renegociado. eu posso negociar isso" â escrevi
VocĂȘ? Com o quĂȘ?
posso... " e aĂ improvisei "oferecer pro Raul um trato
De que tipo?
me dei uns minutos pra responder
outra pessoa, uma mulher
Como assim?" ela escreveu, surpresa.
uma quarta pessoa, Eva
Ela ficou em silĂȘncio, sem escrever nada.
Não se surpreenda, é normal... né?" continuei.
NĂŁo sei
Seu marido te divide, jĂĄ fez isso comigo... vocĂȘ tambĂ©m ficaria vendo ele brincar com outra... eu sei, e vocĂȘ sabe, Eva. Mesmo que vocĂȘ fique parada.
NĂŁo disse mais nada por uns minutos, depois escreveu:
Vou continuar fazendo umas paradas... a gente se fala hoje Ă noite!! tchauuuu
NĂŁo escrevi mais nada pra ela. Pelo menos jĂĄ tinha colocado uma coisa a mais. NĂŁo tinha pensado em ninguĂ©m pro meu amigo... talvez a GlĂłria, aquela coroa que eu comia, ou quem sabe um acordo com a Susana, a colega de trabalho dela. Ia ser muito, muito erĂłtico tudo aquilo, mas nĂŁo dava tempo de preparar pra essa noite. Ia ter que ser tudo na base do improviso, e hoje sĂł viria gente conhecida da gente, do nosso cĂrculo mais Ăntimo, que nĂŁo podia desconfiar de nada â coisa que ia fazer a Eva e o Roberto recuarem. Se eu sugerisse algo com alguĂ©m do nosso cĂrculo de amigos... talvez tivesse arriscando demais, quebraria uma das regras que me impuseram: nunca falar disso pra ninguĂ©m. Embora, pelo visto, a Eva estivesse disposta a incluir mais alguĂ©m, e com certeza o Raul tambĂ©m... eu tinha que ser cuidadoso. O prĂłximo passo... falar com meu amigo, mas claro, tinha que ser tudo na virada do ano. Se eu mandasse mensagens sugerindo ou dando a entender algo... talvez estragasse tudo, e nĂŁo era plano. Raul nĂŁo era a Eva. Se ele percebesse que eu era muito apressado... ia desconfiar de mim de novo e me ver como um cara que sĂł queria dar em cima da mulher dele assim que entrasse no carro e fosse viajar, haha, e eu nĂŁo queria isso.
Tinha que continuar passando a imagem de que a Eva nĂŁo me atraĂa muito, sĂł o suficiente pra fazer ela gozar na frente dele, e nĂłs dois curtirmos juntos. Tinha que ser assim.
Passou o dia, cada um ficou com sua famĂlia... e depois da meia-noite a gente se ligou, se desejou feliz ano novo e combinou de se encontrar lĂĄ pela uma da manhĂŁ num pub cheio, onde todo mundo ia se juntar, hehe.
Cheguei um dos primeiros, vesti uma camisa e uma jaqueta, algo bĂĄsico, passei gel no cabelo, que nĂŁo costumo usar, e bem perfumado, hehehe.
Enfim, foram chegando amigos em comum, amigas da Eva... mas deles, nem sinal. Fiquei conversando com o Gonzalo, um ex-colega de trabalho meu e do Raul, ele veio com a mulher dele, uma sem graça do caralho, haha, mas com um corpão muito bom depois de ter parido dois filhos, inacreditåvel a mina, embora não tão gostosa e musculosa quanto a Eva. Depois chegaram o Alberto e o Tomås, amigos gays, uns caras fodas, liberais, mas cada vez menos, por causa da idade, diziam, que era hora de sossegar. E eu pensando em algum momento que esses dois seriam peças boas pra uma noite de sacanagem com a Eva... hahaha. Melhor não tentar, porque às vezes eles contavam tudo, e não dava. Enfim... cumprimentei as amigas da Eva que iam chegando, umas mais gatas que outras, algumas com seus parceiros, ou maridos, que eu mal conhecia. As minas estavam espetaculares, a maioria.
AtĂ© que passou um pouco da uma... chegaram RaĂșl e Eva. Meu amigo veio me cumprimentar no balcĂŁo e atrĂĄs vinha Eva, que começou a cumprimentar primeiro as amigas, estava de casaco. Fiquei de olho nela quando foi pendurĂĄ-lo nuns cabides que tinha num lado do pub, quando tirou o casaco... eu fiquei sem reação, hahaha. NĂŁo estava, mas parecia que estava, haha. Ela vestia um vestido vermelho justo, nunca tinha visto aquele, quase toda a costa de fora, e se virou pra encarar a gente, e tinha um decantĂŁo monumental que ia atĂ© abaixo do peito, deixava ver um quarto de cada peito, no meio, e os dois se juntavam um no outro. Era algo inacreditĂĄvel. Ali vinha a Eva, deixando os caras duros, por instinto levei a mĂŁo na calça e acariciei o volume.
Quase nem percebi que jĂĄ tava com ela na minha frente.
- Oi, gostoso - ela disse-. Feliz ano novo.
E me deu dois beijos, os peitos dela, com um pouco de purpurina... brilhavam a um palmo de mim. NĂŁo falei nada.
â Vai ser uma noite longa, hein? â ela me disse sorrindo.

- Acho que tudo o que vocĂȘ quiser, gostosa - falei enquanto dava um abraço nela e os peitos dela roçavam no meu peito. A vara subiu na hora.
Ela se afastou um pouquinho, sorrindo.
- VocĂȘ tĂĄ incrĂvel - soltei baixinho pra ela.
- E vocĂȘ com certeza tĂĄ de pau duro.
- Duro Ă© pouco, nĂŁo me toquei desde o dia 28 de manhĂŁ, sei que jĂĄ faz quase quatro dias, mas... quis me guardar pra se hoje... cĂȘ sabe.
- Bom, agora nĂŁo posso te contar nada. Mas como o Raul e eu jĂĄ estamos meio doidinhos... kkkk, nĂŁo sei se vai rolar alguma coisa. Claro que eu adoraria... mas por outro lado...
â Por outro lado, o quĂȘ? â perguntei enquanto tomava um gole do cuba libre que me serviram.
â Por outro lado, amanhĂŁ Ă noite o RaĂșl vai embora, e nĂŁo sei se ele vai me querer sĂł pra ele... jĂĄ sabe.
JĂĄ... Bom, o que eu peço? Vamos ver como a noite se desenrola. VocĂȘ me disse que seria longa, e Ă© isso que eu espero. Eu, por via das dĂșvidas, nĂŁo vou exagerar na bebida, hehe. Coisa que eu vejo que seu marido jĂĄ estĂĄ fazendo.
Olhamos pro RaĂșl, do outro lado do balcĂŁo, com dois amigos nossos, tomando uns cubas-libres de gole grande.
â Vamo ver se no fim a gente vai ter que levar ele arrastado... â disse Eva enquanto se aproximava do grupo do marido. â Me pede um JB Booty, vai â falou pra mim em voz alta.
Pedido e, enquanto olhava pro grupo do meu amigo RaĂșl, onde a Eva tinha chegado pra dar oi com aquelas duas tetas no decote na frente, rindo, pensei que nĂŁo seria mĂĄ ideia meu amigo encher a cara atĂ© ficar mole no carro, ou na casa dele mesmo. Isso talvez me deixasse o caminho mais livre, e principalmente se a Eva tambĂ©m ficasse animada e baixasse a guarda, pensei que por mais safada que estivesse... aquela histĂłria de comer ela era algo que tinham decidido nĂŁo fazer. Seria difĂcil, ou nĂŁo, nunca se sabe atĂ© a hora chegar, e eu, esquentando o pessoal, tava um puta tarado, hahaha.
Onde eu estava, chegaram uns amigos e amigas, tanto meus e do Raul quanto da Eva, me chamando pra ir numa das mesas. Fui e começamos a conversar animadamente. Alguns casais jĂĄ estavam se pegando, nĂŁo de forma muito escancarada, mas abertamente, umas carĂcias bobas nos ombros, na cintura... atĂ© que uma das minas, uma que tem marido... mas age como se nĂŁo tivesse, kkkk, me puxou pra dançar uma mĂșsica da Shakira. Essa era ****, uma amiga da Eva e do Raul, o marido dela ficou olhando a gente enquanto dançåvamos na pista. Em dado momento, ela se colocou atrĂĄs de mim, bem colada, passando as mĂŁos pelos meus ombros e pelo contorno do resto do corpo, descendo atĂ© as coxas. Ela sussurrou no meu ouvido:
- TĂĄ uma delĂcia, hein?
Pra mim ela nĂŁo era gostosa, mesmo assim me virei pra encarar ela e soltei na zoeira:
- E vocĂȘ tĂĄ muito gostosa, atĂ© na frente do seu marido, cuidado que ele te vĂȘ me passar a mĂŁo.
Ela riu e depois disse:
- Ele nĂŁo liga, kkkk. Sabe o quanto eu tĂŽ tesuda, e sabe que quando eu nĂŁo aguentar mais, vou pedir pra gente ir pra casa pra ele me dar... bem.
- Quer uma rola, né? - soltei sorrindo.
- Isso, isso, hahahaha.
Jå eståvamos parando de dançar e voltamos devagar pra mesa, mas antes eu falei pra ela:
- EntĂŁo dĂĄ uma boa trepada com ele... e outro dia me conta.
Ela me olhou sem dizer nada, mas vi um brilho especial nos olhos dela, mordeu o lĂĄbio inferior e foi sentar com as outras minas, na frente do marido dela. O resto do povo tava gritando pra dançar, e a Eva e o RaĂșl tambĂ©m tinham visto tudo do outro lado do bar, no balcĂŁo.
Fui pedir outra dose, decidi beber bem devagar agora, tinha que ficar ligado e de olho na noite, no que ia rolar. AĂ me aproximei de onde estavam RaĂșl e Eva, com mais dois casais.
- Oooolaaaaa - cumprimentei todo mundo-. Como Ă© que tĂĄ a noite por aqui??
- Muito beeem, -disseram RaĂșl e os caras-. Aqui queimando os copos de vidro, hahaha.
- JĂĄ entendi, jĂĄ.
Olhei pra Eva e ela me sorriu. Em vez de falar qualquer coisa pra ela, virei pro meu amigo. Tomei cuidado pra falar no ouvido dele, bem baixinho, apesar do som alto...:
- Qual Ă© o plano pra hoje Ă noite, senhor?
Chamei ele de amo, no meu plano submisso total, kkkk.
Ele sorriu, me olhou bem de perto e depois sussurrou no meu ouvido:
- Vou sentir muito a sua falta, seu safadinho. Ainda nĂŁo decidi nada... mas... sei lĂĄ, sei lĂĄ.
O bafo dele jĂĄ tava com cheiro de bebum, hehe.
- TĂĄ bom, quero que vocĂȘ saiba, amor... que tĂŽ Ă sua disposição, Ă sua, sĂł Ă sua, pro que vocĂȘ quiser, assim como sua colega de trabalho te manda... eu tĂŽ abaixo dela, e de vocĂȘ, claro. EntĂŁo, se vocĂȘ mandar eu me ajoelhar... eu ajoelho, se mandar que seja eu quem te despe pra sua mulher ver... esse sou eu, submisso, seu.
Fiquei surpreso porque nĂŁo tinha ensaiado nem pensado em nada daquilo, saiu naturalmente, com toda a relaxação que as duas ou trĂȘs doses que jĂĄ tinha tomado me proporcionavam.
Ele me olhou rindo, mas depois ficou sério e disse:
- Espera aqui, cachorro.
Ele se virou pra Eva agora. Fiquei meio nervoso, mas talvez isso fosse dar certo. Ele afastou ela por um momento e sussurrou algo no ouvido dela. Ela me olhou na hora e, de inĂcio, ficou meio sĂ©ria, depois deu um sorrisinho, sĂł um pouco. Como se estivesse meio tensa. Esperei. Ela falava algo no ouvido dele, trocavam frases. Fiquei mais nervoso ainda, atĂ© que o RaĂșl começou a beijar o pescoço da Eva, deu uma mordidinha e depois veio atĂ© mim.
- TĂĄ bom, cachorro - disse no ouvido -. VocĂȘ vai ficar Ă minha disposição hoje Ă noite, sua putinha, e vocĂȘ tambĂ©m. JĂĄ sabe que tem que me obedecer.
- Que seja assim, entĂŁo.
â VocĂȘ me deixou de pau duro com essa histĂłria de vocĂȘ me despir na frente da minha mulher, seu filho da puta.
- Ah Ă©? - falei surpreso.
- Sim, mas o que vocĂȘ vai fazer agora... Ă© diferente. VocĂȘ viu o grupinho de amigas solteironas da minha mulher, nĂ©?
Concordei.
- Bom, vocĂȘ jĂĄ sabe que tem uma bem gostosa, gordinha, eu sei que vocĂȘ nĂŁo curte muito ela.
Concordei.
- Quero que vocĂȘ vĂĄ atĂ© elas, pegue a Pilar e convide ela pra um drink no balcĂŁo, e deixe ela com tesĂŁo.
â Mas...
- Faz isso, cachorro, hahahaha - e ela riu -. Faz isso se quiser me fazer feliz, se eu tÎ feliz... a gente vai se divertir todo mundo, tå? E cuida pra ninguém te ver.
- Tå bom - falei, esboçando um sorriso meio forçado.
Tudo isso sĂł pra depois irmos pra casa dela... nĂłs trĂȘs, sem a Pilar, que eu nĂŁo curtia nada, e deixar ela com tesĂŁo nĂŁo era mĂ©rito nenhum. Mas eu tinha que fazer... meu senhor, a chave pra chegar atĂ© a Eva esta noite, queria assim.
Peguei a Pilar, literalmente, kkk, pelo braço e falei:
- Vem aqui que te convido pra uma coisa, porque essa parada aĂ jĂĄ tĂĄ esquentando pra vocĂȘ.
- Ah, Ă©? - disse ela rindo.
- Claro que sim â eu disse â vocĂȘ esquenta tudo muito rĂĄpido.
â VocĂȘ nĂŁo faz ideia, filho â disse ela, se fazendo de engraçadinha.
Aà ela riu, e eu ri junto pra acompanhar, não porque tivesse achado graça, hehe.
Uma vez no balcĂŁo do pub, jĂĄ tava mais cheio de gente, do outro lado estavam o RaĂșl e a Eva conversando com mais amigos. Fizemos bem, porque de lĂĄ eles podiam me ver, e eu a eles. Mas nossos amigos nĂŁo nos viam muito, pra ser sincero, quase nada.
Coloquei a Pilar no balcĂŁo, de costas pra eles. Assim ela nĂŁo ia ver ninguĂ©m. Pedi as doses. Sorri e, olhando bem nos olhos dela, falei alto pra ela me ouvir por cima da mĂșsica:
- Hoje tu tå pedindo pra levar com tudo, haha. Då pra ver que saiu pra caçar.

A verdade Ă© que a mina tinha escolhido um vestido preto e um lenço branco, com umas luvas tambĂ©m brancas, que nĂŁo caĂam nada bem no conjunto, nem se compara com a Eva. Ela sorriu.

â NĂŁo sei se pra caçar... mas acho que sim, por que vocĂȘ pergunta? â disse enquanto se aproximava do meu pescoço e dava um gole no copo dela.
A tia tava metendo o pescoço de um jeito danado, hahaha. Aproveitei pra meter o meu tambĂ©m e olhar pra onde os outros estavam. Eva e RaĂșl estavam de olho pra ver o que eu tava fazendo e nĂŁo perder nada. Dei um beijo casto no pescoço da Pilar, se Ă© que esse tipo de beijo pode ser casto, nĂ©. Ela ficou meio dura, mas nĂŁo de nervoso, muito pelo contrĂĄrio, pelo que eu entendi. Como vi que ela nĂŁo falou nada... olhei pra Eva, ela me olhou, sorrindo. E soltei no ouvido da Pilar:
- Quantas aqui... como vocĂȘ... devem estar com a buceta toda molhada agora?
Ela tossiu um pouco. Me afastei e olhei pra ela. Ela me olhou meio corada, talvez, nĂŁo esperava que fosse assim... tĂŁo direto ou tĂŁo safado, ou tĂŁo... explĂcito, hehe. Como nĂŁo falei nada, voltei a dizer:
- Tava pensando nisso enquanto olhava pra vocĂȘs todas. E aĂ me toquei: "vou pegar a Pilar e perguntar pra ela". EntĂŁo, se vocĂȘ parar pra pensar na quantidade de mulheres que devem estar agora morrendo de vontade de algo tipo... tipo...
E aà eu parei, olhei ao redor, pros lados, ela tava me olhando, meio que se perguntando o que eu tava fazendo... aà olhei pra ela de novo e desci minha mão pra calça. Pegando no meu pacote, falei:
- Assim... algo assim que eu carrego aqui dentro.
Ri, eu ri. E olhei pro outro lado do balcĂŁo. Eva e RaĂșl estavam olhando, pareciam felizes com a minha performance, mesmo sem saber do que eu tava falando, mas dava pra imaginar vendo meus gestos. Falei pra Pilar:
- Ei, espera aĂ, nĂŁo sai daqui que vou no banheiro e jĂĄ volto, ok?
- Vale.
Me enfiei no meio da galera e aproveitei pra fazer um sinal pra Eva e RaĂșl se aproximarem, pra me seguirem. A Eva fez isso, porque em uns segundos me alcançou no caminho dos banheiros.
- JĂĄ era - falei pra ela.
- JĂĄ tĂĄ o quĂȘ? gostosa? - ela disse.
Aqueci ela. Se eu continuar assim... com certeza ela cai, e o RaĂșl me disse que...
- JĂĄ. jĂĄ sei o que o RaĂșl te disse, ele me contou - falou, e percebi um tom meio malicioso.
- Bom, entĂŁo... nĂŁo sei.
- Continua.
- Seguir o quĂȘ? - perguntei.
Então, lå na Booty do banheiro, passei a mão por baixo do vestido dela e ela pegou no meu pacote disfarçando, enquanto se aproximava do meu ouvido e acariciava minha rola por cima da calça. Ela disse:
- Continua esquentando essa puta, e fica com tesão também. Vamos ver se isso te ajuda.
E aĂ ela deixou a lĂngua cair no meu pescoço, lambeu por uns segundos. Olhei pra frente e vi que o RaĂșl tava olhando a gente de perto. Ele tinha se aproximado. Minha primeira reação foi me afastar da Eva, mas dei um pequeno susto e, como o RaĂșl nĂŁo se mexia, eu tambĂ©m nĂŁo me mexi. DaĂ a Eva se afastou e sumiu no meio da galera. Parecia que esses filhos da puta tinham tudo ensaiado.
Fiquei parada lĂĄ e o RaĂșl se aproximou de onde eu estava.
â Vou mijar tambĂ©m â disse ele. E me deu uns tapinhas nas costas.
- Valeu - falei num sussurro que ela nĂŁo devia ter ouvido.
- Jå deixou elas com tesão, né?
- O quĂȘ?
- Ăs duas, filho da puta, a Pilar e a minha mulher, tu deixou elas com o cuzinho coçando, kkkk. Mas a Eva jĂĄ tava no tesĂŁo desde antes das uvas, kkkk.
Sorri, e por um momento me senti deslocado. Era eu quem deveria estar no controle da situação, mas esses dois filhos da puta viraram o jogo de tal jeito que eu era o dominado, o que estava sob o comando deles.
- O que mais vocĂȘ quer que eu faça, Raul?
â Mea, sacode essa pica direito, hahaha, e depois volta pra onde a Pilar tĂĄ, continua mais uns minutos, sĂł isso, meu cachorro â e deu um gole no copo dele. JĂĄ tava começando a ficar de porre...
- TĂĄ bom, vou fazer isso, mas espero que a amiguinha nĂŁo me siga pra todo canto... porque senĂŁo...
- Po, vocĂȘ sabe se livrar desse tipo de situação, nĂ©? Quando nĂŁo curte uma mina... dĂĄ pra perceber pra caralho, foi isso que vocĂȘ me disse.
E era verdade. Enquanto mijava, pensava em como me livrar da Pilar, nĂŁo ia ser difĂcil, sĂł precisava falar mais umas merdas, algo sem noção, e sumir. E com sorte, algum cara desesperado podia ter chegado nela enquanto eu tava no banheiro. Assim ficava mais fĂĄcil pra mim. SaĂ do banheiro e fui direto pro balcĂŁo, quando cheguei...
... ... Pilar jĂĄ nĂŁo estava mais sozinha, mas nĂŁo era um cara que tinha se aproximado, nĂŁo.
A Eva também tava me esperando.
Me aproximei com meu melhor sorriso:
- OooolĂĄĂĄĂĄĂĄ - falei animado -. Mas quem temos aquiinnnn.
E aĂ me aproximei da Eva, beijei ela no rosto e passei o braço em volta da cintura dela. SĂł de sentir de novo aquele perfume de lavanda dela e o roçado do meu braço no tecido do vestido jĂĄ me deixou de pau duro. Olhei pra Pilar, que tava sorrindo e bebendo do copo dela. Ela chegou perto da gente, o rosto dela tava a um palmo, e pra gente ouvir, porque a mĂșsica jĂĄ tava começando a ficar mais alta, ela falou:
- Uiiii, vi um negĂłcio agora entre vocĂȘs... sei lĂĄ, parecia que tinha muita quĂmica, nĂ©?
â Ă porque a gente jĂĄ se conhece hĂĄ anos â disse Eva bem rĂĄpido. â O amigo do meu marido Ă© um dos melhores que vocĂȘ pode ter.
- Um dos melhores amantes - eu disse, rindo.
Elas riram e, quando a Pilar olhou pro copo dela, a Eva me deu uma cotovelada me avisando pra nĂŁo ser tĂŁo sem vergonha. Entendi que nĂŁo devia ficar pagando de abusado. A Pilar nĂŁo era muito fofoqueira, mas... no fim das contas, era mais amiga das outras do grupo do que da Eva. E vai saber quanta inveja a Eva podia despertar nela.
â Agora sim â falei continuando â eu sempre respeito minhas amigas, as namoradas dos meus amigos e as esposas deles â falei levantando meu copo e oferecendo como um brinde.
â Eu sou sua amiga? â perguntou Pilar.
- VocĂȘ... vocĂȘ Ă©... - comecei enquanto Eva nos olhava - vocĂȘ nĂŁo Ă© minha amiga, mas poderia ser, sĂł que antes disso...
- Antes disso, o quĂȘ? - ela disse, chegando a trĂȘs dedos da minha boca.
- Igual antes disso a gente transou - soltei.
Ela começou a rir, eu ri, a Eva só sorria.
- O que vocĂȘ acha, Eva? Vou comer sua amiga? - falei enquanto me aproximava da Pilar por trĂĄs, virei ela e abracei. Coloquei meu rosto perto do dela e nĂłs dois olhamos pra Eva. Na hora percebi que ela ficou meio nervosa. Como se jĂĄ nĂŁo conseguisse mais controlar a situação. Eu tinha me metido numa coisa que nĂŁo sabia como sair, nĂŁo estava cortando a Pilar de jeito nenhum, muito pelo contrĂĄrio, estava deixando ela ainda mais tesuda, e pra piorar, estava roçando meu pau em todas as nĂĄdegas dela, e ela começou a ronronar, a dizer: "uuuh, uuuhhh" e a reboltar a bunda contra o volume da minha calça.
â Pois olha â começou Eva se aproximando â hoje Ă© a Ășltima noite do RaĂșl aqui por pelo menos umas duas semanas. E vocĂȘ jĂĄ sabe o que a gente tava pensando em fazer lĂĄ em casa, bom... vocĂȘs podem imaginar â disse olhando pra Pilar.
- Porra, fodemos como leÔes - disse ela.
â Exatamente isso â disse Eva, olhando nos meus olhos.
O que fez meu pau endurecer ainda mais, e adivinhar nos olhos dela... que talvez tivessem combinado que eu ia comer ela... e que eu ia estragar tudo se nĂŁo enrolasse a Pilar. Mas claro... por outro lado, pensei que podia continuar jogando, se essa noite nĂŁo desse certo... meu amigo ia ficar duas semanas fora de casa, e a Eva ia ficar sozinha... sĂł precisava pressionar ela um pouquinho pra ver se topava me dar uma noite, sĂł nĂłs dois, sem o marido dela.
Segui:
- Bom, entĂŁo olha, a gente faz duplas - falei me afastando um pouco da Pilar.
- Casais? -disse Pilar, terminando o copo.
- Sim, casais - eu disse. Eva com RaĂșl, e vocĂȘ comigo, hahaha.
â Uau, isso eu nunca fiz, nunca transei na frente de ninguĂ©m â disse Pilar â quero mais um copo! Uuuuuhhh â e deu um grito, dava pra ver que o ĂĄlcool jĂĄ tava batendo.
â Eu pago â disse Eva fingindo um sorriso.
Ela chegou bem perto do balcĂŁo e eu deixei ela passar.
- Vou ao banheiro - disse Pilar -. Jå volto, peçam o que eu gosto, obriiiigada!!
Fui direto pra cima da Eva.
- Como Ă© que eu tĂŽ indo?
âTĂĄ doido, filho da puta. CĂȘ convidou a Pilar pra minha casa!
- Claaarooo, nĂŁo queriam jogos? pois aĂ estĂŁo.
- O RaĂșl falou pra vocĂȘ tirar essa buceta daqui!
â TĂĄ com ciĂșme?
- O quĂȘ?
- Que se tĂĄ com ciĂșme porque vou meter na sua amiga na sua casa, na sua frente.
- NĂŁo fala merda
- Sim, porque com certeza vocĂȘs tinham pensado em algo pra mim, tipo eu te foder talvez...
Ela nĂŁo disse nada. Eu continuei enquanto ela pedia as bebidas.
- NĂŁo tem problema, Eva. A Pilar vem, quando chegar jĂĄ vai estar mais que bĂȘbada. E quem sabe como vai estar o RaĂșl, ou vocĂȘ, hehe. Eu aguento bem, vocĂȘ jĂĄ sabe.
â Toma â disse, jogando meu copo pra mim.
Nesse momento, o RaĂșl apareceu:
- como Ă© que tĂĄ indo tudo?
Esse filho da puta tĂĄ seduzindo a Pilar, convidou ela pra foder na nossa casa, assim, nĂłs quatro juntos.
â SĂ©rio? â disse RaĂșl, surpreso. â Kkkkkk, o que cĂȘ tĂĄ fazendo, filho da puta?
â Me pareceu uma boa ideia.
- VocĂȘ desobedeceu seu dono - ele disse com uma cara sĂ©ria que nĂŁo conseguia segurar, porque estava brincando.
Eu ri.
- NĂŁo tem problema, gatinha - disse Raul-. Vou ver se conserto... Vou buscar a Pilar, pra onde ela foi?
- Vou no banheiro - falei, sem dar mais pitaco sobre o assunto.
Bebi do meu copo, Eva bebeu do dela.
- Ainda tĂĄ puta?
- NĂŁo, nĂŁo.
- JĂĄ sei, o que vocĂȘ tem Ă© que tĂĄ com tesĂŁo. Queria agora mesmo ver se vocĂȘ tĂĄ de calcinha. Aposto que nĂŁo.
- Mesmo assim, vocĂȘ nĂŁo consegue descobrir a noite toda.
A galera nos cercava. Ela se virou pro balcão pra largar o copo. Olhei ao redor. Tava todo mundo na nossa frente, ninguém conhecido nos via...
Fiquei atrås da Eva e desci minha mão até a coxa dela.
- Que buceta vocĂȘ tĂĄ fazendo? - disse ele se aproximando de mim, inclinando a cabeça.
- NĂŁo Ă© que buceta eu como, Eva, isso Ă©: Que buceta eu quero tocar! A sua! Ă isso que eu quero - falei enfiando minha mĂŁo pela borda do vestido dela e subindo por dentro. Cheguei na beirada da meia dela e continuei. Ela se deixou.
- Ahaahhhhh - ela sussurrou.
Finalmente cheguei na buceta dela. Tava depilada por completo. Tava ardendo, molhado era pouco. Tava encharcada de tudo, escorrendo.
- Adoro sua buceta, putinha - falei no ouvido dela.
Aà tirei a mão råpido. Virei ela e, na frente dela, levei minha mão suja de seiva até a boca e enfiei os quatro dedos.
- Essa buceta Ă© a que eu quero foder hoje Ă noite, e se for na frente do seu marido e com a sua amiguinha gostosa jĂĄ fodida... melhor ainda - falei no ouvido dela.
Pois Ă©, capaz que vocĂȘ nĂŁo come ela - disse ela.
- Agora mesmo eu rasgava esse vestido em vocĂȘ, pela parte dos peitos, pelo decote, abria ele e deixava seus peitos no ar - falei, ignorando o comentĂĄrio dela.

Ela se virou de novo e pegou a taça dela, e me passou a minha.
- BebĂȘ, vem logo, que isso tĂĄ gelado e vocĂȘ tĂĄ muito gostosa.
â E vocĂȘ, bebe bebe, que tem umas partes que tĂŁo pegando fogo â falei pegando a taça com uma mĂŁo e levando os dedos de volta aos lĂĄbios. Os que tinham estado dentro dela.
- NĂŁo encosta mais na minha buceta aqui, podem nos ver. E vocĂȘ jĂĄ sabe que nĂŁo vou fazer nada, nem quero que vocĂȘ faça nada, sem o Raul estar na frente.
NĂŁo falei nada e a gente foi bebendo dos copos. Passou um minuto, chegaram o RaĂșl e a Pilar. Sorrindo. Pediram mais copos e continuaram bebendo. O RaĂșl deu um jeito pra gente se juntar de novo com o grupo de amigos e conhecidos, entĂŁo a gente saiu do balcĂŁo atrĂĄs deles. Enquanto a gente ia, perguntei:
- Como Ă© que foi com a Pilar?
â Depois te conto, depois te conto â ela disse no ponto certo do ĂĄlcool. Aquele em que vocĂȘ tĂĄ super de boa, mas se continuar bebendo mais... capaz de perder o fio da meada.
Pensei: "Continua assim, RaĂșl, que depois tu nĂŁo dĂĄ conta do recado, e eu vou ter que estar aqui de qualquer jeito". RaĂșl chegou perto da Eva e começou a sussurrar alguma coisa no ouvido dela. Fiquei de olho na cara que ela fez e, na hora, ela ficou sĂ©ria, como se nĂŁo acreditasse no que tava ouvindo. RaĂșl segurou o pulso dela e continuou falando. Parecia que ele tava se justificando por alguma coisa. Eu sabia que alguma coisa tinha rolado entre o RaĂșl e a Pilar, mas... em tĂŁo pouco tempo? Talvez o RaĂșl tivesse chamado a Pilar pra casa dele depois da saĂda do pub... vai saber. Tava morrendo de vontade de descobrir. Nisso, a Pilar chega perto de mim de novo, a gente jĂĄ tava com o resto do pessoal, na ĂĄrea "de todo mundo".
â Do que vocĂȘs dois falaram, RaĂșl e vocĂȘ? â perguntei na lata, sorrindo, claro.
- Uuuuiiii, de um par de coisas - ela disse rindo, afetada pela bebida, um pouco mais que o RaĂșl.
- Ah, e isso inclui... algo pra essa noite?
- mmm.... sim, acho que sim - disse ela bebendo.
- Comigo?
- mmm... pode ser - disse ela me olhando de um jeito safado.
Porque Ă© isso, ela podia ser uma mina super normal, um pouco soltinha pro meu gosto, com um corpo normal, gordinha, mas naquela noite ela tava... muito gostosa. Dava pra ver. Muito safada. E isso agrada pra caralho, e o fĂsico perfeito, quase perfeito, ou ter umas tetas de um jeito ou de outro, etc... Ă© o de menos numa noite como aquela. Entre a Eva e a Pilar, a noite cheirava a sexo. AtĂ© me deu vontade de passar a mĂŁo nela pra ver como ela gemia, porque eu tinha certeza de que a Pilar gemia alto e claro, e que adorava sexo, e nĂŁo escondia isso. Ă verdade que os sapatos ficaram uma merda nela, hahaha. Meu lado tarado aparecia direto, hahaha. Mas sei lĂĄ, de repente eu queria ter ela na minha frente, botar ela de quatro e meter de costas, sem dĂł, pra depois juntar o cabelo dela com uma mĂŁo e montar nela puxando com força. E que tudo isso a Eva visse.

Dei uma olhada na Eva, o decote dela me deixava doido. Ela continuava com aquela cara sĂ©ria, olhou pro RaĂșl, e depois passou o olho pelos outros, atĂ© que parou um instante na Pilar, e aĂ em mim.
- Vamos, me adianta um pouco - pedi pra Pilar, que continuava do meu lado.
- CĂȘ tĂĄ a fim de mim? - ela soltou de repente. Me pegou de surpresa.
â VocĂȘ tĂĄ gostosa hoje Ă noite â soltei pra ela.
- AhĂŁ, essa noite...
- Sim, vocĂȘ estĂĄ gostosa pra caralho.
- Isso significa...
- Isso significa que eu te comia onde quisesse e quando quisesse.
- Agora? no meu carro? - ela soltou.
- Por exemplo - falei, torcendo pra ela nĂŁo me pedir pra acompanhar, porque isso significaria perder de vista a chance de ir com a Eva e o Raul e deixar tudo esfriar.
â Beleza âdisse elaâ. Porque vocĂȘ nĂŁo vai me comer no meu carro. Do jeito que o RaĂșl sugeriu... vai ser de outro jeito.
â RaĂșuuuulll? â perguntei, fingindo surpresa e pra Eva reconhecer ele, caso estivesse me olhando.
- Sim - disse ela sorrindo e bebendo do seu copo -. Daqui a pouco... vamos na casa dele. Ainda nĂŁo sei o que vai rolar, mas ele me disse que a gente vai se divertir pra caralho...
Porra, esse Raulito..." pensei. Olhei pra Eva e ela me encarou com uma cara sĂ©ria. Ela devia saber muito bem o que ia rolar, os planos do marido dela. Precisava descobrir mais, porque no mĂnimo a gente ainda ia ficar mais uma hora enfiados ali...
CONTINUA...
1 comentĂĄrios - La Tetona ( . )( . ) mujer de mi amigođ14