Paola y la debilidad de su cola (parte 2 con fotos)

Leiam a parte 1 pra entenderhttp://www.poringa.net/posts/relatos/3594754/Paola-y-la-debilidad-de-su-cola.html?notification#lastComo contei pra vocês, depois daquela noite com a Pao, a gente continuou se vendo várias vezes, escondido do Rami, claro. Nos nossos encontros, a buceta era moeda corrente e a reação era sempre a mesma: assim que eu enfiava no cu dela, ela ficava completamente louca, gozava jorrando, gritava coisas que até nesta página são difíceis de reproduzir. Como contei no final do relato anterior, um dia depois de uma foda intensa e quando eu já não aguentava mais (ela conseguia transar literalmente a noite toda), a gente começou a conversar e fumar um baseado, aí eu criei coragem e perguntei: “Pao, te incomoda se eu fizer uma pergunta meio sem graça?”. Ela me olhou com aquela cara de puta que era a marca registrada dela (é, ela ainda mantém isso) e disse: “Você acabou de encher meu cu de porra três vezes, cê acha que alguma coisa pode me incomodar mais do que essa porra escorrendo pelas minhas pernas agora? Hahaha”. Mais promíscua impossível, pensei. E o pau subiu na hora. Enquanto ria, ela pegou no meu pau e continuou: “Pergunta logo, Eber querido”.
Olhei pra ela, sem acreditar que tava comendo uma mulher daquelas, e perguntei: “É verdade que você não dava o cu pro Rami?”. Na hora, o sorriso sumiu do rosto dela, ela soltou meu pau e, séria, perguntou: “Como você sabe?”. “Amigos contam tudo”, falei, já sério também, com medo de ter irritado ela. “Ok, não gosto de lembrar desse assunto, mas vou te contar desde o começo pra você entender”, ela disse.
“Antes de conhecer o Rami, minha vida era uma bagunça. Desde novinha, eu comia tudo o que aparecia na minha frente e que eu achava minimamente bonito. Mas tinha duas coisas que me descontrolavam especialmente: a primeira era o álcool, que me desinibia, e a segunda era, bom, na verdade é (ela disse sorrindo), me comerem o cu. Desde a primeira vez que me deram por ali, eu soube que era minha perdição, você deve ter notado.” — Nessa hora, o pau subiu de novo e ela, enquanto se excitava com a própria história, foi me masturbando — “Não sei como explicar, até fui num médico que me disse que tudo...” tava na cabeça, mas quando enfiam a pica no meu cu sinto um prazer que não consigo sentir de outro jeito, isso é foda, mas também perco a noção de tudo. Não sei o que faço nem o que falo, não importa onde ou com quem esteja. Perco o controle total." – por sorte ela já tinha gozado 3 vezes antes, senão já teria feito de novo, ela continuava me punhetando e levou um dedo até a buceta – "na época que conheci o Ramiro já tinha experimentado de tudo, tinha 21 anos e já tinha ido pra várias festas, caras, velhos, o que aparecia na minha frente acabava no meu rabo se eu tomasse um pouquinho antes. Pirocas pequenas, paus enormes que assustariam uma atriz pornô, tudo que você imaginar passou pelo meu cu, e todas me causaram a mesma coisa: prazer e descontrole." – minha pica tava explodindo, mas mesmo assim perguntei – "e por que então com o Rami não?", ela ficou séria de novo, embora dessa vez não tenha soltado minha pica. "desde a primeira vez que vi o Ramiro soube que era um cara legal, verdade que não gostava dele fisicamente, mas achei que com ele podia endireitar minha vida, não é tão bom quanto os homens pensam ser a puta pra todo mundo. E o Rami era um candidato ideal, com ele mudei muito. E eu me conheço, sabia o que podia me descontrolar. Não queria de jeito nenhum que me visse nem bêbada nem dando o cu, você viu como eu fico?, queria algo sério com ele"
O rosto dela já era outro, triste como apagado, "espera que vou no banheiro" me disse. Não sei o que fez no banheiro, mas voltou mais relaxada. "vou continuar te contando, tudo ia bem com o Rami, me tratava como uma princesa, mas no sexo não conseguia me excitar e insisti pra ele me comer de cu, não sabe o quanto foi difícil dizer não e fingir os orgasmos. A questão é que não aguentei muito, no dia do baile você lembra? – eu concordei com a cabeça – tínhamos discutido e de idiota tomei um pouquinho, quase transei na frente dele, hahahah" – rimos juntos e ela pegou minha pica de novo – "eu fazia o impossível pra não me descontrolar, mas a Vida louca me ligava toda hora. Cortei contato pelas redes sociais, até troquei o número de celular, pouca gente sabe disso, eu me esforcei pra caralho, mas não consegui. A gota d'água foi um dia que, enquanto me apalpava, me pegou distraída e enfiou dois dedos no meu cu. Imagina que não sei como caralhos eu fiz pra não pegar na pica dele e enfiar dentro de mim. Me fiz de brava meio na encolha, senão acabava me entregando. Mas no fim daria no mesmo. Resumindo, aquilo me lembrou fisicamente o prazer que minha bunda me dá e não demorei pra dar um chifre nele e aí acabou tudo, não conta pra ninguém, hein."
"Fica tranquila" — falei enquanto levava minha mão até o buraquinho dela, que se abriu como sempre pros meus dedos. A cara dela se transformou, pegou na base da minha pica e, de cócoras, se preparou pra enfiar tudo. "Deveria ter dado pro Rami mesmo, olha no que deu" — disse e sentou na minha pica mais uma vez.

Como pediram, fiquei procurando umas fotos daquela época que tinha guardado pra dedicar a ela, tô compartilhando aqui. Além disso, procurei ela nas redes sociais e a gente voltou a conversar depois de muito tempo. Vi que ela tá com um coroa e tem filhos, por isso tentei preservar a intimidade dela nas fotos. Mesmo assim, combinamos de tomar algo. Quando a gente se ver, conto o que rolou.

Aguardo os comentários de vocês.Paola y la debilidad de su cola (parte 2 con fotos)

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