Ano 94, mais ou menos. Na rua Corrientes, perto do Callao. Caminhando pra matar o tempo e voltar pra minha cidade. Vejo uma placa indicando que ali tinha um. Me chamou a atenção e fiquei pensando. Mas decidi entrar. Caminhei por uma galeria e no final, pelo que lembro, subindo umas escadas, ficava o negócio. Tinha duas maricas jovens. Um loirinho baixinho e bem magrinho, e o outro um pouco mais alto. O primeiro vem me atender e pede pra eu dizer o que tava procurando. A verdade é que não sabia o que falar. Lembrei de uma propaganda que tinha visto sobre bombas de vácuo, que diziam que serviam pra alongar a pica. O magrinho, muito tranquilo, me mandou segui-lo por um corredor e me mostrou o que tinha. Percebeu que eu tava nervoso. Me diz: "Fica tranquilo, aqui a gente tá pra te ajudar." Pergunta: "Qual tamanho você quer chegar?" Falei: "Não sei, não entendo nada." Ele caiu na risada e repetia: "Fica tranquilo." Me viro e aparece o outro, mais alto. Ele abraça o baixinho por trás e me diz: "Daqui ninguém sai insatisfeito." Fico olhando, quando me viro, vejo o mais baixinho me encarando. Ele pergunta se eu queria conhecer as cabines pornô. A gente passa, e eram sofás com televisão e vídeo. Ele vai pegar um filme e coloca. "Relaxa", ele disse. Os dois saíram. Era um filme gay. Primeiro fiquei frio. Mas depois comecei a curtir. Tava sozinho, então comecei a bater uma. Quando vejo, o mais baixinho tava me olhando. Me assustei. Ele diz: "Fica tranquilo, as cabines são pra isso." A verdade é que me desmontei todo. O magrinho veio pra cabine e lembro que ele tava de calça branca e uma camiseta colorida. Ele me diz: "Aqui tem camisinha." Eu caio na risada e pergunto: "Pra quê?" Ele responde: "Caso você precise." Entendi a indireta. O cara veio e sentou do meu lado. Pediu permissão pra tocar na minha rola. Nunca respondi, e ele já tava com a mão nela. A verdade é que me entreguei. Ele se ajoelhou e começou a beijar ela. E a chupar. A verdade é que ele fazia bem. Pegou minha mão e levou. até as costas dela. Enquanto continuava chupando, comecei a acariciar a bunda dela. Quando meti a mão dentro da calça, senti que o viado tava usando uma tanga. Tava tudo depilado. Meu pau explodiu. Ele continuou chupando e depois de um tempo se levantou e tirou a calça. Chamou o outro cara e ele apareceu. Ficou olhando pra gente e rindo. Trouxe um pote que depois eu descobri que era lubrificante. Passou no cu dele e passou no meu pau. Se ajoelhou de quatro em cima do sofá e falou: "enfia". Por causa do nervosismo ou sei lá, eu não conseguia. O outro viado chegou perto e começou a me bater uma punheta. Gozou e falou: "é assim que se faz". Abaixou a calça, colocou uma camisinha e, sem problemas, meteu de uma vez. Comeu ele por um tempo. O mais baixinho gozava que nem uma puta. O cara gozou. E falou: "agora é sua vez". Me bateu uma punheta por um tempinho e quando sentiu o pau firme, parou. Já com o cu dilatado, entrei de uma vez. Comecei a bombar devagar pra não gozar na hora. Sinto o outro abaixando minha calça e começando a me comer. Mas não fez mais que isso. Sinto que vinha um rio de porra e enchi a camisinha. Tirei. O viado se virou e terminou de bater uma punheta. Até gozar. A gente se trocou, ele me perguntou como tinha sido. Falei que foi bom. Quando tava indo embora, ele fala: "espera, vai embora sem provar o que veio buscar?" Trouxe um aparelho daqueles. Passou uma borracha por trás das bolas e colocou. Começou a bombear com uma pera. E começou a aumentar. Não sou de pau pequeno, mas verdade seja dita, me surpreendi. Senti que tava com 25 cm. Apertou a borracha. E tirou a bomba. Colocou outra camisinha em mim e sentou em cima. É uma sensação muito estranha. Se mexeu até me fazer gozar. Gozou e eu tava com o pau como se tivesse começando agora. Afrouxou a borracha e foi relaxando. Me troquei, me despedi e combinamos que na próxima viagem eu voltaria. Ainda vi eles mais duas vezes. Depois sumiram ou se mudaram. Sinceramente, foi muito bom. E eles foram pessoas legais.
1 comentários - Minha primeira vez num pornoshop