Trevo de 4 Folhas - Férias - Gostosa

Capítulo 1:O Começo
Capítulo 2:O espelho
Capítulo 3A cabana
Capítulo 4:A cabana 2 - O presente
Capítulo 5:A cabana 3 - Espantalho
Capítulo 6:Realidade Virtual
Capítulo 7:O retorno
Capítulo 8:Como profissionais
Capítulo 9:Torradeira
Capítulo 10:As lobas
Capítulo 11:Arrebentando a buceta
Capítulo 12:Desenraizamento
Capítulo 13: Férias
Capítulo 14:Férias - CastigadasDepois daquela noite de sexo violento, a gente se soltou pra caralho. No dia seguinte, na praia, encontramos vários amigos do grupo de vôlei que perguntaram por que a gente tinha sumido. As minas se desculparam pelo cansaço, mas os rabos vermelhos e as marcas no corpo delas entregavam tudo. Nossos novos amigos passaram de suspeitar que eu era gay a achar que eu era um garanhão que tava com essas duas gostosas.

Nos dias seguintes, fizemos vários passeios, porque além de vir pra transar, a gente também queria curtir o lugar. Almoçando naquele dia, as minas puxaram o assunto das minhas compras no sex shop.

Sole: E todos esses brinquedos você tem desde um ano atrás??
Eu: Sim, querida... — falei num tom tranquilo, mas com frustração por não ter conseguido usar eles.
Pili: Mas você não usou com a magrela? — elas se referiam à Vane, com quem eu saí durante o ano antes das nossas férias.
Fer: Nãooo. Essas paradas estavam reservadas — falei, piscando um olho.
Sole: E não sobrou nada naquela maleta misteriosa? — não sei se ela falou por curiosidade ou se tinha fuçado.
Eu: Haha, que bom que você lembrou. Sim! Sobrou um último presente. Quando a gente for pro apê, mostro pra vocês, mas vão ter que usar, sem desculpa.

A gente não foi pra praia depois do almoço como de costume, porque elas quiseram saber qual era o presente que faltava. Chegamos no apê e fui buscar na mala.

Eu: Beleza, minhas putinhas... Tem um presente pra cada uma. Escolhe. Violeta ou rosa? — falei primeiro pra Sole.
Sole: Hmm, violeta.

Tirei as duas caixinhas de trás das costas. Tinha comprado uns vibrator eggs, também conhecidos como balinhas, que dava pra controlar com um controle remoto.

Pili: E isso?? Como usa? — ela aproximou o olhar das instruções da caixa.

Depois de rir das instruções de uso e de lavarem os brinquedos, decidimos testar.

Eu: Os controles vão ficar comigo. Tá claro? — as caras de ódio e de tesão imaginando as sacanagens que eu podia fazer foram muito engraçadas.
Sole: e quando você pretende que a gente use eles?
Eu: quando eu quiser. O dia inteiro. Só não quando estiverem na água
Pili: vai, testa – a loira já tinha introduzido e esperava que eu ligasse. Coloquei no nível mais baixo – ai, a slut!! Tô com cócegas!!!! – disse se enrolando na cama
Sole: deixa eu ver... Agora o meu – nível mais baixo – mmmm interessante. Dá pra aumentar?? – segundo nível – mmm ai, essa merda vai me deixar louca
Eu: bora... Vamos fazer compras?? – a gente tinha combinado um dia sair pra comprar presentes e umas besteiras que estavam baratas
Pili: kkkkkk bora

Saímos pela Quinta Avenida e a diversão começou pra mim. As meninas experimentavam chapéus mexicanos e eu ligava o egg. Elas se acabavam de rir e saíam correndo. A Pili ainda sentia mais cócegas do que tesão.
Nos dias seguintes, a gente se divertiu pra caralho com esses brinquedos porque fizemos passeios onde eu as fazia sofrer/gozar. Fomos pra Xcaret, um parque natural e de entretenimento onde a gente passou o tempo se esquentando... Na volta, elas me comeram com gosto. No dia seguinte, alugamos um carro e fomos ver as pirâmides. É uma viagem longa e no caminho a gente brincou muito e finalmente desbloqueamos o boquete enquanto eu dirigia. No estacionamento, elas me fizeram gozar e a Sole foi falar com um guia com um pouco de porra no queixo (de propósito). O cara olhava pra cara dela enquanto tentava responder alguma pergunta
Guia: Você tá com o rosto sujo – ele se animou a dizer depois de uns minutos
Sole: ai, obrigada! – e com um dedo ela limpou e levou à boca. Muito slut. O cara seguiu ela de perto o passeio inteiro. Tinha pirado a cabeça dele.

E vocês vão dizer, queridos leitores, por que essa história tão por cima? Era tão normal assim comer duas gostosas toda noite?
Não!! De jeito nenhum! Cada vez que a gente transava
meu pau agradecia a sorte e ficou guardado na memória. Mas quero chegar na noite que foi o epicentro do relato de hoje.
O cara do megafone do jogo de vôlei se ofereceu pra levar a gente pra aqueles baladões de Cancún com traffic e entradas por alguns dólares. Um grupo grande do complexo hoteleiro estava lá, entre eles vários conhecidos como o casalzinho angelical, as pilhas de vôlei e o Antonio. Pedro e os amigos dele não foram, felizmente, senão ia ser chato.
Com as minas, a gente vinha se provocando com a parada de que eu era o dono delas e que ia fazer elas comerem outros caras. Naquela noite, fizemos uma prévia boa onde a gente se esquentou com os brinquedinhos novos. Partimos pra balada e as minas estavam muito loucas.
"Hoje a gente tá muito puta", elas me falavam sem vergonha, com os outros ouvindo. Eu chegava perto do ouvido delas e respondia:
Eu: que bom. Porque hoje à noite vou brincar com vocês — e fazia o brinquedo que elas estavam usando vibrar. Elas se contorciam no banco da traffic.
As minas tinham se vestido muito putinhas. Se a gente tinha aprendido alguma coisa nos dias anteriores com esses brinquedos, é que não dava pra usar calça de jeito nenhum. Elas molhavam tanto que acabavam se entregando. A outra lição que aprenderam foi ter uma calcinha fio dental a mais na bolsa. A Sole tava com um vestido preto bem justinho, o decote ia até um pouco acima do umbigo e nas laterais do quadril tinha uma espécie de trançado que mostrava muito. Não dava pra se abaixar sem mostrar a calcinha fio dental.
A Pili tava com uma minissaia branca que não era tão apertada, mas em cima tinha uma camiseta verde com um decote que chamava muita atenção. Era um espetáculo ver os peitos dela, ainda mais quando ela dançava.
Entramos na balada e ficamos impressionados com o lugar. Não era nada parecido com o que a gente tava acostumado em Mendoza. Além de ser gigante, tinha palcos tipo gaiolas onde umas gatinhas dançavam... A festa que a gente tava fazendo a gente comemorar tudo.
"Compramos" uma mesa com um par de garrafas. Basicamente, te dão um lugar só seu onde você pode beber de boa. Os amigos do hotel estavam a umas mesas de distância, e do lado a gente tinha uns casais e um grupo de yankis.
Começamos brindando e bebendo de boa até que eu comecei a excitar elas por controle remoto. Tava com o controle da Pili no bolso direito e o da Sole no esquerdo. As minas ficavam loucas e dançavam. Não é à toa que me perguntaram várias vezes o preço das garotas naquela noite.
Na frente da mesa tinha umas barras tipo pra dançar e elas começaram a se exibir. Já tavam tão taradas que nem ligavam se quem tava embaixo via a tanguinha. Sole mostrava a raba com vontade e até se esfregavam uma na outra, fazendo uma galera de caras lá embaixo comemorar. Eu premiava ou castigava elas pelos meus bolsos. Elas sabiam que se eu aumentasse muito a intensidade era porque não tava gostando do que faziam. Eu fiquei de pau duro a noite inteira.
Já tarde da noite, começaram a chegar uns urubus. Eu deixava eles se aproximarem, mas elas vinham me pedir permissão antes de fazer qualquer coisa. Nós três ficávamos loucos com esse jogo.
Sole dançava com um cara que tava com um puta porre, mas era engraçado. Eu premiei ela e deixei continuar até que o cara começou a comemorar e se gabar pros amigos por estar pegando a raba mais desejada da noite. Mandei ela parar.
Vários caras foram se aproximando da Pili, mas os que ela não afastava, eu ia espantando. O mais perto que ela chegou de ser entregue foi com um moreno que dançava muito bem e tinha uma anaconda do caralho, segundo ela, mas o cara queria levar ela pro hotel dele a todo custo e a gente não quis.
Fizemos a segurança chamar nossa atenção quando a Pili levantou o vestido da morena e a raba escultural dela ficou na frente de uma multidão que enlouqueceu e uns dois caras se pegaram na porrada.
A mesa dos casais era algo cômico de ver. Os caras tavam desesperados pra ver e as gatinhas olhavam com ódio.
As minas foram no banheiro trocar a tanguinha. Precisavam. Demoraram umas meia hora por causa dos caras parando elas. Nesse tempo, o casal do hotel veio me fazer companhia e de novo a gatinha se aproximou pra dançar comigo. sem que o magricela não mexer um fio de cabelo.
Quando as minas chegaram, a Sole vinha arrastando o magricela engraçado que basicamente veio me pedir por favor pra eu entregar ela. Me deu tanta graça as coisas que ele falou que eu disse pra Sole

Eu: você vai ter que pagar uma dívida
Sole: hahaha que dívida? Vai me entregar aquele cara? Ele tá muito bêbado
Eu: não, nunca!! Mas você me deve uma calcinha fio dental – história de anos atrás na cabana – dá pra ele a que você tem na bolsa
Sole: que filho da puta que você é – e mordeu os lábios

Sole procurou na bolsa e tirou a calcinha fio dental branca dela. Foi atrás do magricela e eu aumentava o nível do brinquedinho pra estimular. Ela se virava e me xingava. O cara recebeu ela pensando que iam dançar, mas ela chegou perto do ouvido dele

Sole: não deixam eu ficar com você, mas te manda esse presente – e vejo ela colocar a calcinha na mão dele e voltar pra mim

O magricela demorou pra reagir. Tinha a calcinha toda molhada dessa gostosa na mão dele. Ele cheirou e levantou com as duas mãos feito um troféu. Foi comemorar com os amigos. Além do quanto isso nos excitou. Sempre lembramos do quão engraçado o cara era.

Depois de alguns minutos em que dançávamos nós três mais o casal, a Sole se aproximou pra falar com um cara da mesa dos yankees. Ela parecia feliz por estar praticando o inglês e o cara parecia interessado nela. Eu a premiei enquanto dançava bem perto da Pili. Comecei a apertar a loira e quando fomos ver, a Sole já tava pegando o estrangeiro. A gente tava com um porre intenso e um tesão incrível. Faltava muito na noite, mas eu comecei a apressar elas pra ir embora. A Pili tava muito molhada e eu encostava toda a pica nela. Não ligava pra nada e por trás pegava nos peitos dela.

Pili: vamos embora já! – falou me olhando nos olhos e roçando na minha pica
Eu: e sua amiga?
Pili: que ela traga ele! Agora vou perguntar

Vi que elas conversaram dois segundos e a Sole nem perguntou pro cara. Arrastou ele pelas mãos e saímos do lugar. Esperamos uns 10 minutos pelo transporte que ia pra Playa del Carmen e a gente subiu.
Sole tava na nossa frente com o Ed, um cara magro de Miami que veio com uns amigos e agora tava sendo sequestrado pela nossa morena. A real é que o cara parecia muito tímido e não acreditava no que tava rolando. Mas não se resistia. Sole beijava ele com intensidade e eu aumentava o nível do brinquedinho dela. Ela subiu em cima dele e começou a se mexer. Eu e a Pili olhávamos e ficamos com muito tesão. Ela começou a me tocar a pica por cima da calça jeans.
Eu: tira ela — falei no ouvido dela
Ela não hesitou e deixou meu pedaço sair no meio daquele busão. Tinha uns caras do lado, mas tão bêbados e dormindo. Quando a loira tava descendo pra me dar um beijo na ponta da pica, a gente chegou no destino.
Descemos quase desesperados pra ir pro apê. Sole falava em inglês pro boy dela que a gente ia continuar a festa lá. Eu e a Pili nos defendíamos um pouco, mas não dava pra falar muito com o Ed, na real. Mas nem precisava falar muito... chegamos os quatro se pegando e preparamos uns drinks.
Sole sentou o Ed no sofá com o drink dele e começou a beijar ele, descendo pelo corpo. Eu continuava brincando com ela e a Pili me motivava a aumentar o nível.
Pili: coloca no máximo. Quero ver vocês trepando já
Eu: vamos fazer ela gozar, porra
Quando coloquei no máximo, a morena se contorceu e arrancou os botões da camisa do cara. Ela ofegava e ajoelhava na frente dele. O cara não entendia nada. Eu abaixei o nível e a gente se aproximou pra ver mais de perto.
Sole desabotoou a calça dele e rapidamente pôs pra fora a pica do cara, que não era grande, mas era boa. Eu e a Pili ficamos loucas. A gente tinha fantasiado muito sobre ter alguém a mais (o trevo da sorte, a gente dizia) que a adrenalina tava explodindo. Sole tava tão com tesão que não dava pra ser delicada e meteu a pica na boca com decisão.
A gente se aproximou e eu sentei do lado do cara. Ele olhava pra gente desconfiado. Não sabia o que tava rolando. passando.
Não vou colocar a conversa em inglês, mas o cara perguntou pra Sole o que tava rolando.

Sole: tamo assustando ele, otário – ela falou, tirando a cock da boca
Eu: ajoelha do lado da sua amiga – falei pra Pili – fala pra ela aproveitar que nunca mais vai esquecer disso

Sole traduziu e o cara me olhou estranho. Eu comecei a tomar o controle

Eu: entreguem os brinquedos

As minas se levantaram, viraram de costas, levantaram as saias e a gente teve um close de como aqueles ovais saíam escorrendo das bucetas delas. O cara falou um monte de coisa que eu só entendi "oh my God". Perguntou pra Sole se ela tinha ficado com aquilo lá a noite toda e ela contou que sim e que eu tinha o controle remoto. A cara de medo virou surpresa.
Eu: continua no que tava – falei pra morena pra ela seguir com o boquete
Pili ajoelhou na minha frente e minha cock saltou quando ela descobriu. Sole enfiava a cock do cara enquanto a loira já me devorava a cock. Pedi pras duas tirarem a roupa e se beijarem. Elas obedeceram. Uma tirava a roupa da outra e encaravam o nosso convidado que tava de boca aberta.

Sole voltou pro cara e acelerou o boquete. Me olhou com uma cara de esperar ordem e eu entendi. Ela tava perguntando se a gente ia transar os quatro ou os casais separados.
Eu: come ele. A gente vai olhar – falei
Pili olhou pra amiga sem parar de me chupar. O cara não parava de olhar a situação toda. Tinha a morena em cima e também olhava pras tetas da Pili. Sole perguntou se ele gostava dos peitos da amiga e óbvio que respondeu que sim.

Sole colocou a camisinha e subiu nele. Quando ouviu ela começar a gemer, Pili subiu em mim, mas de costas. Queria ver a amiga em ação. A gente tava separado por uns 2 metros mais ou menos.

Pili: que rabo que a filha da puta tem – falou e a Sole deu uma risada porque também ouviu

Rapidamente a gente ouviu Chegar na Sole. Ela tava muito tarada durante a noite e a Pili também tava quase gozando.
A Sole tava caída em cima do amante dela sem parar de rebolar. Virou pra olhar pra gente e a Pili pulava em mim gemendo com o orgasmo que tava chegando.
Quando ela viu a Sole chegar, saiu de cima do Ed e foi buscar a amiga. Agarrou a mão dela, deu uns beijos e as duas se apoiaram em lados opostos do sofá pra continuar se beijando, mas deixando a buceta disponível pra gente meter. Uma imagem incrível.
Eu fui atrás da Pili e comecei a furar ela sem piedade. O Ed fez o mesmo com a Sole, mas começou mais devagar. Ficava louco vendo minha morena gostosa aproveitando outra pica, me olhando enquanto eu enfiava.

Sole: Tá gostando de como ele tá me comendo? – falou me olhando nos olhos
Eu: Adoro – respondi e dei uma metida forte na loira
Pili: ayyyhhhhh

O gringo começou a falar um monte de coisa sem sentido em inglês e não conseguiu segurar, gozou dentro da Sole. Eu conhecia minha morena e sabia que aquele não era o final que ela esperava.

Sole: Me deixou sem gozo, filho da puta – disse rindo

O magrelo saiu de dentro dela e se jogou no sofá. Foi a desculpa perfeita pra Sole vir até nós. Ela se aproximou pelo lado e começou a me beijar e acariciar a buceta da Pili. Do sofá, o cara começou a assistir ao show.
Eu tava com a pica prestes a explodir, então não conseguimos dar um show completo.

Eu: Ajoelhem – ordenei – usa esses peitos que o cara não para de olhar – falei pra Pili

Ela enfiou meu pedaço entre os dois melões e começou a me punhetar. A Sole por cima beijava ela e metia na boca quando saía.
Mandei elas esperarem a gozada, mas olhando pro cara. As duas se viraram meio de lado e em poucos segundos comecei a gozar. Na cara, boca e peitos. O cara aplaudia. As minas fecharam o show se beijando e um fio bem grudento se soltava das bocas delas. Limparam o que sobrou e se levantaram.
Depois de um tempo de silêncio pra digerir o que tinha rolado, a Sole falou.

Sole: Serve ele algo pra beber que a gente se limpou

Eu coloquei a calça de novo e fui pegar umas cervejas na geladeira. Levei uma pro cara magro perguntando "drink?". Ele aceitou e se acomodou no sofá depois de se vestir. A camisa dele tava aberta porque a Sole tinha rasgado. Tivemos 5 minutos estranhos tentando nos comunicar até que as minas voltaram vestindo shorts e biquínis.

Sole: ah, cervejas pra gente?? - ela reclamou e eu levantei pra pegar

A Pili veio comigo pra cozinha. A gente tava com um sorriso de orelha a orelha. A gente tinha desbloqueado um marco foda nas nossas fantasias ou tava no caminho porque a noite não tinha acabado. Ela pegou a cerveja que eu dei e cruzou os braços no meu pescoço

Pili: cê tá curtindo? - ela perguntou enquanto me beijava
Eu: demais. E você?
Pili: siiiim - me dando mais beijos - o que cê sentiu vendo a Sole com outro?
Eu: amei. A gente já tava fantasiando isso há um tempão, né?
Pili: e você me imagina com outro também? - ela fez voz de gata
Eu: hahaha sim. Cê quer dar pra ele, né? - e a gente olhou a Sole e o Ed conversando no sofá
Pili: hmm pode ser - ela já tava esfregando os peitos em mim e eu tava de pau duro
Eu: e cê vai se animar pra mais?
Pili: tipo o quê?
Eu: a ter dois paus - falei bem baixinho no ouvido dela e ela suspirou
Pili: hmm ter eles onde?
Eu: os dois na boca? - ela concordou de olhos fechados - um na buceta e outro na boca - isso acendeu ela e ela disse que sim enquanto me apertava - um na bunda e outro na buceta?
Pili: hmm isso não - ela falou no meu ouvido sem parar de apertar o corpo dela

A uns metros a Sole conversava com o Ed em inglês. A gente entendia uns 10% do que eles diziam mas basicamente ela contou a nossa história por cima. O cara não acreditava e quando a gente finalmente chegou com mais bebidas ele me deu um abraço metade agradecimento metade admiração.

Sole: vocês tavam começando algo sem a gente - e apontou pra cozinha onde eu e a Pili estávamos ficamos nos tocando
Pili: hmm… mais ou menos. Esse aqui tava me deixando com tesão
Sole: Por quê? O que ele tava te falando?
Eu: Conta pra ela! A princesa quer experimentar o gringo
Sole: Que puta! — ela riu
Eu: Cê acha que ele tá preparado pra algo mais “compartilhado”? — perguntei pra Sole
Sole: hmm.. sei lá… mas que importa. A gente tá, não tá? — O cara olhava pra gente sem saber que merda a gente tava falando. A gente tava falando mais mendocino do que nunca e bêbado. Acho que ele não entendia nada.

Sole trouxe a amiga dela pra perto e começou a beijar ela. Elas se beijavam e riam olhando pro convidado. Eu já tava percebendo que o cara tava duro de novo. As minas se acariciavam e a Sole começou a massagear os peitos da Pili. Elas se levantaram e se acomodaram uma de cada lado do Ed. O cara olhava pros dois lados sem saber como reagir. A verdade é que ele era educado demais. Qualquer outro já tinha arrancado a roupa delas naquela hora. A Sole começou a beijar ele e em segundos a Pili pegou a cara dele pra também morder a boca dele. O cara olhava incrédulo e beijava bem devagar. A Sole começou a descer beijando o torso todo até chegar na cintura. Enquanto o cara continuava beijando a loira e admirando os peitos dela, a Sole já tinha puxado a rola e começou a beijar. A Pili olhou a amiga chupando e levou a mão pra segurar e firmar. Quando a morena já tava abrindo a boca pra engolir, a Pili empurrou a nuca dela pra entrar bem.

Era um espetáculo lindo. Eu me sentia estranho. Isso era novo. Ver elas ali compartilhando outra rola, outro cara… me sentia meio ciumento, mas muito tesudo. Minha rola não aguentava mais e eu puxei ela pra começar a me tocar.
A Pili desceu pra ajudar a amiga. Elas se beijaram na cabeça da rola e depois alternaram chupando. O cara tava no céu. Olhava pra elas e fechava os olhos curtindo. A Pili me olhou e fez um sinal pra eu chegar perto.

Pili: Vem aqui que você me deve uma
Sole: haha o que ele te deve
Pili: Isso — ela fez um sinal pro cara Magro, pra ele ficar duro e pegou na pica dele com uma mão enquanto com a outra pegava na minha
Eu: A loira tava se imaginando com duas picas mais cedo. Por isso que ficou tesuda na cozinha
Sole: mmm… e te cai bem, amiga

Pili tava maravilhada. Olhava pra elas e mordia o lábio inferior. Pegou a pica do magro e meteu na boca enquanto me punhetava com a outra mão. Os movimentos não eram tão coordenados.

Pili: Não é tão fácil igual nos filmes, burra – falou pra amiga

Alternava entre as duas rolas e a gente olhava como Sole se aproximava dela por trás. Soltou a parte de cima do biquíni, que era a única coisa que cobria ela, e deixou livres aqueles dois peitos impressionantes. Ed esticou o braço o máximo que pôs pra tocar neles, percebeu que atrapalhava os movimentos e desistiu. Sole beijava Pili no pescoço e tocava os peitos dela até descer pra virilha. Quando já meteu a mão passando a fronteira da calcinha fio dental, a loira começou a pirar e apertava a pica da gente enquanto a amiga punhetava com força. Ela mesma agarrou a amiga e beijou ela. Trouxe ela pra colocar no centro da cena e Sole começou a se lamber. Atrás, Pili terminava de se despir e a morena começou a mostrar a habilidade pra chupar ela. Parecia que já tinha feito aquilo (embora não fosse assim). Punhetava a gente com velocidade e metia uma na boca enquanto com a outra continuava igual coordenada. Pili, por trás, começou a despir ela e a tocar igual ela tinha feito, e a morena começou a agir mais puta. Agarrou a bunda de nós dois e colocou a gente bem perto um do outro. Agora, quando punhetava a gente, estávamos tão perto que a ponta da minha pica roçava na do Ed. Sole esticou a língua e apoiou as duas picas na lateral da boca… tocava a gente com a língua e era uma sensação gostosa pra caralho. Inclinou um pouco e meteu uns 3 ou 4 cm das duas picas pelas laterais da boca

Eu: Que filha da puta! – soltei. Ed exclamava em inglês
Pili: mmmm eu quero experimentar

Pili se colocou na frente A ela e a morena levavam os dois paus na boca. Impressionante. Eu tava com o pau bem inchado. Falei pra elas sentarem no magrelo e chuparem ele de quatro. Queria comer elas. Primeiro peguei a Pili porque já tinha falado na cozinha. Quando meti nela, ela gemeu fundo. Apontei a cabeça dela pro pau do Ed pra ela chupar enquanto eu socava. Como o magrelo tava sentado, era difícil ela coordenar. Sole pediu pra ela se ajeitar pra ficar na direção da cara dela. A loira gritava forte, mas se perdia no pau do magrelo. Sole ajudou ela a explodir num orgasmo, tocando ela rapidinho. Nossa princesa desabou no sofá.
Eu sabia que agora vinha o prato forte da noite. Sole apoiou os joelhos no sofá e me convidou pra comer ela. Metia bem forte e ela pedia mais força.

Sole: Dá! Dá com vontade! Faz eu engasgar! – Eu dava umas pirocadas que faziam ela engolir o pau do magrelo inteiro.
Eu: Sabe que tem algo pra desbloquear aqui, né? – falei, colocando o polegar no cu dela.
Sole: Que filho da puta que você é! Vão me arrebentar!
Eu: E você não gosta, puta?
Sole: Mmm… sim…

Sentei o magrelo no sofá, coloquei a camisinha nele e ela sentou, enfiando tudo. Fui pegar o lubrificante, mas com o pau tão melado, acho que nem precisava. Quando voltei do banheiro, Sole pulava no Ed e, do lado, Pili beijava os dois, batia na bunda da amiga, que acariciava as bolas do cara. A morena pedia pra ele comer ela forte em inglês. Era pra filmar.

Fiquei do lado da bunda da morena e joguei lubrificante no cu dela. Coloquei um pé no sofá e pedi pra Pili chupar meu pau pra ficar bem molhado.

Pili: Mmm… amiga, isso vai ser muito bom.
Eu: Deita no peito dele – e levantei a bunda dela – ela obedeceu.

A cara do magrelo era foda. Não acreditava no que tava rolando, e acho que ele se segurava pra não gozar e decepcionar a gente. Comecei a brincar com os dedos pra ir abrindo a bunda dela, mas também... pra marcar o ritmo pra elas. Quando vi que tava tudo pronto, parei elas e apontei minha pica pro buraco dela. Fui enfiando de pouco em pouco enquanto a Pili beijava e segurava as mãos da amiga dela. Cheguei na metade e a Sole gemia.

Sole: ayyy ahhh não acredito que sou tão puta! – gritou – que delícia! Você tem que experimentar, amiga.
Pili: mmm sei não.

Eu comecei a me mexer e marcar o ritmo pra elas. O Ed começou a se mexer por baixo e a morena só gritava. Se agarrava onde dava e quando eu metia com força, ela soltava gritos de prazer e dor. Eu tava alucinado, tava metendo com tudo e batia na bunda dela gritando que ela era minha puta. A gente sentiu que o Ed tinha diminuído o ritmo.

Sole: que ele não ouse gozar dentro de mim de novo, o idiota – falou com raiva.

Ela perguntou se ele tava perto de gozar e o cara confirmou. Ela mandou ele tirar, que queria a porra na boca dela. O cara olhou com cara de surpresa e eu tive que parar pra ele sair debaixo dela. Em nenhum momento tirei a pica do cu dela e o cara começou a bater punheta perto da boca da morena. A Pili não teve coragem de acompanhar. Eu voltei a meter com força e ela engoliu a pica do cara, que explodiu na boca dela. A Sole tossiu e o cara tirou a pica com medo. Toda a porra caiu no sofá (o que deu trabalho pra tirar aquela mancha).

Depois que o Ed foi descansar no sofá, eu tive minha sessão sozinho com o cu da Sole. Levantei ela pelo cabelo e pelos peitos e enfiei bem fundo. A Pili já tava há um tempão sem entrar em ação, então se juntou a nós. A morena tocava a buceta dela como podia. Eu me joguei por cima dela e fui me virando no sofá até que ela ficasse por cima com a pica enfiada na bunda e as pernas bem abertas. A Pili tocava ela com vontade. A Sole tremeu por uns minutinhos quando gozou.

Eu tava com a pica explodindo de porra. Saí devagar da bunda dela e mandei elas se ajoelharem.

Sole: Joga nos peitos da loira que vou dar o último show pra ela. no estrangeiro

Eu comecei a bater uma com força e os jatos acertaram a loira em todo lugar. Espirrou tudo, da cara até os peitos, e ela se limpava com o dedo.

Sole olhou pro magricela e, com a língua dela, lambeu todos os peitos da amiga. Quando terminou, deu um beijinho nele. O magricela ficou pasmo. Não conseguia reagir a nada. As minas foram juntas tomar banho e, do chuveiro, dava pra ouvir que continuavam. Quando fui acompanhá-las, elas estavam se tocando, e Sole chupou a buceta da Pili por uns minutos até ela gozar.

Saímos os três limpos, e o cara ainda estava sentado do mesmo jeito que deixamos. Sole falou umas merdas pra ele e começou a se despedir. Ele quis ter algum contato, mas a gente recusou.

Dormimos uma hora depois de limpar a bagunça que tínhamos feito. E de conversar pra caralho.

Sole: você arrebentou minha bunda, filha da puta. Amanhã não vou conseguir sentar – os três rindo
Eu: se arrepende? Foi você quem pediu
Sole: haha, nunca

Essa foi a primeira vez que chamamos alguém pro nosso trevo. Mas não a última.

Espero que tenham gostado.

2 comentários - Trevo de 4 Folhas - Férias - Gostosa

Coicido con el Maestro Omar, muy buena la serie, que relate la Morocha, un poco, y sumen alguna imágen, sin comprometer identidades, besos