Troca de recompensa

Continuando com o relato anterior, depois de descansar umas poucas horas, tomo um banho e vou buscar a Ana. Chego na hora combinada, ligo pra avisar que já tô do lado, ela diz que já tá pronta e já vai descer.

Espero bem pouco e vejo ela saindo pela porta do prédio, tava com um vestido bem leve, um pouco acima do joelho e com um decote não muito pronunciado, mas que insinuava as tetas dela. Quando entra no meu carro, me cumprimenta sorrindo com um beijo na bochecha. Falo que ela tá muito gostosa e a gente parte viagem.

No caminho, vamos conversando, no começo sobre coisas sem muito sentido, até que ela pergunta qual era a ideia do rolê. Digo que era dividir um jantar com eles e depois rolar um esquema de casal, obviamente que se não tivesse clima ou algo assim, podia cancelar essa parte. Mas que não tinha muito mais planejamento que isso, embora eu, sinceramente, adoraria muito saber que ela ia ficar com o Gabriel. Ela pergunta por que, enquanto eu olho de canto o decote e as pernas dela, respondo que curto muito a ideia dela estar com amigos, que ela tem um corpo do caralho, que sei que é boa na cama, e que gosto de saber que ela curte e é curtida por outros.

Ela sorri e fala que tá de boa, que com certeza não ia ter problema, lembrava de algumas coisas que eu tinha contado da nossa juventude com o Gabriel, e lembrava dele como uma boa pessoa. Dava pra ver que ela tava animada e alegre, quando faltava pouco pra chegar, ela fala que no começo tinha ficado bolada, principalmente porque achava que eu tava tratando ela como uma puta que podia ser compartilhada com qualquer um, mas que depois tinha gostado da ideia, de ser eu quem apresentasse ela pros amigos. A gente para na frente da casa do balneário, antes de descer, ela se aproxima e me beija na boca por uns instantes, depois desce do carro.

Quando a gente vai em direção à entrada, posso ver a Ana por trás, ela tava mais gordinha do que antes, mas muito chamativa, fico excitado só de pensar que naquela noite o Gabriel ia poder comer ela. aproveitar. Entramos pelo lado da casa, eles estavam nos esperando lá fora, nos recebem com um beijo e um abraço em cada um. Se apresenta, e nos convidam pra entrar. Nos servem uma taça de vinho, eles já tinham uma. A Ana tava muito à vontade, falava bastante, e eu percebi como o Gabriel não tirava os olhos dela.

Enquanto a gente bebia e comia uns petiscos, a Ana não se desgrudava de mim, na verdade ela me tocava carinhosamente quase como se a gente fosse um casal, o que me deixava meio sem graça. Quando pude, perguntei discretamente se tava rolando algo, ela respondeu que tava tudo bem, que ia passar a noite com o Gabriel. Entendi que era só um jogo. Me ofereci pra abrir mais uma garrafa e fui pra cozinha, o Gabriel me segue dizendo que vai pegar água.

Na cozinha, falo pra ele não se preocupar, que tava tudo certo. Ele responde que achou que ela não queria porque ela tava muito grudada em mim, pergunto se ele gosta dela, ele responde que é um caminhão, que não vê a hora de ter ela só pra ele. Falo pra ele ficar tranquilo, que logo ele vai poder aproveitar.

Voltamos pra sala principal, o Gabriel senta do lado da Ana enquanto eu sirvo mais vinho pra todo mundo e depois sento do lado da Eugênia. Ela pede um brinde pelos bons momentos. Pouco depois, percebo que o Gabriel e a Ana tão conversando entre si, e vejo ele colocar a mão na perna dela. Isso me excita pra caralho, olho pra Eugênia e ela tava sorrindo.

Levanto e vou pra cozinha, a Eugênia me segue. Ela fala que gostou da mina, que mesmo sendo mais velha, ela tinha um corpo muito gostoso, que com certeza o Gabriel tinha gostado, e começa a me beijar. Depois de uns minutos, pergunto se eles tinham conversado sobre o que fazer, e ela responde que o Gabriel tava pensando em ir pro hotel com a Ana, mas que ela pediu se podiam ficar e a gente ficar os quatro na mesma casa, combinaram que se a gente aceitasse, eles fariam isso. Falei que por mim não tem problema, mas que não sabia se a Ana ia topar.

A Eugênia olha pra sala principal, e eu... Diz: "Olha sua amiguinha, não parece estar incomodada." Olho e vejo eles se beijando intensamente. Ela me pega pela mão e me leva pro quarto, eles parecem não se importar. Sentamos num sofá do lado deles e também nos beijamos. De vez em quando olho pra eles, a mão do Gabriel tá dentro do vestido da Ana, pouco depois vejo ele puxar uma das alças e começar a apalpar os peitos dela, verdade seja dita, a situação me deixava muito excitado, e dava pra ver que a Eugenia também tava.

Gabriel levanta e a Ana também, ele tira o vestido dela deixando ela só de calcinha e sutiã, e ela tira a camisa dele, ele sussurra algo no ouvido dela que não consigo entender, mas pela reação dela percebo que foi "chupa minha pica". Ana ri e se ajoelha, abre a calça dele e começa a chupar, eu e a Eugenia nos abraçamos e ficamos só olhando. Gabriel tem uma pica considerável, Ana chupa com maestria, mas no começo não consegue enfiar tudo na boca, aos poucos vai conseguindo. Ela faz com suavidade e devagar, ele ajeita o cabelo dela e segura firme, dá pra ver a excitação dele. Ana bota muita atitude, embora às vezes engasgue, e só nesses momentos o Gabriel solta o cabelo dela.

A Eugenia já tinha aberto minha calça e tava massageando meu pau com cuidado, de resto a gente só ficava olhando a cena. Tudo tava normal até que o Gabriel separa ela sem soltar o cabelo e fala com voz ofegante e alta: "Se continuar me chupando assim vou encher sua boca de porra." Ana ainda de joelhos, olhando pra cara dele, responde: "Se quiser, pode." Ele coloca o pau de volta na boca dela e começa a mover a cabeça dela sem soltar o cabelo, cada vez mais rápido, os gemidos mais altos, até que prende a cabeça da Ana contra ele e grita forte. Ana tinha as mãos apoiadas nos joelhos dele, e dá pra ver ela tentando empurrar pra se soltar, sem conseguir. Ele só soltou quando despejou todo o sêmen dentro da boca dela, na verdade deve ter ido quase direto pro esôfago dela. Saindo, Ana parecia confusa, respirava ofegante, com a maquiagem borrada, mas me acalma ao ver que ela olha pra ele, sorri e fala "você me encheu de porra", verdade que me excita e me estranha ao mesmo tempo, ela não costumava usar esse tipo de vocabulário quando era minha parceira. Ela continua lambendo como se estivesse limpando os restos de sêmen.

Com a Eugenia a gente tava super quente, ela abaixa minha calça e começa a me chupar, minha excitação era tanta que falo que quero comer ela, a gente termina de tirar a roupa e ela fica de quatro, começo a meter o mais devagar que consigo, de canto de olho vejo Ana e Gabriel abraçados nos olhando, cada um tomando uma taça de vinho.

Eugenia tava tão excitada que não demora pra ter um orgasmo, eu não demoro muito mais que ela pra gozar. Foi muito quente saber que Gabriel tava vendo eu comendo a esposa dele, e ao mesmo tempo Ana também nos via, depois que a gente tinha visto eles.

Quando terminamos, servimos vinho pra gente e ficamos conversando os quatro. A situação era relaxada apesar de incomum, as minas só de biquíni e a gente de cueca. Ana e Gabriel começam a se beijar e eu percebo que ela tinha uma das mãos no pau dele.

Eugenia comenta em voz alta que dá pra ver que Ana deixa ele duro, que já tava de pau duro, todo mundo ri. Gabriel também comenta em voz alta que gostou da boca dela, mas que tava ansioso pra comer ela, que aquelas cadeiras eram muito promissoras. Ana, meio nervosa, ri e fala pra ele não esperar mais, que aproveite. Ela fica de quatro no chão, mostrando a bunda, Gabriel não demora pra se colocar atrás e começar a penetrar ela.

Ele comenta que desde que viu ela tava morrendo de vontade de comer ela assim, que as cadeiras dela enlouqueceram ele. Ana não fala mais nada, só geme no ritmo das estocadas. A gente consegue ver claramente a cara dela, já que ela tá de cabeça erguida, porque Gabriel segura ela puxando o cabelo dela.

Dá pra ver que Gabriel controla. O ritmo dele pra não gozar e poder aproveitar ela por mais tempo, em certo momento percebo que com o polegar de uma das mãos ele tá enfiado no cu dela, sem parar de meter nela. Isso me excita, e eu tenho uma nova ereção.

Eugenia me avisa, fala alto que eu tô duro e que ela queria esperar um pouco, que com certeza Ana podia satisfazer o Gabriel e eu ao mesmo tempo, ela só olha pra gente, não fala nada. Gabriel se adianta e responde que é uma ótima ideia, mas que a gente espera, que ele quer algo primeiro, tira o pau da buceta e enfia devagar no cu dela.

Ela arqueia as costas e geme mais forte, enquanto fala pra ele ir devagar, dava pra ver que ela tava desconfortável, nessa hora Eugenia traz um pote de lubrificante, ele passa no pau e no cu dela, e mete de novo. Dava pra ver que tava bem mais fácil agora, o ritmo tava mais rápido, Ana continuava gemendo sem falar nada.

Depois de aproveitar o cu de Ana do jeito que ele queria, ele me fala que a boca dela tá livre, que por que eu não aproveito, eu olho pra ela e me aproximo, fico na frente, ela só abre a boca e começa a me chupar. As estocadas do Gabriel ajudam no movimento da boca dela.

Ele solta o cabelo dela e segura a cintura, eu seguro a cabeça dela, com mais cuidado do que ele tava fazendo. Gabriel fala que tá adorando aquela cintura e aquele cu, eu só relaxo e curto a situação. O barulho da bunda de Ana batendo na pélvis dele fica cada vez mais alto, até que os gemidos do Gabriel mostram que ele tá gozando no cu dela. Tudo isso me excita pra caralho e eu tô quase gozando na boca dela quando Eugenia interrompe, me fala pra deixar a Ana descansar, que ela já tá pronta.

Ela me pede pra deitar num tapete e começa a cavalgar em mim, eu tô extremamente tarado, e dá pra ver que ela também. Enquanto cavalgava, ela me fala que minha amiga tinha sido uma gostosa, que dava pra ver que o Gabriel tava aproveitando ela pra caralho. respondo que ela não é menos, e que eu adoraria que ela me fizesse gozar, a cara dela é de pura safadeza, ela começa a se mexer mais rápido, e me diz que quer que eu encha ela de porra.

Quando termino, vejo que a Ana estava na cozinha, tinha tomado banho e vestido o vestido. Pergunto como ela estava se sentindo, ela responde que não era bem o que esperava, mas que estava tudo bem. Dava pra notar que ela estava meio séria, nisso chega o Gabriel e me chama pra fumar um cigarro lá fora, eu vou com ele.

A Ana fica com a Eugênia e a gente sai pro quintal da casa, ele comenta que estava curtindo muito o corpaço da Ana, que adora mulheres assim, e que ela ser meio submissa e obediente deixa ele ainda mais excitado. Respondo que fico feliz que ele esteja aproveitando, que quando ela era mais nova era mais definida e um pouco mais magra. Ele diz que prefere ela assim.

A Eugênia sai e pergunta se a gente quer mais vinho, eu respondo que já chega, ele aceita. A gente volta pra dentro de casa, a Ana está sentada bebendo água, eu também sirvo um copo, ficamos conversando, e o clima parecia esfriar, eu tava com sono e a Ana parecia com sono ou meio chateada.

Num certo momento, falo que já está ficando tarde, que o melhor era eu voltar pra Montevidéu, a Ana levanta e diz que concorda, o Gabriel fala que a gente não precisa ir, que podemos ficar, respondo que prefiro ir embora mas que se a Ana quiser ficar, ela fica, ela diz que é melhor me acompanhar.

Dava pra ver que o Gabriel queria continuar, a Eugênia fala pra gente ficar mais um pouco e a gente aceita. Ele se aproxima da gente e diz que na verdade adoraria aproveitar ela mais um pouco e começa a beijar ela, a Ana responde beijando ele de volta e dando um abraço leve.

Eles começam a se despir, ele diz que mais uma transa e ela vai embora, ela se ajoelha e começa a chupar ele, o Gabriel já está de pau duro, dessa vez ele deixa ela tomar a iniciativa, a Ana chupa devagar no começo, passando a língua por todo o pau e pelas bolas, depois começa a meter ele na boca. Na boca dela e brincar com a língua. A cara do Gabriel mostra que ele tá adorando.

Gabriel se deita e manda ela montar nele, ela obedece. Ficam um tempão nessa posição, ela é muito boa nisso, vai devagar no começo, depois vai mudando o ritmo. Passam vários minutos e dá pra ver que ela tá cansada, suando e gemendo. Os peitos dela balançam no ritmo do quadril, ele acaricia eles de vez em quando e o resto do tempo segura a cintura dela. Os gemidos dela tão cada vez mais altos, ela acelera o quadril até gozar, desaba em cima do Gabriel e beija ele.

Passam uns segundos e ela percebe que o Gabriel ainda tá duro dentro da buceta dela, pergunta como ele quer terminar. Sem hesitar, ele fala que quer comer o cu dela. Ela responde que de novo não, que se ele não quer que ela chupe até ele gozar. Ele insiste que quer o cu dela. Ela começa a rebolar de novo e fala que tá muito cansada, que é melhor outra coisa. Ele insiste. Conheço a cara dela quando não gosta de algo, mesmo assim continua mexendo o quadril.

Ela monta nele com muita força, mas a cara dela cada vez mostra mais cansaço e um pouco de incômodo. Ela para e fala que não aguenta mais. Ele responde pra ela ficar de quatro, que comer ela pelo cu excita muito ele e com certeza vai acabar rápido. Ela, meio contrariada, obedece, mas pede pra ele ser o mais rápido possível.

Troca a camisinha, passa lubrificante e começa a penetrar o cu dela. Segura a cintura dela e começa num ritmo lento. Ana morde os lábios e fecha os olhos. O som da batida da bunda dela na pélvis do Gabriel é muito excitante. Ela pede pra ele se apressar, que tá muito cansada. Gabriel puxa o cabelo dela pra trás e começa a penetrar num ritmo mais acelerado. Passam alguns minutos e ele não consegue gozar. Os dois suam. Ana geme e pede pra ele acabar de uma vez. Finalmente ele começa a gemer e a gozar. Ana mexe a bunda pra ajudar ele a terminar, a cara dela mostra cansaço.

Depois que acaba, os dois ficam deitados, exaustos. Ana se Levanta e ele pega na mão dela, beija, e depois fala que foi incrível comer a bunda dela. Ela responde que tá muito cansada. Levanta, vai no banheiro e volta vestida. A gente se despede rapidinho e vai pro carro. Ainda temos uma viagem longa pela frente, considerando o quanto estamos moídos.

1 comentários - Troca de recompensa

pilyyy
Genal como siempre! Espero el próximo!