Este relato que vou contar começou com uma amiga da minha mãe; elas mantêm essa amizade há muitos anos. Dona Pily é uma mulher que, infelizmente, ficou viúva há mais de 8 anos. Lembro que eu estava no ensino médio quando isso aconteceu. Quando ela enviuvou, tinha uns 35 anos, era jovem, e apesar de ter ficado deprimida com a perda do marido, nunca deixou de se arrumar. Sempre estava linda, independente da roupa que vestisse. Ela é alta, tem uns peitões, um rabão, pele clara. Sempre a vi como uma gordinha gostosa, mas o que mais me atraía nela era que usava uns óculos de grau médios e redondos, que a faziam parecer uma mulher misteriosa e muito sexy ao mesmo tempo.
Tudo começou quando dona Pily perguntou à minha mãe se eu não podia ir ajudá-la com serviços em casa, tipo arrumar uns móveis, trocar lâmpadas, essas coisas que de certa forma eram complicadas pra ela. Não era nada cansativo, mas eu ia todo feliz pra casa dela, porque ficava de olho no balanço dos peitos e naquele rabão enorme. Tenho que confessar que, em várias ocasiões, enquanto fazia os serviços, eu ficava de pau duro, porque imaginar ela pelada era mais forte do que qualquer coisa. Mas sempre me comportei com respeito, na altura da senhora, não podia passar vergonha e não devia mostrar que à noite eu batia uma pensando nela.
Um dia, ouvi uma conversa dela com minha mãe, onde comentou que um cara estava tentando conquistá-la pelas redes sociais, que já fazia um tempo que trocavam ideia, mas que, pra ser sincera, ela tava com um pouco de medo por causa de tanta coisa que se vê hoje em dia. Isso despertou meu tesão, porque pelas redes sociais eu poderia levar vantagem. Um dia, quando cheguei da rua, dona Pily estava em casa comendo com minha mãe. Elas me chamaram pra acompanhar, mas eu tava com pressa porque tinha um encontro com uns amigos, e a única coisa que me importava era tomar um banho. e voltar a sair pra não ficar tarde; quando fui pro banheiro, fui só de cueca porque tinha certeza que minha mãe e a amiga dela estavam lá embaixo e não ia dar de trombar com elas no corredor; na hora que vou girar a maçaneta da porta do banheiro, vejo que alguém mais tá fazendo o mesmo, mas por dentro, e que é dona Pily saindo. Fiquei meio sem graça pela situação em que me pegou, ela também ficou sem graça e foi bem na cara, porque ficou vermelha, e como a gente se encontrou de frente, pude perceber que na hora ela baixou o olhar, meio que me dando uma varrida rápida, ou não sei se foi por vergonha ou se a intenção era dar uma olhada no meu pacote, enfim, o pequeno incidente passou e foi quando me deu na telha fazer uma sacanagem.
Lembrei da amizade que ela dizia manter nas redes sociais com um cara e criei um perfil fake no Facebook e a contatei. Admito que foi difícil e levei um tempão pra engatar uma conversa com ela, mas no fim ela tinha mordido a isca, mais ainda, acho que já tava dedicando mais tempo pra aquela conta do que pra minha página pessoal, mas os momentos que passava com aquela dama eram muito gostosos, a confiança cresceu e chegou ao ponto de nas conversas a gente trocar fotos bem provocantes, eram uns momentos muito safados; eu, por mim, ficava todo excitado e tinha certeza que ela também. Eu tenho no tronco do pau uma pinta que dá pra ver de cara e um traço que caracteriza ele, e em várias fotos dava pra ver, ela nunca falou nada, só elogiava meu pau. Percebi que ela adorava usar fio dental e que deixava uma tirinha de pelos pubianos na bucetinha dela.
Um dia ela ligou pra minha mãe pra pedir mais um favor e, como sempre, eu tava no meio, minha mãe me avisou e, sem dizer nada, fui pra casa de dona Pily. Chegando lá, ela me recebeu como muitas outras vezes; a tarefa era mexer os móveis, porque ela queria reorganizar pra dar uma cara nova. A casa; desta vez a tarefa realmente nos tomou mais tempo do que o normal, porque eram muitos móveis e alguns precisavam ser esvaziados pra poder mover. Num momento durante a atividade, a Pily se abaixou pra pegar uma caixa de livros e, ao fazer esse movimento, a calça dela desceu da cintura. Pra mim foi inevitável não virar e olhar aquela vista que ela acidentalmente me proporcionou, e pude ver que ela tava usando uma tanguinha que eu já conhecia de foto. Foi algo rápido, mas muito quente. O tempo passava e, como a gente tava suando, ela me ofereceu um copo de refrigerante, mas como não tinha o suficiente, foi preciso sair pra comprar mais. Enquanto eu mexia umas coisas, ela decidiu sair pra loja fazer a compra. Foi nesse momento que me deu na telha largar o que tava fazendo e correr pro quarto dela pra fuçar nas coisas dela e poder tocar ou até mesmo cheirar as roupas íntimas dela — não podia perder aquela oportunidade foda. Eu tava tão entretido naquelas maravilhas que nem percebi quando a dona Pily voltou. Foi num piscar de olhos quando ela já tava no quarto e me pegou com várias peças de roupa íntima nas mãos, e além disso eu tava com uma ereção do caralho no meu pau e ainda tava me masturbando com uma calcinha fio-dental azul turquesa minúscula. Naquele momento, não soube o que dizer; acho que até mudei de cor e comecei a suar frio. Gaguejei ao pedir desculpas, foi a única coisa que me veio à mente enquanto subia a calça. A reação dela foi só dizer se eu não precisava de ajuda pra terminar o que tava fazendo, e se aproximou de mim, levando as mãos pro meu pau. Ela pegou ele e disse que eu tava com ele muito quente, continuou massageando e, como senti que a gente já tinha entrado num clima de confiança, eu comecei a apalpar os peitões enormes dela e, de vez em quando, passava a mão na buceta dela. Não perdi tempo e fui tirando a roupa dela aos poucos até deixá-la só de calcinha e sutiã. Quando tirei o sutiã, pularam aqueles peitões enormes que ela já tinha. mamilo bem durinho, igualzinho botão de rosa, eu me agarrava neles como se tivesse mamando. Fui passando a mão na bucetinha dela e nessa altura já tava mais que pronta, sentia ela molhadinha e a respiração ofegante me esquentava ainda mais. Nessa hora eu já tava peladão, ela me jogou na cama e começou a me dar o melhor boquete da minha vida. Era uma expert em sexo oral, metia tudo na boca, chupava feito aspirador, lambia da pontinha até as minhas bolas. Eu sentia que ia gozar, mas não era aquilo que eu queria, o que eu queria mesmo era penetrar. Quando afastei ela do meu pau, já querendo comer ela, foi inevitável ela não reparar na minha pinta no pênis. Ela ficou surpresa, mas naquele tesão todo que a gente tava sentindo, não falou nada. Só mandei ela subir em mim, porque minha fantasia era ter aqueles peitões na minha cara e ver eles quicando. Sem tirar a calcinha fio-dental, só afastei pro lado e fui penetrando. Meu pau entrou feito faca na manteiga, ela escorria de tão molhada, não dava pra acreditar no que tava rolando naquele quarto. A gente gemia de prazer, os corpos suando, a respiração acelerando, mas eu continuei bombando, matando a vontade que tava com a dona.
A gente se separou pra trocar de posição, aí tive a ideia de colocá-la de quatro. Foi quando tirei a calcinha fio-dental dela, sem problema nenhum ela topou. Quando menos esperava, já tava de quatro e eu meti de novo. Sabia que não ia demorar pra gozar, porque nessa posição a bunda dela cresceu e o barulho das minhas bolas batendo na buceta dela me deixou mais louco ainda. Eu ouvia ela toda excitada também, e foi aí que senti que ia gozar e avisei. Foi quando ouvi a voz doce dela pedindo pra gozar dentro, que queria sentir de novo aquela sensação de ter porra dentro. Enquanto gozava, eu bombava com mais força e ela também explodiu num orgasmo danado. Entre minha porra e os fluidos dela, sentia minhas bolas ainda mais molhadas. Não parei bombeei ela até sentir que saiu a última gota de porra do meu pau e até meu pau voltar a ficar mole, já que a gente tinha gozado ao mesmo tempo. Aí caímos exaustos na cama dela, eu dizendo que tinha sido uma experiência maravilhosa e que não me arrependia de nada. Foi quando ela tocou no assunto da pinta no meu pau, e não tive outra escolha senão contar que eu era a pessoa com quem ela passava horas trocando mensagens, que desde aquele dia em que ouvi aquela conversa por acaso, tinha tido a ideia — tava confessando meu segredo.
Como já tava tarde, decidimos nos arrumar de verdade, não fizemos mais nada naquele dia, só me despedi dela pra ir pra casa. Mas antes de sair, ela me deu um beijão e um apertão no meu pau e nas bolas, e sussurrou no meu ouvido com aquela voz angelical e bem gostosa que, já que eu tinha descoberto meu segredo, agora teria que cumprir tudo o que falei pra ela nas mensagens. Foram tantas coisas que fantasiei com ela que meu pau endureceu de novo. Só falei que tava topando de boa.
Quando cheguei em casa, só tomei um banho, e no chuveiro não parava de pensar em como essa experiência com aquela coroa tinha acontecido e como eu ia aproveitar aquela mulher por um bom tempo, transando com ela. E foi assim que dona Pily virou minha putinha, com quem tô vivendo experiências incríveis. Mas essas eu conto outra hora.
DEIXO UMA DAS VÁRIAS FOTOS DA SENHORA, KKKKK.
Tudo começou quando dona Pily perguntou à minha mãe se eu não podia ir ajudá-la com serviços em casa, tipo arrumar uns móveis, trocar lâmpadas, essas coisas que de certa forma eram complicadas pra ela. Não era nada cansativo, mas eu ia todo feliz pra casa dela, porque ficava de olho no balanço dos peitos e naquele rabão enorme. Tenho que confessar que, em várias ocasiões, enquanto fazia os serviços, eu ficava de pau duro, porque imaginar ela pelada era mais forte do que qualquer coisa. Mas sempre me comportei com respeito, na altura da senhora, não podia passar vergonha e não devia mostrar que à noite eu batia uma pensando nela.
Um dia, ouvi uma conversa dela com minha mãe, onde comentou que um cara estava tentando conquistá-la pelas redes sociais, que já fazia um tempo que trocavam ideia, mas que, pra ser sincera, ela tava com um pouco de medo por causa de tanta coisa que se vê hoje em dia. Isso despertou meu tesão, porque pelas redes sociais eu poderia levar vantagem. Um dia, quando cheguei da rua, dona Pily estava em casa comendo com minha mãe. Elas me chamaram pra acompanhar, mas eu tava com pressa porque tinha um encontro com uns amigos, e a única coisa que me importava era tomar um banho. e voltar a sair pra não ficar tarde; quando fui pro banheiro, fui só de cueca porque tinha certeza que minha mãe e a amiga dela estavam lá embaixo e não ia dar de trombar com elas no corredor; na hora que vou girar a maçaneta da porta do banheiro, vejo que alguém mais tá fazendo o mesmo, mas por dentro, e que é dona Pily saindo. Fiquei meio sem graça pela situação em que me pegou, ela também ficou sem graça e foi bem na cara, porque ficou vermelha, e como a gente se encontrou de frente, pude perceber que na hora ela baixou o olhar, meio que me dando uma varrida rápida, ou não sei se foi por vergonha ou se a intenção era dar uma olhada no meu pacote, enfim, o pequeno incidente passou e foi quando me deu na telha fazer uma sacanagem.
Lembrei da amizade que ela dizia manter nas redes sociais com um cara e criei um perfil fake no Facebook e a contatei. Admito que foi difícil e levei um tempão pra engatar uma conversa com ela, mas no fim ela tinha mordido a isca, mais ainda, acho que já tava dedicando mais tempo pra aquela conta do que pra minha página pessoal, mas os momentos que passava com aquela dama eram muito gostosos, a confiança cresceu e chegou ao ponto de nas conversas a gente trocar fotos bem provocantes, eram uns momentos muito safados; eu, por mim, ficava todo excitado e tinha certeza que ela também. Eu tenho no tronco do pau uma pinta que dá pra ver de cara e um traço que caracteriza ele, e em várias fotos dava pra ver, ela nunca falou nada, só elogiava meu pau. Percebi que ela adorava usar fio dental e que deixava uma tirinha de pelos pubianos na bucetinha dela.
Um dia ela ligou pra minha mãe pra pedir mais um favor e, como sempre, eu tava no meio, minha mãe me avisou e, sem dizer nada, fui pra casa de dona Pily. Chegando lá, ela me recebeu como muitas outras vezes; a tarefa era mexer os móveis, porque ela queria reorganizar pra dar uma cara nova. A casa; desta vez a tarefa realmente nos tomou mais tempo do que o normal, porque eram muitos móveis e alguns precisavam ser esvaziados pra poder mover. Num momento durante a atividade, a Pily se abaixou pra pegar uma caixa de livros e, ao fazer esse movimento, a calça dela desceu da cintura. Pra mim foi inevitável não virar e olhar aquela vista que ela acidentalmente me proporcionou, e pude ver que ela tava usando uma tanguinha que eu já conhecia de foto. Foi algo rápido, mas muito quente. O tempo passava e, como a gente tava suando, ela me ofereceu um copo de refrigerante, mas como não tinha o suficiente, foi preciso sair pra comprar mais. Enquanto eu mexia umas coisas, ela decidiu sair pra loja fazer a compra. Foi nesse momento que me deu na telha largar o que tava fazendo e correr pro quarto dela pra fuçar nas coisas dela e poder tocar ou até mesmo cheirar as roupas íntimas dela — não podia perder aquela oportunidade foda. Eu tava tão entretido naquelas maravilhas que nem percebi quando a dona Pily voltou. Foi num piscar de olhos quando ela já tava no quarto e me pegou com várias peças de roupa íntima nas mãos, e além disso eu tava com uma ereção do caralho no meu pau e ainda tava me masturbando com uma calcinha fio-dental azul turquesa minúscula. Naquele momento, não soube o que dizer; acho que até mudei de cor e comecei a suar frio. Gaguejei ao pedir desculpas, foi a única coisa que me veio à mente enquanto subia a calça. A reação dela foi só dizer se eu não precisava de ajuda pra terminar o que tava fazendo, e se aproximou de mim, levando as mãos pro meu pau. Ela pegou ele e disse que eu tava com ele muito quente, continuou massageando e, como senti que a gente já tinha entrado num clima de confiança, eu comecei a apalpar os peitões enormes dela e, de vez em quando, passava a mão na buceta dela. Não perdi tempo e fui tirando a roupa dela aos poucos até deixá-la só de calcinha e sutiã. Quando tirei o sutiã, pularam aqueles peitões enormes que ela já tinha. mamilo bem durinho, igualzinho botão de rosa, eu me agarrava neles como se tivesse mamando. Fui passando a mão na bucetinha dela e nessa altura já tava mais que pronta, sentia ela molhadinha e a respiração ofegante me esquentava ainda mais. Nessa hora eu já tava peladão, ela me jogou na cama e começou a me dar o melhor boquete da minha vida. Era uma expert em sexo oral, metia tudo na boca, chupava feito aspirador, lambia da pontinha até as minhas bolas. Eu sentia que ia gozar, mas não era aquilo que eu queria, o que eu queria mesmo era penetrar. Quando afastei ela do meu pau, já querendo comer ela, foi inevitável ela não reparar na minha pinta no pênis. Ela ficou surpresa, mas naquele tesão todo que a gente tava sentindo, não falou nada. Só mandei ela subir em mim, porque minha fantasia era ter aqueles peitões na minha cara e ver eles quicando. Sem tirar a calcinha fio-dental, só afastei pro lado e fui penetrando. Meu pau entrou feito faca na manteiga, ela escorria de tão molhada, não dava pra acreditar no que tava rolando naquele quarto. A gente gemia de prazer, os corpos suando, a respiração acelerando, mas eu continuei bombando, matando a vontade que tava com a dona.
A gente se separou pra trocar de posição, aí tive a ideia de colocá-la de quatro. Foi quando tirei a calcinha fio-dental dela, sem problema nenhum ela topou. Quando menos esperava, já tava de quatro e eu meti de novo. Sabia que não ia demorar pra gozar, porque nessa posição a bunda dela cresceu e o barulho das minhas bolas batendo na buceta dela me deixou mais louco ainda. Eu ouvia ela toda excitada também, e foi aí que senti que ia gozar e avisei. Foi quando ouvi a voz doce dela pedindo pra gozar dentro, que queria sentir de novo aquela sensação de ter porra dentro. Enquanto gozava, eu bombava com mais força e ela também explodiu num orgasmo danado. Entre minha porra e os fluidos dela, sentia minhas bolas ainda mais molhadas. Não parei bombeei ela até sentir que saiu a última gota de porra do meu pau e até meu pau voltar a ficar mole, já que a gente tinha gozado ao mesmo tempo. Aí caímos exaustos na cama dela, eu dizendo que tinha sido uma experiência maravilhosa e que não me arrependia de nada. Foi quando ela tocou no assunto da pinta no meu pau, e não tive outra escolha senão contar que eu era a pessoa com quem ela passava horas trocando mensagens, que desde aquele dia em que ouvi aquela conversa por acaso, tinha tido a ideia — tava confessando meu segredo.
Como já tava tarde, decidimos nos arrumar de verdade, não fizemos mais nada naquele dia, só me despedi dela pra ir pra casa. Mas antes de sair, ela me deu um beijão e um apertão no meu pau e nas bolas, e sussurrou no meu ouvido com aquela voz angelical e bem gostosa que, já que eu tinha descoberto meu segredo, agora teria que cumprir tudo o que falei pra ela nas mensagens. Foram tantas coisas que fantasiei com ela que meu pau endureceu de novo. Só falei que tava topando de boa.
Quando cheguei em casa, só tomei um banho, e no chuveiro não parava de pensar em como essa experiência com aquela coroa tinha acontecido e como eu ia aproveitar aquela mulher por um bom tempo, transando com ela. E foi assim que dona Pily virou minha putinha, com quem tô vivendo experiências incríveis. Mas essas eu conto outra hora.
DEIXO UMA DAS VÁRIAS FOTOS DA SENHORA, KKKKK.

5 comentários - Doña pily una madura ardiente