E aí, galera do poringa! Realmente lamento ter demorado tanto pra quarta parte do relato, mas tive um monte de ocupações nesse tempo e agora finalmente tô livre e posso voltar a escrever. Espero que não tenham se desesperado tanto, haha. Se é a primeira vez que entra num post meu, te convido a ler as 3 primeiras partes do relato. Espero de verdade que gostem e prometo que vou escrever e publicar relatos com mais frequência nos próximos meses.Saudações e mais uma vez, desculpa aí.
- A N T E R I O R M E N T E -
Ficamos paralisados por um segundo, só pra virar e encarar uma cara conhecida no fim do corredor. A Diana tava parada ali, ela tava passando pelo corredor bem na hora que a gente tava saindo: ela tinha visto a gente junto saindo do barraco abandonado, e agora queria saber o que a gente tava fazendo lá dentro.Ficamos os dois paralisados olhando pra ela, enquanto ela perguntava de novo:
Por que vocês passaram tanto tempo juntos ultimamente? Me respondam, o que vocês estavam fazendo aí dentro?...TERAPIA SEXUAL NA ESCOLACAPÍTULO IV: O LIMITE FOI ROMPIDO
Sara foi a primeira a reagir. Olhou nos olhos de Diana e soltou uma risada nervosa, eu sabia que ela tinha fingido. Depois começou a explicar:
- He he... Não conta pra ninguém, mas a gente tava se escondendo.
- Hã? - Disse Diana, sem entender nada, igual a mim.
- Olha, um amigo dele (se referindo a mim) conseguiu um pouco de... sabe como é... hahahaha. - Disse Sara enquanto fazia com a mão o gesto de fumar um baseado.
- Vocês fumaram maconha?
- Exato... hahaha
- Hahaha - Só me restou rir e fingir que era verdade.
- Hahaha, seus dois safados. E era por isso que ficavam tanto tempo juntos ultimamente? Pra fumar?
- Ehh... Não, só hoje. Nos outros dias a gente se encontrava pra negociar isso haha.
- Hahahaha, bom, acho que pensei mal... mesmo assim, não sei se devo ficar aliviada sabendo que vocês estavam fazendo isso, mas enfim, é problema de vocês haha. - Completou Diana, já convencida pela desculpa falsa de Sara.
Diana só riu e foi embora na direção que estava indo antes de nos encontrar. Fiquei surpreso com a rapidez e naturalidade com que Sara reagiu à situação; se eu tivesse que resolver, acho que só teria piorado as coisas. Mesmo assim, a desculpa funcionou: caso não tenha ficado claro, a maconha sempre foi ilegal no meu país, então era totalmente crível que a gente usasse a cabine velha e abandonada como esconderijo.
Ainda assim, achei estranho: parecia mais normal e aceitável a gente estar consumindo uma droga ilegal do que admitir que estávamos transando, ou algo assim.
Sara e eu não falamos nada até chegar no ponto onde a gente se separa pra ir pra casa.
- Que... intenso, hahaha. - Quebrei o silêncio.
- É, não achei que uma parada dessas fosse acontecer, tipo, sempre tem o risco de passar uma ou duas pessoas, mas justamente foi a Diana e na hora que a gente tava saindo hahaha.
Naquele momento, minha mente processou uma ideia bem... Curiosa, porque ao pensar que Diana quase nos descobriu, me fez lembrar daqueles vídeos pornô onde a amiga, irmastra, namorada ou sei lá o quê, descobre duas pessoas transando e, em vez de ficar brava, entra na parada e rola um ménage foda. Claramente isso nunca ia acontecer, mas me deixava puto de tesão só de pensar, porque Diana era bem gostosa e eu não me importaria nada se ela entrasse na terapia.
— O que ela tava fazendo aí? — Perguntei, tentando distrair a mente.
— Eu lá sei?
— Ué, é do seu grupo de amigas, achei que você saberia algo, hahaha.
— Então não sei, talvez fosse ver o novo namorado dela, tá com ele há uma semana, hahaha.
Eu continuava excitado por pensar na Diana, e o que a Sara tava me falando só colocava mais coisa na minha cabeça, me dava um tesão danado pensar que ela tinha um namorado novo, que com certeza tava transando com ela e alguém já tava aproveitando aquele corpaço que a Diana tinha.
A Sara não era feia, mas não era tão gostosa assim, o único atrativo dela eram os peitos, na real nem me dava tanta vontade de comer ela, só de usar as tetas dela. Com a Diana era diferente, ela deixava minha pica dura pra caralho e me dava uma vontade foda de arrebentar aquele rabo lindo que ela tinha.
— Ah… — Foi só o que respondi. A conversa acabou ali e eu e a Sara nos separamos.
Nem precisava mais falar nada, acho que tanto eu quanto a Sara já tínhamos entendido que no dia seguinte teria terapia, no mesmo lugar e no mesmo horário.
Quando cheguei em casa, não consegui evitar pensar de novo na Diana, no que teria sido transar com ela se fosse possível. Mesmo tentando me segurar pras terapias, dessa vez resolvi bater uma pensando nela, em como encheria de leite a carinha dela, os peitos, a bunda, até gozar dentro dela, me dava um tesão do caralho.
A punheta foi rápida e direta, porque fechei os olhos e imaginei tudo isso, também me imaginei com ela no barraco. tirando minha pica pra fora e chupando ela até esgotar toda a porra. Levei uns minutos pra gozar, a gozada foi bem carregada e gostosa, mas dessa vez não mandei foto nem vídeo pra Sara, senti que seria uma espécie de "traição", porque a punheta não tinha sido em homenagem a ela.
Sinceramente, o resto do dia foi bem chato e sem graça, sem nada pra contar. Naquela noite dormi relativamente cedo, preparado pra mais um dia de peitos, punhetas e quem sabe quantas surpresas...
Sexta-feira de novo, a puta mãe. Depois disso, vou ter que aguentar mais um fim de semana sem as terapias, e dessa vez acho que não consigo fazer nada pra ocupar o tempo e distrair minha mente.
Espero pelo menos que hoje tenha um avanço, um grande, algo que me deixe satisfeito o suficiente pra não sentir falta das terapias durante esses dias. Quando cheguei na escola, a Sara se comportou de um jeito diferente: ao me ver, me olhou de cima a baixo, piscou o olho e mordeu o lábio de leve, como se quisesse me provocar. Só respondi com um "oi" como sempre e fui pro meu lugar. Esqueci aquela estranha atitude pelo resto das aulas.
Assim que tocou o sinal de saída, a Sara saiu voando pra porta e sumiu rápido pelos corredores, ansiosa pra chegar no nosso novo lugar. Eu fui mais de boa atrás dela, até encontrar ela já dentro da cabine, pronta pra começar.
-Oi, como...
A Sara interrompeu minhas palavras me beijando na boca, quase enfiando a língua toda. Por um segundo pensei em empurrar ela pra longe, mas depois refleti que talvez isso também seja parte do sexo, né? Achei que sim e deixei ela se virar sozinha.
-Hahaha, vamos começar ou o quê? - Disse a Sara já tirando a roupa.
-Parece que hoje você vem... - Falei, sendo interrompido de novo:
-Tesuda? Excitada? Sim, tô, esses dias eu não aguento mais e já quero parar com essa merda, essas sessões sexuais me deixam doida. jajaja.
Eu não entendia nada, só conseguia ver que a Sara já tinha os peitos pra fora e começava a tirar minha rola da calça, sem tirar ela. Por instinto, reagi e ajudei, baixando minha calça e minha cueca até as coxas, deixando a pica de fora. Sara se ajoelhou e pegou meu pau pela base, passou a mão pela pele até embaixo, de um jeito que a cabecinha da rola ficasse bem aparecendo. Tava inchada e brilhosa, provavelmente de tanta excitação.
– Mmmm, já tá bem dura, jajaja – dizia a Sara enquanto começava a passar meu pau pelos mamilos dela.
Tudo tava escalando muito rápido, eu não entendia o que tava rolando, porque ela tava num ritmo do caralho, a Sara sempre se segurava e tentava levar tudo com calma, agora, do nada, agia como se a gente tivesse transando normal.
– Aaaah… – eu gemia que nem um louco, sentindo uma puta excitação.
– Tá gostando? Sei que tá, jajaja.
– Ahhhh… tô adorando, é incrível… jaja.
– Jajajaja você adorou gozar nos meus peitos da última vez. Quer repetir? Quer encher eles de porra?
– Ahhhhhh Sa… Sara… você deixaria?
– Senão eu não tava falando, jajaja, é só pedir.
– Uffff… deixa eu gozar nos seus peitos…
– Me implora, me faz saber que você realmente quer.
– Ah Sara… por favor, te imploro… adoro seus peitos, quero gozar neles, por favor, te pago de qualquer jeito, mas deixa eu fazer isso… por favor… por… favor….
– Jajajaja assim que eu gosto. Me avisa quando tiver pronto.
Parece que eu tava certo esse tempo todo, a Sara ficava louca quando eu implorava, pedia por qualquer ato sexual possível. Dessa vez eu consegui quebrar ela, nem ela mesma conseguia se segurar, a gente tava estourando o limite.
Sara continuava me masturbando com os peitos, eu só observava como, de vez em quando, a cabeça da minha rola aparecia um pouco por cima dos peitões enormes dela, só pra se esconder de novo. Meu pau começava a vazar um pouco de líquido. transparente, sinal de que o orgasmo tava perto, muito perto.
- Já... já vem... já vem...
- Mmmmm vai, dá essa porra gozada nos meus peitos, dá logo, seu filho da puta.
- Aaaaaaahhhhh!!!!
Tava prestes a gozar, a Sara percebeu e começou a me ordenhar. Ela colocou só dois dedos na base da glande, na junção entre ela e o tronco da piroca. Suavemente, ela masturbava a parte de baixo da ponta da piroca, de vez em quando passando um dedo na minha uretra. Meu prepúcio subia um pouco e descia um pouco também. Era uma sacudida bem leve, mas muito gostosa, que, quando acelerou, me fez gozar igual um louco.
Comecei a gozar que nem um burro, a Sara encostava a ponta da minha piroca o máximo possível nos peitos dela, pra evitar respingar no resto da roupa ou no rosto. Enquanto ela continuava estimulando minha glande, minhas bolas continuavam descarregando jorros enormes e grossos de porra quente, que iam direto banhar os peitos da Sara. O final do orgasmo tava chegando, e ela diminuía a velocidade aos poucos, colocando mais pressão nas sacudidas pra espremer até a última gota de esperma. Nos últimos tiros e gotas, a Sara usava a outra mão pra acariciar de leve minhas bolas, o que me deixava doido.
Terminei a gozada monstra nos peitos da Sara, e ela, sem soltar minha piroca, só examinava com o olhar cada tiro de porra que tinha recebido. Eu respirava fundo, tentando estabilizar o ritmo cardíaco, porque tava exaltado pra caralho.
- Que... que gostoso... ha ha ha – falei eu, me recuperando do êxtase.
- Sim hahaha, olha como você deixou meus peitos, sinto como se tivessem despejado um galão de porra morna em cima de mim hahahaha.
- Hahaha... pois é, é assim que acontece... acho... haha. – respondi.
A Sara limpou toda a porra dos peitos com papel higiênico, jogou num canto no chão e começou a arrumar a roupa; mais uma tarde maravilhosa de terapia sexual tinha, infelizmente, chegado ao fim.
Saímos, dessa vez com mais cuidado, porque Não queríamos que o incidente com a Diana do outro dia se repetisse. A gente se despediu normal e foi cada um pra sua casa.
O resto da tarde não tive chance de bater uma punheta, nem de falar com a Sara, porque o resto do dia meus pais me obrigaram a ajudar com as tarefas de casa e a mover uns móveis de lugar. Só fui terminar tarde da noite e finalmente pude curtir um tempinho livre.
Fiquei tão ocupado que nem notei que a Sara tinha me mandado uma mensagem umas 7:30 da noite, já eram quase 11 horas e eu não tinha tido chance de responder.
Respondi o "oi" dela assim que pude e expliquei rapidinho o motivo da demora. Ela entendeu e continuou a conversa como se nada:
- Gostou?
- Do quê? Kkkk - Respondi, fingindo que não sabia do que ela tava falando.
- A "terapia" de hoje, kkkk, foi bem intensa.
- Ah! Kkkk adorei, você me deixou seco com essa punheta do caralho.
- Percebi, kkkk. Mas acho que fiquei com vontade de mais... kkk
- Bah, eu também, e é uma merda ter que esperar até segunda de novo.
- Pois é, kkkk, a menos que...
- O quê? - Falei, já começando a ficar nervoso.
- Que tenha outra opção... kkkk
- Tipo o quê? Kkk
- Hmmm, ah não, esquece, tô louca kkkk.
A Sara realmente me deixou intrigado, que opção ela queria oferecer pra saciar nossa sede de sexo?
- Fala sério, me diz, se a gente quer a mesma coisa, tá de boa kkkk.
- Acho que é um pouco tarde, melhor a gente dormir, ou... você realmente quer tentar?
- Hmmm, mas tentar o quê!? Kkkkkk
- Então, eu tava pensando se a gente podia fazer uma videochamada ou algo assim, kkkk
- Na hora senti uma sensação estranha, entre empolgação e decepção ao mesmo tempo, porque, cês já imaginam, eu tava achando que a Sara ia propor a gente se ver no sábado pra continuar a terapia pessoalmente, e no lugar veio uma proposta de cibersexo. "Não era o que eu esperava, mas tô satisfeito", pensei comigo. e eu ri.
—Ohhh… então, vai nessa… Pra mim não tem problema hahaha, mas como é que a gente faz?
—Mmmmm então… vamos ver…
Sara não respondeu mais nada e em poucos segundos mandou a solicitação de videochamada. Não sei por quê, mas antes de atender, conferi se eu tava bem, meu cabelo e outras coisas. Não é que eu me importasse com o que ela ia pensar sobre isso, mas fiz por costume, acho.
Finalmente atendi a videochamada e o rosto da Sara apareceu na minha tela, vê-la pelo telefone fazia ela parecer um pouco mais “gostosinha”.
—Então, como é que a gente faz? —falei, em voz baixa, com medo de alguém da minha família ouvir.-Fala mais alto, quase não escuto kkkk. -Respondeu ela enquanto apoiava o celular numa superfície pra deixar a câmera firme.- O que a gente faz? Kkkkk — repeti, dessa vez falando mais claramente.
- Ah, então… kkkkk. Você pode fazer o que sabe, e eu faço o que sei.
- Aaahhh… — Não entendi o que Sara queria dizer.
- Tipo, como se fosse uma terapia, só que… sem a interação, kkkkkk.
- Ah… você quer que… — falei enquanto apontava pra baixo, apontando pra minha calça.
- Sim, kkkkk.
- Ah… ehm… tá bom, kkkkk.
Enfiei a mão por dentro da minha calça e cueca e comecei a esfregar meu pau, ainda tava mole, então pedi ajuda pra Sara antes de tirar ele pra fora.
- Ainda não tá totalmente… Você poderia…? Kkkkk.
- Ok, era pra isso que eu ia, kkkkk.
Sara se afastou um pouco da câmera e começou a tirar a roupa devagar, aos poucos deixando ver aquele par de peitos enormes, com os bicos bem durinhos de tesão que já tava.
Em uns minutos meu pau já tava duro e eu podia mostrar ele pra Sara.
Levantei e abaixei minha rouba devagar, tava de lado, e deixei sair meu pau como se fosse uma mola, ele deu uma leve batida quando saiu, e depois ficou quase parado de tão duro que tava, de vez em quando dava umas pulsadinhas de tesão.
- Kkkkkk nossa, cê tá com ele bem durão já, kkkkkk.
- Te falei que também tinha ficado com vontade de mais, kkk.
- Mostra ele bem pra mim, kkkkkk.
Peguei meu pau pela base e puxei a pele pra trás até deixar a cabeça toda aparecida, soltei as bolas também e me aproximei da câmera pra pegar um ângulo bom. Meu pau tava apontando quase pro teto. Peguei dois dedos e comecei a bater uma num ritmo médio na parte de baixo da cabeça, enquanto com a outra mão brincava com minhas bolas.
- Kkkkk que delícia de ver, hein. Kkkkkk — Sara falava enquanto começava a brincar cada vez mais com os bicos dos peitos.
Ficamos um tempão brincando com nossos corpos, Sara mostrava os peitos e eu batia uma devagar, tava realmente curtindo essa experiência nova.
- Ô, já tá bem tarde, tenho que dormir, kkkkk. Quer terminar?
- Ah, ehm… sim. Claro, sem problema. —Falei enquanto me aproximava do telefone para desligar a videochamada.
—Não, não, não! Tô falando de terminar... bem, hahaha.
—Ah!! Você quer que eu?... —Falei enquanto apontava pra minha buceta com uma mão enquanto me masturbava com a outra.
—Sim, que você goze, hahaha, quero ver, óbvio.
—Ah, claro, hahaha.
Me virei de frente pra câmera dessa vez, deixando minha glande apontando pra lente. Com a mão direita, me punhetava igual um louco pra gozar, e com a esquerda, estimulava minhas bolas.
—Me mostra, me mostra a porra, tira toda essa porra! —Sara falava quase gemendo.
—Ahhh, lá vem... já vem... já vem sua porra... ahhhhhh.....
O orgasmo chegou e meu pau começou a disparar jatos de porra quente com bastante força, o primeiro foi bater na parede e o segundo e os seguintes saltaram pro alto no ar pra terminar caindo no chão do meu quarto.
Ahhhh.... Uffff.... Que gozada boa... hahahaha. Valeu pela ideia nova!! —Falei pra Sara enquanto me recuperava do orgasmo.
—Hahaha, sim, foi uma boa despejada, hahahahaha. Triste que não pude ordenhar ela eu, né? Hahahaha.
—Sim, hahaha. Mas segunda-feira você pode fazer o que quiser com ela. Hahaha.
—Tá bom, hahahahaha. Até mais.
Sara encerrou a videochamada depois de falar isso e acho que foi dormir.
Passei o resto da noite antes de dormir pensando em como essa ideia tinha sido boa. Não era a mesma essência das terapias, mas pelo menos acalmava a vontade de não poder realizá-las. Depois de algumas horas, acabei dormindo e fui pro dia seguinte.
É um novo dia, sábado, sem escola e sem terapias, mas pelo menos a gente tinha descoberto uma nova forma de se divertir. Passei o dia pensando se a videochamada ia se repetir ou não, o que a gente faria, ou se eu ia pedir pra Sara me mostrar mais do corpo dela. Naquele momento, me sentia com possibilidades infinitas, mas, como sempre, Sara se adianta e supera minhas expectativas. Naquela tarde, eu estava terminando minha comida quando Sara mandou uma mensagem me dizendo pra ligar pra ela porque tinha algo importante pra me contar. Por um momento, (e olha que isso é bem raro) esqueci todo o lance sexual com a Sara e realmente achei que era algo sério, alguma emergência, acidente ou coisa assim.
Assim que tive chance, liguei pra ela uns minutos depois.
– Sara, oi, o que foi? O que você tem? O que aconteceu? – Falei eu, preocupado com o que mencionei antes.
– Hahaha calma, tô bem. Sabia que meu aviso ia te alarmar, mas já não dava pra mudar hahaha.
– Ah… beleza, mas o que foi?
– Bom… pooois é…
– Pois… o quê? Hahaha.
– E se eu te dissesse que tem chance de continuar a terapia hoje mesmo?
Fiquei pasmo, era como se a Sara quisesse me recompensar, como se me devesse algo ou sei lá, mas parecia que ela sempre melhorava meus dias com as notícias dela.
– Pe… mas por quê… como? Haha – Falei eu, ansioso pra saber.
– Bom, meus pais saíram por uma emergência familiar e me deixaram sozinha cuidando da casa pelo resto da tarde hahaha.
– Isso significa que a gente pode fazer na sua casa? Hahaha, que massa.
– Não! Na minha casa nunca hahaha. O que quero dizer é que posso dar um jeito de sair sem eles saberem e a gente se encontra na cabana… hahaha
– Por que não na sua casa?
– Se meus pais voltarem antes do tempo e te acharem aqui, a gente tá morto os dois.
– E se voltarem antes e descobrirem que você não tá em casa? Hahaha
– É diferente, cara hahaha. Posso explicar e eles podem tolerar que eu saia de casa, mas nunca me perdoariam me pegar com um cara aqui tendo uma “terapia sexual” hahahaha.
– Bom, acho que você tem razão hahaha. Mas como a gente faz? Que horas a gente chega?
– Pois… não sei. Você acha que consegue estar aí em uma hora, uma hora e meia?
– Sim, claro, só preciso inventar uma boa desculpa pra sair e pronto, hahaha.
– Beleza, então a gente se vê lá, hahahaha.
– Combinado, haha. – Falei finalmente e desliguei.
Não lembro qual foi minha desculpa pra sair naquela tarde, mas consegui e em uma hora e alguns minutos já estava chegando na cabine, pronto pra terapia. Esperei alguns minutos até que a Sara apareceu a uns metros, de longe já vi que ela tava com uma blusa decotada, os peitos dela estavam uma delícia naquela roupa.
A Sara chegou, sorriu e entrou direto na cabine sem nem me cumprimentar ou fazer contato físico comigo.
— Vem? Hahaha
Eu assenti e segui ela pra dentro.
Lá dentro, a Sara se ajoelhou na minha frente e começou a tirar meu cinto e abaixar minha calça. Eu tava com o pau ainda mole pra fora, e aí a Sara percebeu que tinha esquecido completamente de tirar a blusa que tava usando. Ela se levantou, tirou a blusa, o sutiã e os peitos dela pularam pra fora. Voltou a se ajoelhar pra continuar estimulando meu pau.
A Sara começou a tocar meu pau pra ele ficar completamente duro, acariciava devagarzinho minha cabeça e minhas bolas, quando meu pau ficou ereto igual uma flecha, ela começou a me punhetar bem devagar.
Eu tava ficando louco de tesão na minha cabeça, eu tinha que convencer a Sara a ir mais longe, depois de tudo que já tinha rolado, essa era a oportunidade.
— Sara…
— Hã? — Ela disse sem tirar os olhos do meu pau.
— Cê gosta do meu pau?
— Hahaha sim, ele é bonitinho.
— Ele parece bom, né?
— Hahaha por que você pergunta assim?
— Porque eu sei que você gosta, hahaha. Não queria chupar ele?
— Hahaha mas…
— Vai haha, chupa ele. Por favor. Só dessa vez.
— Hahaha tenho que admitir que a sacanagem me vence, mas…
— Anda, ia ser a melhor coisa… hahahaha.
— Hahaha que filho da puta. Tá bom, mas só dessa vez, ok?
— Sim, obrigado, te adoro hahahaha.
— Hahaha, cala a boca. Mas te aviso que não tenho muita experiência fazendo isso. Hahahahaha
— Vai…
A Sara puxou meu prepúcio todo pra baixo deixando a cabeça do meu pau aparecendo, colocou a língua pra fora e lambeu devagarzinho a pontinha do meu pau. Essa sensação quase me deu um infarto. -Ohhhhhhhhh….. — soltei um gemido enorme.
-Hahaha, e isso?
-Bom... é a primeira vez que chupam minha pica hahaha.
-É verdade haha, esqueci que você ainda é virgem, hahahaha.
Sara sorriu e enfiou a cabeça inteira do meu pau dentro da boca. Fazia movimentos meio desajeitados, mas mesmo assim o boquete era incrível.
-Chupa ele todo...
Surpreendentemente, Sara obedeceu e enfiou o máximo que conseguiu do pau na boca, deixando ele brilhoso, cheio de babinha. Era o primeiro boquete que eu ganhava na vida e tava ficando louco.
Ela tirou meu pau da boca e bateu uma leve, aproveitando que a saliva lubrificava bem. Cuspiu na ponta do meu pau e enfiou ele todo de novo na boca. Meu pau não era lá muito grande, então ela não tinha problema em chupar ele inteiro.
Em poucos segundos, já sentia a gozada chegando. Comecei a ofegar e Sara percebeu na hora:
-Não goza na minha boca, hahaha.
-Por que não? Hahaha, adoraria encher ela de porra...
-Porque não vou engolir seu esperma, tá maluco hahahaha.
-Então não engole, só gozo e cuspe... hahaha
-Não, também não, hahaha. Goza nos meus peitos melhor hahahaha.
-Tá bom, não gozo dentro da sua boca, mas pelo menos na cara.
-Já falei, nos peitos, pega ou larga, hahahaha.
-Ahh... tá bom, hahaha, vou gozar nos seus peitos.
-Fecha, hahahaha.
Dessa vez não foi a Sara que bateu uma pra mim, ela começou a balançar os peitos enquanto esperava a porra, e eu me masturbava rápido, porque a saliva lubrificava tudo perfeitamente pra punheta.
-Ahhh... já...
Ela se aproximou, deixando a cabeça do meu pau apontando bem no meio dos dois peitos. Dei as últimas sacudidas e joguei uma quantidade enorme de porra quente no peito dela, nos peitos e parte da barriga. Cada jato de sêmen que saía batia na pele dela e dava pequenos respingos em outras partes do corpo. Minha gozada tava sendo um espetáculo.Acabei de gozar e deixei a Sara espremer as últimas gotas de porra que escorriam da minha glande. Tinha banhado os peitos dela de leite.-Jajajaja, cada vez melhor e parece que cada vez mais porra! Jajaja – Disse ela enquanto esfregava os peitos um no outro.
-É, cada vez é melhor!! Mas eu adoraria ter gozado na sua boca, haja.
-Cala a boca, jajajaja isso não vai rolar.
-Jaa... tá bom... jajajaja
A gente ficou se olhando, corpos seminus por uns segundos até que a Sara falou:
-E aí?
-O quê?
-Ainda tem um resto de porra nos seus ovos, não tem? Jajajaja. Vamos ordenhar ou o quê?
-Outra rodada? Jajajaja.
-É, bora, por que não, jajaja.
-Ok – Falei felizão.
Eu tinha acabado de gozar e a ereção do meu pau já tava no talo de novo, dava pra espremer mais uma porrada. Enfiei o pau nos lábios da Sara, mas ela se afastou e disse:
-Não! O que cê tá fazendo?
-Achei que você tinha dito que...
-Sim, mas não vou te chupar, jajaja – Ela interrompeu.
-Por quê? – Falei meio desanimado.
-Falei que seria só uma vez e não quero arriscar de você gozar na minha boca de surpresa de novo, além disso, ainda tem resto de sêmen, jajajajaja.
Só fiz uma cara de decepção e deixei a Sara decidir.
-Melhor você passar o pau entre meus peitos, assim a porra lubrifica, jajaja.
Não falei nada e fui direto ao assunto, era uma das coisas que mais me excitava, uma punheta de peitos, então a gente fez. Meu pau deslizava fácil porque todo o sêmen que eu tinha esporrado antes ainda tava fresco, servindo de lubrificante top. O cheiro de esperma e de sexo ficava cada vez mais forte. Dessa vez o orgasmo veio mais rápido por causa da puta excitação que eu tava.
-Vou gozar...
Falei enquanto repetia exatamente o processo anterior, a Sara brincava com os peitos e eu preparava a descarga de porra. Dessa vez apontei um pouco pra cima e umas gotas de esperma caíram no rosto da Sara, na altura da bochecha.
-Ei!! – Disse ela, sem se mexer ainda, pra evitar que acontecesse de novo. -Desculpa… já vou te limpar…
-Eu disse enquanto continuava gozando nos peitos dela.
A quantidade de porra que tinha nos peitos dela era absurda, era uma gozada em cima da outra, tinha esperma escorrendo pra todo lado, pelos mamilos caíam pequenas gotas de porra que se espalhavam até o chão. Assim que terminei de jorrar sêmen, procurei na hora um pedaço de papel higiênico e entreguei pra Sara limpar as gotas no rosto dela.
-Foi mal, sério, hahaha. Não foi minha intenção…
-É, até acredito, só não faz isso de novo hahaha, não curto porra na cara hahaha.
-Tá bom… hahaha.
O processo normal se repetiu: nos limpar, nos vestir, sair, nos despedir e ir embora. Dessa vez a gente foi embora extremamente satisfeito, os dois. Sara tinha chupado minha pica e levou uma gozada foda nos peitos. A primeira terapia de sábado tinha sido excelente.
Quando cheguei em casa, meus pais perguntaram como tinha sido, eu já nem lembrava qual desculpa tinha dado no começo, mas respondi que “normal, como sempre” e eles aceitaram de boa.
Naquele dia fiquei tão satisfeito, tão saciado, que não tive nem vontade de bater uma durante o resto da tarde e da noite. Sara tinha tirado toda a minha porra e toda a ansiedade sexual possível ao mesmo tempo.
Pra não alongar o que rolou naquela noite, vou resumir: Sim, como vocês devem ter imaginado, Sara e eu combinamos de repetir a terapia no domingo, no dia seguinte, no mesmo horário.
A parada estranha foi que ela me disse pra, quando eu chegasse, entrar direto na cabine, não esperar ela do lado de fora, porque tinha algo especial pra ocasião. Sinceramente, achei que ela ia levar algum brinquedo sexual ou uma besteira qualquer. Mas, como sempre, Sara me surpreendeu, e o que aconteceu eu não esperaria nem em um milhão de anos…
Já era domingo e eu já tava pronto pra sair de casa e ir pro meu encontro sexual com Sara e a “surpresa” dela. Peguei o caminho e, como sempre, cheguei antes dela. Por uns momentos fiquei do lado de fora, até que… Lembrei do que ela tinha dito no dia anterior, pra não esperar ela do lado de fora e entrar na cabine. Por um momento pensei "por que eu deveria obedecer?". Mas aí lembrei que a Sara tinha topado me fazer um boquete, então senti que era justo eu fazer o que ela mandasse pra ficar quites.
Fiquei sentado no chão da cabine por uns dois minutos, esperando a Sara chegar. Não fiquei pensando muito no que seria essa tal coisa especial que ela ia trazer, não dei muita importância e fiquei pensando em como passar o tempo mais rápido. Então comecei a masturbar meu pau devagar por cima da roupa, pra quando a Sara chegasse, eu já estar pronto com a pica bem dura.
Os minutos foram passando até que finalmente ouvi a porta abrir. Num movimento bem rápido, baixei minha calça e deixei meu pau no ar, pra Sara notar assim que entrasse.
— Oi... hahahahaha! Já tava se preparando, hein!
— Isso mesmo, hahaha, queria dar um gostinho desde antes.
— Achei bom... hahaha...
A Sara me olhou como se esperasse que eu perguntasse o óbvio, então perguntei.
— E aí? O que é essa coisa super especial que você ia trazer?
— Então...
— Sim?
— Espero que você não me odeie por isso, haja... — Ela disse sem aquele sorriso característico no rosto.
— Mas o quê? Odiar o quê? Odiar você por quê? — Já tava começando a ficar desesperado.
A Sara estava parada na porta, bloqueando a entrada. Ela se afastou devagar, enquanto baixava o olhar. Dois segundos depois, outra pessoa entrou na cabine. Quando vi a cara dela, quase tive um infarto.
—... D... Diana?! — Falei, quase em choque...
Todo mundo ficou em silêncio. Eu olhava da Sara pra Diana e elas duas olhavam pro chão sem dizer nada. Depois de alguns segundos (ou minutos), a Sara quebrou o silêncio:
— Contei pra ela sobre isso... acho que a gente pode ajudar ela... hahaha.
— Ajudar ela? — Falei, ainda sem entender.
— É que... eu tinha contado pra Sara... que tive alguns problemas com meu namorado e ela disse que poderia me ajudar, só que eu não me assustasse com o que ela ia confessar, haha — Disse Diana
— Por que a gente seria útil? Haha — Falei nervoso
— Essa terapia começou pra te ajudar a ter mais experiência sexual, lembra? Então quando a Diana me contou dos problemas dela, achei que poderia ajudar… hahahaha — Respondeu Sara
— Sim, hahaha. Ehm… eu e meu namorado transamos algumas vezes, mas dificilmente consigo fazer ele se sentir satisfeito, ele não parece curtir quando eu chupo ele ou quando ele me come, ultimamente ele tem evitado um pouco o sexo e eu não queria pensar que ele vai procurar outra só porque sou ruim de cama… hahaha.
— Então…. — Falei eu, ainda sem acreditar no que tava rolando
— Sim, vamos aprender juntos os três, hahahahaha. — Disse Sara animada, como se fosse a coisa mais normal. Ela continuou:
— E aí, vamos começar ou o quê? Hahaha.
Eu fiquei parado, Sara dessa vez não estava se despindo, ela tava esperando a Diana ficar pronta pra começar a terapia. Ela fechou a porta e sentou no chão junto com a Sara.
— Fica de joelhos, haha — Me ordenou Sara e eu obedeci.
Meu pau estava mole, a surpresa tinha acabado com a excitação que eu tava, mas isso ajudou a Sara a começar a lição do zero. Eu tava ajoelhado com a pica de fora, enquanto a Sara e a Diana estavam sentadas na minha frente. Sara deu início à sessão e falou pra Diana:
— Beleza, a primeira coisa que você vai fazer é excitar ele, tá vendo que a pica dele tá dormindo? Então quero que você pegue nela e acaricie até deixar o mais dura possível. Não bate uma ainda, só brinca um pouco com ela, hahaha.
A Diana parecia super envergonhada e nervosa, ela e eu não tínhamos tanta intimidade ou confiança pra que, do nada, num dia qualquer, eu virasse uma cobaia pra ela aprender como excitar um homem. A gente ficou em silêncio enquanto a Diana se decidia. Finalmente, ela criou coragem:
— Tá… tá bem… vou… — Disse ela apontando que ia tocar no meu pau
— Ehh, claro, manda ver… haha. — Falei eu, mais nervoso e ansioso do que nunca.
Isso tava se tornando um sonho, eu já tava de boa com a Sara e os peitos dela, mas agora a Diana tinha entrado no jogo, e tava prestes a pegar na minha pica!!C O N T I N U A R Á
- A N T E R I O R M E N T E -
Ficamos paralisados por um segundo, só pra virar e encarar uma cara conhecida no fim do corredor. A Diana tava parada ali, ela tava passando pelo corredor bem na hora que a gente tava saindo: ela tinha visto a gente junto saindo do barraco abandonado, e agora queria saber o que a gente tava fazendo lá dentro.Ficamos os dois paralisados olhando pra ela, enquanto ela perguntava de novo:
Por que vocês passaram tanto tempo juntos ultimamente? Me respondam, o que vocês estavam fazendo aí dentro?...TERAPIA SEXUAL NA ESCOLACAPÍTULO IV: O LIMITE FOI ROMPIDO
Sara foi a primeira a reagir. Olhou nos olhos de Diana e soltou uma risada nervosa, eu sabia que ela tinha fingido. Depois começou a explicar:
- He he... Não conta pra ninguém, mas a gente tava se escondendo.
- Hã? - Disse Diana, sem entender nada, igual a mim.
- Olha, um amigo dele (se referindo a mim) conseguiu um pouco de... sabe como é... hahahaha. - Disse Sara enquanto fazia com a mão o gesto de fumar um baseado.
- Vocês fumaram maconha?
- Exato... hahaha
- Hahaha - Só me restou rir e fingir que era verdade.
- Hahaha, seus dois safados. E era por isso que ficavam tanto tempo juntos ultimamente? Pra fumar?
- Ehh... Não, só hoje. Nos outros dias a gente se encontrava pra negociar isso haha.
- Hahahaha, bom, acho que pensei mal... mesmo assim, não sei se devo ficar aliviada sabendo que vocês estavam fazendo isso, mas enfim, é problema de vocês haha. - Completou Diana, já convencida pela desculpa falsa de Sara.
Diana só riu e foi embora na direção que estava indo antes de nos encontrar. Fiquei surpreso com a rapidez e naturalidade com que Sara reagiu à situação; se eu tivesse que resolver, acho que só teria piorado as coisas. Mesmo assim, a desculpa funcionou: caso não tenha ficado claro, a maconha sempre foi ilegal no meu país, então era totalmente crível que a gente usasse a cabine velha e abandonada como esconderijo.
Ainda assim, achei estranho: parecia mais normal e aceitável a gente estar consumindo uma droga ilegal do que admitir que estávamos transando, ou algo assim.
Sara e eu não falamos nada até chegar no ponto onde a gente se separa pra ir pra casa.
- Que... intenso, hahaha. - Quebrei o silêncio.
- É, não achei que uma parada dessas fosse acontecer, tipo, sempre tem o risco de passar uma ou duas pessoas, mas justamente foi a Diana e na hora que a gente tava saindo hahaha.
Naquele momento, minha mente processou uma ideia bem... Curiosa, porque ao pensar que Diana quase nos descobriu, me fez lembrar daqueles vídeos pornô onde a amiga, irmastra, namorada ou sei lá o quê, descobre duas pessoas transando e, em vez de ficar brava, entra na parada e rola um ménage foda. Claramente isso nunca ia acontecer, mas me deixava puto de tesão só de pensar, porque Diana era bem gostosa e eu não me importaria nada se ela entrasse na terapia.
— O que ela tava fazendo aí? — Perguntei, tentando distrair a mente.
— Eu lá sei?
— Ué, é do seu grupo de amigas, achei que você saberia algo, hahaha.
— Então não sei, talvez fosse ver o novo namorado dela, tá com ele há uma semana, hahaha.
Eu continuava excitado por pensar na Diana, e o que a Sara tava me falando só colocava mais coisa na minha cabeça, me dava um tesão danado pensar que ela tinha um namorado novo, que com certeza tava transando com ela e alguém já tava aproveitando aquele corpaço que a Diana tinha.
A Sara não era feia, mas não era tão gostosa assim, o único atrativo dela eram os peitos, na real nem me dava tanta vontade de comer ela, só de usar as tetas dela. Com a Diana era diferente, ela deixava minha pica dura pra caralho e me dava uma vontade foda de arrebentar aquele rabo lindo que ela tinha.
— Ah… — Foi só o que respondi. A conversa acabou ali e eu e a Sara nos separamos.
Nem precisava mais falar nada, acho que tanto eu quanto a Sara já tínhamos entendido que no dia seguinte teria terapia, no mesmo lugar e no mesmo horário.
Quando cheguei em casa, não consegui evitar pensar de novo na Diana, no que teria sido transar com ela se fosse possível. Mesmo tentando me segurar pras terapias, dessa vez resolvi bater uma pensando nela, em como encheria de leite a carinha dela, os peitos, a bunda, até gozar dentro dela, me dava um tesão do caralho.
A punheta foi rápida e direta, porque fechei os olhos e imaginei tudo isso, também me imaginei com ela no barraco. tirando minha pica pra fora e chupando ela até esgotar toda a porra. Levei uns minutos pra gozar, a gozada foi bem carregada e gostosa, mas dessa vez não mandei foto nem vídeo pra Sara, senti que seria uma espécie de "traição", porque a punheta não tinha sido em homenagem a ela.
Sinceramente, o resto do dia foi bem chato e sem graça, sem nada pra contar. Naquela noite dormi relativamente cedo, preparado pra mais um dia de peitos, punhetas e quem sabe quantas surpresas...
Sexta-feira de novo, a puta mãe. Depois disso, vou ter que aguentar mais um fim de semana sem as terapias, e dessa vez acho que não consigo fazer nada pra ocupar o tempo e distrair minha mente.
Espero pelo menos que hoje tenha um avanço, um grande, algo que me deixe satisfeito o suficiente pra não sentir falta das terapias durante esses dias. Quando cheguei na escola, a Sara se comportou de um jeito diferente: ao me ver, me olhou de cima a baixo, piscou o olho e mordeu o lábio de leve, como se quisesse me provocar. Só respondi com um "oi" como sempre e fui pro meu lugar. Esqueci aquela estranha atitude pelo resto das aulas.
Assim que tocou o sinal de saída, a Sara saiu voando pra porta e sumiu rápido pelos corredores, ansiosa pra chegar no nosso novo lugar. Eu fui mais de boa atrás dela, até encontrar ela já dentro da cabine, pronta pra começar.
-Oi, como...
A Sara interrompeu minhas palavras me beijando na boca, quase enfiando a língua toda. Por um segundo pensei em empurrar ela pra longe, mas depois refleti que talvez isso também seja parte do sexo, né? Achei que sim e deixei ela se virar sozinha.
-Hahaha, vamos começar ou o quê? - Disse a Sara já tirando a roupa.
-Parece que hoje você vem... - Falei, sendo interrompido de novo:
-Tesuda? Excitada? Sim, tô, esses dias eu não aguento mais e já quero parar com essa merda, essas sessões sexuais me deixam doida. jajaja.
Eu não entendia nada, só conseguia ver que a Sara já tinha os peitos pra fora e começava a tirar minha rola da calça, sem tirar ela. Por instinto, reagi e ajudei, baixando minha calça e minha cueca até as coxas, deixando a pica de fora. Sara se ajoelhou e pegou meu pau pela base, passou a mão pela pele até embaixo, de um jeito que a cabecinha da rola ficasse bem aparecendo. Tava inchada e brilhosa, provavelmente de tanta excitação.
– Mmmm, já tá bem dura, jajaja – dizia a Sara enquanto começava a passar meu pau pelos mamilos dela.
Tudo tava escalando muito rápido, eu não entendia o que tava rolando, porque ela tava num ritmo do caralho, a Sara sempre se segurava e tentava levar tudo com calma, agora, do nada, agia como se a gente tivesse transando normal.
– Aaaah… – eu gemia que nem um louco, sentindo uma puta excitação.
– Tá gostando? Sei que tá, jajaja.
– Ahhhh… tô adorando, é incrível… jaja.
– Jajajaja você adorou gozar nos meus peitos da última vez. Quer repetir? Quer encher eles de porra?
– Ahhhhhh Sa… Sara… você deixaria?
– Senão eu não tava falando, jajaja, é só pedir.
– Uffff… deixa eu gozar nos seus peitos…
– Me implora, me faz saber que você realmente quer.
– Ah Sara… por favor, te imploro… adoro seus peitos, quero gozar neles, por favor, te pago de qualquer jeito, mas deixa eu fazer isso… por favor… por… favor….
– Jajajaja assim que eu gosto. Me avisa quando tiver pronto.
Parece que eu tava certo esse tempo todo, a Sara ficava louca quando eu implorava, pedia por qualquer ato sexual possível. Dessa vez eu consegui quebrar ela, nem ela mesma conseguia se segurar, a gente tava estourando o limite.
Sara continuava me masturbando com os peitos, eu só observava como, de vez em quando, a cabeça da minha rola aparecia um pouco por cima dos peitões enormes dela, só pra se esconder de novo. Meu pau começava a vazar um pouco de líquido. transparente, sinal de que o orgasmo tava perto, muito perto.
- Já... já vem... já vem...
- Mmmmm vai, dá essa porra gozada nos meus peitos, dá logo, seu filho da puta.
- Aaaaaaahhhhh!!!!
Tava prestes a gozar, a Sara percebeu e começou a me ordenhar. Ela colocou só dois dedos na base da glande, na junção entre ela e o tronco da piroca. Suavemente, ela masturbava a parte de baixo da ponta da piroca, de vez em quando passando um dedo na minha uretra. Meu prepúcio subia um pouco e descia um pouco também. Era uma sacudida bem leve, mas muito gostosa, que, quando acelerou, me fez gozar igual um louco.
Comecei a gozar que nem um burro, a Sara encostava a ponta da minha piroca o máximo possível nos peitos dela, pra evitar respingar no resto da roupa ou no rosto. Enquanto ela continuava estimulando minha glande, minhas bolas continuavam descarregando jorros enormes e grossos de porra quente, que iam direto banhar os peitos da Sara. O final do orgasmo tava chegando, e ela diminuía a velocidade aos poucos, colocando mais pressão nas sacudidas pra espremer até a última gota de esperma. Nos últimos tiros e gotas, a Sara usava a outra mão pra acariciar de leve minhas bolas, o que me deixava doido.
Terminei a gozada monstra nos peitos da Sara, e ela, sem soltar minha piroca, só examinava com o olhar cada tiro de porra que tinha recebido. Eu respirava fundo, tentando estabilizar o ritmo cardíaco, porque tava exaltado pra caralho.
- Que... que gostoso... ha ha ha – falei eu, me recuperando do êxtase.
- Sim hahaha, olha como você deixou meus peitos, sinto como se tivessem despejado um galão de porra morna em cima de mim hahahaha.
- Hahaha... pois é, é assim que acontece... acho... haha. – respondi.
A Sara limpou toda a porra dos peitos com papel higiênico, jogou num canto no chão e começou a arrumar a roupa; mais uma tarde maravilhosa de terapia sexual tinha, infelizmente, chegado ao fim.
Saímos, dessa vez com mais cuidado, porque Não queríamos que o incidente com a Diana do outro dia se repetisse. A gente se despediu normal e foi cada um pra sua casa.
O resto da tarde não tive chance de bater uma punheta, nem de falar com a Sara, porque o resto do dia meus pais me obrigaram a ajudar com as tarefas de casa e a mover uns móveis de lugar. Só fui terminar tarde da noite e finalmente pude curtir um tempinho livre.
Fiquei tão ocupado que nem notei que a Sara tinha me mandado uma mensagem umas 7:30 da noite, já eram quase 11 horas e eu não tinha tido chance de responder.
Respondi o "oi" dela assim que pude e expliquei rapidinho o motivo da demora. Ela entendeu e continuou a conversa como se nada:
- Gostou?
- Do quê? Kkkk - Respondi, fingindo que não sabia do que ela tava falando.
- A "terapia" de hoje, kkkk, foi bem intensa.
- Ah! Kkkk adorei, você me deixou seco com essa punheta do caralho.
- Percebi, kkkk. Mas acho que fiquei com vontade de mais... kkk
- Bah, eu também, e é uma merda ter que esperar até segunda de novo.
- Pois é, kkkk, a menos que...
- O quê? - Falei, já começando a ficar nervoso.
- Que tenha outra opção... kkkk
- Tipo o quê? Kkk
- Hmmm, ah não, esquece, tô louca kkkk.
A Sara realmente me deixou intrigado, que opção ela queria oferecer pra saciar nossa sede de sexo?
- Fala sério, me diz, se a gente quer a mesma coisa, tá de boa kkkk.
- Acho que é um pouco tarde, melhor a gente dormir, ou... você realmente quer tentar?
- Hmmm, mas tentar o quê!? Kkkkkk
- Então, eu tava pensando se a gente podia fazer uma videochamada ou algo assim, kkkk
- Na hora senti uma sensação estranha, entre empolgação e decepção ao mesmo tempo, porque, cês já imaginam, eu tava achando que a Sara ia propor a gente se ver no sábado pra continuar a terapia pessoalmente, e no lugar veio uma proposta de cibersexo. "Não era o que eu esperava, mas tô satisfeito", pensei comigo. e eu ri.
—Ohhh… então, vai nessa… Pra mim não tem problema hahaha, mas como é que a gente faz?
—Mmmmm então… vamos ver…
Sara não respondeu mais nada e em poucos segundos mandou a solicitação de videochamada. Não sei por quê, mas antes de atender, conferi se eu tava bem, meu cabelo e outras coisas. Não é que eu me importasse com o que ela ia pensar sobre isso, mas fiz por costume, acho.
Finalmente atendi a videochamada e o rosto da Sara apareceu na minha tela, vê-la pelo telefone fazia ela parecer um pouco mais “gostosinha”.
—Então, como é que a gente faz? —falei, em voz baixa, com medo de alguém da minha família ouvir.-Fala mais alto, quase não escuto kkkk. -Respondeu ela enquanto apoiava o celular numa superfície pra deixar a câmera firme.- O que a gente faz? Kkkkk — repeti, dessa vez falando mais claramente.
- Ah, então… kkkkk. Você pode fazer o que sabe, e eu faço o que sei.
- Aaahhh… — Não entendi o que Sara queria dizer.
- Tipo, como se fosse uma terapia, só que… sem a interação, kkkkkk.
- Ah… você quer que… — falei enquanto apontava pra baixo, apontando pra minha calça.
- Sim, kkkkk.
- Ah… ehm… tá bom, kkkkk.
Enfiei a mão por dentro da minha calça e cueca e comecei a esfregar meu pau, ainda tava mole, então pedi ajuda pra Sara antes de tirar ele pra fora.
- Ainda não tá totalmente… Você poderia…? Kkkkk.
- Ok, era pra isso que eu ia, kkkkk.
Sara se afastou um pouco da câmera e começou a tirar a roupa devagar, aos poucos deixando ver aquele par de peitos enormes, com os bicos bem durinhos de tesão que já tava.
Em uns minutos meu pau já tava duro e eu podia mostrar ele pra Sara.
Levantei e abaixei minha rouba devagar, tava de lado, e deixei sair meu pau como se fosse uma mola, ele deu uma leve batida quando saiu, e depois ficou quase parado de tão duro que tava, de vez em quando dava umas pulsadinhas de tesão.
- Kkkkkk nossa, cê tá com ele bem durão já, kkkkkk.
- Te falei que também tinha ficado com vontade de mais, kkk.
- Mostra ele bem pra mim, kkkkkk.
Peguei meu pau pela base e puxei a pele pra trás até deixar a cabeça toda aparecida, soltei as bolas também e me aproximei da câmera pra pegar um ângulo bom. Meu pau tava apontando quase pro teto. Peguei dois dedos e comecei a bater uma num ritmo médio na parte de baixo da cabeça, enquanto com a outra mão brincava com minhas bolas.
- Kkkkk que delícia de ver, hein. Kkkkkk — Sara falava enquanto começava a brincar cada vez mais com os bicos dos peitos.
Ficamos um tempão brincando com nossos corpos, Sara mostrava os peitos e eu batia uma devagar, tava realmente curtindo essa experiência nova.
- Ô, já tá bem tarde, tenho que dormir, kkkkk. Quer terminar?
- Ah, ehm… sim. Claro, sem problema. —Falei enquanto me aproximava do telefone para desligar a videochamada.
—Não, não, não! Tô falando de terminar... bem, hahaha.
—Ah!! Você quer que eu?... —Falei enquanto apontava pra minha buceta com uma mão enquanto me masturbava com a outra.
—Sim, que você goze, hahaha, quero ver, óbvio.
—Ah, claro, hahaha.
Me virei de frente pra câmera dessa vez, deixando minha glande apontando pra lente. Com a mão direita, me punhetava igual um louco pra gozar, e com a esquerda, estimulava minhas bolas.
—Me mostra, me mostra a porra, tira toda essa porra! —Sara falava quase gemendo.
—Ahhh, lá vem... já vem... já vem sua porra... ahhhhhh.....
O orgasmo chegou e meu pau começou a disparar jatos de porra quente com bastante força, o primeiro foi bater na parede e o segundo e os seguintes saltaram pro alto no ar pra terminar caindo no chão do meu quarto.
Ahhhh.... Uffff.... Que gozada boa... hahahaha. Valeu pela ideia nova!! —Falei pra Sara enquanto me recuperava do orgasmo.
—Hahaha, sim, foi uma boa despejada, hahahahaha. Triste que não pude ordenhar ela eu, né? Hahahaha.
—Sim, hahaha. Mas segunda-feira você pode fazer o que quiser com ela. Hahaha.
—Tá bom, hahahahaha. Até mais.
Sara encerrou a videochamada depois de falar isso e acho que foi dormir.
Passei o resto da noite antes de dormir pensando em como essa ideia tinha sido boa. Não era a mesma essência das terapias, mas pelo menos acalmava a vontade de não poder realizá-las. Depois de algumas horas, acabei dormindo e fui pro dia seguinte.
É um novo dia, sábado, sem escola e sem terapias, mas pelo menos a gente tinha descoberto uma nova forma de se divertir. Passei o dia pensando se a videochamada ia se repetir ou não, o que a gente faria, ou se eu ia pedir pra Sara me mostrar mais do corpo dela. Naquele momento, me sentia com possibilidades infinitas, mas, como sempre, Sara se adianta e supera minhas expectativas. Naquela tarde, eu estava terminando minha comida quando Sara mandou uma mensagem me dizendo pra ligar pra ela porque tinha algo importante pra me contar. Por um momento, (e olha que isso é bem raro) esqueci todo o lance sexual com a Sara e realmente achei que era algo sério, alguma emergência, acidente ou coisa assim.
Assim que tive chance, liguei pra ela uns minutos depois.
– Sara, oi, o que foi? O que você tem? O que aconteceu? – Falei eu, preocupado com o que mencionei antes.
– Hahaha calma, tô bem. Sabia que meu aviso ia te alarmar, mas já não dava pra mudar hahaha.
– Ah… beleza, mas o que foi?
– Bom… pooois é…
– Pois… o quê? Hahaha.
– E se eu te dissesse que tem chance de continuar a terapia hoje mesmo?
Fiquei pasmo, era como se a Sara quisesse me recompensar, como se me devesse algo ou sei lá, mas parecia que ela sempre melhorava meus dias com as notícias dela.
– Pe… mas por quê… como? Haha – Falei eu, ansioso pra saber.
– Bom, meus pais saíram por uma emergência familiar e me deixaram sozinha cuidando da casa pelo resto da tarde hahaha.
– Isso significa que a gente pode fazer na sua casa? Hahaha, que massa.
– Não! Na minha casa nunca hahaha. O que quero dizer é que posso dar um jeito de sair sem eles saberem e a gente se encontra na cabana… hahaha
– Por que não na sua casa?
– Se meus pais voltarem antes do tempo e te acharem aqui, a gente tá morto os dois.
– E se voltarem antes e descobrirem que você não tá em casa? Hahaha
– É diferente, cara hahaha. Posso explicar e eles podem tolerar que eu saia de casa, mas nunca me perdoariam me pegar com um cara aqui tendo uma “terapia sexual” hahahaha.
– Bom, acho que você tem razão hahaha. Mas como a gente faz? Que horas a gente chega?
– Pois… não sei. Você acha que consegue estar aí em uma hora, uma hora e meia?
– Sim, claro, só preciso inventar uma boa desculpa pra sair e pronto, hahaha.
– Beleza, então a gente se vê lá, hahahaha.
– Combinado, haha. – Falei finalmente e desliguei.
Não lembro qual foi minha desculpa pra sair naquela tarde, mas consegui e em uma hora e alguns minutos já estava chegando na cabine, pronto pra terapia. Esperei alguns minutos até que a Sara apareceu a uns metros, de longe já vi que ela tava com uma blusa decotada, os peitos dela estavam uma delícia naquela roupa.
A Sara chegou, sorriu e entrou direto na cabine sem nem me cumprimentar ou fazer contato físico comigo.
— Vem? Hahaha
Eu assenti e segui ela pra dentro.
Lá dentro, a Sara se ajoelhou na minha frente e começou a tirar meu cinto e abaixar minha calça. Eu tava com o pau ainda mole pra fora, e aí a Sara percebeu que tinha esquecido completamente de tirar a blusa que tava usando. Ela se levantou, tirou a blusa, o sutiã e os peitos dela pularam pra fora. Voltou a se ajoelhar pra continuar estimulando meu pau.
A Sara começou a tocar meu pau pra ele ficar completamente duro, acariciava devagarzinho minha cabeça e minhas bolas, quando meu pau ficou ereto igual uma flecha, ela começou a me punhetar bem devagar.
Eu tava ficando louco de tesão na minha cabeça, eu tinha que convencer a Sara a ir mais longe, depois de tudo que já tinha rolado, essa era a oportunidade.
— Sara…
— Hã? — Ela disse sem tirar os olhos do meu pau.
— Cê gosta do meu pau?
— Hahaha sim, ele é bonitinho.
— Ele parece bom, né?
— Hahaha por que você pergunta assim?
— Porque eu sei que você gosta, hahaha. Não queria chupar ele?
— Hahaha mas…
— Vai haha, chupa ele. Por favor. Só dessa vez.
— Hahaha tenho que admitir que a sacanagem me vence, mas…
— Anda, ia ser a melhor coisa… hahahaha.
— Hahaha que filho da puta. Tá bom, mas só dessa vez, ok?
— Sim, obrigado, te adoro hahahaha.
— Hahaha, cala a boca. Mas te aviso que não tenho muita experiência fazendo isso. Hahahahaha
— Vai…
A Sara puxou meu prepúcio todo pra baixo deixando a cabeça do meu pau aparecendo, colocou a língua pra fora e lambeu devagarzinho a pontinha do meu pau. Essa sensação quase me deu um infarto. -Ohhhhhhhhh….. — soltei um gemido enorme.
-Hahaha, e isso?
-Bom... é a primeira vez que chupam minha pica hahaha.
-É verdade haha, esqueci que você ainda é virgem, hahahaha.
Sara sorriu e enfiou a cabeça inteira do meu pau dentro da boca. Fazia movimentos meio desajeitados, mas mesmo assim o boquete era incrível.
-Chupa ele todo...
Surpreendentemente, Sara obedeceu e enfiou o máximo que conseguiu do pau na boca, deixando ele brilhoso, cheio de babinha. Era o primeiro boquete que eu ganhava na vida e tava ficando louco.
Ela tirou meu pau da boca e bateu uma leve, aproveitando que a saliva lubrificava bem. Cuspiu na ponta do meu pau e enfiou ele todo de novo na boca. Meu pau não era lá muito grande, então ela não tinha problema em chupar ele inteiro.
Em poucos segundos, já sentia a gozada chegando. Comecei a ofegar e Sara percebeu na hora:
-Não goza na minha boca, hahaha.
-Por que não? Hahaha, adoraria encher ela de porra...
-Porque não vou engolir seu esperma, tá maluco hahahaha.
-Então não engole, só gozo e cuspe... hahaha
-Não, também não, hahaha. Goza nos meus peitos melhor hahahaha.
-Tá bom, não gozo dentro da sua boca, mas pelo menos na cara.
-Já falei, nos peitos, pega ou larga, hahahaha.
-Ahh... tá bom, hahaha, vou gozar nos seus peitos.
-Fecha, hahahaha.
Dessa vez não foi a Sara que bateu uma pra mim, ela começou a balançar os peitos enquanto esperava a porra, e eu me masturbava rápido, porque a saliva lubrificava tudo perfeitamente pra punheta.
-Ahhh... já...
Ela se aproximou, deixando a cabeça do meu pau apontando bem no meio dos dois peitos. Dei as últimas sacudidas e joguei uma quantidade enorme de porra quente no peito dela, nos peitos e parte da barriga. Cada jato de sêmen que saía batia na pele dela e dava pequenos respingos em outras partes do corpo. Minha gozada tava sendo um espetáculo.Acabei de gozar e deixei a Sara espremer as últimas gotas de porra que escorriam da minha glande. Tinha banhado os peitos dela de leite.-Jajajaja, cada vez melhor e parece que cada vez mais porra! Jajaja – Disse ela enquanto esfregava os peitos um no outro.
-É, cada vez é melhor!! Mas eu adoraria ter gozado na sua boca, haja.
-Cala a boca, jajajaja isso não vai rolar.
-Jaa... tá bom... jajajaja
A gente ficou se olhando, corpos seminus por uns segundos até que a Sara falou:
-E aí?
-O quê?
-Ainda tem um resto de porra nos seus ovos, não tem? Jajajaja. Vamos ordenhar ou o quê?
-Outra rodada? Jajajaja.
-É, bora, por que não, jajaja.
-Ok – Falei felizão.
Eu tinha acabado de gozar e a ereção do meu pau já tava no talo de novo, dava pra espremer mais uma porrada. Enfiei o pau nos lábios da Sara, mas ela se afastou e disse:
-Não! O que cê tá fazendo?
-Achei que você tinha dito que...
-Sim, mas não vou te chupar, jajaja – Ela interrompeu.
-Por quê? – Falei meio desanimado.
-Falei que seria só uma vez e não quero arriscar de você gozar na minha boca de surpresa de novo, além disso, ainda tem resto de sêmen, jajajajaja.
Só fiz uma cara de decepção e deixei a Sara decidir.
-Melhor você passar o pau entre meus peitos, assim a porra lubrifica, jajaja.
Não falei nada e fui direto ao assunto, era uma das coisas que mais me excitava, uma punheta de peitos, então a gente fez. Meu pau deslizava fácil porque todo o sêmen que eu tinha esporrado antes ainda tava fresco, servindo de lubrificante top. O cheiro de esperma e de sexo ficava cada vez mais forte. Dessa vez o orgasmo veio mais rápido por causa da puta excitação que eu tava.
-Vou gozar...
Falei enquanto repetia exatamente o processo anterior, a Sara brincava com os peitos e eu preparava a descarga de porra. Dessa vez apontei um pouco pra cima e umas gotas de esperma caíram no rosto da Sara, na altura da bochecha.
-Ei!! – Disse ela, sem se mexer ainda, pra evitar que acontecesse de novo. -Desculpa… já vou te limpar…
-Eu disse enquanto continuava gozando nos peitos dela.
A quantidade de porra que tinha nos peitos dela era absurda, era uma gozada em cima da outra, tinha esperma escorrendo pra todo lado, pelos mamilos caíam pequenas gotas de porra que se espalhavam até o chão. Assim que terminei de jorrar sêmen, procurei na hora um pedaço de papel higiênico e entreguei pra Sara limpar as gotas no rosto dela.
-Foi mal, sério, hahaha. Não foi minha intenção…
-É, até acredito, só não faz isso de novo hahaha, não curto porra na cara hahaha.
-Tá bom… hahaha.
O processo normal se repetiu: nos limpar, nos vestir, sair, nos despedir e ir embora. Dessa vez a gente foi embora extremamente satisfeito, os dois. Sara tinha chupado minha pica e levou uma gozada foda nos peitos. A primeira terapia de sábado tinha sido excelente.
Quando cheguei em casa, meus pais perguntaram como tinha sido, eu já nem lembrava qual desculpa tinha dado no começo, mas respondi que “normal, como sempre” e eles aceitaram de boa.
Naquele dia fiquei tão satisfeito, tão saciado, que não tive nem vontade de bater uma durante o resto da tarde e da noite. Sara tinha tirado toda a minha porra e toda a ansiedade sexual possível ao mesmo tempo.
Pra não alongar o que rolou naquela noite, vou resumir: Sim, como vocês devem ter imaginado, Sara e eu combinamos de repetir a terapia no domingo, no dia seguinte, no mesmo horário.
A parada estranha foi que ela me disse pra, quando eu chegasse, entrar direto na cabine, não esperar ela do lado de fora, porque tinha algo especial pra ocasião. Sinceramente, achei que ela ia levar algum brinquedo sexual ou uma besteira qualquer. Mas, como sempre, Sara me surpreendeu, e o que aconteceu eu não esperaria nem em um milhão de anos…
Já era domingo e eu já tava pronto pra sair de casa e ir pro meu encontro sexual com Sara e a “surpresa” dela. Peguei o caminho e, como sempre, cheguei antes dela. Por uns momentos fiquei do lado de fora, até que… Lembrei do que ela tinha dito no dia anterior, pra não esperar ela do lado de fora e entrar na cabine. Por um momento pensei "por que eu deveria obedecer?". Mas aí lembrei que a Sara tinha topado me fazer um boquete, então senti que era justo eu fazer o que ela mandasse pra ficar quites.
Fiquei sentado no chão da cabine por uns dois minutos, esperando a Sara chegar. Não fiquei pensando muito no que seria essa tal coisa especial que ela ia trazer, não dei muita importância e fiquei pensando em como passar o tempo mais rápido. Então comecei a masturbar meu pau devagar por cima da roupa, pra quando a Sara chegasse, eu já estar pronto com a pica bem dura.
Os minutos foram passando até que finalmente ouvi a porta abrir. Num movimento bem rápido, baixei minha calça e deixei meu pau no ar, pra Sara notar assim que entrasse.
— Oi... hahahahaha! Já tava se preparando, hein!
— Isso mesmo, hahaha, queria dar um gostinho desde antes.
— Achei bom... hahaha...
A Sara me olhou como se esperasse que eu perguntasse o óbvio, então perguntei.
— E aí? O que é essa coisa super especial que você ia trazer?
— Então...
— Sim?
— Espero que você não me odeie por isso, haja... — Ela disse sem aquele sorriso característico no rosto.
— Mas o quê? Odiar o quê? Odiar você por quê? — Já tava começando a ficar desesperado.
A Sara estava parada na porta, bloqueando a entrada. Ela se afastou devagar, enquanto baixava o olhar. Dois segundos depois, outra pessoa entrou na cabine. Quando vi a cara dela, quase tive um infarto.
—... D... Diana?! — Falei, quase em choque...
Todo mundo ficou em silêncio. Eu olhava da Sara pra Diana e elas duas olhavam pro chão sem dizer nada. Depois de alguns segundos (ou minutos), a Sara quebrou o silêncio:
— Contei pra ela sobre isso... acho que a gente pode ajudar ela... hahaha.
— Ajudar ela? — Falei, ainda sem entender.
— É que... eu tinha contado pra Sara... que tive alguns problemas com meu namorado e ela disse que poderia me ajudar, só que eu não me assustasse com o que ela ia confessar, haha — Disse Diana
— Por que a gente seria útil? Haha — Falei nervoso
— Essa terapia começou pra te ajudar a ter mais experiência sexual, lembra? Então quando a Diana me contou dos problemas dela, achei que poderia ajudar… hahahaha — Respondeu Sara
— Sim, hahaha. Ehm… eu e meu namorado transamos algumas vezes, mas dificilmente consigo fazer ele se sentir satisfeito, ele não parece curtir quando eu chupo ele ou quando ele me come, ultimamente ele tem evitado um pouco o sexo e eu não queria pensar que ele vai procurar outra só porque sou ruim de cama… hahaha.
— Então…. — Falei eu, ainda sem acreditar no que tava rolando
— Sim, vamos aprender juntos os três, hahahahaha. — Disse Sara animada, como se fosse a coisa mais normal. Ela continuou:
— E aí, vamos começar ou o quê? Hahaha.
Eu fiquei parado, Sara dessa vez não estava se despindo, ela tava esperando a Diana ficar pronta pra começar a terapia. Ela fechou a porta e sentou no chão junto com a Sara.
— Fica de joelhos, haha — Me ordenou Sara e eu obedeci.
Meu pau estava mole, a surpresa tinha acabado com a excitação que eu tava, mas isso ajudou a Sara a começar a lição do zero. Eu tava ajoelhado com a pica de fora, enquanto a Sara e a Diana estavam sentadas na minha frente. Sara deu início à sessão e falou pra Diana:
— Beleza, a primeira coisa que você vai fazer é excitar ele, tá vendo que a pica dele tá dormindo? Então quero que você pegue nela e acaricie até deixar o mais dura possível. Não bate uma ainda, só brinca um pouco com ela, hahaha.
A Diana parecia super envergonhada e nervosa, ela e eu não tínhamos tanta intimidade ou confiança pra que, do nada, num dia qualquer, eu virasse uma cobaia pra ela aprender como excitar um homem. A gente ficou em silêncio enquanto a Diana se decidia. Finalmente, ela criou coragem:
— Tá… tá bem… vou… — Disse ela apontando que ia tocar no meu pau
— Ehh, claro, manda ver… haha. — Falei eu, mais nervoso e ansioso do que nunca.
Isso tava se tornando um sonho, eu já tava de boa com a Sara e os peitos dela, mas agora a Diana tinha entrado no jogo, e tava prestes a pegar na minha pica!!C O N T I N U A R Á
6 comentários - Terapia sexual en la escuela: IV