El Trébol - Férias - De Castigo

Capítulo 1:O Começo
Capítulo 2:O espelho
Capítulo 3:A cabana
Capítulo 4:A Cabana 2 - O Presente
Capítulo 5:A Cabana 3 - Espantalho
Capítulo 6:Realidade Virtual
Capítulo 7:O retorno
Capítulo 8:Como profissionais
Capítulo 9:Torradeira
Capítulo 10:As lobas
Capítulo 11:Quebrando o trevo
Capítulo 12:DesenraizamentoCapítulo 13: FériasEste relato foi escrito inteiramente pela Pili e conta o que aconteceu no nosso segundo dia em Playa del Carmen

Acordei com o barulho do mar lá fora. Dava pra ouvir as gaivotas, o mar ao longe e sotaques estrangeiros por todos os lados. Isso ativou meu bom humor imediatamente. Ao meu lado, a Sole dormia profundamente e o alarme do meu celular tocou pra eu ligar pros meus pais.

Tínhamos combinado de nos falar no horário do almoço deles pra ver como estavam as coisas e garantir que a filhinha deles continuava segura. Meus pais são superprotetores e venho de uma família tradicional, não diria machista porque eles sempre me incentivaram a ser independente e não ficar presa ao que um homem diz, mas são conservadores. Minha mãe falou comigo algumas vezes sobre sexo e soltava frases tipo:

"Para os homens, sexo é um jogo e eles não veem como um ato de amor"
"Você tem que curtir, mas ser uma dama, senão não te respeitam"
"Nunca faça sexo anal porque é antinatural. Só o homem curte"

E outras do tipo. Se eles soubessem as coisas que já fiz com o Fer e a Pili, teriam um ataque cardíaco. Pra falar com eles, eu saía pra caminhar pra que não ouvissem nenhuma conversa com o Fer que os preocupasse e, depois de responder às perguntas básicas da minha mãe sobre a praia, a noite, os garotos e garantir que não estava usando drogas, eles me liberavam pra continuar aproveitando aquele paraíso.

Quando voltei pro apartamento, os garotos já estavam se arrumando pra sair pra tomar um café da manhã. Olhei pra eles e, por dentro, tive uma sensação de incredulidade sobre o que éramos.

Quatro anos atrás, conhecíamos esse cara que a princípio suspeitávamos que era um pervertido (e ele é um pouco) e que saímos com ele um pouco pra iludi-lo, aquelas coisas de cocktease que a gente faz quando é mais nova. Mas a segurança dele, o jeito de falar e as ideias brincalhonas foram nos cativando. Muita gente pergunta por mensagem pro Fer (sim! A gente lê!) como ele conseguiu nos comer, e eu posso responder isso muito fácil. Ele fez a gente querer transar com ele. Esse cara conseguiu aos poucos que eu falasse sobre sexo, que me animasse a chupar ele, que tomasse o sêmen dele e até chupasse minha amiga. Também desejei estar num ménage e chegou um momento que me imaginava entregando a bunda. Aquilo que a mãe tanto me aconselhou a não fazer. E eu sabia que nos próximos dias íamos fazer mais coisas novas, mas não sentia medo. Se estávamos os três, me sentia protegida e curtia.

Volto à história depois dessa reflexão.

Com a Sole nos vestimos bem putinhas pra sair pra comer numa rua bem conhecida do lugar e depois fomos pra praia.

Depois de curtir o mar e uns drinks, entramos numa partida de vôlei que um cara com um megafone tava organizando. Quando ele soube que éramos da Argentina, passou a tarde toda tentando imitar a gente falando "boludo" a cada 3 palavras. Patético.

Fer e eu ficamos de um lado e a Sole no outro time com umas minas e 3 caras. Um deles tava uma delícia e passou o tempo todo olhando a bunda da minha amiga, que mostrava sem vergonha nenhuma.

Do nosso lado tinha um casalzinho que falava como colombianos, mas diziam ser de Los Angeles, e o Antonio – sim, esse cara que nos viu na praia na primeira noite, que acabou sendo um personagem muito agradável.

A partida de vôlei não serviu pra nada além de dar uma esquentada e provocar entre os jogadores. O cara que animava fazia com que um integrante do time que perdesse um ponto tomasse um drink, e isso deixava tudo mais descontrolado. A Sole esbarrava de propósito no grandão gostoso pra encostar nele e dava risada, e as outras duas minas não ficavam atrás e mostravam a bunda sempre que podiam.

No nosso time, o Fernando era o jogador estrela, então depois de cada ponto que ele fazia a gente comemorava e eu me pendurava no pescoço dele. Jogadores dos dois times ficavam nos olhando pra decifrar: "Então esse cara tá com a loira e a morena tá livre?". A namorada Angelina era bem ousada, porque também chegava perto do Fer pra abraçar ele por os pontos, me embolou um pouco porque, mesmo não sendo meu namorado naqueles 12 dias, aquele tempo era nosso, e essa baixinha vinha esfregar na nossa cara a bunda e os peitos siliconados dela. O namorado dela não parecia muito preocupado com a rapidez da mina, mas também tentou um flerte amigável comigo que eu cortei na hora. Antonio era um docinho e nunca tentou nada com nenhuma das jogadoras do time dele, mas não conseguiu evitar olhar pros meus peitos várias vezes quando eu caía na areia.

Ganhamos a partida, e o time da Sole teve que fazer uma rodada de "toc toc" como castigo. Nessa hora, a Sole e as minas do time dela já tinham criado uma vibe e ficavam se esfregando de propósito nos três caras que a gente já sabia que eram de Chiapas. Quando nos aproximamos pra zoar a Sole pela derrota, ela pulou no Fer e se agarrou nele no melhor estilo Rocio Marengo com a dança do koala.

Confusão geral no grupo. "Peraí... esse cara não tava com a loira?"

Ainda não tinha muita intimidade pra perguntar, mas a gente se divertia confundindo todo mundo, e abro parênteses pra contar as coisas que nos disseram:

"Seu amigo é gay, né?"
"É irmão de alguma? Ou primo?"
E as que mais me davam raiva, quando falavam pro Fer: "Você tá dirigindo essas duas minas? Quanto cobra?"

Fecho parênteses e volto pra história.

A Sole apresentou o time dela pra gente:

Sole: Esses são meus amigos Fer e Pili – eles cumprimentaram com beijos – eles são meus companheiros na derrota (frase de bêbada) minita1, minita2, amigo1, amigo2 e Pedro – Só lembramos o nome do que estava gostoso.

A Sole organizou pra gente comer algo rápido no restaurante do complexo e depois ir num pub que o Pedro tinha recomendado. Uma hora depois, já estávamos todos dançando. Com a Sole, fazíamos nossos clássicos perreios que atraem um monte de caras, e as minitas 1 e 2 se juntavam. Quando o Fer ia buscar algo pra beber, o Pedro e os amigos dele se aproximavam com toda a intenção de dar uma apoiada.

O Pedro chegou pra dançar comigo, mas queria puxar papo. A vibe dele foi toda... gostoso quando abriu a boca. Pedro: Ei, sua amiga tá livre? Eu: Livre? Como assim? Pedro: Quero saber se tenho chance com ela Eu: Então pergunta pra ela! Pedro: Tá. Mas quero saber antes se ela tá ocupada - Me irrita quando falam essas coisas. A gente é o quê? Um banheiro? Eu: Ela tá ocupada dançando Pedro: Mas ela tem dono? - essa pergunta fez eu olhar pra ele com ódio e fui dançar com a Sole sem responder Eu: Nossa. O gostoso é um otário do caralho Sole: É... né! Só vou usar ele pra esquentar o Fer. Quero ser punida hoje à noite - Ela me disse piscando o olho Esse comentário me esquentou toda. Eu ainda não conseguia esquecer as vezes que o Fer nos comeu com violência: quando nos levou a um hotel pra nos punir depois de esquentar os amigos dele, quando ele destruiu a bunda da Sole e principalmente quando nos estuprou na cabana… como ele nos amarrou, o barulho da minha blusa rasgando, como ele batia na nossa cara com o pau dele… a gente sabia que queria viver aquilo de novo e a Sole já estava provocando. Entendi o jogo dela e provoquei os amigos do Pedro que, nem lentos nem preguiçosos, me pegaram pela cintura e me apalparam. Foi nojento, mas serviu pro Fer ver e se aproximar da gente com aquele olhar de ódio/perversão. Fer: Tão se divertindo? Eu: Mmm… a gente tá se comportando mal Fer: Tô vendo. Vou ter que te punir mais tarde Eu: Mmm… só eu? Olha a sua morena - A Sole tirava a camisa do Pedro, descendo o corpo dela enquanto abria cada botão, e os outros curtiam o show da bunda dela. Fer: Não. As duas - Ele falou bem sério Antes que ficasse complicado se livrar dos caras, eu disse pro Fer que ia levar a Sole ao banheiro e que nos encontrasse lá pra irmos embora. Alguns minutos depois, a gente saiu rindo do tesão que tava e fomos direto pro apartamento, sem parar de se esquentar no caminho Sole: Por que me tiraram de lá? Não viram que o Pedro queria me comer - Ela falou com voz de puta Fer: E você acha certo isso? - e ele Deu uma palmada seca na bunda da Sole
Sole: Óbvio! Queria me comportar mal
Fer: E você? Com quem ia acabar? - Ele me perguntou
Eu: Mmm… sei lá… tinha que acompanhar minha amiga. Talvez com os outros dois - eu disse pra deixá-lo com mais tesão


Fer me levou até uma parede, esmagando seu corpo nos meus peitos e falou com uma voz de pervertido.
Fer: Ah é? E você ia aguentar as duas picas? - Ele desceu a mão até minha virilha
Eu: Uhummm - eu disse, entrando no jogo


Ele mordeu meu lábio e se afastou. Agarrou a Sole e seguimos caminho. O pessoal olhava estranho. Não sabiam se chamavam a polícia ou se acompanhavam o enredo da nossa história.
Chegamos no apartamento com um tesão da porra. Fer agarrou nossos cabelos assim que entramos, sem nos machucar, mas deixando claro que o jogo tinha começado.


Fer: Vocês duas vão ter que ser castigadas. Acham certo ficar esquentando o pau de todo mundo?


Ele nos arrastou até o banheiro, nos despiu rápido e ordenou que tomássemos banho. Essas eram as coisas que eu amava no Fer, ele podia estar possuído e metido no personagem de agressor violento, mas nos conhecia e sabia que depois de um dia fora, com partido de vôlei e balada, não ficaríamos confortáveis sem um banho. Aquela ducha foi um orgasmo pra mim. O box era bem amplo e cabíamos os três de boa. Fer nos "lavava" enquanto xingava a gente.


Fer: Então queria entregar esses peitos sem minha permissão? - Ele disse, agarrando meus peitos e ensaboando eles
Eu: Tenho que pedir sua permissão?
Ele puxou meu cabelo com força pra trazer meu ouvido pra perto da boca dele
Fer: Claro, sua puta. Aqui vocês são minhas e eu decido o que fazem - Ele puxava mais forte meu cabelo e doía - Entendido?
Eu: Sim… sim… ayy mais devagar - Eu pedia, mesmo adorando quando ele me tratava assim
Fer: E você? Por que mostrou tanto a bunda e deixaram encostar sem minha permissão? - Ele disse pra Sole, encostando o pau na bunda dela
Sole: Mmm porque eu gosto - Ela disse com voz de puta
Ele deu uma palmada forte na bunda dela e a Sole soltou um gemido.
Fer: Quer que eu acabe com essa sua bunda até você não conseguir nem sentar amanhã?
Sole: mmmm não não por favor

Ele lavou um pouco o corpo e saiu, ordenando que continuássemos tomando banho. Vi ele saindo pelado com aquela confiança e aquelas costas que me deixavam louca. Voltou minutos depois com duas cordas de pano compridas que eu não fazia ideia para que eram. Entrou no chuveiro, fechou a água e nos secou rápido e um pouco agressivo. Nos puxou pelos cabelos dizendo que éramos duas vadias baratas e que éramos dele.
Pegou uma das cordas, passou em volta do meu pescoço e fez um nó, apertando um pouco. Fez o mesmo com a Sole com a outra corda e então nos guiou para nos ajoelharmos.

Fer: então queriam rola hoje? - dizia batendo na nossa cara com o pau dele e nos segurando por essas cordas - hoje eu vou mostrar que vocês são minhas

Segurou a Sole pela corda e ordenou que abrisse a boca. Empurrou a cara dela com tanta força que minha amiga soltou uma lágrima. O pau dele desaparecia na garganta dela e ela tossia pela agressividade com que ele fazia. Me excitava muito ver a cena, mas sabia que já estava chegando minha vez e comecei a tremer.
Ele tirou o pau todo babado da boca da Sole e senti a força na minha nuca movendo minha cabeça. Abri minha boca entregue e vi aquele pau todo venoso se aproximando em alta velocidade. Ele enfiou de uma vez até minha garganta e senti que me afogava, então afastei como pude para respirar. Isso o deixou furioso.

Fer: O que você tá fazendo??! Se eu quero meter na sua boca, eu vou meter na sua boca

Soltou a Sole e usou as duas mãos para enfiar o pau na minha boca com violência. Batia na minha cara e depois me puxou pelos cabelos para enfiar 4 ou 5 vezes rápido na minha boca. Senti aquele pau enchendo minha boca e se dobrando para todos os lados dentro. Quase sem perceber, estava me tocando com a mão. Me sentir maltratada me deixava louca.
Ele nos guiou por essas cordas e ordenou que rastejássemos.

Fer: são minhas cachorrinhas? - continuamos rastejando guiadas pelo Sole: siiiiii - respondeu, entrando na brincadeira Como eu não respondi, ele puxou minha coleira, me enforcando um pouco, e me fez responder Eu: s.. ss.. sii. Sou sua putinha - respondi como pude Ele pegou umas garrafas da geladeira e nos arrastou até o quarto. Serviu um pouco de vodka numa tigela e colocou no chão. Fer: bebam!!! Cadelinhas!! A situação era meio cômica porque eu não sabia direito como beber. Então tentei fazer com a língua, mas ao ver que eu estava demorando, ele empurrou minha cabeça com o pé. Nunca tinha me sentido tão maltratada até aquela noite. Ele nos jogou na cama. Nós estávamos entregues, eu não sabia se ele queria que eu agisse como na cabana ou se me queria submissa. Mas a verdade é que eu tinha me encharcado toda só de imaginar o que estava por vir. Ele abriu uma mala e tirou as algemas junto com um tipo de mordaça e um... chicotinho de couro pequeno. Me surpreendi e fiquei um pouco assustada com como ele tinha preparado tudo. Fer: vem cá você - e puxou a Sole pelos cabelos. Não sei se ele começou por ela porque sabia que ela aguentava mais ou porque ver os dois me excitava muito. Ele algemou a Sole com as mãos atrás das costas e, como ela estava ajoelhada, usou a corda de tecido para envolvê-la e acabou amarrando seus tornozelos. Ela não conseguia se mexer de tanto que ele a amarrou. Estava obrigada a ficar ajoelhada e com as mãos atrás. Eu não conseguia parar de me tocar. E chegou minha vez. Ele pegou as algemas e as passou entre um dos troncos da cabeceira da cama e me prendeu as mãos. Desamarrou a corda do meu pescoço e a usou para amarrar minhas duas pernas nas pernas da cama. Eu estava entregue e imóvel. Tinha minhas mãos amarradas e as pernas abertas para que ele fizesse o que quisesse comigo. Ao meu lado, tinha a Sole toda amarrada, de joelhos. Eu: o que você vai fazer com a gente? - joguei, fingindo inocência Fer: vou castigar vocês como eu disse Ele pegou o chicotinho e começou a nos acariciar. Eu tremia cada vez que ele me tocava. Fer: Quem é que vai foder vocês?! - nos perguntou agressivo
Ninguém respondeu por medo, suponho. Nos bateu com o chicote nas pernas.

Fer: Quem vai ser fodida, eu perguntei!
Pili: você, você... só você - falei tentando satisfazer
Ele bateu de leve em um dos meus peitos. Não doía, mas fazia um barulho excitante. Nem sabia por que ele tinha batido.

Fer: não só eu. Vocês vão ser fodidas por quem eu mandar, entendido? - e Zaz! Ele bateu na bunda da minha amiga
Sole: mmm sim. Por quem você mandar!
Fer: e se quiserem tocar sua bunda? - ele agarrou a bunda dela bem forte
Sole: primeiro pergunto para você
Fer: Muito bem!! E se quiserem que você chupe? - Fer subiu na cama para deixar o pau dele a centímetros da boca da minha amiga e com o chicote apoiado na bochecha dela
Sole: peço permissão para você
Eu estava assistindo a cena com os olhos ardendo e mordendo meus lábios. Não podia me tocar e isso estava me deixando louca. Fer percebeu.

Fer: olha como sua amiga gosta que eu te trate assim - disse para Sole tocando-a com o chicote - você gosta que eu maltrate ela? - me disse
Pili: uhummm - falei balançando a cabeça afirmando
Fer: o que você quer que eu faça com ela?
Não sei de onde saiu, mas falei e acendi eles imediatamente
Eu: quero que você acabe com ela

Os olhos da Sole se abriram depois das minhas palavras. Antes de ele enfiar o pau na boca dela, soltei um "que putinha" baixinho para mim. Fer agarrou a boca dela. Nunca tinha visto ele fazer assim. Enfiava com força e lá dentro movia para os lados fazendo marcar um volume nas bochechas da Sole. Tirou os óculos dela e puxou o pau para deixá-lo apoiado desde o lábio superior até além da testa. Parecia enorme. Batia na cabeça dela e dava ordens
Fer: engole minhas bolas todas - e deixou cair na boca da minha amiga que estava completamente aberta.
Sole chupava as bolas como podia sem poder usar as mãos. Fer se levantou e ficou atrás dela.

Fer: então a loirinha quer que eu acabe com você - dizia enquanto se posicionava entre os tornozelos e a bunda da minha amiga.
Ele puxou o cabelo dela com força para trazê-la mais perto e a penetrou com violência. Sol gritou de prazer e de dor pelo puxão. Fer a segurava pelo cabelo e, de repente, enfiava o pau bem fundo. Começou a aumentar o ritmo e suas mãos passaram a segurá-la pelos peitos. Eu era testemunha de como minha amiga estava sendo fodida toda amarrada e segurada pelos peitos. Sol arregalava os olhos e dava pra ver que estava adorando.
Fer parou e, num ato abusivo, empurrou a cabeça dela para frente, fazendo-a cair de cara no colchão perto de mim. Como Sol estava com as mãos amarradas atrás das costas, seu rosto acabou esmagado no colchão perto de mim. Eu a olhava e a adrenalina corria pelo meu corpo todo, sentia meu coração bater no peito, na cabeça, na boceta. Sol respirava ofegante e fechava os olhos. Ela tinha ficado com a bunda empinada, pronta para Fer agarrar.
Fer: agora você vai ver como eu acabo com ela – me disse com uma cara de maldade.

Ele enfiou com muita força e começou a comê-la com violência. Sol gemia intensamente a poucos centímetros do meu corpo. Eu estava imóvel por causa das amarras e só sentia o hálito dela ao meu lado. Ele colocou a mão na cabeça dela e a esmagou contra o colchão sem parar de meter. Sol gemia contra os lençóis que abafavam seus gritos.
Fer parou um pouco para descansar e me olhou.

Fer: era assim que você queria que eu comesse ela?
Eu: mmm… siim – e joguei a cabeça para trás, movendo todo o corpo para mostrar a impotência de não poder participar.

Parece que meus movimentos fizeram Fer reagir, porque ele saiu de dentro de Sol e se posicionou ao lado da cama. Minha amiga estava praticamente um fardo, e foi assim que ele a levantou para trazê-la até meus pés. Sol ficou com o rosto entre minhas pernas e eu já desejava que ela me comesse.
Ele agarrou a cabeça dela com força e enfiou o rosto na minha boceta. Não sei quanto tempo tinha passado desde que me amarraram, mas para mim tinha sido uma eternidade, e finalmente estavam me tocando. Ele levantou a cabeça dela para falar, e Sol estava toda... o rosto molhado com meus fluidos.

Fer: você gosta da buceta da sua amiga?
Sole: sim, eu adoro - disse ofegante. Fer enfiou o pau nela de novo

Sole estava prestes a explodir e ele sabia, porque agarrou o tecido que a envolvia e deu tão forte que ela caiu exausta e gemendo de prazer.
Assim que a segurou, jogou-a para o lado como quem joga uma bolsa que vinha carregando por vários metros e começou a se aproximar de mim.

Fer: agora é sua vez, princesa - ele me chamava assim muitas vezes
Começou a percorrer minhas pernas com o chicote, dando pequenas chicotadas, subiu pelo meu abdômen e bateu nos meus peitos novamente. Todos os caras sempre desejaram meus peitos, mas eu sei que eles desejam o Fer. Minha pele arrepiou e os mamilos ficaram bem duros. Ele apoiou o chicote no meu rosto e falou com Sole, que estava jogada de lado.

Fer: E aí? O que eu faço com essa loira?
Sole: trata ela como uma puta. Olha como você me deixou por culpa dela - isso me excitou muito
Fer: essa! Olha sua amiga que vingativa - descia sua arma pelo meu corpo - quer que eu te castigue também - e bateu um pouco mais forte na minha buceta
Eu: ayyyhhhhh - doeu de verdade
Ele apoiou no clitóris e começou a dar batidinhas bem devagar. Eu estava ficando louca e dava para notar pelos meus movimentos. Ele ainda estava me tratando com cuidado até que começou a subir e enfiou o pau bem fundo em um movimento que balançou a cama toda. Eu estava esperando que ele fosse bem duro, mas ele saiu e aproximou seu pau todo molhado da minha boca.

Fer: abre a boca - eu fiz uma cara de que não queria - abre a boca, puta!!! Você vai engolir esse pau com gosto de buceta

Eu estava delirando de tesão e me deixei levar, abrindo a boca. No início ele deixou parado dentro e senti o gosto dos meus fluidos e provavelmente os da Sole também, mas quando estava pensando no sabor novo, ele me agarrou pelo cabelo e me fodeu a boca com força. Dessa vez não Consegui me soltar e tive que aguentar. Ele saiu e quase num pulo se ajeitou de novo pra enfiar o pau dentro da minha buceta. Eu comecei a tremer, era um êxtase... As batidas da cama contra a parede, o som do pau dele entrando e batendo no meu corpo, os braços dele todos marcados pela força que fazia, a Sole jogada de lado observando, esticou os braços e começou a me enforcar com a força certa pra ser real mas ainda conseguindo respirar, joguei a cabeça pra trás e gritei bem alto na hora de gozar.

Eu: ahhhhh siiiiii filho da puta!! Me dá bem forte! - tava fora de mim
E o grande filho da puta saiu e com os dedos tocou meu clitóris bem rápido. Tive convulsões do orgasmo que estava tendo.
Quando abri os olhos vi ele arrastando a Sole pelos cabelos pra trazê-la pros meus peitos e começou a se masturbar intensamente. Ele nos encheu de porra. Meus peitos ficaram todos melados e ele obrigou a Sole a botar a língua pra fora pra me limpar.

A Sole estava acabada. Além da posição que manteve por mais de uma hora também tinha levada uma foda bem forte. Eu estava tonta depois do orgasmo e acho que por causa do álcool, mas não me sentia tão dolorida como no dia da cabana. Acho que essas cordas de tecido foram a chave.
O Fer continuava muito concentrado e começou a desamarrar a Sole.

Sole: mmmm como gostei disso! - disse esticando o corpo. Só tinha ficado a teia amarrada no pescoço.
Fer: Shhhh!! Ainda não acabou o castigo - bateu nela com o chicote na bunda

A Sole gritou e as duas nos surpreendemos. Pensamos que tinha acabado tudo, mas não era a ideia do nosso "dono". Ele abriu as algemas da Sole e veio me desamarrar. Primeiro as pernas e depois as mãos da cama. Que alívio poder me mexer, mas ainda ficava pensando no que vinha por aí.
Ele amarrou a corda de novo no meu pescoço e de novo nos levou rastejando pra cozinha. Abrimos três cervejas em silêncio e mandamos pra dentro quase num gole só. O calor e o sexo... nos afetou. Depois, ele serviu três shots de tequila e nos obrigou a fazer "toc toc". Fizemos mais duas rodadas. Minha garganta ardia de tão forte que estavam. Ele nos fez engatinhar de novo e eu estava tonta por ter bebido tão rápido. Ele nos levou até o sofá que tinha lá. Era daqueles tipo cama em formato de L. Nos deixou jogadas ali, com os joelhos no chão e encostadas de bruços. As duas estávamos muito afetadas pelo álcool. Eu fechava os olhos e ficava tonta.
Ele voltou poucos minutos depois e senti ele chegar atrás de mim. Ouvi um clique de um prendedor se soltando e me surpreendeu ao colocar na minha boca aquela mordaça que tem uma bola na altura da boca. Custei a respirar mais pelo medo do que pelo aperto. Fez o mesmo com a Sole e nos jogou de novo no sofá.
Nos algemou, mas com as mãos pela frente.

Fer: cansei de ouvir vocês reclamando – nos disse depois de nos amarrar

O pau dele estava ficando duro de novo. Nos colocou de quatro, as duas, e chupou nossa buceta com violência. Enfiou a língua bem fundo e isso me deixou muito excitada. Quando eu estava curtindo a língua dele, ele mordeu meu clitóris. Meu grito ficou abafado pela bola que eu tinha na boca... doeu de verdade. A Sole aguentou mais, mas dava pra ver que tinha doído.
Ele colocou um pé do meu lado e me deu duas ou três investidas. Na última, ele foi tão forte que fui jogada pra frente. Fez o mesmo com minha amiga ao lado. Eu estava tão excitada que ficava irritada toda vez que ele me deixava pra foder a Sole.
Ele voltou pra mim por trás, me levantou pela barriga e me levou pro outro lado do sofá. Me jogou de costas, levantou minhas pernas e me comeu com força.
Fer: você gosta assim, puta? – eu balançava a cabeça. Ele me enforcou um pouco – não tô te ouvindo
Eu: uujummm ihh – dizia o que dava com a mordaça

Ele levantou minhas pernas, deixando os joelhos praticamente na minha cara, e enfiou o pau bem fundo. Ai, como eu senti! Mas o filho da puta tirou e foi atrás da Sole.
Jogou ela em O sofá de cabeça para baixo e ele colocou o pé na cabeça dela. Mostrando toda sua elasticidade, ele a pegou deixando o pé esmagando sua cabeça. Acho que não era muito confortável porque não durou muito e ele continuou esmagando a cabeça dela, mas com as mãos, sem parar de meter bem forte. Ele batia na bunda dela e falava de um jeito bem agressivo.

Fer: Essa bunda é minha, puta. Entendido? - Sole balançava a cabeça para dizer que sim.

Eu nem conseguia acreditar no que estava passando pela minha cabeça. Queria que ele deixasse minha amiga e viesse me maltratar. Ele veio até mim e me colocou um pouco de lado para me enfiar bem forte e me puxou bem pelo cabelo. Me levava para frente e para trás puxando meu cabelo. Ao longe, eu via como tudo se refletia num espelho. Dava para ver as costas e os braços dele todos marcados e sua bunda se movendo com violência. Eu estava com essa coisa na boca e com a cabeça para trás por causa de como ele puxava meu cabelo. Nunca imaginei me ver naquele estado e muito menos pensar que iria gostar.

Ele procurou Sole de novo e a colocou em cima dele, de costas. Segurava os peitos dela e a obrigava a se mexer.

Fer: Vai, puta. Pula nesse pau do jeito que você gosta.

Ele a agarrou pelo pescoço e a deixou sem ar. Sole gritava como uma louca. Ela estava quase gozando. Ele a pegou pelos cabelos e aumentou o ritmo. Tirou ela de cima e a jogou no chão. Ele estava mais selvagem do que na cabine, eu acho.

Ele veio em cima de mim e me enfiou o pau bem forte. Eu o envolvi com minhas pernas e, com minhas mãos amarradas, o puxei para mim pela parte de trás da cabeça dele. Ele estava me comendo com uma força tremenda e me levantou no ar para continuar me fodendo em pé. Eu estava agarrada nele e ele me esmagou contra a parede. O impacto foi tão forte que me deixou sem ar. De novo, pude nos ver no espelho, como ele me segurava no ar com meus peitos contra o corpo dele. Ele se movia com velocidade comigo apoiada nas costas, depois me aproximava mais da parede e era eu quem mexia. Olhei para Sole, como ela tinha ficado, feita um trapo no chão. Tudo era um descontrole.
Quando as pernas dela cansaram, ele me baixou e me virou contra a parede para me enfiar com força. Ele puxava meu cabelo e, quando viu que eu estava tremendo, agarrou meus peitos com força e não parou até eu gozar. Terminamos no chão porque minhas pernas não aguentavam me sustentar.
Ele me pegou pelo cabelo e me levou de volta ao sofá, perto de onde a Sole continuava caída no chão. Me deitou de costas, mas com a cabeça quase para fora do sofá. Tirou a mordaça e eu pressenti o que estava por vir.


Fer: agora você vai engolir pica de verdade, sua filha da puta


Ele agarrou meus peitos e enfiou o pau na minha boca. Eu sentia que chegava até minha garganta. Abria os olhos e via as bolas dele batendo em mim. De repente, ele apertou meus peitos com força e deixou o pau bem fundo na minha garganta. Senti que estava me afogando. Nem conseguia respirar e tentei tirá-lo, mas ele me imobilizou com os braços até que comecei a sentir o pau dele inchando e começando a jorrar porra dentro de mim. Ele saiu da minha boca e eu tossia e respirava ao mesmo tempo. Com a tosse, cuspia porra e ao mesmo tempo sentia ela descendo pela minha garganta. Estava destruída.
Ele nos levantou pelas correias novamente e nos levou para tomar banho. Dessa vez, andando.
Chegamos ao banheiro e ele ligou o chuveiro.
Entramos os três e nos abraçamos. Esse era o momento em que ele mostrava que não era um psicopata. Nos abraçava e perguntava como estávamos.


Fer: Gostaram?
Eu: Sim. Muito - fui muito sincera
Sole: Sim. Estou toda dolorida
Fer: Vamos ver as marcas que ficaram?


Começamos a revisar nossos corpos. A bunda da Sole estava vermelha, mas nada que não sumisse em um dia. Meu pescoço estava marcado, mas também não me importava muito.
Naquela noite, dormimos os três juntos, com ele no meio, até que no dia seguinte o despertador me acordou para ligar para meus pais novamente.


Eu: Sim, mãe... Tudo bem. Ontem dormimos cedo... Sim... Estou me cuidando


Falava com meus pais e minha mandíbula doía de tanto Ele tinha me enfiado. Eu penteava o cabelo e doía toda a cabeça por causa das puxadas. Adorava ser essa putinha secreta e maltratada. Voltei e o Fer estava preparando umas torradas. De alguma forma entendi que aquela não seria a noite mais intensa dessas férias.

Espero que tenham gostado!!
Talvez eu me anime a escrever outro no futuro.

4 comentários - El Trébol - Férias - De Castigo

Hola Pili (Rubia), muy bueno tu relato, y tus comentarios suman mucho, Besos a las Chicas y abrazos a l Trébol
Como me caliento con sus relatos... springs debería permitir audios
Excelente equipo, sigan así, así deberían ser las cosas, deberíamos vivir el sexo libremente y sin ataduras y estructuras tontas
Buenísimo, ando esperando la siguiente entrega 🤤😍
Pronto. Este finde probablemente!! Gracias por pasar!