14 de fevereiro de 2020.
Querido diário: Você tá trabalhando tranquilo, louco pra sair e ir com sua parceira pra um clube de swing, quando uma amiga e o marido corno dela aparecem no local depois de um jantar romântico e alegram sua espera.
Tava trabalhando no bar quando o Javi M e a Mayte chegaram. A gente se cumprimentou e eles me contaram que aproveitaram a data pra deixar a filha pequena com os avós e sair pra jantar e beber algo. O Javi já tava meio alegrinho porque, segundo a Mayte, ele tinha bebido uma garrafa de vinho sozinho. A Mayte tava com um vestido cinza, sem mangas e bem curtinho, que mal cobria a bunda e um pouco da coxa. As pernas dela estavam deliciosas com umas meias finas marrons transparentes.
O Javi não parava de beber e a Mayte, toda feliz da vida, não parava de me olhar e dar sorrisinhos safados, me fazendo perceber que ela tramava algo. E foi isso mesmo, porque assim que o marido ficou bem bêbado, ela se aproximou de mim e pediu ajuda pra levar ele até o carro e deixar ele lá dormindo. No caminho de volta pro bar, a gente começou a se beijar. O casaco que ela usava era tão curto quanto o vestido, então foi fácil pra mim enfiar a mão por baixo e acariciar a bunda dela.
Ao entrar no bar, a gente encontrou o Emilio, meu colega de trabalho e de putaria com mulheres, que ia começar o turno bem na hora que eu tava terminando. Ele e a Mayte se conheciam bem, então quando a Mayte viu ele, foi rapidinho cumprimentar. No caminho pro bar, a Mayte não se fez de rogada e agarrou nossos paus, dizendo que amava a gente. Falei pro Emilio levar ela pra onde ele já sabia, que eu ia daqui a pouco.
Eles foram pro depósito e uns minutos depois eu me juntei a eles. A Mayte tava agachada, chupando o pau do Emilio, que não podia ter uma chegada melhor no trabalho. Me coloquei do lado dela, tirei a calça e a Mayte pegou no meu pau, me masturbando. Quando ficou um pouco duro, ela começou a chupar ele também. Foi revezando, mamando na gente, masturbando e brincando e lambendo nossas bolas. Deu um camisinha pra ele e assim que colocou, levantou ela. A gente se beijou um pouco com ela passando a mão. Ele se posicionou atrás dela e levantou o vestido. Passou o pauzão dele pelo cu da Mayte. Eu fiquei na frente e fizemos ela se inclinar até voltar a chupar meu pau. O Emilio rasgou a meia dela, afastou a calcinha preta fio-dental e começou a foder a buceta e o cu dela. Depois de um tempo, a Mayte colocou a camisinha em mim e troquei de lugar com o Emilio. Meu pau continuou fodendo o cu e a buceta da Mayte enquanto ela agora devorava o pau do Emilio. A Mayte ficou de pé, e na hora o Emilio a pegou no colo e ela envolveu ele com as pernas. Ele meteu o pau na buceta da Mayte e transaram. Eu meti meu pau no cu dela, segurei na cintura dela e comecei a foder o cu dela, fazendo uma dupla penetração, que pelos gemidos dela, tava dando muito tesão nela. Nessa posição, a Mayte avisou que tinha gozado, e a gente não parou até quase gozar também. Aí a Mayte se abaixou de novo. Tirou as camisinhas da gente e voltou a chupar e masturbar a gente até os dois gozarmos na boca linda dela, enchendo bem de porra que ela engoliu. Quando deixou os paus bem limpinhos, a gente se vestiu e saiu. Quando terminei meu turno, fui buscar a Mayte que tava dançando com o Emilio, que ia entrar no trabalho. A gente se despediu dele e fomos pro carro, onde o Javi ainda tava dormindo tranquilamente. A Mayte me pediu pra acompanhar ela pra ajudar a subir ele em casa, porque sozinha ela ia passar muito mal. Fiz isso de boa, porque assim durante a viagem pude ir acariciando as pernas lindas dela. Quando colocamos ele na cama, a Mayte começou a me beijar e falar que queria mais, enquanto abria meu zíper e colocava a mão, acariciando meu pacote. Falei que tinha encontro com minha namorada num lugar pra comemorar o Dia dos Namorados, e que se ela quisesse ir, era bem-vinda. Não foi difícil convencer ela e fomos pra lá no carro dela, onde a gente se beijou de novo e passou a mão um no outro. o quanto a gente aguentava.
Entramos no local e procuramos a Raquel na área dos sofás, porque ela tinha me escrito que já estava por ali. Quando a encontramos, levei um novo susto, pois, sentada num deles, estava se beijando com Cesar V e a esposa dele Mônica V, amigos nossos daquele clube de troca de casais.
A Mônica estava linda pra caralho com um vestido preto, decote tomara-que-caia, longo até os joelhos, bem justinho que marcava os peitos pequenos dela e a bunda larga deliciosa. Além disso, usava umas meias transparentes que faziam as pernas dela ficarem muito gostosas e uns sapatos pretos de salto fino. Minha namorada estava com um vestido amarelo de decote redondo, mostrando o baita clevage, que ia até o meio da coxa. Também usava meias transparentes.
A gente se cumprimentou e apresentei a Mayte. A Mônica ficou de pé do meu lado e eu peguei ela pela cintura. Quando a Raquel perguntou como a gente tava, eu simplesmente levantei o vestido da Mayte e quando viram o rasgo nas meias, todo mundo começou a rir. Pedi pra Mayte sentar do lado do Cesar e assim que ela sentou, começaram a se beijar. Eu e a Mônica começamos a nos beijar de pé. Minhas mãos acariciaram a bunda gostosa dela e apertei forte os glúteos.
Fui subindo a saia dela aos poucos e vi que as meias terminavam no meio da coxa. Não parei e continuei subindo até a cintura, deixando à mostra a calcinha fio dental dela, preta e de renda. Acariciei a bunda dela com mais vontade ainda, antes de sentarmos no sofá. Ela se deitou de lado em cima de mim e comecei a acariciar as pernas dela. Minha mão, numa das vezes que subiu, não desceu mais, porque começou a acariciar a buceta dela, coberta pela calcinha fio dental. Enfiei a mão por dentro da calcinha e comecei a masturbar ela.
A Mônica ficou de quatro no sofá, tirou minha pica pra fora e começou a fazer um boquete delicioso. Minha mão voltou a pousar na bunda dela, acariciando um pouco, antes de enfiar de novo na calcinha fio dental pra masturbar ela. Do nosso lado, o Cesar estava curtindo os peitões da minha namorada, que ele tinha tirado pra fora do decote e fora do sutiã, enquanto a Mayte estava chupando ela ajoelhada no chão entre as pernas dela.
Decidimos ir todos para um quarto. A Raquel, antes de ir, resolveu passar no bar e apareceu no quarto com uma garrafa de champanhe. A Mayte e a Mônica estavam ajoelhadas chupando a gente, eu e o Cesar, respectivamente, quando ela entrou. A Raquel se colocou no meio da gente, tirou o vestido, ficando só com a lingerie branca e as meias. Começou a se molhar as tetonas, que estavam fora do sutiã, e a gente não resistiu a chupar elas molhadinhas.
Pedi pra Mayte levantar e a Raquel pegou o lugar dela, chupando o Cesar. Colocamos ela entre a gente e, depois de se beijar um pouco com a gente, falei pro Cesar ver que coisa mais gostosa eu tinha trazido, enquanto desafivelava o zíper de trás do vestido. Tirei o vestido dela e deixei ela só com um sutiã preto e as meias rasgadas, com a calcinha fio dental aparecendo por baixo. Eu me beijava com ela e o Cesar tirou o sutiã dela enquanto beijava o pescoço dela. Baixamos as cabeças e chupamos os peitos dela. O Cesar ainda meteu a mão pelo rasgo e pela calcinha pra masturbar ela e eu acariciava a bunda dela.
A Mônica colocou uma camisinha em mim e se levantou. A gente se beijou, levantei uma das pernas dela e acariciei, enquanto minha outra mão acariciava a bunda dela. Sentei na beirada da cama e ela sentou em cima de mim, me envolvendo com as pernas. Ela afastou a calcinha fio dental, enfiou meu pau na buceta dela e a gente começou a foder. Minhas mãos apertavam forte as coxas grossas dela.
Peguei o decote do vestido dela e puxei pra baixo até deixar o sutiã preto de renda à mostra. Mordi os peitinhos dela com o sutiã ainda, enquanto desafivelava e tirei ele com uma das mordidas. Chupei os peitinhos gostosos dela, enquanto a gente fodiamos devagar, deixando os bicos bem duros. Passei minha língua por eles e também mordisquei. A Mônica tava muito gostosa com o vestido na cintura, a calcinha fio dental, as meias até as coxas e os peitinhos de fora.
A gente fodiamos cada vez mais rápido e minhas mãos apertavam mais suas coxas grossas. Levantei com ela em cima, bem agarrada. Virei e nos jogamos na cama, ficando deitado sobre ela. Continuamos fodendo, nos beijando e nos acariciando até que me ajoelhei entre as pernas dela. Tirei a calcinha fio dental e coloquei as pernas dela contra meu peito. Meti meu pau no cu dela e comecei a foder.
Do outro lado da cama, Cesar fodia Mayte de quatro, enquanto ela chupava a buceta da Raquel. Desci da cama, peguei a garrafa de champanhe e borrifei a buceta da Mônica. Me ajoelhei e comecei a chupar ela. Não parei até ela gozar. Então coloquei ela de quatro na beirada da cama e fiquei de pé. Comecei a foder o cu e a buceta dela, enquanto bebia um pouco de champanhe da garrafa. Minha mão batia na bunda dela de vez em quando.
Não parei de foder até gozar dentro do cu dela. Então Mônica sentou na beirada, tirou a camisinha e chupou meu pau, limpando ele.
Sentei ao lado dela e nos beijamos de novo. Uma das minhas mãos começou a beliscar um dos mamilos dela, e logo desceu pelo corpo até chegar na buceta dela. Acariciei o clitóris dela e, depois de um tempo, comecei a masturbá-la. Mayte se ajoelhou atrás de mim e começou a beijar meu pescoço. Quando olhei pra ver quem era, vi Raquel montada no Cesar, fodendo. Joguei minha outra mão pra trás, pra acariciar a bunda da Mayte.
Mayte ficou de quatro na cama, me fez sentar mais de frente e assim pôde chupar meu pau de novo. Eu continuei me beijando com Mônica e masturbando ela. Raquel e Cesar vieram para o nosso lado. Ela se deitou, enfiando a cabeça entre as pernas da Mayte pra chupar a buceta dela, enquanto Cesar, entre as pernas da Raquel, voltava a foder ela.
Quando meu pau ficou duro, Mayte colocou uma camisinha. Pedi pra ela e pra Mônica ficarem de 69. Como Mayte ficou por cima, me ajoelhei atrás dela e comecei a foder o cu dela. Quando Mônica gozou, saiu de baixo e pude começar a foder a buceta dela. também pra Mayte. Mônica saiu do quarto. Raquel tava fazendo um boquete no Cesar, que não demorou pra gozar.
Mônica voltou com uma bandeja cheia de doses de tequila, tinha um monte, várias pra cada um. Ela, a Raquel e o Cesar tomaram uma depois que se acalmaram. Mônica veio até nós, me deu uma dose e se abaixou pra dar pra Mayte, que conseguiu beber enquanto levava uma pirocada forte no cu. Depois de tomar, ela pediu o limão e o sal. Cesar pegou e se aproximou. Mas não deu. Ele colocou limão e sal no pau dele, tomando cuidado pra não cair na glande, e enfiou na boca dela, que começou a saborear e chupar. Raquel se posicionou do meu lado, derramou uma dose no decote dela e eu lambi.
Eu tava quase gozando, então Cesar pegou meu lugar fodendo a Mayte e chupando os peitos da Raquel. Tirei a camisinha e Mônica derramou uma dose no meu pau antes de começar a chupar. Gozei na boca dela, que com a língua brincalhona deixou tudo bem limpinho.
Mônica e eu ficamos deitados na cama, ela em cima de mim, nos beijando e eu acariciando a bunda enorme dela. Falei que tava bem cansado por causa do trabalho e ela disse pra eu não me preocupar, que ela cuidava de mim sem eu precisar fazer muito esforço. Ela começou a descer beijando meu corpo, até ficar de joelhos entre minhas pernas. Pegou meu pau e começou a me masturbar, enquanto lambia minha glande bem devagar em círculos. Aos poucos, começou a fazer um boquete delicioso. Mayte se aproximou e se posicionou de um jeito que a gente começou a se beijar enquanto eu acariciava a bunda dela. Logo depois, Mayte sentou na minha cara e comecei a chupar a buceta dela. Minhas mãos acariciavam as pernas e os peitos dela.
Quando Mayte gozou e desceu, pude ver que o Cesar tava fodendo a Mônica por trás, enquanto ela continuava me chupando. Ela colocou uma camisinha em mim e se deitou por cima. Enfiou meu pau na buceta dela e a gente começou a foder. Cesar se posicionou por cima dela e meteu no cu. Enquanto a gente fazia dupla penetração nela, Raquel e Mayte se beijavam e Acariciavam na cama. Minhas mãos acariciavam os peitinhos da Mônica, que eu mordiscava de vez em quando.
Depois de um tempo, a Mônica desceu, e na mesma posição a Raquel se colocou. Durante a dupla penetração, não parei de chupar aquelas tetonas. Depois, foi a vez da Mayte, que também levou sua dose de dupla penetração.
O César colocou as três de frente pra parede, com as mãos apoiadas nela. Nós ficamos atrás delas e metemos nos cus e nas bucetas de cada uma, enquanto passávamos a mão e beijávamos.
Gozei com a pica dentro do cu da Mayte. A Mônica, que tava livre na hora, porque o César tava comendo a Raquel, se ajoelhou, tirou minha camisinha e limpou minha pica com mais um boquete, enquanto eu beijava a Mayte e a masturbava.
Eu e a Raquel já íamos indo. A Mayte tinha se dado super bem com o César e a Mônica e preferiu ficar. Nós nos vestimos, nos despedimos com uns beijos bem quentes, e deixamos eles lá, terminando de celebrar o Dia dos Namorados.
Querido diário: Você tá trabalhando tranquilo, louco pra sair e ir com sua parceira pra um clube de swing, quando uma amiga e o marido corno dela aparecem no local depois de um jantar romântico e alegram sua espera.
Tava trabalhando no bar quando o Javi M e a Mayte chegaram. A gente se cumprimentou e eles me contaram que aproveitaram a data pra deixar a filha pequena com os avós e sair pra jantar e beber algo. O Javi já tava meio alegrinho porque, segundo a Mayte, ele tinha bebido uma garrafa de vinho sozinho. A Mayte tava com um vestido cinza, sem mangas e bem curtinho, que mal cobria a bunda e um pouco da coxa. As pernas dela estavam deliciosas com umas meias finas marrons transparentes.
O Javi não parava de beber e a Mayte, toda feliz da vida, não parava de me olhar e dar sorrisinhos safados, me fazendo perceber que ela tramava algo. E foi isso mesmo, porque assim que o marido ficou bem bêbado, ela se aproximou de mim e pediu ajuda pra levar ele até o carro e deixar ele lá dormindo. No caminho de volta pro bar, a gente começou a se beijar. O casaco que ela usava era tão curto quanto o vestido, então foi fácil pra mim enfiar a mão por baixo e acariciar a bunda dela.
Ao entrar no bar, a gente encontrou o Emilio, meu colega de trabalho e de putaria com mulheres, que ia começar o turno bem na hora que eu tava terminando. Ele e a Mayte se conheciam bem, então quando a Mayte viu ele, foi rapidinho cumprimentar. No caminho pro bar, a Mayte não se fez de rogada e agarrou nossos paus, dizendo que amava a gente. Falei pro Emilio levar ela pra onde ele já sabia, que eu ia daqui a pouco.
Eles foram pro depósito e uns minutos depois eu me juntei a eles. A Mayte tava agachada, chupando o pau do Emilio, que não podia ter uma chegada melhor no trabalho. Me coloquei do lado dela, tirei a calça e a Mayte pegou no meu pau, me masturbando. Quando ficou um pouco duro, ela começou a chupar ele também. Foi revezando, mamando na gente, masturbando e brincando e lambendo nossas bolas. Deu um camisinha pra ele e assim que colocou, levantou ela. A gente se beijou um pouco com ela passando a mão. Ele se posicionou atrás dela e levantou o vestido. Passou o pauzão dele pelo cu da Mayte. Eu fiquei na frente e fizemos ela se inclinar até voltar a chupar meu pau. O Emilio rasgou a meia dela, afastou a calcinha preta fio-dental e começou a foder a buceta e o cu dela. Depois de um tempo, a Mayte colocou a camisinha em mim e troquei de lugar com o Emilio. Meu pau continuou fodendo o cu e a buceta da Mayte enquanto ela agora devorava o pau do Emilio. A Mayte ficou de pé, e na hora o Emilio a pegou no colo e ela envolveu ele com as pernas. Ele meteu o pau na buceta da Mayte e transaram. Eu meti meu pau no cu dela, segurei na cintura dela e comecei a foder o cu dela, fazendo uma dupla penetração, que pelos gemidos dela, tava dando muito tesão nela. Nessa posição, a Mayte avisou que tinha gozado, e a gente não parou até quase gozar também. Aí a Mayte se abaixou de novo. Tirou as camisinhas da gente e voltou a chupar e masturbar a gente até os dois gozarmos na boca linda dela, enchendo bem de porra que ela engoliu. Quando deixou os paus bem limpinhos, a gente se vestiu e saiu. Quando terminei meu turno, fui buscar a Mayte que tava dançando com o Emilio, que ia entrar no trabalho. A gente se despediu dele e fomos pro carro, onde o Javi ainda tava dormindo tranquilamente. A Mayte me pediu pra acompanhar ela pra ajudar a subir ele em casa, porque sozinha ela ia passar muito mal. Fiz isso de boa, porque assim durante a viagem pude ir acariciando as pernas lindas dela. Quando colocamos ele na cama, a Mayte começou a me beijar e falar que queria mais, enquanto abria meu zíper e colocava a mão, acariciando meu pacote. Falei que tinha encontro com minha namorada num lugar pra comemorar o Dia dos Namorados, e que se ela quisesse ir, era bem-vinda. Não foi difícil convencer ela e fomos pra lá no carro dela, onde a gente se beijou de novo e passou a mão um no outro. o quanto a gente aguentava.
Entramos no local e procuramos a Raquel na área dos sofás, porque ela tinha me escrito que já estava por ali. Quando a encontramos, levei um novo susto, pois, sentada num deles, estava se beijando com Cesar V e a esposa dele Mônica V, amigos nossos daquele clube de troca de casais.
A Mônica estava linda pra caralho com um vestido preto, decote tomara-que-caia, longo até os joelhos, bem justinho que marcava os peitos pequenos dela e a bunda larga deliciosa. Além disso, usava umas meias transparentes que faziam as pernas dela ficarem muito gostosas e uns sapatos pretos de salto fino. Minha namorada estava com um vestido amarelo de decote redondo, mostrando o baita clevage, que ia até o meio da coxa. Também usava meias transparentes.
A gente se cumprimentou e apresentei a Mayte. A Mônica ficou de pé do meu lado e eu peguei ela pela cintura. Quando a Raquel perguntou como a gente tava, eu simplesmente levantei o vestido da Mayte e quando viram o rasgo nas meias, todo mundo começou a rir. Pedi pra Mayte sentar do lado do Cesar e assim que ela sentou, começaram a se beijar. Eu e a Mônica começamos a nos beijar de pé. Minhas mãos acariciaram a bunda gostosa dela e apertei forte os glúteos.
Fui subindo a saia dela aos poucos e vi que as meias terminavam no meio da coxa. Não parei e continuei subindo até a cintura, deixando à mostra a calcinha fio dental dela, preta e de renda. Acariciei a bunda dela com mais vontade ainda, antes de sentarmos no sofá. Ela se deitou de lado em cima de mim e comecei a acariciar as pernas dela. Minha mão, numa das vezes que subiu, não desceu mais, porque começou a acariciar a buceta dela, coberta pela calcinha fio dental. Enfiei a mão por dentro da calcinha e comecei a masturbar ela.
A Mônica ficou de quatro no sofá, tirou minha pica pra fora e começou a fazer um boquete delicioso. Minha mão voltou a pousar na bunda dela, acariciando um pouco, antes de enfiar de novo na calcinha fio dental pra masturbar ela. Do nosso lado, o Cesar estava curtindo os peitões da minha namorada, que ele tinha tirado pra fora do decote e fora do sutiã, enquanto a Mayte estava chupando ela ajoelhada no chão entre as pernas dela.
Decidimos ir todos para um quarto. A Raquel, antes de ir, resolveu passar no bar e apareceu no quarto com uma garrafa de champanhe. A Mayte e a Mônica estavam ajoelhadas chupando a gente, eu e o Cesar, respectivamente, quando ela entrou. A Raquel se colocou no meio da gente, tirou o vestido, ficando só com a lingerie branca e as meias. Começou a se molhar as tetonas, que estavam fora do sutiã, e a gente não resistiu a chupar elas molhadinhas.
Pedi pra Mayte levantar e a Raquel pegou o lugar dela, chupando o Cesar. Colocamos ela entre a gente e, depois de se beijar um pouco com a gente, falei pro Cesar ver que coisa mais gostosa eu tinha trazido, enquanto desafivelava o zíper de trás do vestido. Tirei o vestido dela e deixei ela só com um sutiã preto e as meias rasgadas, com a calcinha fio dental aparecendo por baixo. Eu me beijava com ela e o Cesar tirou o sutiã dela enquanto beijava o pescoço dela. Baixamos as cabeças e chupamos os peitos dela. O Cesar ainda meteu a mão pelo rasgo e pela calcinha pra masturbar ela e eu acariciava a bunda dela.
A Mônica colocou uma camisinha em mim e se levantou. A gente se beijou, levantei uma das pernas dela e acariciei, enquanto minha outra mão acariciava a bunda dela. Sentei na beirada da cama e ela sentou em cima de mim, me envolvendo com as pernas. Ela afastou a calcinha fio dental, enfiou meu pau na buceta dela e a gente começou a foder. Minhas mãos apertavam forte as coxas grossas dela.
Peguei o decote do vestido dela e puxei pra baixo até deixar o sutiã preto de renda à mostra. Mordi os peitinhos dela com o sutiã ainda, enquanto desafivelava e tirei ele com uma das mordidas. Chupei os peitinhos gostosos dela, enquanto a gente fodiamos devagar, deixando os bicos bem duros. Passei minha língua por eles e também mordisquei. A Mônica tava muito gostosa com o vestido na cintura, a calcinha fio dental, as meias até as coxas e os peitinhos de fora.
A gente fodiamos cada vez mais rápido e minhas mãos apertavam mais suas coxas grossas. Levantei com ela em cima, bem agarrada. Virei e nos jogamos na cama, ficando deitado sobre ela. Continuamos fodendo, nos beijando e nos acariciando até que me ajoelhei entre as pernas dela. Tirei a calcinha fio dental e coloquei as pernas dela contra meu peito. Meti meu pau no cu dela e comecei a foder.
Do outro lado da cama, Cesar fodia Mayte de quatro, enquanto ela chupava a buceta da Raquel. Desci da cama, peguei a garrafa de champanhe e borrifei a buceta da Mônica. Me ajoelhei e comecei a chupar ela. Não parei até ela gozar. Então coloquei ela de quatro na beirada da cama e fiquei de pé. Comecei a foder o cu e a buceta dela, enquanto bebia um pouco de champanhe da garrafa. Minha mão batia na bunda dela de vez em quando.
Não parei de foder até gozar dentro do cu dela. Então Mônica sentou na beirada, tirou a camisinha e chupou meu pau, limpando ele.
Sentei ao lado dela e nos beijamos de novo. Uma das minhas mãos começou a beliscar um dos mamilos dela, e logo desceu pelo corpo até chegar na buceta dela. Acariciei o clitóris dela e, depois de um tempo, comecei a masturbá-la. Mayte se ajoelhou atrás de mim e começou a beijar meu pescoço. Quando olhei pra ver quem era, vi Raquel montada no Cesar, fodendo. Joguei minha outra mão pra trás, pra acariciar a bunda da Mayte.
Mayte ficou de quatro na cama, me fez sentar mais de frente e assim pôde chupar meu pau de novo. Eu continuei me beijando com Mônica e masturbando ela. Raquel e Cesar vieram para o nosso lado. Ela se deitou, enfiando a cabeça entre as pernas da Mayte pra chupar a buceta dela, enquanto Cesar, entre as pernas da Raquel, voltava a foder ela.
Quando meu pau ficou duro, Mayte colocou uma camisinha. Pedi pra ela e pra Mônica ficarem de 69. Como Mayte ficou por cima, me ajoelhei atrás dela e comecei a foder o cu dela. Quando Mônica gozou, saiu de baixo e pude começar a foder a buceta dela. também pra Mayte. Mônica saiu do quarto. Raquel tava fazendo um boquete no Cesar, que não demorou pra gozar.
Mônica voltou com uma bandeja cheia de doses de tequila, tinha um monte, várias pra cada um. Ela, a Raquel e o Cesar tomaram uma depois que se acalmaram. Mônica veio até nós, me deu uma dose e se abaixou pra dar pra Mayte, que conseguiu beber enquanto levava uma pirocada forte no cu. Depois de tomar, ela pediu o limão e o sal. Cesar pegou e se aproximou. Mas não deu. Ele colocou limão e sal no pau dele, tomando cuidado pra não cair na glande, e enfiou na boca dela, que começou a saborear e chupar. Raquel se posicionou do meu lado, derramou uma dose no decote dela e eu lambi.
Eu tava quase gozando, então Cesar pegou meu lugar fodendo a Mayte e chupando os peitos da Raquel. Tirei a camisinha e Mônica derramou uma dose no meu pau antes de começar a chupar. Gozei na boca dela, que com a língua brincalhona deixou tudo bem limpinho.
Mônica e eu ficamos deitados na cama, ela em cima de mim, nos beijando e eu acariciando a bunda enorme dela. Falei que tava bem cansado por causa do trabalho e ela disse pra eu não me preocupar, que ela cuidava de mim sem eu precisar fazer muito esforço. Ela começou a descer beijando meu corpo, até ficar de joelhos entre minhas pernas. Pegou meu pau e começou a me masturbar, enquanto lambia minha glande bem devagar em círculos. Aos poucos, começou a fazer um boquete delicioso. Mayte se aproximou e se posicionou de um jeito que a gente começou a se beijar enquanto eu acariciava a bunda dela. Logo depois, Mayte sentou na minha cara e comecei a chupar a buceta dela. Minhas mãos acariciavam as pernas e os peitos dela.
Quando Mayte gozou e desceu, pude ver que o Cesar tava fodendo a Mônica por trás, enquanto ela continuava me chupando. Ela colocou uma camisinha em mim e se deitou por cima. Enfiou meu pau na buceta dela e a gente começou a foder. Cesar se posicionou por cima dela e meteu no cu. Enquanto a gente fazia dupla penetração nela, Raquel e Mayte se beijavam e Acariciavam na cama. Minhas mãos acariciavam os peitinhos da Mônica, que eu mordiscava de vez em quando.
Depois de um tempo, a Mônica desceu, e na mesma posição a Raquel se colocou. Durante a dupla penetração, não parei de chupar aquelas tetonas. Depois, foi a vez da Mayte, que também levou sua dose de dupla penetração.
O César colocou as três de frente pra parede, com as mãos apoiadas nela. Nós ficamos atrás delas e metemos nos cus e nas bucetas de cada uma, enquanto passávamos a mão e beijávamos.
Gozei com a pica dentro do cu da Mayte. A Mônica, que tava livre na hora, porque o César tava comendo a Raquel, se ajoelhou, tirou minha camisinha e limpou minha pica com mais um boquete, enquanto eu beijava a Mayte e a masturbava.
Eu e a Raquel já íamos indo. A Mayte tinha se dado super bem com o César e a Mônica e preferiu ficar. Nós nos vestimos, nos despedimos com uns beijos bem quentes, e deixamos eles lá, terminando de celebrar o Dia dos Namorados.
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