continua contando ela
espero que seja do seu agrado
valeu pelos comentários
Ela tá uma gostosa do caralho.
Depois do que rolou na balada, nossa relação ficou bem tranquila por um bom tempo. Pelo menos ele não ficava sabendo tanto das minhas constantes cornadas. Adorava ser a puta dos outros enquanto continuava recebendo favores e umas pirocadas que me deixavam satisfeita. Tinha vários amantes fixos, continuava vendo o zelador do prédio de vez em quando — claro que meu corno manso não sabia de nada. Quase sempre era quando eu ia visitar minha amiga Adriana, tão puta quanto eu. O problema é que ela tinha nojo do zelador por ele ser arrogante, então eu fazia o favor de dar pra ele em troca de ele reduzir as despesas do condomínio dela. Ele ficava felizão com isso, adorava comer a mulher do corno manso, que ele odiava de paixão. Sempre falava dele com muito desprezo, o que não me agradava muito, mas eu sabia que isso deixava ele com ainda mais tesão. Eu dizia que não podia contar nada pro meu corno porque ele ia ficar muito mal se soubesse que eu tava dando pro inimigo dele. Isso deixava o zelador louco e ele adorava que eu o defendesse. Era um jogo bem perverso.
Uma tarde, cheguei da casa da Adriana e, quando ia saindo, ele me chamou. Eu tava vestida com um vestidinho curto e decotado — lembro que tava calor. Ele disse que queria um pouco de diversão e que dessa vez ia zerar completamente as despesas da Adrianinha. Abriu a porta do cubículo e, com a mão no meu rabo, entramos.
O corno do teu marido nem imagina o que a gente vai fazer com a mulherzinha dele.
Vamos?
Sua putinha, vamos, hoje você vai ter uma festinha bem gostosa.
Nãoooo, só com vocês não, que vocês tão querendo me sacanear
Quero arrebentar a mulher do filho da puta do teu marido, mesmo que eu tenha que pagar caro por isso.
Lá estavam outros dois, com certeza amigos dele, e a safadeza me dominou. Eu ia ser comida pelo cara que tanto odiava meu marido. Ele seria o vencedor absoluto e eu, o grande prêmio dele.
Tá bom, mas ninguém pode ficar sabendo disso, viu? Eu sou só sua putinha, não a deles, que eu nem conheço.
Ele riu sem dizer nada e em um segundo eu já tava pelada, com as mãos dele percorrendo meus peitos. Não consegui resistir, comecei a gemer, era uma delícia. Aí um deles se aproximou, puxou o pau que já tava quase duro, e eu soube que não tinha volta — nem queria. Me abaixei e comecei a chupar ele.
Viu que peitos gostosos ela tem? Agora você vai ver como essa puta transa.
Minha buceta já tava toda molhada, por isso foi tão gostoso sentir a pica do encarregado entrando enquanto o amigo dele me comia na boca, me fazendo engasgar. Em minutos, eu tava na cama, sentada em cima de uma porra de um pau estranho enquanto outro entrava na minha boca, que já tava toda borrada. Essa pica entrava e saía com muita força e me fazia torcer de prazer enquanto ouvia os comentários do encarregado zoando meu marido e eu. Eles se revezavam pra me comer e eu perdi completamente o controle. Tavam me usando mais que uma puta, enquanto os três já zoavam eu e meu marido. De repente, me colocaram de quatro, tentei resistir mas não consegui. Senti os três paus no meu cu, um atrás do outro destruindo ele. Meteram com muita raiva, eu implorava mais devagar, queria gozar e não deixavam. Zombavam de como tavam arrombando meu cu até se cansarem. Em nenhum momento parei de chupar uma rola. O leite deles tava impregnado na minha cara, que já devia estar um desastre. Um deles me colocou debaixo dele com a pica no meu cu enquanto outro abriu minhas pernas. Senti aquela vara entrando e saindo do meu cuzinho quando, de repente, ele parou. Aí senti entrar mais um pau na minha buceta e começaram a se mexer, procurando o ritmo da foda até acharem. Tava sendo penetrada por dois paus juntos pela primeira vez.
Imagina se o corno visse ela assim, hoje a gente arrebenta ela toda, nem um buraco são vai sobrar pra essa puta da esposa dele, que se foda por ser otária, pobre corno, a esposa dele é a nossa grande puta.
Ouvir essas coisas enquanto sentia aqueles dois **paus** me cavalgando sem parar feria minha alma, mas eu adorava. Eles tinham razão, eu era a **puta** mais **vagabunda** de todas, e ainda por cima meu **corninho** não via nada, continuava achando que eram só **gozadas** esporádicas. Senti o **leite** deles dentro de mim enquanto não parava de **gozar**, mesmo com o corpo todo dolorido. Fiquei lá largada na cama, me sentindo usada e **esculachada**, mas meu corpo não tinha entendido. Senti ele se mexer, desesperado, procurando mais **picas** pra **meter** enquanto vinha outro orgasmo. Não me segurei e comecei a **apertar** meus peitos e minha **buceta** vermelha até **gozar** de novo, enquanto eles continuavam rindo e humilhando. Quando o orgasmo finalmente veio, me levantei, peguei meu vestido e fui embora. Tava um **bagaço**. Subi pra Adriana e tomei um banho, claro, depois de contar tudo pra ela. Acabamos usando nossos corpos pra aliviar o tesão do que tinha acontecido. Claro que meu **cornão** nunca ficou sabendo disso.
espero que seja do seu agrado
valeu pelos comentários
Ela tá uma gostosa do caralho.
Depois do que rolou na balada, nossa relação ficou bem tranquila por um bom tempo. Pelo menos ele não ficava sabendo tanto das minhas constantes cornadas. Adorava ser a puta dos outros enquanto continuava recebendo favores e umas pirocadas que me deixavam satisfeita. Tinha vários amantes fixos, continuava vendo o zelador do prédio de vez em quando — claro que meu corno manso não sabia de nada. Quase sempre era quando eu ia visitar minha amiga Adriana, tão puta quanto eu. O problema é que ela tinha nojo do zelador por ele ser arrogante, então eu fazia o favor de dar pra ele em troca de ele reduzir as despesas do condomínio dela. Ele ficava felizão com isso, adorava comer a mulher do corno manso, que ele odiava de paixão. Sempre falava dele com muito desprezo, o que não me agradava muito, mas eu sabia que isso deixava ele com ainda mais tesão. Eu dizia que não podia contar nada pro meu corno porque ele ia ficar muito mal se soubesse que eu tava dando pro inimigo dele. Isso deixava o zelador louco e ele adorava que eu o defendesse. Era um jogo bem perverso.
Uma tarde, cheguei da casa da Adriana e, quando ia saindo, ele me chamou. Eu tava vestida com um vestidinho curto e decotado — lembro que tava calor. Ele disse que queria um pouco de diversão e que dessa vez ia zerar completamente as despesas da Adrianinha. Abriu a porta do cubículo e, com a mão no meu rabo, entramos.
O corno do teu marido nem imagina o que a gente vai fazer com a mulherzinha dele.
Vamos?
Sua putinha, vamos, hoje você vai ter uma festinha bem gostosa.
Nãoooo, só com vocês não, que vocês tão querendo me sacanear
Quero arrebentar a mulher do filho da puta do teu marido, mesmo que eu tenha que pagar caro por isso.
Lá estavam outros dois, com certeza amigos dele, e a safadeza me dominou. Eu ia ser comida pelo cara que tanto odiava meu marido. Ele seria o vencedor absoluto e eu, o grande prêmio dele.
Tá bom, mas ninguém pode ficar sabendo disso, viu? Eu sou só sua putinha, não a deles, que eu nem conheço.
Ele riu sem dizer nada e em um segundo eu já tava pelada, com as mãos dele percorrendo meus peitos. Não consegui resistir, comecei a gemer, era uma delícia. Aí um deles se aproximou, puxou o pau que já tava quase duro, e eu soube que não tinha volta — nem queria. Me abaixei e comecei a chupar ele.
Viu que peitos gostosos ela tem? Agora você vai ver como essa puta transa.
Minha buceta já tava toda molhada, por isso foi tão gostoso sentir a pica do encarregado entrando enquanto o amigo dele me comia na boca, me fazendo engasgar. Em minutos, eu tava na cama, sentada em cima de uma porra de um pau estranho enquanto outro entrava na minha boca, que já tava toda borrada. Essa pica entrava e saía com muita força e me fazia torcer de prazer enquanto ouvia os comentários do encarregado zoando meu marido e eu. Eles se revezavam pra me comer e eu perdi completamente o controle. Tavam me usando mais que uma puta, enquanto os três já zoavam eu e meu marido. De repente, me colocaram de quatro, tentei resistir mas não consegui. Senti os três paus no meu cu, um atrás do outro destruindo ele. Meteram com muita raiva, eu implorava mais devagar, queria gozar e não deixavam. Zombavam de como tavam arrombando meu cu até se cansarem. Em nenhum momento parei de chupar uma rola. O leite deles tava impregnado na minha cara, que já devia estar um desastre. Um deles me colocou debaixo dele com a pica no meu cu enquanto outro abriu minhas pernas. Senti aquela vara entrando e saindo do meu cuzinho quando, de repente, ele parou. Aí senti entrar mais um pau na minha buceta e começaram a se mexer, procurando o ritmo da foda até acharem. Tava sendo penetrada por dois paus juntos pela primeira vez.
Imagina se o corno visse ela assim, hoje a gente arrebenta ela toda, nem um buraco são vai sobrar pra essa puta da esposa dele, que se foda por ser otária, pobre corno, a esposa dele é a nossa grande puta.
Ouvir essas coisas enquanto sentia aqueles dois **paus** me cavalgando sem parar feria minha alma, mas eu adorava. Eles tinham razão, eu era a **puta** mais **vagabunda** de todas, e ainda por cima meu **corninho** não via nada, continuava achando que eram só **gozadas** esporádicas. Senti o **leite** deles dentro de mim enquanto não parava de **gozar**, mesmo com o corpo todo dolorido. Fiquei lá largada na cama, me sentindo usada e **esculachada**, mas meu corpo não tinha entendido. Senti ele se mexer, desesperado, procurando mais **picas** pra **meter** enquanto vinha outro orgasmo. Não me segurei e comecei a **apertar** meus peitos e minha **buceta** vermelha até **gozar** de novo, enquanto eles continuavam rindo e humilhando. Quando o orgasmo finalmente veio, me levantei, peguei meu vestido e fui embora. Tava um **bagaço**. Subi pra Adriana e tomei um banho, claro, depois de contar tudo pra ela. Acabamos usando nossos corpos pra aliviar o tesão do que tinha acontecido. Claro que meu **cornão** nunca ficou sabendo disso.
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