A mãe da minha namorada 6

A mãe da minha namorada 6


Tudo o que aconteceu em tão pouco tempo mudou minha vida pra sempre. Eu achava que ia manipular minha sogra do meu jeito, que era uma mulher gostosa e mal comida, e acabei virando quase um servo dela. Ficava olhando a Lucía dormir pelada, e me acariciava o pau, tava duro de novo, tentava imaginar como tinha sido, o que ela tinha feito, como nossa relação ia seguir. Mas eu tava num nível de tesão supremo, não conseguia parar.
Na manhã seguinte não conversamos muito, a Lucía foi pro trabalho e eu também, trocamos uns beijinhos carinhosos no café da manhã, mas nada mais. À noite, nós dois estávamos em casa.
A sua mãe acabou com minha abstinência...
-Que delícia...
-Tô com uma vontade doida de meter em você...
-Eu também senti sua falta...
Apertei forte aquela rabuda, fui despindo ela enquanto a levava pra cama, e na hora começamos a meter bem forte.
—Que gostosa você tá, cachorro...
Nunca tinha me falado uma coisa dessas, fiquei parado por um tempo, tentando me situar, meio fora do ar.
- Te incomodou eu te chamar de cachorro...?Mamãe me disse pra te chamar assim...
Meu pau ficou duríssimo e comecei a meter bem forte nela, minha sogra estava deitada na nossa cama, como a coisa ia continuar, eu não sabia.
—Que gostosa você ficou... parece que é um cachorro, hein...?
O fato de a Lucía me chamar de cachorro por instrução da mãe dela me deixava louco de tesão, era como se ela estivesse me dando um manual de instruções sobre como me dominar. Não conseguia parar de foder ela igual um maluco, gozei pra caralho e continuei durasso dentro dela.
-Parece que mamãe não se enganou... hein, cachorro...? -ela falava com um tom safado que me deixava louco de tesão.
Tá puto porque eu tava na farra...
-Não sei, tô me sentindo meio estranho...
—Mamãe me disse que te mostrou três vídeos... você gostou...?
-Acabei como um porco quando vi eles...
—Por que... você gosta de ver outros me comendo...?
—Não, eu morria de ciúmes... sei lá... não aguentava, mas ao mesmo tempo tava com tesão...
—E por que você não me conta... eu não vi eles... não sabia que a mãe filmou... que você viu...?
-Ahhhh... gozei de novo... filha da puta... ahhhh... siiiim.....
- Mamãe me disse que tinha te gozado... por que você tá tão gostosa...?
- Toda essa situação...
Eu tinha me deitado ao lado dela, de barriga pra cima, nós dois descansávamos de barriga pra cima.
-Que situação... outros homens me comeram...?
-Nããão...!!! tudo, sua mãe, você...
Não tô entendendo direito... por que você não me explica...
—Não entendi direito... o que você quer que eu te explique...
- Por que você não me conta o que viu nos vídeos que você gostou tanto...?
—Não gostei...!!!
- Mas você não vai me dizer que gozou igual a um porco...?
—É, mas por causa da tensão e tudo mais...
-Ah... mas me conta mesmo assim, vai...
-O primeiro que me mandou... você tava montada numa pica... e falava "Isso, Martín, que gostoso...
—E isso te excitou... hein...? outro cara me fazer gozar...—fiquei calado. — e o segundo...?
- O segundo era softcore... O Martín passava bronzeador na sua bunda e você mexia ela de um jeito sensual...
—Um que tasty soa... você ficou dura de novo... —disse Lúcia e sentou em cima de mim.— e o terceiro...
-Não lembro...
- Não mente, cachorro... me conta...
Esse Martín preparava sua buceta e te comia...
-Ayyyy sim, que gostoso foi... como eu me excito só de lembrar... siiiim... -entrou num orgasmo desenfreado.- Você ia adorar ver ao vivo... mamãe disse pra eu te chamar de cachorro cuck mesmo...
E de novo o tesão me venceu e eu gozei de novo.
-Você tá meio superexcitado, amor... vamos ter que deixar as coisas se acalmarem um pouco, né... pra enxergar melhor...
Não nos falamos mais, a semana passou tranquila, aos poucos eu senti que as coisas estavam se ajeitando. No sábado, minha sogra queria que a gente fosse jantar, pediu pra Lucía se arrumar pra sair.
—Minha sogra também estava toda arrumada, jantamos conversando sobre coisas do trabalho, do dia a dia, eu comecei a me sentir mais relaxado e à vontade. A Lucía perguntou pra mãe por que ela tinha se vestido tão bem, e ela respondeu que tinha que estar sempre preparada pra qualquer coisa que pudesse rolar. Minha sogra serviu sorvete e abriu um champanhe pra brindar. Lá pelas onze horas, a campainha tocou, e minha sogra foi atender.
—Se já tá descendo... —disse ele.
Os dois olhamos pra ela.
- Anda logo, gostosa, é o Martín... falei que sua parceira tava viajando... que a gente ia jantar junto... que ele passasse te pegar aqui...
—Mas e ele...?
—Tá viajando... vai ficar comigo... não vai passar mal, não... vai, se mexe... não faz ele esperar... —A Lúcia me deu um beijo profundo, —Te amo, amor... —falou e saiu.
Minha sogra de novo cantarolando feliz, pegou a taça de champanhe e foi pro sofá.
Junta a mesa e vem pra cá depois... pelado e no teu lugar, óbvio...
Meu sentimento dominante era mais de excitação do que de ciúmes, minha sogra me deixava louco, então fiz rápido o que ela mandou.
— Que boazinha essa cadela... tô gostando, hein... — disse, se levantou e deu uma volta em volta de mim, me observando com atenção. — E esse pau desafiador... parecendo que quer briga... — ajoelhou e me deu uma chupada de campeão. Quando eu tava quase gozando, fez um pouco do meu esperma cair na taça de champanhe. Obviamente, me deu. Pegou a outra e me disse:
—Um brinde ao cachorro cuck... —ela disse com aquele tom arrogante, meu pau ainda duro e brindei com ela. —Acho que hoje você vai comer de novo... você tá se comportando bem... quase excelente... vai pro quarto e deita... já vou...
Me amarrou as mãos nas barras da cama, apertava de verdade com umas cordas bem fortes, doíam pra caralho, mas eu adorava que ela me amarrasse de verdade. Ela colocou uma camisinha, foi se despindo sensualmente pra mim, e depois montou em cima de mim.
- Você gosta de ser um cachorro corno...
-Não totalmente, senhora...
-Que pena... isso me broxa um pouco... você gostou que a Lucía te chamou de cachorro... hein...?
—Sim, senhora...
- Você gosta de ser meu cachorrinho...
—sim, senhora...
Ela deu os peitos dela pra eu chupar, eu chupava igual um desesperado.
—Adoro as tetas dela...
-Que bom, cachorro... chupa bem... vai... não sei se é certo você comer sua sogra... não...?
—A senhora me come, dona... eu sou seu cachorro...
Percebi que ela começou a ficar excitada com o que eu disse.
- Você tem razão... você é meu cachorro cuck... hein...?
-Sim, senhora... seu cachorro cuck...
-Mas cuck que a Lucía te deixa...
—Sim, senhora...
Adoro quando você se posiciona... você gostaria de sentir minha bunda de volta...
-Só o que a senhora quiser, dona...
Minha obediência e o tom como eu falava com ela, sem o menor traço de desafio, a deixava louca. Ela tirou da buceta dela e colocou devagar no cu dela.
-Ahhh siiiii que delícia senhora... obrigado por me fazer seu cachorro cuck...
-Pois é, cachorro... adoro uns cachorros obedientes que nem você...
-Valeu por deixar eu comer uma mulherão desses...
-Muito pra você...
—Tarde demais, senhora... — e voltei a chupar os peitos dela como um desesperado, avisei que tava perto de gozar e ela saiu de cima de mim de novo, tirou a camisinha e me apertou contra a barriga dela, pegou no meu pau com as mãos de novo e foi colocando na minha boca.
- Os cachorros têm que lamber a sujeira deles, né...?
—Sim, senhora...
- E ainda tá bem duro, hein, cachorro...?
—Quer provar minha cinta...?
—Não sei... não tenho certeza...
-Isso tá começando a me tirar do sério... a me deixar puto, sabe...
—Sim, senhora...
- e aí, o que você vai fazer...
-Não sei... não tô gostando da ideia...
Ela se levantou, abriu o armário e foi colocando um cinto, devagar, me dando tempo pra me acostumar com a ideia, e colocou uma camisinha em mim.
-Dá uma virada...
Eu fiquei na dúvida, não tive coragem. Ela me deu um tapa forte e ordenou
-Vira, cachorro... tu gosta de meter no meu cu... tem que ver como é a sensação... hein, cachorro... vira...
Quando me virei, senti a respiração da minha sogra ficar mais intensa. Ela montou em cima de mim e só ficava brincando com a rola no canal da minha bunda, passando entre minhas nádegas. Começou a falar no meu ouvido.
—Agora vamos lubrificar bem e vou te dar aquele bum gostoso que você tem, sua putinha... corna de merda... — eu já tinha começado a rebolar a bunda. — Nossa, que puta que você é... vai me enlouquecer, vagabunda... tá com vontade, hein...
— A senhora me deixa com tesão...
-Que bom, putinha, que bom...!!!!
Com os dedos dela, foi me lubrificando bem devagar, sem pressa nenhuma. Depois, encostou a ponta daquela ferramenta e foi enfiando aos poucos. Não sei quanto entrou, mas eu me sentia desconfortável e excitado ao mesmo tempo. Ela mordia minha nuca e falava no meu ouvido.
- Você gosta de putinha... é... esse é o seu lugar, é putinha...?
-Onde a senhora quiser...
— Você gostaria que eu contasse pra Lucía... é... que eu te fiz de putinha... hein, vagabunda? — e começou a bombar com mais força.
-Não, por favor... não conta nada pra ele...
-Mexe essa bunda então... ahhhh.... siiiiim tô gozando ahhh... que delícia vadia vadia... mexe essa raba...
Minha sogra estava num tipo de orgasmo ou num nível de excitação muito grande.
—Esse vai ser nosso segredo, putinha... hein... nem pense em me desobedecer... porque a Lucía vai ficar sabendo disso, hein...?
E o nível de excitação dos dois era muito grande.
—Estou quase chegando, senhora...
- E aí chega assim, piranha... com a rola no cu... você é muito piranha pra minha filha, hein... ela precisa de um homem de verdade como o Martín, ehhhhh?
E nós dois gozamos de um jeito animal, depois ela saiu de cima de mim, como sempre que nossos encontros terminavam, me mandou me vestir e ir embora. Meu cu tava doendo um pouco, mas minha sogra me levava a níveis de excitação que eu nunca tinha conhecido. Quando cheguei em casa, fumei um baseado, tomei umas cervejas e apaguei no sofá. A Lúcia chegou perto do meio-dia.

2 comentários - A mãe da minha namorada 6

La depravada historia se supera a sí misma. ¡Hasta dan ganas de tener esa suegra!