Laura - Gente, já cheguei, querem alguma coisa pra come... cadê vocês?
Lalo - Tamo aqui em cima, mãe. Vim no meu quarto pegar uns apontamentos que a gente precisava, e o Alex tá no banheiro.
Laura - Ok, desçam pra comer e depois continuam.
Lalo - Sim, mãe, já desço num segundo.
Eu gritava pra minha mãe enquanto terminava de lamber a buceta gostosa do Alex.
Alex - Vai, sua putinha, não tem vergonha de sua mãe te pegar assim?
Lalo - É culpa sua e do seu leite gostoso que me viciou. Já terminei, vou na frente. Dá uma passada no banheiro e depois me alcança, ok?
Alex - Tá bem, minha putinha.
Me troquei o mais rápido que pude e desci pra ver minha mãe. Uns minutos depois, o Alex desceu e sentamos pra comer. Ainda tinha o gosto da gozada dele na minha boca, e isso me excitava. Não conseguia pensar em outra coisa; a verdade é que eu tinha adorado o jeito que ela me fazia sentir. Depois de comer, fingimos terminar o trabalho e ela foi pra casa dela.
Laura - Ela é muito bonita e simpática... né, Alex?
Lalo - Cê acha?... Hum, nem reparei.
Laura - Devia convidar ela mais vezes. Parece ser uma influência melhor que esses seus amigões aí.
Não consegui segurar uma risada depois de ouvir minha mãe. Se ela soubesse... mas sem dúvida ela é uma grande influência pra mim. Ainda tinha muita coisa que eu podia aprender com o Alex.
No dia seguinte, como de rotina, minha mãe saiu cedo e eu me preparava pra ir pra escola quando ouço a campainha.
Lalo - Quem será a essa hora?
Assim que abri a porta, o Alex pulou em cima de mim, me envolveu com os braços e me deu um beijo profundo. Dava pra reconhecer o gosto do leite nos lábios dele.
Lalo - Hummm, que gosto peculiar. De quem é?
Alex - De uns amigos, haha. Talvez eu te apresente.
Lalo - E o que cê tá fazendo aqui tão cedo?
Alex - Decidi começar seu treinamento o mais rápido possível.
Lalo - Treinamento? Pra quê, exatamente?
Alex - Acompanhante. E você vai ver.
Ele me pegou pela mão e começamos a caminhar em direção ao centro da cidade.
Lalo - Ei, minha escola fica do outro lado.
Alex - Hoje é dia livre, haha. Então... Vamos aproveitar, Lalo.
Alex: Não lembro de ter folga.
Alex: Relaxa, sua putinha, eu decidi assim.
Pegamos um ônibus e fomos pra um shopping bem longe da minha casa. Quando chegamos, fomos direto pros banheiros. Alex segurou minha mão e me levou pro banheiro feminino.
Lalo: Mas o que cê tá fazendo? Vão nos descobrir.
Alex: Relaxa, é muito cedo, não tem ninguém ainda. E além disso, não é o que você tá pensando.
Entramos num cubículo e ela tirou da mochila uma troca de roupa. Eu não tinha reparado, mas ela não tava de uniforme, tava de roupa normal.
Alex: Toma, lolita, espero que sirva em você.
Lalo: O quê? Mas eu... não posso...
Ela se jogou em mim e baixou minha calça de uma vez.
Alex: Tô vendo que você tá usando umas calcinhas lindas. E ainda me diz que não quer?
Peguei a roupa que ela me deu: era uma saia plissada azul claro, não muito curta, e uma blusa preta. Ela ainda trouxe meia-calça comprida, uns sapatos baixos e uma espécie de boina que escondia um pouco meu rosto. Saímos do cubículo, me olhei no espelho e fiquei mudo. Tava completamente excitado, verdade seja dita: eu realmente poderia passar por uma garota bem magrinha. Ela pegou minha mão e fomos visitar as lojas do shopping.
Alex: Beleza, vamos achar algo que sirva em você. Começando com umas calcinhas novas.
Visitamos todas as lojas e, sinceramente, eu não parava de tremer de nervoso. Tava vestido de garota, andando pelo shopping inteiro e comprando calcinha de menina. E conforme o tempo passava, mais gente chegava.
Alex: Bom, já deu por hoje. Acho que encontramos umas coisas boas. Agora vamos estrear algumas.
Voltamos pro banheiro feminino e troquei a calcinha que tava usando por uma de renda que compramos. Ficou tão perfeita em mim, e eu me senti tão putinha. Também troquei a blusa e a saia, só arregacei ela pra deixar mais curta. Saímos e fomos pra escola, mas antes passamos numa sex shop perto da praça. Eu ainda tava nervoso, mas aos poucos fui... Me senti mais à vontade. Quando um cara entrou, cumprimentou o Alex de um jeito bem familiar: "—E aí, gata, fazia tempo que não te via por aqui. Alex —Fala, Roberto, como tão as vendas? Roberto —Meio fracas, mas não tô reclamando. Hmmm, vejo que trouxe companhia. Alex —Isso mesmo, é uma amiga nova que precisa de uma ajudinha, rs. Roberto —Então me diz como posso ajudar? Alex —Pra começar, preciso de uns plugs, um pouco de lubrificante, lavagem anal e um dildo tamanho padrão. Roberto —Ok, tenho tudo que precisa. Vem por aqui."
O cara nos mostrou uma porrada de objetos chamados plugs anais. Eram bem chamativos, a maioria com pedras que pareciam joias, alguns tinham uma rabeta de raposa ou de putinha grudada. Alex —Acho que vou levar esse, esse e... hmmm, esse também. Roberto —Beleza, é só isso? Alex —Claro, e espero meu desconto de cliente vip. Roberto —Claro, mas já sabe qual é a taxa de assinatura. Alex —Te garanto que vou pagar com juros, só espera uns dois dias. Roberto —Tô esperando ansioso.
Antes de sair da loja, passamos numa salinha pequena onde o Alex se ajoelhou atrás de mim, levantou meu vestido, puxou minha calcinha até o meio da coxa e enfiou a cara bem entre minhas nádegas. Começou a lamber minha bunda, sentia a língua dele entrando no meu cu e, com um beijo, cuspia saliva lá dentro. Lalo —Isso é gostoso pra caralho, continua... Alex —Não, é só pra lubrificar.
De repente, senti ele enfiar devagar um dos plugs que a gente tinha comprado. Era um que parecia ter um diamante rosa na base. Alex —Beleza, agora vamos embora.
Saímos da loja e fomos pra minha casa. A sensação de ter o plug enfiado no meu cu enquanto eu andava era incrível, não dava pra disfarçar minha ereção. Já estávamos bem perto de casa, bem atrás dos depósitos das fábricas por onde eu passava todo dia indo pra escola, quando ouvimos de novo vários cantadas e assobios. Até que um dos caras se aproximou: "—E aí, gostosa, quer mais?" Alex — Lembra que eu te falei que ia te apresentar uns amigos?... Então, galera, apresento pra vocês a Lola ??? — Mas que gostosa! — E ela é tão divertida quanto você? Alex — Sim ?? — Que bom, adorei isso. Vem cá, gostosa, vamos nos conhecer melhor. Quando ele disse isso, já estava com o pau pra fora, segurando ele de um jeito ameaçador com a mão. Eu estava tão excitado com o plug enterrado no meu cu que nem pensei duas vezes quando me abaixei e comecei a chupar aquele pau. Era a primeira vez que olhava diretamente pro desconhecido enquanto chupava ele, e adorei isso. Não demorou muito pro outro cara se aproximar e começar a esfregar o pau na minha cara, então me dediquei a chupar os dois paus e masturbar eles, lamber e saborear. O outro sujeito começou a se divertir com o Alex enquanto eu começava a receber a primeira descarga de porra na minha boca, bem na hora que ouvimos alguém gritando com a gente. Era um policial apontando a lanterna pra nós ???? — O que está acontecendo aqui? Quem são vocês e o que estão fazendo... .....continua. Desculpa pela demora, mas não tinha tido tempo de postar nada. Espero que tenham gostado e espero continuar a história em breve.
Lalo - Tamo aqui em cima, mãe. Vim no meu quarto pegar uns apontamentos que a gente precisava, e o Alex tá no banheiro.
Laura - Ok, desçam pra comer e depois continuam.
Lalo - Sim, mãe, já desço num segundo.
Eu gritava pra minha mãe enquanto terminava de lamber a buceta gostosa do Alex.
Alex - Vai, sua putinha, não tem vergonha de sua mãe te pegar assim?
Lalo - É culpa sua e do seu leite gostoso que me viciou. Já terminei, vou na frente. Dá uma passada no banheiro e depois me alcança, ok?
Alex - Tá bem, minha putinha.
Me troquei o mais rápido que pude e desci pra ver minha mãe. Uns minutos depois, o Alex desceu e sentamos pra comer. Ainda tinha o gosto da gozada dele na minha boca, e isso me excitava. Não conseguia pensar em outra coisa; a verdade é que eu tinha adorado o jeito que ela me fazia sentir. Depois de comer, fingimos terminar o trabalho e ela foi pra casa dela.
Laura - Ela é muito bonita e simpática... né, Alex?
Lalo - Cê acha?... Hum, nem reparei.
Laura - Devia convidar ela mais vezes. Parece ser uma influência melhor que esses seus amigões aí.
Não consegui segurar uma risada depois de ouvir minha mãe. Se ela soubesse... mas sem dúvida ela é uma grande influência pra mim. Ainda tinha muita coisa que eu podia aprender com o Alex.
No dia seguinte, como de rotina, minha mãe saiu cedo e eu me preparava pra ir pra escola quando ouço a campainha.
Lalo - Quem será a essa hora?
Assim que abri a porta, o Alex pulou em cima de mim, me envolveu com os braços e me deu um beijo profundo. Dava pra reconhecer o gosto do leite nos lábios dele.
Lalo - Hummm, que gosto peculiar. De quem é?
Alex - De uns amigos, haha. Talvez eu te apresente.
Lalo - E o que cê tá fazendo aqui tão cedo?
Alex - Decidi começar seu treinamento o mais rápido possível.
Lalo - Treinamento? Pra quê, exatamente?
Alex - Acompanhante. E você vai ver.
Ele me pegou pela mão e começamos a caminhar em direção ao centro da cidade.
Lalo - Ei, minha escola fica do outro lado.
Alex - Hoje é dia livre, haha. Então... Vamos aproveitar, Lalo.
Alex: Não lembro de ter folga.
Alex: Relaxa, sua putinha, eu decidi assim.
Pegamos um ônibus e fomos pra um shopping bem longe da minha casa. Quando chegamos, fomos direto pros banheiros. Alex segurou minha mão e me levou pro banheiro feminino.
Lalo: Mas o que cê tá fazendo? Vão nos descobrir.
Alex: Relaxa, é muito cedo, não tem ninguém ainda. E além disso, não é o que você tá pensando.
Entramos num cubículo e ela tirou da mochila uma troca de roupa. Eu não tinha reparado, mas ela não tava de uniforme, tava de roupa normal.
Alex: Toma, lolita, espero que sirva em você.
Lalo: O quê? Mas eu... não posso...
Ela se jogou em mim e baixou minha calça de uma vez.
Alex: Tô vendo que você tá usando umas calcinhas lindas. E ainda me diz que não quer?
Peguei a roupa que ela me deu: era uma saia plissada azul claro, não muito curta, e uma blusa preta. Ela ainda trouxe meia-calça comprida, uns sapatos baixos e uma espécie de boina que escondia um pouco meu rosto. Saímos do cubículo, me olhei no espelho e fiquei mudo. Tava completamente excitado, verdade seja dita: eu realmente poderia passar por uma garota bem magrinha. Ela pegou minha mão e fomos visitar as lojas do shopping.
Alex: Beleza, vamos achar algo que sirva em você. Começando com umas calcinhas novas.
Visitamos todas as lojas e, sinceramente, eu não parava de tremer de nervoso. Tava vestido de garota, andando pelo shopping inteiro e comprando calcinha de menina. E conforme o tempo passava, mais gente chegava.
Alex: Bom, já deu por hoje. Acho que encontramos umas coisas boas. Agora vamos estrear algumas.
Voltamos pro banheiro feminino e troquei a calcinha que tava usando por uma de renda que compramos. Ficou tão perfeita em mim, e eu me senti tão putinha. Também troquei a blusa e a saia, só arregacei ela pra deixar mais curta. Saímos e fomos pra escola, mas antes passamos numa sex shop perto da praça. Eu ainda tava nervoso, mas aos poucos fui... Me senti mais à vontade. Quando um cara entrou, cumprimentou o Alex de um jeito bem familiar: "—E aí, gata, fazia tempo que não te via por aqui. Alex —Fala, Roberto, como tão as vendas? Roberto —Meio fracas, mas não tô reclamando. Hmmm, vejo que trouxe companhia. Alex —Isso mesmo, é uma amiga nova que precisa de uma ajudinha, rs. Roberto —Então me diz como posso ajudar? Alex —Pra começar, preciso de uns plugs, um pouco de lubrificante, lavagem anal e um dildo tamanho padrão. Roberto —Ok, tenho tudo que precisa. Vem por aqui."
O cara nos mostrou uma porrada de objetos chamados plugs anais. Eram bem chamativos, a maioria com pedras que pareciam joias, alguns tinham uma rabeta de raposa ou de putinha grudada. Alex —Acho que vou levar esse, esse e... hmmm, esse também. Roberto —Beleza, é só isso? Alex —Claro, e espero meu desconto de cliente vip. Roberto —Claro, mas já sabe qual é a taxa de assinatura. Alex —Te garanto que vou pagar com juros, só espera uns dois dias. Roberto —Tô esperando ansioso.
Antes de sair da loja, passamos numa salinha pequena onde o Alex se ajoelhou atrás de mim, levantou meu vestido, puxou minha calcinha até o meio da coxa e enfiou a cara bem entre minhas nádegas. Começou a lamber minha bunda, sentia a língua dele entrando no meu cu e, com um beijo, cuspia saliva lá dentro. Lalo —Isso é gostoso pra caralho, continua... Alex —Não, é só pra lubrificar.
De repente, senti ele enfiar devagar um dos plugs que a gente tinha comprado. Era um que parecia ter um diamante rosa na base. Alex —Beleza, agora vamos embora.
Saímos da loja e fomos pra minha casa. A sensação de ter o plug enfiado no meu cu enquanto eu andava era incrível, não dava pra disfarçar minha ereção. Já estávamos bem perto de casa, bem atrás dos depósitos das fábricas por onde eu passava todo dia indo pra escola, quando ouvimos de novo vários cantadas e assobios. Até que um dos caras se aproximou: "—E aí, gostosa, quer mais?" Alex — Lembra que eu te falei que ia te apresentar uns amigos?... Então, galera, apresento pra vocês a Lola ??? — Mas que gostosa! — E ela é tão divertida quanto você? Alex — Sim ?? — Que bom, adorei isso. Vem cá, gostosa, vamos nos conhecer melhor. Quando ele disse isso, já estava com o pau pra fora, segurando ele de um jeito ameaçador com a mão. Eu estava tão excitado com o plug enterrado no meu cu que nem pensei duas vezes quando me abaixei e comecei a chupar aquele pau. Era a primeira vez que olhava diretamente pro desconhecido enquanto chupava ele, e adorei isso. Não demorou muito pro outro cara se aproximar e começar a esfregar o pau na minha cara, então me dediquei a chupar os dois paus e masturbar eles, lamber e saborear. O outro sujeito começou a se divertir com o Alex enquanto eu começava a receber a primeira descarga de porra na minha boca, bem na hora que ouvimos alguém gritando com a gente. Era um policial apontando a lanterna pra nós ???? — O que está acontecendo aqui? Quem são vocês e o que estão fazendo... .....continua. Desculpa pela demora, mas não tinha tido tempo de postar nada. Espero que tenham gostado e espero continuar a história em breve.
2 comentários - Alex todo dia depois da aula
Demonios y yo pensando qué su mamá los había cachado 🤣
Ya extrañaba estas historias