Me apresento, meu nome é Juan, tenho 39 anos agora, preciso dizer que me cuido, indo duas vezes por semana na academia, tenho 1,90m e tô na faixa dos cem quilos, tenho olhos e cabelo mais claros.
Por causa do trabalho, emigrei da minha província natal pra Rosário, além disso nunca gostei de ficar debaixo das saias da família, com quem me dou muito bem, mas curto a independência.
Minha vida nessa cidade portuária, e enfiado no meu trampo com informática, sobra pouco tempo pra aproveitar a vida, até pouco tempo atrás me matava de trabalhar pra conseguir quitar meu apartamento, algo simples, com uma cozinha americana, três quartos pequenos, e o que não falta é um banheiro bom.
Quando quitei a hipoteca do apartamento, comecei a ter um alívio financeiro, e com isso decidi comprar um carro bonito, e tive mais tempo pra tocar projetos de marketing pela internet, o que me deu uma grana extra na renda.
Meu estilo de vida mudou bastante, fiquei mais promíscuo, tendo casos de fim de semana, o que deixava meu ego lá em cima, já que nunca me faltou companhia. Tudo seguia normal, tenho uma empregada que vem duas vezes por semana, segundas e quintas, pra arrumar e limpar tudo; mais de uma segunda-feira ela encontrou alguma peça feminina na minha cama, e deixava na gaveta do criado-mudo.
Depois de vários meses, resolvi tirar uns dias e ir visitar minha família, de quebra ver como o carro novo se saía na estrada, preparei tudo e saí cedinho de viagem, cheguei na minha província às seis da tarde, entre beijos e abraços dos parentes. Naquele sábado, nos juntamos todos pra jantar, e de quebra celebrar o aniversário da minha mãe. Revirei alguns parentes que há tempos tinha perdido contato, até que uma moça lindíssima, que entrou com cara bem séria, parecia que tinha tomado vinagre no café da manhã. Logo depois fiquei sabendo que era a "Gisele", a filha do meu primo, com quem eu me dava muito bem, me contou que estava de castigo, e não deixaram ela sair.
Gisele era uma morena, de olhos cor de mel, com tudo muito bem no lugar, não muito magra, com uns peitos iguais aos da mãe dela, no olho eu diria que um 85, cinturinha fina, e uns quadris, com uma bunda enorme, que dava pra ver de longe, a típica forma de violão.
Aprofundando mais, a garota fazia a vida deles um inferno, o castigo veio porque com 17 anos, ela tava mandando fotos de lingerie pro namorado, quando descobriram, tudo foi pro saco, o cara sumiu quando meu primo enfrentou ele. Nem preciso dizer que enquanto meu primo me contava as aventuras da menina, meu pau tava duro, ainda mais tendo ela a dois metros, com um corpão de matar.
Passei vários dias na casa dos meus pais, até que meus dias acabaram e eu voltei. Instalado de novo na minha casa, entrei em contato com várias amigas do job, pra ver se conseguia aliviar. Naquele fim de semana, encontrei uma amiguinha que me deixou em coma quatro.
No domingo, tava no apê, vendo um filme bom, quando toca a campainha, aí do jeito que tava, de shorts e sem camisa, abro a porta e me deparo com minha sobrinha, com uma bolsa na mão e a mochila nas costas. Surpreso, mandei ela entrar, pergunto o que ela tá fazendo aqui.
Ela me conta que brigou feio com os pais, e que sem saber o que fazer, pegou um ônibus e veio pra Rosário, o endereço tava na agenda do meu primo, então não foi difícil achar. Perguntei se os pais sabiam onde ela tava, quando ela disse que não, falei que se a gente não avisasse, eu ia me meter em encrenca. Ela me fez prometer que não ia ligar nem falar nada, coisa que claro, não cumpri.
Coloquei ela no quarto onde tenho toda a bagunça, que também tem minha cama de solteiro, já que o melhor quarto é o que eu ocupo, o outro, que é mais tranquilo, virei meu escritório.
Na manhã seguinte, do meu trabalho, liguei pro meu primo e comentei que a Mina tava em casa:
- Juan, manda ela pra cá urgente, que cara de pau cair assim.
- Primo, não esquenta, é melhor ela ficar uns dias aqui, até a poeira baixar, cê não acha?
- Sei lá, cê tem sua vida, essa mina vai te encher o saco.
- Deixa ela uns dias, quando começar a encher, mando ela de volta embrulhada de presente – falei brincando.
- Tá bom, mas qualquer coisa me liga, e me mantém por dentro de tudo, confio em você.
- Fica tranquilo, eu cuido dela, primo.
Me despedi do meu primo e fiquei bem focado nos meus trampos; às cinco da tarde fui pra casa, cheio de curiosidade pra ver o que ia encontrar. O apê tava impecável, a diarista tinha deixado tudo nos trinques; no som tava tocando um som do 4 Non Blondes. Avisei que tinha chegado, e minha sobrinha saiu do quarto com uns shortinhos que pareciam pintados no corpo, uma regata amarrada na cintura, deixando o umbigo de fora.
Tive que me segurar pra não ficar com cara de otário, babando; ela deve ter percebido. Fui direto pro meu quarto, me troquei, fiquei de roupa de casa. Sentei no sofá que tenho na frente da TV, e minha sobrinha sentou do meu lado, me abraçou:
- Tio, que feliz que tô de estar aqui com você.
- Eu também gosto de ter você comigo.
- Nossa, tio, como isso soou, hmmm.
- O que eu falei? – me fazendo de sonsão.
- Nada, nada.
- O que cê quer jantar?
- Sei lá, me surpreende.
Liguei pra uma pizzaria onde era cliente e pedi uma pizza, metade primavera e metade de palmito, uma cerveja e um refri. O delivery demorou 20 minutos pra chegar, e botando um filme, a gente se sentou no sofá pra comer. A Gisele tava igual criança com brinquedo novo; entre nós dois a gente mandou a cerveja pra dentro, o refri nem tocamos. Ela se encarregou de levantar e organizar tudo, expliquei como funciona a lava-louças, ela amou o aparelho.
- Tio, deixa que eu arrumo tudo, é o mínimo que posso fazer pela "encheção de saco" de ficar aqui – ela falou esse "ficar aqui" com um tom especial. - Não é incômodo, sobrinha. Aliás, tá faltando uma presença feminina na casa.
Ela sentou do meu lado, me agarrou pelo braço, se aninhou em mim, apoiou a cabeça no meu ombro. Meu pau não demorou pra dar sinais de vida. Bem disfarçado, me ajeitei pra não deixar visível a ereção enorme que eu tava. O filme se estendeu bastante e a Gisele acabou dormindo. Mesmo meio desconfortável, não quis me mexer pra não acordar ela. Quando o filme terminou, acordei a Gisele e descobri que ela tinha o sono bem pesado, então levantei ela e coloquei na cama que ela usava.
Vi como ela tinha decorado o quarto, a organização tava impecável. Fui até o armário, peguei um cobertor pra cobrir ela. Quando tava cobrindo, ela virou de lado e um peito escapou da regata, então pude ver um mamilo lindo, rosado. Sem conseguir evitar, passei meus dedos de leve nele. Caindo na real, cobri ela e fui pro meu quarto. Bati uma punheta daquelas, que deixou vários respingos de porra no chão. Mais calmo, dormi.
O despertador tocou como todo dia às seis e meia. Fiquei uns minutos na cama, levantei pra tomar um banho, me vesti. Quando cheguei na cozinha, a Gisele tava lá, fazendo meu café da manhã. Quase tive um troço quando vi ela: tava com uma camisola bem transparente e uma tanguinha daquelas que é só um fiozinho na parte da bunda.
Sentamos juntos na mesa pra tomar café. Não conseguia tirar os olhos dos peitos da minha sobrinha. Ficamos conversando sobre vários assuntos. Entre outras coisas, falei que não queria ela fazendo nada o dia todo, então mandei ela dar uma olhada nas universidades porque queria que ela estudasse. Ela meio que resmungou, mas uma conversa divertida convenceu ela de que era o melhor pro futuro dela.
No meio da manhã, ela me ligou no trabalho me dando detalhes do que ia fazer durante o dia.
Naquela tarde, cheguei em casa e na entrada tava a Mariana, uma gostosa que eu via direto. Com ela era só putaria. comer, tirar uma gostosa, aliviar a vontade e pronto, sem compromisso, era exatamente o que eu precisava. Assim que ela entrou, começou a se despir, enquanto pendurada no meu pescoço, enfiava a língua na minha boca. Naquele dia, a Mariana estava mais safada que o normal; quando fiquei pelado, ela me empurrou na cama e se jogou pra chupar meu pau, parecia que queria arrancar ele fora, enfiava tudo na boca. Vale dizer que não tenho uma anaconda, mas também não é um palito, então sentia meu pau batendo na garganta dela, uma porrada de saliva molhava minhas bolas e seguia o caminho. Mariana me batia uma punheta, chupava com força, passava a língua nas minhas bolas, enfiava tudo de novo; tava me deixando louco, quando eu ia gozar, ela parou e, se posicionando em cima de mim, sentou na minha cara, deixando toda a buceta molhada pra eu dar o mesmo tratamento que ela deu no meu pau.
Sem perder tempo, comecei a chupar a buceta dela, Mariana começou a gemer bem alto e a me xingar de prazer:
— haaaayyyyyy, siiiiiii que delícia, vai, vai, continua me chupando ahhhhhhhhh, vai, continua que você me faz gozar, vai, não para agora, vai, acabei de gozar!!!!!!!!!!!!
Mariana saiu de cima de mim e se espalhou na cama, de olhos fechados; sem dar tempo dela se recuperar, virei ela de barriga pra cima, coloquei as pernas dela nos meus ombros e fui enfiando devagar, aproveitando cada centímetro que entrava, quando minhas bolas bateram na bunda dela, Mariana gemeu de novo.
Comecei uma metida e tirada frenética, quase saindo da buceta pra enfiar tudo de novo, Mariana quicava no colchão, o que aumentava a força das enfiadas que eu dava nela. Mariana teve um orgasmo barulhento, virei ela de quatro, com as pernas bem abertas, e enfiei de novo até o fundo; por trás, abri a bunda dela, deixando o cu exposto, lambi ele todo e, com o polegar, fiz movimentos circulares no anel, até sentir que se relaxou, e o asterisco chupou o dedo, a partir daí, os gemidos viraram gritos de prazer. Com o polegar enfiado no cu e o resto da mão na bunda da Mariana, eu a movia pra lá e pra cá, enfiando com mais força a pica. A buceta da Mariana era um mar de sucos, sentia como molhava minhas bolas, que batiam no clitóris dela. Não aguentei muito, acelerei meus movimentos, e a Mariana percebeu que eu tava no limite e acelerou o gozo dela, sentir as pulsações da buceta dela na minha pica e como o cu apertava meu dedo, me fez chegar no ponto sem volta, e deixando ela enfiada até o fundo, soltei vários jatos de porra, sentia que até os rins iam embora pela pica de tão forte que foi meu gozo.
A Mariana ficou de bunda empinada e o rosto apoiado na cama, com minha pica mole, peguei uma toalha e coloquei debaixo da fenda da buceta, e com muito tesão pedi pra Mariana fazer força, e vários jorros de porra saíram misturados com os sucos da buceta; pela quantidade de porra que saiu, meu gozo foi antológico. Fiquei deitado na cama enquanto a Mariana se vestia, e ela falava como tinha se divertido. Sem me preocupar em me vestir, fomos pra sala, estranhei encontrar a porta do meu quarto entreaberta, quando tinha certeza que tinha deixado fechada.
Acompanhei a Mariana até a porta e fui direto pro banheiro, precisava de um banho. Enquanto tomava banho, pensava que se minha sobrinha tinha chegado, com certeza nos ouviu fodendo com a Mariana, além disso a porta do meu quarto não tava bem fechada.
Tava nas minhas divagações quando sinto baterem na porta do banheiro, era a Gisele avisando que tinha chegado, me aliviou saber que ela não tava enquanto eu tava comendo a Mariana. Saí do banheiro só com uma toalha na cintura, e cruzei com minha sobrinha, ela ficou me olhando, me pareceu que passou a língua nos lábios, fui pro meu quarto e me Você tá bem vestida pra ficar em casa.
Já era quase hora do jantar e a Gisele tava na cozinha lavando uns legumes, tava uma gostosa, uma calça jeans bem justinha e uma camisetinha curta.
— O que a gente vai jantar, sobrinha?
— Vou fazer uma salada, não dá pra ficar sempre comendo comida pronta, não quero perder a silhueta — e se virando, ela reboleou bem a cintura, mostrando a bunda incrível que tem.
— Vou arrumar a mesa — falei, pegando os pratos e talheres.
— Juan, posso te chamar assim? Porque "tio" te deixa mais velho.
— Beleza, "Gise".
— Vou trocar de roupa, não aguento mais essa roupa, além disso, te obedeci e fui atrás de universidades, andei o dia inteiro, tô morta.
A Gisele foi se trocar, enquanto eu terminava a salada. Ela voltou quando eu tava servindo. Quando vi ela, quase tive um treco: um shortinho legging curto, que deixava os peitos da bunda de fora, e uma regata bem pequena, sem sutiã, onde dava pra ver os bicos. Meu pau, mesmo depois da maratona da tarde, acordou de novo.
Jantamos, eu bem desconfortável, de olho na Gise que tava adorando a situação. Terminamos e, juntos, levantamos e arrumamos tudo. Fomos pro sofá ver TV.
— Juan, se não for incômodo, você faz uma massagem nos meus pés? Tão doendo muito.
— Beleza — fui até meu quarto pegar um óleo de massagem.
A Gisele se deitou no sofá com as pernas esticadas no meu colo. Passei óleo nas mãos e comecei a trabalhar nos pés dela, com quatro dedos no peito do pé e força com os polegares na sola. A Gise ronronava de prazer. Minha sobrinha tinha uns pés muito bonitos, só que o calçado não ajudava. Fiquei um tempão nos pés, até que com uma cócega avisei que tinha terminado.
— Mmmmm, que massagem gostosa você faz. Se não for pedir demais, você faz nos meus ombros e nas costas?
— Gise, tô meio cansado — falei, tentando sair dessa.
— Vai lá, Juany — disse com cara de pirralha mimada.
— Vem cá, então. Fiquei sentado bem atrás e ela entre minhas pernas –
Com a Gise entre minhas pernas, passei mais óleo nas mãos e comecei com as massagens, da cintura, levando as tensões para o meio das costas, depois fui subindo pela coluna até minhas mãos entrarem debaixo da regata. A Gise levantou ela, deixando no pescoço, na frente o braço dela tapava aqueles peitos durinhos. Nem preciso falar como eu tava de pau duro naquele momento, a Gisele com certeza sentia ele na cintura, onde nossos corpos se encostavam.
Foi aí que a Gise, sem anestesia, me disse:
– Pelo visto sua amiga se divertiu bem essa tarde, porque você fez ela gritar pra caralho.
Fiquei gelado, sem saber o que dizer. A Gise virou a cabeça e me deu um beijo na boca, se levantou e foi pro quarto dela.
Foi aí que eu decidi que ia fazer minha sobrinha pagar por me deixar com o pau duro que nem chaleira.
Continua
Por causa do trabalho, emigrei da minha província natal pra Rosário, além disso nunca gostei de ficar debaixo das saias da família, com quem me dou muito bem, mas curto a independência.
Minha vida nessa cidade portuária, e enfiado no meu trampo com informática, sobra pouco tempo pra aproveitar a vida, até pouco tempo atrás me matava de trabalhar pra conseguir quitar meu apartamento, algo simples, com uma cozinha americana, três quartos pequenos, e o que não falta é um banheiro bom.
Quando quitei a hipoteca do apartamento, comecei a ter um alívio financeiro, e com isso decidi comprar um carro bonito, e tive mais tempo pra tocar projetos de marketing pela internet, o que me deu uma grana extra na renda.
Meu estilo de vida mudou bastante, fiquei mais promíscuo, tendo casos de fim de semana, o que deixava meu ego lá em cima, já que nunca me faltou companhia. Tudo seguia normal, tenho uma empregada que vem duas vezes por semana, segundas e quintas, pra arrumar e limpar tudo; mais de uma segunda-feira ela encontrou alguma peça feminina na minha cama, e deixava na gaveta do criado-mudo.
Depois de vários meses, resolvi tirar uns dias e ir visitar minha família, de quebra ver como o carro novo se saía na estrada, preparei tudo e saí cedinho de viagem, cheguei na minha província às seis da tarde, entre beijos e abraços dos parentes. Naquele sábado, nos juntamos todos pra jantar, e de quebra celebrar o aniversário da minha mãe. Revirei alguns parentes que há tempos tinha perdido contato, até que uma moça lindíssima, que entrou com cara bem séria, parecia que tinha tomado vinagre no café da manhã. Logo depois fiquei sabendo que era a "Gisele", a filha do meu primo, com quem eu me dava muito bem, me contou que estava de castigo, e não deixaram ela sair.
Gisele era uma morena, de olhos cor de mel, com tudo muito bem no lugar, não muito magra, com uns peitos iguais aos da mãe dela, no olho eu diria que um 85, cinturinha fina, e uns quadris, com uma bunda enorme, que dava pra ver de longe, a típica forma de violão.
Aprofundando mais, a garota fazia a vida deles um inferno, o castigo veio porque com 17 anos, ela tava mandando fotos de lingerie pro namorado, quando descobriram, tudo foi pro saco, o cara sumiu quando meu primo enfrentou ele. Nem preciso dizer que enquanto meu primo me contava as aventuras da menina, meu pau tava duro, ainda mais tendo ela a dois metros, com um corpão de matar.
Passei vários dias na casa dos meus pais, até que meus dias acabaram e eu voltei. Instalado de novo na minha casa, entrei em contato com várias amigas do job, pra ver se conseguia aliviar. Naquele fim de semana, encontrei uma amiguinha que me deixou em coma quatro.
No domingo, tava no apê, vendo um filme bom, quando toca a campainha, aí do jeito que tava, de shorts e sem camisa, abro a porta e me deparo com minha sobrinha, com uma bolsa na mão e a mochila nas costas. Surpreso, mandei ela entrar, pergunto o que ela tá fazendo aqui.
Ela me conta que brigou feio com os pais, e que sem saber o que fazer, pegou um ônibus e veio pra Rosário, o endereço tava na agenda do meu primo, então não foi difícil achar. Perguntei se os pais sabiam onde ela tava, quando ela disse que não, falei que se a gente não avisasse, eu ia me meter em encrenca. Ela me fez prometer que não ia ligar nem falar nada, coisa que claro, não cumpri.
Coloquei ela no quarto onde tenho toda a bagunça, que também tem minha cama de solteiro, já que o melhor quarto é o que eu ocupo, o outro, que é mais tranquilo, virei meu escritório.
Na manhã seguinte, do meu trabalho, liguei pro meu primo e comentei que a Mina tava em casa:
- Juan, manda ela pra cá urgente, que cara de pau cair assim.
- Primo, não esquenta, é melhor ela ficar uns dias aqui, até a poeira baixar, cê não acha?
- Sei lá, cê tem sua vida, essa mina vai te encher o saco.
- Deixa ela uns dias, quando começar a encher, mando ela de volta embrulhada de presente – falei brincando.
- Tá bom, mas qualquer coisa me liga, e me mantém por dentro de tudo, confio em você.
- Fica tranquilo, eu cuido dela, primo.
Me despedi do meu primo e fiquei bem focado nos meus trampos; às cinco da tarde fui pra casa, cheio de curiosidade pra ver o que ia encontrar. O apê tava impecável, a diarista tinha deixado tudo nos trinques; no som tava tocando um som do 4 Non Blondes. Avisei que tinha chegado, e minha sobrinha saiu do quarto com uns shortinhos que pareciam pintados no corpo, uma regata amarrada na cintura, deixando o umbigo de fora.
Tive que me segurar pra não ficar com cara de otário, babando; ela deve ter percebido. Fui direto pro meu quarto, me troquei, fiquei de roupa de casa. Sentei no sofá que tenho na frente da TV, e minha sobrinha sentou do meu lado, me abraçou:
- Tio, que feliz que tô de estar aqui com você.
- Eu também gosto de ter você comigo.
- Nossa, tio, como isso soou, hmmm.
- O que eu falei? – me fazendo de sonsão.
- Nada, nada.
- O que cê quer jantar?
- Sei lá, me surpreende.
Liguei pra uma pizzaria onde era cliente e pedi uma pizza, metade primavera e metade de palmito, uma cerveja e um refri. O delivery demorou 20 minutos pra chegar, e botando um filme, a gente se sentou no sofá pra comer. A Gisele tava igual criança com brinquedo novo; entre nós dois a gente mandou a cerveja pra dentro, o refri nem tocamos. Ela se encarregou de levantar e organizar tudo, expliquei como funciona a lava-louças, ela amou o aparelho.
- Tio, deixa que eu arrumo tudo, é o mínimo que posso fazer pela "encheção de saco" de ficar aqui – ela falou esse "ficar aqui" com um tom especial. - Não é incômodo, sobrinha. Aliás, tá faltando uma presença feminina na casa.
Ela sentou do meu lado, me agarrou pelo braço, se aninhou em mim, apoiou a cabeça no meu ombro. Meu pau não demorou pra dar sinais de vida. Bem disfarçado, me ajeitei pra não deixar visível a ereção enorme que eu tava. O filme se estendeu bastante e a Gisele acabou dormindo. Mesmo meio desconfortável, não quis me mexer pra não acordar ela. Quando o filme terminou, acordei a Gisele e descobri que ela tinha o sono bem pesado, então levantei ela e coloquei na cama que ela usava.
Vi como ela tinha decorado o quarto, a organização tava impecável. Fui até o armário, peguei um cobertor pra cobrir ela. Quando tava cobrindo, ela virou de lado e um peito escapou da regata, então pude ver um mamilo lindo, rosado. Sem conseguir evitar, passei meus dedos de leve nele. Caindo na real, cobri ela e fui pro meu quarto. Bati uma punheta daquelas, que deixou vários respingos de porra no chão. Mais calmo, dormi.
O despertador tocou como todo dia às seis e meia. Fiquei uns minutos na cama, levantei pra tomar um banho, me vesti. Quando cheguei na cozinha, a Gisele tava lá, fazendo meu café da manhã. Quase tive um troço quando vi ela: tava com uma camisola bem transparente e uma tanguinha daquelas que é só um fiozinho na parte da bunda.
Sentamos juntos na mesa pra tomar café. Não conseguia tirar os olhos dos peitos da minha sobrinha. Ficamos conversando sobre vários assuntos. Entre outras coisas, falei que não queria ela fazendo nada o dia todo, então mandei ela dar uma olhada nas universidades porque queria que ela estudasse. Ela meio que resmungou, mas uma conversa divertida convenceu ela de que era o melhor pro futuro dela.
No meio da manhã, ela me ligou no trabalho me dando detalhes do que ia fazer durante o dia.
Naquela tarde, cheguei em casa e na entrada tava a Mariana, uma gostosa que eu via direto. Com ela era só putaria. comer, tirar uma gostosa, aliviar a vontade e pronto, sem compromisso, era exatamente o que eu precisava. Assim que ela entrou, começou a se despir, enquanto pendurada no meu pescoço, enfiava a língua na minha boca. Naquele dia, a Mariana estava mais safada que o normal; quando fiquei pelado, ela me empurrou na cama e se jogou pra chupar meu pau, parecia que queria arrancar ele fora, enfiava tudo na boca. Vale dizer que não tenho uma anaconda, mas também não é um palito, então sentia meu pau batendo na garganta dela, uma porrada de saliva molhava minhas bolas e seguia o caminho. Mariana me batia uma punheta, chupava com força, passava a língua nas minhas bolas, enfiava tudo de novo; tava me deixando louco, quando eu ia gozar, ela parou e, se posicionando em cima de mim, sentou na minha cara, deixando toda a buceta molhada pra eu dar o mesmo tratamento que ela deu no meu pau.
Sem perder tempo, comecei a chupar a buceta dela, Mariana começou a gemer bem alto e a me xingar de prazer:
— haaaayyyyyy, siiiiiii que delícia, vai, vai, continua me chupando ahhhhhhhhh, vai, continua que você me faz gozar, vai, não para agora, vai, acabei de gozar!!!!!!!!!!!!
Mariana saiu de cima de mim e se espalhou na cama, de olhos fechados; sem dar tempo dela se recuperar, virei ela de barriga pra cima, coloquei as pernas dela nos meus ombros e fui enfiando devagar, aproveitando cada centímetro que entrava, quando minhas bolas bateram na bunda dela, Mariana gemeu de novo.
Comecei uma metida e tirada frenética, quase saindo da buceta pra enfiar tudo de novo, Mariana quicava no colchão, o que aumentava a força das enfiadas que eu dava nela. Mariana teve um orgasmo barulhento, virei ela de quatro, com as pernas bem abertas, e enfiei de novo até o fundo; por trás, abri a bunda dela, deixando o cu exposto, lambi ele todo e, com o polegar, fiz movimentos circulares no anel, até sentir que se relaxou, e o asterisco chupou o dedo, a partir daí, os gemidos viraram gritos de prazer. Com o polegar enfiado no cu e o resto da mão na bunda da Mariana, eu a movia pra lá e pra cá, enfiando com mais força a pica. A buceta da Mariana era um mar de sucos, sentia como molhava minhas bolas, que batiam no clitóris dela. Não aguentei muito, acelerei meus movimentos, e a Mariana percebeu que eu tava no limite e acelerou o gozo dela, sentir as pulsações da buceta dela na minha pica e como o cu apertava meu dedo, me fez chegar no ponto sem volta, e deixando ela enfiada até o fundo, soltei vários jatos de porra, sentia que até os rins iam embora pela pica de tão forte que foi meu gozo.
A Mariana ficou de bunda empinada e o rosto apoiado na cama, com minha pica mole, peguei uma toalha e coloquei debaixo da fenda da buceta, e com muito tesão pedi pra Mariana fazer força, e vários jorros de porra saíram misturados com os sucos da buceta; pela quantidade de porra que saiu, meu gozo foi antológico. Fiquei deitado na cama enquanto a Mariana se vestia, e ela falava como tinha se divertido. Sem me preocupar em me vestir, fomos pra sala, estranhei encontrar a porta do meu quarto entreaberta, quando tinha certeza que tinha deixado fechada.
Acompanhei a Mariana até a porta e fui direto pro banheiro, precisava de um banho. Enquanto tomava banho, pensava que se minha sobrinha tinha chegado, com certeza nos ouviu fodendo com a Mariana, além disso a porta do meu quarto não tava bem fechada.
Tava nas minhas divagações quando sinto baterem na porta do banheiro, era a Gisele avisando que tinha chegado, me aliviou saber que ela não tava enquanto eu tava comendo a Mariana. Saí do banheiro só com uma toalha na cintura, e cruzei com minha sobrinha, ela ficou me olhando, me pareceu que passou a língua nos lábios, fui pro meu quarto e me Você tá bem vestida pra ficar em casa.
Já era quase hora do jantar e a Gisele tava na cozinha lavando uns legumes, tava uma gostosa, uma calça jeans bem justinha e uma camisetinha curta.
— O que a gente vai jantar, sobrinha?
— Vou fazer uma salada, não dá pra ficar sempre comendo comida pronta, não quero perder a silhueta — e se virando, ela reboleou bem a cintura, mostrando a bunda incrível que tem.
— Vou arrumar a mesa — falei, pegando os pratos e talheres.
— Juan, posso te chamar assim? Porque "tio" te deixa mais velho.
— Beleza, "Gise".
— Vou trocar de roupa, não aguento mais essa roupa, além disso, te obedeci e fui atrás de universidades, andei o dia inteiro, tô morta.
A Gisele foi se trocar, enquanto eu terminava a salada. Ela voltou quando eu tava servindo. Quando vi ela, quase tive um treco: um shortinho legging curto, que deixava os peitos da bunda de fora, e uma regata bem pequena, sem sutiã, onde dava pra ver os bicos. Meu pau, mesmo depois da maratona da tarde, acordou de novo.
Jantamos, eu bem desconfortável, de olho na Gise que tava adorando a situação. Terminamos e, juntos, levantamos e arrumamos tudo. Fomos pro sofá ver TV.
— Juan, se não for incômodo, você faz uma massagem nos meus pés? Tão doendo muito.
— Beleza — fui até meu quarto pegar um óleo de massagem.
A Gisele se deitou no sofá com as pernas esticadas no meu colo. Passei óleo nas mãos e comecei a trabalhar nos pés dela, com quatro dedos no peito do pé e força com os polegares na sola. A Gise ronronava de prazer. Minha sobrinha tinha uns pés muito bonitos, só que o calçado não ajudava. Fiquei um tempão nos pés, até que com uma cócega avisei que tinha terminado.
— Mmmmm, que massagem gostosa você faz. Se não for pedir demais, você faz nos meus ombros e nas costas?
— Gise, tô meio cansado — falei, tentando sair dessa.
— Vai lá, Juany — disse com cara de pirralha mimada.
— Vem cá, então. Fiquei sentado bem atrás e ela entre minhas pernas –
Com a Gise entre minhas pernas, passei mais óleo nas mãos e comecei com as massagens, da cintura, levando as tensões para o meio das costas, depois fui subindo pela coluna até minhas mãos entrarem debaixo da regata. A Gise levantou ela, deixando no pescoço, na frente o braço dela tapava aqueles peitos durinhos. Nem preciso falar como eu tava de pau duro naquele momento, a Gisele com certeza sentia ele na cintura, onde nossos corpos se encostavam.
Foi aí que a Gise, sem anestesia, me disse:
– Pelo visto sua amiga se divertiu bem essa tarde, porque você fez ela gritar pra caralho.
Fiquei gelado, sem saber o que dizer. A Gise virou a cabeça e me deu um beijo na boca, se levantou e foi pro quarto dela.
Foi aí que eu decidi que ia fazer minha sobrinha pagar por me deixar com o pau duro que nem chaleira.
Continua
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