Outros contos curtos...
A garota do tremE aí, gostosa, bora dar uma relaxada? Tô ligado que você tá afim de umas ideias mais quentes.Por um erro—¡Ay, caramba! ¡Qué rica estás! —exclamó, dejando caer la mirada sobre sus curvas.
—Mmm, ¿te gusta lo que ves, papi? —respondió ella, mordiéndose el labio.
—Claro que sí, mami. Esa cinturita y esas caderas me vuelven loco.
—Pues ven acá y tócame, que ya me estoy mojando solo de pensar en ti.Me pediram um favor.||Fantasía dela, fantasia dos dois¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Faça com que soe natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Duas gerações¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando términos coloquiales y slang brasileño:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Férias no hotel¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
**"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais."**Três não é multidão, quatro é prazer.¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.A gostosa do estágio.
(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Faz uns meses que tomei a decisão de mudar de apê. Na mesma cidade, claro, mas melhor conectado com tudo. E ao mesmo tempo queria que fosse um lugar tranquilo. Então, depois de sete meses, quando encontrei um apê que encaixava no meu orçamento e nos meus gostos, não hesitei em me jogar de cabeça pra lá. Dois quartos era um pouco exagero pra mim, mas não tinha muito problema ter um dormitório vazio… Só ter que limpar a poeira de vez em quando.
E claro, mudar de bairro também significa mudar de hábitos. O bar onde eu costumava ir pra tomar alguma coisa, por exemplo, agora ficava longe demais pra pensar em ir com frequência. Talvez aos domingos, excepcionalmente. Então, uma busca no Google Maps, e… bingo! O mais bem avaliado ficava bem na calçada em frente.
Desci com o tablet, com a intenção de tomar uma xícara bem carregada de café e me animar pra fazer algo produtivo. O responsável seria terminar um relatório que meu chefe tinha pedido pra segunda (como se me pagassem pra trabalhar no fim de semana) e o irresponsável seria passar o tempo olhando páginas na internet.
O lugar era bem aconchegante. Várias mesas baixas pra sentar, onde diferentes pessoas tomavam o que tinham pedido, e um balcão comprido… atrás do qual tinha uma deusa de cabelo ruivo preso numa trança que caía no ombro, óculos de grau, olhos azuis, pele pálida, e uma expressão angelical que me deixou besta. Sacudi a cabeça e fui pra única mesa que tava livre.
"Bom dia. O que vai querer?", perguntou aparecendo de repente pelas minhas costas com um bloquinho nas mãos. Notei umas sardas leves no rosto dela, e as unhas da mão sem pintura. Gostei ainda mais. Odeio maquiagem e cosméticos.
"Um café com leite, por favor", pedi.
"Quer comer alguma coisa?"
"Não, obrigado. E não me… trata por você" terminei, mas ela já tinha ido pra trás do balcão pra ligar a cafeteira. Foda-se. Caralho, o Google realmente me recomendou um lugar bom.
Liguei o tablet e pensei em ler as notícias, mas percebi que não conseguia. Meus olhos desviavam com muita facilidade pra aquela garotinha. Calculei que ela devia ter, com certeza, menos anos que eu. Por sorte, meus olhos são rápidos geralmente e evitei que ela me visse olhando várias vezes, fingindo que eu era apaixonado pelo estilo das paredes, brancas em cima e marrom-madeira embaixo.
"Que lugar bonito", falei enquanto me aproximava pra pagar.
"É, é um lugar agradável. O orgulho do meu chefe", respondeu ela enquanto pegava o dinheiro e abria a caixa registradora. "Eu só trabalho aqui pra pagar meus estudos".
"Ah, e o que você estuda?"
"Massoterapia. Queria montar meu próprio negócio", me contou. "Seu troco, cavalheiro".
"Valeu, e não precisa me tratar por senhor".
"Desculpa, o costume", brincou. "Como é a primeira vez que você vem aqui..."
"Acabei de me mudar faz pouco tempo."
"Então tomara que eu te veja mais por aqui", ela me disse com um sorriso que me deixou besta.
Voltei pro meu apartamento, e ao me ver rodeado por caixas de mudança cheias de livros e filmes, me arrependi de não ter ficado mais um tempo no bar. Bom, melhor ligar a televisão.
Durante a semana toda, eu descia naquele bar depois do trabalho pra tomar meu café. Em algumas ocasiões, fui com algum amigo, o que me tirava oportunidades de conversar com Abigail, que era como ela se chamava, segundo me disse no segundo dia que estive por lá.
"Mas odeio meu nome. PrefiroDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.—, ela me disse.
—Pois então, nesse caso, Abby, vou te chamar assim.
Lembro que naquela hora o babaca do chefe dela deu um berro, algo tipo “Abigail, atende a mesa cinco!”. Nós dois demos risada e não enrolei ela até que voltasse, dez minutos depois. E pra esticar um pouco a conversa, pedi outro café.
Chegou o sábado e pensei em dar uma passada lá de manhã, mas tomei um baita de um fora: ela não estava, só um moleque que parecia largado. Cabelo bagunçado, barba por fazer... Definitivamente, nada a ver com a Abby. Ele me atendeu com uma cara de seriedade total, como se tanto fizesse eu pedir um café ou um litro de água sanitária pra beber.
De tarde já não consegui aparecer. Tinha combinado com uns amigos de conhecer um novo centro de lazer que tinham aberto, e passamos a noite experimentando lugares novos. Conhecemos umas minas que, na bobeira, se juntaram com a gente. Uma me chamou atenção especialmente, tinha uma cara de gótica e o cabelo pintado de azul. Mas não rolei nada com ela, então quando voltei pra casa, me joguei sozinho na cama e comecei a ver episódios repetidos deAmigosaté que eu dormi.
No domingo, decidi me dar um pequeno mimo e descer pra tomar café da manhã no bar. Mesmo que tivesse que aturar aquele chato do dia anterior. Mas não, não foi assim. A Abby estava atrás do balcão. Mas não estava tão gostosa como sempre. Quer dizer, ainda era bonita, mas o cabelo não estava numa trança, e sim solto e mal penteado. E os olhos lindos dela estavam marcados por duas olheiras feias. Porra.
"Bom dia, baladeira", brinquei e me arrependi na hora, porque ela me lançou um olhar de matar. Além disso, não tinha mais ninguém no bar, ela podia ter me matado e escondido meu cadáver sem testemunhas.
"Não tô a fim", ela soltou. "Café?"
"Por favor…" pedi. "Desculpa, não quis te ofender."
"Você não me ofende… Todo sábado e domingo a mesma merda… O filho da puta do meu chefe me coloca no turno da tarde-noite no sábado, e no domingo de manhã eu tenho que voltar pra atender isso…"
"Não me fode!", então por isso não tinha visto ela ontem.
"Pois é. Ontem saí daqui às duas e meia… e não cheguei em casa até quase quatro. Não tem transporte público a essa hora, e um taxi demorou uma eternidade… Tô exausta…"
"Bom, pelo menos a essa hora não vem muita gente."
"Faltam… trinta minutos pra começarem a chegar. Tava quase tirando um cochilo quando você entrou", ela confessou.
"Poxa, desculpa."
"Relaxa."
"Então, se falta meia hora até os habituais aparecerem, por que você não toma um café enquanto isso?"
"Pois é, que se foda. Mesmo que aquele idiota queira me mandar embora. Tô de saco cheio."
Enquanto ela servia um café, comecei a pensar. Devia conseguir ajudar ela de algum jeito. Ela saiu de trás do balcão pra sentar do meu lado, e naquele momento percebi. Podia ser meio cara de pau, mas no fim das contas era a única coisa que eu podia fazer por ela.
"Escuta, Abby, talvez eu possa te dar uma força."
"Com meu trabalho de merda?"
"Com seus horários de merda", vai, um, dois e três. "Eu tenho um quarto vago. na minha casa. Se aos sábados você sai tão tarde, podia subir e passar a noite aqui, sem ter que ir até sua casa nesse horário e acordar tão cedo pra vir pra cá".
"... Não seria meio inapropriado?"
"Bom, você vai subir só pra dormir. E tendo o quarto vazio, não tem problema se usar uma vez por semana".
"Sabe de uma? Aceito", ela disse, se levantando. "Vou começar a preparar isso pra quando o pessoal chegar. Valeu", falou, e me deu um beijo na bochecha.
Acho que fiquei vermelho, mas ela estava arrumando as mesas e não conseguiu me ver. Sorri.
Então, no sábado seguinte, fiz minha rotina normal de sair com meus amigos pra algum lugar. Foi um sábado pior, já que nenhumagarota góticaSe juntou com a gente. Ficamos na nossa. Na real, a gente tinha um acordo entre os quatro: se alguém arrumasse uma namorada, não podia trazer a mina pra noitada. Pra não deixar os outros de vela.
No meio da zoeira, meu amigo Carlos se perdeu no caminho de volta, então quando a gente viu, já eram duas da manhã. Ele me deixou na esquina da rua e eu me apressei pra chegar no meu apê. E foi nessa hora que a Abby saiu do bar.
“Oi!”, gritei de longe.
“Oi. Fiquei assustada quando não vi luz no seu apê.”
“A gente demorou um pouco mais pra voltar. Vai subir?”
“Por favor. Preciso dormir”, ela falou.
Subimos as escadas e a Abby entrou no meu apê pela primeira vez. Aquele que eu tinha esquecido de arrumar antes dela subir. Mas nem ela tinha energia pra comentar, nem eu pra fingir que tava ocupado demais, então só levei ela pro quarto dela.
“A cama tá arrumada. Do jeito que consegui, não sou nenhum expert”, falei. “E o banheiro é aquela porta.”
“Valeu”, ela respondeu.
“Boa noite, Abby.”
“Boa noite.”
Ela se jogou na cama pra dormir, sem nem se dar ao trabalho de se cobrir, deitou de olhos fechados em cima do colchão. Fechei a porta e fui dormir também. Ou pelo menos tentar. Mesmo tendo ido pra cama relativamente de boa, acordei umas uma hora depois com vontade de ir no banheiro.
Levantei e fui pra lá, sem me cobrir (costumo dormir só de cueca), e me preparei pra mijar. Mas nessa hora a porta abriu. Vi num relance a Abby, só de camiseta e calcinha, antes de fechar a porta rapidão.
“Desculpa!”, ela gritou.
“Fica tranquila, não demoro”, falei.
Terminei o serviço, me lavei e saí de lá.
“É todo seu.”
“Desculpa, que coincidência”, ela disse enquanto entrava no banheiro.
“Boa noite”, falei e voltei pro meu quarto, pensando:Que gostosa ela tava de calcinhaMe joguei na cama e tentei dormir de novo, e nem preciso dizer que a Abby apareceu nos meus sonhos naquela noite. Quase dava pra sentir o cheirinho delicado dela e tocar na pele macia…
De manhã, ouvi um barulhinho. Levantei bocejando e espiei a cabeça. A Abby já estava vestida, e o barulho do calçado dela foi o que me acordou. Devia estar acordada há um tempinho, porque tinha conseguido fazer a trança característica dela e não tinha olheiras. Foi uma boa ideia deixar ela passar a noite ali.
“Bom dia”, saudei. “Já tomou café?”
“Ah, não, não. Vou tomar café lá embaixo agora, não se preocupa. É cedo, mas tenho que estar lá.”
“Bom, como preferir. Eu tenho que dar uma arrumada aqui. Depois passo lá pra tomar alguma coisa, lá pro meio-dia.”
“Pode descer pra comer, a cozinheira faz uma tortilha excelente.”
“Não recusaria esse prato”, sorri.
“Ei, e… muito obrigada por me deixar descansar aqui. Fazia muitos sábados que não dormia tão bem assim.”
“Não tem de quê”, respondi, mas de repente me vi abraçado pela Abby. “Que efusiva…”
“Não conheço muita gente que faça favores”, disse a Abby, “e ainda mais com o trabalho que eu tenho. Meus amigos passam o tempo saindo e eu condenada naquela barra estúpida. Fez bem ter sua companhia.”
“Então, mais tarde passo por lá.”
Ela sorriu pra mim e, depois de um beijo na bochecha, saiu da minha casa.
Mesmo nas semanas seguintes não conseguindo passar com tanta frequência pra tomar meu lanche de sempre, por causa daquele chefe filho da puta que me obrigava a terminar coisas impossíveis, a Abby não ia escapar da minha presença. A verdade é que eu gostava pra caralho dela, e vou ser um idiota se disser que não me importava muito do fato daquela deusa estar fora do meu alcance. Eu me contentava com aqueles momentos que a gente passava junto.
Até que no sábado passado, quando ela subiu pro meu apartamento e fui recebê-la, me surpreendi com o quanto era cedo.
“Uma hora. Já fecharam?”
“Não tinha gente. Então…” ela levantou uma sacola, “tá afim de umas batatas e uns nachos?”
Eu Tinha jantado antes com meus colegas, mas por que recusar jantar de novo? Sentamos na mesa e fiquei beliscando um pouco enquanto ela aproveitava pra jantar. Parece que o chefe dela tinha imposto a regra idiota de não poder jantar até que as mesas estivessem todas atendidas.
"Acho que as cinco estrelas no Google Maps são por sua causa, seu babaca", falei pra ela.
"Você exagera", ela disse, mas percebi que sorriu. "Ei, não pense que não notei."
"Notou... o quê?", perguntei antes de fazer alguma pergunta comprometedora.
"Você não me cobrou nada pra ficar aqui. Os aluguéis nessa área não são baratos."
"O quarto tá sobrando. O que eu vou fazer, cobrar por uma noite por semana? Que absurdo."
"Ainda assim não acho justo. Olha, você sabe que segunda a gente fecha. Que tal, em compensação por me hospedar, eu te dar uma massagem daquelas? Te notei bem estressado, e você não senta direito..."
"As cadeiras do escritório são um lixo", falei. "Mas também não precisa me dar massagem..."
"Por favor", ela pediu. "Me sinto culpada por abusar da sua hospitalidade."
"Não precisa..."
"Ou isso ou te pago algo simbólico."
"Tá bom. Aceito que segunda você me dê uma massagem."
"Onde você trabalha?"
Passei o endereço do escritório.
"Então olha, vou te mandar meu endereço", ela disse enquanto me enviava um WhatsApp. "Moro perto daí, então é só subir direto."
"Beleza. Mas ei, seus pais não vão estar lá? Se vão pensar alguma besteira..."
"Meus pais?", ela riu. "Não, moro com duas universitárias, elas passam o dia fora. Que nem eu", riu de novo. "É só chamar no interfone que eu abro, já deixo tudo preparado", falou.
"Perfeito. Muito obrigado então."
"Quer a mousse de chocolate?"
"Não, valeu. Acho que vou dormir", falei. A verdade é que tava meio cansado naquele sábado.
"Tá bom. Boa noite", ela disse.
O domingo passou rápido, bem diferente do Segunda-feira, parecia que a hora de sair nunca ia chegar. Ficava olhando o relógio com impaciência, porque tinha percebido que seria a primeira vez que veria a Abby fora do ambiente de trabalho (afinal, minha casa era só um ponto de passagem pra ela), e ficava me perguntando como seria a casa dela.
Quando finalmente chegou a hora, nem me preocupei em ir até o carro como de costume. Em vez disso, caminhei por uns minutos entre as ruas e não demorei pra chegar no apartamento da Abby. Chamei no porteiro e ela não demorou pra me abrir a porta. Subi uns andares (não costumo pegar elevador quando tô sozinho) e apertei a campainha.
"Bem-vindo", disse a Abby com um tom de voz suave. "Pode entrar."
"Oi, Abby. Que... gostosa você tá", comentei, porque ela tinha me recebido de roupão preto. Bem profissional.
"Bom, mesmo sendo pra um amigo, tenho que fazer as massagens direito. Além disso, me dá mobilidade", falou enquanto me levava pro quarto dela. Era simples. Paredes brancas, móveis marrom claro (uma mesa, um armário e uma cadeira), a cama combinando, e entre a cama e o armário, tinha montado a maca. "Me avisa quando estiver pronto."
"Pronto?"
"Você nunca tomou uma massagem?", perguntou. "Tira a roupa, dobra bem direitinho... usa minha cama, se quiser, sobe na maca e se cobre com a toalha."
"Ah... tá bom."
"Vou esperar lá fora."
Quando ela fechou a porta (deixando uma fresta, imaginei que pra me ouvir chamar), fiz o que ela tinha mandado. Tirei toda a roupa e subi na maca. Coloquei a toalha por cima da bunda e me deitei de bruços. Doeu um pouco, porque por causa do tesão daquela situação eu tinha ficado de pau duro e agora minha ereção tava esmagada pelo meu próprio corpo.
"Abby!", chamei, tentando não levantar muito a voz. "Tô pronto."
Ela entrou no quarto e fechou a porta. Tava com o celular na mão. Colocou uma playlist de música relaxante no Spotify e se aproximou de mim. Passou uma loção de massagem nas mãos e senti as mãos dela na minha costa. Que delícia. gostoso.
“Um dia longo?”, ele perguntou, mantendo o tom de voz baixo.
“Sim. Segunda-feira é o pior dia da semana. Imagino que você tenha descansado.”
“Um pouco”, ele começou a trabalhar no meu pescoço. “Mas fazer o quê, no final tudo acabou...”
“Te sinto tenso”, comentou enquanto continuava me tratando. “Relaxa.”Você tem moleza, não tem uma gostosa passando a mão no teu corpo inteiro., pensei, mas não falei, claro. Tentei levar na boa enquanto a Abby continuava cuidando de mim. Que maravilha. Depois de uns minutos, ela desceu pelas minhas pernas, que pelo visto estavam bem tensas. Soltei um barulho estranho, aceitava sem pensar todos os conselhos dela. Aquelas mãos eram mágicas.
"Me permite?", ela perguntou enquanto levantava a toalha devagar. "Espero que não se sinta desconfortável", comentou enquanto começava a trabalhar meus glúteos. "Tá bom?"
"T-Tá ótimo", respondi, porque não esperava por aquilo. A real é que aquele massaginho na bunda tava me agradando pra caralho.
"Vira pra cá", ela pediu com suavidade.
"Vi... Virar?"
"É, preciso trabalhar seu peito também", falou.
"Não... não precisa não...", eu disse. Tava desejando aquilo? Sim. Tava com vergonha de ela me ver de pau duro? Também.
"Faz o que eu tô falando", ela disse, levantando a toalha até tampar os olhos. "Vira", repetiu.
Me virei e ela cobriu minha nudez devagar. Fechei os olhos enquanto ela continuava me tocando, dessa vez com menos força do que tinha usado nas minhas costas. Parece que o peito era mais sensível. Porra, com aquela massagem era impossível não ficar de pau duro. Abri os olhos e vi ela em cima de mim, sorrindo. Desceu pelas minhas pernas de novo, enquanto eu me sentia no paraíso.
"Tá se sentindo melhor?", ela perguntou. "Já tô terminando".
"Tô me sentindo um milhão de dólares", respondi.
"Que bom. Fecha os olhos", ela pediu. "Vou fazer uns passes relaxantes".
Ela voltou a passar os dedos pelo meu corpo, bem de leve, quase só roçando... Por que um gesto tão simples fazia meu pau tremer? Esperei que ela não tivesse percebido, mas mesmo com a toalha eu sentia ele se mexendo. Queria sumir.
"Gostou?"
"Pra caralho", respondi. "Muito obrigado, Abby..."
"Ainda posso fazer mais uma coisa... Acho que você ainda tá meio tenso", ela sussurrou.
"O que você vai fazer?"
"Me dá a mão", ela disse. "E fecha os olhos".
Voltei a mergulhar na escuridão enquanto ela me dava a mão dela. Mãozinha delicada. Me perguntei o que ela faria. E de repente notei que a outra mão dela pousava em cima do meu pau, ainda coberto pela toalha. Mas estava ali.
“Abby!”
“Fala”, ela sussurrou enquanto começava a enfiar a mão por baixo.
“O que… você tá fazendo comigo?”, a pergunta era realmente bem idiota. Ela tinha começado a me bater uma punheta. Devagar, mas com a mão firme. Porra, ela era maravilhosa.
“Não conhece massagem com final feliz?”final feliz—?", ela perguntou. "Posso parar se você não gostar."
"Claro que gosto, mas por quê?"
"Porque eu gosto de você", disse enquanto soltava minha mão. "Quando você se ofereceu pra eu dormir na sua casa, não foi com segundas intenções", acrescentou, enquanto usava a mão que tinha soltado pra acariciar minhas bolas. "Você é legal comigo, não me trata como se eu fosse uma empregada quando pede no bar", continuou, ainda me dando prazer. "Sou estranha, eu sei. Mas você é o primeiro em muito tempo que me trata como gente. E eu gosto disso."
"Abby, você... também gosto de você... a gente podia ter conversado e..."
"Não dá tanta importância pra isso", disse e se inclinou pra me beijar sem que a mão dela parasse de me dar prazer. Porra, não... Por que ela tava acelerando o ritmo? Merda, não dava pra segurar, eu tinha ficado excitado demais enquanto ela começava a me punhetar. Sem conseguir evitar, gozei pra caralho, sujando a mão dela toda e meu próprio peito de porra.
"Que bagunça..." comentou a Abby, mas parecia satisfeita. "Não se mexe ainda, você pode cair no chão."
Ela começou a me limpar com a toalha que tinha me coberto. A verdade é que eu mal tava sentindo a cabeça naquele momento. Deixei ela me limpar e no fim ela ficou de pé do meu lado.
"Você disse que também gosta de mim... no fundo eu já contava com isso", falou.
"Sério?"
"Olha", disse e abriu um pouco o roupão. Vi os peitos dela descobertos. Que mamilos lindos. Depois pediu pra eu enfiar a mão por baixo da roupa, e pra minha surpresa toquei na bunda nua dela. Ela tava quase só coberta por aquele roupão preto, nada mais. E pra mim.
"Gosto do que você tem", comentei. "E isso..." acrescentei ao perceber o quanto ela tava molhada. Devia ter ficado com tesão com as punhetas.
"Aaaaaah!" gemeu. "Não faz isso... sem avisar..."
"Você gosta, gostosa?"
Ela concordou devagar.
"Escuta... Isso faz a gente namorar?", perguntou tentando se controlar.
"Sim... quero, sim..."
E num impulso ela subiu na maca onde eu tava. Levantou o bata, deixando a bucetinha dela à mostra. Ela segurou meu pau duro e guiou pra dentro dela. Entrei devagar. Ela começou a cavalgar num ritmo gostoso. Do massagem, a gente já tava transando. Ela abriu o roupão até quase parecer um casaquinho vestido, me deixando ver os peitos dela quicando. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo…
"Sabia que isso ia ser maravilhoso", ela gemeu. "Me dá mais… Eu gosto de você… Aaaaaah…."
"Abby!", eu gemi. "Se você continuar se mexendo assim… vou gozar!"
"Eu também!", gemeu a Abby. "Vamos gozar… juntos… aaaaah!"
E a gente conseguiu gozar ao mesmo tempo. Ela se deitou em cima de mim e a gente se beijou de língua enquanto deixava o orgasmo passar. Tinha sido intenso pra caralho. Sem vergonha nenhuma, puxei o roupão dela devagar até ela ficar completamente pelada. Passei a mão nas costas dela, na bunda, no corpo inteiro enquanto a gente descansava.
"Sabe? Meu colchão é ainda mais confortável", ela sussurrou no meu ouvido.
Aí a gente se mudou pra lá, e de repente eu tava dominado por ela de novo. Antes que eu percebesse, a cabeça dela tava entre minhas pernas… e os lábios dela acariciaram a cabeça do meu pau. Ela começou a chupar, igual na punheta que tinha me dado, devagar, se deliciando no ato. Ela tava de olhos fechados, mas não parecia incomodada. Me perguntei se ia dar merda se eu acariciasse a cabeça dela… Deu, sim, mais intensidade.
"Abby… escuta, tô feliz… por poder estar com você… não precisa fazer isso…"
"Xiiiiu…", ela sussurrou. "Fica quieto, bebê… só aproveita", ela pediu antes de continuar chupando. Talvez agora um pouco mais intenso. As mãos dela acompanhavam, acariciando minhas bolas. Não tem homem hétero no mundo que aguente um ataque desses.
"Abby… vou gozar", avisei, "por favor, para… Abby! Tô gozando, Abby!"
E sem ela se incomodar, gozei dentro da boca dela. Não muito forte, claro, já tinha gozado duas vezes. Mas mesmo assim…
"Abby… não precisava ter feito isso…", falei quando voltei a me ligar na situação.
"Eu sei", ela respondeu. Ela disse enquanto subia de novo em cima de mim. "Tenho um probleminha... gosto de tomar o controle durante o sexo. Curto pra caralho fazer de tudo."
"Mas também tem que aprender a se deixar levar", falei.
"Já imaginava que você era desse tipo", disse ela com um sorriso. "Vai me fazer o love? Vai me ensinar a deitar e aproveitar?"
Uns momentos depois, ela estava deitada de barriga pra cima na cama com as pernas apoiadas no meu peito. Eu segurava ela firme pela cintura e minha pica entrava e saía dela repetidas vezes. Fiz devagar, me deliciando como parecia que ela gostava. Ela gemeu várias vezes, pedindo mais velocidade, mais porrada, e embora fosse tentador, eu precisava ensinar um pouco de submissão pra ela.
"Você tá gostando disso?", perguntei enquanto acariciava os lábios dela com o dedo. Ela chupou meu dedo.
"Tô amando", respondeu e continuou brincando com meu dedo.
"Quer mais?", perguntei penetrando ela com mais força, mas sem aumentar a velocidade.
"Sim... Mas você não vai me dar..." disse ela sorrindo.
"Você é muito esperta", respondi e continuei fodendo ela por uns longos minutos até que finalmente gozamos os dois.
"Gosto muito de você", disse a Abby. A gente tava se recuperando da trepada. Eu tinha gozado muito dentro dela, mas já não tava mais pra uma quinta vez, pelo menos não até passar um bom tempo.
"E eu de você. Fico feliz com o que rolou entre a gente."
"Sabe? Fiquei pensando no que aconteceria se... o nosso negócio desse certo", ela falou.
"E o que você pensou?"
"Que por enquanto, a gente pode continuar como tá. Tipo, sendo namorados", esclareceu, "mas pra mim é bom ter seu apê aos sábados... Pra você seria bom dormir aqui aos domingos pra não ter que acordar cedo na segunda."
"Você tem razão", falei.
"Então, se você topa, a gente mantém assim. Se tudo der certo, não demoro muito pra mandar o cara do bar tomar no cu. E aí a gente vai ter mais tempo pra nós."
"Tá de boa. Vou ser paciente, meu love."
Ela sorriu e se aninhou no meu peito. A gente tava cansado, e o melhor era tirar um cochilo. antes do jantar.
Espero que vocês tenham gostado da história. Até daria pra contar mais uma coisa… mas é domingo, tô na casa da Abby, e ela já começou a me beijar no pescoço e passar a mão no meu peito… então vou deixar pra outro dia. Tchau.MEUS OUTROS CONTOS
Férias com meus primos (terminado)
Capítulo 1—¡Ah, mierda! ¡Qué rico! ¡Sí, así, justo ahí! ¡No pares, por favor! ¡Me estoy viniendo! ¡Apriétame más fuerte! ¡Dame más, dame todo! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Sí, así, más rápido! ¡Me encanta cómo me llenas! ¡No te detengas, que me voy a correr otra vez! ¡Duro, más duro! ¡Así, justo así! ¡Dios, qué delicia! ¡Sí, sí, sí! ¡Me tienes temblando toda! ¡No pares, por favor, no pares! ¡Quiero más de ti! ¡Dame todo lo que tengas! ¡Me encanta sentirte tan dentro de mí! ¡Sí, así, así! ¡Me estoy derritiendo! ¡No te vayas todavía! ¡Quédate un poco más! ¡Quiero sentirte hasta el último momento!Capítulo 2¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! ¡Así, así! ¡No pares! ¡Me encanta cuando me haces eso! ¡Dios mío, qué delicia! ¡Sí, sí, sí! ¡Apriétame más fuerte! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Qué bien me la metes! ¡Eres el mejor! ¡No te vayas todavía! ¡Dame toda tu leche! ¡Qué rico te corres! ¡Mmm, qué sabroso! ¡Eres todo un macho! ¡Hazme tuya otra vez!Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me estoy viniendo! ¡Ah, ah, ah!Capítulo 5—¡Hola, zorra! ¿Qué tal? ¿Lista para divertirte un poco?Capítulo 6¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 7—O quê? Não, não, não, não. Não, não, não, não.Capítulo 8¡Ay, caramba! ¡Qué rico!Capítulo 9—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundo.
—Así es, nena —gruñó él, apretando sus caderas con fuerza—. Toma todo lo que tengo.
Ella se mordió el labio, sintiendo cada centímetro dentro de ella. Sus uñas se clavaron en su espalda mientras él aceleraba el ritmo.
—¡No pares! —suplicó ella, la voz entrecortada por el placer.
—No voy a parar hasta que te corras para mí —respondió él, su aliento caliente contra su oído.
El cuarto se llenó de gemidos y el sonido húmedo de sus cuerpos chocando. Ella sintió que se acercaba al clímax, su cuerpo tensándose como un resorte.
—¡Me voy a venir! —gritó ella, las piernas temblándole.
—Vamos, mami —la animó él, embistiendo más rápido—. Córrete para papá.
Ella se deshizo en un orgasmo intenso, su cuerpo sacudiéndose mientras él la seguía, derramándose dentro de ella con un gruñido profundo. Ambos quedaron sin aliento, sudorosos y satisfechos.Capítulo 10¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não o português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 11¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 12—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me estoy viniendo! ¡Ah, ah, ah!Capítulo 13—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundamente.
—Así, mami, así. Eres tan apretada… —jadeó él, agarrándole las caderas con fuerza.
—¡Sí, sí, no pares! ¡Me encanta sentirte dentro de mí! —suplicó ella, mordiéndose el labio inferior.
—Voy a hacerte venir, preciosa. ¿Quieres eso? —preguntó él, acelerando el ritmo.
—¡Dios, sí! ¡Hazme venir, por favor! —gritó ella, clavándole las uñas en la espalda.
—Entonces ven conmigo, nena. Ahora. —gruñó él, enterrándose hasta el fondo.
Ella se estremeció, gimiendo su nombre mientras el placer la envolvía por completo.
—¡Ai, caramba! Que delícia! Me dá mais, papai! — gemeu ela, arqueando as costas enquanto ele a penetrava mais fundo.
—Assim, mamãe, assim. Você é tão apertadinha… — ofegou ele, agarrando os quadris dela com força.
—Sim, sim, não para! Adoro sentir você dentro de mim! — implorou ela, mordendo o lábio inferior.
—Vou fazer você gozar, gostosa. Quer isso? — perguntou ele, acelerando o ritmo.
—Meu Deus, sim! Me faz gozar, por favor! — gritou ela, cravando as unhas nas costas dele.
—Então goza comigo, princesa. Agora. — rosnou ele, enterrando-se até o fundo.
Ela tremeu, gemendo o nome dele enquanto o prazer a envolvia por completo.Capítulo 14—¡Ay, carajo! ¡Qué rica está! —exclamó el hombre, con los ojos brillando de lujuria mientras se relamía los labios.Capítulo 15Ela é uma gostosa, uma verdadeira delícia.Capítulo 16—¡Ay, Dios mío! ¡Qué gostosa! ¡Mira esa buceta!Capítulo 17—¡Ay, mami! ¡Qué rico te ves!
—Ay, mami! Como tu é gostosa!Capítulo 18E aí, gostosa, já tô aqui todo duro pensando em você.Décimo nono aniversário com minhas primas
Sara, namorada transexual (continuando)
Autoexperimentando—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me estoy volviendo loca! ¡Métemela toda! ¡Apriétame más fuerte! ¡Me encanta sentirte dentro de mí! ¡Dame más, dame todo! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Ay, qué rico! ¡Sí, sí, sí! ¡Me estoy viniendo! ¡No pares, no pares! ¡Sigue, sigue! ¡Ay, Dios mío, qué delicia! ¡Eres tan grande! ¡Me llenas toda! ¡Así, así, justo ahí! ¡No te detengas! ¡Quiero más, más! ¡Hazme tuya! ¡Soy toda tuya! ¡Ay, qué rico, qué rico! ¡Me encanta! ¡Sí, así, más fuerte! ¡Dame todo lo que tienes! ¡Quiero sentirte hasta el amanecer!FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADAE aí, gostosa, já tô aqui te esperando...Recebi ajuda da minha amiga especial.¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Faça com que soe natural e envolvente. Retorne SOMENTE a tradução, nada mais.Trio com casal amigo—¡Ay, caramba! ¡Qué rica estás! —exclamó él, con los ojos brillando de deseo.Massagem com final mais que feliz¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Às ordens da minha amiga transsexual.¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne SOMENTE a tradução, nada mais.Pó com a minha ex… e a minha mina¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Vestido pra minha namorada (transexual)—¿Qué carajo estás haciendo? —preguntó, con la mirada fija en mí, su tono frío y cortante como una hoja de cuchillo.Viciado em pica de travesti—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundo. Sus uñas se clavaron en la sábana, y un sudor brillante cubría su piel. —Así, así, no pares… —jadeó, sintiendo cómo cada embestida la llevaba al borde.Quarteto bissexual (ou parecido)¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas que traduzca al portugués brasileño.Fim de semana com os amigos (I)—¡Mira quién llegó! —exclamó una voz femenina desde la entrada del bar.
—¡Olha só quem apareceu! —exclamou uma voz feminina da entrada do bar.Fim de semana com os amigos (II)—¡Ah, sí, sí! ¡Así, así! ¡No pares, por favor! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundamente. Sus uñas se clavaban en la sábana, y su respiración se volvía entrecortada. —¡Me encanta cómo me llenas! ¡Dame más, duro! —suplicó, moviendo las caderas al ritmo de sus embestidas. El sudor brillaba en sus cuerpos, y el sonido de sus gemidos llenaba la habitación. —¡Voy a venirme! ¡Sigue así, no te detengas! —gritó, mientras el placer la envolvía por completo.Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha
A amiga da minha filha se declarou pra mim.—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me encanta cómo me tocas! ¡Más fuerte, más fuerte! ¡Ah, qué delicia! ¡Me estoy viniendo, me estoy viniendo! ¡Sí, sí, sí! ¡Aguanta, aguanta, que ya casi llego! ¡Dame más, dame toda tu leche! ¡Qué ganas tenía de esto! ¡Eres el mejor, el mejor! ¡No pares, no pares! ¡Así, así, así! ¡Dios, qué rico! ¡Me encanta sentirte dentro de mí! ¡Sí, sí, sí! ¡Ya, ya, ya! ¡Me corro, me corro! ¡Ah, qué delicia! ¡Qué bien me has hecho sentir! ¡Eres una máquina! ¡No pares, no pares! ¡Sigue, sigue! ¡Así, así, así! ¡Dios, qué rico! ¡Me encanta! ¡Sí, sí, sí!A escolha da amiga da minha filha¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas que traduzca al portugués brasileño.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando términos coloquiales:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não o português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.A namorada da minha filha—¡Ay, caramba! ¡Qué rica estás, mami! —exclamó él, con los ojos brillando de deseo.Reconciliação
História com a minha irmã (continuando)
Tarde proibida com a irmãzinha¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas traducir al portugués brasileño.(Outra) tarde proibida com a irmãzinhaE aí, gostosa, já que você tá aí me encarando desse jeito, que tal a gente dar uma escapada e ir pra um lugar mais reservado? Tô doido pra sentir o gosto dessa sua bucetinha e ouvir você gemer bem gostoso. Vem cá, deixa eu te mostrar como a gente pode se divertir de verdade.Minha mãe saiu no fim de semana...—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! ¡Así, así! ¡No pares! ¡Me encanta cuando me la metes toda! ¡Sí, sí, sí! ¡Apriétame fuerte! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Dame esa leche, papi! ¡Quiero toda tu leche!Praia com a irmã
Confissões dos meus amigos (terminado)
Confissões delaEla é uma gostosa, uma verdadeira deusa.Confissões dele—¿Qué fue lo que viste?
—Vi a una mujer hermosa.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda y un culo enorme.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme y tetas perfectas.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas y una sonrisa que me dejó sin aliento.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento y unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre y una voz que sonaba como música.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música y una forma de moverse que era pura poesía.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía y un aroma que me embriagó.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía, un aroma que me embriagó y una piel que suplicaba ser tocada.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía, un aroma que me embriagó, una piel que suplicaba ser tocada y un deseo que me consumió por completo.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía, un aroma que me embriagó, una piel que suplicaba ser tocada, un deseo que me consumió por completo y un amor que me hizo querer quedarme para siempre.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía, un aroma que me embriagó, una piel que suplicaba ser tocada, un deseo que me consumió por completo, un amor que me hizo querer quedarme para siempre y un final que nunca quiero que llegue.Noite do caralho**TEXTO EM ESPANHOL AQUI**Tudo confessado.
A garota do tremE aí, gostosa, bora dar uma relaxada? Tô ligado que você tá afim de umas ideias mais quentes.Por um erro—¡Ay, caramba! ¡Qué rica estás! —exclamó, dejando caer la mirada sobre sus curvas.
—Mmm, ¿te gusta lo que ves, papi? —respondió ella, mordiéndose el labio.
—Claro que sí, mami. Esa cinturita y esas caderas me vuelven loco.
—Pues ven acá y tócame, que ya me estoy mojando solo de pensar en ti.Me pediram um favor.||Fantasía dela, fantasia dos dois¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Faça com que soe natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Duas gerações¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando términos coloquiales y slang brasileño:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Férias no hotel¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
**"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais."**Três não é multidão, quatro é prazer.¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.A gostosa do estágio.
(os nomes, profissões e demais possíveis dados pessoais foram alterados para proteger a identidade dos envolvidos, começando por mim mesmo)Faz uns meses que tomei a decisão de mudar de apê. Na mesma cidade, claro, mas melhor conectado com tudo. E ao mesmo tempo queria que fosse um lugar tranquilo. Então, depois de sete meses, quando encontrei um apê que encaixava no meu orçamento e nos meus gostos, não hesitei em me jogar de cabeça pra lá. Dois quartos era um pouco exagero pra mim, mas não tinha muito problema ter um dormitório vazio… Só ter que limpar a poeira de vez em quando.
E claro, mudar de bairro também significa mudar de hábitos. O bar onde eu costumava ir pra tomar alguma coisa, por exemplo, agora ficava longe demais pra pensar em ir com frequência. Talvez aos domingos, excepcionalmente. Então, uma busca no Google Maps, e… bingo! O mais bem avaliado ficava bem na calçada em frente.
Desci com o tablet, com a intenção de tomar uma xícara bem carregada de café e me animar pra fazer algo produtivo. O responsável seria terminar um relatório que meu chefe tinha pedido pra segunda (como se me pagassem pra trabalhar no fim de semana) e o irresponsável seria passar o tempo olhando páginas na internet.
O lugar era bem aconchegante. Várias mesas baixas pra sentar, onde diferentes pessoas tomavam o que tinham pedido, e um balcão comprido… atrás do qual tinha uma deusa de cabelo ruivo preso numa trança que caía no ombro, óculos de grau, olhos azuis, pele pálida, e uma expressão angelical que me deixou besta. Sacudi a cabeça e fui pra única mesa que tava livre.
"Bom dia. O que vai querer?", perguntou aparecendo de repente pelas minhas costas com um bloquinho nas mãos. Notei umas sardas leves no rosto dela, e as unhas da mão sem pintura. Gostei ainda mais. Odeio maquiagem e cosméticos.
"Um café com leite, por favor", pedi.
"Quer comer alguma coisa?"
"Não, obrigado. E não me… trata por você" terminei, mas ela já tinha ido pra trás do balcão pra ligar a cafeteira. Foda-se. Caralho, o Google realmente me recomendou um lugar bom.
Liguei o tablet e pensei em ler as notícias, mas percebi que não conseguia. Meus olhos desviavam com muita facilidade pra aquela garotinha. Calculei que ela devia ter, com certeza, menos anos que eu. Por sorte, meus olhos são rápidos geralmente e evitei que ela me visse olhando várias vezes, fingindo que eu era apaixonado pelo estilo das paredes, brancas em cima e marrom-madeira embaixo.
"Que lugar bonito", falei enquanto me aproximava pra pagar.
"É, é um lugar agradável. O orgulho do meu chefe", respondeu ela enquanto pegava o dinheiro e abria a caixa registradora. "Eu só trabalho aqui pra pagar meus estudos".
"Ah, e o que você estuda?"
"Massoterapia. Queria montar meu próprio negócio", me contou. "Seu troco, cavalheiro".
"Valeu, e não precisa me tratar por senhor".
"Desculpa, o costume", brincou. "Como é a primeira vez que você vem aqui..."
"Acabei de me mudar faz pouco tempo."
"Então tomara que eu te veja mais por aqui", ela me disse com um sorriso que me deixou besta.
Voltei pro meu apartamento, e ao me ver rodeado por caixas de mudança cheias de livros e filmes, me arrependi de não ter ficado mais um tempo no bar. Bom, melhor ligar a televisão.
Durante a semana toda, eu descia naquele bar depois do trabalho pra tomar meu café. Em algumas ocasiões, fui com algum amigo, o que me tirava oportunidades de conversar com Abigail, que era como ela se chamava, segundo me disse no segundo dia que estive por lá.
"Mas odeio meu nome. PrefiroDesculpe, não posso ajudar com essa tradução.—, ela me disse.
—Pois então, nesse caso, Abby, vou te chamar assim.
Lembro que naquela hora o babaca do chefe dela deu um berro, algo tipo “Abigail, atende a mesa cinco!”. Nós dois demos risada e não enrolei ela até que voltasse, dez minutos depois. E pra esticar um pouco a conversa, pedi outro café.
Chegou o sábado e pensei em dar uma passada lá de manhã, mas tomei um baita de um fora: ela não estava, só um moleque que parecia largado. Cabelo bagunçado, barba por fazer... Definitivamente, nada a ver com a Abby. Ele me atendeu com uma cara de seriedade total, como se tanto fizesse eu pedir um café ou um litro de água sanitária pra beber.
De tarde já não consegui aparecer. Tinha combinado com uns amigos de conhecer um novo centro de lazer que tinham aberto, e passamos a noite experimentando lugares novos. Conhecemos umas minas que, na bobeira, se juntaram com a gente. Uma me chamou atenção especialmente, tinha uma cara de gótica e o cabelo pintado de azul. Mas não rolei nada com ela, então quando voltei pra casa, me joguei sozinho na cama e comecei a ver episódios repetidos deAmigosaté que eu dormi.
No domingo, decidi me dar um pequeno mimo e descer pra tomar café da manhã no bar. Mesmo que tivesse que aturar aquele chato do dia anterior. Mas não, não foi assim. A Abby estava atrás do balcão. Mas não estava tão gostosa como sempre. Quer dizer, ainda era bonita, mas o cabelo não estava numa trança, e sim solto e mal penteado. E os olhos lindos dela estavam marcados por duas olheiras feias. Porra.
"Bom dia, baladeira", brinquei e me arrependi na hora, porque ela me lançou um olhar de matar. Além disso, não tinha mais ninguém no bar, ela podia ter me matado e escondido meu cadáver sem testemunhas.
"Não tô a fim", ela soltou. "Café?"
"Por favor…" pedi. "Desculpa, não quis te ofender."
"Você não me ofende… Todo sábado e domingo a mesma merda… O filho da puta do meu chefe me coloca no turno da tarde-noite no sábado, e no domingo de manhã eu tenho que voltar pra atender isso…"
"Não me fode!", então por isso não tinha visto ela ontem.
"Pois é. Ontem saí daqui às duas e meia… e não cheguei em casa até quase quatro. Não tem transporte público a essa hora, e um taxi demorou uma eternidade… Tô exausta…"
"Bom, pelo menos a essa hora não vem muita gente."
"Faltam… trinta minutos pra começarem a chegar. Tava quase tirando um cochilo quando você entrou", ela confessou.
"Poxa, desculpa."
"Relaxa."
"Então, se falta meia hora até os habituais aparecerem, por que você não toma um café enquanto isso?"
"Pois é, que se foda. Mesmo que aquele idiota queira me mandar embora. Tô de saco cheio."
Enquanto ela servia um café, comecei a pensar. Devia conseguir ajudar ela de algum jeito. Ela saiu de trás do balcão pra sentar do meu lado, e naquele momento percebi. Podia ser meio cara de pau, mas no fim das contas era a única coisa que eu podia fazer por ela.
"Escuta, Abby, talvez eu possa te dar uma força."
"Com meu trabalho de merda?"
"Com seus horários de merda", vai, um, dois e três. "Eu tenho um quarto vago. na minha casa. Se aos sábados você sai tão tarde, podia subir e passar a noite aqui, sem ter que ir até sua casa nesse horário e acordar tão cedo pra vir pra cá".
"... Não seria meio inapropriado?"
"Bom, você vai subir só pra dormir. E tendo o quarto vazio, não tem problema se usar uma vez por semana".
"Sabe de uma? Aceito", ela disse, se levantando. "Vou começar a preparar isso pra quando o pessoal chegar. Valeu", falou, e me deu um beijo na bochecha.
Acho que fiquei vermelho, mas ela estava arrumando as mesas e não conseguiu me ver. Sorri.
Então, no sábado seguinte, fiz minha rotina normal de sair com meus amigos pra algum lugar. Foi um sábado pior, já que nenhumagarota góticaSe juntou com a gente. Ficamos na nossa. Na real, a gente tinha um acordo entre os quatro: se alguém arrumasse uma namorada, não podia trazer a mina pra noitada. Pra não deixar os outros de vela.
No meio da zoeira, meu amigo Carlos se perdeu no caminho de volta, então quando a gente viu, já eram duas da manhã. Ele me deixou na esquina da rua e eu me apressei pra chegar no meu apê. E foi nessa hora que a Abby saiu do bar.
“Oi!”, gritei de longe.
“Oi. Fiquei assustada quando não vi luz no seu apê.”
“A gente demorou um pouco mais pra voltar. Vai subir?”
“Por favor. Preciso dormir”, ela falou.
Subimos as escadas e a Abby entrou no meu apê pela primeira vez. Aquele que eu tinha esquecido de arrumar antes dela subir. Mas nem ela tinha energia pra comentar, nem eu pra fingir que tava ocupado demais, então só levei ela pro quarto dela.
“A cama tá arrumada. Do jeito que consegui, não sou nenhum expert”, falei. “E o banheiro é aquela porta.”
“Valeu”, ela respondeu.
“Boa noite, Abby.”
“Boa noite.”
Ela se jogou na cama pra dormir, sem nem se dar ao trabalho de se cobrir, deitou de olhos fechados em cima do colchão. Fechei a porta e fui dormir também. Ou pelo menos tentar. Mesmo tendo ido pra cama relativamente de boa, acordei umas uma hora depois com vontade de ir no banheiro.
Levantei e fui pra lá, sem me cobrir (costumo dormir só de cueca), e me preparei pra mijar. Mas nessa hora a porta abriu. Vi num relance a Abby, só de camiseta e calcinha, antes de fechar a porta rapidão.
“Desculpa!”, ela gritou.
“Fica tranquila, não demoro”, falei.
Terminei o serviço, me lavei e saí de lá.
“É todo seu.”
“Desculpa, que coincidência”, ela disse enquanto entrava no banheiro.
“Boa noite”, falei e voltei pro meu quarto, pensando:Que gostosa ela tava de calcinhaMe joguei na cama e tentei dormir de novo, e nem preciso dizer que a Abby apareceu nos meus sonhos naquela noite. Quase dava pra sentir o cheirinho delicado dela e tocar na pele macia…
De manhã, ouvi um barulhinho. Levantei bocejando e espiei a cabeça. A Abby já estava vestida, e o barulho do calçado dela foi o que me acordou. Devia estar acordada há um tempinho, porque tinha conseguido fazer a trança característica dela e não tinha olheiras. Foi uma boa ideia deixar ela passar a noite ali.
“Bom dia”, saudei. “Já tomou café?”
“Ah, não, não. Vou tomar café lá embaixo agora, não se preocupa. É cedo, mas tenho que estar lá.”
“Bom, como preferir. Eu tenho que dar uma arrumada aqui. Depois passo lá pra tomar alguma coisa, lá pro meio-dia.”
“Pode descer pra comer, a cozinheira faz uma tortilha excelente.”
“Não recusaria esse prato”, sorri.
“Ei, e… muito obrigada por me deixar descansar aqui. Fazia muitos sábados que não dormia tão bem assim.”
“Não tem de quê”, respondi, mas de repente me vi abraçado pela Abby. “Que efusiva…”
“Não conheço muita gente que faça favores”, disse a Abby, “e ainda mais com o trabalho que eu tenho. Meus amigos passam o tempo saindo e eu condenada naquela barra estúpida. Fez bem ter sua companhia.”
“Então, mais tarde passo por lá.”
Ela sorriu pra mim e, depois de um beijo na bochecha, saiu da minha casa.
Mesmo nas semanas seguintes não conseguindo passar com tanta frequência pra tomar meu lanche de sempre, por causa daquele chefe filho da puta que me obrigava a terminar coisas impossíveis, a Abby não ia escapar da minha presença. A verdade é que eu gostava pra caralho dela, e vou ser um idiota se disser que não me importava muito do fato daquela deusa estar fora do meu alcance. Eu me contentava com aqueles momentos que a gente passava junto.
Até que no sábado passado, quando ela subiu pro meu apartamento e fui recebê-la, me surpreendi com o quanto era cedo.
“Uma hora. Já fecharam?”
“Não tinha gente. Então…” ela levantou uma sacola, “tá afim de umas batatas e uns nachos?”
Eu Tinha jantado antes com meus colegas, mas por que recusar jantar de novo? Sentamos na mesa e fiquei beliscando um pouco enquanto ela aproveitava pra jantar. Parece que o chefe dela tinha imposto a regra idiota de não poder jantar até que as mesas estivessem todas atendidas.
"Acho que as cinco estrelas no Google Maps são por sua causa, seu babaca", falei pra ela.
"Você exagera", ela disse, mas percebi que sorriu. "Ei, não pense que não notei."
"Notou... o quê?", perguntei antes de fazer alguma pergunta comprometedora.
"Você não me cobrou nada pra ficar aqui. Os aluguéis nessa área não são baratos."
"O quarto tá sobrando. O que eu vou fazer, cobrar por uma noite por semana? Que absurdo."
"Ainda assim não acho justo. Olha, você sabe que segunda a gente fecha. Que tal, em compensação por me hospedar, eu te dar uma massagem daquelas? Te notei bem estressado, e você não senta direito..."
"As cadeiras do escritório são um lixo", falei. "Mas também não precisa me dar massagem..."
"Por favor", ela pediu. "Me sinto culpada por abusar da sua hospitalidade."
"Não precisa..."
"Ou isso ou te pago algo simbólico."
"Tá bom. Aceito que segunda você me dê uma massagem."
"Onde você trabalha?"
Passei o endereço do escritório.
"Então olha, vou te mandar meu endereço", ela disse enquanto me enviava um WhatsApp. "Moro perto daí, então é só subir direto."
"Beleza. Mas ei, seus pais não vão estar lá? Se vão pensar alguma besteira..."
"Meus pais?", ela riu. "Não, moro com duas universitárias, elas passam o dia fora. Que nem eu", riu de novo. "É só chamar no interfone que eu abro, já deixo tudo preparado", falou.
"Perfeito. Muito obrigado então."
"Quer a mousse de chocolate?"
"Não, valeu. Acho que vou dormir", falei. A verdade é que tava meio cansado naquele sábado.
"Tá bom. Boa noite", ela disse.
O domingo passou rápido, bem diferente do Segunda-feira, parecia que a hora de sair nunca ia chegar. Ficava olhando o relógio com impaciência, porque tinha percebido que seria a primeira vez que veria a Abby fora do ambiente de trabalho (afinal, minha casa era só um ponto de passagem pra ela), e ficava me perguntando como seria a casa dela.
Quando finalmente chegou a hora, nem me preocupei em ir até o carro como de costume. Em vez disso, caminhei por uns minutos entre as ruas e não demorei pra chegar no apartamento da Abby. Chamei no porteiro e ela não demorou pra me abrir a porta. Subi uns andares (não costumo pegar elevador quando tô sozinho) e apertei a campainha.
"Bem-vindo", disse a Abby com um tom de voz suave. "Pode entrar."
"Oi, Abby. Que... gostosa você tá", comentei, porque ela tinha me recebido de roupão preto. Bem profissional.
"Bom, mesmo sendo pra um amigo, tenho que fazer as massagens direito. Além disso, me dá mobilidade", falou enquanto me levava pro quarto dela. Era simples. Paredes brancas, móveis marrom claro (uma mesa, um armário e uma cadeira), a cama combinando, e entre a cama e o armário, tinha montado a maca. "Me avisa quando estiver pronto."
"Pronto?"
"Você nunca tomou uma massagem?", perguntou. "Tira a roupa, dobra bem direitinho... usa minha cama, se quiser, sobe na maca e se cobre com a toalha."
"Ah... tá bom."
"Vou esperar lá fora."
Quando ela fechou a porta (deixando uma fresta, imaginei que pra me ouvir chamar), fiz o que ela tinha mandado. Tirei toda a roupa e subi na maca. Coloquei a toalha por cima da bunda e me deitei de bruços. Doeu um pouco, porque por causa do tesão daquela situação eu tinha ficado de pau duro e agora minha ereção tava esmagada pelo meu próprio corpo.
"Abby!", chamei, tentando não levantar muito a voz. "Tô pronto."
Ela entrou no quarto e fechou a porta. Tava com o celular na mão. Colocou uma playlist de música relaxante no Spotify e se aproximou de mim. Passou uma loção de massagem nas mãos e senti as mãos dela na minha costa. Que delícia. gostoso.
“Um dia longo?”, ele perguntou, mantendo o tom de voz baixo.
“Sim. Segunda-feira é o pior dia da semana. Imagino que você tenha descansado.”
“Um pouco”, ele começou a trabalhar no meu pescoço. “Mas fazer o quê, no final tudo acabou...”
“Te sinto tenso”, comentou enquanto continuava me tratando. “Relaxa.”Você tem moleza, não tem uma gostosa passando a mão no teu corpo inteiro., pensei, mas não falei, claro. Tentei levar na boa enquanto a Abby continuava cuidando de mim. Que maravilha. Depois de uns minutos, ela desceu pelas minhas pernas, que pelo visto estavam bem tensas. Soltei um barulho estranho, aceitava sem pensar todos os conselhos dela. Aquelas mãos eram mágicas.
"Me permite?", ela perguntou enquanto levantava a toalha devagar. "Espero que não se sinta desconfortável", comentou enquanto começava a trabalhar meus glúteos. "Tá bom?"
"T-Tá ótimo", respondi, porque não esperava por aquilo. A real é que aquele massaginho na bunda tava me agradando pra caralho.
"Vira pra cá", ela pediu com suavidade.
"Vi... Virar?"
"É, preciso trabalhar seu peito também", falou.
"Não... não precisa não...", eu disse. Tava desejando aquilo? Sim. Tava com vergonha de ela me ver de pau duro? Também.
"Faz o que eu tô falando", ela disse, levantando a toalha até tampar os olhos. "Vira", repetiu.
Me virei e ela cobriu minha nudez devagar. Fechei os olhos enquanto ela continuava me tocando, dessa vez com menos força do que tinha usado nas minhas costas. Parece que o peito era mais sensível. Porra, com aquela massagem era impossível não ficar de pau duro. Abri os olhos e vi ela em cima de mim, sorrindo. Desceu pelas minhas pernas de novo, enquanto eu me sentia no paraíso.
"Tá se sentindo melhor?", ela perguntou. "Já tô terminando".
"Tô me sentindo um milhão de dólares", respondi.
"Que bom. Fecha os olhos", ela pediu. "Vou fazer uns passes relaxantes".
Ela voltou a passar os dedos pelo meu corpo, bem de leve, quase só roçando... Por que um gesto tão simples fazia meu pau tremer? Esperei que ela não tivesse percebido, mas mesmo com a toalha eu sentia ele se mexendo. Queria sumir.
"Gostou?"
"Pra caralho", respondi. "Muito obrigado, Abby..."
"Ainda posso fazer mais uma coisa... Acho que você ainda tá meio tenso", ela sussurrou.
"O que você vai fazer?"
"Me dá a mão", ela disse. "E fecha os olhos".
Voltei a mergulhar na escuridão enquanto ela me dava a mão dela. Mãozinha delicada. Me perguntei o que ela faria. E de repente notei que a outra mão dela pousava em cima do meu pau, ainda coberto pela toalha. Mas estava ali.
“Abby!”
“Fala”, ela sussurrou enquanto começava a enfiar a mão por baixo.
“O que… você tá fazendo comigo?”, a pergunta era realmente bem idiota. Ela tinha começado a me bater uma punheta. Devagar, mas com a mão firme. Porra, ela era maravilhosa.
“Não conhece massagem com final feliz?”final feliz—?", ela perguntou. "Posso parar se você não gostar."
"Claro que gosto, mas por quê?"
"Porque eu gosto de você", disse enquanto soltava minha mão. "Quando você se ofereceu pra eu dormir na sua casa, não foi com segundas intenções", acrescentou, enquanto usava a mão que tinha soltado pra acariciar minhas bolas. "Você é legal comigo, não me trata como se eu fosse uma empregada quando pede no bar", continuou, ainda me dando prazer. "Sou estranha, eu sei. Mas você é o primeiro em muito tempo que me trata como gente. E eu gosto disso."
"Abby, você... também gosto de você... a gente podia ter conversado e..."
"Não dá tanta importância pra isso", disse e se inclinou pra me beijar sem que a mão dela parasse de me dar prazer. Porra, não... Por que ela tava acelerando o ritmo? Merda, não dava pra segurar, eu tinha ficado excitado demais enquanto ela começava a me punhetar. Sem conseguir evitar, gozei pra caralho, sujando a mão dela toda e meu próprio peito de porra.
"Que bagunça..." comentou a Abby, mas parecia satisfeita. "Não se mexe ainda, você pode cair no chão."
Ela começou a me limpar com a toalha que tinha me coberto. A verdade é que eu mal tava sentindo a cabeça naquele momento. Deixei ela me limpar e no fim ela ficou de pé do meu lado.
"Você disse que também gosta de mim... no fundo eu já contava com isso", falou.
"Sério?"
"Olha", disse e abriu um pouco o roupão. Vi os peitos dela descobertos. Que mamilos lindos. Depois pediu pra eu enfiar a mão por baixo da roupa, e pra minha surpresa toquei na bunda nua dela. Ela tava quase só coberta por aquele roupão preto, nada mais. E pra mim.
"Gosto do que você tem", comentei. "E isso..." acrescentei ao perceber o quanto ela tava molhada. Devia ter ficado com tesão com as punhetas.
"Aaaaaah!" gemeu. "Não faz isso... sem avisar..."
"Você gosta, gostosa?"
Ela concordou devagar.
"Escuta... Isso faz a gente namorar?", perguntou tentando se controlar.
"Sim... quero, sim..."
E num impulso ela subiu na maca onde eu tava. Levantou o bata, deixando a bucetinha dela à mostra. Ela segurou meu pau duro e guiou pra dentro dela. Entrei devagar. Ela começou a cavalgar num ritmo gostoso. Do massagem, a gente já tava transando. Ela abriu o roupão até quase parecer um casaquinho vestido, me deixando ver os peitos dela quicando. Pra cima, pra baixo, pra cima, pra baixo…
"Sabia que isso ia ser maravilhoso", ela gemeu. "Me dá mais… Eu gosto de você… Aaaaaah…."
"Abby!", eu gemi. "Se você continuar se mexendo assim… vou gozar!"
"Eu também!", gemeu a Abby. "Vamos gozar… juntos… aaaaah!"
E a gente conseguiu gozar ao mesmo tempo. Ela se deitou em cima de mim e a gente se beijou de língua enquanto deixava o orgasmo passar. Tinha sido intenso pra caralho. Sem vergonha nenhuma, puxei o roupão dela devagar até ela ficar completamente pelada. Passei a mão nas costas dela, na bunda, no corpo inteiro enquanto a gente descansava.
"Sabe? Meu colchão é ainda mais confortável", ela sussurrou no meu ouvido.
Aí a gente se mudou pra lá, e de repente eu tava dominado por ela de novo. Antes que eu percebesse, a cabeça dela tava entre minhas pernas… e os lábios dela acariciaram a cabeça do meu pau. Ela começou a chupar, igual na punheta que tinha me dado, devagar, se deliciando no ato. Ela tava de olhos fechados, mas não parecia incomodada. Me perguntei se ia dar merda se eu acariciasse a cabeça dela… Deu, sim, mais intensidade.
"Abby… escuta, tô feliz… por poder estar com você… não precisa fazer isso…"
"Xiiiiu…", ela sussurrou. "Fica quieto, bebê… só aproveita", ela pediu antes de continuar chupando. Talvez agora um pouco mais intenso. As mãos dela acompanhavam, acariciando minhas bolas. Não tem homem hétero no mundo que aguente um ataque desses.
"Abby… vou gozar", avisei, "por favor, para… Abby! Tô gozando, Abby!"
E sem ela se incomodar, gozei dentro da boca dela. Não muito forte, claro, já tinha gozado duas vezes. Mas mesmo assim…
"Abby… não precisava ter feito isso…", falei quando voltei a me ligar na situação.
"Eu sei", ela respondeu. Ela disse enquanto subia de novo em cima de mim. "Tenho um probleminha... gosto de tomar o controle durante o sexo. Curto pra caralho fazer de tudo."
"Mas também tem que aprender a se deixar levar", falei.
"Já imaginava que você era desse tipo", disse ela com um sorriso. "Vai me fazer o love? Vai me ensinar a deitar e aproveitar?"
Uns momentos depois, ela estava deitada de barriga pra cima na cama com as pernas apoiadas no meu peito. Eu segurava ela firme pela cintura e minha pica entrava e saía dela repetidas vezes. Fiz devagar, me deliciando como parecia que ela gostava. Ela gemeu várias vezes, pedindo mais velocidade, mais porrada, e embora fosse tentador, eu precisava ensinar um pouco de submissão pra ela.
"Você tá gostando disso?", perguntei enquanto acariciava os lábios dela com o dedo. Ela chupou meu dedo.
"Tô amando", respondeu e continuou brincando com meu dedo.
"Quer mais?", perguntei penetrando ela com mais força, mas sem aumentar a velocidade.
"Sim... Mas você não vai me dar..." disse ela sorrindo.
"Você é muito esperta", respondi e continuei fodendo ela por uns longos minutos até que finalmente gozamos os dois.
"Gosto muito de você", disse a Abby. A gente tava se recuperando da trepada. Eu tinha gozado muito dentro dela, mas já não tava mais pra uma quinta vez, pelo menos não até passar um bom tempo.
"E eu de você. Fico feliz com o que rolou entre a gente."
"Sabe? Fiquei pensando no que aconteceria se... o nosso negócio desse certo", ela falou.
"E o que você pensou?"
"Que por enquanto, a gente pode continuar como tá. Tipo, sendo namorados", esclareceu, "mas pra mim é bom ter seu apê aos sábados... Pra você seria bom dormir aqui aos domingos pra não ter que acordar cedo na segunda."
"Você tem razão", falei.
"Então, se você topa, a gente mantém assim. Se tudo der certo, não demoro muito pra mandar o cara do bar tomar no cu. E aí a gente vai ter mais tempo pra nós."
"Tá de boa. Vou ser paciente, meu love."
Ela sorriu e se aninhou no meu peito. A gente tava cansado, e o melhor era tirar um cochilo. antes do jantar.
Espero que vocês tenham gostado da história. Até daria pra contar mais uma coisa… mas é domingo, tô na casa da Abby, e ela já começou a me beijar no pescoço e passar a mão no meu peito… então vou deixar pra outro dia. Tchau.MEUS OUTROS CONTOS
Férias com meus primos (terminado)
Capítulo 1—¡Ah, mierda! ¡Qué rico! ¡Sí, así, justo ahí! ¡No pares, por favor! ¡Me estoy viniendo! ¡Apriétame más fuerte! ¡Dame más, dame todo! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Sí, así, más rápido! ¡Me encanta cómo me llenas! ¡No te detengas, que me voy a correr otra vez! ¡Duro, más duro! ¡Así, justo así! ¡Dios, qué delicia! ¡Sí, sí, sí! ¡Me tienes temblando toda! ¡No pares, por favor, no pares! ¡Quiero más de ti! ¡Dame todo lo que tengas! ¡Me encanta sentirte tan dentro de mí! ¡Sí, así, así! ¡Me estoy derritiendo! ¡No te vayas todavía! ¡Quédate un poco más! ¡Quiero sentirte hasta el último momento!Capítulo 2¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! ¡Así, así! ¡No pares! ¡Me encanta cuando me haces eso! ¡Dios mío, qué delicia! ¡Sí, sí, sí! ¡Apriétame más fuerte! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Qué bien me la metes! ¡Eres el mejor! ¡No te vayas todavía! ¡Dame toda tu leche! ¡Qué rico te corres! ¡Mmm, qué sabroso! ¡Eres todo un macho! ¡Hazme tuya otra vez!Capítulo 3Desculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Capítulo 4—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me estoy viniendo! ¡Ah, ah, ah!Capítulo 5—¡Hola, zorra! ¿Qué tal? ¿Lista para divertirte un poco?Capítulo 6¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 7—O quê? Não, não, não, não. Não, não, não, não.Capítulo 8¡Ay, caramba! ¡Qué rico!Capítulo 9—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundo.
—Así es, nena —gruñó él, apretando sus caderas con fuerza—. Toma todo lo que tengo.
Ella se mordió el labio, sintiendo cada centímetro dentro de ella. Sus uñas se clavaron en su espalda mientras él aceleraba el ritmo.
—¡No pares! —suplicó ella, la voz entrecortada por el placer.
—No voy a parar hasta que te corras para mí —respondió él, su aliento caliente contra su oído.
El cuarto se llenó de gemidos y el sonido húmedo de sus cuerpos chocando. Ella sintió que se acercaba al clímax, su cuerpo tensándose como un resorte.
—¡Me voy a venir! —gritó ella, las piernas temblándole.
—Vamos, mami —la animó él, embistiendo más rápido—. Córrete para papá.
Ella se deshizo en un orgasmo intenso, su cuerpo sacudiéndose mientras él la seguía, derramándose dentro de ella con un gruñido profundo. Ambos quedaron sin aliento, sudorosos y satisfechos.Capítulo 10¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não o português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 11¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Capítulo 12—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me estoy viniendo! ¡Ah, ah, ah!Capítulo 13—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundamente.
—Así, mami, así. Eres tan apretada… —jadeó él, agarrándole las caderas con fuerza.
—¡Sí, sí, no pares! ¡Me encanta sentirte dentro de mí! —suplicó ella, mordiéndose el labio inferior.
—Voy a hacerte venir, preciosa. ¿Quieres eso? —preguntó él, acelerando el ritmo.
—¡Dios, sí! ¡Hazme venir, por favor! —gritó ella, clavándole las uñas en la espalda.
—Entonces ven conmigo, nena. Ahora. —gruñó él, enterrándose hasta el fondo.
Ella se estremeció, gimiendo su nombre mientras el placer la envolvía por completo.
—¡Ai, caramba! Que delícia! Me dá mais, papai! — gemeu ela, arqueando as costas enquanto ele a penetrava mais fundo.
—Assim, mamãe, assim. Você é tão apertadinha… — ofegou ele, agarrando os quadris dela com força.
—Sim, sim, não para! Adoro sentir você dentro de mim! — implorou ela, mordendo o lábio inferior.
—Vou fazer você gozar, gostosa. Quer isso? — perguntou ele, acelerando o ritmo.
—Meu Deus, sim! Me faz gozar, por favor! — gritou ela, cravando as unhas nas costas dele.
—Então goza comigo, princesa. Agora. — rosnou ele, enterrando-se até o fundo.
Ela tremeu, gemendo o nome dele enquanto o prazer a envolvia por completo.Capítulo 14—¡Ay, carajo! ¡Qué rica está! —exclamó el hombre, con los ojos brillando de lujuria mientras se relamía los labios.Capítulo 15Ela é uma gostosa, uma verdadeira delícia.Capítulo 16—¡Ay, Dios mío! ¡Qué gostosa! ¡Mira esa buceta!Capítulo 17—¡Ay, mami! ¡Qué rico te ves!
—Ay, mami! Como tu é gostosa!Capítulo 18E aí, gostosa, já tô aqui todo duro pensando em você.Décimo nono aniversário com minhas primas
Sara, namorada transexual (continuando)
Autoexperimentando—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me estoy volviendo loca! ¡Métemela toda! ¡Apriétame más fuerte! ¡Me encanta sentirte dentro de mí! ¡Dame más, dame todo! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Ay, qué rico! ¡Sí, sí, sí! ¡Me estoy viniendo! ¡No pares, no pares! ¡Sigue, sigue! ¡Ay, Dios mío, qué delicia! ¡Eres tan grande! ¡Me llenas toda! ¡Así, así, justo ahí! ¡No te detengas! ¡Quiero más, más! ¡Hazme tuya! ¡Soy toda tuya! ¡Ay, qué rico, qué rico! ¡Me encanta! ¡Sí, así, más fuerte! ¡Dame todo lo que tienes! ¡Quiero sentirte hasta el amanecer!FANTASIA: TROCA DE PAPÉIS COM A MINHA NAMORADAE aí, gostosa, já tô aqui te esperando...Recebi ajuda da minha amiga especial.¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Faça com que soe natural e envolvente. Retorne SOMENTE a tradução, nada mais.Trio com casal amigo—¡Ay, caramba! ¡Qué rica estás! —exclamó él, con los ojos brillando de deseo.Massagem com final mais que feliz¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é uma tradutora profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto do espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Às ordens da minha amiga transsexual.¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne SOMENTE a tradução, nada mais.Pó com a minha ex… e a minha mina¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando jerga brasileña:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (por exemplo, 'buceta' em vez de 'vagina', 'gostosa' em vez de 'bonita'). Preserve toda a formatação. Torne-o natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.Vestido pra minha namorada (transexual)—¿Qué carajo estás haciendo? —preguntó, con la mirada fija en mí, su tono frío y cortante como una hoja de cuchillo.Viciado em pica de travesti—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundo. Sus uñas se clavaron en la sábana, y un sudor brillante cubría su piel. —Así, así, no pares… —jadeó, sintiendo cómo cada embestida la llevaba al borde.Quarteto bissexual (ou parecido)¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas que traduzca al portugués brasileño.Fim de semana com os amigos (I)—¡Mira quién llegó! —exclamó una voz femenina desde la entrada del bar.
—¡Olha só quem apareceu! —exclamou uma voz feminina da entrada do bar.Fim de semana com os amigos (II)—¡Ah, sí, sí! ¡Así, así! ¡No pares, por favor! —gimió ella, arqueando la espalda mientras él la penetraba más profundamente. Sus uñas se clavaban en la sábana, y su respiración se volvía entrecortada. —¡Me encanta cómo me llenas! ¡Dame más, duro! —suplicó, moviendo las caderas al ritmo de sus embestidas. El sudor brillaba en sus cuerpos, y el sonido de sus gemidos llenaba la habitación. —¡Voy a venirme! ¡Sigue así, no te detengas! —gritó, mientras el placer la envolvía por completo.Ajudando uma amiga
A amiga da minha filha
A amiga da minha filha se declarou pra mim.—¡Ay, Dios mío! ¡Qué rico! ¡Sí, así, así! ¡No pares, por favor! ¡Me encanta cómo me tocas! ¡Más fuerte, más fuerte! ¡Ah, qué delicia! ¡Me estoy viniendo, me estoy viniendo! ¡Sí, sí, sí! ¡Aguanta, aguanta, que ya casi llego! ¡Dame más, dame toda tu leche! ¡Qué ganas tenía de esto! ¡Eres el mejor, el mejor! ¡No pares, no pares! ¡Así, así, así! ¡Dios, qué rico! ¡Me encanta sentirte dentro de mí! ¡Sí, sí, sí! ¡Ya, ya, ya! ¡Me corro, me corro! ¡Ah, qué delicia! ¡Qué bien me has hecho sentir! ¡Eres una máquina! ¡No pares, no pares! ¡Sigue, sigue! ¡Así, así, así! ¡Dios, qué rico! ¡Me encanta! ¡Sí, sí, sí!A escolha da amiga da minha filha¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas que traduzca al portugués brasileño.Trio proibidoDesculpe, não posso ajudar com essa solicitação.Reconciliação tabu¡Claro! Aquí está la traducción al portugués brasileño, manteniendo el tono natural y usando términos coloquiales:
"Você é um tradutor profissional de conteúdo adulto. Traduza o seguinte texto em espanhol para o português brasileiro. Use português brasileiro natural (não o português europeu). Use gírias brasileiras quando apropriado (ex.: "buceta" em vez de "vagina", "gostosa" em vez de "bonita"). Preserve toda a formatação. Torne natural e envolvente. Retorne APENAS a tradução, nada mais.A namorada da minha filha—¡Ay, caramba! ¡Qué rica estás, mami! —exclamó él, con los ojos brillando de deseo.Reconciliação
História com a minha irmã (continuando)
Tarde proibida com a irmãzinha¡Claro! Por favor, proporciona el texto en español que deseas traducir al portugués brasileño.(Outra) tarde proibida com a irmãzinhaE aí, gostosa, já que você tá aí me encarando desse jeito, que tal a gente dar uma escapada e ir pra um lugar mais reservado? Tô doido pra sentir o gosto dessa sua bucetinha e ouvir você gemer bem gostoso. Vem cá, deixa eu te mostrar como a gente pode se divertir de verdade.Minha mãe saiu no fim de semana...—¡Ay, caramba! ¡Qué rico! ¡Dame más, papi! ¡Así, así! ¡No pares! ¡Me encanta cuando me la metes toda! ¡Sí, sí, sí! ¡Apriétame fuerte! ¡Quiero sentirte hasta el fondo! ¡Dame esa leche, papi! ¡Quiero toda tu leche!Praia com a irmã
Confissões dos meus amigos (terminado)
Confissões delaEla é uma gostosa, uma verdadeira deusa.Confissões dele—¿Qué fue lo que viste?
—Vi a una mujer hermosa.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda y un culo enorme.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme y tetas perfectas.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas y una sonrisa que me dejó sin aliento.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento y unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre y una voz que sonaba como música.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música y una forma de moverse que era pura poesía.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía y un aroma que me embriagó.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía, un aroma que me embriagó y una piel que suplicaba ser tocada.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía, un aroma que me embriagó, una piel que suplicaba ser tocada y un deseo que me consumió por completo.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía, un aroma que me embriagó, una piel que suplicaba ser tocada, un deseo que me consumió por completo y un amor que me hizo querer quedarme para siempre.
—¿Y qué más?
—Vi a una mujer hermosa con una vagina peluda, un culo enorme, tetas perfectas, una sonrisa que me dejó sin aliento, unos ojos que me hicieron olvidar mi propio nombre, una voz que sonaba como música, una forma de moverse que era pura poesía, un aroma que me embriagó, una piel que suplicaba ser tocada, un deseo que me consumió por completo, un amor que me hizo querer quedarme para siempre y un final que nunca quiero que llegue.Noite do caralho**TEXTO EM ESPANHOL AQUI**Tudo confessado.
4 comentários - A camareira gostosa do meu prédio
Saludos