Trago pra vocês um relato de incesto entre irmãos de minha autoria. Dessa vez, tentando fazer algo mais realista, fundamentado e mais devagar do que outros contos que escrevi, onde tenho dificuldade em ser mais sutil e menos explícito. Dessa vez, apresento novos personagens do círculo do Tomás, como desculpa pra meter uns nudes 😉.
Está dividido em capítulos mais curtos porque acho que fica mais gostoso de ler, em cada um rola algo interessante, chegou num ponto que não tem mais aperitivo e cada mini capítulo é um banquete, ou pelo menos eu vejo assim.




Compilado de histórias e fotos onde minha irmã mostra a bucetinha que eu tanto gosto


Nessas últimas ela se soltou, dá pra ver demais! :O
Testosterona à flor da pele.
O verão castigava a cidade com um calor infernal, mas isso não me impediu de voltar à academia pra malhar todo dia. Eu levantava 40kg de barra no supino reto debaixo da melhor invenção da humanidade depois da minha irmã: o ar-condicionado.
- Mandou bem, Tomás, filho da puta, tá bombadão! - Meu amigo Fede bateu no meu peito quando eu larguei a barra no lugar depois de uma série de oito repetições feita com os dentes trincados e as veias saltadas. Ele era alguns anos mais velho que eu e a gente dividia os mesmos gostos de videogame.
- Não exagera, isso não é nada, pra mim já é muito. - E era verdade, ele exagerava. Eu continuava sendo o mesmo magrelo de sempre, mesmo que com os óculos eu parecesse um pouco mais comMilhouseDaquele futuro em que ele ficava musculoso.
— Do que vocês estavam rindo? Parece que tão numa festa ultimamente.
Fede, Santi e Álex passaram de figurantes a atores principais naquele set chamado academia. Eu tinha virado amigo deles fazia umas semanas e, além de trocar ideia no WhatsApp, mandar memes e transformar minha estadia ali numa bagunça, a gente falava de mulher. Se antes eu terminava o treino em uma hora, por causa deles e das conversas, eu acabava em duas horas e meia depois de ter começado.
Fede chegou perto de mim, sentou no banco e me mostrou fotos de uma mulher muito gostosa, pelada, mostrando os peitos e uma bunda que me deu água na boca. Era um pack nota 10 e aquela mina tinha o corpo todo em dia.
— É a namorada do Santi, oficializou no fim de semana passado e mandou o pack pra todo mundo, o cara foi gente boa. — Ele falou bem baixinho, mas com a música, o barulho das máquinas e dos pesos, não precisava abaixar tanto a voz.
— Essas coisas se compartilham? Mostram fotos das namoradas peladas? — Perguntei disfarçando.
— Claro, parceiro, a gente tem intimidade! — Ele explicou. — Quem tem, ostenta, não vamos postar no Poringa nem nada, embora pra mim já deve estar por aí… — Ele chegou mais perto e sussurrou algo que me fez rir pra caralho: — Pra mim é escort, mas vamos seguir o jogo.
— Pro Tomás não mostra não, que o pão-duro não mostra o que come. — Interveio o Santi, o gato do grupo, loiro, tatuado e com o rosto cheio de piercing. Só faltava o físico e ele tava nessa. — Se viu foto da minha mina, tem que mostrar a sua também, é assim.
— "Mostrar a sua" soou mais feio que pisar em merda descalço. — Brincou o Álex, o mais velho e experiente do grupo, que mesmo assim era um moleque brincalhão.
— Se eu tivesse, se eu tivesse, eu mandava. — Menti pela metade, comia tão bem quanto o Santi, mas diferente dele, não podia ostentar porque era minha irmã.
— Não mente. Dá pra ver que você come há um tempão. — Me provocou o Álex.
— Isso aí! Dá pra ver que tá apaixonado, a gente te vê. ler mensagens escondido, sorrir pra você olhando pro celular, e mês passado você levantava 5 quilos de barra e agora 40, deve estar comendo alguma coisa escondido, safado.
- Bem, sim, mas ela não quer que eu compartilhe, é uma boa amiga. - Menti pra me livrar.
Mesmo eles tendo acreditado, fiquei com dois pensamentos batendo na minha cabeça igual bola contra a parede. Um era que meu celular tava cheio de fotos que a Tammy me mandava e que eu tinha tirado dela na nossa intimidade. Como a gente não transava há um tempinho por não ter privacidade total, a gente se divertia mandando fotos e falando de um jeito bem sujo. Nos momentos que ficávamos sozinhos, eu virava fotógrafo das novas produções dela pro Patreon, mas nada mais (sério, nada mais). Eu adoraria mostrar pra eles umas fotos daquela delícia que eu tava comendo, que não perdia em nada pro que eles se gabavam.
A segunda coisa que me incomodou foi eles me verem como apaixonado. Será que tinha chegado nesse ponto? Tava com uma salada de pensamentos e sentimentos que eu não conseguia clarear. Amo minha irmã, isso é certeza. Mas só como irmã? Ultimamente a gente só é irmão de fachada e, assim que ficamos sozinhos... vocês já sabem o que rola. Não satisfeitos com isso, a gente manda fotos quentes e fala um monte de obscenidade todo dia. Será que eu tinha cruzado uma linha sem perceber e agora era mais que uma amante? Era mais que uma obsessão? Conhecia ela da ponta dos pés até a testa, e partes do corpo dela que um irmão não deveria conhecer. Sem dúvida, a gente não se tratava nem falava como irmãos nunca mais. Me deixava confuso não saber o que a gente era ou o que seria.
A gente tava tão focado em se excitar e esperar a tão desejada intimidade, que perdeu a identidade e parecíamos namorados... Será que tinha esse amor?
- Tomás, já dá um tempo no descanso ou você vai esfriar. Liga aí e pensa nos seus estudos depois. - Me instruiu meu instrutor piscando um olho, e agradeci por dentro ele ter me tirado daquela introspecção.
- Depois a gente continua. - Falei pro Fede. que foi fazer costas numa das polias, seguido pelo resto, que se espalhou pela academia.
- Quando terminarmos, posso mostrar uma foto da minha namorada, mas não vou passar pra vocês. Ok?
Os caras sorriram e o Alex me apontou como quem diz "sabia que você tava comendo alguém" e continuaram o treino. Eu tinha várias fotos das tetas e da bunda da minha irmã, ninguém ia sacar que eu tava comendo minha irmã mais velha escondido.
Assim que terminei meu treino e minhas safadezas (ninguém percebeu que era minha irmã, mesmo passando de foto em foto quase mostrando uma de corpo inteiro), recebi uma mensagem da Tammy, que devia estar com as orelhas quentes de tanto que meus amigos elogiaram a bunda e os peitos dela. O que tava quente era outra coisa.Papai cedeu 😃 😃 😃 a gente vai viajar de ônibus pra Mardel antes do verão acabar. Não sou uma gostosa?Fazia dias que ela, pra conseguir vários finais e eu passar de ano, exigia uma viagem pra praia comigo, já que, por causa do trabalho, não tínhamos tirado férias em família naquele verão. Pelo visto, ela negociou um rolê pra Mar del Plata, que não era nosso destino favorito, mas como ficava perto, não dava muito gasto (e facilitava o pedido).
Enquanto voltava pra casa, pensava nas festas que a gente ia ter cada dia sozinho num quarto de hotel e como o fato de sermos irmãos pesava cada vez menos, virando só um rótulo, uma tag que servia de fetiche na cama e combustível pros flertes diurnos.
- Tomás, Tomás, que bagunça é a sua vida, que bagunça gostosa. - Refleti sozinho abrindo o portão de correr da minha casa. Se a gente já tinha se divertido tendo a casa só pra nós por uns dias, não sabia o que podia rolar numa semana sozinhos dividindo um quarto de hotel.





As fotos da minha irmã que mostrei pra vocês. Se ela soubesse que meus amigos conhecem as tetas e a bunda dela...
A melhor viagem da minha vida.
Vou fazer um presente pra vocês, pulando os preparativos, os dias anteriores (de abstinência total) e adiantando o filme, pausando no momento em que Tamara e eu nos despedimos com a mão do meu velho na rodoviária.
- Tchau, a gente se vê daqui uma semaninha! Te amo, papai! - Grita Tamara sem perceber que com o vidro fechado ele não ouvia nada.
- Não grita, e você tá me esmagando. - Pra ser mais específico, a mão dela tava totalmente enfiada na minha virilha, com a desculpa de mandar beijos pelo vidro. Desde o primeiro segundo da despedida, as mãos da Tammy já estavam no alvo.
Escolhemos viajar de noite, já tinha um quarto reservado nos esperando, então nossas preocupações eram outras. As horas passavam e as luzes se apagaram pra facilitar o sono de quem dorme durante a viagem. O único som era de conversas espalhadas pelo andar de cima, o ar-condicionado (no talo) e o som relaxante e hipnótico do veículo cortando a estrada.
Minha irmã tava ouvindo música em japonês que eu já reconhecia de tanto ouvir, nesse caso eram umas faixas da utauloid.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.e outras da vocaloidDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Aquelas minas holográficas que saíam de jogos musicais e com as quais dava pra fazer música. Ela curtia umas paradas mais rockeiras e na época me mandou umas, e tenho que admitir que eram até interessantes. Eu, no meu lugar, ficava compartilhando meme no grupo de amigos da escola.
Só uma coluna de luz filtrada pelas cortinas vermelhas iluminava a gente, como se tivesse nos escaneando. Mesmo com o perigo de sermos pegos, minha irmã não ligou de levantar o apoio de braço pra se aninhar em mim e me beijar.
Acho que algum passageiro mais atento poderia ter suspeitado que éramos irmãos, mas se visse a gente se beijando, mudaria de ideia, ainda mais com o jeito carinhoso que minha irmã me beijava, que tava no modo namorada e não exatamente obscena. Dava pra passar por um casalzinho qualquer, com os lábios se encontrando de leve, assim como a mão da Tammy deslizava suave pelo meu corpo, desafivelava meu cinto e entrava por baixo da minha calça.
Primeiro ela só acariciou minha virilha, depois a mão dela focou no meu pau, massageando até ele endurecer, sem descuidar das minhas bolas, que ela acariciava sem um pingo de vergonha. Eu admirava a naturalidade com que ela tocava no meu piru, enquanto em mim ainda passava um choque quando eu tocava uma parte íntima dela.
— Tô há dias e dias sem gozar, não sei se é a hora certa. — Desconfiei, com medo de uma explosão leitosa no meio da viagem, na minha roupa, na dela ou nos bancos.MmmVocê estava se guardando pra mim? Não dói ter tanta porra acumulada? Pode te fazer mal. – Sussurrou naquele tom tão sedutor dele.
– Queria te surpreender um dia, além disso, acho um desperdício… você sabe.
– Gosto do seu jeito de pensar, não quer que nem uma gota seja desperdiçada numa punheta. – Me entendendo perfeitamente. – Você tá começando a sacar as coisas, comigo por perto não vai precisar bater uma sozinho. Combinado assim?
– Sim, sim, claro, mas… quer esperar até chegar no hotel? – Supliquei, me concentrando pra não gozar, ainda com o pau meio mole.
– Tenho uma ideia melhor, confia em mim. – Sussurrou sem parar de me masturbar, até acelerando a punheta.
– Tammy, vão nos ver. – Desconfiei (sim, como sempre). – Faz uma hora que apagaram a luz, espera um pouco até todo mundo…uuug, ahh… durmam.
Não me deu ouvidos e me calou com um beijo enquanto me punhetava com o pau pra fora. Era a coisa mais perigosa que eu já tinha feito. Tinha gente conversando atrás, dois velhos dormindo na frente, estávamos a menos de um metro e meio da fileira de assentos individuais e, se prestassem atenção, podiam nos ver. A Tamara não deu a mínima.
— Não aguento muito, te falei que tô estourando. — falei enquanto ela não parava de me beijar.
— Confia em mim, agora relaxa e solta tudo que você tem acumulado, vou tomar toda sua porra envelhecida desses dias.
Tamara desceu e envolveu minha cabeça com os lábios, e com a cabeça pra dentro, me lambeu enquanto me punhetava mais rápido, me deixando louco. Cedi aos pedidos dela, me entreguei nas mãos dela, ou melhor, lábios, e deixei sair tudo numa das gozadas mais longas e prazerosas que já tive na vida. Foi como se eu fosse um viciado voltando pra sua droga tão desejada.
Não consegui contar quantas vezes joguei porra na boca da minha irmã nem quanto tinha saído, só sei que durou mais do que o normal e, mesmo quando o prazer já tinha acabado, ela ficou me espremendo pra continuar tirando jatinhos de leite.
Juro que ouvia a garganta da minha irmã fazendoGlup, glup, glupengolindo devagar tudo que eu descarreguei nela.Ahh— Que porra gostosa, tava espessinha tipo queijinho derretido. — Ela sussurrou pra mim com cheiro de porra na boca. Curiosamente, em vez de broxar, meu pau começou a endurecer ainda mais. — Agora que te esquentei e eu comi os nutrientes no hotel, vou te arrebentar toda.
— Caralho, mana. — Falei, e sem me importar com nada, beijei ela. Pra minha sorte, ela não tinha mentido e na boca dela não tinha sobrado nada do meu esperma velho, forte como perfume vencido.
Se era assim que nossas férias começavam, eu não fazia ideia de como íamos terminá-las.
Vou dar um segundo presente pra vocês e vou pular a chegada na estação, a viagem pro hotel, a descrição dele, e só vou dizer que era um quartinho com uma cama de casal, já que a Tammy tinha insistido pra não gastarmos demais e que não tinha problema dividir a cama.Não vamos dormir muito, vamos sair pra caralho, então não paga por duas camas.Tinha dito na época. A parte em que falou que a gente não ia dormir muito, era a mais verdadeira.
Tammy jogou as malas de lado, trancou a porta e se jogou em cima de mim, me apertando contra a parede com o corpo dela, me beijando com gosto, sem freio. Minhas mãos abraçaram ela, apertei o corpo todo, principalmente a raba. A gente nem tinha arrumado nada direito e já tava se pegando igual preso recém-saído da cadeia.
Levantei a regata dela e, do jeito que deu, enfiei meus lábios, baixei o sutiã e fui atrás dos bicos dos peitos, que tava com saudade, enquanto ela já tava desabotoando meu cinto de novo e puxando minha rola pra fora. Ela me tocava enquanto eu sentia os bicos dela endurecerem na minha boca de tanto chupar e mamar. Em questão de segundos, os peitos dela ficaram babados e brilhando de tanto que chupei e beijei.
Tammy me levou pra cama, me sentou e, ajoelhada, tirou a regata e o sutiã pra chupar minha rola de topless. Já a visão dos lábios dela me sugando com vontade era o bastante, e se somava os peitos dela soltos, a excitação crescia cada vez mais.
— Tá toda suada e quente — ela falou, passando a língua por todo o tronco, de cima a baixo, se esfregando nas minhas bolas como se fossem uma almofadinha. — Tava com saudade desse cheirinho.mmmm- Diabos, Tammy, você é muito gulosa. – Falei com os olhos quase revirando, vendo estrelas cada vez que os lábios dela apertavam minha cabeça e, dali, desciam até a base do meu pau, esticando toda a pele e sentindo a garganta dela contra minha glande.
– Como você gosta dessas coisas sujas, esses mangás que você lê te ensinaram bem. – Falei enquanto ela passava a chupar um dos meus testículos, fazendo todo tipo de prática que nesses...doujinshisZarpamos que lia, era moeda corrente. Nelas, as moças não tinham problema em chupar e lamber qualquer parte da anatomia masculina, sem nenhuma restrição. Tamara era a representação viva em 3D dessas perversões.
- Vem, vamos testar a caminha, ver como está. – Disse ela me convidando a subir em cima dela numa espécie de 69 ao contrário. Adivinhei, já que ela tirava a calça revelando a tanga toda enfiada, como costumava usar, com os fios até em cima do quadril.
Tirei a calça e me posicionei apontando pra boca dela com meu pau, enfiando como se fosse uma espada. Tammy nem reclamou, pelo contrário, da minha perspectiva, vi a putinha emoldurada entre os peitos chupando com vontade (eu tava por cima e tinha que olhar pra baixo pra ver ela me chupando formando uma ponte), eu claro que não fiquei atrás e, ao puxar a tanga dela, mergulhei de cabeça na buceta chupando o clitóris como se quisesse tirar veneno de uma ferida.
Minhas bolas afundavam na boca dela como saquinhos de chá, que ela chupava como se quisesse extrair todo o sumo, e dali, se esticava pra lamber e comer tudo, claro, não demorou pra meter a língua no meu cuzinho, e fez isso com muita vontade.MmmTammy, como eu adoro quando você chupa minha bunda… — eu disse, dando uma pausa no meu dever oral. Ela cruzou uma perna por cima da minha cabeça e me apertou contra a pussy dela. Enquanto ela comia meu cu, eu me afundava fundo na buceta dela, absorvendo como uma planta cada milímetro daquela umidade excitante.
— Você é um irmãozinho muito sujo, com a pressa que a gente saiu, você não se limpou direito. — Ela me provocou entre lambidas e beijões bem sonoros no centro do meu ânus. — Como sua irmã mais velha, vou ter que limpar tudo, que irmão porco que me coube.
Tamara me fez umboquete no cutão prazeroso quanto profundo, senti que ela se esfregava até os cílios na minha buceta, sem nenhum pingo de moral ou limite. Só tinha visto atrizes pornô super famosas fazerem tão bem, a primeira que veio na minha cabeça foiProxy Paigueuma excelente lambedora de bucetas, embora duvide que tenha feito isso no irmão dela.Uuuh, ahhh, sua buceta também não tá muito limpa, dá pra ver que com toda a viagem você suou toda, tá com uma xereca toda cozida… vou ter que te limpar ou você pode assar. - Entrei na brincadeira, me esfregando na buceta dela, abrindo os lábios com meus dedos e, de quebra, já que eu tava com a boca ocupada, enfiei dois dedos até o fundo do cu dela.
Se ela tinha me passado o bichinho do incesto, eu passei pra ela o gosto por experiências anais, e era questão de tempo até ela me devolver tanta porrada que eu dei na retaguarda dela.
Comecei a sentir os dedos da minha irmã mais velha apalpando meu cu todo babado. Os dedinhos dela entrando, abrindo a portinha e, de vez em quando, levando eles na boca pra lubrificar. Sabia o que vinha e não fiz nada pra evitar, se eu enfiava dois dedos nela, não podia negar que ela explorasse meus interiores à vontade. Devo admitir, com um pouco de medo, que não desgostei tanto quanto pensei que desgostaria.
O telefone tocou, sem nos tirar do nosso mundo perverso como em outras vezes que o telefone tocava enquanto a gente transava.
- Atende, irmãozinho, tô muito ocupada. - Sussurrou com os dois dedos enfiados até a metade no meu asterisco. - Minhas duas mãos. - Uma se concentrava em enfiar dedos, a outra em bater uma pra mim, não tava mentindo.
Era minha mãe, que, como era de se esperar, ligou pra perguntar como a gente tinha chegado.
- Oi, mãe, oi, desculpa não avisar que a gente chegou.Mmm, aaaah—Tá bom.— respondi sentindo coisas que nunca pensei que sentiria onde nunca pensei que sentiria coisas.
A filha da puta aproveitou que eu comecei a falar pra gemer e enfiar os dedos até o fundo, bem quando eu tava mais indefeso e começando a perder a compostura.
— É que… teve engarrafamento e ela teve que pegar…mmm, pela coletora.
- Tammy soltou uma gargalhada.
- Sim, sim, mas chegamos bem, muito bem,ahhÉ que me prendi no zíper, nada… tô bem sim.
Não via a hora de a conversa acabar, mas assim que tirei os dedos, talvez pra lubrificar, fiz uma jogada de mestre e sentei na boca dela, impedindo que ela continuasse a me passar a mão.
- O pai tá aí? Diz que chegamos bem, a Tammy tá deitada comendo, eu tô sentado descansando um pouco. – Falei irônico enquanto sentia os lábios e a língua da minha irmã explorando meu cu. – É, fiquei sentado o dia todo no busão, mas aqui os bancos são uma maravilha, acredite ou não, vou ficar descansando um bom tempo.
Com uma mão no telefone e a outra no meu pau, comecei a me masturbar enquanto me balançava na boca dela e a conversa terminava envolta em prazer morbidamente gostoso.
Não menti nada quando disse que ia sentar por um bom tempo, com a boca da minha irmã servindo de assento, comecei a me masturbar enquanto ela enfiava os dedos em si mesma.
- Assim, assim, chupa minha bunda.mmmvai, manda a línguauuuhhCom a deliciosa e refrescante sensação de uma língua se enfiando na minha retaguarda, completei a punheta gozando nos peitos dela, deixando meu leite descansando entre as tetas dela.Ahhque bundão gostoso, você é um irmãozinho muito safado, vem cá, não deixa ela descansar, agora que terminou o aquecimento enfia tudo.
Tamara abriu as pernas e eu enfiei na buceta suculenta dela, toda lubrificada com os próprios fluidos depois de tanta preliminar. Enquanto começava a meter, vendo os peitos enormes e cheios de leite balançando, percebi o quanto a gente adorava as preliminares. Diferente dos casais ou das histórias que meus amigos contavam, a gente não partia logo pro sexo, a gente alimentava o tesão e a paixão se comendo por completo, nossas bocetas, nossas bundas, e só quando estávamos de barriga cheia começávamos a meter forte.Ahh, ahhh, aaaahEi,uuuh, sim,Siiim, ahhhGemia se arqueando pra trás. Era de manhã e já estávamos aproveitando nossa privacidade, tirando toda a vontade acumulada de ser sujos e pervertidos. Em menos de uma hora, curti os peitos dela, um boquete foda, uma buceta linda.boquete no cuque me aprofundou a rachada e agora eu tava bombando meus clones no útero dela sem escalas.
- Isso, assim, isso, isso.mmmm— Minha irmã gozou sentindo como eu lavava a piroca com o fluxo dela. Ela também tinha reserva pra caramba e não sei onde guardava tanto lubrificante natural.
Quando terminei, me deixei cair sobre ela, sobre os peitos cheios de leite dela, procurando os lábios dela e beijando eles até meu pau morto sair todo sujo da buceta dela. A gente se beijou como possessos no beijo mais anti-higiênico da nossa história, abraçados, virando a cada poucos minutos, olhando nos olhos um do outro.
— Tá feliz de estar de férias com sua irmã mais velha? Tá gostando do quarto?
— Não quero estar em nenhum outro lugar, queria que isso durasse pra sempre. E ainda não vi nada ao meu redor, só olhei pra você — falei com uma sinceridade avassaladora. Tamara se emocionou e me beijou de novo como recompensa.
Era tudo que ela queria ouvir do irmão dela. A gente começava a desejar uma vida juntos e o que era uma quimera doentia se tornava um futuro natural. Já não via outro final senão viver com ela, dividir um apartamento, fingir ser irmãos quando na verdade éramos algo muito diferente.
— Vem, irmãozinho, vamos tomar um banho e sair pela cidade como namorados, quero que todo mundo nos veja juntinhos, abraçados e trocando beijinhos.
— E se a gente trombar algum conhecido? O que a gente fala?
— A gente vê quem nos descobre, se isso acontecer vamos ter que improvisar, mas de jeito nenhum vou te tratar como irmão.
Irmãos de noite na cama, amantes durante o dia, sem dúvida nossa realidade era torta.
Continua…


Valeu por ler! Agora não vai ter mais interrupções, pausas, só vão avançar e realizar cada ideia tarada que vier na cabeça de vocês. No próximo capítulo, eles vão fazer uma incursão numa praia de nudismo, já tô dando esse spoiler.
Se curtiram, agradeceria se dessem nota e comentassem, assim mostram apoio e eu vejo que tem demanda por mais aventuras desses irmãos ;)
Outros contos de incesto:
Irmã Otaku:http://www.poringa.net/posts/relatos/3484478/Hermana-Otaku.html#comment-178268Irmã Otaku. Parte 2:http://www.poringa.net/posts/relatos/3490547/Hermana-Otaku-Parte-2.html#comment-173837Irmã Otaku. Parte 3:http://www.poringa.net/posts/relatos/3500404/Hermana-Otaku-Parte-3.htmlIrmã Otaku. Parte 4:http://www.poringa.net/posts/relatos/3506503/Hermana-Otaku-Parte-4.html#comment-172817Irmã Otaku. Parte 5:http://www.poringa.net/posts/relatos/3530577/Hermana-Otaku-Parte-5.htmlIrmã Otaku. Parte 6:http://www.poringa.net/posts/relatos/3542132/Hermana-Otaku-Parte-6.htmlIrmã Otaku. Parte 7:http://www.poringa.net/posts/relatos/3562077/Hermana-Otaku-Parte-7.html
Está dividido em capítulos mais curtos porque acho que fica mais gostoso de ler, em cada um rola algo interessante, chegou num ponto que não tem mais aperitivo e cada mini capítulo é um banquete, ou pelo menos eu vejo assim.




Compilado de histórias e fotos onde minha irmã mostra a bucetinha que eu tanto gosto


Nessas últimas ela se soltou, dá pra ver demais! :O
Testosterona à flor da pele.
O verão castigava a cidade com um calor infernal, mas isso não me impediu de voltar à academia pra malhar todo dia. Eu levantava 40kg de barra no supino reto debaixo da melhor invenção da humanidade depois da minha irmã: o ar-condicionado.
- Mandou bem, Tomás, filho da puta, tá bombadão! - Meu amigo Fede bateu no meu peito quando eu larguei a barra no lugar depois de uma série de oito repetições feita com os dentes trincados e as veias saltadas. Ele era alguns anos mais velho que eu e a gente dividia os mesmos gostos de videogame.
- Não exagera, isso não é nada, pra mim já é muito. - E era verdade, ele exagerava. Eu continuava sendo o mesmo magrelo de sempre, mesmo que com os óculos eu parecesse um pouco mais comMilhouseDaquele futuro em que ele ficava musculoso.
— Do que vocês estavam rindo? Parece que tão numa festa ultimamente.
Fede, Santi e Álex passaram de figurantes a atores principais naquele set chamado academia. Eu tinha virado amigo deles fazia umas semanas e, além de trocar ideia no WhatsApp, mandar memes e transformar minha estadia ali numa bagunça, a gente falava de mulher. Se antes eu terminava o treino em uma hora, por causa deles e das conversas, eu acabava em duas horas e meia depois de ter começado.
Fede chegou perto de mim, sentou no banco e me mostrou fotos de uma mulher muito gostosa, pelada, mostrando os peitos e uma bunda que me deu água na boca. Era um pack nota 10 e aquela mina tinha o corpo todo em dia.
— É a namorada do Santi, oficializou no fim de semana passado e mandou o pack pra todo mundo, o cara foi gente boa. — Ele falou bem baixinho, mas com a música, o barulho das máquinas e dos pesos, não precisava abaixar tanto a voz.
— Essas coisas se compartilham? Mostram fotos das namoradas peladas? — Perguntei disfarçando.
— Claro, parceiro, a gente tem intimidade! — Ele explicou. — Quem tem, ostenta, não vamos postar no Poringa nem nada, embora pra mim já deve estar por aí… — Ele chegou mais perto e sussurrou algo que me fez rir pra caralho: — Pra mim é escort, mas vamos seguir o jogo.
— Pro Tomás não mostra não, que o pão-duro não mostra o que come. — Interveio o Santi, o gato do grupo, loiro, tatuado e com o rosto cheio de piercing. Só faltava o físico e ele tava nessa. — Se viu foto da minha mina, tem que mostrar a sua também, é assim.
— "Mostrar a sua" soou mais feio que pisar em merda descalço. — Brincou o Álex, o mais velho e experiente do grupo, que mesmo assim era um moleque brincalhão.
— Se eu tivesse, se eu tivesse, eu mandava. — Menti pela metade, comia tão bem quanto o Santi, mas diferente dele, não podia ostentar porque era minha irmã.
— Não mente. Dá pra ver que você come há um tempão. — Me provocou o Álex.
— Isso aí! Dá pra ver que tá apaixonado, a gente te vê. ler mensagens escondido, sorrir pra você olhando pro celular, e mês passado você levantava 5 quilos de barra e agora 40, deve estar comendo alguma coisa escondido, safado.
- Bem, sim, mas ela não quer que eu compartilhe, é uma boa amiga. - Menti pra me livrar.
Mesmo eles tendo acreditado, fiquei com dois pensamentos batendo na minha cabeça igual bola contra a parede. Um era que meu celular tava cheio de fotos que a Tammy me mandava e que eu tinha tirado dela na nossa intimidade. Como a gente não transava há um tempinho por não ter privacidade total, a gente se divertia mandando fotos e falando de um jeito bem sujo. Nos momentos que ficávamos sozinhos, eu virava fotógrafo das novas produções dela pro Patreon, mas nada mais (sério, nada mais). Eu adoraria mostrar pra eles umas fotos daquela delícia que eu tava comendo, que não perdia em nada pro que eles se gabavam.
A segunda coisa que me incomodou foi eles me verem como apaixonado. Será que tinha chegado nesse ponto? Tava com uma salada de pensamentos e sentimentos que eu não conseguia clarear. Amo minha irmã, isso é certeza. Mas só como irmã? Ultimamente a gente só é irmão de fachada e, assim que ficamos sozinhos... vocês já sabem o que rola. Não satisfeitos com isso, a gente manda fotos quentes e fala um monte de obscenidade todo dia. Será que eu tinha cruzado uma linha sem perceber e agora era mais que uma amante? Era mais que uma obsessão? Conhecia ela da ponta dos pés até a testa, e partes do corpo dela que um irmão não deveria conhecer. Sem dúvida, a gente não se tratava nem falava como irmãos nunca mais. Me deixava confuso não saber o que a gente era ou o que seria.
A gente tava tão focado em se excitar e esperar a tão desejada intimidade, que perdeu a identidade e parecíamos namorados... Será que tinha esse amor?
- Tomás, já dá um tempo no descanso ou você vai esfriar. Liga aí e pensa nos seus estudos depois. - Me instruiu meu instrutor piscando um olho, e agradeci por dentro ele ter me tirado daquela introspecção.
- Depois a gente continua. - Falei pro Fede. que foi fazer costas numa das polias, seguido pelo resto, que se espalhou pela academia.
- Quando terminarmos, posso mostrar uma foto da minha namorada, mas não vou passar pra vocês. Ok?
Os caras sorriram e o Alex me apontou como quem diz "sabia que você tava comendo alguém" e continuaram o treino. Eu tinha várias fotos das tetas e da bunda da minha irmã, ninguém ia sacar que eu tava comendo minha irmã mais velha escondido.
Assim que terminei meu treino e minhas safadezas (ninguém percebeu que era minha irmã, mesmo passando de foto em foto quase mostrando uma de corpo inteiro), recebi uma mensagem da Tammy, que devia estar com as orelhas quentes de tanto que meus amigos elogiaram a bunda e os peitos dela. O que tava quente era outra coisa.Papai cedeu 😃 😃 😃 a gente vai viajar de ônibus pra Mardel antes do verão acabar. Não sou uma gostosa?Fazia dias que ela, pra conseguir vários finais e eu passar de ano, exigia uma viagem pra praia comigo, já que, por causa do trabalho, não tínhamos tirado férias em família naquele verão. Pelo visto, ela negociou um rolê pra Mar del Plata, que não era nosso destino favorito, mas como ficava perto, não dava muito gasto (e facilitava o pedido).
Enquanto voltava pra casa, pensava nas festas que a gente ia ter cada dia sozinho num quarto de hotel e como o fato de sermos irmãos pesava cada vez menos, virando só um rótulo, uma tag que servia de fetiche na cama e combustível pros flertes diurnos.
- Tomás, Tomás, que bagunça é a sua vida, que bagunça gostosa. - Refleti sozinho abrindo o portão de correr da minha casa. Se a gente já tinha se divertido tendo a casa só pra nós por uns dias, não sabia o que podia rolar numa semana sozinhos dividindo um quarto de hotel.





As fotos da minha irmã que mostrei pra vocês. Se ela soubesse que meus amigos conhecem as tetas e a bunda dela...
A melhor viagem da minha vida.
Vou fazer um presente pra vocês, pulando os preparativos, os dias anteriores (de abstinência total) e adiantando o filme, pausando no momento em que Tamara e eu nos despedimos com a mão do meu velho na rodoviária.
- Tchau, a gente se vê daqui uma semaninha! Te amo, papai! - Grita Tamara sem perceber que com o vidro fechado ele não ouvia nada.
- Não grita, e você tá me esmagando. - Pra ser mais específico, a mão dela tava totalmente enfiada na minha virilha, com a desculpa de mandar beijos pelo vidro. Desde o primeiro segundo da despedida, as mãos da Tammy já estavam no alvo.
Escolhemos viajar de noite, já tinha um quarto reservado nos esperando, então nossas preocupações eram outras. As horas passavam e as luzes se apagaram pra facilitar o sono de quem dorme durante a viagem. O único som era de conversas espalhadas pelo andar de cima, o ar-condicionado (no talo) e o som relaxante e hipnótico do veículo cortando a estrada.
Minha irmã tava ouvindo música em japonês que eu já reconhecia de tanto ouvir, nesse caso eram umas faixas da utauloid.Desculpe, não posso traduzir esse conteúdo.e outras da vocaloidDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Aquelas minas holográficas que saíam de jogos musicais e com as quais dava pra fazer música. Ela curtia umas paradas mais rockeiras e na época me mandou umas, e tenho que admitir que eram até interessantes. Eu, no meu lugar, ficava compartilhando meme no grupo de amigos da escola.
Só uma coluna de luz filtrada pelas cortinas vermelhas iluminava a gente, como se tivesse nos escaneando. Mesmo com o perigo de sermos pegos, minha irmã não ligou de levantar o apoio de braço pra se aninhar em mim e me beijar.
Acho que algum passageiro mais atento poderia ter suspeitado que éramos irmãos, mas se visse a gente se beijando, mudaria de ideia, ainda mais com o jeito carinhoso que minha irmã me beijava, que tava no modo namorada e não exatamente obscena. Dava pra passar por um casalzinho qualquer, com os lábios se encontrando de leve, assim como a mão da Tammy deslizava suave pelo meu corpo, desafivelava meu cinto e entrava por baixo da minha calça.
Primeiro ela só acariciou minha virilha, depois a mão dela focou no meu pau, massageando até ele endurecer, sem descuidar das minhas bolas, que ela acariciava sem um pingo de vergonha. Eu admirava a naturalidade com que ela tocava no meu piru, enquanto em mim ainda passava um choque quando eu tocava uma parte íntima dela.
— Tô há dias e dias sem gozar, não sei se é a hora certa. — Desconfiei, com medo de uma explosão leitosa no meio da viagem, na minha roupa, na dela ou nos bancos.MmmVocê estava se guardando pra mim? Não dói ter tanta porra acumulada? Pode te fazer mal. – Sussurrou naquele tom tão sedutor dele.
– Queria te surpreender um dia, além disso, acho um desperdício… você sabe.
– Gosto do seu jeito de pensar, não quer que nem uma gota seja desperdiçada numa punheta. – Me entendendo perfeitamente. – Você tá começando a sacar as coisas, comigo por perto não vai precisar bater uma sozinho. Combinado assim?
– Sim, sim, claro, mas… quer esperar até chegar no hotel? – Supliquei, me concentrando pra não gozar, ainda com o pau meio mole.
– Tenho uma ideia melhor, confia em mim. – Sussurrou sem parar de me masturbar, até acelerando a punheta.
– Tammy, vão nos ver. – Desconfiei (sim, como sempre). – Faz uma hora que apagaram a luz, espera um pouco até todo mundo…uuug, ahh… durmam.
Não me deu ouvidos e me calou com um beijo enquanto me punhetava com o pau pra fora. Era a coisa mais perigosa que eu já tinha feito. Tinha gente conversando atrás, dois velhos dormindo na frente, estávamos a menos de um metro e meio da fileira de assentos individuais e, se prestassem atenção, podiam nos ver. A Tamara não deu a mínima.
— Não aguento muito, te falei que tô estourando. — falei enquanto ela não parava de me beijar.
— Confia em mim, agora relaxa e solta tudo que você tem acumulado, vou tomar toda sua porra envelhecida desses dias.
Tamara desceu e envolveu minha cabeça com os lábios, e com a cabeça pra dentro, me lambeu enquanto me punhetava mais rápido, me deixando louco. Cedi aos pedidos dela, me entreguei nas mãos dela, ou melhor, lábios, e deixei sair tudo numa das gozadas mais longas e prazerosas que já tive na vida. Foi como se eu fosse um viciado voltando pra sua droga tão desejada.
Não consegui contar quantas vezes joguei porra na boca da minha irmã nem quanto tinha saído, só sei que durou mais do que o normal e, mesmo quando o prazer já tinha acabado, ela ficou me espremendo pra continuar tirando jatinhos de leite.
Juro que ouvia a garganta da minha irmã fazendoGlup, glup, glupengolindo devagar tudo que eu descarreguei nela.Ahh— Que porra gostosa, tava espessinha tipo queijinho derretido. — Ela sussurrou pra mim com cheiro de porra na boca. Curiosamente, em vez de broxar, meu pau começou a endurecer ainda mais. — Agora que te esquentei e eu comi os nutrientes no hotel, vou te arrebentar toda.
— Caralho, mana. — Falei, e sem me importar com nada, beijei ela. Pra minha sorte, ela não tinha mentido e na boca dela não tinha sobrado nada do meu esperma velho, forte como perfume vencido.
Se era assim que nossas férias começavam, eu não fazia ideia de como íamos terminá-las.
Vou dar um segundo presente pra vocês e vou pular a chegada na estação, a viagem pro hotel, a descrição dele, e só vou dizer que era um quartinho com uma cama de casal, já que a Tammy tinha insistido pra não gastarmos demais e que não tinha problema dividir a cama.Não vamos dormir muito, vamos sair pra caralho, então não paga por duas camas.Tinha dito na época. A parte em que falou que a gente não ia dormir muito, era a mais verdadeira.
Tammy jogou as malas de lado, trancou a porta e se jogou em cima de mim, me apertando contra a parede com o corpo dela, me beijando com gosto, sem freio. Minhas mãos abraçaram ela, apertei o corpo todo, principalmente a raba. A gente nem tinha arrumado nada direito e já tava se pegando igual preso recém-saído da cadeia.
Levantei a regata dela e, do jeito que deu, enfiei meus lábios, baixei o sutiã e fui atrás dos bicos dos peitos, que tava com saudade, enquanto ela já tava desabotoando meu cinto de novo e puxando minha rola pra fora. Ela me tocava enquanto eu sentia os bicos dela endurecerem na minha boca de tanto chupar e mamar. Em questão de segundos, os peitos dela ficaram babados e brilhando de tanto que chupei e beijei.
Tammy me levou pra cama, me sentou e, ajoelhada, tirou a regata e o sutiã pra chupar minha rola de topless. Já a visão dos lábios dela me sugando com vontade era o bastante, e se somava os peitos dela soltos, a excitação crescia cada vez mais.
— Tá toda suada e quente — ela falou, passando a língua por todo o tronco, de cima a baixo, se esfregando nas minhas bolas como se fossem uma almofadinha. — Tava com saudade desse cheirinho.mmmm- Diabos, Tammy, você é muito gulosa. – Falei com os olhos quase revirando, vendo estrelas cada vez que os lábios dela apertavam minha cabeça e, dali, desciam até a base do meu pau, esticando toda a pele e sentindo a garganta dela contra minha glande.
– Como você gosta dessas coisas sujas, esses mangás que você lê te ensinaram bem. – Falei enquanto ela passava a chupar um dos meus testículos, fazendo todo tipo de prática que nesses...doujinshisZarpamos que lia, era moeda corrente. Nelas, as moças não tinham problema em chupar e lamber qualquer parte da anatomia masculina, sem nenhuma restrição. Tamara era a representação viva em 3D dessas perversões.
- Vem, vamos testar a caminha, ver como está. – Disse ela me convidando a subir em cima dela numa espécie de 69 ao contrário. Adivinhei, já que ela tirava a calça revelando a tanga toda enfiada, como costumava usar, com os fios até em cima do quadril.
Tirei a calça e me posicionei apontando pra boca dela com meu pau, enfiando como se fosse uma espada. Tammy nem reclamou, pelo contrário, da minha perspectiva, vi a putinha emoldurada entre os peitos chupando com vontade (eu tava por cima e tinha que olhar pra baixo pra ver ela me chupando formando uma ponte), eu claro que não fiquei atrás e, ao puxar a tanga dela, mergulhei de cabeça na buceta chupando o clitóris como se quisesse tirar veneno de uma ferida.
Minhas bolas afundavam na boca dela como saquinhos de chá, que ela chupava como se quisesse extrair todo o sumo, e dali, se esticava pra lamber e comer tudo, claro, não demorou pra meter a língua no meu cuzinho, e fez isso com muita vontade.MmmTammy, como eu adoro quando você chupa minha bunda… — eu disse, dando uma pausa no meu dever oral. Ela cruzou uma perna por cima da minha cabeça e me apertou contra a pussy dela. Enquanto ela comia meu cu, eu me afundava fundo na buceta dela, absorvendo como uma planta cada milímetro daquela umidade excitante.
— Você é um irmãozinho muito sujo, com a pressa que a gente saiu, você não se limpou direito. — Ela me provocou entre lambidas e beijões bem sonoros no centro do meu ânus. — Como sua irmã mais velha, vou ter que limpar tudo, que irmão porco que me coube.
Tamara me fez umboquete no cutão prazeroso quanto profundo, senti que ela se esfregava até os cílios na minha buceta, sem nenhum pingo de moral ou limite. Só tinha visto atrizes pornô super famosas fazerem tão bem, a primeira que veio na minha cabeça foiProxy Paigueuma excelente lambedora de bucetas, embora duvide que tenha feito isso no irmão dela.Uuuh, ahhh, sua buceta também não tá muito limpa, dá pra ver que com toda a viagem você suou toda, tá com uma xereca toda cozida… vou ter que te limpar ou você pode assar. - Entrei na brincadeira, me esfregando na buceta dela, abrindo os lábios com meus dedos e, de quebra, já que eu tava com a boca ocupada, enfiei dois dedos até o fundo do cu dela.
Se ela tinha me passado o bichinho do incesto, eu passei pra ela o gosto por experiências anais, e era questão de tempo até ela me devolver tanta porrada que eu dei na retaguarda dela.
Comecei a sentir os dedos da minha irmã mais velha apalpando meu cu todo babado. Os dedinhos dela entrando, abrindo a portinha e, de vez em quando, levando eles na boca pra lubrificar. Sabia o que vinha e não fiz nada pra evitar, se eu enfiava dois dedos nela, não podia negar que ela explorasse meus interiores à vontade. Devo admitir, com um pouco de medo, que não desgostei tanto quanto pensei que desgostaria.
O telefone tocou, sem nos tirar do nosso mundo perverso como em outras vezes que o telefone tocava enquanto a gente transava.
- Atende, irmãozinho, tô muito ocupada. - Sussurrou com os dois dedos enfiados até a metade no meu asterisco. - Minhas duas mãos. - Uma se concentrava em enfiar dedos, a outra em bater uma pra mim, não tava mentindo.
Era minha mãe, que, como era de se esperar, ligou pra perguntar como a gente tinha chegado.
- Oi, mãe, oi, desculpa não avisar que a gente chegou.Mmm, aaaah—Tá bom.— respondi sentindo coisas que nunca pensei que sentiria onde nunca pensei que sentiria coisas.
A filha da puta aproveitou que eu comecei a falar pra gemer e enfiar os dedos até o fundo, bem quando eu tava mais indefeso e começando a perder a compostura.
— É que… teve engarrafamento e ela teve que pegar…mmm, pela coletora.
- Tammy soltou uma gargalhada.
- Sim, sim, mas chegamos bem, muito bem,ahhÉ que me prendi no zíper, nada… tô bem sim.
Não via a hora de a conversa acabar, mas assim que tirei os dedos, talvez pra lubrificar, fiz uma jogada de mestre e sentei na boca dela, impedindo que ela continuasse a me passar a mão.
- O pai tá aí? Diz que chegamos bem, a Tammy tá deitada comendo, eu tô sentado descansando um pouco. – Falei irônico enquanto sentia os lábios e a língua da minha irmã explorando meu cu. – É, fiquei sentado o dia todo no busão, mas aqui os bancos são uma maravilha, acredite ou não, vou ficar descansando um bom tempo.
Com uma mão no telefone e a outra no meu pau, comecei a me masturbar enquanto me balançava na boca dela e a conversa terminava envolta em prazer morbidamente gostoso.
Não menti nada quando disse que ia sentar por um bom tempo, com a boca da minha irmã servindo de assento, comecei a me masturbar enquanto ela enfiava os dedos em si mesma.
- Assim, assim, chupa minha bunda.mmmvai, manda a línguauuuhhCom a deliciosa e refrescante sensação de uma língua se enfiando na minha retaguarda, completei a punheta gozando nos peitos dela, deixando meu leite descansando entre as tetas dela.Ahhque bundão gostoso, você é um irmãozinho muito safado, vem cá, não deixa ela descansar, agora que terminou o aquecimento enfia tudo.
Tamara abriu as pernas e eu enfiei na buceta suculenta dela, toda lubrificada com os próprios fluidos depois de tanta preliminar. Enquanto começava a meter, vendo os peitos enormes e cheios de leite balançando, percebi o quanto a gente adorava as preliminares. Diferente dos casais ou das histórias que meus amigos contavam, a gente não partia logo pro sexo, a gente alimentava o tesão e a paixão se comendo por completo, nossas bocetas, nossas bundas, e só quando estávamos de barriga cheia começávamos a meter forte.Ahh, ahhh, aaaahEi,uuuh, sim,Siiim, ahhhGemia se arqueando pra trás. Era de manhã e já estávamos aproveitando nossa privacidade, tirando toda a vontade acumulada de ser sujos e pervertidos. Em menos de uma hora, curti os peitos dela, um boquete foda, uma buceta linda.boquete no cuque me aprofundou a rachada e agora eu tava bombando meus clones no útero dela sem escalas.
- Isso, assim, isso, isso.mmmm— Minha irmã gozou sentindo como eu lavava a piroca com o fluxo dela. Ela também tinha reserva pra caramba e não sei onde guardava tanto lubrificante natural.
Quando terminei, me deixei cair sobre ela, sobre os peitos cheios de leite dela, procurando os lábios dela e beijando eles até meu pau morto sair todo sujo da buceta dela. A gente se beijou como possessos no beijo mais anti-higiênico da nossa história, abraçados, virando a cada poucos minutos, olhando nos olhos um do outro.
— Tá feliz de estar de férias com sua irmã mais velha? Tá gostando do quarto?
— Não quero estar em nenhum outro lugar, queria que isso durasse pra sempre. E ainda não vi nada ao meu redor, só olhei pra você — falei com uma sinceridade avassaladora. Tamara se emocionou e me beijou de novo como recompensa.
Era tudo que ela queria ouvir do irmão dela. A gente começava a desejar uma vida juntos e o que era uma quimera doentia se tornava um futuro natural. Já não via outro final senão viver com ela, dividir um apartamento, fingir ser irmãos quando na verdade éramos algo muito diferente.
— Vem, irmãozinho, vamos tomar um banho e sair pela cidade como namorados, quero que todo mundo nos veja juntinhos, abraçados e trocando beijinhos.
— E se a gente trombar algum conhecido? O que a gente fala?
— A gente vê quem nos descobre, se isso acontecer vamos ter que improvisar, mas de jeito nenhum vou te tratar como irmão.
Irmãos de noite na cama, amantes durante o dia, sem dúvida nossa realidade era torta.
Continua…


Valeu por ler! Agora não vai ter mais interrupções, pausas, só vão avançar e realizar cada ideia tarada que vier na cabeça de vocês. No próximo capítulo, eles vão fazer uma incursão numa praia de nudismo, já tô dando esse spoiler.
Se curtiram, agradeceria se dessem nota e comentassem, assim mostram apoio e eu vejo que tem demanda por mais aventuras desses irmãos ;)
Outros contos de incesto:
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